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Luciana
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Não pare até se
orgulhar de você!
Quando estiver estudando, me marca! Vou
adorar ver e interagir.
ATENÇÃO: Pirataria é crime! 
Esse material é de uso pessoal e Intransferível.
Este material foi elaborado pensando em toda equipe
de enfermagem. Desde os que ainda estão na
graduação e no técnico até os que já trabalham
diariamente nesse universo fantástico que é a prática
da enfermagem.
Tudo o que você precisa em um só lugar. Seus
estágios, aulas teóricas e práticas, rotina de trabalho
não serão mais os mesmos. Foi desenvolvido com
muito carinho, dedicação e visando trazer o melhor
material possivel.
Espero que contribua com seus estudos.
Fico feliz de você ter adquirido um material do 
nosso studygram
Olá!!!
Sumário
Termos técnicos ........................................................................................... 7
Prefixos ............................................................................................................. 10 
Sufixos .............................................................................................................. 12
Siglas e abreviaturas ............................................................................... 13
Anamnese ....................................................................................................... 19
Métodos propedêuticos ......................................................................... 20
Exame físico ................................................................................................... 21
Tipos de tórax ............................................................................................ 25
Posicionamento do paciente ............................................................... 26
Parâmetros dos sinais vitais ................................................................ 27
Código de ética ........................................................................................... 28
Anotação x Evolução ............................................................................... 29
Tipos de sondas ......................................................................................... 33
Tipos de drenos ......................................................................................... 34
Sae e processo de enfermagem ........................................................ 35
Montagem dos diagnósticos ............................................................... 37
Escalas ............................................................................................................. 38
Tipos de leito ............................................................................................... 43 
Tipos de banho ........................................................................................... 43
Banho no leito ............................................................................................. 44
Higienização das mãos .......................................................................... 45
Tipos de preucação ................................................................................. 45
Dietas hospitalares .................................................................................. 46
Oxigenoterapia ........................................................................................... 50
Tipos de soros .............................................................................................. 51
Tipos de infusão ......................................................................................... 52
Proporções e equivalências ................................................................ 53
Cálculo de gotejamento ........................................................................ 53
Cálculo de insulina ................................................................................... 54
Cálculo de heparina ................................................................................ 55
Cálculo de penicilina ............................................................................... 56
13 certos da medicação .......................................................................... 57
Vias de administração ............................................................................ 58
Ângulos de aplicação .............................................................................. 59
Tipos de insulina ........................................................................................ 60
Seringa de insulina ................................................................................... 60
Seringas e agulhas .................................................................................... 61
Scalps e jelcos ............................................................................................. 63
Tipos de equipos ...................................................................................... 64
Tempos cirúrgicos .................................................................................... 65
Categorias das cirurgias ...................................................................... 65
Finalidade das cirurgias ....................................................................... 66
Períodos cirúrgicos .................................................................................. 67
Tipos de anestesia .................................................................................... 68
Monitorização cardíaca ........................................................................ 69
Gasometria arterial .................................................................................. 70
Glicemia capilar .......................................................................................... 71
Eletrocardiograma ................................................................................... 72
Balanço hídrico .......................................................................................... 74
Tratamento da tuberculose ................................................................ 75
Tratamento da hanseníase .................................................................. 75
Tubos de coleta .......................................................................................... 76
Protocolo de manchester ...................................................................... 78
Parâmetros de exames laboratoriais ............................................. 79
Calendários de vacinação .................................................................... 80
Carrinho de emergência ....................................................................... 83
Suporte básico de vida .......................................................................... 84
Suporte avançado de vida ................................................................... 85
XABCDE ............................................................................................................ 91
Start .................................................................................................................. 92
Sampla ............................................................................................................. 92
Tipos de choque ......................................................................................... 93
Queimaduras ............................................................................................... 94
Manobra de heimlich .............................................................................. 95 
Camadas da pele ....................................................................................... 97
Classificação das feridas ...................................................................... 97
Lesão por pressão .................................................................................... 98
Tipos de exsudato .................................................................................... 99
Tipos de coberturas ..............................................................................mg/kg (máximo de 1 mg/dose)
• Repetir a cada 3 a 5 minutos 
• Usada em todos os ritmos da PCR
• 1ª dose: 300 mg em bolus IV/OI + 20 ml de SF 0,9% +
elevação do membro
• 2ª dose: 150 mg em bolus IV/OI + 20 ml de SF 0,9% +
elevação do membro
• Usada em FV/TVSP refratárias ao choque e a
administração de adrenalina. 
• Pediatria: 5 mg/kg (até 300 mg/dose), repetida até
duas vezes. 
85
Suporte avançado de vida
Ritmos chocáveis Ritmos não chocáveis
Atividade elétrica sem
pulso (AESP)
Taquicardia ventricular
 sem pulso (TVSP)
Fibrilação ventricular (FV) Assistolia
Medicamentos utilizados na PCR
Epinefrina
(adrenalina)
Amiodarona
86
Lidocaína
Dopamina
Dobutamina
Norepinefrina
Naloxona
• Bolus de ataque: 1 a 1,5 mg/kg IV/OI e pode ser
repetida após 5 a 10 minutos na dose de 0,5 a 0,75
mg/kg. 
• Pediatria: 1 mg/kg no bolus de ataque. E 20 a 50
mcg/kg/min. 
• 2 a 20 mcg/kg/minuto IV/OI em infusão
• 2 a 20 mcg/kg/minuto IV/OI em infusão
• 0,1 a 2 mcg/kg/min IV/OI
• Para reversão não total: 1 a 5 mcg/kg IV/OI/IM/SC
• Para reversão total: 0,1 mg/kg IV/OI/IM/SC em
bolus a cada 2 minutos, se necessário (dose máxima:
2 mg)
Desfibrilação
Corrente elétrica administrada para interromper
a arritmia, não sincronizada com o complexo
QRS do paciente. Usado no tratamento da
fibrilação ventricular e na taquicardia
ventricular sem pulso. 
 • Monofásico: 360J
 • Bifásico: 120 a 200J
87
PCR em adultos Qualidade da RCP
88
PCR na gravidez Qualidade da RCP
89
PCR na pediatria
90
Cuidados pós-PCR
HEMORRAGIAS: contenção a hemorragia 
externa grave
AVALIAÇÃO DAS VIAS AÉREAS: e proteger 
com o colar cervical
VENTILAÇÃO E RESPIRAÇÃO ADEQUADA
CIRCULAÇÃO COM CONTROLE DE 
HEMORRAGIAS
EXAME NEUROLÓGICO: avaliar 
nível de consciência
EXPOSIÇÃO DO PACIENTE 
Com controle da hipotermia
91
X A B C D EX A B C D E
É a avaliação primária da vítima de trauma.
Verde
Vermelho
Amarelo
Preto
SAMPLA
92
START
O método START é um processo de triagem para rápida classificação em
Incidentes com Múltiplas Vítimas (IMV).
Investigação secundária após a avaliação primária e o tratamento das
lesões que ameaçam a vida. É cefalocaudal.
Pacientes feridos que deambulam; esses indivíduos
podem se movimentar e obedecer comandos. Eles
devem ser direcionados a uma área segura e
aguardar posterior atendimento e tratamento.
Pacientes que não respiram, mesmo após
reposicionamento das vias aéreas. Esses pacientes não
recebem tratamento.
Pacientes que necessitam de atendimento
imediato.
Pacientes que necessitam de atendimento
rápido, porém ainda podem aguardar.
SINAIS E SINTOMAS
ALERGIAS
MEDICAMENTOS em uso
PROBLEMAS anteriores
LIQUIDOS e alimentos ingeridos
AMBIENTE onde ocorreu
Ambientes e eventos relacionados com o trauma
(detalhe do mecanismo de trauma)
Líquidos e alimentos ingeridos recentemente
Problemas de saúde, passado médico, histórico de doença atual
Medicamentos (drogas inotrópicas ou cronotrópicas;
anticoagulantes, insulina)
Sintomas? Qual a principal queixa?
Pesquisa de alergias
93
Tipos de choque
Anafilático
Obstrutivo 
Hipovolêmico Neurogênico 
Distributivo
Séptico 
Reação alérgica
grave
Capacidade de
bombeamento cardíaco
prejudicado
Cardiogênico
Desequilíbrio do
sistema simpático e
parassimpático
Obstrução de
grandes vasos
sanguíneos
Infecção
generalizada
grave
Ocorre quando o
volume de sangue é
normal, mas há uma
má distribuição do
fluxo sanguíneo. Pode
ser: anafilático,
séptico, neurogênico
Perda de grande
quantidade de
líquido e sangue
94
Queimaduras
1° grau
2° grau
3° grau
Atingem as camadas superficiais da pele.
Apresentam vermelhidão, inchaço e dor local
