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INTRODUÇÃO AO
ESTUDO DA HISTÓRIA
EVOLUÇÃO HUMANA
E PRÉ-HISTÓRIA
MESOPOTÂMIA
FENÍCIOS, HEBREUS E
PERSAS
CIVILIZAÇÃO GREGA
CIVILIZAÇÃO
ROMANA
IMPÉRIO BIZANTINO
IMPÉRIO ISLÂMICO
REINOS BÁRBAROS
FEUDALISMO
BAIXA IDADE MÉDIA
RENASCIMENTO
COMERCIAL E URBANO
FORMAÇÃO DAS
MONARQUIAS
NACIONAIS
CRISE DO SÉCULO XIV
EGITO ANTIGO
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Questão 1
(FAAP-SP) É costume dividir a História em Idades. A
Idade Antiga: aproximadamente 3200 a.C. com a escrita,
até 476 d.C., com a queda do Império Romano do
Ocidente e mais:
I – Idade Média: da queda do Império Romano, em 476
d.C., até 1453 d.C., com a queda de Constantinopla.
II – Idade Moderna: da queda de Constantinopla, 1453
d.C., até 1789 d.C., ano da Revolução Francesa.
III – Idade Contemporânea: de 1789, com a Revolução
Francesa, até os dias atuais.
Estão corretas as afirmações:
A Apenas a I
B Apenas a II
C Apenas a III
D Todas estão corretas
E Todas estão erradas
Questão 2
(UECE) Por muito tempo, os historiadores acreditavam
que deveriam e poderiam reproduzir os fatos “tal como
haviam ocorrido”.
Dentre as características do conhecimento histórico que
assim produziam, podemos assinalar corretamente:
A Ao privilegiarem a realidade dos fatos, os
historiadores esperavam produzir um conhecimento
científico, que analisasse os processos e seus
significados.
B Era uma história linear, cronológica, de nomes, fatos
e datas, que pretendia uma verdade absoluta,
expressão da neutralidade do historiador.
C Como se percebeu ser impossível chegar à
verdadeira face do que “realmente aconteceu”, todo
o conhecimento histórico ficou marcado pelo
relativismo total.
D Os fatos privilegiados seriam aqueles poucos que
eram amplamente documentados, como as festas
populares e a cultura das pessoas comuns.
Questão 3
(UFPB) O conhecimento histórico evoluiu muito no
Ocidente. Suas linguagens, teorias e conceitos exigem
do historiador uma formação profissional complexa e
abrangente.
Sobre a historiografia e sua evolução, é correto afirmar
que:
A A História-crônica surgiu no século XIX, influenciada
pelo positivismo.
B O conceito de representação é chave para a História-
ciência, especialmente na investigação das
realidades econômicas.
C A análise quantitativa é muito utilizada pela Nova
História Social para compreender o cotidiano e os
mitos.
D A ciência da História surgiu na Antiguidade, fruto da
criação do método crítico por Heródoto.
E A perspectiva da História Total foi contribuição do
Marxismo para a abordagem das estruturas
econômico-sociais.
Questão 4
(UFPE) História é a ciência que:
A Estuda os acidentes históricos e geográficos do
planeta Terra.
B Se fundamenta unicamente em documentos escritos
C Estuda os acontecimentos do passado dos homens
utilizando-se dos vestígios que a humanidade
deixou.
D Estuda os acontecimentos presentes para prever o
futuro da humanidade.
E Estuda a causalidade dos fenômenos físicos e sociais
com base no empirismo.
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Questão 5
(UnB-DF) Pelo olhar do poeta, também é possível
compreender determinados aspectos essenciais para a
conceituação da História. Leia, por exemplo, Carlos
Drummond de Andrade:
“Aconteceu há mil anos?
Continua acontecendo.
Nos mais desbotados panos
Estou me lendo e relendo.”
Ou, ainda, do mesmo autor: “O tempo é minha matéria,
o tempo presente, os homens presentes, a vida
(presente.)”
Com o auxílio das observações de Drummond, julgue os
seguintes itens, referentes ao conceito de História e ao
ofício do historiador.
A Tendo por objeto o estudo do passado, a História
parte das contingências da “vida presente” para
inquirir aquilo que passou.
B Especialmente em épocas de crise generalizada,
sobressai o papel que se espera do historiador:
lembrar o que os outros esqueceram.
C O quarteto acima traz a ideia de que o passado é
continuamente reescrito, a partir de cada presente e
de seus novos interesses, eliminando, assim, a
possibilidade de a História conter um caráter
científico.
D A reconstrução do passado, exatamente como ele
ocorreu, é o que fazem os historiadores,
independentemente de suas convicções ideológicas
e pessoais.
Questão 6
(UERJ) “Eu era garotão ainda quando a Força
Expedicionária Brasileira chegou à Itália. Passaram na
minha cidade, porque foram de Salermo para Siena.
Fazia parte do batalhão um cidadão italiano, que veio
para cá pequenino e depois se naturalizou. O pai deste
soldado tinha deixado uma filha pequena na Itália com
um irmão que não conseguia ter filho nenhum. Então o
rapaz sabia que tinha uma irmã em Paola, que ele não
conhecia e que era criada por um tio. Pediu
consentimento para os oficiais e chegou em Paola,
chegou lá para conhecer a irmã. Não sabia nem falar
italiano, só falava português. Ninguém entendia nada. Aí
procuraram o meu pai, que falava bem o português e
meu pai serviu de intérprete para ele poder conhecer a
irmã.”
(Depoimento de Vicenzo Figlino) – (In: GOMES, A.C.
(org). “Histórias de família entre a Itália e o Brasil”. Niterói:
Muiraquitã, 1999.)
Uma das formas que o historiador utiliza para estudar
uma época é recolher depoimentos de pessoas que
viveram experiências no passado. O depoimento acima
pode estar identificado por um tipo de memória ligado
a um contexto histórico.
A alternativa que apresenta, respectivamente, a
qualificação para este tipo de memória e uma referência
relacionada ao depoimento é:
A Social – Imigração italiana
B Oficial – Segunda Guerra Mundial
C Oficial – Força Expedicionária Brasileira
D Social – Construção da cidadania italiana
Questão 7
(UnB-DF) No limiar do século XX, às vésperas da
Primeira Guerra Mundial, o historiador francês Ernest
Lavisse fornecia as instruções para o ensino da História
aos jovens de seu tempo, das quais reproduz-se o trecho
seguinte:
“Ao ensino histórico incumbe o dever glorioso de fazer
amar e de fazer compreender a pátria, todos os nossos
heróis do passado, mesmo envolto em lendas. Se o
estudante não leva consigo a viva lembrança de nossas
glórias nacionais, se não sabe que nossos ancestrais
combateram por mil campos de batalhas por nobres
causas, se não aprendeu o que custou o sangue e o
esforço para constituir a unidade da pátria e retirar, em
seguida do caos de nossas instituições envelhecidas, as
leis sagradas que nos fizeram livres, se não se torna um
cidadão compenetrado de seus deveres e um soldado
que ama a sua bandeira, o professor perdeu seu tempo.”
Com o auxílio das ideias defendidas pelo historiador
Lavisse, julgue os itens que se seguem.
A A História é escrita pelos pesquisadores e deve ser
ensinada pelos mestres com o compromisso de
quem pesquisa e ensina as grandes questões de seu
tempo.
B A visão excessivamente patriótica do autor expõe
concepções que, no alvorecer do século XX,
entendiam que o historiador tinha como função
glorificar a nação, o Estado e as instituições.
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01 02 03 04 05
D B E C VVFF
06 07 08 09 10
A VVFF B A A
C O “ensino histórico”, no contexto do Brasil
contemporâneo, deve ser, sobretudo, um
instrumento de combate para fazer que as armas
intelectuais estejam a favor da unidadeum Estado de caráter
exclusivamente político e que não intervém na
economia, conservando a ordem social
hierarquizada.
D A sedentarização do homem, o desenvolvimento de
cidades, a especialização do trabalho e uma
sociedade socialmente desigual levaram à
constituição de polos de poder como o Templo e o
Palácio.
E Mesmo se legitimando através de conquistas
militares ou como mediadores entre o mundo
terreno e o mundo divino, os soberanos separaram
a esfera política da religiosa no intuito de conservar
uma sociedade desigual.
A As leis aplicavam-se somente aos homens livres e
que possuíssem propriedades.
B Estabeleceu o princípio que todos eram iguais
perante a lei e por isso um escravo teria os mesmos
direitos que um homem livre.
C O Código de Hamurábi representava os ideais
democráticos do Império Babilônico.
Questão 18
(UFSM/2014) A região da Mesopotâmia ocupa lugar
central na história da humanidade. Na Antiguidade, foi
berço da civilização sumeriana devido ao fato de
D O código tinha como princípio a "pena de talião"
resumida na expressão "olho por olho, dente por
dente".
E O Código considerava a mulher propriedade do
homem e sem direitos
A ser ponto de confluência de rotas comerciais de
povos de diversas culturas.
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01 02 03 04 05
E C D E D
06 07 08 09 10
C B A E C
11 12 13 14 15
A A A A D
16 17 18 19 20
D D D B E
B ter um subsolo rico em minérios, possibilitando o
salto tecnológico da idade da pedra para a idade
dos metais.
C apresentar um relevo peculiar e favorável ao
isolamento necessário para o crescimento
socioeconômico.
D possuir uma área agriculturável extensa, favorecida
pelos rios Tigre e Eufrates.
Questão 19
(PUC-SP/2010) Na História Antiga, os sumérios são
necessariamente lembrados quando se estuda:
A a base religiosa das civilizações iranianas.
B a base cultural da civilização mesopotâmica.
C o caráter religioso da astronomia caldaica.
D a evolução econômica da civilização fenícia.
E n.d.a
E abrigar um sistema hidrográfico ideal para
locomoção de pessoas e apropriado para
desenvolvimento comercial.
Questão 20
(UFRGS/2011) Os acadianos, que tinham por centro
hegemônico a cidade de Akad, chegaram a elaborar, a
partir da escrita cuneiforme, um tipo de escrita própria,
o acadiano, que teve grande repercussão à época,
sendo usada em documentos como:
A O livro do Êxodo
B O Decálogo de Moisés
C A lei das 12 Tábuas
D O Livro de Jó
E O código de Hamurabi
Gabarito
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Questão 1
(UPF/2012) Com relação à civilização hebraica é
incorreto afirmar:
A O denominado "Cativeiro da Babilônia" constituiu-se
no processo de diáspora dos hebreus da região da
Palestina. Esse processo os tornou um povo vagante
desde aquela migração forçada e consequente
dispersão de sua civilização - situação só reparada
com a criação do Estado de Israel em 1948.
B Suas leis foram sistematizadas a partir de
reelaborações de códigos de várias civilizações do
Oriente Próximo, todavia, apresentaram uma
novidade em relação às demais ao defender os
pobres, viúvas e órfãos.
C A defesa de um deus uno, transcendente e bom
implicava a vivência ética e moral visando a salvação
futura de cada um.
D A consideração de si mesmos como "povo eleito"
incutia nos hebreus a responsabilidade de serem
exemplos de moralidade e vivência para as demais
civilizações antigas.
E A importância dedicada à história devia-se à
compreensão de que é na atuação
temporal/cotidiana que se está constituindo o
caminho para a salvação futura.
Questão 2
(UFSM/2013) O mapa indica os diversos caminhos do
povo hebreu na Antiguidade, destacando a migração de
Ur para a Palestina (por volta de 1900 a.C.), a ida ao Egito
(1700 a.C.), o Êxodo (1200 a.C.), a deportação para a
Babilônia e o regresso à Palestina (século VI a.C.). A partir
desses dados, pode-se inferir:
A O povo hebreu realizou trocas comerciais e culturais
com o Egito e a Mesopotâmia, e essas trocas
influíram na sua formação cultural e religiosa.
B Como se percebiam como "povo eleito por Deus",
os hebreus recusavam qualquer influência das
culturas e das religiões dos povos do Oriente Médio.
C A força política e militar dos hebreus se impôs sobre
os reinos do Oriente Médio, originando uma cultura
e religião dominantes na região.
D As migrações dos povos da Antiguidade eram raras,
devido às péssimas condições das estradas e à
precariedade dos meios de transporte.
E As migrações de povos tornaram-se possíveis com
as facilidades criadas pelas sociedades estatais no
Egito e Mesopotâmia.
Questão 3
(IFSUL/2016) O alfabeto fenício possuía 22 letras,
apenas consoantes, e era, portanto, mais simplificado do
que a escrita cuneiforme e a hieroglífica. Serviu de base
para o alfabeto grego, o qual deu origem ao alfabeto
latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto atualmente
utilizado no Brasil. O que levou os fenícios a criarem o
alfabeto foi justamente a necessidade de controlar:
A o comércio.
B a indústria.
C a agricultura.
D a pecuária.
Questão 4
(PUC-SP/2017) “Após chegarem, descarregam as
mercadorias, dispondo-as em ordem na praia, e depois
voltam às suas embarcações e fazem sinais de fumaça.
Os nativos veem a fumaça e, aproximando-se do mar,
colocam ao lado das mercadorias o ouro que oferecem
em troca, retirando-se a seguir. Os fenícios retornam e
examinam o que os nativos deixaram. Se julgarem que a
quantidade do ouro corresponde ao valor das
mercadorias, tomam-no e partem, do contrário
regressam aos navios e aguardam.”Heródoto. História. Brasília:
UnB, 1988, p. 274. Adaptado.
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A partir do texto de Heródoto (século V a.C.) e de seus
conhecimentos, é correto afirmar que a atividade dos
fenícios:
A dependia do aparato militar que acompanhava os
comerciantes e impedia a realização de saques e
ataques de piratas.
B consistia prioritariamente no comércio, realizado
através dos mares e, especialmente, na região
mediterrânica.
C permitiu o desenvolvimento de poderosa indústria
náutica, depois utilizada para derrotar os romanos
nas Guerras Púnicas.
D contribuiu decisivamente para a vitória de Esparta na
Guerra do Peloponeso, ao garantir o abastecimento
da cidade grega.
Questão 5
(UEPG/2013) Sobre o povo Hebreu, assinale a
alternativa correta.
A Foram escravizados pelos egípcios, tempos depois,
liderados por Moisés, fugiram, episódio que ficou
conhecido como êxodo.
B Povo que destacou-se pela sua característica
religiosa: o politeísmo.
B assim como os hebreus, os fenícios também foram
povos monoteístas e em conjunto impulsionaram o
comércio daqueles tempos.
C hebreus e persas eram povos vizinhos e não
conseguiram constituir vastos domínios ou impérios.
Sobressaíram-se apenas em questões religiosas.
D a história do povo hebreu pode ser encontrada tanto
no Alcorão, quanto na Bíblia e na Torá.
E a Bíblia hebraica narra a história de todas as
civilizações antigas.
C Criaram uma forma de registro escrito, que ficou
conhecido como escrita cuneiforme.
D Tinham como líder religioso o faraó, considerado
intermediário entre as pessoas e os deuses.
E Uma das principais fontes de estudo da sua história
são as pirâmides.
Questão 6
(UNCISAL/2012) O texto abaixo se refere a uma das
civilizações antigas, a hebraica. Sobre ela, é correto
afirmar:
A partirde sua prática religiosa caracterizada pela crença
em um único deus, formou-se o judaísmo, religião em
torno do qual construíram sua história.(Adaptado de: Pedro
Santiago. Por dentro da História)
A os hebreus foram os responsáveis pelo
fortalecimento do monoteísmo.
Questão 7
(IFSUL/2017) As extensas florestas de cedro na região
serviram como fonte de matéria-prima para a construção
de navios, o que fez os fenícios se tornarem especialistas
na construção naval. O comércio marítimo possibilitou
ainda a colonização de vários locais no mar
Mediterrâneo. A organização da civilização fenícia em
cidades autônomas e independentes foi uma
característica que a distinguiu dos demais povos da
região, que formaram grandes impérios. Disponível em:
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br. Acesso em: 21 jul. 2016.
Uma das principais cidades fundadas pelos fenícios foi:
A Jericó.
B Antioquia.
C Biblos.
D Xian.
Questão 8
(UFRGS/2010) Na Antiguidade, os fenícios dominaram
o Mediterrâneo, dando início a um intercâmbio
econômico e cultural entre o Oriente o Ocidente. Este
intercâmbio se intensificou especialmente com a:
A
adoção do calendário e do relógio do sol, que
serviam para organizar a cultura dos cereais e a
pecuária.
B criação de um alfabeto, composto por 22 sinais, que
facilitou a comunicação entre os povos da região.
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C instituição de grandes festas religiosas, entre as
quais a Páscoa, o Pentecostes e os Tabernáculos.
D invenção da roda, que teve um papel fundamental
no desenvolvimento dos transportes.
E proposição de cargos administrativos, destinados a
fiscalizar as atividades econômicas em geral.
D Refere-se ao povo Macedônio, da antiguidade.
Questão 11
(UEG/2008) O filme "300", que fez grande sucesso nos
cinemas de todo o mundo em 2007, tematiza uma das
batalhas mais importantes das Guerras Médicas. Tal
evento pode ser caracterizado como um conflito que
A foi causado pelo processo de expansão territorial do
império persa, que ambicionava expandir seus
domínios sobre os gregos.
B enfraqueceu as cidades-Estado gregas e persas,
facilitando o domínio macedônico sobre a região.
C culminou no domínio dos gregos sobre os persas e
no florescimento cultural de Esparta
D marcou o processo de unificação entre medas e
persas, garantindo a sua supremacia econômica na
região da Mesopotâmia.
Questão 9
(UTFPR/2007) Dentre os povos da Antiguidade
Oriental, um se destacou como de exímios navegadores
e excelentes comerciantes. Eram os fenícios, cuja
principal contribuição legada às civilizações posteriores
foi o (a):
A alfabeto fonético.
B organização estatal centralizada.
C formação de um exército e de uma marinha de
guerra profissionais.
D religião monoteísta.
E organização política democrática.
Questão 10
(UNICENTRO/2010) “Aproximando-se o dia de sua
morte, Davi ordenou a seu filho Salomão: Eu vou seguir
o caminho de todos os mortais. Seja forte e
compromete-se como homem. Cumpra as ordens de
Javé seu Deus, andando pelos caminhos dele e
observando seus estatutos, mandamentos, normas, e
testemunhos, como estão escritos na lei de Moisés, para
que você tenha sucesso em tudo o que fizer e projetar.
Então Javé cumprirá o que ele prometeu: ‘Se os seus
filhos mantiverem boa conduta e forem leais comigo, de
todo o coração e de toda a alma, nunca faltará alguém
de sua família no trono de Israel’”. (1Rs 2: 1. Bíblia Sagrada,
1990, p. 367.).
Com relação ao capítulo bíblico, assinale a alternativa
correta.
E Refere-se ao povo Judeu, da antiguidade.
Questão 12
(UFPR/2008) "Xerxes não enviou arautos a Atenas e a
Esparta para exigir a submissão dessas cidades. Dario os
tinha enviado anteriormente com esse fim, mas os
atenienses os haviam lançado no Báratro, enquanto que
os lacedemônios atiraram-nos num poço, dizendo-lhes
que dali tirassem terra e água para levarem ao rei.
Espértias e Bulis, ambos espartanos de alta linhagem,
ofereceram-se para sofrer o castigo que Xerxes, filho de
Dario, quisesse impor-lhes pela morte dos arautos
enviados a Esparta. [...] Partindo para Susa, foram ter à
casa de Hidames, persa de nascimento e governador da
costa marítima da Ásia. [...] Depois de convidá-los a
participar da sua mesa, assim lhes falou: 'Lacedemônios,
por que recusais de tal forma a amizade que o nosso
soberano vos oferece? Podeis ver, pela situação
privilegiada que desfruto, que ele sabe premiar o mérito;
e como tem em alta conta vossa coragem, estou certo
que daria também, a cada um de vós, um governo na
Grécia, se quisésseis reconhecê-lo como soberano'.
'Senhor - responderam os jovens - sabeis ser escravo,
mas nunca experimentastes da liberdade, ignorando,
por conseguinte, as suas doçuras. Se já a tivésseis algum
dia conhecido, estimular-nos-íeis a lutar por ela, não
somente com lanças, mas até com machados'."
("HERÓDOTO". História. São Paulo: Tecnoprint, s/d, p. 340-341.)
A Refere-se ao povo Hebreu, da antiguidade.
B Refere-se ao povo Cristão, da idade média.
C Refere-se ao povo Persa, da antiguidade.
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Questão 14
(UFRGS/2018) Considere as afirmações abaixo, sobre a
história das sociedades antigas.
I - O Egito faraônico caracterizava-se pela estrutura
política horizontalizada, pela pouca estratificação social
e pela economia centrada na piscicultura devido às
cheias do rio Nilo.
II - Os fenícios mantiveram uma estrutura social
militarizada e terrestre, que permitiu a conquista de
outros povos na região do Oriente Médio, culminando
com o fim de rotas comerciais marítimas com a Ásia.
III- A expansão do Império Persa, durante o governo de
Dario I, foi marcada pela unificação dos sistemas
tributário e monetário, pela implementação de um
código jurídico e por uma rede de estradas e de
comunicação.
Quais estão corretas?
A Apenas I.
Com base no texto de Heródoto e nos conhecimentos
sobre o conflito entre gregos e persas na Antiguidade,
considere as afirmativas a seguir:
1. A narrativa de Heródoto concebe o tempo como
cíclico, uma vez que, para ele, o conhecimento da
história permite a correção dos erros do passado.
2. Em seu texto, Heródoto atribui às Guerras Greco-
Pérsicas o significado de um conflito entre homens livres
e escravos.
3. Heródoto demonstra, por meio da sua narrativa, que a
inviolabilidade dos arautos, fundada no direito das
gentes, era um costume político compartilhado por
gregos e persas.
4. As atitudes dos atenienses e espartanos, narradas no
texto de Heródoto, revelam por que os persas
chamavam os gregos de "os bárbaros da Antiguidade
Clássica".
Assinale a alternativa correta.
A Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
B Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
C Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
D Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
Questão 13
(UECE/2011) Canaã foi a palavra utilizada na
Antiguidade para referir-se à região que, grosso modo,
compreende os territórios atuais do Líbano, Palestina,
Israel, e partes da Síria e da Jordânia. Palco de inúmeras
invasões, em especial por parte dos hebreus que
acreditaram que lá seria o local prometido por Deus a
eles. Sobre Canaã é correto afirmar-se que:
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas II e III.
E Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
A era um local muito disputado e, quando da chegada
dos hebreus, era habitada também pelos filisteus.
B era uma denominação fictícia para narrativas
romanceadas oriundas da Mesopotâmia.
C após a ocupação hebraica, descrita no Livro de
Juízes, a região recebeu o nome de Fenícia.
D não resistiuàs invasões, especialmente à dos
hebreus, pois também professava o monoteísmo.
E I, II e III.
Questão 15
(UPE/2015) Sobre os povos da Antiguidade Oriental,
analise as afirmativas a seguir:
I. Os Hebreus, único povo de origem semita, entraram
para a história pelo monoteísmo como prática religiosa.
II. Os Hicsos, como não tinham técnicas avançadas de
fortificação, não influenciaram nenhuma civilização
antiga.
III. Os Persas se caracterizaram por possuírem forte
cultura militarista e descentralização administrativa nos
territórios.
IV. Os Fenícios se destacaram na navegação,
controlando as mais importantes rotas comerciais pelo
mar.
V. Os Acadianos conquistaram e unificaram as cidades-
estados da Suméria, construindo o chamado I Império
Mesopotâmico.
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01 02 03 04 05
A A A B A
06 07 08 09 10
A C B A A
11 12 13 14 15
A C A C E
A II, IV e V.
B I, II e V.
C II, III e IV.
D I, II e III.
E III, IV e V.
Estão corretas:
Gabarito
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Questão 1
(ENEM 2015) O que implica o sistema da pólis é uma
extraordinária preeminência da palavra sobre todos os
outros instrumentos do poder. A palavra constitui o
debate contraditório, a discussão, a argumentação e a
polêmica. Torna-se a regra do jogo intelectual, assim
como do jogo político. VERNANT, J. P. As origens do pensamento
grego. Rio de Janeiro: Bertrand, 1992 (adaptado).
Na configuração política da democracia grega, em
especial a ateniense, a ágora tinha por função:
A agregar os cidadãos em torno de reis que
governavam em prol da cidade.
B permitir aos homens livres o acesso às decisões do
Estado expostas por seus magistrados.
C constituir o lugar onde o corpo de cidadãos se reunia
para deliberar sobre as questões da comunidade.
D reunir os exercícios para decidir em assembleias
fechadas os rumos a serem tomados em caso de
guerra.
