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FATO OU FAKE 
SUICÍDIO
JOSEANE RODRIGUES DE OLIVEIRA
ENFERMEIRA
Enfermagem do Trabalho – UERJ
Promoção da Saúde e Desenvolvimento Social – ENSP / FIOCRUZ
Docência Ensino Superior – UCAM
Residência Clinica Médico Cirúrgica - HNMD / MB – UNIRIO
Cuidados Paliativos e Controle de Dor – UFBA
Mestranda Educação Profissional em Trabalho e Saúde – EPSJV/Fiocruz 
SETEMBRO AMARELO: 
O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e
gera grandes prejuízos à sociedade. De acordo com a última
pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde - OMS
em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o
mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com
isso, estima-se mais de 01 milhão de casos. No Brasil, os
registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em
média 38 pessoas cometem suicídio por dia.
Em setembro de 1994, nos Estados Unidos, o jovem de 17 anos
Mike Emme cometeu suicídio. Ele tinha um Mustang 68
amarelo e, no dia do seu velório, seus pais e amigos decidiram
distribuir cartões amarrados em fitas amarelas com frases de
apoio para pessoas que pudessem estar enfrentando
problemas emocionais.
Apenas pessoas com transtornos 
mentais desenvolvem 
comportamento suicida.
Se planejar o suicídio, a morte já é certa.
Quem ameaça suicídio não tem 
a intenção de se matar.
Além de indicar pedido de ajuda, a 
maioria dos casos de suicídio é 
pré-noticiado pela vítima.
Se tentar suicídio uma vez e não 
conseguir, não tentará mais.
Falar sobre suicídio provoca desejo de se matar.
O comportamento suicida, quando bem tratado, 
pode desaparecer.
Parte dos suicídios acontecem em 
períodos de melhoras, pois o 
indivíduo recupera a energia 
necessária para o ato.
Tabela: Mitos e verdades do comportamento suicida.
Adaptado de Townsend e Morgan, 2021.
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