suportável, sem a formação de bolhas;
Atingem as camadas mais profundas da pele.
Apresentam bolhas, pele avermelhada,
manchada ou com coloração variável, dor,
inchaço, despreendimento de camadas da pele
e possível estado de choque.
Atingem todas as camadas da pele e podem
chegar aos ossos. Apresentam pouca ou
nenhuma dor e a pele branca ou carbonizada.
Queimadura de 1° grau
Queimadura de 2° grau
Queimadura de 3° grau
Epiderme
Derme
Subcutâneo
Epiderme
Derme
Epiderme
Derme
Subcutâneo
Subcutâneo
A soma das
partes queimadas
determina a área 
corporal total
lesionada 
Importante 
medida de
extensão e
gravidade da
queimadura
Menos de 10%
Pequeno queimado:
10% a 20%
Médio queimado:
Mais de 20%
Grande queimado:
Extensão através da Regra dos 9
95
Manobra de Heimlich
1. Coloque o bebê de bruços apoiado no 
antebraço e com a cabeça virada 
para baixo. 
2. Dê 5 tapas no meio das costas e entre 
os ombros, porém não muito fortes. 
3. Se o engasgo persistir, vire o bebê de 
barriga para cima, sob o outro 
antebraço, pressione 5x com os dois 
dedos indicadores no peito entre dois 
mamilos. 
4. Caso chore, vomite ou tussa é sinal 
que conseguiu desengasgar. Se 
continuar engasgado, repetir 
procedimento até que o bebê desengasgue.
Em bebês
Em crianças
1. Posicione-se atrás da criança, 
sendo que ela fica em pé e o 
socorrista ajoelhado. 
2. Então, abrace a criança e apoie 
a mão fechada na altura do 
estômago e na outra aberta, 
apoiada nessa que está fechada. 
3. Então, pressione com força 
moderada a barriga da criança 
para dentro e para cima ao 
mesmo tempo. 
96
Manobra de Heimlich
Adolescentes e adultos
Gestantes e obesos
1. Posicione-se atrás da pessoa e incline 
levemente seu tronco para frente. 
2. Feche o punho em uma das mãos. 
3. Coloque os braços ao redor do 
corpo da pessoa e agarre o punho
fechado com a outra mão na altura
entre o umbigo e o osso externo do
tórax. 
1. Posicione-se atrás da vítima, com 
os braços sob as axilas envolvendo 
o tórax. 
2. Posicionar o punho, pelo lado do 
polegar, no meio do osso do peito. 
3. Segurar o punho firmemente com a 
outra mão e impulsionar de 
maneira brusca para trás. Repetir 
até o o objeto ser expelido ou até 
que a vítima perca a consciência. 
Camadas da peleCamadas da pele
Classificação das feridasClassificação das feridas
 patológicas; iatrogênicas; intencionais ou 
cirúrgica; contusas; lacerantes; perfurantes; 
cortocontusas; causadas por fatores externos 
(queimaduras, pressão e substâncias químicas). 
 aguda ( 3 meses). 
 simples; complexas. 
 tecidual: graus; estágios; abertas; 
fechadas. 
 superficiais; profundas superficiais; 
profundas totais. 
 limpas; limpas contaminadas; 
contaminadas; infectadas.
1. Etiologia:
2. Evolução:
3. Complexidade:
5. Espessura:
4. Comprometimento:
6. Contaminação/infecção:
97
98
Lesão por pressãoLesão por pressão
 perda de pele em sua espessura parcial 
com exposição da derme. O leito da ferida tem 
coloração rosa ou vermelha é úmido e pode também 
apresentar como uma bolha intacta (com exsudato 
seroso) ou rompida.
 perda da pele em sua espessura total, na 
qual a gordura é visível e, frequentemente, o tecido 
de granulação. Necrose de liquefação (esfacelo) e/ou 
necrose de coagulação (escara) podem estar visíveis. 
Não há exposição de ossos, tendões e músculos.
 pele íntegra com eritema que não é 
branquiável e pode parecer diferente em pele de cor 
escura.
 perda da pele em sua espessura total e 
perda tissular com exposição de músculos, tendões 
e/ou ossos.
 perda da pele em sua espessura 
total e perda tissular, na qual a extensão do dano 
não pode ser confirmada porque está encoberta pela 
necrose de liquefação e/ou de coagulação.
Estágio 1:
Estágio 2:
Estágio 3:
Estágio 4:
Não classificável:
Tipos de exsudato
SerosanguinolentaSerosa
Sanguinolenta
Seropurulenta Fibrinosa
Fino e amarelo opaco Massas de fibrina e fina
Espesso e amarelo
amarronzado e com
odor forte
Fino, vermelho
brilhante e aquoso
Âmbar, fino, aguado
e claro
Fino, aguadoe
vermelho claro
Purulenta
99
Hidrogel
Creme barreira
Carvão ativado
com prata
Espuma com
prata
Colagenase
Filme transparente
Papaína
Hidrocoloide
em placa
100
Tipos de coberturas
Para prevenção
Sulfadiazina a 1% 
Para desbridamento
Para feridas infectadas
Bota de unnaCompressa de PHMB
Ácido graxo
essencial (AGE)
Alginato de
cálcio em fibra
Gaze de rayon
com AGE
101
Tipos de curativo
Aberto Compressivo
Oclusivo Semi oclusivo
Realizado em ferimentos
onde não há necessidade de
serem ocluídos, como cortes
pequenos, suturas e
escoriações.
Reduz o fluxo sanguíneo,
promove a estase e ajuda na
aproximação das
extremidades da lesão.
Não permite a entrada de ar
ou fluídos, atua como barreira
mecânica, impede a perda de
fluídos, promove isolamento
térmico, veda a ferida afim de
impedir a formação de crosta.
Muito utilizado em feridas
cirúrgicas, drenos, feridas
exsudativas, absorvendo o
exsudato e isolando-o da
pele adjacente saudável.
Tabelinha
Preservativos
Capuz vaginal
Muco cervical
(billings)
Diafragma
Esponja vaginal
Coito interrompido
DIU
Espermicida
Sintotérmico
Temperatura
corporal basal
102
Métodos contraceptivos
Comportamentais
Barreira
Lactação +
amenorreia
Oral
(pipulas)
Laqueadura
Injetável
Vasectomia
Implante
subcutâneo
103
Métodos contraceptivos
Cirúrgicos
Hormonais
Anel vaginalAdesivo cutâneo
104
Diagnóstico da gravidez
Sinais de presunção
Sinais de probabilidade
• Atraso menstrual superior há 15 dias, deverá ser 
orientada a realização do Beta HCG 
• Atraso menstrual > 12 semanas: diagnóstico por 
exame clínico 
Queixas 
principais
Fadiga
Atraso menstrual,
mudanças no apetite
Mastalgia
Aumento da 
frequência urinária
enjoos e vômitos 
matinais
Amenorreia (atraso menstrual de 10-14 dias).
Alterações mamárias (congestão e mastalgia, pigmentação das
aréolas e surgimento dos tubérculos de Montgomery,
aparecimento de colostro, rede venosa visível).
Alterações na vulva e na vagina (sinal de Chadwick – coloração
violácea vaginal, cervical e vulvar).
Alterações no muco cervical (maior quantidade de muco e
ausência de cristalização com padrão arboriforme).
Alterações cutâneas (estrias, hiperpigmentação da face – cloasma
e linha nigra).
Alterações em forma e consistência do útero – sinal de Hegar
(flexão do corpo sobre o colo uterino no toque bimanual) e
sinal de Nobile-Budin (preenchimento do fundo de saco
vaginal pelo útero percebido ao toque vaginal).
Consistência cervical amolecida.
Aumento do volume abdominal.
36 semanas até o36 semanas até o
parto: SEMANAISparto: SEMANAIS 
28 a 32 semanas:28 a 32 semanas:
QUINZENAISQUINZENAIS 
105
Sinais de certeza
Ausculta de BCF (pela US transvaginal a partir da 6ª /7ª
semana; pelo sonar Doppler a partir da 10ª semana de gestação;
e pelo estetoscópio de Pinard a partir da 18ª/20ª semana).
Sinal de Puzos (rechaço fetal intrauterino).
Percepção de movimentos e partes fetais pelo examinador (a
partir de 18/20 semanas).
Consultas no Pré-Natal
Até a 28ª semana:Até a 28ª semana:
MENSAISMENSAIS 
O número ideal de consultas são 6, intercalando
entre médico e enfermeira. 
106
Quando a data da última menstruação é conhecida:
Idade gestacional
• Some os dias entre a DUM e a data da consulta e divide
por 7
DUM: 25/05/2021 
DATA DA CONSULTA: 21/09/2021
Maio: 5 dias 
Junho: 30 dias 
Julho: 31 dias 
Agosto: 31 dias 
Setembro: 21 dias 
Total: 118 dias 
Dividindo 118 por 7 = 16 
 (16x7=112) 
CORRESPONDE AS SEMANAS
 Sobra: 6 
CORRESPONDE AOS DIAS
RESULTADO: 16 SEMANAS E 6 DIAS
Quando a data da última menstruação é desconhecida: 
• Se o período foi no início, meio ou fim do mês, considere 
como data da última menstruação os dias 5, 15 e 25, 
respectivamente. 
107
DUM: 02/01/2022
Data provável do parto
Exemplo
• Se a DUM foi de
janeiro a março
• Se a DUM foi de
abril a dezembro
DIA + 7 = dia
MÊS + 09 = mês
ANO = mesmo ano 
DIA + 7 = dia
MÊS - 03 = mês
ANO = ano seguinte 
DUM: 16/08/2022
Dia: 16 + 7 = 23
Mês: 08 - 03 = 05 (Maio)
Ano: 2023
DPP: 23/05/2023
Dia: 02 + 07 = 09
Mês: 01 + 09 = 10 (outubro)
Ano: 2022
DPP: 09/08/2022
• Hemograma
• Glicemia de jejum
• Coombs indireto (mãe Rh -)
• Teste rápido para HIV ou sorologia 
• Sorologia Hepatite B
• Urina tipo I, urocultura e antibiograma
• Toxoplasmose (se IgG não reagente) 
• Teste rápido de sífilis ou VDRL
108
Exames na gravidez
Primeiro trimestre
Segundo trimestre
Terceiro trimestre
• Hemograma
• Tipagem sanguínea e fator Rh
• Coombs indireto (mãe Rh -) 
• Glicemia em jejum
• Teste rápido de sífilis ou VDRL
• Teste rápido HIV ou sorologia 
• Toxoplasmose IgM e IgG
• Sorologia Hepatite b (HBSAg)
• Urina tipo I, urocultura e antibiograma 
• USG obstétrica
• Citopatológico (S/N)
• Parasitológico de fezes (S/N) 
• Eletrosforese de Hemoglobina
• Teste de intolerância para glicose (24ª a 28ª semana) 
• Coombs indireto ( mãe Rh -)
109
Altura uterina
• Até a 6ª semana, não ocorre alteração do tamanho uterino;
• Na 8ª semana, o útero corresponde ao dobro do tamanho
normal;
• Na 10ª semana, o útero corresponde a três vezes o tamanho
habitual;
• Na 12ª semana, o útero enche a pelve, de modo que é palpável
na sínfise púbica;
• Na 16ª semana, o fundo uterino encontra-se entre a sínfise
púbica e a cicatriz umbilical;
• Na 20ª semana, o fundo do útero encontra-se na altura da
cicatriz umbilical;
• A partir da 20ª semana, existe relação direta entre as semanas
da gestação e a medida da altura uterina. Porém, este
parâmetro torna-se menos fiel a partir da 30ª semana de idade
gestacional.
Localizar o dorso e as
pequenas partes do feto
Determine a situação fetal
110
Primeira manobra
Quarta manobra
Delimita o fundo do útero
Segunda manobra
Terceira manobra
Manobras de Leopold
Explorar a mobilidade
do polo
75% 25%
111
Períodos do parto
Diagnóstico do trabalho de parto
Contrações uterinas: 2 a 3 no intervalo de 10 minutos 
Apagamento cervical
ᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠ 
Colo dilatado para 3 cm ou +
Ruptura espontânea da bolsa das águas 
Primeiro período: Dilatação e apagamento
Segundo período: Expulsivo
Terceiro período: Dequitação
Inicia-se com contrações dolorosas e modificações na cérvice e 
termina quando a paciente atinge 10 cm de dilatação.
Inicia-se com a dilatação total e termina com a saída do feto.
A placenta é expulsa, geralmente ocorre de 5 a 10 minutos após 
o período expulsivo.
Baudelocque-schultze Baudelocque-duncan
Quarto período: Greenberg
Inicia-se após a dequitação da placenta e vai até de 1 a 4 horas 
do pós-parto.
112
Classificação do RN
• RN prematuro: 100
2: Completamente rosado.
1: Rosado com extremidades azuis.
0: Pálido, azulado.
2: > 100 bpm.
1:e
secção do cordão
umbilical
114
Cuidados com o RN
Imediatos
Determinar as medidas
antropométricas depois
da 1° hora do nascimento
Estímulo ao
aleitamento materno.
115
Cuidados com o RN
Consultas da puericultura
Mediatos
Higiene do coto
umbilical e exame
físico.
Imunização com
BCG e Hepatite B.
Evitar a separação mãe-
filho na primeira hora,
depois do nascimento,
para procedimentos de
rotina, tais como: pesar,
medir e dar banho.
1 ANO - SETE CONSULTAS
• 1 ª semana de vida
• 1 mês
• 2 mês
• 4 mês
• 6 mês
• 9 mês
• 12 mês
2 ANOS - DUAS CONSULTAS
• 18 meses
• 24 meses
3, 4, 5 e 6 ANOS - UMA CONSULTA
•
Realizada a aferição da oximetria de pulso em todo RN
aparentemente saudável com idade gestacional > 34 semanas, entre
24 e 48 horas de vida.
 Local de aferição: MSD + MI (direito ou esquerdo). 
 Teste normal: SatO2 maior que 95% em ambas as medidas +
diferença menor que 3% nas medidas do MSD e MI. 
 Repetir o teste em 1 hora: SatO2100
Tipos de curativo ..................................................................................... 101
Métodos contraceptivos ..................................................................... 102