E congregar a comunidade para eleger
representantes com direito a pronunciar-se em
assembleia
Questão 2
(ENEM 2014)
TEXTO l
Olhamos o homem alheio às atividades públicas não
como alguém que cuida apenas de seus próprios
interesses, mas como um inútil; nós, cidadãos
atenienses, decidimos as questões públicas por nós
mesmos na crença de que não é o debate que é
empecilho à ação, e sim o fato de não se estar
esclarecido pelo debate antes de chegar a hora da ação.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UnB, 1987
(adaptado).
TEXTO II
Um cidadão integral pode ser definido por nada mais
nada menos que pelo direito de administrar justiça e
exercer funções públicas; algumas destas, todavia, são
limitadas quanto ao tempo de exercício, de tal modo que
não podem de forma alguma ser exercidas duas vezes
pela mesma pessoa, ou somente podem sê-lo depois de
certos intervalos de tempo prefixados. ARISTÓTELES. Política.
Brasília: UnB, 1985.
Comparando os textos l e II, tanto para Tucídides (no
século V a.C.) quanto para Aristóteles (no século IV a.C.),
a cidadania era definida pelo(a):
A prestígio social.
B acúmulo de riqueza.
C participação política.
D local de nascimento.
E grupo de parentesco.
Questão 3
(ENEM 2012)
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça de Atenas.
BUARQUE, C.; BOAL, A. Mulheres de Atenas. In: Meus caros Amigos,
1976. Disponível em: http://letras.terra.com.br. Acesso em: 4 dez. 2011
(fragmento).
Os versos da composição remetem à condição das
mulheres na Grécia antiga, caracterizada, naquela
época, em razão de:
A sua função pedagógica, exercida junto às crianças
atenienses.
B sua importância na consolidação da democracia,
pelo casamento.
C seu rebaixamento de status social frente aos
homens.
D seu afastamento das funções domésticas em
períodos de guerra.
E sua igualdade política em relação aos homens.
Questão 4
(ENEM 2010) Alexandria começou a ser construída em
332 a.C., por Alexandre, o Grande, e, em poucos anos,
tornou-se um polo de estudos sobre matemática,
filosofia e ciência gregas. Meio século mais tarde,
Ptolomeu II ergueu uma enorme biblioteca e um museu
— que funcionou como centro de pesquisa.
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D à absoluta desqualificação dos escravos para
trabalhos mais sofisticados e à violência em seu
tratamento, independentemente das questões
étnicas.
Questão 6
(ENEM 2009) Em seu discurso em honra dos primeiros
mortos na Guerra do Peloponeso (séc. V a.C.), o
ateniense Péricles fez um longo elogio fúnebre, exposto
na obra do historiador Tucídides. Ao enfatizar o respeito
dos atenienses à lei e seu amor ao belo, o estadista
ateniense tinha em mente um outro tipo de organização
de Estado e sociedade, contra o qual os gregos se
haviam batido 50 anos antes e que se caracterizava por
uma administração eficiente que concedia autonomia
aos diferentes povos e era marcada pela construção de
grandes obras e conquistas. PRADO, A. L. A.,Tucídides, História
da Guerra do Peloponeso, Livro I, São Paulo, Martins Fontes (com
adaptações).
O “outro tipo de organização de Estado e sociedade” ao
qual Péricles se refere era
A biblioteca reuniu entre 200 mil e 500 mil papiros e,
com o museu, transformou a cidade no maior núcleo
intelectual da época, especialmente entre os anos 290 e
88 a.C. A partir de então, sofreu sucessivos ataques de
romanos, cristãos e árabes, o que resultou na destruição
ou perda de quase todo o seu acervo. RIBEIRO, F. Filósofa e
mártir. Aventuras na história. São Paulo: Abril. ed. 81, abr. 2010
(adaptado).
A biblioteca de Alexandria exerceu durante certo tempo
um papel fundamental para a produção do
conhecimento e memória das civilizações antigas,
porque
A eternizou o nome de Alexandre, o Grande, e zelou
pelas narrativas dos seus grandes feitos.
B funcionou como um centro de pesquisa acadêmica
e deu origem às diversas universidades modernas.
C preservou o legado da cultura grega em áreas
distintas do conhecimento e sua transmissão a
outros povos.
D reuniu os principais registros arqueológicos até
então existentes no mundo e fez avançar a
museologia antiga.
E transformou a cidade de Alexandria no centro
urbano mais importante da Antiguidade Clássica.
Questão 5
(ENEM 2009) O fenômeno da escravidão, ou seja, da
imposição do trabalho compulsório a um indivíduo ou a
uma coletividade, por parte de outro indivíduo ou
coletividade, é algo muito antigo e, nesses termos,
acompanhou a história da Antiguidade até o séc. XIX.
Todavia, percebe-se que tanto o status quanto o
tratamento dos escravos variou muito da Antiguidade
greco-romana até o século XIX em questões ligadas à
divisão do trabalho.
As variações mencionadas dizem respeito
E ao aspecto étnico presente em todas as formas de
escravidão, pois o escravo era, na Antiguidade
greco-romana, como no mundo moderno,
considerado uma raça inferior.
A o mundo dos impérios orientais, que rivalizava
comercialmente com a Atenas de Péricles.
B o Império Persa, que, apesar de possuir um vasto
território, tentou, em vão, conquistar a Grécia.
C o universo dos demais gregos, que não viviam sob
uma democracia, já que esta era exclusividade de
Atenas.
D o Alto Império Romano, que, se destacava pela
supremacia militar e pelo intenso desenvolvimento
econômico.
E o mundo espartano, que, desconhecendo a escrita e
a lei, era guiado pelo autoritarismo teocráticode
seus líderes. A ao caráter étnico da escravidão antiga, pois certas
etnias eram escravizadas em virtude de preconceitos
sociais.
B à especialização do trabalho escravo na
Antiguidade, pois certos ofícios de prestígio eram
frequentemente realizados por escravos.
C ao uso dos escravos para a atividade
agroexportadora, tanto na Antiguidade quanto no
mundo moderno, pois o caráter étnico determinou a
diversidade de tratamento.
Questão 7
(FUVEST 2016) O aparecimento da pólis constitui, na
história do pensamento grego, um acontecimento
decisivo. Certamente, no plano intelectual como no
domínio das instituições, só no fim alcançará todas as
suas consequências; a pólis conhecerá etapas múltiplas
e formas variadas.
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B estabelecer identidade e vínculos comunitários e
unificar as crenças.
C impedir a persistência do paganismo e afirmar os
valores cristãos.
D eliminar a integração política, militar e cultural entre
as cidades-estados.
E valorizar as crenças aristocráticas e eliminar as
formas de culto populares.
Questão 9
(UCS 2015) Sobre a escravidão na Grécia antiga, é
correto afirmar que
I. a mão de obra escrava era a base da economia grega
e o critério adotado para determinar quem seria
escravizado era o racial. Os escravos eram provenientes
da África (negros) ou da Ásia (amarelos).
II. o uso de escravos em Atenas tinha certa importância
social, na medida em que concedia mais tempo para que
os homens livres pudessem participar das assembleias,
dos debates políticos, filosofar e produzir obras de arte.
III. os escravos, em Esparta, cidade voltada para as
guerras, eram chamados de hilotas, pertenciam ao
Estado e trabalhavam para os esparciatas – uma minoria
que participava das decisões políticas e administrativas e
se dedicava única e exclusivamente à política e à guerra.
Das proposições acima,
A apenas I está correta.
B apenas II está correta.
C apenas I e II estão corretas.
D apenas II e III estão corretas.
Entretanto, desde seu advento, que se pode situar entre
os séculos VIII e VII a.C., marca um começo, uma
verdadeira invenção; por ela, a vida social e as relações
entre os homens tomam uma forma nova, cuja
originalidade será plenamente sentida pelos gregos.
Jean-Pierre Vernant. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro:
Difel, 1981. Adaptado.
De acordo com o texto, na Antiguidade, uma das
transformações provocadas pelo surgimento da pólis foi
A o declínio da oralidade, pois, em seu território, toda
estratégia de comunicação era baseada na escrita e
no uso de imagens.
B o isolamento progressivo de seus membros, que
preferiam o convívio familiar às relações travadas nos
espaços públicos.
C a manutenção de instituições políticas arcaicas, que
reproduziam, nela, o poder absoluto de origem
divina do monarca.
D a diversidade linguística e religiosa, pois sua difusa
organização social dificultava a construção de
identidades culturais.
E a constituição de espaços de expressão e discussão,
que ampliavam a divulgação das ações e ideias de
seus membros.
Questão 8
(UNESP 2015) A partir do século VII a.C., muitas
comunidades nas ilhas, na Grécia continental, nas costas
da Turquia e na Itália construíram grandes templos
destinados a deuses específicos: os deuses de cada
cidade.
As construções de templos foram verdadeiramente
monumentais. [...] Tornaram-se as novas moradias dos
deuses. Não eram mais deuses de uma família
aristocrática ou de uma etnia, mas de uma pólis. Eram os
deuses da comunidade como um todo. A religião surgiu,
assim, como um fator aglutinador das forças
cooperativas da pólis. [...]
A construção monumental foi influenciada por modelos
egípcios e orientais. Sem as proezas de cálculo
matemático, desenvolvidas na Mesopotâmia e no Egito,
os grandes monumentos gregos teriam sido impossíveis.
GUARINELLO, Norberto Luiz. História antiga, 2013.
Segundo o texto, um papel fundamental da religião, na
Grécia antiga, foi o de
E I, II e III estão corretas.
A eliminar as diferenças étnicas e sociais e permitir a
igualdade social.
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(UFPR 2016) Considere o excerto de poema espartano
do século VII a.C.:
[...] Pois não há homem valente no combate,
se não suportar a vista da carnificina sangrenta
e não atacar, colocando-se de perto. [...]
É um bem comum para a cidade e todo o povo,
que um homem aguarde, de pés fincados, na primeira
fila,
encarniçado e todo esquecido da fuga vergonhosa,
expondo a sua vida e ânimo sofredor,
e, aproximando-se, inspire confiança
com suas palavras ao que lhe fica ao lado.
(Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. In: Hélade: Antologia da
Cultura Grega, Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de
Coimbra / Instituto de Estudos Clássicos, 4. ed., 1982.)
Com base nesse excerto, considere as afirmativas abaixo
sobre os valores ressaltados no poema e sobre
características da cidade-Estado de Esparta entre os
séculos VII e V a.C.:
1. Esparta e Atenas compartilhavam do mesmo ideal
militar expresso no poema, motivo pelo qual juntaram
esforços na Liga de Delos.
2. O poema expressa os valores esperados dos soldados
espartanos: a coragem, o espírito de combate e a
cooperação com o coletivo.
3. Para sustentar o exército, o Estado espartano formou
a Liga do Peloponeso e distribuiu as terras conquistadas
entre as cidades-Estado aliadas.
4. Esparta manteve uma elite militar, formada pela
educação rígida de suas crianças, que eram controladas
pelo Estado e separadas de suas famílias.
Assinale a alternativa correta.
A Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
B Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
C Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
D Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Questão 11
(UNESP 2016) A cidade tira de seu império uma parte
da honra, da qual todos vós vos gloriais, e que deveis
legitimamente apoiar; não vos esquiveis às provas, se
não renunciais também a buscar as honras; e não penseis
que se trata apenas, nesta questão, de ser escravos em
vez de livres: trata-se da perda de um império, e do risco
ligado ao ódio que aí contraístes. (Péricles apud Pierre
Cabanes. Introdução à história da Antiguidade, 2009.)
O discurso de Péricles, no século V a.C., convoca os
atenienses para lutar na Guerra do Peloponeso e enfatiza
A a rejeição à escravidão em Atenas e a defesa do
trabalho livre como base de toda sociedade
democrática.
Questão 10
E As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
B a defesa da democracia, por Atenas, diante das
ameaças aristocráticas de Roma.
C a rejeição à tirania como forma de governo e a
celebração da república ateniense.
D a defesa do território ateniense, frente à investida
militar das tropas cartaginesas
E a defesa do poder de Atenas e a sua disposição de
manter-se à frente de uma confederação de cidades.
Questão 12
(UPE 2016) O homem que destrói cidades é demente
como o profanador de templos e túmulos, asilos
sacrossantos dos parentes mortos. Quem age dessa
forma, cedo há de perder-se.
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A envolveu a maior parte dos Estados do Mediterrâneo
Oriental, como a Pérsia e o Egito.
B opôs as duas principais cidades-estado, Atenas e
Esparta, e seus aliados, organizados em ligas rivais.
C foi rápido graças à evolução militar das falanges.
Questão 13
Questão 14
(PUC-SP 2016) “Em termos constitucionais mais
convencionais, [na Atenas antiga]o povo não só era
elegível para cargos públicos e possuíao direito de
eleger administradores, mas também era seu o direito
de decidir quanto a todos os assuntos políticos e o
direito de julgar, constituindo-se como tribunal, todos os
casos importantes civis e criminais, públicos e privados.
A concentração da autoridade na Assembleia, a
fragmentação e o rodízio dos cargos administrativos, a
escolha por sorteio, a ausência de uma burocracia
remunerada, as cortes com júri popular, tudo isso servia
para evitar a criação da máquina partidária e, portanto,
de uma elite política institucionalizada.” M. I. Finley.
Democracia antiga e moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1988, p. 37.
A partir do texto, pode-se afirmar que a democracia, na
Atenas antiga,
A limitava a atuação do conjunto da sociedade nas
decisões e nos assuntos políticos, que ficavam
restritos à elite intelectual e econômica.
B reconhecia a necessidade da tripartição do poder,
com a separação e a isonomia entre o executivo, o
legislativo e o judiciário.
C dependia do bom funcionamento do aparato
administrativo, composto por funcionários estáveis e
por ampla hierarquia burocrática.
D permitia a ampla manifestação dos cidadãos e tinha
mecanismos que impediam a perpetuação das
mesmas pessoas em cargos administrativos.
A o governo era dirigido pela classe senatorial,
embora os senadores fossem eleitos pelo conjunto
dos cidadãos.
B o poder político era exercido diretamente no interior
das propriedades rurais, embora dele
permanecessem afastados os que aravam a terra.
C a pólis era internamente dividida em corporações de
ofício, embora o governo geral fosse composto por
um representante de cada uma delas.
D a assembleia de cidadãos era formada por
camponeses e artesãos, embora eles estivessem
afastados dos assuntos militares.
E a participação dos cidadãos nas decisões públicas
era plena e direta, embora mulheres, estrangeiros e
escravos permanecessem fora da política.
Questão 15
(UFRGS 2015) Com relação à vida social e política na
Grécia clássica, assinale a alternativa correta.
Esse é um fragmento da tragédia As Troianas, escrita por
Eurípides. Apresentada pela primeira vez em 415 a.C.,
encontrou a cidade de Atenas e muitas outras pólis
gregas envolvidas na Guerra do Peloponeso (431-404
AEC).
Sobre esse conflito, é CORRETO afirmar que
D apesar de ter durado décadas, seu impacto na vida
cotidiana dos gregos foi limitado.
E as cidades marítimas apoiaram Esparta, uma
potência militar mais avançada que Atenas.
(FAMERP 2016) A cidade grega é o modelo por
excelência, origem e paradigma da democracia. É dela
que retiramos as exigências constituídas de toda a
política moderna. Mas a cidade grega não é uma
democracia modelo. Ela funciona à custa de exclusões.
(Barbara Cassin et al. Gregos, bárbaros, estrangeiros, 1993. Adaptado.)
A afirmação do excerto é, aparentemente, contraditória,
ao reafirmar a democracia grega como modelo e
sustentar que o seu funcionamento era excludente. A
aparente contradição ocorre porque
A A democracia grega foi instituída no século VI a.C.
por Clístenes, colocando fim a um período de
governo tirânico e criando os princípios da
República.
B A decadência da pólis grega no período arcaico,
entre os séculos VIII a.C. e VI a.C., e o surgimento do
Império ateniense permitiram o florescimento
cultural nas cidades antigas.
C O desenvolvimento de uma filosofia fundada na
razão ocorreu com o fim do período micênico na
Grécia, o que implicou a passagem do politeísmo
para o monoteísmo.
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A em ambos os casos, apesar da ideia de democracia
preconizar a participação de todos, existiam (e
existem) limites para o exercício pleno desse direito.
B na Grécia, cidadão era apenas aquele que
participava das gerúsias, por ser considerado “homo
politicus”. No Brasil, só se considera cidadão o
indivíduo com mais de 18 anos.
C tanto na Grécia quanto no Brasil, a democracia era (e
é) caracterizada pela participação universal, ou seja,
de toda a população votante e em dia com suas
obrigações eleitorais.
D como no Brasil o voto atual é direto e secreto, o
processo democrático torna-se mais transparente e
incorruptível, o que não era possível na Grécia,
devido ao controle de poder dos generais.
Questão 18
(UEG 2015) Como resultado das campanhas militares
de Alexandre (Magno), surgiu a cultura helenística.
Houve influência da cultura oriental sobre a grega,
porém não se deve superestimar a importância dessa
influência. Na realidade, os caracteres da cultura grega
sempre foram dominantes. ORDOÑEZ, Marlene; QUEVEDO,
Júlio. Horizontes da História. São Paulo: IBEP, 2005. p. 41.
Essa hegemonia da cultura helênica verificou-se,
sobretudo no Ocidente, sendo justificada pelo fato de
que
D Os habitantes tinham direitos políticos e eram
considerados cidadãos nas cidades-estado, com
exceção das mulheres e dos escravos.
E A união política entre atenienses e espartanos contra
os avanços do exército persa ocorreu no contexto da
Guerra do Peloponeso.
A os persas logo revelariam pretensões imperialistas,
sendo liderados por Xerxes numa grande campanha
militar contra os gregos.
B os habitantes de Alexandria, a capital do Império de
Alexandre, se recusavam a admitir a presença de
estrangeiros em suas fronteiras.
Questão 16
(PUC-RS 2016) No que se refere à Guerra do
Peloponeso (431-404 a. C), inserida no contexto de
conflitos entre as cidades-estado e retratada de forma
épica por Tucídides como a guerra “mais importante que
todas as anteriores”, é correto afirmar que sua causa
principal foi/foram
A os ataques dos espartanos a Atenas, em
descumprimento à Paz de Nícias.
B a revolta das cidades-estado, tais como Tebas e
Corinto, contra a hegemonia militar espartana no
Peloponeso.
C a derrota da Liga de Delos para os persas, resultando
numa imediata resposta espartana através da Liga
do Peloponeso.
D o expansionismo belicista espartano, que buscava
interromper as rotas comerciais da Liga de Delos,
capitaneada por Atenas.
E a expansão ateniense pelo mar Jônio, acirrando as
disputas econômicas e contrapondo os modelos
políticos de Atenas e Esparta.
Questão 17
(UERN 2015) Observe a charge e leia o trecho.
A Ágora ou praça central era o espaço onde se reuniam
os cidadãos para discutir a vida política e decidir sobre
as ações a serem tomadas. (Vainfas, 2010.)
Ao analisarmos a charge e o texto, e tendo em vista o
contexto da Grécia Antiga e o do Brasil atual em relação
à participação política, é possível inferir que:
C os gregos mantinham forte resistência à liderança de
Alexandre Magno, por ele não ser grego de origem,
já que nascera na Macedônia.
D os orientais, mesmo tendo se integrado ao império
de Alexandre, continuaram sendo considerados
bárbaros pelos gregos.
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01 02 03 04 05
C C C C B
06 07 08 09 10
B E B D B
11 12 13 14 15
E B E D A
16 17 18 19 20
E A D C A
E A pólis era um tipo de cidade-Estado que se
desenvolveu em decorrência da expansão comercial
grega, ocasionando a fundação de colônias na
Magna Grécia. Por conta de seu caráter autônomo,
algumas cidades-Estado uniram-se na Liga de Delos
para conquistar territórios no Mediterrâneo,
gerando aumento na atividade comercial grega e o
uso de moedas.
Questão 20
(UECE 2015) “Eucrates, filho de Aristôtimos, do Pireu,
fez a moção: Com a boa sorte do Povo de Atenas. Que
os legisladores resolvam: se alguém se rebelar contra o
Povo visando implantar a Tirania, ou juntar-se a
conspiradores, ou se alguém atenta contra o Povo de
Atenas ou contra a Democracia, em Atenas, se alguémcometeu algum destes crimes, quem o matar estará livre
do processo(...).” Lei Ateniense contra a Tirania, 337-6 a.C. FUNARI,
P.P.A. Antiguidade Clássica: a história e a cultura a partir dos
documentos. Campinas: Editora Unicamp, 2003. p.90.
A Lei Ateniense de 337-6 a.C contra a Tirania. insere-se
na
Questão 19
(UFPR 2015) Considere o texto abaixo:
“O surgimento das moedas liga-se (...) a três
transformações culturais notáveis da Grécia nos idos do
século VII a.C. (...): o desenvolvimento da pólis (...) e da
vida política (...), a complexificação crescente das trocas
comerciais (...) [e] a alfabetização.” FUNARI, Pedro Paulo.
Antiguidade Clássica: a História e a cultura a partir dos documentos.
Campinas: Editora da Unicamp, 1995, p. 50.
A partir do excerto acima e dos conhecimentos sobre a
Grécia antiga, assinale a alternativa que relaciona
corretamente a pólis, a expansão grega e o
desenvolvimento das moedas.
A A pólis desenvolveu-se como uma cidade fortificada,
caracterizando a ocupação da Magna Grécia por
Esparta. A expansão grega ocorre devido à
insuficiência de escravos nas cidades-Estado. Nas
guerras realizadas no Mediterrâneo, milhares de
prisioneiros foram feitos escravos e vendidos nas
colônias gregas, o que intensificou a circulação de
moedas.
B A pólis era um tipo específico de organização social
encontrada em Atenas e Esparta. No período em
questão, essas duas cidades-Estado rivalizaram-se
na expansão territorial, gerando a Guerra do
Peloponeso. Ao final deste conflito, os atenienses
derrotados fundaram colônias em regiões do
Mediterrâneo e do mar Negro, aumentando a
circulação de moedas.
C A pólis foi a principal forma de organização social na
Grécia, constituindo-se em cidades autônomas com
governos e leis próprias. No século VII a.C., com o
aumento demográfico e a concentração latifundiária,
houve a expansão grega para regiões do
Mediterrâneo e do mar Negro, causando intensa
circulação de moedas para o comércio marítimo e
terrestre.
D A pólis surgiu como solução para os conflitos entre
Esparta e Atenas pelo domínio do restante da
Grécia, constituindo-se como cidade autônoma
fortificada, cujo isolamento a protegia de agressões.
Isso permitiu a expansão comercial marítima de
Atenas pelo Mediterrâneo, levando à formação de
colônias e ao aumento da circulação de moedas nas
trocas comerciais.
Gabarito
A passagem da cidade independente para o estado
imperial helenístico.
B fase em que as cidades gregas reforçavam sua
autonomia e poder.
C busca ansiosa de consolidar o legítimo poder do
soberano.
D conciliação das polis gregas no decorrer do quarto
século a.C.
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Questão 1
(ENEM) O fenômeno da escravidão, ou seja, da
imposição do trabalho compulsório a um indivíduo ou a
uma coletividade, por parte de outro indivíduo ou
coletividade, é algo muito antigo e, nesses termos,
acompanhou a história da Antiguidade até o século XIX.
Todavia, percebe-se que tanto o status quanto o
tratamento dos escravos variavam muito da Antiguidade
greco-romana até o século XIX em questões ligadas à
divisão do trabalho. As variações mencionadas dizem
respeito
A Ao caráter étnico da escravidão antiga, pois certas
etnias eram escravizadas em virtude de preconceitos
sociais.
B À especialização do trabalho escravo na
Antiguidade, pois certos ofícios de prestígio eram
frequentemente realizados por escravos.
C Ao uso dos escravos para a atividade
agroexportadora, tanto na Antiguidade quanto no
mundo moderno, pois o caráter étnico determinou a
diversidade de tratamento.
D À absoluta desqualificação dos escravos para
trabalhos mais sofisticados e à violência em seu
tratamento, independentemente das questões
étnicas.
E o aspecto étnico presente em todas as formas de
escravidão, pois o escravo era, na Antiguidade
greco-romana, como no mundo moderno,
considerado uma raça inferior.
Questão 2
(FGV) Leia as afirmativas sobre a República Romana
(509-27 a.C.).
I. Nos primeiros tempos da República, a sociedade era
composta por apenas dois setores: os patrícios e os
escravos.
II. Os escravos, pouco numerosos no início da República,
cresceram numericamente com as guerras de conquista.
III. Entre as funções públicas em Roma, havia os cônsules,
os pretores e os tribunos da plebe.