Diagnóstico da gravidez .................................................................... 104
Consultas no pré-natal ....................................................................... 105
Idade gestacional ................................................................................... 106
Data provável do parto ....................................................................... 107
Exames na gravidez .............................................................................. 108
Altura uterina ............................................................................................ 109
Manobras de leopold ............................................................................ 110
Períodos do parto .................................................................................... 111
Classificação do RN ............................................................................... 112
Escala de Apgar ....................................................................................... 113
Cuidados com o RN ................................................................................ 114
Consultas da puericultura ................................................................. 115
Triagem neonatal .................................................................................... 116
Desenvolvimento motor ....................................................................... 117
Espaço para anotações ....................................................................... 118
Ablepsia
Acolúria
Adipose
Afagia
Afasia
Afonia
Anacúsia
Anasarca
Anosmia
Anúria
Acumulação excessiva de 
gordura no organismo, 
em geral localizada.
Presença de 
bacilos na urina.
dor nas articulações.
Artralgia
Apneia
Bacilúria
Blefarite
Bradicardia
Bradipneia
Bradisfigmia
Braquialgia
Broncoespasmo
Termos Técnicos
Cegueira, perda total 
ou parcial da visão.
Ausência de pigmento 
biliar na urina.
Impossibilidade
de deglutir.
Impossibilidade de 
falar.
Perda total 
da voz.
perda ou diminuição
da audição.
Edema 
generalizado.
Diminuição ou 
perda completa do olfato, 
transitória ou permanente.
Ausência da
eliminação de urina. 
Ausência de
respiração.
Inflamação contagiosa
das bordas das
pálpebras.
Frequência
cardíaca baixa.
Respiração de
forma lenta.
Pulso lento.
Espasmo dos
músculos
brônquiais.
Dor no braço.
7
Cor azulada da pele,
comumente por
falta de oxigênio no sangue.
Inchaço.
Dor no coração.
Dor de cabeça.
Dilatação da bexiga.
Inflamação aguda ou crônica
da bexiga, causada por
microorganismos.
Menopausa.
Presença de bile na 
urina.
Visão dupla.
Dificuldade na 
deglutição.
Eliminação
de urina.
Vómito.
Projeção dos olhos
para fora. 
Dor no
intestino.
Micção
involuntária.
Hemorragia
nasal.
Cardiodinia
Cefaleia
Cianose
Cistectasia
Cistite
Climatério
Colúria
Diplopia
Disfagia
Disfonia
Disúria
Dispneia
Diurese
Edema
Êmese
Exoftalmia
Enteralgia
Enurese
Epistaxe
Eupneia
Distúrbio na voz. Respiração
normal, fácil
 Micção
difícil e dolorosa.
 Falta de ar, 
dificuldade de respirar.
8
Mau hálito.
Dor muscular.
Ar ou gazes 
no intestino.
Liberação de gazes do 
aparelho digestivo.
Vômito com presença 
de sangue.
Presença de sangue 
na urina.
Expectoração 
com presença de sangue.
 Coloração 
amarelada da pele e mucosas.
Deficiência local e
temporária de sangue.
Sonolência de 
origem mental.
Paralisia muscular.
 Micção 
frequente à noite.
Diminuição da 
quantidade de 
urina.
Dor no ouvido.
 Micções frequentes 
e em pequena quantidade.
Sede excessiva 
e patológica.
Flatos
Flatulência
Halitose
Hematêmese
Hematúria
Hemoptise
Icterícia
Isquemia
Letargia
Litíase
Melena
Menorragia/Menorreia
Mioplegia
Mialgia
Nictúria/Noctúria
Oligúria
Otalgia
Polaciúria
Polidipsia
Poliúria
Formação
de cálculos.
Aumento da 
quantidade de 
urina.
Fezes com presença 
de sangue digerido.
Menstruação 
intensa.
9
Termo referente a
coceira.
Salivação excessiva.
Prurido
Sialorreia
Vertigem
Xerodermia
Tontura.
Pele seca.
Prefixos
10
Abdomino Adeno Angio Artro
Abdome Glândula Vasos Articulação
 Blefaro Cardio Cefal Cisto
 Pálpebra Coração Cabeça Bexiga
11
 Cole Colpo Dermato Entero 
 Vesícula Vagina Pele Intestino 
F lebo Gastro Hepato Hemato 
 Veia Estômago Fígado Sangue 
Histero Nefro Óoforo Orqui 
 Útero Rim Ovário Testículo 
 Osteo Oto Procto Rino 
 Osso Ouvido Ânus Nariz 
Traqueo 
Traquéia 
12
 Algia Plastia Rafia Pexia 
 Dor Correção Sutura Fixação 
Ite Scopia Topia 
 Inflamação Visualização Abertura 
Sufixos
 Centese Cisão Ectomia Oma 
 Punção/furar Separação Retirada Tumor 
Abdome
A critério médico
Altura do fundo uterino
Ampola
Acesso venoso periférico
Batimentos cardiofetais
Balanço hídrico
Balão intraórtico
Bomba de infusão contínua
Bulhas normofonéticas
Batimentos por minuto
Centro cirúrgico
Centro de Controle de infecção hospitalar
Cuidados gerais
Circulação extracorpórea
Concentrado de hemácias
Coagulação intravascular disseminada
Cateter venoso central
Débito cardíaco
Decúbito dorsal
Decúbito lateral direito
Decúbito lateral esquerdo
Diabetes Mellitus
Diálise peritoneal
Doença inflamatória pélvica
Dia pós-operatório
Doença pulmonar obstrutiva crônica
Data provável do parto
Doença do refluxo gastroesofágico
Dinâmica uterina
Data da última menstruação
ABD:
ACM:
AFU :
AMP:
AVP :
BCF :
BH :
B IA :
B IC :
BNF :
BPM:
CC :
CC IH :
CCGG :
CEC :
CH :
C IVD :
CVC :
DC :
DD :
DLD :
DLE :
DM:
DP :
D IP :
DPO:
DPOC:
DPP :
DRGE :
DU :
DUM: 13
Siglas e abreviaturas
DV:
DVE :
DVP :
EAP :
ECG :
ECO:
EDA:
EDB :
EEG :
ELA :
EV :
FA :
FAB :
FAF :
FC :
FCC :
FO :
FR :
FV :
FAV:
HAS :
HB :
HD :
HDA:
HDB :
H IC :
HMG:
HP :
HT :
HTD :
HTE : 14
Siglas e abreviaturas
Decúbito ventral
Derivação ventricular externa
Derivação ventricular peritoneal
Edema agudo de pulmão
Eletrocardiograma
Ecocardiograma
Endoscopia digestiva alta
Endoscopia digestiva baixa
Eletroencefalograma 
Esclerose lateral amiotrófica
Endovenosa
Fibrilação atrial
Ferimento por arma branca
Ferimento por arma de fogo
Frequência cardíaca
Ferimento corto-contuso
Ferida operatória
Frequência respiratória
Fibrilação ventricular
Fístula arteriovenosa
Hipertensão arterial sistêmica
Hemoglobina
Hemodiálise
Hemorragia digestiva alta
Hemorragia digestiva baixa
Hipertensão intracraniana
Hemograma
Hipertensão pulmonar
Hematócrito
Hemitórax direito
Hemitórax esquerdo
IAM:
IC :
ICC :
ID :
IG :
IM :
IMC :
IRA :
IRPA:
IRC :
ITU :
IV :
IVA :
IVAS :
LCR :
MID :
M IE :
MMI I :
MMEE :
MP :
MSD :
MSE :
MV+ :
NPP :
NPT :
PA :
PAD:
PAM:
PAS :
PC :
PCA: 15
Siglas e abreviaturas
Infarto agudo do miocárdio
Insuficiência cardíaca
Insuficiência cardíaca congestiva
Intradérmica
Idade gestacional
Intramuscular
Índice de massa muscular
Insuficiência renal aguda
Insuficiência respiratória aguda
Insuficiência renal crônica
Infecçãodo trato urinário
Intravenoso
Infecção de vias aéreas
Infecção de vias aéreas superiores
Liquído cefalorraquidiano
Membro inferior direito
Membro inferior esquerdo
Membros inferiores
Membros superiores
Marcapasso
Membro superior direito
Membro superior esquerdo
Murmúrio vesicular presente
Nutrição parenteral parcial
Nutrição parenteral total
Pressão arterial
Pressão arterial diastólica
Pressão arterial média
Pressão arterial sistólica
Paralisia cerebral
Bomba de infusão para analgesia controlada
PCR :
PE :
PEEP :
PH :
PCV:
P IC :
PM :
PNM:
PO :
POI :
POT :
PSV :
PV :
PVC :
QP :
QT :
RA :
RC I :
RCP :
RCR :
RGE :
RHA:
RL :
RM :
RN :
RS :
RX :
SC :
SCD :
SF :
SG : 16
Siglas e abreviaturas
Parada cardiorespiratória
Prescrição de Enfermagem
Pressão positiva expiratória final
Potencial de hidrogênio
Ventilação controlada por pressão
Pressão intracraniana
Prescrição médica
Pneumonia
Pós-operatório
Pós-operatório imediato 
Pós-operatório tardio
Ventilação com pressão de suporte
Perdas vaginais
Pressão venosa central
Queixa principal
Quimioterapia
Ruídos adventícios
Ritmo cardíaco irregular
Ressuscitação cardiopulmonar
Ritmo cardíaco regular
Refluxo gastroesofágico
Ruídos hidroaéreos
Ringer lactato
Ressonância magnética 
Recém-nascido
Ritmo sinusal
Raio X
Subcutânea
Subclávia direita
Soro fisiológico
Soro glicosado
S IC :
SL :
SNE :
SNG :
SOG :
SO :
SSVV:
SVA:
SVD :
TA :
TAP :
TB :
TC :
TCE :
TOT :
TP :
TRO:
TSV :
TV :
TVP :
TX :
U I :
USG :
VM:
VAS :
VCV:
VD :
VE :
VJD :
VJE :
17
Siglas e abreviaturas
Segundo informações colhidas
Sublingual
Sonda nasoenteral
Sonda nasogástrica
Sonda orogástrica
Sala operatória
Sinais vitais
Sondagem vesical de alívio
Sondagem vesical de demora
Trombose arterial
Tempo de atividade da protombina
Tuberculose
Tempo de coagulação
Traumatismo crânio-encefálico 
Tubo orotraqueal
Trabalho de parto
Terapia de reidratação oral
Taquicardia supraventricular
Taquicardia ventricular
Trombose venosa profunda
Transplante
Unidades internacionais
Ultrassonografia
Ventilação mecânica
Vias aéreas superiores
Ventilação controlada a volume
Ventrículo direito
Ventrículo esquerdo
Veia jugular direita
Veia jugular esquerda
VMI :
VNI :
VO :
VPP :
VR :
VS :
VSCD :
VSCE :
18
Ventilação mecânica invasiva
Ventilação não invasiva
Via oral
Ventilação com pressão positiva 
Volume residual
Volume sistólico
Veia subclávia direita
Veia subclávia esquerda
19
Anamnese
1. Identificação
2. Queixa Principal (QP)
3. História da doença
Atual (HDA)
4. Revisão dos Sistemas
5. História Patológica
Pregressa
6. História Familiar
7. História Social/
Hábitos de vida
Nome, endereço, telefone, idade, data de
nascimento, local de origem, sexo, estado
civil, raça, origem étnica, profissão.
Afirmação espontânea e breve,
suscitada nas próprias palavras do
informante. Compreende os sinais e
os sintomas.
Breve histórico de saúde.
Acontecimentos prévios na história de
saúde que podem ter efeitos residuais
sobre o estado de saúde atual.
Questione sobre idade, estado de
saúde, causas de óbitos de
parentes próximos biológicos, e
também cônjuges. 
Avaliar o estado de saúde
passado e presente de cada
sistema corporal.
Mede a capacidade da pessoa
cuidar de si mesmo nos âmbitos da
saúde física geral ou ausência de
doença.
20
Métodos propedêuticos
Inspeção Palpação
Percussão Ausculta
Processo de observação, no
qual os olhos e o nariz são
utilizados para obtenção de
dados do paciente. 
Técnica que permite a
obtenção de dados a
partir do tato e pressão.
Baseia-se nas vibrações
originadas de pequenos
golpes realizados em
determinada superfície
do organismo.
Procedimento em que
se emprega o uso do
estetoscópio, a partir
do qual se obtém ruídos
considerados normais
ou patológicos.
Isocóricas Anisocóricas
Midríase Miose 
Pupilas simétricas e 
reagentes à luz.
Condição normal. 
Pupilas assimétricas. 
Uma dilatada, outra 
contraída. 
Pupilas dilatadas Pupilas contraídas.
21
Exame físico
Cabeça e
pescoço Tamanho, simetria, presença de massas e
pontos dolorosos; 
Crânio:
Sujidade, presença de pediculose, características do
cabelo e pontos dolorosos. 
Expressão, simetria e presenças de manchas.
Inspecionar acuidade visual, campos visuais, movimentos 
 oculares e estruturas dos olhos.
Posição da cabeça e traqueia, palpação de linfonodos, traqueia
e tireoide.
Avaliação pupilar
Tórax
Inspeção:
Ausculta:
• Movimento do ar;
• Obstrução de vias aéreas;
• Sons normais (murmúrios) e anormais adventícios).
• Estática e dinâmica; comparar bilateralmente; 
• Forma, movimentos respiratórios, simetria e diâmetro.
• Avaliar deformidades, retração e espaços intercostais.
Couro cabeludo:
Face:
Olhos:
Nariz: 
Boca:
Pescoço:
Forma e o tamanho do nariz, superfície externa do nariz,
observando a simetria e a presença de deformidades e o movimento
das asas do nariz durante a respiração. E também o septo.
 Avaliar coloração, forma, textura, lesões e higiene
22
Palpação:
 