IV. Em 494 a.C., plebeus rebelados se retiram para o
Monte Sagrado, ameaçando fundar outra cidade se não
tivessem, entre outras reivindicações, o direito de eleger
seus próprios magistrados.
V. Com o expansionismo romano e as suas conquistas
territoriais, houve um grupo especialmente beneficiado:
os plebeus, que passaram a vender trigo para os povos
dominados.
São corretas as afirmativas:
A I, II e III, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C II, III, IV e V, apenas.
D III, IV e V, apenas.
E I, II, III, IV, V
Questão 3
(FUVEST) Comparando-se as civilizações da
Antiguidade Ocidental (Grécia e Roma) com as da
Antiguidade Oriental (Egito e Mesopotâmia), constata-se
que ambas conheceram as mesmas instituições básicas,
muitas das quais, aliás, o Ocidente tomou do Oriente.
Contudo, houve um setor original e específico da
civilização greco-romana. Trata-se do:
A garantir a igualdade política e jurídica entre patrícios
e plebeus, com a criação de magistraturas plebeias.
A econômico, com novas formas de indústria e
comércio que permitiram o surgimento de centros
urbanos.
B social, com novas formas de trabalho compulsório e
hierarquias sociais baseadas no nascimento e na
riqueza.
C religioso, com o aparecimento de divindades com
representação antropomórfica e poderes ilimitados.
D cultural, com o desenvolvimento das artes plásticas
e de expressões artísticas derivadas do uso da
escrita.
E político, com a criação de práticas participativas de
poder e instituições republicanas de governo.
Questão 4
(FUVEST) Nas últimas décadas do século II a.C., os
irmãos Tibério e Caio Graco propuseram um extenso
programa de reformas políticas e sociais na cidade de
Roma. O principal objetivo das reformas era:
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I- A diferença nos significados da lei é apenas aparente,
uma vez que os romanos não levavam em consideração
as normas jurídicas.
II- Tanto na República como no Império, a lei era o
resultado de discussões entre os representantes
escolhidos pelo povo romano.
III- A lei republicana definia que os direitos de um
cidadão acabavam quando começavam os direitos de
outro cidadão.
IV- Existia, na época imperial, um poder acima da
legislação romana.
Estão corretas, apenas:
B controlar a inflação e a crise econômica que assolava
o mundo romano.
C combater o militarismo da elite dirigente romana e a
concentração de riquezas nas mãos dos generais.
D promover a democracia plena, com a extensão do
direito de voto às mulheres e aos analfabetos.
E fortalecer a população camponesa, que compunha a
base do exército republicano, com a distribuição de
terras.
Questão 5
(FGV) Importantes transformações políticas, econômicas
e sociais ocorreram com a expansão romana pelo
Mediterrâneo, entre elas:
A I e II.
B I e III.
C II e III.
D II e IV.
E III e IV.
A fortalecimento econômico da elite patrícia,
concentração da população nas zonas rurais,
crescimento do trabalho livre.
B supremacia política dos generais, abolição do
trabalho escravo, fixação da plebe no campo.
C austeridade moral, monopólio dos cargos públicos
pelos plebeus e erradicação da influência grega.
Questão 7A organização social do Império Romano era dividida em
três partes principais: a Ordem Senatorial, a Ordem
Equestre e a Ordem Inferior. Sobre a Ordem Inferior,
pode-se dizer que:
D emigração da população do campo para a cidade,
predomínio da atividade comercial, grande aumento
do número de escravos.
E fortalecimento da família tradicional, concentração
da economia nas atividades agropastoris,
preservação do monoteísmo.
Questão 6
“Somos servos da lei para podermos ser livres.”
Cícero
“O que apraz ao príncipe tem força de lei.”
Ulpiano
As frases acima são de dois cidadãos da Roma Clássica
que viveram praticamente no mesmo século, quando
ocorreu a transição da República (Cícero) para o Império
(Ulpiano). Tendo como base as sentenças acima,
considere as afirmações:
A era constituída por aqueles que tinham renda
superior a 400 mil sestércios e que podiam ocupar
as funções políticas mais elevadas, no Senado
Romano.
B era constituída por aqueles que não tinham renda
elevada, mas que possuíam grande participação na
vida pública.
C era constituída por aqueles que vinha das famílias
patrícias, isto é, dos grupos sociais mais pobres da
sociedade romana.
D era constituída por aqueles que tinham renda
inferior a 400 mil sestércios (moeda romana) e que,
também, não podiam participar da vida pública.
E era constituída exclusivamente por plebeus
enriquecidos, que podiam exercer livremente
quaisquer cargos públicos.
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Questão 8
(ENEM/MEC) A figura apresentada é de um mosaico,
produzido por volta do ano 300 d.C., encontrado na
cidade de Lod, atual Estado de Israel.
Nela, encontram-se elementos que representam uma
característica política dos romanos no período, indicada
em:
A Cruzadismo – conquista da terra santa.
B Patriotismo – exaltação da cultura local.
C Helenismo – apropriação da estética grega.
D Imperialismo – selvageria dos povos dominados.
E Expansionismo – diversidade dos territórios
conquistados.
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Questão 1
A civilização bizantina foi muito mais original e criativa
que, em geral, lhe creditam. Suas igrejas abobadadas
desafiam em originalidade e ousadia os templos
clássicos e as catedrais góticas, enquanto os mosaicos
competem, como supremas obras de arte, com a
escultura clássica e a pintura renascentista.
(ANGOLD, Michael. Bizâncio: A ponte da antiguidade para a Idade
Média. Rio de Janeiro: Imago. 2002. p. 9. Adaptado.)
Sobre o legado cultural bizantino, assinale a alternativa
CORRETA.
A Herdando elementos da cultura grega, os bizantinos
desenvolveram estudos sobre a aritmética e a
álgebra.
B Negando a tradição jurídica romana, o império
bizantino pautou sua jurisdição no direito
consuetudinário.
C A filosofia estoica influenciou o movimento
iconoclasta, provocando o cisma cristão do Oriente
no século XI.
D O catolicismo ortodoxo tornou-se a religião oficial
do império após a denominada querela das
investiduras.
E A catedral de Santa Sofia sintetiza a tradição artística
bizantina com seus ícones é mosaicos.
Questão 2
(FUVEST) Entre os fatores citados abaixo, assinale
aquele que não concorreu para a difusão da civilização
bizantina na Europa Ocidental:
Questão 3
(Unesp 2010) Observe a figura.
O ícone, pintura sobre madeira, foi uma das
manifestações características da Civilização Bizantina,
que abrangeu amplas regiões do continente europeu e
asiático. A arte bizantina resultou
A do fim da autocracia do Império Romano do Oriente.
B da interdição do culto de imagens pelo cristianismo
primitivo.
C do “Cisma do Oriente”, que rompeu com a unidade
do cristianismo.
D da fusão das concepções cristãs com a cultura
decorativa oriental.
Questão 4
(UPE-2009) Na Idade Média, Bizâncio era um
importante centro comercial e político. Merecem
destaques seus feitos culturais, mostrando senso
estético apurado e uso das riquezas existentes no
Império. Na sua arquitetura, a igreja de Santa Sofia
destacou-se pela
A Fuga dos sábios bizantinos para o Ocidente, após a
queda de Constantinopla.
B Expansão da Reforma Protestante, que marcou a
quebra da unidade da Igreja Católica.
C Divulgação e estudo da legislação de Justiniano,
conhecida como Corpus Juris Civilis.
D Intercâmbio cultural ligado ao movimento das
Cruzadas.
E Contatos comerciais das repúblicas marítimas
italianas com os portos bizantinos nos mares Egeu e
Negro.
E do desenvolvimento comercial das cidades italianas.
A sua afinação com o estilo gótico, com exploração
dos vitrais e o uso de metais na construção dos
altares.
B simplicidade das suas linhas geométricas, negando
a grandiosidade como nas outras obras existentes
em Bizâncio.
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C grande riqueza da sua construção, com uso de
mosaicos coloridos e colunas de mármores
suntuosas.
D imitação que fazia dos templos gregos, com altares
dedicados aos mitos mais conhecidos, revelando
paganismo.
E consagração dos valores católicos medievais, em
que a riqueza interior era importante em toda cultura
existente.
Questão 5
(UFES) Segundo a crença dos cristãos de Bizâncio, os
ícones (imagens pintadas ou esculpidas de Cristo, da
Virgem e dos Santos) constituíam a "revelação da
eternidade no tempo, a comprovação da própria
encarnação, a lembrança de que Deus tinha se revelado
ao homem e por isso era possível representá-lo de forma
visível." (Franco Jr., H. e Andrade Filho, R. O. O IMPÉRIO BIZANTINO.
São Paulo: Brasiliense, 1994. p. 27).
Apesar da extrema difusão da adoração dos ícones no
Império Bizantino, o imperador Leão III, em 726,
condenou tal prática por idolatria, desencadeando assim
a chamada "crise iconoclasta". Dentre os fatores que
motivaram a ação de Leão III, podemos citar o (a):
A intolerância da corte imperial para com os habitantes
da Ásia Menor, região onde o culto aos ícones servia
de pretexto para a aglutinação de povos que
pretendiam se emancipar.
B necessidade de conter a proliferação de culto às
imagens, num contexto de reaproximação da Sé de
Roma com o imperador bizantino, uma vez que o
papado se posicionava contra a instituição dos
ícones e exigia a sua erradicação.
C tentativa de mirar as bases políticas de apoio à sua
irmã, Teodora, a qual valendo-se do prestígio de que
gozava junto aos altos dignitários da Igreja Bizantina,
aspirava secretamente a sagrar-se imperatriz.
D aproximação do imperador, por meio do califado de
Damasco, com o credo islâmico que, recuperando
os princípios originais do monoteísmo judaico-
cristão, condenava a materialização da essência
sagrada da divindade em pedaços de pano ou
madeira.
E descontentamento imperial com o crescente
prestígio e riqueza dos mosteiros (principais
possuidores e fabricantes de ícones), que atraíam
para o serviço monástico numerosos jovens,
impedindo-os, com isso de contribuírem para o
Estado na qualidade de soldados, marinheiros e
camponeses.
Questão 6
(UFRGS 2008) Assinale a alternativa que apresenta um
dos resultados do entrecruzamento de culturas no
Império Bizantino.
A As artes visuais diversificaram-se a ponto de serem
eliminadas as características estéticas de inspiração
greco-cristã.
B A adoração popular a ícones religiosos gerou crises
na Igreja de Bizâncio.C Elementos clássicos, como a retórica e a língua
grega, foram superados em função da interação
cultural cosmopolita.
D A arquitetura passou a primar pela simplicidade, a
fim de se adequar à doutrina religiosa ortodoxa. .
Questão 7
(UNESP) A Civilização Bizantina floresceu na Idade
Média, deixando em muitas regiões da Ásia e da Europa
testemunhos de sua irradiação cultural. Assinale
importante e preponderante contribuição artística
bizantina que se difundiu expressando forte destinação
religiosa:
A Adornos de bronze e cobre.
E A estrutura jurídica do Império Bizantino não sofreu
a influência do direito romano.
B Aquedutos e esgotos.
C Telhados de beirais recurvos.
D Mosaicos coloridos e cúpulas arredondadas.
E Vias calçadas com artefatos de couro.
Questão 8
(UECE) Na origem do chamado "cisma do Oriente",
pode-se assinalar corretamente:
A as desavenças entre os membros da hierarquia
católica e o Imperador bizantino diziam respeito à
cobrança das indulgências e à corrupção dos bispos.
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B significou o aparecimento de inúmeras seitas
"reformadas", que se desligaram da Igreja romana.
C no Império Bizantino, a Igreja era submetida ao
Imperador e promoviam um excessivo culto aos
ídolos e às imagens.
D em Bizâncio, ao contrário do cristianismo ocidental,
as imagens e os ídolos dos santos não eram objetos
de adoração e culto.
D a fusão entre poder temporal e poder espiritual
permitia que o Imperador indicasse laicos para
postos na hierarquia eclesiástica.
Questão 9
(UFPB) Em inícios do século VIII, o império Bizantino,
tendo à frente Leão Isáurico, encontrava-se abatido
diante da expansão muçulmana. Leão entendeu que as
derrotas do Império deviam-se à adoração crescente dos
fiéis às imagens de santos e resolveu destruí-las. Esse
movimento ficou conhecido como:
A Monofisista
B Cesaropapista
C Iconoclasta
D Telefisista
E Legitimista
Questão 10
(UFV) O Império Bizantino se originou do Império
Romano do Oriente, reunindo diferentes povos: gregos,
egípcios, eslavos, semitas e asiáticos. Em razão disso, foi
preciso criar um eficiente sistema político e
administrativo para dar força e coesão àquele mosaico
de povos e culturas. Sobre o Império Bizantino é
INCORRETO afirmar que:
E a importância política do Imperador impediu que o
Patriarcado se desenvolvesse independentemente,
tal como o Papado do Ocidente.
A a religião fornecia a fundamentação do poder
imperial, mas absorvia grande parte dos recursos
econômicos, originando várias crises.
B a intolerância religiosa não deixava espaço de
autonomia para que os indivíduos escolhessem seus
próprios caminhos para a salvação.
C a estrutura eclesiástica era extensa e muito influente,
provocando intensa espiritualidade popular e várias
controvérsias teológicas.
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A a realização de uma síntese cultural que gera, nos
séculos medievais, uma cultura peninsular mais
pobre do que em qualquer outra parte da
cristandade ocidental.
B a interpretação e atualização da cultura clássica na
cristandade ocidental através das contribuições dos
árabes.
C uma simpatia permanente entre cristãos e árabes
que limitou o movimento das Cruzadas na Terra
Santa.
D o atraso da Península Ibérica nas ciências ditas
experimentais – medicina, astronomia, matemática,
cartografia e geografia.
Questão 3
(UPE 2011) O Islamismo – religião pregada por Maomé
e seus seguidores – tem hoje mais de 1 bilhão de fiéis
espalhados pelo mundo, sendo ainda predominante no
Oriente Médio, região onde surgiu. Um dos principais
fundamentos da expansão muçulmana é a Guerra Santa.
A respeito dos muçulmanos, é correto afirmar que
E o desenvolvimento de um estilo artístico nas
mesquitas que privilegia as representações de
figuras humanas.
A a expansão árabe-muçulmana acabou por islamizar
uma série de povos, exclusivamente árabes.
B o povo árabe palestino, atuando na revolução
armada palestina, rejeita qualquer solução que não
a libertação total do Estado de Israel.
C em Medina, a religião criada por Maomé, embora
tenha crescido rapidamente e tenha criado a Guerra
Santa – Gihad – não teve caráter expansionista.
D a história do Líbano contemporâneo esteve sempre
ligada à busca de um certo equilíbrio entre várias
comunidades que compõem o país, especialmente
as duas mais importantes: xiitas e cristãos.
E a facção dos fundamentalistas islâmicos pertence à
corrente xiita, sendo que os mais radicais repudiam
os valores do mundo ocidental moderno.
Questão 1
(UNIOESTE PR/2013) “Os padrões islâmicos de
moralidade e as normas que regulam a vida cotidiana
são fixados pelo Alcorão, que os muçulmanos acreditam
conter a palavra de Alá, tal como revelada a Maomé […].
O estado islâmico era uma teocracia, em que governo e
religião eram inseparáveis[…].”
PERRY, Marvin. Civilização Ocidental: uma história concisa. 3ª edição, São
Paulo: Martins Fontes, 2002, p.148-149.
Considerando o texto transcrito acima sobre a criação do
Islã e a expansão muçulmana, é correto afirmar que
A criado por Maomé, no século XIII, o Islã não tinha
nenhuma relação com o cristianismo e o judaísmo. A
expansão do Estado muçulmano foi barrada no
século XIX, quando tentou invadir a Europa.
B a religião do Islã surgiu no século VII na Arábia. Seu
fundador foi Maomé, que unificou as tribos árabes.
Seus sucessores dominaram o Império Persa, partes
do Império Bizantino, Norte da África e a Península
Ibérica.
C criado por Maomé, no século VII, o Islã unificou as
tribos árabes e formou o Estado Muçulmano, que
dominou o norte da África, Portugal e Espanha. Sua
expansão foi detida pelas cruzadas chefiadas por
Carlos Magno, no século XIX.
D fundado por Maomé, no século VII, o Estado
Muçulmano baseava-se na religião do Islã. Seu
sistema de governo era uma teocracia, no qual a
separação entre governo e religião resultou no total
desprezo dos conhecimentos dos gregos antigos.
E o Islã foi criado em 1979, no Irã, pelo aiatolá
Khomeini, que implantou neste país a República
Islâmica e difundiu o Islã para os países árabes.
Questão 2
(UFPR 2011) A presença islâmica na Península Ibérica
estende-se desde 711, data da Batalha de Guadalete,
quando os visigodos são vencidos pelos invasores
árabes, até o século XV, quando, em 1492, os reis
católicos da Espanha conquistam o reino de Granada,
último núcleo muçulmano na Península. Tal convivência
entre as culturas ocidental e árabe num mesmo espaço
geográfico, durante cerca de sete séculos, teve como
consequência principal:
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Questão 4
(UFMA/2006) As proposições a seguir referem-se à
expansão muçulmana no período medieval. Identifique
com V as proposições verdadeiras, e com F as falsas:
( ) O Jihad (esforço pelo Islã ou Guerra Santa) foi usado
como pretexto ideológico para a conquista de povos e
regiões da Arábia, Pérsia, norte da África e Europa.
( ) Maomé foi o fundador da religião islâmica em 622
d.C. e responsável direto pela formação dos califados
que provocaram as cruzadas cristãs no século XI.
( ) A Guerra da Reconquista da Península Ibérica pelos
cristãos teve início no século VIII e favoreceu a formação
de reinos como Leão, Navarra e Aragão.
( ) Os muçulmanos desrespeitavam os costumes e as
crenças locais dospovos conquistados, impondo o seu
monoteísmo radical e o seu livro sagrado: o Corão.
( ) Culturalmente os árabes invasores e conquistadores
levaram o obscurantismo e o retrocesso às regiões
conquistadas.
Marque, agora, a sequência correta.
A VFVFF
B VVFFV
C FVFVF
D FFFVV
E VFVFV
Questão 5
(UECE) A respeito da Arte da civilização muçulmana
podemos dizer, corretamente:
A expressava-se, exclusivamente, na arquitetura e na
decoração
B a pintura foi limitada pela religião que proibia a
reprodução da figura humana
C a arte pré-islâmica forneceu os elementos essenciais
para o Renascimento italiano
D não podemos estabelecer relações entre arte e
religião na civilização muçulmana
Questão 6
(UFPE) Leia o texto a seguir: “[...] O Alcorão ordena: “Não
geres confusão na terra após este justo comando.”
Quando diz também que a terra e tudo o que nela existe
é criada para nosso uso, isto não implica uma
transferência de propriedade; é uma incumbência a nós
delegada, e respondemos perante o “Senhor de todas
as coisas” pelo nosso ministério. O muçulmano é
constantemente relembrado, quer no Alcorão, quer nos
ditos preservados do Profeta, que a ganância e o
desperdício estão entre os maiores pecados. Podemos
usar aquilo que nos é disponibilizado para o nosso
sustento, mas nada mais; e mesmo esse pouco não é
mais do que um roubo se abandonamos a nossa função
humana e decidimos renunciar a oração universal que
transporta toda a criação de novo para a sua origem.”
(Conceição, Miguel. O protesto da terra. In: Sabedoria Perene.)
Partindo do que está exposto no texto, indique a
alternativa INCORRETA:
A Os “outros ditos preservados do profeta”, aos quais
o texto se refere, podem ser encontrados em livros
como a Suna.
B O islamismo rejeita o desperdício e a ganância por
serem, além de tudo, pecado.
C O texto sugere que o islâmico leva em conta uma
espécie de comunhão entre a ação humana e os
bens naturais que lhe foram dados por Deus.
D O texto acentua o fato de que o mau uso humano da
terra e dos bens naturais é mais grave que um roubo.
E O Alcorão, segundo o texto, sugere a reforma
agrária e a distribuição de terras entre os
muçulmanos.
Questão 7
Leia o texto a seguir: “A gente tem vontade de perder-se
em As mil e uma noites, pois sabe que, se entrar nesse
livro, é capaz de esquecer nosso pobre destino humano.
[…] No título de As mil e uma noites existe algo muito
importante: a sugestão de que se trata de um livro
infinito. E ele é, virtualmente. Os árabes dizem que
ninguém pode ler As mil e uma noites até o fim. Não por
tédio, mas porque se sente que o livro é infinito. […]”.
BORGES, Jorge Luís. Sete noites. São Paulo: Max Limonad, 1983, p. 71-
85.
De acordo com o texto, é possível afirmar que:
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Gabarito
A o livro As mil e uma noites é um dos mais confusos
livros de literatura já escritos, já que o leitor “se
perde” ao lê-lo.
B os árabes não se acostumaram com o livro As mil e
uma noites, por isso não conseguem lê-lo até o fim.
C a riqueza do livro As mil e uma noites está no fato de
ele ser infinito, no sentido de oferecer leituras
ilimitadas sobre os temas de que trata.
D os árabes julgam que As mil e uma noites é uma obra
de boa qualidade por ter sido escrita por chineses.
E o autor, Jorge Luís Borges, abomina As mil e uma
noites, pois é um livro infinito.
Questão 8
(UPE) Sobre a cultura islâmica, analise atentamente as
afirmativas abaixo.
I. A cultura islâmica afirmou-se pela sua religiosidade e
pela falta de descobertas em outras áreas da produção
cultural.
II. A interação da cultura islâmica com a ocidental trouxe
contribuições importantes e renovadoras.
III. As conquistas territoriais dos árabes atingiram
territórios do continente europeu.
IV. As divisões internas do islamismo causaram disputas
políticas que ainda permanecem na sociedade
contemporânea.
V. Não há semelhanças entre o islamismo e o
cristianismo.
Após a análise, conclui-se que:
A todas as afirmativas acima estão corretas.
B apenas as afirmativas I e V estão incorretas.
C apenas as afirmativas III, IV e V estão corretas.
D apenas a alternativa V está incorreta.
E apenas a afirmativa III está incorreta.
Questão 9
(FUVEST) Os movimentos fundamentalistas, que tudo
querem subordinar à lei islâmica (Sharia), são hoje muito
ativos em vários países da África, do Oriente Médio e da
Ásia. Eles tiveram a sua origem histórica:
A no desenvolvimento do Islamismo, durante a
Antiguidade, na Península Arábica
B na expansão da civilização árabe, durante a Idade
Média, tanto a Ocidente quanto a Oriente
C na derrocada do Socialismo, depois do fim da União
Soviética, no início dos anos noventa
D no estabelecimento do Império Turco-Otomano,
com base em Istambul, durante a Idade Moderna
E na ocupação do mundo árabe pelos europeus, entre
a segunda metade do século XIX e a primeira do
século XX
Questão 10
(FUVEST) A rivalidade entre Meca e Iatreb era:
A econômica e política
B política e religiosa
C econômica e religiosa
D religiosa e cultural
E econômica e cultural
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Questão 1
(Enem 2009) A Idade Média é um extenso período da
História do Ocidente cuja memória é construída e
reconstruída segundo as circunstâncias das épocas
posteriores. Assim, desde o Renascimento, esse período
vem sendo alvo de diversas interpretações que dizem
mais sobre o contexto histórico em que são produzidas
do que propriamente sobre o Medievo. Um exemplo
acerca do que está exposto no texto acima é:
A a associação que Hitler estabeleceu entre o III Reich
e o Sacro Império Germânico.
B o retorno dos valores cristãos medievais, presentes
nos documentos do Concílio Vaticano II.
C a luta dos negros sul-africanos contra o apartheid
inspirada por valores dos primeiros cristãos.
D o fortalecimento político de Napoleão Bonaparte,
que se justificava na amplitude de poderes que
tivera Carlos Magno.
E a tradição heroica da cavalaria medieval, que foi
afetada negativamente pelas produções
cinematográficas de Hollywood.
Questão 2
A penetração dos bárbaros no Império Romano:
A os cristãos foram derrotados pelos árabes,
consolidando-se o feudalismo europeu
B a derrota árabe frente ao Reino Franco impediu a
islamização do Ocidente
C a partir daí teve início a Guerra de Reconquista na
Península Ibérica
D com essa vitória, Carlos Martel tornou-se imperador
dos francos
E esse evento assinalou o limite da expansão cristã no
Mediterrâneo.
Questão 4
(PUCC) O declínio da Dinastia dos Merovíngios no Reino
Franco permitiu o aparecimento de um novo chefe
político de fato, a saber:
A o tesoureiro
B o missi dominici
C o condestável
D o majordomus
E n.d.a.