 
Percussão:
• Presença de caroços;
• Pulsações, movimentos anormais e áreas dolorosas;
• Mensurar a expansão torácica e profundidade;
• Frêmitos.
Ausculta Pulmonar
• Murmúrio vesicular - 
• Ruídos brônquicos - 
• Ruídos broncovesiculares - 
Sons respiratórios normais:
 representa o movimento do ar nos 
 bronquíolos e alvéolos. São ouvidos em todos os campos
pulmonares e são sons suaves e graves na inspiração longa e na
expiração curta.
 representam o movimento de ar pela traqueia.
São ouvidos sobre a traqueia e são altos na expiração longa.
 ruídos normais entre a traqueia e os
lobos pulmonares superiores. Som de intensidade média tanto na
inspiração quanto na expiração.
Sons respiratórios anormais:
• Estertores - ruídos discretos que resultam da abertura retardada das
vias aéreas desinsufladas. São sons descontínuos e gerados, durante a
inspiração, pela abertura súbita de pequenas vias aéreas até então
fechadas e, na expiração, pelo fechamento das mesmas. Eles têm som
similar ao atrito de fios cabelo próximo ao ouvido e podem
desaparecer com a tosse, quando não estão associados a doença
pulmonar significativa.
• Sons pulmonares (claro, timpânico, maciço e
submaciço).
23
• Sibilos - 
 
 
 
 
• Roncos -
 
 
 
• Atritos -
Ausculta cardíaca Foco Aórtico: 2º espaço
intercostal direito, 
na linha paraesternal direita.
Foco Pulmonar: 2º espaço
intercostal esquerdo na 
linha paraesternal esquerda.
Foco Tricúspide: 4º ou 5°
espaço intercostal esquerdo
na linha paraesternal
esquerda.
Foco Mitral: 5° espaço
intercostal esquerdo na linha
hemiclavicular esquerda.
 são sons de característica musical (assobio) contínuos
(duração de mais de 250ms) que podem ocorrer tanto na inspiração
quanto na expiração. São mais comuns na fase expiratória. Resultam da
obstrução acentuada ao fluxo aéreo (vias estreitadas ou parcialmente
obstruídas).
 são ruídos em ruflar (referidos como gargarejos), graves,
intensos, e contínuos, com frequência de 200 Hz ou menos e audíveis na
inspiração e na expiração. São produzidos, normalmente, pelo
estreitamento da via aérea com secreção.
 sons em rangido e crepitantes, ouvidos mais na inspiração do
que na expiração. Resulta da fricção das pleuras visceral e parietal entre
si e podem ser ouvidos em casos de derrame pleural, pneumotórax ou
pleurisia. Atenção: é importante diferenciar um atrito pleural de um
atrito pericárdico.
FOCO 
AÓRTICO
Valva aórtica
Valva tricúspide
FOCO 
TRICÚSPIDE
FOCO 
PULMONAR
Valva pulmonar
Valva mitral
FOCO 
MITRAL
Bulhas cardíacas:
B1:
B2:
B3:
B4:
 Fechamento das valvas tricúspide
e mitral ("TUM").
 Fechamento das valvas pulmonar
e aórtica ("TA").
 Início da diástole; som auscultado
imediatamente depois de B2.
 Final da diástole; som de "galope" 
auscultado imediatamente antes de B1.
24
Abdome
Regiões do abdome1. Hipocôndrio direito
2. Epigástrio
3. Hipocôndrio esquedo
4. Flanco direito
5. Mesogástrio
6. Flanco esquerdo
7. Fossa ilíaca direita
8. Hipogástrio
9. Fossa ilíaca esquerda
Inspeção:
 
Ausculta:
 
Percussão:
 
 
Palpação:
• Forma (plano, globoso, gravítico), estrias, hematomas,
varizes, cicatrizes, pulsação e abaulamento.
• Ruidos hidroáereos (presentes, ausentes, aumentados).
• Os sons podem ser timpânicos, hipertimpânicos, maciços ou
submaciços.
• Presença ou ausência de ascite.
• Reação de dor à palpação (indolor ou doloroso),
presença ou não de visceromegalias. 
• Presença de massas.
• Palpação do fígado e baço (avaliar tamanho, superfície,
consistência e sinais de dor).
Genitália
Feminina:
 
 
Masculina:
• Condições da pele, simetria, ectoparasitas, secreções, pelos.
• Lábios, clitóris, meato uretral, glândulas de Bartholin.
• Observar as condições de higiene, lesões e secreções,
pelos, o pênis, precúpio, glande, óstio da uretra e escroto.
25
Tipos de tórax
Tórax normal
Tórax barril ou tonel Tórax cifótico
Possíveis causas:
• Envelhecimento.
• Enfisema pulmonar.
Possíveis causas:
• Osteoporose.
• Tuberculose da coluna.
• Vícios de postura.
• Artrite reumatóide.
Tórax funil ou
infundibuliforme
(sapateiro
Possíveis causas:
• Distúrbios congénitos
do tecido conjuntivo.
•Raquitismo.
• Síndrome de marfan.
Tórax cariniforme
ou peito de pombo
Possíveis causas:
• Má-formação congénita.
Posição sims
26
Posicionamento do paciente
Decúbito dorsal ou
posição supina
Posição trendelemburg Posição trendelemburg
reversa
Posição jacknife, kraske,
canivete ou depage
Decúbito ventral ou
posição prona
Posição de litotômica ou
posição ginecológica
Posição semi - Fowler
Parâmetros dosParâmetros dos
s ina is v i ta iss ina is v i ta is
T e m p e r a t u r a
F r e q u ê n c i a c a r d í a c a
Hipotermia 40º C
Bradicardia 100 bpm
27
P r e s s ã o a r t e r i a l
F r e q u ê n c i a r e s p i r a t ó r i a
Hipotensão
Ótima 
Normal
Pré-hipertensão
Hipertensão estágio 1
Hipertensão estágio 2
Hipertensão estágio 3
Bradipneia 20 bpm
PAS
 180 mmhg
PAD
 110 mmhg
D o r
Escala visual analógica - EVA
Arts. 1 ao 23 Arts. 24 ao 60 Arts. 61 ao 102 
28
Advertência verbal
Multa
Censura
Suspensão do
exercício profissional
Cassação do
direito do exercício
profissional
Pena l i dadesPena l i dades
Imperícia
 
Negligência
 
Imprudência
Código de ética dos
profissionais de Enfermagem
Falta de técnica necessária
para realização de certa
atividade.
Descuido, indiferença ou
desatenção, não tomando
as devidas precauções.
ação precipitada e sem
cautela.
Direitos Deveres Obrigações
29
Anotação Evolução
Dados brutos
Elaborada pela equipe
Referente ao momento
Dados pontuais
Registra uma
observação
Dados analisados
Privativo do enfermeiro
Referente ao
período de 24 horas
Dados processados
e contextualizados
Registra a reflexão
e análise de dados
30
Anotação de Enfermagem
15/09/2022 - 17:00 -15/09/2022 - 17:00 -
Realizada a aferição deRealizada a aferição de 
 sinais vitais. Pacientesinais vitais. Paciente
apresenta-se normotenso,apresenta-se normotenso, 
 taquicárdico, taquipneico etaquicárdico, taquipneico e
afebril.afebril. PA: 110x80 mmHg,PA: 110x80 mmHg,
FC: 110 bpm, FR: 25 irpm,FC: 110 bpm, FR: 25 irpm,
Temp. 36,3°C e SatO2: 97%.Temp. 36,3°C e SatO2: 97%.
Refere dor no MID. EquipeRefere dor no MID. Equipe
médica ciente. Nome domédica ciente. Nome do
profissional + COREN.profissional + COREN.
EXEMPLOS DE ANOTAÇÃO :
Sinais vitais Acesso venoso periférico
10/12/2022 - 10:30 -10/12/2022 - 10:30 -
Puncionado jelco n° 20 emPuncionado jelco n° 20 em
veia cefálica no MSD paraveia cefálica no MSD para
tratamento por via EV.tratamento por via EV.
Acesso salinizadoAcesso salinizado
aguardando início daaguardando início da
infusão. Sem queixas einfusão. Sem queixas e
intercorrências. Nome dointercorrências. Nome do
profissional + COFEN.profissional + COFEN.
• 1 registro por turno, no mínimo; 
• Registro de informações relativos ao paciente, organizadas de forma
a reduzir os fatos na ordem que acontecem; 
• Se houver intercorrência, anotar logo em seguida; 
• Fornece informações sobre a assistência prestada; 
• Tipos de anotação: gráfico, descrição numérica, narração escrita; 
• Não usar termos de conotação de valor (bem, mal, muito, pouco etc.)
• Reúne dados subjetivos, objetivos e as intervenções realizadas.
31
Evolução de Enfermagem
• Para realizar a evolução, o enfermeiro deve reunir os dados sobre
as condições anteriores e atuais do paciente e família, para mediante
análise, emitir julgamento; mudanças para piora ou melhora do
quadro; manutenção das situações ou surgimento de novos
problemas.
• Reúne dados subjetivos, objetivos, análise e plano de cuidados. 
O QUE DEVE CONTER:
Data e hora Sexo do paciente,
Idade
Data de
internamento (DIH)
Hipótese diagnóstica
Nivel de consciência, orientação,
comunicação, movimentação;
Sinais vitais
Dieta: tipo
de aceitação
Eliminação:
evacuação e diurese
Queixas e
alterações
Procedimentos
realizados
Carimbo e
assinatura
Acessos vasculares:
condição do acesso +
data do acesso
32
Exemplo de Evolução
28/04/22 18:00h R.M.S, 23 anos, feminino, no 5° DIH por Colelitíase.
Evolui bem estando consciente, orientada em tempo e espaço,
higienizada por aspersão, deambulando sem auxilio. Nutrida, aceita
bem a dieta ofertada, mas não concilia bem sono e repouso.
Normocárdica ( 70 bpm), Normotérmica (36,4° C), Eupnéica
(18irpm) e Normotensa (120x80mmHg). Pele com ausência de
lesões, ictérica. Segue em soroterapia com AVP em MSD, ausência
de sinais flogísticos. Normohidratada, sem edemas. Diurese
presente, evacuações presentes com característica pastosa (sic),
ausente no período. Ausência de extertores pulmonares, ruídos
hidroaéreos + em todos os quadrantes abdominais. Refere dor
abdominal em quadrante superior. Segue medicada conforme
prescrição. Realizada coleta sanguínea para hemograma pela
manhā, em jejum. Aguardando resultado. Orientada a manter
repouso no leito. Segue aos cuidados de enfermagem. 
(Carimbo e assinatura).
33
Tipos de sondas
Nelaton Foley
Dobbhoff Levine
Salem 
Sengstaken -
blakemore
Usada para sondagem
vesical de alívio.
Usada para sondagem
vesical de demora.
Pode ser de 2 ou 3 vias.
Para sondagem
nasoenteral. 
Para sondagem naso
ou orogástrica. 
Usada para descomprimir 
o estômago e manter vazio. 
Usada para controlar
hemorragias gástricas. 
34
Tipos de drenos
Usado para manter ou reestabelecer a pressão
negativa normal do espaço pleural, remove líquidos,
ar e também sólidos. Indicado em casos de pneumo-
tórax, derrame pleural, empiema, hemotórax,
hidrotórax, quilotórax e pós operatório.
Utilizado em cirurgias que implicam em possível 
acúmulo de líquidos infectados ou não no local
da ferida pós-operatória.
Sistema de drenagem fechado que utiliza de leve 
sucção (vácuo). Pode ser usado em cirurgias 
ortopédicas, neurológicas ou oncológicas.
Utilizado para a drenagem de fluídos e evitar a 
formação de coágulos e abcessos. Funciona como 
pressão negativa. Usado em cirurgias plásticas, 
cabeça e pescoço, neurocirurgia, mastectomia, 
cirurgias obstétricas etc.
Inserido nas vias biliares extra-hepáticas para 
drenagem externa, descompressão ou após 
anastomose biliar.
Tórax
Penrose
Portovac
Jackson pratt ou pêra
Kerh
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE):
Processo de Enfermagem (PE):
Planejamento
Coleta de
dados
Avaliação35
Sae e Processo de
Enfermagem
Organiza o trabalho profissional quanto ao método,
ao pessoal e aos instrumentos (rotina, normas,
procedimentos e coleta).
Instrumento metodológico que orienta o cuidado
profissional de Enfermagem e a documentação da
prática profissional.
Diagnóstico
Implementação
1. Histórico ou coleta de dados: obtenção de informações sobre a
pessoa, a família ou coletividade humana e suas respostas.
2. Diagnóstico: Interpretação das demandas identificadas na
investigação (julgamento clínico).
3. Planejamento: determinação dos resultados esperados e 
as ações ou intervenções de enfermagem que serão 
realizadas.
4. Implementação: realização de ações ou das intervenções 
determinadasno planejamento.
5. Avaliação: processo deliberado, sistemático e contínuo de 
avaliação das ações realizadas e de verificação da 
necessidade de mudanças.
Processo dinâmico com 5 etapas interrelacionadas,
interdependentes e recorrentes 
36
Resolução do COFEN 
nº 358/2009
Dispõe sobre a SAE e a implementação
do Processo de Enfermagem em
ambientes, públicos ou privados, em
que ocorre o cuidado profissional de
enfermagem, e aponta outras
providencias. 
F o c o n o p r o b l e m a
 