Questão 5
(PUC-PR) Dentre os Reinos Bárbaros, surgidos após as
invasões germânicas e o fim do Império Romano, o Reino
Franco foi o mais importante, porque
A foi realizada sempre através de invasões armadas
B realizou-se a partir do século VI, quando o Império
entrou em decadência
C verificou-se inicialmente sob a forma de migrações
pacíficas e, posteriormente, através de invasões
armadas
D foi realizada sempre de maneira pacífica
E verificou-se principalmente nos séculos II e III
Questão 3
(UNIP) A importância da Batalha de Poitiers, em 732, no
contexto da história da Europa, justifica-se em função de
que:
A os Reis Francos se converteram ao Cristianismoe
defenderam o Ocidente contra o avanço dos
muçulmanos.
B promoveu o desenvolvimento das atividades
comerciais entre o Ocidente e o Oriente, através das
Cruzadas.
C nesse período a Sociedade Feudal atingiu sua
conformação clássica e o apogeu econômico e
cultural.
D houve uma centralização do poder e viveu-se um
período de paz externa e interna, o que permitiu
controlar o poder dos nobres sobre os servos.
E os Reis Francos conseguiram realizar uma síntese
entre a cultura romana e a oriental, que serviria de
inspiração ao Renascimento Cultural do século XIV.
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Questão 6
(FGV) "O sacerdote, tendo-se posto em contato com
Clóvis, levou-o pouco a pouco e secretamente a
acreditar no verdadeiro Deus, criador do Céu e da Terra,
e a renunciar aos ídolos, que não lhe podiam ser de
qualquer ajuda, nem a ele nem a ninguém [...] O rei,
tendo pois confessado um Deus todo-poderoso na
Trindade, foi batizado em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo e ungido do santo Crisma com o sinal-da-
cruz. Mais de três mil homens do seu exército foram
igualmente batizados [...]." São Gregório de Tours. A conversão
de Clóvis. Historiae Eclesiasticae Francorum. Apud PEDRERO-SÁNCHES,
M.G., História da Idade Média. Textos e testemunhas. São Paulo, Ed.
Unesp, 2000, p. 44-45.
A respeito dos episódios descritos no texto, é correto
afirmar:
A Merovíngia.
B Carolíngia.
C Capetíngia.
D Valois.
E Bourbon.
Questão 8
(UFRN) No ano de 786, Carlos Magno afirmou: A nossa
função é, segundo o auxílio da divina piedade, (...)
defender com as armas e em todas as partes a Santa
Igreja de Cristo dos ataques dos pagãos e da devastação
dos infiéis. PINSKY, Jaime (Org.). "O modo de produção feudal". 2.
ed. São Paulo: Global, 1982. p. 101.
O fragmento acima expressa a orientação política do
Império Carolíngio no governo de Carlos Magno. O
objetivo dessa política pode ser definido como um(a)
A A conversão de Clóvis ao arianismo permitiu aos
francos uma aproximação com os lombardos e a
expansão do seu reino em direção ao Norte da Itália.
B A conversão de Clóvis, segundo o rito da Igreja
Ortodoxa de Constantinopla, significou um reforço
político-militar para o Império Romano do Oriente.
C Com a conversão de Clóvis, de acordo com a
orientação da Igreja de Roma, o reino franco tornou-
se o primeiro Estado germânico sob influência papal.
D A conversão de Clóvis ao cristianismo levou o reino
franco a um prolongado conflito religioso, uma vez
que a maioria dos seus integrantes manteve-se fiel
ao paganismo.
E A conversão de Clóvis ao cristianismo permitiu à
dinastia franca merovíngia a anexação da Itália a seus
domínios e a submissão do poder pontifício à
autoridade monárquica.
Questão 7
(UNESP) "Quando Pepino, o Breve arriscou a usurpação
que tantos outros tinham executado nos reinos vizinhos,
quis purificá-la pela mais inatacável consagração.
Primeiro, levou o papa a declarar que o título real devia
caber a quem detivesse o verdadeiro poder. Depois,
eleito rei pela assembléia dos grandes, fez-se ungir por
S. Bonifácio, o mais ilustre dos missionários, na presença
dos bispos franceses."Robert Lopez - O NACIONAL DA EUROPA
Pepino, o Breve tornou-se, assim, o primeiro rei da
dinastia:
A esforço para estabelecer uma aliança entre os
carolíngios e a Igreja bizantina para fazer frente ao
crescente poderio papal.
B intenção de anexar a Península Ibérica aos domínios
do papado, com a finalidade de impedir o avanço
árabe.
C desejo de subordinar os domínios bizantinos à
dinastia carolíngia, no intuito de implantar uma
teocracia centralizada no Imperador.
D tentativa de restaurar o Império Romano, com vistas
a promover a união da cristandade da Europa
Ocidental.
Questão 9
(UFRN) No século VIII d.C., Carlos Magno distribuía
terras entre seus chefes guerreiros, os quais lhe juravam
fidelidade e passavam a ter expressiva autonomia nas
propriedades recebidas. Nessa prática, encontram-se
raízes da estrutura social do feudalismo, o qual se
caracterizou por
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01 02 03 04 05
A C B D A
06 07 08 09 10
C B D C B
A ser uma estrutura de propriedade latifundiária cuja
economia estava voltada para atender o mercado
externo
B abranger numerosas famílias de proprietários rurais
que disputavam com a Igreja o recrutamento dos
participantes dos exércitos.
C apresentar uma sociedade fundamentada em
grandes domínios territoriais, com uma economia
rural de trabalho servil.
D agrupar significativa população urbana oriunda do
campo, devido às transformações na divisão das
terras de cultivo.
Questão 10
(MED. SANTOS) Luís, o Piedoso, sucessor de Carlos
Magno, manteve o Império unido. Com sua morte,
começou a crise política, caracterizada de um lado pelas
invasões normandas e de outro:
A pela disputa entre seus sucessores, que acabaram
mantendo a unidade do Império através do Tratado
de Verdun;
B pela divisão do Império em três reinos, através do
Tratado de Verdun;
C pela divisão do Império, através do Tratado de
Cateau-Cambrésis;
D pela manutenção da unidade do Império, através do
Tratado de Cateau-Cambrésis;
E N.D.A
Gabarito
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Questão 1
(ESPM-SP) O próprio Deus quis que entre os homens
alguns fossem senhores e outros servos, de modo que
os senhores veneram e amam a Deus, e que os servos
amam e veneram o seu senhor, seguindo a palavra do
apóstolo; servos, obedecei vossos senhores temporais
com temor e apreensão; senhores, tratai vossos servos
de acordo com a justiça e a equidade. (Marvin Perry.
Civilização Ocidental: Uma História Concisa)
A partir da leitura do texto é possível assinalar que a
respeito da ordem social feudal, o clero:
A propugnava por uma sociedade dinâmica e de
camponeses questionadores
B afirmava que os direitos e deveres das pessoas não
dependiam de sua posição na ordem social
C rebatia a avaliação de que a vontade de Deus tivesse
qualquer relação com a ordem social
D considerava que a sociedade funcionava bem
quando todos aceitavam sua condição e
desempenhavam o papel que lhes era atribuído
E era o maior interessado em questionar a ordem
social injusta do feudalismo
Questão 2
(VUNESP) “Servir” ou, como também se dizia, “auxiliar”,
– “proteger”: era nestes termos tão simples que os textos
mais antigos resumiam as obrigações recíprocas do fiel
armado e do seu chefe. (Marc Bloch.A sociedade feudal, 1987.
O mais importante dos deveres que, na sociedade
feudal, o vassalo tinha em relação ao seu senhor era:
Questão 3
(UEPG-PR) Um dos traços essenciais da sociedade
europeia medieval foi a relação de servidão estabelecida
entre os senhores (proprietários das terras) e os servos
(colonos que dependiam do aval dos senhores para
viverem e trabalharem em suas terras). A respeito de tal
relação, assinale o que for correto.
01 Assim como os títulos de nobreza, a servidão
também era transmitida hereditariamente, o que
garantiu a manutenção desse sistema durante vários
séculos.
Questão 4
(UFSJ-MG) Assinale a alternativa que apresenta
CORRETAMENTE características do feudalismo
medieval.
A o respeito à hierarquia e à unicidade de
homenagens, que determinava que cada vassalo só
podia ter um senhor.
B o auxílio na guerra, participando pessoalmente,
montado e armado, nas ações militares
desenvolvidas pelo senhor.da pátria e
do amor de cada cidadão pela sua bandeira.
D A revolução metodológica no ensino da História
tornou-se, no fim do século XX, completamente
racional e neutra, sem qualquer possibilidade de
interferência da ideologia na teoria.
Questão 8
(UECE) Sobre as relações entre passado e o
presente no trabalho do historiador, podemos
afirmar corretamente que:
A É o presente que direciona todo o trabalho do
historiador, fazendo-o escolher no passado somente
aqueles fatos e documentos que interessam às suas
opções políticas.
B O interesse por certos temas e as formas de abordar
a história são influenciados pelas experiências
diretas do historiador e suas opções políticas e
sociais.
C O passado se impõe ao historiador através dos
documentos, não importando as pressões nem os
interesses do pesquisador.
D O historiador pode constituir quantos passados
quiser, já que seu trabalho depende exclusivamente
dos interesses mutáveis do presente.
B A missão do historiador é, a partir dos documentos
primários; estabelecer os fatos históricos e estudá-
los em sua linearidade.
C O trabalho do historiador é mostrar os fatos como
realmente ocorreram, não cabendo uma abordagem
crítica.
D A nova História tem-se preocupado, basicamente,
em gerar uma produção histórica objetivando
contestar a interpretação marxista da História.
E A história marxista enfoca fatos históricos
protagonizados por “Heróis”, reforçando a ideologia
da classe dominante.
Questão 10
(UFLA - 2008) Toda ciência tem como referência um
objeto formal de estudo e a História não é diferente. Nas
frases selecionadas abaixo, pode-se identificar objetos
formais do estudo da História, EXCETO:
A "A percepção é sempre um processo seletivo de
apreensão." (Milton Santos: 1926-2001).
B "É a ciência dos homens no transcurso do tempo."
(Marc Bloch: 1878-1956).
C "É o processo de mudança contínua da sociedade
humana." (Lucien Febvre: 1878-1956).
D "O presente repetir o passado, [...] um museu, de
grandes novidades [...] o tempo não pára." (Cazuza:
1958-1990).
Questão 9
(UECE) “A História humana não se desenrola
apenas nos campos de batalha e nos gabinetes
presidenciais. Ela se desenrola também nos
quintais entre plantas e galinhas, nas ruas de
subúrbios, nas casas de jogos, nos prostíbulos, nos
colégios, nas usinas, nos namoros de esquinas.” –
Ferreira Gullar
No que refere ao fato histórico e à produção do
conhecimento histórico, é correto afirmar que:
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Questão 1
(ENEM/2007) A pintura rupestre mostrada na figura
anterior, que é um patrimônio cultural brasileiro,
expressa:
A o conflito entre os povos indígenas e os europeus
durante o processo de colonização do Brasil.
B a organização social e política de um povo indígena
e a hierarquia entre seus membros.
C aspectos da vida cotidiana de grupos que viveram
durante a chamada pré-história do Brasil.
D os rituais que envolvem sacrifícios de grandes
dinossauros atualmente extintos.
E a constante guerra entre diferentes grupos
paleoíndios da América durante o período colonial.
Questão 2
(IFSP/2016) Segundo o historiador Guglielmo, “o
período mais longo e a mais antiga era da pré-história é
chamada de Paleolítico. Iniciou-se há pelo menos 2,5
milhões de anos, como atestam os instrumentos [...]
encontrados no sítio de Hadar, Etiópia, e pode ser
estendido há cerca de 10.000 anos”.
(Fonte: GUGLIELMO, Antonio Roberto. A Pré-História. São Paulo:
Brasiliense, 1999, p. 35 e 36).
A Durante o Paleolítico Inferior ocorreu a produção
dos primeiros instrumentos de pedra.
B Durante o Paleolítico Superior foi produzido os
primeiros instrumentos de pedra.
C No decorrer da transição do Mesolítico para o Médio
Paleolítico, ocorreu a produção dos primeiros
instrumentos de pedra.
D Foi durante o Paleolítico Inferior que houve a
produção dos primeiros instrumentos de ossos e
chifres.
E Durante o Paleolítico Inferior houve a produção de
lâminas e agulhas, que possibilitou o surgimento da
Idade dos Metais.
Questão 3
(Fatec/2015) A forma como as sociedades organizam as
suas atividades produtivas se transforma ao longo do
tempo e vem marcando mudanças históricas
importantes.
Na transição do período Paleolítico para o período
Neolítico, observam-se importantes mudanças na
organização produtiva como, por exemplo:
A o término do sistema de plantation.
B a formação das corporações de ofício.
C a construção de núcleos urbanos feudais.
D o início das grandes organizações sindicais.
E o surgimento da agricultura de subsistência.
Questão 4
(UFRGS/2008) A Idade da Pedra costuma ser dividida
em três períodos: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.
Associe as cinco características da Idade da Pedra
listadas a seguir, no bloco inferior, aos períodos citados
no bloco superior.
l – Paleolítico
2 - Idade dos Metais
3 – Neolítico
( ) domesticação de animais
( ) descoberta do fogo
( ) fundição de metais
( ) artefatos de pedra lascada
( ) difusão da agricultura
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A sequência correta de preenchimento dos parênteses,
de cima para baixo, é: D Não há registro de produção cultural entre os povos
da América pré‐colombiana.
E Na Europa, a pintura rupestre apagou outras
manifestações do homem pré‐ histórico, como a
cerâmica, a religiosidade e a música.
Questão 7
(UNICENTRO/2010) O homem dessa época [Período
Paleolítico] era nômade, vivia em bandos e apresentava
uma economia de subsistência baseada na coleta, caça
e pesca. Havia uma organização entre homens e
mulheres. Enquanto os homens caçavam, as mulheres
eram responsáveis pela coleta e pela educação das
crianças. Algo bastante curioso é o fato de que as
mulheres e crianças da época trabalhavam de forma
igual. Na verdade, uma das características da sociedade
do paleolítico era justamente a igualdade de cada
indivíduo. (PALEOLÍTICO. 2010).
As sociedades humanas sofreram transformações ao
longo da sua história, constituindo diversas civilizações
com aspectos socioeconômicos e políticos diferentes. A
sociedade descrita no texto se caracteriza:
A pela igualdade social e pela divisão sexual do
trabalho.
B pela monogamia e pela exploração do homem pelo
homem.
A 3 - 1 - 2 - 1 - 3.
B 1 - 3 - 1 - 2 - 3.
C 2 - 1 - 3 - 3 - 1.
D 1 - 2 - 3 - 2 - 1.
E 3 - 2 - 1 - 3 - 2.
Questão 5
(UFG/2010) As pinturas rupestres são evidências
materiais do desenvolvimento intelectual dos seres
humanos. Embora tradicionalmente estudadas pela
Arqueologia, elas ajudaram a redefinir a concepção de
que a História se inicia com a escrita, pois:
A funcionam como códices velados de uma
comunidade à espera de decifração.
B expressam uma concepção de tempo marcada pela
cronologia.
C indicam o predomínio da técnica sobre as forças da
natureza.
D atestam as relações entre registros gráficos e mitos
de origem.
E registram a supremacia do indivíduo sobre os
membros de seu grupo.
Questão 6
(UPE/2013) No período histórico desenvolvido antes do
aparecimento da escrita, a produção cultural humana era
evidente. Sobre esse tipo de produção, assinale a
alternativa CORRETA.
A Não há registros dessa cultura pré‐histórica, pois a
inexistência da escrita inviabilizou esse registro.
B Restringiu‐se ao espaço geográfico do continente
africano.
C Um dos exemplos mais conhecidos da produção
cultural pré‐histórica são as pinturas rupestres.
C pelo surgimento do Estado e pelo início da
educação formal.
DC a proteção policial das aldeias e cidades existentes
nos arredores do castelo de seu senhor.
D a participação nos torneios e festejos locais, sem que
o vassalo jamais levantasse suas armas contra seu
senhor.
E a servidão, trabalhando no cultivo das terras do
senhor e pagando os tributos e encargos que lhe
eram devidos.
A No regime feudal, os monarcas não possuíam poder
absoluto e os principais senhores aristocráticos
tinham considerável autonomia política e econômica
nas regiões que controlavam.
B No regime feudal, os monarcas possuíam poder
absoluto e os principais senhores aristocráticos eram
obrigados a pagar pesados impostos ao Estado.
C No regime feudal, era impossível a existência de
monarcas e os principais senhores aristocráticos
governavam suas regiões sem prestar qualquer
serviço a um superior.
D No regime feudal, os monarcas eram eleitos pelos
principais senhores aristocráticos e pela burguesia
das cidades medievais.
02 A livre atividade mercantil entre os servos era
permitida pelos senhores. Era comum a realização
de feiras envolvendo servos de feudos de regiões
diferentes o que contribuiu à retomada do comércio
no continente europeu.
04 As terras reservadas para o trabalho autônomo dos
servos eram denominadas de manso servil. Tudo o
que fosse produzido pelos camponeses nesse
espaço de terras não precisava ser repassado aos
senhores.
08 Além da obrigação de trabalhar para os senhores
feudais, aos servos cabia também o pagamento de
diversos impostos como, por exemplo, a corveia e a
talha.
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Questão 5
(UEFS BA/2012) As relações de servidão, que se
constituíram como bases do trabalho, no modo de
produção feudal, apresentavam como característica
principal:
Questão 7
(UNESP SP/2014) O cavaleiro é um dos principais
personagens nas narrativas difundidas durante a Idade
Média. Esse cavaleiro é principalmente um
A a indissolubilidade dos laços existentes entre o
trabalhador e a terra.
B o direito de vida e de morte do senhor sobre a
pessoa do servo.
C o direito de livre circulação e de livre associação
entre o trabalhador e a cidade.
D o livre exercício de qualquer prática religiosa por
parte do trabalhador e de sua família.
E o controle do número de filhos, como condição de
permanência da família servil nas terras do senhor.
Questão 6
(ENEM/2014)
Sou uma pobre e velha mulher,
Muito ignorante, que nem sabe ler.
Mostraram-me na igreja da minha terra
Um Paraíso com harpas pintado
E o Inferno onde fervem almas danadas,
Um enche-me de júbilo, o outro me aterra.
VILLON, F. In: GOMBRICH, E. História da arte. Lisboa: LTC, 1999.
Os versos do poeta francês François Villon fazem
referência às imagens presentes nos templos católicos
medievais. Nesse contexto, as imagens eram usadas com
o objetivo de
A camponês, que usa sua montaria no trabalho
cotidiano e participa de combates e guerras.
B nobre, que conta com equipamentos adequados à
montaria e participa de treinamentos militares,
torneios e jogos.
C camponês, que consegue obter ascensão social por
meio da demonstração de coragem e valentia nas
guerras.
D nobre, que ocupa todo seu tempo com a preparação
militar para as Cruzadas contra os mouros.
Questão 8
Leia o trecho abaixo sobre o trabalho de um camponês
durante a Idade Média.
Os tributos anuais pagos por um camponês francês
chamado Guichard – que viveu na Borgonha (atual
França), não longe das propriedades do bispo Mâcon –
eram típicos desses acordos. A cada páscoa, ele dava ao
cônego Étienne, seu senhor, um cordeiro; na estação do
feno, devia-lhe seis peças de dinheiro. Quando chegava
a época da colheita, Guichard era obrigado a dar uma
medida generosa de aveia, bem como se reunir com
outros camponeses para oferecer um banquete ao
cônego. Na colheita da uva, Guichard pagava nova
quantia em dinheiro, além dos três pães e um pouco de
vinho. Estava livre de obrigações durante os magros
meses de inverno até o início da quaresma, quando o
senhor aguardava um capão. Na metade deste período
de penitência, devia mais seis peças de dinheiro, e logo
depois chegava o momento de sacrificar o cordeiro da
páscoa e recomeçar todo o ciclo (...) Campanhas sagradas:
1100-1200. Rio de Janeiro: Time Life/Cidade Cultural, 1990. p. 31.
(retirado de VICENTINO, C.; DORIGO, G. História para o ensino médio.
História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2006. 2ª Edição. p. 100.)
Agora analise as afirmativas abaixo.
A redefinir o gosto dos cristãos.
B incorporar ideais heréticos.
C educar os fiéis através do olhar.
D divulgar a genialidade dos artistas católicos.
E valorizar esteticamente os templos religiosos.
E nobre, que conquista novas terras por meio de sua
ação em torneios e jogos contra outros nobres.
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01 02 03 04 05
D B 1+8=9 C A
06 07 08 09 10
C B D E E
I – Além dos assuntos religiosos, o clero também se
dedicava à exploração do trabalho dos servos, em terras
pertencentes à igreja.
II – As atividades econômicas de produção e pagamento
de tributos pelos servos eram marcados no tempo tanto
em relação às estações climáticas quanto às datas
religiosas.
III – Os tributos pagos pelo servo ao seu senhor
constituíam-se apenas de pagamento em espécies, não
havendo pagamento monetário.
IV – Além do pagamento de tributos e serviços
individuais, os servos eram obrigados a oferecerem
coletivamente ao senhor alguns serviços e produtos.
Em relação às afirmativas acima é possível dizer que:
E ocupa o espaço aberto pela ausência de poderes
centralizados e permite a construção de uma nova
ordem política.
Questão 10
(PUCCamp SP/2014) Considere o texto abaixo.
A sociedade dos fiéis forma um só corpo; mas o Estado
têm três corpos: com efeito, os nobres e os servos se
regem pelo mesmo estatuto [...] uns são guerreiros,
protetores das Igrejas; são os defensores do povo, tanto
dos grandes como dos pequenos. [...] A outra classe é a
dos servos: esta desgraçada raça nada possui senão à
custa de sofrimento. Dinheiro, vestuário, alimento, tudo
os servos fornecem a toda a gente; nem um homem livre
poderia subsistir sem os servos [...] (Bispo Adalbéron de Léon.
In: BERUTTI, Flávio, apud Jaques Le Goff. A civilização do Ocidente
medieval. Lisboa: Editorial Estampa, v.II, 1984. p. 45-46. Tempo &
Espaço, História. São Paulo: Saraiva, 2004. p.99)
O texto permite afirmar que, em relação à estrutura da
sociedade feudal,
A todas estão incorretas.
B apenas I e II estão incorretas.
C nenhuma está incorreta.
D apenas a III está incorreta.
E apenas I, III e IV estão incorretas.
D constitui um novo quadro de alianças e jogos
políticos e assegura a formação de Estados
unificados.
Questão 9
(UNESP SP/2015) Observemos apenas que o sistema
dos feudos, a feudalidade, não é, como se tem dito
frequentemente, um fermento de destruição do poder.
A feudalidade surge, ao contrário, para responder aos
poderes vacantes. Forma a unidade de base de uma
profunda reorganização dos sistemas de autoridade […].
(Jacques Le Goff. Em busca da Idade Média, 2008.)
Segundo o texto, o sistema de feudos.
A representa a unificação nacional e assegura a
imediata centralização do poder político.
B deriva da falência dos grandes impérios da
Antiguidade e oferece uma alternativa viável para a
destruição dos poderes políticos.
C impede a manifestação do poder real e elimina os
resquícios autoritários herdados das monarquias
antigas.
A a insegurança do homem medieval restringia-se aos
aspectos materiais e explica a submissão dos servos
aos nobres e guerreiros.
B as relações dedominação entre senhores e servos
geravam divergências que acabavam em intensas
guerras sangrentas.
C a rivalidade entre os nobres e os servos contribuiu
para a exclusão dos guerreiros de um estamento
socialmente privilegiado.
D os guerreiros deviam várias obrigações aos nobres e
aos servos, que determinavam a posição de cada
indivíduo na sociedade.
E os nobres combatiam por todos, mas podiam
dedicar-se a esse tipo de vida porque os servos
trabalhavam para sustentá-los.
Gabarito
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Questão 1
(ENEM-2006) Os cruzados avançavam em silêncio,
encontrando por todas as partes ossadas humanas,
trapos e bandeiras. No meio desse quadro sinistro, não
puderam ver, sem estremecer de dor, o acampamento
onde Gauthier havia deixado as mulheres e crianças. Lá,
os cristãos tinham sido surpreendidos pelos
muçulmanos, mesmo no momento em que os
sacerdotes celebravam o sacrifício da Missa. As
mulheres, as crianças, os velhos, todos os que a fraqueza
ou a doença conservava sob as tendas, perseguidos até
os altares, tinham sido levados para a escravidão ou
imolados por um inimigo cruel. A multidão dos cristãos,
massacrada naquele lugar, tinha ficado sem sepultura. (J.