R i s c o
 
P r o m o ç ã o à s a ú d e
 
S í n d r o m e
Título + fatores relacionados 
Título + características definidoras
Título + fatores relacionados + características definidoras
Título + fatores relacionados + características definidoras
37
Montagem dos
diagnósticos
 
 Abertura 
 ocular 
 
 
 
 Resposta 
verbal
 
 
 
 
Resposta
motora 
 
 
 
Resposta
pupilar
38
Escalas
Escala de coma de GlasgowEscala de coma de Glasgow
Leve 13 a 15 
Moderado 9 a 12 
Grave 3 a 8
 Escala que avalia e calcula o nível de consciência do paciente logo após
o trauma.
Gravidade Pontuação
Espontânea 
Ao som
À pressão
Ausente
Orientada
Confusa 
Palavras 
Sons
Ausente
Obedece a comandos
Localiza a dor
Flexão normal
Flexão anormal
Extensão anormal
Ausente 
Nenhuma 
Apenas uma reage 
Reação bilateral 
4 
3
2
1
5
4 
3 
2
1
6
5
4
3
2
1 
-2
-1 
 0 
Histórico de queda recente 
 
 
 
 Diagnóstico secundário
 
 
 
Auxílio na deambulação 
Terapia endovenosa/Dispositivo
IV salinizado ou heparinizado 
 Marcha
Estado mental
Não
 
Sim
 
 
Não 
 
Sim
 
 
Nenhum/Acamado/Auxiliado
Muletas/Bengala/Andador
Mobiliário/Parede
 
 
Não
 
Sim
 
 
 
Normal/Acamado/Imóvel
Fraca
Comprometida/Cambaleante
 
Consciente/Orientado
Superestima capacidades/
Esquece limitações
39
Escalas
Escala de MorseEscala de Morse
Escala para avaliar o paciente no que confere o risco de queda
0
 
25
 
 
0 
 
15
 
 
0
15
30
 
 
0
 
20
 
 
 
0
10
20
 
0
15
Risco baixo: 0 - 24 pontos 
Risco moderado: 25 - 44 pontos 
Risco alto: ≥ 45 pontos
Percepção 
sensorial 
Umidade
Atividade
Mobilidade
Nutrição
Fricção e 
cisalhamento
Sem risco: 19 a 23 pontos 
Risco baixo: 15 a 18 pontos 
Risco moderado: 13 a 14 pontos 
Alto risco: 10 a 12 pontos 
Altíssimo risco: 6 a 9 pontos 40
Escalas
Escala de Braden
Escala para medir o risco dos pacientes críticos de desenvolverem lesões
por pressão.
Muito 
limitado
Muito
molhado
Confinado à
Cadeira
Bastante
limitado
Provavelmente
inadequada
Problema
potencial
Nenhuma
limitação
Raramente
molhado
Anda 
frequentemente
Não apresenta
limitações
Excelente
 --
Levemente 
limitado
Ocasionalmente
molhado
Anda 
ocasionalmente
Levemente
limitado
Adequada
Nenhum
problema
Totalmente 
limitado
Completamente
molhado
Acamado
Totalmente
móvel
Muito
pobre
Problema
 
 
 
 
 
 
 
 
 
41
Escalas
Escala de Rass
A escala de agitação e sedação de Richmond (ou) "RASS", do Inglês
"Richmond Agitation-Sedation Scale") é uma escala utilizada para avaliar
o grau de sedação e agitação de um paciente que necessite de cuidados
críticos ou esteja sob agitação psicomotora.
Violento, risco para a equipe
Conduta agressiva, puxa ou remove tubos ou cateteres.
Movimentos despropositados frequentes, briga com o ventilador.
Intranquilo, ansioso, sem movimentos vigorosos agressivos.
Alerta, calmo
Adormecido facilmente respeitável, mantém contato visual por
mais de 10 segundos.
Despertar precose ao estímulo verbal, mantém contato visual
por menos de 10 segundos.
Movimentos e abertura ocular ao estímulo verbal, mas sem
contato visual.
Sem resposta ao estímulo verbal, mas apresenta movimentos
ou abertura ocular ao toque (estímulo físico)
Sem resposta a estímulo verbal ou físico.
+4
 
+3
 
+2
 
+1
 
0
 
-1 
 
-2
 
-3
 
-4
 
-5
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0
 
 
1
 
 
2
 
 
3
 
 
4
 
 
 
5
42
Escalas
Escala de maddox - Flebite
A escala de Maddox é um exemplo de parâmetro norteador para
identificação de flebite, pois gradua a severidade da flebite de acordo
com o número de sinais presentes e a sua intensidade e extensão.
0 ausência de reação; 
1+ sensibilidade ao toque sobre o acesso; 
2+ dor contínua sem eritema; 
3+ dor contínua, com eritema e edema, veia dura palpável a
menos de 8cm acima do local do acesso; 
4+ dor contínua, com eritema e edema, veia dura palpável a
mais de 8cm acima do local do acesso;
5+ trombose venosa aparente. 
Todos os sinais de 4+, mais fluxo venoso = 0, que pode ter sido
interrompido devido à trombose.
 
Quanto ao grau da gravidade, pode se classificado como:
Tipos de leito
Tipos de banho
Banho no leito Imersão
Ablução Aspersão
Banho na
banheira
Banho no
chuveiro
Jogar pequenas
porções de água
no corpo
CAMA ABERTA
CAMA FECHADA
CAMA DE OPERADO
É aquela que está
desocupada aguardando
um novo paciente.
É aquela ocupada pelo
paciente que deambula ou
não deambula.
É aquela feita para pacientes
que vêm da sala de cirurgias.
 