F. Michaud. História das cruzadas. São Paulo: Editora das Américas, 1956
(com adaptações)
Foi, de fato, na sexta-feira 22 do tempo de Chaaban, do
ano de 492 da Hégira, que os franj* se apossaram da
Cidade Santa, após um sítio de 40 dias. Os exilados
ainda tremem cada vez que falam nisso, seu olhar se
esfria como se eles ainda tivessem diante dos olhos
aqueles guerreiros louros, protegido de armaduras, que
espelham pelas ruas o sabre cortante, desembainhado,
degolando homens, mulheres e crianças, pilhando as
casas, saqueando as mesquitas.
*franj = cruzados.
(Amin Maalouf. As Cruzadas vistas pelos árabes. 2.ª ed. São Paulo:
Brasiliense, 1989 (com adaptações)
Avalie as seguintes afirmações a respeito dos textos
acima, que tratam das Cruzadas.
I. Os textos referem-se ao mesmo assunto — as Cruzadas,
ocorridas no período medieval —, mas apresentam visões
distintas sobre a realidade dos conflitos religiosos desse
período histórico.
II. Ambos os textos narram partes de conflitos ocorridos
entre cristãos e muçulmanos durante a Idade Média e
revelam como a violência contra mulheres e crianças era
prática comum entre adversários.
III. Ambos narram conflitos ocorridos durante as
Cruzadas medievais e revelam como as disputas dessa
época, apesar de ter havido alguns confrontos militares,
foram resolvidas com base na idéia do respeito e da
tolerância cultural e religiosa.
É CORRETO apenas o que se afirma em
Questão 2
A 4ª Cruzada (1202 – 1204) que tinha como objetivo a
reconquista de Jerusalém através do ataque ao Egito
desviou-se para Zara e Constantinopla, saqueando
ambas as cidades sob instigação veneziana. E,
Constantinopla, os cruzados após o saqueio, fundaram:
A A ordem dos Templários;
B O Império Latino de Constantinopla;
C O Império Romano do Oriente;
D O império Romano do Ocidente;
A I
B II
C III
D I e II
E II e III
E A Igreja Católica Ortodoxa.
Questão 3
(UFRR/2015) As cruzadas, ocorridas durante a Idade
Média, são analisadas por muitos historiadores como um
evento “pouco glorioso e condenável”, como ilustra a
citação abaixo:
“O cristianismo, tal como era ensinado por Jesus e o
Novo Testamento (o Evangelho), era uma religião
pacífica. Entre os primeiros cristãos, muitos foram
perseguidos pelos romanos porque não queriam ir à
guerra. Mas à medida que se tornavam cristãos, os
bárbaros introduziram seus costumes guerreiros no
Cristianismo” (LE GOFF, Jacques. A Idade Média explicada aos meus
filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2007).
Com base nessas informações, assinale a alternativa
INCORRETA:
A as Cruzadas foram grandes batalhas contra os povos
não cristãos que habitavam o norte da Europa, numa
tentativa de convertê-los ao cristianismo através da
força, contradizendo todo o ensinamento bíblico
que se pautava numa religião pacífica;
B o movimento das Cruzadas teve como principal
objetivo a conquista de Jerusalém e do Santo
Sepulcro, onde Jesus teria sido sepultado;
C as Cruzadas iniciaram-se no Concílio de Clermont,
quando o papa Urbano II convocou os cristãos para
partirem rumo a Terra Santa, em um período da
Idade Média que durou quase dois séculos;
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Questão 5
(UERN/2014) “A todos que partirem e morrerem no
caminho, em terra ou em mar, ou perderem a vida
combatendo os pagãos, será concedida a remissão [...]
que sejam doravante cavaleiros de Cristo os que eram
senão ladrões [...] A terra que habitam é pequena e
miserável para tão grande população, mas no território
sagrado do Oriente há extensões de onde jorram leite e
mel. Tomai o caminho do santo sepulcro, arrebatai
aquela terra da raça perversa e submetei-a a vós
mesmos.” (Pronunciamento do Papa Urbano II, em 1095. Vicentino,
2010.)
O discurso proferido pelo Papa Urbano II, no Concílio de
Clermont, conclamava.
D entre os séculos XI e XIII partiram da Europa oito
Cruzadas que envolveram milhares de pessoas,
desde a nobreza até os mendigos;
E além do objetivo religioso, de tomar lugares
sagrados para os cristãos, as Cruzadas serviram a
outros interesses, como a conquista de novas terras
pela nobreza feudal e a ampliação das atividades
mercantis.
Questão 4
(FUVEST SP/2015) A cidade é [desde o ano 1000] o
principal lugar das trocas econômicas que recorrem
sempre mais a um meio de troca essencial: a moeda. [...]
Centro econômico, a cidade é também um centro de
poder. Ao lado do e, às vezes, contra o poder tradicional
do bispo e do senhor, frequentemente confundidos
numa única pessoa, um grupo de homens novos, os
cidadãos ou burgueses, conquista “liberdades”,
privilégios cada vez mais amplos. Jacques Le Goff. São
Francisco de Assis. Rio de Janeiro: Record, 2010. Adaptado.
O texto trata de um período em que
A os crentes a combaterem as heresias e a reativarem
os tribunais de inquisição, numa verdadeira caça às
bruxas.
B os cristãos a impedir a onda de igrejas protestantes
que proliferava na Europa, a partir do advento da
reforma Luterana.
C os fiéis a expandirem a fé cristã com a abertura de
novas ordens religiosas, tais como a Companhia de
Jesus e os franciscanos.
D as pessoas de fé a participarem do movimento das
Cruzadas – expedições religiosas e militares que
alteraram o panorama europeu.
Questão 6
(UERN/2012) Cruzadas – Batalhas da fé?
“Os promotores das Cruzadas haviam se colocado, pelo
menos, três objetivos: a conquista da Terra Santa de
Jerusalém, a ajuda aos bizantinos e a união da
cristandade contra os infiéis. Mas nenhum desses
objetivos havia sido alcançado plenamente. Nas palavras
de um importante historiador da Idade Média, ‘Se os
cruzados são os grandes perdedores da expansão crista
no século XII, os grandes ganhadores foram em
definitivo os comerciantes’ [...]” (Le Goff, Jacques. La Baja Edad
Media. Madrid, Siglo XXI, 1985)
Baseado no texto analise.
I. As cruzadas consistiram em expedições guerreiras
estimuladas pelo papado com vistas à conquista da Terra
Santa.
A os fundamentos do sistema feudal coexistiam com
novas formas de organização política e econômica,
que produziam alterações na hierarquia social e nas
relações de poder.
B o excesso de metais nobres na Europa provocava
abundância de moedas, que circulavam apenas
pelas mãos dos grandes banqueiros e dos
comerciantes internacionais.C o anseio popular por liberdade e igualdade social
mobilizava e unificava os trabalhadores urbanos e
Arurais e envolvia ativa participação de membros do
baixo clero.
D a Igreja romana, que se opunha ao acúmulo de bens
materiais, enfrentava forte oposição da burguesia
ascendente e dos grandes proprietários de terras.
E as principais características do feudalismo,
sobretudo a valorização da terra, haviam sido
completamente superadas e substituídas pela busca
incessante do lucro e pela valorização do livre
comércio.
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II. Os que das Cruzadas participaram, eram chamados de
cruzados, receberiam da Igreja de Roma uma
indulgência específica, ou seja, o perdão para seus
pecados caso partissem para a Terra Santa.
III As cruzadas exerceram pouca influência na evolução
da civilização europeia.
IV. Os mercadores enriqueceram, pois, aproveitando-se
das viagens, criaram novas oportunidades de comércio.
Estão corretas as afirmativas
Questão 8
(FMJ SP/2014) No mês de novembro (de 1095), o Papa
reuniu todos os bispos da Gália e da Espanha e realizou
um grande concílio em Clermont. Em seguida, fez uma
comovente descrição da desolaçãoda Cristandade no
Oriente e expôs os sofrimentos e a opressão atrozes que
os sarracenos infligiam aos cristãos. Na sua piedosa
alocução, o orador, comovido até às lágrimas, falou
igualmente, com insistência, sobre a maneira como eram
espezinhados Jerusalém e os Lugares Santos. Nasceu,
nos ricos e nos pobres, nas mulheres, nos monges e nos
clérigos, nos citadinos e nos camponeses, uma
prodigiosa vontade de ir a Jerusalém ou de ajudar os
que aí fossem. (Orderic Vital [1075-1143] apud Gustavo de Freitas.
900 textos e documentos de História, 1975 Adaptado.)
No documento,
A I, II, IV
B I, III
C III, IV
D I, II
D estabeleceu o caráter monoteísta do cristianismo
medieval, o que ajudou a reduzir a influência judaica
e muçulmana na Palestina.
Questão 7
(UNESP SP/2014) Mais ou menos a partir do século XI,
os cristãos organizaram expedições em comum contra
os muçulmanos, na Palestina, para reconquistar os
“lugares santos” onde Cristo tinha morrido e
ressuscitado. São as cruzadas [...]. Os homens e as
mulheres da Idade Média tiveram então o sentimento de
pertencer a um mesmo grupo de instituições, de crenças
e de hábitos: a cristandade. (Jacques Le Goff. A Idade Média
explicada aos meus filhos, 2007.)
Segundo o texto, as cruzadas.
A contribuíram para a construção da unidade interna
do cristianismo, o que reforçou o poder da Igreja
Católica Romana e do Papa.
B resultaram na conquista definitiva da Palestina pelos
cristãos e na decorrente derrota e submissão dos
muçulmanos.
C determinaram o aumento do poder dos reis e dos
imperadores, uma vez que a derrota dos cristãos
debilitou o poder político do Papa.
A a Igreja Católica reafirma o dogma da infalibilidade
papal.
B o Papa convoca os cristãos para a Cruzada.
C o clero propõe a reforma interior do fiel por meio da
penitência.
D os teólogos proíbem o comércio dos cristãos com os
muçulmanos.
E o papado condena as guerras religiosas.
E definiram a separação oficial entre Igreja e Estado,
estipulando funções e papéis diferentes para os
líderes políticos e religiosos.
Questão 9
(Fac. Direito de Sorocaba SP/2014) Na Europa
Ocidental, a partir do ano mil,
A o sistema feudal, baseado no trabalho servil e na
autossuficiência econômica, começou a se
estruturar.
B as rotas comerciais ficaram sob controle dos
muçulmanos, fragilizando o monopólio das cidades
italianas.
C o desenvolvimento mercantil e urbano contribuiu
para o surgimento de uma nova camada social, a
burguesia.
D os reis perderam, gradativamente, seus poderes
para os senhores feudais, que sobrepujaram a
autoridade papal.
E o trabalho foi organizado em associações, tais como
as ligas de camponeses e as corporações de
artesãos.
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01 02 03 04 05
D B A A D
06 07 08 09 10
A A B C B
Questão 10
(UNIUBE MG/2013) A partir do século XIII, o feudalismo
atingiu o apogeu. As cidades cresceram, os burgueses
se fortaleceram e o movimento conhecido como
Cruzadas chegaram ao seu apogeu. Sobre as
transformações e descobertas ocorridas nesse período
da Idade Média pode-se afirmar que:
I. A conquista da Terra Santa inaugurou uma nova fase na
história religiosa e econômica nos pólos da Europa
Ocidental.
II. A igreja assumiu o novo papel na luta e defesa de seus
objetivos, protegendo os cristãos peregrinos e
combatendo os infiéis.
III. O surgimento de ordens militares de caráter religioso
como a Ordem dos Templários teve papel fundamental
no domínio da Terra Santa.
IV. A Ordem dos Templários era composta pelos
monarcas e fidalgos da Europa, e, no fim da Idade
Média, por motivos econômicos e perseguições pelos
turcos, passaram a ser reconhecidos como integrantes
da Ordem de Cristo.
As afirmações CORRETAS estão contidas em:
A I, II e III, apenas
B I, II, III e IV
C I, II e IV, apenas
D III e IV, apenas
E IV, apenas
Gabarito
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Questão 1
(ENEM-2011) Se a mania de fechar, verdadeiro habitus
da mentalidade medieval nascido talvez de um profundo
sentimento de insegurança, estava difundida no mundo
rural, estava do mesmo modo no meio urbano, pois que
uma das características da cidade era de ser limitada por
portas e por uma muralha. DUBY, G. et al. “Séculos XIV-XV”. In:
ARIÈS, P.; DUBY, G. História da vida privada da Europa Feudal à
Renascença. São Paulo: Cia. das Letras, 1990 (adaptado).
As práticas e os usos das muralhas sofreram importantes
mudanças no final da Idade Média, quando elas
assumiram a função de pontos de passagem ou pórticos.
Este processo está diretamente relacionado com
A o crescimento das atividades comerciais e urbanas.
B a migração de camponeses e artesãos
C a expansão dos parques industriais e fabris.
D o aumento do número de castelos e feudos.
E a contenção das epidemias e doenças.
Questão 2
(UPF/RS) Sobre as cidades europeias da Idade Média,
leia as afirmativas abaixo.
I. Praticamente não havia cidades, pois o comércio
feudal era frágil, sustentado por feiras esparsas.
II. Desapareceram depois das invasões bárbaras,
restando pequenas cidades no sul da França.
III. Muitas cidades medievais tiveram seu crescimento
relacionado com as grandes feiras.
IV. Algumas cidades italianas, como Veneza, eram
importantes comercialmente.
V. As cidades cresceram com o planejamento do poder
público e o grande incentivo da Igreja Católica.
Estão corretas apenas:
Questão 3
(FGV/RJ) As feiras na Idade Média constituíram-se:
A instrumentos de comércio local das cidades para o
abastecimento do cotidiano dos seus habitantes;
B áreas exclusivas de câmbio das diversas moedas
europeias;
C locais de comércio de amplitude continental que
dinamizaram a economia da época;
D locais fixos de comercialização da produção dos
feudos;
E instituições carolíngias para renascimento com as
invasões no Mediterrâneo.
Questão 4
(UFPR) Na Baixa Idade Média, todos os profissionais
agrupavam-se, obrigatoriamente, nas chamadas
“Corporações de Ofício”. As principais funções dessas
instituições eram:
A II e V;
B III e IV;
C I e V;
D I e IV;
E II, III e IV.
01 zelar para que seus membros não fossem recrutados
para servir na cavalaria;
02 determinar a qualidade das matérias-primasempregadas e fixar preços dos artigos produzidos;
04 pagar modestas pensões aos membros doentes,
incapacitados; custear enterros e proteger as viúvas;
08 providenciar para que não houvesse atrito entre os
vassalos e seus respectivos suseranos;
16 providenciar o abastecimento dos exércitos quando
combatiam os infiéis;
32 conseguir, junto às autoridades feudais, permissão
para que os filhos dos mestres pudessem frequentar
universidades.
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D Privatizaram as terras e introduziram um modelo de
produção fabril, promovido pelo governo britânico.
Questão 7
(Puccamp) O renascimento urbano e comercial,
ocorrido na Europa, na Baixa Idade Média, provocou
profundas mudanças em toda a sociedade medieval
Sobre essas mudanças, considere as afirmações abaixo.
I. As chamadas "cartas de franquia", outorgadas pelos
reis, fortaleciam a nascente burguesia, uma vez que
proporcionavam uma certa autonomia às cidades,
libertando-a das obrigações tributárias para com os
senhores feudais.
II. O renascimento comercial enfraqueceu as atividades
desenvolvidas pelo artesanato que eram organizadas
pelas corporações de ofícios nas cidades medievais.
III. O desenvolvimento do comércio e do artesanato
reativou a vida urbana e deu origem à formação de uma
nova classe social desvinculada socialmente dos laços
feudais.
IV. O renascimento comercial proporcionou os recursos
financeiros para o planejamento das cidades, que foram
construídas fora dos limites dos feudos, em terrenos
planos, com ruas largas e higiênicas, dificultando a
proliferação de epidemias.
Pode-se afirmar que estão corretas SOMENTE
Questão 5
(Mackenzie) "Rotas e cidades, cidades e rotas não
passam de um único e mesmo equipamento humano do
espaço (...) a cidade do Mediterrâneo é criadora de rotas,
e ao mesmo tempo é criada por elas." (Fernando Braudel - "O
Mediterrâneo e o mundo mediterrâneo")
Relacionando o texto acima com o renascimento
comercial e urbano, podemos afirmar que:
E Reforçaram o predomínio político e comercial dos
senhores feudal sobre os governos citadinos.
A I e II.
B I e III.
C II e III.
D II e IV.
E III e IV.
A as rotas das invasões bárbaras desenvolveram locais
fixos de comércio, responsáveis pela formação de
cidades.
B as cidades costeiras da Itália tiveram seu crescimento
ligado ao desenvolvimento das rotas comerciais
marítimas.
C as cidades do Mediterrâneo produtoras de lã e
especiarias desenvolveram o monopólio das rotas
comerciais através da liga hanseática.
D as cidades da região dos Pirineus monopolizaram o
comércio de produtos orientais, dominando a Rota
da Champagne.
E a rota do Mediterrâneo impedia o crescimento da
rede de comunicação entre as cidades.
Questão 6
(Uel) "Durante os séculos XI a XIII verificou-se nas
atividades agrícolas e artesanais da Europa Centro-
Ocidental um conjunto de transformações (...) que
repercutiram no crescimento das trocas mercantis. Situa-
se aí historicamente o chamado renascimento urbano
medieval. Fonte: RODRIGUES, A. E.; FALCON, F. "A formação do
mundo moderno". 2º. ed. Rio de Janeiro: Elesevier, 2006, p.9.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema,
é correto afirmar que tais mudanças econômicas:
A Caracterizaram-se pelo desenvolvimento das
técnicas de produção e amplo emprego de recursos
energéticos, tais como carvão e petróleo.
B Implicaram no capitalismo mercantil incrementado
pelo amplo comércio atlântico, fomentado por
negociantes italianos e príncipes alemães.
C Aumentaram a produção no campo e na cidade e
fomentaram a circulação de bens e moedas,
viabilizados por novos instrumentos de crédito a
governantes e comerciantes.
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B era uma região banhada pelo Mar Báltico e
importante centro de produtos como mel, peixe
salgado, cereais, madeiras
C foi o berço de uma gigantesca associação de
comerciantes denominada Liga Hanseática,
conhecida ainda como Hansa Teotônica;
D era uma região em que se realizavam feiras, que
após o século XIII tornaram-se as mais procuradas do
continente, famosas por seus tecidos de lã de
carneiro;
E era uma região cortada pelos varegues,
comerciantes nórdicos, conhecidos pelo controle
sobre o comércio de produtos orientais.
Questão 10
Leia com atenção a definição abaixo:
Capitalismo: sistema econômico e social predominante
na maioria dos países industrializados ou em
industrialização. Neles, a economia baseia-se na
separação entre trabalhadores juridicamente livres, que
dispõem apenas da força de trabalho e a vendem em
troca de salário, e capitalistas, os quais são proprietários
dos meios de produção e contratam os trabalhadores
para produzir mercadorias (bens dirigidos para o
mercado) visando à obtenção de lucro. SANDRONI, Paulo
(Org. e sup.). Dicionário de economia. São Paulo: Círculo do Livro, 1992.
p. 40.
Considerando as características apresentadas acima, o
modelo socioeconômico do feudalismo europeu na
Idade Média se diferencia do modelo capitalista, pois,
entre outros elementos,
A as demandas do comércio internacional por
produtos agrícolas possibilitaram aos camponeses
grandes lucros com a venda de excedentes da
produção.
Questão 8
A cidade é [desde o ano 1000] o principal lugar das
trocas econômicas que recorrem sempre mais a um meio
de troca essencial: a moeda. [...] Centro econômico, a
cidade é também um centro de poder. Ao lado do e, às
vezes, contra o poder tradicional do bispo e do senhor,
frequentemente confundidos numa única pessoa, um
grupo de homens novos, os cidadãos ou burgueses,
conquista “liberdades”, privilégios cada vez mais
amplos. GOFF Jacques Le. São Francisco de Assis. Rio de Janeiro:
Record, 2010. Adaptado.
O texto trata de um período em que
A os fundamentos do sistema feudal coexistiam com
novas formas de organização política e econômica,
que produziam alterações na hierarquia social e nas
relações de poder.
B o excesso de metais nobres na Europa provocava
abundância de moedas, que circulavam apenas
pelas mãos dos grandes banqueiros e dos
comerciantes internacionais.
C o anseio popular por liberdade e igualdade social
mobilizava e unificava os trabalhadores urbanos e
rurais e envolvia ativa participação de membros do
baixo clero.
D a Igreja romana, que se opunha ao acúmulo de bens
materiais, enfrentava forte oposição da burguesia
ascendente e dos grandes proprietários de terras.
E as principais características do feudalismo,
sobretudo a valorização da terra, haviam sido
completamente superadas e substituídas pela busca
incessante do lucro e pela valorização do livre
comércio.
Questão 9
A antiga Flandres situava-se no nordeste da França,
ocupando também uma parte da Bélgica e constituía-se
num ponto central e de fácil acesso no Ocidente da
Europa. (Raymundo Campos. História Geral)
Sobre a importância da Flandres na Baixa Idade Média é
correto assinalar que:
A era uma região sob domínio dos muçulmanos,
desde quando estes invadiram a Europa no século
VIII;
B as revoltas camponesas do século XV aboliram as
taxações feudais e favoreceram a adoção do sistema
de colonato no regime feudal.
C a maioria da mão de obra era empregada no campo,
dedicando-se a uma produção de subsistência e
ligando-se por laços servis à classe aristocrática.
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01 02 03 04 05
A B C 2+4=6 B
06 07 08 09 10
C B A D C
11 12 13
B B C
Questão 13
(UFG GO/2011) A partir do século XII,as corporações
de ofício passaram a expressar uma cultura do trabalho
própria ao mundo medieval, na medida em que
D a burguesia urbana enriquecida comprava títulos de
nobreza e agravava a exploração da classe
camponesa, submetida à servidão.
Questão 11
(PUC RS/2009) As transformações históricas que
marcaram a Europa Ocidental ao longo dos séculos XI a
XV se caracterizaram por um processo progressivo de
A ruralização das atividades econômicas e culturais.
B crescimento do poder político não eclesiástico.
C decadência do grande comércio internacional.
D expansão do poder senhorial sobre as cidades.
E diminuição da importância econômica das guildas.
Questão 12
(UNINOVE SP/2009) Nas cidades medievais, as
chamadas corporações de ofício dos artesãos
controlavam a produção e impediam a concorrência
desleal, fixando os preços, os salários e os padrões de
qualidade. Dentre todas as funções dessas corporações,
destacava-se a de
A regulamentar as relações comerciais entre seus
membros, além de incentivar o desenvolvimento de
um mercado nacional.
B reservar o mercado da cidade aos seus membros,
além de torná-los mais fortes para negociar com os
senhores feudais.
C incentivar a produção agrícola e manufatureira, além
de promover a ampliação do mercado para a
produção artesanal.
D financiar as máquinas de seus membros para
aumentar a produção e ampliar o mercado dos
artigos manufaturados.
E garantir a autonomia administrativa da cidade para
libertar os artesãos e comerciantes das obrigações
feudais.
A propiciavam a troca de conhecimento entre os
mestres das corporações.
B ampliavam o processo de divisão do trabalho na
produção dos artefatos.
C promoviam uma rede de proteção entre os
membros das corporações.
D redefiniam a noção de preço justo ao incorporar os
juros no valor da mercadoria.
E estabelecia uma nova temporalidade, associada ao
processo de circulação monetária.
Gabarito
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Questão 1
(PUC-MG) A Revolução do Mestre de Avis (1383-1385)
possibilitou a ascensão de uma nova dinastia em
Portugal, com d. João I, estendendo-se até 1580,
quando ocorreu a União Ibérica. A vitória de d. João I, o
mestre de Avis:
Questão 3
A formação da Monarquia Nacional Portuguesa foi
marcada por uma batalha importante contra os
castelhanos, que levou ao trono o mestre de Avis, d. João
I, em 1385. Qual foi essa batalha?
A implicou uma reorientação da política expansionista
portuguesa, ameaçando os interesses espanhóis na
região de Flandres.
B proporcionou o alargamento territorial com uma
política agrária agressiva, visando à obtenção de
recursos destinados à colonização ultramarina.
C contou com o apoio da França contra a Inglaterra e
a Espanha, países rivais de Portugal nas disputas
ultramarinas.
D deu uma nova orientação à política expansionista,
voltando-se para o ultramar, sendo a conquista de
Ceuta seu marco inicial.
E viabilizou a organização da expedição de Vasco da
Gama, com o Erário Real destinando somas elevadas
para o empreendimento.
Questão 2
Sobre o processo de formação da Monarquia Nacional
Portuguesa, é incorreto afirmar que:
A Batalha de Alcácer-Quibir.
B Batalha dos Atoleiros.
C Batalha de Montes Claros.