Para pacientes
acamados
43
Banho no leito
Materias necessários
Procedimentos
Bacia, jarro e compressas
Álcool 70%
Sabão em barra individual e/ou sabonete líquido
Toalha de banho
Material para higiene oral
Material para higiene íntima
Pente (do paciente)
Desodorante e hidratante (do paciente)
Comadre e marreco, se necessário
Roupa para o paciente (pijama ou camisola)
Kit de roupa de cama
1 toalha de banho
Hamper
Biombos
Gaze
Fralda (se necessário)
Micropore 
Compressa não estéril 
• Realizar a higienização das mãos.
• Reunir todo material.
• Explicar o procedimento para o paciente, promovendo
tranquilidade e possibilitando o conhecimento sobre o
procedimento.
• Colocar biombos ao redor do leito para manter a privacidade
do paciente.
44
1. Antes do contato com o paciente.
2. Antes da realização de procedimento
asséptico.
3. Após risco de exposição a fluidos
corporais.
4. Após contato com o paciente.
5. Após contato com as áreas próximas
ao paciente.
45
Precauções - padrão:
deve ser para todos os
pacientes.
Precauções de contato:
infecções de pele ou
patógenos MDR.
Preucações para gotículas:
transmissão respiratória;
partículas > 5 micra.
Preucações para aerossóis:
transmissão respiratória;
partículas menores ou iguais
a 5 micra.
Higienização das mãos
Tipos de precaução
Dietas hospitalares
Dietoterapia de acordo com a consistência
alimentar
- Dieta Hídrica
- Dieta Liquida
- Dieta Leve
Fornece líquidos e eletrólitos via oral para prevenir a desidratação, minimizar
O trabalho do trato gastrintestinal e a presença de resíduos no cólon.
Indicações de uso: preparo e pós-operatório de cirurgias de trato
gastrintestinal, após período de de alimentação por via intravenosa, durante
infecções graves e diarreiaaguda, antes e depois de procedimento de
diagnóstico, e como o uso dessa dieta naqueles pacientes apresentando
disfagia com risco de branco aspiração. É indicada à progressão para uma
dieta mais adequada logo que tolerada pelo paciente.
Fornece uma dieta oral que seja bem tolerada por pacientes que não podem
ingerir alimentos sólidos. Garante o repouso gástrico.
Indicações de uso: após cirurgias da cabeça e pescoço, em doenças agudas
e para aqueles pacientes incapazes de tolerar alimentos sólidos ou com
dificuldade de mastigação e deglutição. E uma dieta de transição, e a
progressão para alimentos sólidos deve ser completada tão rápido quanto
possível. Pode ser administrada a pacientes diabéticos ou não.
Indivíduos com problemas mecânicos na ingestão e digestão, com
dificuldades de deglutição e mastigação; em determinados preparos de
exames e cirurgias, pós-operatórios. É usada também como transição para a
dieta branda e geral.
Indicações de uso: Indivíduos com problemas mecânicos de ingestão e
digestão, que impeçam a utilização da dieta geral, havendo assim
necessidade de abrandar os alimentos para melhorar a aceitação. Usadas
nos pré e pós-operatórios, distúrbios gastrintestinais, hipocloridria e preparo
de alguns exames
46
- Dieta Pastosa
- Dieta Branda
- Dieta Livre
Fornece uma dieta que possa ser mastigada e deglutida com pouco ou
nenhum esforço.
Indicações de uso: pacientes com dificuldades na mastigação ou deglutição
devido à inflamação, danos neurológicos, distúrbios neuromotores, retardo
mental severo, doença esofágica, alterações anatômicas da boca ou esôfago,
e uso depróteses dentárias. Não é indicada aqueles com risco de bronco
aspiração.
Pode ser adotada em alguns pós-operatórios para facilitar o trabalho
digestivo. Contêm o mínimo possível de fibras que não foram abrandadas
pela cocção, e uma quantidade moderada de resíduos. Esta dieta é usada
como transição para a dieta geral.
Indicações de uso: Individuos com problemas
mecânicos de ingestão e digestão, que impeçam a utilização da dieta geral,
havendo assim necessidade de abrandar os alimentos para melhorar a
aceitação. Utilizada no pós-cirúrgico, em enfermidades do esôfago, e para
aqueles com dificuldade de mastigação ou deglutição, com uso de próteses
dentárias, e na presença de gastrite e úlcera péptica.
Mantém o estado nutricional de pacientes com ausência de alterações
metabólicas significativas ao risco nutricional.
Indicações de uso: Para pacientes que não necessitam de restrição
especifica e que representam funções de mastigação e gastrintestinais
preservadas.
Dietoterapia de acordo com valor nutritivo
• Dieta normal ou geral:
 
• Dieta carente:
• Dieta excessiva:
Usada para quando o paciente pode receber qualquer tipo de
alimento. É normal em calorias e nutrientes. Ex: dieta geral.
Apresenta taxa de nutrientes e calorias abaixo dos padrões
normais. Seu prefixo é hipo. Ex: dieta hipocalórica.
Apresenta taxa de nutrientes e calorias acima dos padrões
normais. Seu prefixo é hiper. Ex: dieta hiperprotéica.
47
• Super alimentação:
 