D Batalha de Aljubarrota.
Questão 4
Em 1383 ocorreu em Portugal a Revolução de Avis. Entre
suas consequências, podemos citar:
A No ano de 1383, o trono português ficou sem
herdeiros com a morte do rei Fernando I, o que levou
o reino de Castela a reivindicar o domínio das terras
lusitanas apoiando um novo sucessor.
B A Revolução de Avis marcou a ascensão de uma
nova dinastia comprometida com os interesses da
burguesia lusitana, além de fortalecer o Estado
Nacional Português com o desenvolvimento das
atividades mercantis e a cobrança sistemática de
impostos.
C A dinastia de Borgonha não se consolidou no
Condado Portucalense, devido à luta com os
muçulmanos. As terras continuavam a ser
controladas pelos membros da nobreza, impedindo
a centralização do Estado.
E Batalha do Vimeiro.
D A burguesia lusitana empreendeu uma resistência ao
processo de anexação de Portugal, formando um
exército próprio. Na batalha de Aljubarrota, os
burgueses venceram os castelhanos e conduziram o
mestre de Avis ao trono português.
A a centralização do poder político e o incentivo às
instituições feudais.
B a descentralização do poder político e o incentivo às
Grandes Navegações.
C a descentralização do poder político e o incentivo ao
comércio interno.
D a centralização do poder político e a criação de
empecilhos à expansão comercial.
E a conclusão do processo de centralização do poder
político e a criação de condições para as grandes
navegações.
Questão 5
Durante toda a Baixa Idade Média, a península Ibérica
esteve envolvida:
A em guerras entre os reinos de Portugal e de Navarra.
B na Guerra de Reconquista, em que os reinos cristãos
lutaram contra os muçulmanos.
C na guerra contra a formação dos Estados modernos
europeus.
D com a conquista da África e da Ásia.
E com a organização das Cruzadas.
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Questão 6
(Mackenzie) A Magna Carta (1215) é considerada a
carta fundamental das liberdades Inglesas. Ao jurá-la, o
rei João Sem Terra comprometeu-se:
A a alta nobreza teve seus poderes políticos e
econômicos limitados, devido às medidas tomadas
pelo rei João em favor dos camponeses.
C a Assembleia dos Barões, prevista na Magna Carta,
levou à formação do Parlamento, com duas câmaras,
que exerciam funções legislativas e limitavam os
poderes reais.
D a Câmara dos Lordes, que reunia os nobres leigos e
eclesiásticos escolhidos pelo rei, tornou-se o órgão
legislativo do Parlamento, cabendo-lhe o controle da
cobrança dos tributos do Estado.
Questão 8
Sobre a formação da monarquia nacional inglesa é
incorreto afirmar:
B Henrique II (1154 – 1189) foi o primeiro imperador
da dinastia Tudor e, preocupado em ampliar seus
poderes, fez com que as suas leis fossem válidas
apenas para a Inglaterra, formando um corpo de
juízes encarregado de instituir tribunais por todo o
reino.
C o Grande Conselho instituído pela Carta magna
ampliou seus poderes ao longo do tempo. No século
XIV, o Conselho passou a dividir-se entre a Câmara
dos Lordes e a Câmara dos Comuns, formando assim
o Parlamento Inglês.
D a Guerra das Duas Rosas resolveu-se somente
quando o Lancaster Henrique Tudor buscou o apoio
da burguesia para dar fim à contenda. Após ser
nomeado Henrique VII, deu início à dinastia Tudor,
que inaugurou o estabelecimento dos regimes
absolutistas na Inglaterra.
A na Magna Carta (1215) firmou-se a criação do
chamado Grande Conselho, que tinha a prerrogativa
de impedir o rei de aprovar novas leis sem o
consentimento da nobreza britânica.
A a dividir as terras pertencentes à Igreja entre os
membros da Câmara dos Comuns e a aceitar a tutela
da Câmara dos Lordes, nos negócios de Estado.
B a subordinar a justiça do reino à autoridade do
Parlamento, concordando com a criação de juizes
itinerantes, que percorriam os condados para julgar
todas as questões.
C sujeitar-se à imposição do Parlamento Britânico, que
limitava a autoridade da realeza, consolidando-o
como único poder legislativo na Inglaterra.
D a não cobrar tributos que não fossem previamente
autorizados por um conselho e a não prender
nenhum homem livre sem julgamento.
E a garantir a imunidade para os nobres membros do
Parlamento e a defender a liberdade de todos os
habitantesda Grã Bretanha.
Questão 7
(Mackenzie) Em 1215, os grandes senhores feudais da
Inglaterra impuseram ao rei João a assinatura da Magna
Carta, na qual o obrigavam a reconhecer os antigos
direitos da nobreza. Em um dos seus trechos, o rei João
admitia que para melhor pacificação da Nossa disputa
com os barões, [...] lhes concedemos a garantia seguinte:
os Barões que elejam, entre seus pares no Reino, vinte e
cinco, segundo a sua vontade, e estes vinte e cinco
devem cumprir a paz e as liberdades que Nós lhes
concedemos e confirmamos pelo documento presente...
FRISCHAUER, Paul. Está escrito: documentos que assinalaram épocas.
São Paulo: Melhoramentos, 1972. p. 199.
A Magna Carta, apesar de ser um estatuto jurídico
tipicamente feudal, posteriormente veio a se tornar
importante documento para garantir liberdades a todas
as categorias sociais, na medida em que
B o rei João concedia aos nobres rebeldes o direito de
confiscarem seus castelos, terras e outras
possessões, caso ele violasse a Magna Carta.
Questão 9
(FUVEST) No processo de formação dos Estados
Nacionais da França e da Inglaterra podem ser
identificados os seguintes aspectos:
A fortalecimento do poder da nobreza e retardamento
da formação do Estado Moderno
B ampliação da dependência do rei em relação aos
senhores feudais e à Igreja
C desagregação do feudalismo e centralização política
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01 02 03 04 05 06
D C E B B D
07 08 09 10 11
C B C B E
Questão 10
(Pucmg) Oriundo da crise do feudalismo, o Estado
Absolutista representou a organização política
dominante na sociedade europeia entre os séculos XV e
XVIII, podendo ser caracterizado pela:
C a Querela das Investiduras;
A supressão dos monopólios comerciais,
possibilitando o desenvolvimento das manufaturas
nacionais.
D diminuição do poder real e crise do capitalismo
comercial
B quebra das barreiras regionalistas do feudo e da
comuna, agilizando e integrando a economia
nacional.
C abolição das formas de exploração das terras típicas
do feudalismo, tornando a sociedade mais dinâmica.
A o Cisma do Oriente;
E enfraquecimento da burguesia e equilíbrio entre o
Estado e a Igreja
D ascensão política do grupo burguês, que passa a
gerir o Estado segundo seus interesses particulares.
E ausência efetiva de instrumento de controle quer no
plano moral ou temporal, sobre o poder do rei.
Questão 11
Tu consideraste minha humildade como medo e desde
então não temeste revoltar-se contra o poder real que
recebi de Deus e ousaste ameaçar tirá-lo, como se
tivéssemos recebido a Realeza de ti, como se o Reino e
o Império estivessem em tuas mãos e não nas de Deus.
Foi Nosso Senhor Jesus Cristo que nos chamou a reinar.
Ele não te chamou ao sacerdócio. Porque tu escalaste os
degraus: pela astúcia, obtiveste o dinheiro pelo dinheiro,
o favor pelo favor, as armas pelas armas. Assim pelo
julgamento de todos os nossos Bispos e pelo nosso,
retira-te, abandona a Sé Apostólica usurpada, que outro
ascenda à Sé de São Pedro.
Carta de Henrique IV a Gregório VII. Citado por G. Freitas in 900 Textos
e Documentos da História)
O documento apresentado deve ser relacionado com:
B a criação da Inquisição;
D a instituição do celibato clerical;
E o cativeiro de Avignon.
Gabarito
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Questão 1
A Peste Negra dizimou boa parte da população
europeia, com efeitos sobre o crescimento das cidades.
O conhecimento médico da época não foi suficiente
para conter a epidemia. Na cidade de Siena, Agnolo di
Tura escreveu: “As pessoas morriam às centenas, de dia
e de noite, e todas eram jogadas em fossas cobertas com
terra e, assim que essas fossas ficavam cheias, cavavam-
se mais. E eu enterrei meus cinco filhos com minhas
próprias mãos (...) E morreram tantos que todos achavam
que era o fim do mundo.” Agnolo di Tura. The Plague in Siena:
An Italian Chronicle. In: William M. Bowsky. The Black Death: a turning
point in history? New York: HRW, 1971 (com adaptações).
O testemunho de Agnolo di Tura, um sobrevivente da
Peste Negra, que assolou a Europa durante parte do
século XIV, sugere que.
Questão 3
(Fuvest) A peste, a fome e a guerra constituíram os
elementos mais visíveis e terríveis do que se conhece
como a crise do século XIV. Como consequência dessa
crise, ocorrida na Baixa Idade Média,
A o flagelo da Peste Negra foi associado ao fim dos
tempos.
B a Igreja buscou conter o medo da morte,
disseminando o saber médico.
C a impressão causada pelo número de mortos não foi
tão forte, porque as vítimas eram poucas e
identificáveis.
D houve substancial queda demográfica na Europa no
período anterior à Peste.
E o drama vivido pelos sobreviventes era causado pelo
fato de os cadáveres não serem enterrados.
Questão 2
(Fatec) A dissolução do Feudalismo foi apressada, no
final da Idade Média, por uma sucessão de
acontecimentos que geraram a chamada "crise do séc.
XIV". Entre esses acontecimentos é correto citar:
A O movimento de reforma do cristianismo foi
interrompido por mais de um século, antes de
reaparecer com Lutero e iniciar a modernidade;
B o campesinato, que estava em vias de conquistar a
liberdade, voltou novamente a cair, por mais de um
século, na servidão feudal;
C o processo de centralização e concentração do
poder político intensificou-se até se tornar absoluto,
no início da modernidade;
D o feudalismo entrou em colapso no campo, mas
manteve sua dominação sobre a economia urbana
até o fim do Antigo Regime;
Questão 4
(Ufpel) "Sobre a Medicina: a existência do contágio
(1313-1374). Para aqueles que dizem: "Como
poderemos nós admitir a possibilidade da infecção,
quando a lei religiosa a nega?" Replicamos que a
existência do contágio é estabelecida pela experiência,
investigação, evidência dos sentidos e relatos dignos de
fé. Esses fatos constituem um argumento válido. O
fenômeno do contágio torna-se claro para o investigador
que verifica como aquele que entra em contato com os
enfermos apanha a doença, enquanto o que não está em
contato permanece são, e como a transmissão se efetua
através do vestuário, vasilhame e atavios." Ibn al-Khatib de
Granada. In: PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. "História da Idade
Média: textos e testemunhas". São Paulo: UNESP, 2000. [adapt.]
O texto do médico, na Idade Média, indica
A Epidemias, como a Peste Negra, originadas
principalmente da falta de estrutura das cidades
para suportar o aumento populacional e enfrentar o
problema da fome.
B Grande Fome, manifestada neste século, devido ao
grande número de pragas que destruíram as
plantações.
C Guerra dos Cem Anos, envolvendo, de um lado,
França e Espanha e, do outro, Inglaterra e Portugal,
e que gerou inúmeras mortes.
D Revolta dos Camponeses; estes, sem ter o que
comer, abandonaram os campos e causaram muitas
mortes nas cidades.
E Epidemias, como a Peste Bubônica, que matou cerca
de 2/3 de toda a população da Europa.
E entre as classes sociais, a nobreza foi a menos
prejudicada pela crise, ao contrário do que ocorreu
com a burguesia.
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A que há identificação entre Ciência e Fé, no período
da Reforma, sendo isso um dos fatores para a criação
do Protestantismo.
B divergências entre Medicina e Fé, exemplificadas
pela atual prevenção da AIDS, que tem por base o
persistente princípio religioso da inexistência decontágio.
C que o empirismo científico foi estimulado pela
religiosidade europeia medieval, durante o
Renascimento.
D entraves no desenvolvimento científico provocados
pelos ideais religiosos, quando a Igreja Católica era
hegemônica na Europa Ocidental.
E que a Medicina ocidental apresentou grande
progresso, devido à fé religiosa, durante a Peste
Negra na Europa
Questão 5
(UFRGS) Leia o texto abaixo. "Tão grande era o número
de mortos que, escasseando os caixões, os cadáveres
eram postos em cima de simples tábuas. Não foi um só o
caixão a receber dois ou três mortos simultaneamente.
Também não sucedeu uma vez apenas de esposa e
marido, ou dois e três irmãos, ou pai e filhos, serem
enterrados no mesmo féretro [...]. Para dar sepultura à
grande quantidade de corpos que se encaminhavam a
qualquer igreja, todos os dias, quase toda hora, não era
suficiente a terra já sagrada; e menos ainda seria
suficiente se se desejasse dar a cada corpo um lugar
próprio, conforme o antigo costume. Por isso passaram-
se a edificar igrejas nos cemitérios, pois todos os lugares
estavam repletos, ainda que alguns fossem muito
grandes; punham-se nessas igrejas, às centenas, os
cadáveres que iam chegando; e eles eram empilhados
como as mercadorias nos navios [...]." BOCCACCIO, Giovanni.
"Decamerão". São Paulo: Abril, 1981.
O testemunho do escritor italiano Boccaccio faz
referência ao advento da Peste Negra na Europa
ocidental, a qual acelerou a crise do sistema feudal dos
séculos XIV e XV. Assinale, entre as alternativas abaixo, o
fator ao qual essa crise pode ser relacionada.
A Nos séculos XIV e XV, a economia europeia tornou-
se predominantemente urbana, o que acarretou falta
de trabalhadores no campo para a produção
agrícola. Sem boas condições de alimentação, a
população ficou mais sujeita às doenças.
B O crescimento demográfico afirmou-se ao longo da
Baixa Idade Média até um ponto em que a produção
do sistema feudal não foi mais capaz de alimentar a
população, que ficou fragilizada.
C As técnicas de produção eram muito desenvolvidas
para a época, a ponto de provocarem uma
superprodução que gerou o desequilíbrio do
sistema.
D A servidão, instaurada como forma predominante de
trabalho na Europa ocidental a partir do século XV,
enfraqueceu a população e levou à mortalidade
endêmica.
E Como resultado da mortalidade provocada pela
Peste Negra, os nobres decretaram leis para auxiliar
a população camponesa.
Questão 6
(Mackenzie) A crise do sistema feudal agravou-se no
século XIV com o início da Guerra dos Cem Anos entre
França e Inglaterra (1337-1453). Eduardo III, rei dos
ingleses, invadiu a França, declarando-se rei. A respeito
desse período, é correto afirmar que:
B a vitória dos ingleses sobre os exércitos de Joana D
Arc, filha de humildes camponeses, nas batalhas de
Orleans, Reims, Paris, Toulouse e Compiégne,
acabaram por definir a sorte da guerra a seu favor,
apesar da mítica religiosidade católica dos
franceses.
C após a vitória, a França mergulhou em um novo
conflito, a Guerra das Duas Rosas, uma disputa pelo
trono motivada pelos interesses monárquicos da
família Lancaster, que acabou sendo derrotada por
Luís IX, em Toulouse.
D as transformações no modo de exploração feudal
acabaram por beneficiar a nobreza francesa, que
permaneceu neutra durante o conflito, enquanto o
rei era obrigado a se aliar à burguesia para conseguir
recursos para armar seu exército.
E ocorreu a morte de inúmeros camponeses ingleses
em virtude da brutal retaliação dos franceses, que,
depois de expulsarem os ingleses de suas terras,
passaram a ocupar e explorar os territórios dos
anglo-saxões.
A eclodiram, na França, revoltas de camponeses,
famintos e insatisfeitos com a superexploração,
conhecidas pelo nome de "Jacqueries", em alusão a
Jacques Bonhomme, expressão que os nobres
usavam para designar o homem do campo.
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Questão 8
(FGV/2013) Guerra dos Cem Anos — Denominação
dada a uma série de conflitos ocorridos entre a França e
a Inglaterra no período 1337-1475. O termo, que vem
sendo considerado impróprio, é uma criação moderna
dos historiadores do século XIX, introduzido nos
manuais escolares.(...). Alguns historiadores têm mesmo
proposto que seja utilizada a expressão “cem anos de
guerra” e não a tradicional. (Antônio Carlos do Amaral Azevedo,
Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos apud Luiz Koshiba,
História: origens, estruturas e processos)
Sobre essa guerra, é correto afirmar que:
D derivou da disputa por territórios recém-
descobertos por franceses no norte da África, mas
que eram estratégicos para a expansão da economia
inglesa, já produtora de manufaturados.
Questão 9
(FEI-SP) Há seiscentos anos nascia Santa Joana D’Arc em
Domrémy (França). Aos 19 anos tornou-se uma heroína
nacional e mártir da religião. A vida de Joana D’Arc está
associada à:
A Guerra dos Cem Anos, que indica os conflitos
armados entre a França e Sacro-Império Romano-
Germânico resultantes das rivalidades entre
católicos e protestantes.
B Guerra das Duas Rosas, lutas dinásticas realizadas
pela sucessão do trono da França durante o século
XV.
C Guerra dos Trinta Anos, ocorrida entre a França e a
Espanha durante a dinastia dos Habsburgos. Neste
conflito, Joana D’Arc foi queimada na fogueira pela
Inquisição espanhola.
D Guerra dos Cem Anos, que indica uma série de
conflitos armados entre Inglaterra e França entre os
séculos XIV e XV.
Questão 7
Sobre a Crise do século XIV, é incorreto afirmar:
A decorreu diretamente da chamada Crise do Século
XIV, pois a Inglaterra e a França tinham leituras
divergentes da paralisia econômica que atingiu a
Europa ocidental desde os primeiros anos desse
século.
D em pouco tempo, milhares de europeus foram
dizimados por uma terrível epidemia que se alastrou
graças às péssimas condições de higiene daquela
época.
A que em regiões da Bélgica, França e Inglaterra, os
camponeses envolveram-se em grandes revoltas
que ficaram conhecidas pelo nome de “jacqueries”.
B que as últimas décadas do período medieval foram
marcadas por guerras, centralização do poder
político e reorganização das atividades econômicas.
C que temendo a escassez de alimentos – o que de fato
aconteceu –, vários nobres facilitaram a saída dos
servos de suas propriedades, pretendendo trocá-los
por trabalhadores assalariados.
B resultou da imediata reação da França, aliada dos
reinos de Castela e Aragão, à aliança econômica e
militar entre a Inglaterra e Portugal, iniciando o mais
sangrento conflito bélico da Europa moderna.
C desenrolou-se quase toda em território francês, com
batalhas entremeadas por tréguas e períodos de
paz, e as suas origens se ligam à sucessão do trono
francês, também disputado pela Inglaterra.
E desenvolveu-se no contexto das reformas religiosas,
obrigando cada nação europeia a se posicionar na
defesa ou não do papado, fator principal do conflito
bélico entre franceses e ingleses.
E Expansão do Reino Franco, que, ao incorporar a
maior parte da Europa Ocidental e Central,
configurou o Império Carolíngio.
Questão 10
(Mackenzie) A peste negra, que dizimou cerca de um
terço da população européia, as revoltas camponesas
ocasionadas pelo precário equilíbrio da produção
agrícola, e a Guerra dos Cem Anos, entre França e
Inglaterra, foram responsáveis:
A pela formação da sociedade feudo-clerical.
B pela crise do mercantilismo econômico.
C pelo fortalecimento da nobreza em detrimento do
poder real.
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A A C D B A
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C C D E B E
A a expansão agrícola que precedeu a crise do século
XIV foi realizada às custas de arroteamentos, o que
contribuiu para minimizar o impacto ambiental e
conter o processo inflacionário.
B a diminuição da produtividade levou a uma maior
exploração da mão de obra camponesa. Nesse
momento a teoria das três ordens foi responsável
pela aceitação do aumento da tributação, evitando,
assim, as revoltas camponesas.
C os deslocamentos de camponeses que fugiam para
as cidades ajudaram na eliminação da epidemia nas
zonas rurais, já que a peste apenas atingia as
populações mais pobres e desnutridas.
D tentando fazer frente à crise do século XIV, a Igreja
transferiu sua sede de Roma para Avignon, na
França. Essa medida contribuiu para manter a
unidade da cristandade, a autonomia e o caráter
universalista da Igreja.
E nesse contexto, a fome e as epidemias contribuíram
para o processo de desintegração do feudalismo e o
fortalecimento do poder dos reis, que aos poucos
foram tomando para si a autoridade administrativa e
militar até então em mãos senhoriais.
D pela aceleração da crise do absolutismo.
E pela crise do feudalismo e consolidação do poder
real.
Questão 11
(UFSC) Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as
afirmativas abaixo com relação à Guerra dos Cem Anos:
( ) a guerra contribuiu para consolidar o regime feudal
na França e na Inglaterra.
( ) uma das causas da guerra foi o controle de territórios
franceses pela Inglaterra.
( ) o principal objetivo de Joana d´Arc era levar o Delfim
a Reims para ser coroado como Carlos VII, rei da França.
( ) a guerra não foi contínua e entre as razões da
interrupção das hostilidades estão as tréguas e a peste
negra.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência
CORRETA, de cima para baixo.
A V - V - F - F
B F - V - V - V
C F - V - F - V
D F - V - F - F
E F - F - V – V
Questão 12
(UFJF/2017) Leia com atenção o texto a seguir sobre o
fim do período medieval. ... o final do milênio medieval
costuma ser visto sob a forma de uma crise profunda e
generalizada. Brutal, a mortalidade provocada pelo
bacilo da peste espalha-se rápida e maciçamente. Os
doentes sucumbem em alguns dias, sem remédio nem
alívio possíveis. No dizer das testemunhas, toda
organização social, até os laços familiares, foi
violentamente perturbada por isso. (BASCHET, J. A civilização
feudal: do ano mil à colonização da América. São Paulo: Globo, 2006,
p.247-248. Adaptado.)
Acerca da chamada “Crise do século XIV”, assinale a
alternativa CORRETA:
Gabarito
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duzz.compela existência da propriedade privada e pela
produção de excedentes econômicos.
Questão 8
(UNICENTRO/2010) Recentemente, no estado
americano de Arkansas, a teoria da evolução elaborada
por Charles Darwin foi retirada dos currículos e teve
proibida a sua utilização.
Não obstante, os estudos paleontológicos,
antropológicos e arqueológicos vêm possibilitando
avanços na compreensão do período da pré-história,
confirmando a existência de um longo período em que
ocorreu o processo de hominização. Sobre esse
processo, analise as afirmações abaixo.
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I - As mais antigas formas de vida humana registradas
pela Paleontologia denominam-se hominídeos, como
comprovam os achados dos fósseis identificados como
Australopithecus, Pithecantropus, Sinantropus, entre
outros.
II - Os fósseis demonstram que, no curso evolutivo da
Humanidade, mais de um milhão de anos antes de surgir
o 'Homo Sapiens', existiram várias espécies a caminho da
humanização, e as mudanças físicas ocorridas ao longo
de centenas de milhares de anos propiciaram sua
adaptação a qualquer ambiente.
III - As evidências arqueológicas indicam que a espécie
humana não nasceu pronta nem física, nem
culturalmente. Necessitou de um enorme período de
tempo para desenvolver um conjunto de habilidades
técnicas e de conhecimentos que lhe permitisse elaborar
instrumentos de trabalho e utensílios.
Estão corretas:
A Apenas I
B Apenas II
C Apenas III
D Apenas II e III
A Os homens aprenderam a polir a pedra. A partir de
então, conseguiram produzir instrumentos (lâminas
de corte, machados, serras com dentes de pedra
mais eficientes e mais bem acabados.
B Os homens descobriram uma forma nova de obter
alimentos: a agricultura, que os obrigou a conservar
e cozinhar os cereais.
C Semeando a terra, criando gado, produzindo o
próprio alimento, os homens não tinham mais por
que mudar constantemente de lugar e tornaram-se
sedentários.
D Os homens conheciam uma economia comercial e já
praticavam os juros.
Questão 11
(UPE/2014) O pesquisador Michael Richards examinou
isótopos de carbono (13C) e nitrogênio (15N) em ossos
de neandertais de 29 mil anos na Croácia. As proporções
relativas desses isótopos na parte proteica do osso
humano, conhecida como colágeno, refletem
diretamente a quantidade de proteína da dieta desses
indivíduos. Assim, pela comparação isotópica das
“assinaturas” nos ossos dos neandertais com a de outros
animais vivendo no mesmo ambiente, o autor pôde
determinar se a massa proteica obtida pelos neandertais
era proveniente de vegetais ou animais. (WONG, Kat.
Caçadores Neandertais.Scientific American, abril, 2000, p. 33. )
O texto acima se refere a uma detalhada pesquisa sobre
os hábitos dos antigos neandertais, que tinham como
uma de suas principais características:
A a alta aptidão para caça.
B a insipiência da técnica do fogo.
C a inadaptação a ambientes frios.
D a baixa habilidade para atividades predatórias.
Questão 9
(ESAN/2009) Sobre a conhecida Idade dos Metais, na
transição entre a Pré-História e a História, é possível
afirmar que:
A foi marcada pela utilização do cobre, bronze e ferro,
na produção de armas, instrumentos agrícolas.
utensílios domésticos, etc.
B apenas o bronze pode efetivamente ser apresentado
como o primeiro metal utilizado.
C os homens lutavam entre si, enquanto a economia
continuava coletora.
D a vida nômade dos primeiros grupos humanos foi
um estímulo para o uso dos metais.
E não existe ligação entre o uso dos metais e a
formação de grandes impérios.
Questão 10
(UFTPR/2008) Tradicionalmente, podemos definir a
pré-história como o período anterior ao aparecimento
da escrita.
Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C, pois foi
por volta desta época que os sumérios desenvolveram a
escrita cuneiforme. Com base nesse entendimento, qual
a alternativa que apresenta características das atividades
do homem na fase paleolítica?
E Os homens ainda não produziam seus alimentos,
não plantavam e nem criavam animais. Em verdade,
eles coletavam frutos, grãos e raízes, pescavam e
caçavam animais.
E um maior distanciamento da espécie homo sapiens.
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(FUVEST/2012) Há cerca de 2000 anos, os sítios
superficiais e sem cerâmica dos caçadores antigos foram
substituídos por conjuntos que evidenciam uma forte
mudança na tecnologia e nos hábitos. Ao mesmo tempo
que aparecem a cerâmica chamada itararé (no Paraná)
ou taquara (no Rio Grande do Sul) e o consumo de
vegetais cultivados, encontram-se novas estruturas de
habitações.(André Prous. O Brasil antes dos brasileiros. A pré-história
do nosso país. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 49. Adaptado.)
O texto associa o desenvolvimento da agricultura com o
da cerâmica entre os habitantes do atual território do
Brasil, há 2000 anos. Isso se deve ao fato de que a
agricultura
A favoreceu a ampliação das trocas comerciais com
povos andinos, que dominavam as técnicas de
produção de cerâmica e as transmitiram aos povos
guarani.
B possibilitou que os povos que a praticavam se
tornassem sedentários e pudessem armazenar
alimentos, criando a necessidade de fabricação de
recipientes para guardá-los.
C proliferou, sobretudo, entre os povos dos
sambaquis, que conciliaram a produção de objetos
de cerâmica com a utilização de conchas e ossos na
elaboração de armas e ferramentas.
D difundiu-se, originalmente, na ilha de Fernando de
Noronha, região de caça e coleta restritas, o que
forçava as populações locais a desenvolver o cultivo
de alimentos.
A I, II e III
B II, apenas
C I, apenas
D II e III, apenas
Questão 14
(UNICENTRO/2009) Durante muito tempo, a origem do
homem foi situada historicamente com base na
existência da escrita. Hoje os historiadores levam em
conta outros tipos de fontes históricas para o estudo da
vida humana considerando que nem todas as
sociedades são letradas e que o homem existiu antes da
escrita. Assinale a alternativa correta:
A Os fósseis são as únicas fontes de estudos para os
arqueólogos compreenderem a “evolução” da vida
humana.
B A arte rupestre é descartada como objeto de estudo
porque ela é apenas a expressão dos sentimentos
dos homens pré-históricos.
Questão 13
(UERN/2013) Ötzi, o homem do gelo, morto devido a
uma flechada 5,3 mil anos atrás, já foi esquadrinhado dos
pés à cabeça desde que foi descoberto por um casal de
montanhistas alemães nos Alpes italianos, perto da
fronteira da Áustria. (...) o seu genoma completo foi
apresentado em fevereiro de 2012. . Agora, usando os
recursos nanotecnológicos de um microscópio atômico,
cientistas conseguiram isolar o sangue da múmia. A
amostra tem as hemácias mais antigas do mundo de que
se têm notícia.
Questão 12
E era praticada, prioritariamente, por grupos que
viviam nas áreas litorâneas e que estavam, portanto,
mais sujeitos a influências culturais de povos
residentes fora da América.
Além da constatação de que Ötzi morreu apenas 30
minutos depois da flechada no ombro, a nova técnica
poderá ajudar os médicos forenses a pesquisar crimes
contemporâneos... os cientistas forenses encontram
dificuldades em dizer se o sangue da cena de um crime
tem dias ou meses de idade, mas, estudando a
elasticidade de 5 mil anos de sangue, esperam ser
capazes de fazer uma contribuição reaI para a
compreensão do envelhecimento sanguíneo. (Revista
Aventuras na História. Junho de 2012. p. 8.)
Elucidar os mistérios do cotidiano pré-histórico é uma
das funções das pesquisas arqueológicas atuais. A
descoberta do passado não é fácil e passa por processoscomplexos e, às vezes, demorados. Analise as afirmativas
a seguir.
I. Utilizando processos como a coleta e a escavação, a
arqueologia estuda os costumes e as culturas dos povos
antigos por meio de artefatos, monumentos etc.
II. As informações coletadas devem ser analisadas de
forma isolada, de maneira que os antigos vestígios
possam ser utilizados apenas numa perspectiva atual e
definitiva.
III. Através da observação somente, os cientistas podem
datar fatos e objetos históricos com precisão e
interpretar fatos remotos sobre a vida de nossos
ancestrais.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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III. O conhecimento histórico, baseado nas concepções
científicas, demarca o aparecimento da espécie humana
no período Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, ao
que se segue o período Neolítico ou Idade da Pedra
Polida e depois o período da Idade dos Metais, que,
reunidos, compõem a chamada "PRÉ-HISTÓRIA".
Está(ão) correta(s):
C Os estudos pré-históricos e arqueológicos não são
favorecidos com as novas descobertas científicas e
tecnológicas.
D Para compreender os primeiros ancestrais humanos,
os cientistas analisam ossos, restos de fogueira,
ferramentas, pontas de flechas, etc, encontrados em
escavações arqueológicas.
Questão 15
(UFRGS/2006) A denominação "Revolução Neolítica",
cunhada nos anos 60 pelo arqueólogo Gordon Childe,
refere-se a uma série de intensas transformações. Entre
essas mudanças, pode-se citar:
A a criação do poder político centralizado associado
ao domínio do poder religioso.
B instituição privada das terras, com o cultivo de
cereais e a criação de animais.
C a transição da economia de subsistência para uma
economia industrial.
D o desenvolvimento de conglomerados urbanos
baseados no trabalho escravo.
E o surgimento da divisão do trabalho, com a
atribuição de papel produtivo relevante à mulher.
Questão 16
(UFPB/2007) As relações entre as explicações míticas e
as científicas encontram, na origem da espécie humana,
um dos pontos fundamentais e controvertidos. Sobre tais
explicações, leia as afirmativas.
I. O livro do Gênesis estabelece, sobretudo para as
tradições religiosas judaico-cristãs, o mito do Éden, no
qual viviam Adão, criado por Deus e feito à sua
semelhança, e Eva, criada também por Ele a partir de
uma costela de Adão. Desse casal, descenderiam todos
os homens. Os partidários dessa explicação são
chamados de CRIACIONISTAS.
II. O livro "A Origem das Espécies", de autoria do
naturalista inglês do século XIX, Charles Darwin,
estabelece, nas tradições modernas, a consolidação de
uma explicação científica sobre o aparecimento da vida
e o surgimento do 'homo sapiens', que seria resultado
das mutações genéticas adaptativas de símios. Essa
explicação ficou conhecida como EVOLUCIONISTA.
Questão 17
(UFPEL/ 2006)
Texto 1
"Em todo o mundo, a leste e a oeste, as populações
começaram a trocar a dependência às hordas de
grandes animais "muitas das quais em rápido declínio"
pela exploração de animais menores e de plantas. [...]
Onde as condições fossem particularmente adequadas
[...], as peças do quebra-cabeça da domesticação se
acomodaram e os coletores transformaram-se em
agricultores." CROSBY, Alfred W. "Imperialismo ecológico". São
Paulo: Companhia das Letras, 1993.
Texto 2
"Os historiadores acostumaram-se a separar a coleta e a
agricultura como se fossem duas etapas da evolução
humana bastante diferentes e a supor que a passagem
de uma à outra tivesse sido uma mudança repentina e
revolucionária. Hoje, contudo, admite-se que essa
transição aconteceu de maneira gradual e combinada.
Da etapa em que o homem era inteiramente um caçador-
coletor passou-se para outra em que começava a
executar atividades de cultivo de plantas silvestres [...] e
de manipulação dos animais [...]. Mas tudo isso era feito
como uma atividade complementar da coleta e da caça."
In: VICENTINO, Cláudio. História para o ensino médio: história geral e do
Brasil. São Paulo: Scipione, 2005.
Os textos analisam:
A Apenas I
B Apenas II
C Apenas I e II
D Apenas II e III
E I, II e III
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Questão 19
(UFPE/2001) Sobre os ancestrais do homem moderno é
falso afirmar que:
A no Paleolítico inferior, viveram os primeiros bandos
de 'Australopitecos', 'Pithecantropus', 'Sinantropus'
e 'Paleontropus', todos pertencentes à família dos
homínidas.
B os homínidos do Plistoceno, ao contrário dos
homínidos do Paleolítico inferior, se constituíam em
uma única espécie.
A o final do Período Neolítico e se posicionam de
forma convergente quanto ao papel revolucionário
desempenhado pela agricultura e pela
domesticação dos animais.
B o início do Período Neolítico e divergem entre si a
respeito da existência da Revolução Neolítica, pois
enquanto um indica uma transformação radical, o
outro destaca a simultaneidade da caça, coleta e
agricultura.
C o início do Paleolítico Inferior e são contraditórios
entre si, no que se relaciona aos efeitos da
agricultura, dentre eles a sedentarização humana.
D o final do Paleolítico Superior, no momento em que
ocorreu a Revolução Agrícola, ambos afirmando que
a caça e a coleta foram suprimidas pela agricultura.
E a Transição Mesolítica, e concordam que, com o
cultivo das plantas e a criação de animais, ocorreu a
suspensão das atividades de caça e coleta,
provocando a Revolução Neolítica.
Questão 18
(UFPB/2006) Tendo em vista os conhecimentos atuais
sobre a evolução humana, na chamada Pré-História,
marque verdadeiro (V) ou falso (F) para as
caracterizações a seguir e assinale a sequência correta
( ) 'Australopithecus': considerado o mais antigo
hominídeo, tinha postura ereta e crânio pequeno, sendo
conhecidas, pelo menos, seis de suas espécies.
( ) 'Homo neanderthalensis': conviveu com o 'Homo
sapiens', era capaz de criar ferramentas e armas mais
sofisticadas, além de enterrar seus mortos e viver em
cavernas.
( ) 'Homo sapiens': única espécie de hominídeo
sobrevivente, desenvolveu e aprimorou a linguagem,
técnicas como o uso do fogo, instrumentos de trabalho
e armamentos, sendo capaz de se expressar através de
linguagem simbólica, como em pinturas no interior das
cavernas.
C com base nos estudos dos artefatos produzidos
pelos homínidos, foram classificadas duas culturas: a
cultura do núcleo e a cultura das lascas.
D vivendo em bandos, os homínidos desenvolveram
cooperação, produção e transmissão de
conhecimento.
Questão 20
(UNB/2013) Há cerca de 4 milhões de anos, um ramo
dos primatas que vivia em árvores começou a
experimentar um novo meio de vida, ao aventurar-se em
extensas pradarias, e alguns deles passaram a dominar a
arte de caminhar sobre duas patas. Seus cérebros se
avolumaram com a experiência de usar as mãos, que
estavam livres para produzir ferramentas que os
ajudassem a sobreviver nas condições hostis causadas
pelas mudanças climáticas. Chimpanzés de duas patas
evoluíram rapidamente para criaturas como você e eu —
primatas que aprenderam a conversar, cantar, acender
fogueiras e até a desenhar. Christopher Lloyd. O que aconteceu
na Terra? A história do planeta, da vida e das civilizações, do big bang
até hoje. Rio de Janeiro: Intrínseca, p. 81.
Acerca da pré-história e da história antiga do continente
africano, assinale a opção correta.
A V-F-V
B F-V-F
C F-F-V
D V-V-F
E V-V-V
E segundo estudos geológicos, e paleontológicos, os
ancestrais do 'Homo sapiens', assim como o 'Homo
sapiens', última espécie homínida, surgiu no
Plistoceno.
A O povoamento da África foi iniciado, há mais de
100.000 anos, por ondasmigratórias originadas da
América do Sul.
B No Egito Antigo, o sistema político se caracterizou
pela divisão de poderes entre o faraó e o
parlamento, sendo este constituído de
representantes eleitos pelos cidadãos livres.
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01 02 03 04 05
C A E A A
06 07 08 09 10
C A D A E
11 12 13 14 15
A B C D E
16 17 18 19 20
E B E B D
C As antigas civilizações africanas não conheciam a
metalurgia até que colonos romanos introduzissem
técnicas de produção de artefatos de ferro por volta
do século I d.C.
D Após terem sido mantidos, por séculos, sob
dominação egípcia, os núbios invadiram o sul do
Egito e fundaram uma dinastia de faraós, que
dominou a região do Nilo por cerca de 100 anos.
Gabarito
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Questão 1
(ENEM/2009) O Egito é visitado anualmente por
milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta,
desejosos de ver com os próprios olhos a grandiosidade
do poder esculpida em pedra há milênios: as pirâmides
de Gizeh, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos
templos construídos ao longo do Nilo.
O que hoje se transformou em atração turística era, no
passado, interpretado de forma muito diferente, pois
A significava, entre outros aspectos, o poder que os
faraós tinham para escravizar grandes contingentes
populacionais que trabalhavam nesses
monumentos.
B representava para as populações do alto Egito a
possibilidade de migrar para o Sul e encontrar
trabalho nos canteiros faraônicos.
C significava a solução para os problemas econômicos,
uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas
riquezas, construindo templos.
D representava a possibilidade de o faraó ordenar a
sociedade, obrigando os desocupados a
trabalharem em obras públicas, que engrandeceram
o próprio Egito.
E significava um peso para a população egípcia, que
condenava o luxo faraônico e a religião baseada em
crenças e superstições.
Questão 2
(ENEM/2008) Ao visitar o Egito do seu tempo, o
historiador grego Heródoto (484 – 420/30 a.C.)
interessou-se por fenômenos que lhe pareceram
incomuns, como as cheias regulares do rio Nilo. A
propósito do assunto, escreveu o seguinte:
“Eu queria saber por que o Nilo sobe no começo do
verão e subindo continua durante cem dias; por que ele
se retrai e a sua corrente baixa, assim que termina esse
número de dias, sendo que permanece baixo o inverno
inteiro, até um novo verão. Alguns gregos apresentam
explicações para os fenômenos do rio Nilo. Eles afirmam
que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao
impedir que suas águas corram para o mar. Não
obstante, com certa freqüência, esses ventos deixam de
soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual.
Além disso, se os ventos do noroeste produzissem esse
efeito, os outros rios que correm na direção contrária aos
ventos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o
Nilo, mesmo porque eles todos são pequenos, de menor
corrente.” Heródoto. História (trad.). livro II, 19-23. Chicago:
Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações).
Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de
alguns gregos para os fenômenos do rio Nilo. De acordo
com o texto, julgue as afirmativas abaixo:
I. Para alguns gregos, as cheias do Nilo devem-se ao fato
de que suas águas são impedidas de correr para o mar
pela força dos ventos do noroeste.
II. O argumento embasado na influência dos ventos do
noroeste nas cheias do Nilo sustenta-se no fato de que,
quando os ventos param, o rio Nilo não sobe.
III. A explicação de alguns gregos para as cheias do Nilo
baseava-se no fato de que fenômeno igual ocorria com
rios de menor porte que seguiam na mesma direção dos
ventos.
É correto apenas o que se afirma em:
A I
B II
C I e II
D I e III
E II e III
Questão 3
(FATEC/2017) No século V a.C., Heródoto, historiador
grego, afirmou que “O Egito é uma dádiva do Nilo”.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a
principal razão de se atribuir ao rio Nilo uma importância
tão grande para o desenvolvimento do Egito Antigo.
A Nos períodos de cheias, as águas desse rio
fertilizavam as margens, o que possibilitou a
agricultura.
B Os faraós construíram barragens para obter
eletricidade, aumentando a produção de itens de
exportação.
C A navegação pelo grande rio permitiu que os
egípcios conquistassem o sul da Europa, formando
um grande império.
D Das margens do rio se retirava o barro com que eram
fabricados os tijolos utilizados na construção das
grandes pirâmides.
E Atravessando a África de norte a sul, o Nilo
possibilitou a integração cultural e econômica da
área entre o Saara e o deserto da Namíbia.
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C o prevalecimento da agricultura como única
atividade econômica, dada a impossibilidade de
caça ou pesca nas regiões ocupadas pelo antigo
Egito.
D a dificuldade de acesso à água em todo o Egito, o
que limitava as atividades de plantio e inviabilizava a
criação de gado de maior porte.
Questão 6
(CESMAC/2015) A história política do Egito Antigo é
geralmente dividida em períodos reconhecidos como
Pré-Dinástico, Antigo Império, Médio Império e Novo
Império. Dentre algumas das características do Médio
Império, é possível destacar:
A as revoltas sociais que eclodiram nas diversas
regiões que formavam o território egípcio.
B a divisão da população em comunidades
politicamente independentes, denominadas
Nomos.
Questão 4
(UNINTA/2016) A religião egípcia era repleta de mitos
e crenças interessantes. Acreditavam na existência de
vários deuses (muitos deles com corpo formado por
parte de ser humano e parte de animal sagrado) que
interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em
homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham
como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-
os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e
momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e
templos religiosos em sua homenagem.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/egito
Em relação à religião, marque a opção correta:
A A religião egípcia está baseada no monoteísmo
étnico.
B Eles não acreditavam na vida após à morte.
C Somente os Faraós poderiam ter o corpo
mumificado.
D A crença na vida após à morte está relacionada
diretamente com a conservação do corpo.
E Os egípcios não ligavam para a questão da religião,
eram alheios a tais conhecimentos.
Questão 5
(USP/2015) Examine estas imagens produzidas no
antigo Egito:
As imagens revelam:
A o caráter familiar do cultivo agrícola no Oriente
Próximo, dada a escassez de mão de obra e a
proibição, no antigo Egito, do trabalho compulsório.
B a inexistência de qualquer conhecimento
tecnológico que permitisse o aprimoramento da
produção de alimentos, o que provocava longas
temporadas de fome.
C a construção de grandes obras hidráulicas e das
maiores pirâmides.
D o acirramento das disputas entre nobres e faraós
pelo poder político e religioso.
Questão 7
(UEPA/2014) Os escribas do Egito antigo ocupavam
uma posição subalterna na hierarquia administrativa
governamental frente à aristocracia burocrática. Sua
posição social era inferior em relação aos conselheiros
do Faraó, aos chefes da administração, à nobreza
territorial, à elite militar e aos sacerdotes. Mas as
características de seu ofício os afastavam de trabalhos
forçados e das arbitrariedades das elites, que
subjugavam e exploravamcamponeses livres e escravos
de origem estrangeira.
Tal condição privilegiada se explicava:
E a importância das atividades agrícolas no antigo
Egito, que ocupavam os trabalhadores durante
aproximadamente metade do ano.
E o militarismo e a expansão territorial, sendo
conquistadas a Síria e parte do território palestino.
A pelas possibilidades de ascensão social dos escribas
que, em função do sucesso de suas carreiras,
poderiam ocupar posições no alto escalão da
administração pública.
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B por serem provenientes do meio social dos felás,
camponeses livres, que investiam na formação
educacional de seus filhos mais inclinados ao serviço
público.
C pelo domínio dos escribas dos segredos da escrita
demótica e dos hieróglifos, do cálculo e, por
conseguinte, da organização das atividades da
administração pública.
D pelo domínio exclusivo dos escribas do idioma
escrito, da matemática, da agrimensura e dos
processos administrativos em geral.
E pela dependência direta de faraós e altos
funcionários reais relativa aos conhecimentos dos
escribas, que formavam uma corporação intelectual
dotada de poder político.
B divergências religiosas entre os nomos, fator
permanente de instabilidade política e religiosa do
Império.
C constantes invasões de povos estrangeiros no Egito
como hicsos e assírios, que impuseram suas crenças
religiosas às populações nativas.
D disparidade entre a religião dos nobres,
antropomórfica, e as crenças zoomórficas dos
camponeses.
E penetração do monoteísmo hebreu no Egito,
quando do estabelecimento de sua condição de
servos do estado no século XIII a.C.
Questão 10
(UNISC/2012) No início de 2011, o mundo assistiu a um
truculento movimento de contestação política no Egito.
Segundo a divulgação da mídia, os manifestantes
pediam por transformações no cenário político,
questionando e exigindo o fim do exercício de poder de
Hosni Mubarak, há mais de quatro décadas no poder.
Essa conjuntura do mundo contemporâneo seria
inimaginável no Egito Antigo, no qual a sociedade era
relativamente estável e o poder mantinha-se, de forma
inquestionável, nas mãos do faraó.
Nesse sentido, é possível afirmar, sobre o exercício do
poder no Egito Antigo, que ele
A era democrático, de caráter eletivo, marcado pela
indicação de um representante do povo pelos
sacerdotes.
B era monárquico, de caráter hereditário, marcado
pela escolha da figura real entre a casta sacerdotal.
C era teocrático, de caráter eletivo, marcado pela
presença do corpo sacerdotal indicando o
governante.
D era monárquico, de caráter hereditário, marcado
pela separação entre as crenças divinas e o poder
real.
Questão 8
(UFT/2014) A construção das pirâmides do Egito antigo
ainda está envolta em mistérios e curiosidades, sendo
fonte de estudos na História, na Engenharia, na
Matemática e na Arte.
O processo de construção das pirâmides caracteriza-se
pela:
A despreocupação em edificar um templo duradouro.
B arquitetura dissociada de funções de ordem
funerária.
C aplicação de diversos materiais como a madeira e o
estanho.
D grandiosidade em suas dimensões e em uma
estrutura sólida.
E utilização de tijolos de argila na edificação de suas
paredes internas.
Questão 9
(UEPA/2015) O politeísmo presente na cosmologia
religiosa do antigo Egito resultou da combinação de
divindades cultuadas nos vários nomos (comunidades
camponesas) submetidos à autoridade do Faraó desde
o Antigo Império. A organização e a hierarquia do
panteão de divindades egípcias foram abaladas ao
longo da sucessão de faraós em função da(s):
E era teocrático, de caráter hereditário, marcado pela
crença de que o governante era a encarnação de
uma divindade.
A disputas políticas entre o faraó e a classe sacerdotal,
elite controladora dos templos e da administração
burocrática do Império.
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(FACERES/2018) Leia o trecho a seguir:
“A imagem do Egito antigo que temos no senso comum
do ocidente contemporâneo é tão artificial que uma
criança dificilmente associa o Egito ao seu continente, a
África (...). O povo do Egito antigo era negro. Diversos
textos antigos (gregos e árabes) assim os relatam. Na
historiografia moderna, porém, esses textos são
ignorados. O processo de construção de uma imagem
eurométrica do povo egípcio se dá de forma maquínica:
a arte, a literatura e a mídia ocidentalizam sua imagem
(embranquecem a pele e normativizam suas relações
sociais pelo padrão europeu); sua existência enquanto
povo é dissociada da África” (COURI, Aline. O
embranquecimento histórico do Egito. 11 abr. 2016. Disponível em
http://www.geledes.org.br Acesso em 25 fev. 2018).
Segundo o ponto de vista exposto no texto pela
pesquisadora Aline Couri, a respeito desse processo de
“branqueamento” do Egito antigo, é correto afirmar que:
A Ele é fruto do desejo daquele povo em se
assemelhar aos europeus da época, potencialmente
superiores.
B É um processo oriundo dos documentos históricos
que descreveram o povo egípcio de tez clara,
caucasiana.
C Trata-se de um racismo reverso, pois os egípcios de
hoje procuram se distanciar de seu passado
europeizado.
D Trata-se de um racismo historiográfico, que
negligenciou a negritude de um dos mais
importantes povos africanos.
A a rígida hierarquia da sociedade dificultou a
formação de uma classe mercantil, o que impediu
que o comércio conhecesse qualquer dinamismo.
B os escravos eram a base da prosperidade da
civilização egípcia, sendo especialmente
maltratados e, em gigantesca maioria, eram
adquiridos em entrepostos comerciais do litoral
atlântico africano.
C os escribas, considerados como os olhos e os
ouvidos do faraó, eram sacerdotes oriundos das
camadas sociais mais elevadas, recebiam grandes
propriedades e exerciam considerável influência
política.
D o proprietário de todas as terras era o faraó,
cabendo ao Estado dirigir toda a atividade
econômica e o fornecimento de alimentos; às
comunidades era relegada apenas a posse e o
direito de usufruir da terra.
Questão 13
(UEG/2015) Leia o texto a seguir.
Amanheces formoso no horizonte celeste,
Tu, vivente Aton, princípio da vida!
Quando surgiste no horizonte do oriente
Inundaste toda a terra com tua beleza.
[...]
Ó Deus único, nenhum outro se te iguala!
Tu próprio criaste o mundo de acordo com tua vontade,
Enquanto ainda estavas só.
HINO A ATON. In: PINSKI, Jaime. 100 textos de História Antiga. São
Paulo: Contexto, 2009. p. 56-57.
O faraó Amenófis IV (1377-1358 a. C.), como parte de
uma estratégia política que visava diminuir o poder da
classe sacerdotal egípcia, realizou uma reforma religiosa
que teve como principal tópico a
A adoção do Deus dos hebreus, que se encontravam
escravizados no Egito, mas tendo José como um
importante membro da corte.
Questão 12
(UNAERP/2017) A civilização egípcia, uma das mais
poderosas da Antiguidade, desenvolveu-se às margens
do rio Nilo, no norte da África, a partir do IV milênio a.C.
Graças às periódicas cheias do rio, que fertilizavam suas
margens, e à construção de diques e canais de irrigação,
uma forte agricultura se desenvolveu no Egito Antigo,
gerando grande crescimento populacional que exigia
um forte poder político.
Sobre sua economia, política e sociedade, é correto
afirmar que:
Questão 11
E Trata-se de uma visão oriunda das crianças árabes e
gregas, que não associam o Egito ao seu continente,
a África.
E o sistema econômico era descentralizado e ficava
sob responsabilidade dos governadores provinciais,
que remetiam ao faraó metade da riqueza produzidapelas comunidades de agricultores e mineradores.
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B definição de que o próprio faraó Amenófis IV, que
adotou o nome de Akhenaton, seria o deus único
dos egípcios.
C imposição de deuses estrangeiros trazidos do
Oriente, levados para o Egito por meio das rotas
comerciais favorecidas pelo faraó.
D imposição do monoteísmo, adotando o culto oficial
a um deus único e proibindo adoração às outras
deidades do panteão egípcio.
Questão 14
(UEA/2013) Os egípcios da Antiguidade acreditavam
que a vida continuava no além-túmulo e que, para isso,
era preciso que o ambiente social, em que os donos dos
túmulos viveram, fosse representado nas suas paredes.
Essas pinturas da tumba de Nakht, escriba do Império,
representam
Questão 15
(UNICISAL/2011) No Egito Antigo, a mumificação do
corpo de um morto era uma arte. O corpo passava por
várias fases. Uma delas era a dessecação; para tanto, o
cadáver era coberto com natrão e estendido sobre uma
mesa por quarenta dias, onde perdia 75% de seu peso.
Para os egípcios, a mumificação relacionava-se à crença
de que
A o corpo que se deteriorasse após a morte estava
condenado à separação do deus Anúbis.
B os sacerdotes e o faraó somente abençoavam os
corpos que se encontravam conservados.
C a manutenção do corpo perfeito, mesmo sem vida,
era necessária para a prática diária do culto aos
mortos.
D a vida perpétua era real e os corpos tinham de ser
preservados para o seu reencontro pela alma.
E o tratamento do corpo do morto garantiria sua
salvação e o encontro com Rá, o deus-sol.
A as intervenções e modificações realizadas pelos
antigos egípcios no mundo natural, por meio de
técnicas e conhecimentos adquiridos.
B as secas periódicas, que afligiam os antigos egípcios
e resultavam do baixo índice pluviométrico nas
cabeceiras do rio Nilo.
C os conflitos sociais presentes na antiga sociedade
egípcia que opunham a nobreza aos altos
funcionários públicos.
D o poder teocrático dos faraós que eram
considerados filhos do deus Sol e, devido a isso,
justos e infalíveis.
E a falta de habilidade dos antigos pintores egípcios,
incapazes de retratar a vida cotidiana da população.
Questão 16
(UTFPR/2013) Em relação à economia do Antigo Egito
é correto afirmar que:
A por sua proximidade com o Mar Mediterrâneo era
muito desenvolvido o comércio marítimo.
B o comércio de manufaturas egípcias abastecia
outros povos do Mar Mediterrâneo.
C a agricultura dependia, em grande parte, das cheias
do Rio Nilo.
D a criação de gado e a mineração eram os setores
econômicos mais importantes.
E a agricultura, a mineração e o artesanato tinham a
mesma importância econômica.
Questão 17
(UNICENTRO/2011) As primeiras sociedades
organizadas em Estados surgiram em regiões férteis, às
margens de rios que alagavam nos períodos de cheias.
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Questão 19
(FURG/2011) Aos egípcios devemos uma herança rica
em cultura, ciência e religiosidade: eram habilidosos
cirurgiões e sabiam relacionar as doenças com as causas
naturais; criaram as operações aritméticas e inventaram
o sistema decimal e o ábaco. Sobre os egípcios, pode-se
ressaltar que
A deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas
de escrita: o hierático, empregado para fins práticos,
e o demótico, uma forma simplificada e popular do
hierático.
B fizeram o uso da escrita cuneiforme, que inicialmente
foi utilizada para designar objetos concretos e
depois ganhou maior complexidade.
O aproveitamento do solo, de forma a garantir a
sobrevivência das comunidades, dependia de grandes
obras, do esforço concentrado e organizado de muitos
homens. A construção de diques, canais e de sistemas
de irrigação que conduzissem a água para regiões
menos férteis ficaram a cargo dos respectivos governos.
(CAMPOS; MIRANDA, 2005, p. 21).
A necessidade de um governo centralizado, para o
controle das águas dos rios, entre outros, nas primeiras
sociedades organizadas da Antiguidade, deu origem a
um Estado
C foram conhecidos pelas construções de navios, que
os levaram a conquistar as rotas comerciais para o
Ocidente, devido a sua posição geográfica, perto do
mar Mediterrâneo.
D praticaram o sacrifício humano como forma de obter
chuvas e boas colheitas, haja vista o território onde
se desenvolveram ser desértico.
Questão 20
(UNICENTRO/2012) É comum a afirmação de que a
organização econômica e social do Egito Antigo foi
marcada pela presença de um estado burocrático e
tributário. Para caracterizar o funcionamento da
economia egípcia, assinale a alternativa correta.
A liberal.
B pluripartidário.
C socialista.
D teocrático.
E usaram as pirâmides para fins práticos, como, por
exemplo, a observação astronômica.
A Era patente a presença dos funcionários reais
(nomarcas, tjatis/vizir) realizando o controle da
produção, tanto medindo a extensão das cheias do
Nilo nos nomos e distribuindo as sementes, quanto
na cobrança de tributos.
B O emprego da produção acaba por caracterizar a
economia egípcia como avançada e progressista,
pois a presença de tais funcionários fazia que a
produção fosse garantida sob ordens superiores.
Questão 18
(FATEC/2013) “As crenças religiosas dos antigos
egípcios tiveram uma influência importante no
desenvolvimento da sua cultura, embora nunca tenha
existido entre eles uma verdadeira religião, no sentido
de um sistema teológico unificado. A fé egípcia baseava-
se na acumulação desorganizada de mitos antigos, culto
à natureza e inumeráveis divindades”.
As manifestações religiosas da cultura egípcia
caracterizaram-se por uma estreita relação com a
natureza. Por isso:
A a astronomia foi pouco desenvolvida, em virtude do
misticismo que cercava os estudos dos astros.
B as esculturas humanas não possuíam feições
definidas, pelo temor de ofender aos deuses da
natureza.
C os deuses assumiram características
antropozoomórficas, em formas de animais ou de
forças da natureza.
D os templos obedeciam às linhas ditadas pelas formas
naturais, impedindo a criatividade dos artistas
E todos os mortos eram colocados em sarcófagos e
guardados nas pirâmides para serem protegidos
contra a ira divina da natureza.
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01 02 03 04 05
A A A D E
06 07 08 09 10
C C D A E
11 12 13 14 15
D D D A D
16 17 18 19 20
C D C A A
C A economia egípcia era formada por unidades de
produção - nomos -, como propriedades do Estado
faraônico trabalhadas pelos camponeses, que
passavam a ser proprietários conforme a liquidação
das dívidas de tributos.
D A produção agrícola era armazenada nos celeiros
reais e jamais era redistribuída, pois, durante o ano,
era utilizada nas construções e na manutenção da
família do faraó e funcionários reais.
Gabarito
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Questão 1
(UNESP/2013) [Na Mesopotâmia,] todos os bens
produzidos pelos próprios palácios e templos não eram
suficientes para seu sustento. Assim, outros rendimentos
eram buscados na exploração da população das aldeias
e das cidades. As formas de exploração eram
principalmente duas: os impostos e os trabalhos
forçados. (Marcelo Rede. A Mesopotâmia, 2002.)
Entre os trabalhos forçados a que o texto se refere,
podemos mencionar a
A internação de doentes e loucosem áreas rurais,
onde deviam cuidar das plantações de algodão,
cevada e sésamo.
B utilização de prisioneiros de guerra como artesãos
ou pastores de grandes rebanhos de gado bovino e
caprino.
C escravidão definitiva dos filhos mais velhos das
famílias de camponeses, o que caracterizava o
sistema econômico mesopotâmico como escravista.
D servidão por dívidas, que provocava a submissão
total, pelo resto da vida, dos devedores aos
credores.
E obrigação de prestar serviços, devida por toda a
população livre, nas obras realizadas pelo rei, como
templos ou muralhas.
Questão 2
(UEPG/2013) A Mesopotâmia foi dominada por
diversos povos durante a Antiguidade. Entre os povos
abaixo, assinale aquele que não habitou a região.
A ser ponto de confluência de rotas comerciais de
povos de diversas culturas.
B ter um subsolo rico em minérios, possibilitando o
salto tecnológico da idade da pedra para a idade
dos metais.
C apresentar um relevo peculiar e favorável ao
isolamento necessário para o crescimento
socioeconômico.
D possuir uma área agricultável extensa, favorecida
pelos rios Tigre e Eufrates.
E abrigar um sistema hidrográfico ideal para a
locomoção de pessoas e apropriado para
desenvolvimento comercial.
Questão 4
(UFC/2014) Leia com atenção as afirmativas a seguir
sobre as condições sociais, políticas e econômicas da
Mesopotâmia.
I – As condições ecológicas explicam por que a
agricultura de irrigação era praticada através de uma
organização individualista.
II – Na economia da Baixa Mesopotâmia, a fome e as
crises de subsistência eram frequentes, causadas pela
irregularidade das cheias e também das guerras.
III – Na Suméria, os templos e ziggurats foram
construídos graças à riqueza que os sacerdotes
administravam à custa do trabalho de grande parte da
população.
IV – A presença dos rios Tigre e Eufrates possibilitou o
desenvolvimento da agricultura e da pecuária e também
a formação do primeiro reino unificado da história.
Sobre as alternativas anteriores, é correto afirmar:
A I e II são verdadeiras.
B II e IV são verdadeiras.
C I e IV são verdadeiras.
D I e III são verdadeiras.
E II e III são verdadeiras.
A Babilônios.
B Sumérios.
C Bantos.
D Assírios.
E Caldeus.
Questão 3
(UFSM/2011) A região da Mesopotâmia ocupa lugar
central na história da humanidade. Na Antiguidade, foi
berço da civilização sumeriana devido ao fato de:
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Questão 5
(FCL/2012) Examine as proposições e responda de
acordo com o código.
I. A região que compreendia a Mesopotâmia, entre os
rios Tigre e Eufrates e atualmente parte do Iraque, foi
habitada entre 3200 e 2000 a.C. por diferentes povos
semitas, entre os quais se incluíam os sumérios.
II. A cidade de Babel, capital do império de Hamurábi,
desenvolveu-se e abrigou parte da civilização babilônica
antes do nascimento de Cristo.
III. Outro importante rei babilônico, em cujo império
foram construídas grandes obras arquitetônicas, foi
Nabucodonosor, que também viveu antes do
nascimento de Cristo.
A Todas as proposições são verdadeiras.
B Apenas as proposições I e II são verdadeiras.
C Apenas as proposições I e III são verdadeiras.
D Apenas as proposições II e III são verdadeiras.
E Todas as proposições são falsas.
Questão 6
(UFRN/2013) As sociedades que, na Antiguidade,
habitavam os vales dos rios Nilo, Tigre e Eufrates tinham
em comum o fato de:
A terem desenvolvido um intenso comércio marítimo,
que favoreceu a constituição de grandes civilizações
hidráulicas.
B serem povos orientais que formaram diversas
cidades-estado, as quais organizavam e controlavam
a produção de cereais.
Questão 8
(UEG/2012)
Artigo 200: Se um homem arrancou um dente de um
outro homem livre igual a ele, arrancarão o seu dente.
Artigo 201: Se ele arrancou o dente de um homem
vulgar pagará um terço de uma mina de prata.
Artigo 202: Se um homem agrediu a face de um outro
homem que lhe é superior, será golpeado sessenta
vezes diante da assembleia com um chicote de couro de
boi.
CÓDIGO DE HAMURÁBI. In: VICENTINO; DORIGO. História para o
Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2001. p. 47.
Estes artigos pertencem ao célebre Código de
Hamurábi, primeiro registro escrito de leis de que se tem
notícia. Com base na leitura dos exemplos apresentados,
conclui-se que
Questão 7
(FATEC/2011) O Iraque, recentemente em guerra com
os EUA e Inglaterra, já foi palco de uma grande
civilização na Antiguidade, a Mesopotâmia.
Desta civilização, inserida na área do Crescente Fértil, é
correto afirmar:
A teve em Senaqueribe seu mais importante rei, que
além de transformar a Babilônia num dos principais
centros urbanos, elaborou o 1º código de leis
completo, assentado nas antigas tradições
sumerianas.
B durante o governo de Nabucodonosor foram
realizadas grandes construções públicas,
merecendo destaque os "Jardins Suspensos da
Babilônia", considerados uma das maravilhas do
Mundo Antigo.
C Nabopalassar, que substituiu Nabucodonosor, não
conseguiu manter o império, que foi conquistado
por Ciro, o Grande, da Pérsia.
D Assurbanípal, rei dos Assírios, depois de dominar a
Caldeia, mudou a capital do império para a cidade
de Ur.
E com Hamurábi, os sumerianos, vindos do planalto
do Irã, fixaram-se na Caldéia e fundaram diversas
cidades autônomas, como Ur, Nínive e Babilônia.
C haverem possibilitado a formação do Estado a partir
da produção de excedentes, da necessidade de
controle hidráulico e da diferenciação social.
D possuírem, baseados na prestação de serviço dos
camponeses, imensos exércitos que viabilizaram a
formação de grandes impérios milenares.
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A a pena pelo delito cometido pode variar de acordo
com a posição social da vítima e do agressor.
B para a legislação de Hamurábi, a Lei de Talião era
absoluta, sempre “olho por olho, dente por dente”.
C Hamurábi conseguiu unificar a Babilônia a partir da
implantação de um só código de leis para todo o
território.
D os antigos babilônios consideravam que agredir a
face de um homem era mais grave do que arrancar
seu dente.
A às inovações na contabilidade dos recursos naturais
por meio da criação de um alfabeto fonético mais
prático do que a escrita cuneiforme.
B ao desenvolvimento dos centros urbanos e à
exploração comercial de bens manufaturados.
C ao aperfeiçoamento técnico que propiciou a
realização de obras para controlar os recursos
hídricos.
D ao estabelecimento de uma rede de estradas que
unificava as cidades em um só império.
Questão 11
(URCA/2007) Como no Egito, a base da economia na
Mesopotâmia era a agricultura. Sobre a agricultura na
Mesopotâmia, é correto afirmar que foi marcada:
A Pelo controle das cheias dos rios Tigre e Eufrates.
Esse controle exigia uma ação coletiva intensa.
B Pela presença das cheias do Rio Nilo, fator
determinante para definição das épocas de plantio e
colheita.
C Por uma localização geográfica muito favorecida
pelas chuvas constantes, o que lhe proporcionava
boas condições à plantação.
D Pelo emprego da tração animal, como o alce e o
lhama.
Questão 9
(UNESP/2015) A maior parte das regiões vizinhas [da
antiga Mesopotâmia] caracteriza-se pela aridez e pela
falta de água, o que desestimulou o povoamento e fez
com que fosse ocupada por populações organizadas em
pequenos grupos que circulavam pelo deserto. Já a
Mesopotâmia apresenta uma grande diferença: embora
marcada pela paisagem desértica, possui uma planície
cortada por dois grandes rios e diversos afluentes e
córregos. (Marcelo Rede. A Mesopotâmia, 2002.)
A partir do texto, é corretoafirmar que
A os povos mesopotâmicos dependiam apenas da
caça e do extrativismo vegetal para a obtenção de
alimentos.
B a ocupação sedentária das regiões desérticas
representava uma ameaça militar aos habitantes da
Mesopotâmia.
C a ocupação da planície mesopotâmica e das áreas
vizinhas a ela, durante a Antiguidade, teve caráter
sedentário e ininterrupto.
D os povos mesopotâmicos jamais puderam se
sedentarizar, devido às dificuldades de obtenção de
alimentos na região.
E a ocupação das áreas vizinhas da Mesopotâmia tinha
características nômades e os povos mesopotâmicos
praticavam a agricultura irrigada.
Questão 10
(CUF/2016) As águas dos rios Tigre e Eufrates
permitiram o desenvolvimento de uma rica cultura
agrícola e o surgimento das primeiras cidades na
Mesopotâmia. Todavia, a agricultura só começou a
progredir quando os povos da região desenvolveram
estruturas complexas. (Fausto Henrique Gomes Nogueira e Marcos
Alexandre Capellari. Ser protagonista, 2010. Adaptado.)
As estruturas complexas referidas no texto relacionam-
se, diretamente:
E Pelo uso de um sistema de rodízio nas plantações,
associado ao emprego de adubos artificiais,
proporcionados pelos avanços nas técnicas de
cultivo.
E à unificação das leis, dos impostos e da moeda para
organizar a administração de um grande império.
Questão 12
(FMABC/2014) “É muito comum dizer-se que a
Mesopotâmia conheceu as primeiras leis da história do
homem. Mas, na verdade, os códigos mesopotâmicos
eram muito diferentes das legislações atuais.” Marcelo
Rede. A Mesopotâmia. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 38. Adaptado.
Parte das diferenças, mencionadas no texto, entre as
legislações atuais e os códigos mesopotâmicos, como o
de Hamurabi, deriva do fato de:
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A as legislações atuais caracterizarem os diversos
crimes e suas respectivas penas com maior precisão
e os códigos mesopotâmicos serem sobretudo
coletâneas de sentenças reais.
B os códigos mesopotâmicos serem demonstrações
da injustiça e do absolutismo monárquico e as
legislações atuais expressarem o triunfo da verdade
republicana.
A Eram sedentários. Agricultores, realizaram obras de
irrigação e canalização dos rios. Construíram as
primeiras cidades fortificadas que funcionaram
como cidades-estados. Utilizavam técnicas de
metalurgia e a escrita.
B Eram, sobretudo, comerciantes e artesãos. Sem
nenhuma aquisição cultural significativa. Fundaram
um império unitário com um regime político único.
Descendentes dos semitas, foram os primeiros a
buscar uma religião monoteíta.
C Oriundos de diversos grupos étnicos, vindos do
deserto da Síria, começaram a penetrar aos poucos
nos territórios da região mesopotâmica em busca de
terras agricultáveis. Eram conhecidos pela sua
habilidade no comércio.
D Eram nômades, voltados para a guerra e a conquista
de novos territórios. Ao contrário de outros povos,
repudiavam o comércio, não possuíam uma cultura
definida ou uma religião organizada, com um
panteão e seus ritos.
Questão 15
(UFTM/ 2012) Leia os excertos da obra 100 textos de
História Antiga, organizada por Jaime Pinsky.
Eu sou o rei que transcende entre os reis
Minhas palavras são escolhidas,
Minha inteligência não tem rival. (Hamurábi, 1792-1750 a.C.
Autopanegírico.)
O fundamento do regime democrático é a liberdade [...].
Uma característica da liberdade é ser governado e
governar por turno [...].
Outra é viver como se quer; pois dizem que isto é
resultado da liberdade, já que o próprio do escravo é
viver como não quer. (Aristóteles, 384-322 a.C. Política.)
A partir dos textos, pode-se afirmar que
A os fundamentos do poder político eram os mesmos
para Hamurábi e Aristóteles.
Questão 13
(UFRN/2008) As civilizações da Mesopotâmia e a do
Egito desenvolveram-se em regiões semi-áridas, onde se
construíram grandes obras hidráulicas.
Em razão disso, a estrutura sociopolítica assumiu a forma
de Estado, que passou a:
C as legislações atuais resultarem de decisões
governamentais e os códigos mesopotâmicos serem
determinados pela vontade popular.
D os códigos mesopotâmicos serem demonstrações
da injustiça e do absolutismo monárquico e as
legislações atuais expressarem o triunfo da verdade
republicana.
E as legislações atuais punirem imediata e
automaticamente os culpados e os códigos
mesopotâmicos permitirem sucessivos recursos dos
réus.
A organizar a produção comunitária das aldeias,
controlar diques e canais de irrigação e apropriar-se
dos excedentes produtivos.
B desenvolver as atividades econômicas com base nas
comunidades coletivistas e na propriedade comum
da terra e dos canais de drenagem.
C estimular a formação de grandes latifúndios, utilizar
a escravidão individual e administrar as obras de
drenagem e de irrigação.
D definir, como diretriz para a vida econômica, o
desenvolvimento do artesanato e do comércio, o
que implicava a construção de portos bem
equipados.
Questão 14
(UECE/2008) Os sumérios foram os primeiros
habitantes da Mesopotâmia. Eles se autodenominavam
“as cabeças negras” e a região na qual habitavam
denominavam de “terra de Sumer”.
Sobre este povo, assinale o correto:
B a democracia, segundo Aristóteles, impôs o
abandono do regime escravista.
C Hamurábi considerava que o governante deveria ser
escolhido entre os mais sábios.
D Expressam diferentes concepções sobre as relações
entre governantes e governados.
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E a dinastia esclarecida, com doses de despotismo e
liberdade, era defendida por ambos.
Questão 16
(PUCPR/2008) O Império Babilônico dominou
diferentes povos como os sumérios, os acádios e os
assírios. Para governar povos tão diferentes, o rei
Hamurábi organizou o primeiro código de leis escritas, o
Código de Hamurábi.
- Se um homem acusou outro de assassinato mas não
puder comprovar, então o acusador será morto. - Se um
homem ajudou a apagar o incêndio da casa de outro e
aproveitou para pegar um objeto do dono da casa, este
homem será lançado ao fogo.
- Se um homem cegou o olho de outro homem, o seu
próprio será cegado. Mas se foi olho de um escravo,
pagará metade do valor desse escravo.
- Se um escravo bateu na face de um homem livre,
cortarão a sua orelha.
- Se um médico tratou com faca de metal a ferida grave
de um homem e lhe causou a morte ou lhe inutilizou o
olho, as suas mãos serão cortadas. Se a vítima for um
escravo, o médico dará um escravo por escravo.
- Se uma mulher tomou aversão a seu marido e não
quiser mais dormir com ele, seu caso será examinado em
seu distrito. Se ela se guarda e não tem falta e o seu
marido sai com outras mulheres e despreza sua esposa,
ela tomará seu dote de volta e irá para a casa do seu pai.
Assinale a alternativa correta:
Questão 17
(UFSM/2007)
"(...) E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce (...)"
Este trecho da música do pernambucano Chico Science
(1966-1997) e grupo Nação Zumbi nos remete à vida em
cidades, processo que passou a ser significativo na
história, a partir do 40. milênio a.C., na Mesopotâmia.
Sobre esse processo, é correto afirmar:
A Com o surgimento e crescimento das cidades, houve
um progressivo aumento da especialização do
trabalho e da igualdade social, enfraquecendo o
poder político.
B A diminuição da produção agrícola assegurou
excedentes para a manutenção de especialistas,
desenvolvendo a urbanização em cidades-Estado
socialmente desiguais.
C Apesar da urbanização e das novas tecnologias de
irrigação, mantém-se