• Dieta com aumento parcial de nutrientes ou
calorias:
• Dieta hiperprotéica:
• Dieta hipercalórica:
• Dieta hiperglicídica ou hiperhidrocarbonada:
• Dietas com diminuição parcial de nutrientes e
calorias:
• Dieta hipoprotéica:
• Dieta hipocalórica:
• Dieta hipogordurosa ou hipolipídica:
Usada para indivíduos desnutridos ou que necessitem de
um considerável aumento no valor calórico da dieta.
Usadas em casos específicos onde é necessário a elevação
da taxa normal de nutrientes.
Com elevada taxa de proteínas, indicada em qualquer situação onde
ocorra aumento das necessidades de proteínas. Ex: pós-operatório,
doenças infecciosas na convalescença.
Dieta com valor calórico total acima de 3000 calorias diárias.
É indicada nos casos de anorexia severa.
Dieta com taxa elevada de glícidios ou carboidratos. É usada em
situações que exijam taxas de glicídios abaixo dos padrões de
normalidade.
Usadas em casos específicos, cuja indicação seja diminuição de
taxa normal de nutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras,
sais minerais e etc).
Dieta com taxa reduzida de proteínas, indicada para
evitar progressão de lesões renais.
Dieta com taxa reduzida de gorduras. Usada em casos de
hepatite, colecistite, pancreatite, colelitíase e etc.
Dieta com valor calórico total abaixo dos padrões de normalidade,
indicada em obesidade e programas de redução de peso.
48
• Dieta hipossódica:
• Dietas com omissão de algum componente:
• Dieta assódica:
Dieta com taxa reduzida de sódio, Utilizada em casos de edema
cardíaco e renal, hipertensão arterial, cirrose hepática acompanhada
de ascite, toxemia gravídica.
São indicadas quando há necessidade de retirada total de algum
componente do cardápio.
Dieta sem sódio, ou seja, sem sal.
Geralmente utilizada em casos de hipertensos graves e doenças renais.
49
Oxigenoterapia
1 L = 24 % de oxigênio
2 L = 28 % de oxigênio
3 L = 32 % de oxigênio
4 L = 36 % de oxigênio
5 L = 40 % de oxigênio
6 L = 44 % de oxigênio
Dispositivos na oxigenoterapia
Cateter/
Cânula nasal 
Máscara de
oxigênio simples
Máscara não
reinalante
Máscara de
traqueostomia
Máscara de
venturi
Ventilação
não invasiva
HIPÓXIAANÓXIA
Alta
concentração
de oxigênio
Baixa
concentração
de oxigênio
Ausência de
oxigênio
HIPERÓXIA
50
51
Soro fisiológico
Ringer lactato
Soro glicosado 5%
Tipos de soros
Soro glicofisiológico
Ringer simples
Indicada como repositora de
água, calorias e eletrólitos,
em caso de carência de sódio
e como diluente para
medicamentos.
Utilizada em casos de
desidratação, limpeza,
nebulização e como
veículo de medicamentos.
Indicado para reidratação e
restabelecimento do equilíbrio
hidroeletrolítico e para
prevenção e tratamento da
acidose metabólica.
Indicado para reidratação e
restabelecimento do equilíbrio
hidroeletrolítico.
Indicada como fonte de água, calorias e diurese
osmótica, em casos de desidratação, reposição
calórica, nas hipoglicemias e como veículo para
diluição de medicamentos compatíveis. 
Tipos de infusão
Lenta Rápida
Bolus Contínua
Intermitente
Administrada via
endovenosa entre
30 a 60 minutos
Administrada via
endovenosa entre
entre 1 a 30 minutos
Administrada via
endovenosa em tempo
igual ou inferior a 1 minuto
Administrada via
endovenosa em tempo
superior a 60 minutos
sem interrupções
Administrada via
endovenosa em tempo
superior a 60 minutos
com interrupções
52
 V 
T x 3
 V x 20 
T
 V 
T
Foram prescritos pelo médico plantonista 540 ml de soro glicofisiológico via
endovenosa, para correr em 12 horas. Quantas gotas deverão correr por minuto?
 V 
 T x 3
12×3 36
Cálculo de gotejamento
1 ml contém 20 gotas ou 60 microgotas
1 gota equivale a 3 microgotas
1 gota = 1 macrogota
1 litro (1 L ) = 1000 mililitros (ml)
1 mililitro (1 ml) = 1 centímetro cúbico (cm ou cc)
1 grama (1 g) = 1000 miligramas (mg)
1 miligrama (1 mg) = 1 000 microgramas (mcg ou ug)
1 quilograma (1 kg) = 1000 gramas (g)
Proporções e equivalências
Fórmulas para quando o tempo
estiver em horas "inteiras",
exemplo: 1h, 2h, 6h etc.
53
Fórmulas que só poderão ser
utilizadas quando o tempo
estiver em minutos, exemplo: 30
minutos, 90 minutos etc.
V = volume
V = volume
T = tempo
T = tempo
3/20/60 =
3/20/60 =
constante
constante gts/min = mgts/min =
 V x 60 
 T
gts/min = mgts/min =
Exemplo
540 = 540 = 15 gotas
F S
 P X 
100 UI 1 ml
100 UI 1 ml
50 UI X ml
Temos a prescrição de 50 UI de insulina NPH SC. Não
temos seringa graduada em UI, somente seringa de 3 ml.
Quanto em ml de insulina devemos administrar?
(ampola insulina 100 UI/ml).
54
Cálculo de insulina
Macete para cálculo de insulina
F:
S:
P:
X:
F:
S:
P:
X:
Para não esquecer mais, memorize:
Frasco
Seringa
Prescrição
Resultado
Fui
Salvo
Pela
Xuxa
Exemplo
Exemplo
Multiplique cruzado
100 X = 50
 X = 50
 100X = 0,5ml 
50 UI X ml
5.000 UI 1 ml
1.000 UI X 
5000x = 1000
 x = 1000
 5000
 x = 0,2 ml
55
Cálculo de heparina
Se em 1 ml temos 5.000 UI, quantos ml precisamos
aspirar para ter 1.000 UI conforme a prescrição
médica?
(Multiplique cruzado)
Os exercícios de cálculo de heparina são
realizados utilizando regra de três simples, vamos
aprender praticando?
Foi prescrito 1.000 UI de heparina. Na unidade, há
frasco ampola de 5 ml, com apresentação de 5.000
UI/ml. Quantos ml de heparina deve ser aspirada
para ser atendida a administração prescrita?
5.000.000 UI 10 ml (8 ml AD + 2 ml de pó)
3.250.000 UI X
Assim formando 10 ml que representa a capacidade
do frasco ampola de ambas penicilinas.
Multiplica cruzado
Exemplo
56
Cálculo de penicilina
A Penicilina Cristalina apresenta-se
em frascos de pó de:
5.000.000 UI
10.000.000 UI
O frasco de 5.000.000 UI
equivalem a 2 ml de pó e
deve ser diluída em 8 ml 
de água destilada.
O frasco de 10.000.000 UI
equivalem a 4 ml de pó e
deve ser diluída em 6 ml
de água destilada.
Prescrito a um paciente Penicilina Cristalina
3.250.000UI Tem-se disponível Penicilina
Cristalina 5.000.000UI quantos ml devo
administrar no paciente?
Resposta
5.000.000 X = 32.500.000
X = 32.500.000
 5.000.000
X= 6,5 ml
Via certa
Paciente certo
Validade certa
Administração
certa
Orientação
ao paciente
Hora certa
Ação certa
Medicamento certo
Tempo de
administração
certa
Dose certa
Registro
Checagem
certa
Resposta certa
57
certos da medicação
Vias de administração
de medicamentos
EnteralEnteral ParenteralParenteral TópicaTópica
Via oral
Via sublingual
Via gástrica 
 Via retal
Via intradérmica (ID)
Via subcutânea (SC)
 Via endovenosa (EV)
Via intramuscular (IM)
Via nasal
Via vaginal
 Via ocular
Via cutânea
Via auricular 
Enteral 
Parenteral
Tópica
A via enteral ocorre quando o medicamento entra em contato
com qualquer um dos segmentos do trato gastrointestinal.
Via parenteral é a via de administração de
medicamentos através de injeção.
O uso tópico exerce ações locais. Basicamente o
medicamento é aplicado diretamente na pele que cobre a
região do corpo em que está o mal que se quer curar.
58
Intramuscular (IM): Aqui os medicamentos são administrados no
músculo. Os locais mais utilizados para esse tipo de administração
são o glúteo, o vasto lateral da coxa e o músculo deltoide;
Subcutânea (SC): Aqui os medicamentos são administrados sob a
pele (tecido subcutâneo). Os medicamentos mais utilizados nesse
caso são a insulina, a heparina e algumas vacinas;
Intradérmica (ID): Aqui os medicamentos são administrados na
derme com capacidade de pequenos volumes (0,1 a 0,5ml);
Endovenosa (EV) ou intravenosa: Aqui os medicamentos são
administrados diretamente na corrente sanguínea através da veia.
Geralmente esse tipo de administração é muito usado quando o
medicamento não é compatível com a via oral;
Vias de administração
de medicamentos
Ângulos de aplicação
59
Seringa de insulina
LISPRO REGULAR
NPH LANTUS
Inicio de ação: 10 a 15 minutos
Ultrarápida e com pico de ação
entre 1 e 2 horas. 
Inicio de ação: 30 minutos 
Razoavelmente rápida e com
pico de ação entre 2 a 3 horas.
Inicio de ação: 90 minutos
Longa e lenta, e não há
 pico de ação.
Tipos de insulina
10 UI = 0,1 ml
20 UI = 0,2 ml
30 UI = 0,3 ml
40 UI = 0,4 ml
50 UI = 0,5 ml
60 UI = 0,6 ml
70 UI = 0,7 ml
80 UI = 0,8 ml
90 UI = 0,9 ml
100 UI = 1 ml
Inicio de ação: 1 a 3 horas
Intermediária e com pico de
ação entre 5 e 8 horas.
60
61
Seringas e Agulhas
Estrutura da seringa e agulha
Êmbolo
Corpo ou
cilindro
Flange
Rolha de
retenção
Canhão
Haste
Bisel
Seringas
Geralmente utilizada
para insulina,
intradérmica e
subcutânea.
Para introdução 
de soluções
intramusculares.
Para administração
intramusculares.
Para administração
de soluções
intravenosas.
Para administração
de soluções
intravenosas.
 Usada para aspiração e
injeção de grandes volumes
líquidos e alimentação
enteral, durante
procedimentos médicos.
Seringa 1ml Seringa 3ml Seringa 5ml Seringa 10ml Seringa 20ml Seringa 60ml
Base do
êmbolo
Soluções aquosas e oleosas por 
via intramuscular em adultos; 
Indicada em pacientes obesos
ou com sobrepeso.
62
Agulhas
Seringas e Agulhas
13 x 0,3 mm - SC PED
Agulha bem fina e pequena; 
Administrações subcutâneas; 
Em uso pediátrico e neonatal; 
Para medicamentos com aspectos 
aquoso e oleoso 
•
13 x 0,45 mm - SC, ID
Administração subcutânea na 
área pediátrica; 
Intradérmica em adultos; 
Vacinas e soluções aquosas. 
•
20 x 0,55 mm - EV, SC, IM
Aspirar medicações aquosas em 
volumes menores; 
Administração intramuscular, 
subcutânea e endovenosa; 
Pode ser usada em coleta de 
sangue.
•
25 x 0,6 mm - SC, EV 
Muito utilizadas em coletas de 
sangue; 
Administração de soluções
aquosas pelas vias subcutâneas
e endovenosas. 
25 x 0,7 mm - EV, IM
Aplicação de vacinas e insulinas 
pelas vias endovenosas e 
intramuscular em pacientes 
pediátricos ou muito magros. 
•
25 x 0,8 mm - EV
Geralmente para administrações 
endovenosas, porém varia de 
acordo com a medicação, solução 
e dependendo do paciente.
Utilizada para aplicação de
vacinas e insulina pelas vias
intramuscular e
endovenosas em adultos. 
30 x 0,8 mm - IM
40 x 12 mm - Aspiração
indicada para aspiração de 
soluções e medicações de
grande volume. 
•
•
•
•
• 30 x 0,7 mm - EV, IM
63
Scalps
Scalps e Jelcos
21 G 19 G 23 G
27 G 25 G
19 G - Veias de grande calibre 
Adolescente, adulto e idoso; Para
medicamentos de grande dosagem 
e coleta de sangue.
21/23 G - Veias de médio calibre 
Adolescente, adulto e idoso; Para
infusões de medicamentos de
grandes e médias dosagens,
 in bolus ou flush e coleta de sangue.
25/27 G - Veias de pequeno calibre 
Crianças e neonatos; infusões de
medicamentos in bolus ou flush, de
baixas dosagens.
Jelcos
Nº 14 - Ressuscitação 
-Adolescentes e adultos 
-Cirurgias importantes 
-Procedimentos de ressuscitação 
-Infusão de grande quantidades
de liquidos. 
Nº 16 - Cirugia vascular 
-Pré-adolescentes, adolescentes e 
adultos 
-Administração de hemoderivados 
e hemocomponentes e outras 
infusões viscosas.
N° 18 - Cirurgia no geral 
-Crianças, adolescentes e adultos 
-Infusões venosas de sangue e 
hemoderivados
N° 20 - adulto/enfermaria 
-Bebês, crianças, adolescentes e 
adultos 
-Adequado para a maioria das 
infusões 
-Menor velocidade de infusão.
N° 22 
Pediatria/Adulto oncologia
N° 24 - Pediatria/Neonatologia/
Oncologia 
-RN, bebês, crianças, adolescentes 
e adultos 
-Adequada para a maioria das 
infusões 
-A velocidade de infusão deve ser 
bem menor. 
N°14
N°16
N°18
N°20
N°22
N°24
Também conhecido como abocath, quanto
maior o número menor é o calibre.
Os calibres do scalp são sempre ímpares e vão do
número 19 a 27, lembrando que quanto menor o
número, maior é o calibre.
Utilizado para administração intermitente de
fluídos, onde há necessidade de se manter o
acesso por tempo prolongando.
Utilizado para administração imediata de
medicação, sem necessidade de manter o acesso.
Equipo bureta
Macrogotas 
Para bomba de
infusão
Microgotas 
Equipo para
transfusão sanguínea
Fotossensível
Para nutrição enteral
Equipo livre
de PVC
Tipos de equipos
Quando trocar o equipo?
Infusão contínua - 96 horas 
Infusão intermitente - 24 horas 
Nutrição parenteral - a cada bolsa 
Hemocomponentes- a cada bolsa 
Infusões lipídicas - a cada 12 horas 
Propofol - de 6 a 12 horas 
Sistemas fechados de monitorização hemodinâmica e 
pressão invasiva - 96 horas 64
65
Diérese
Exérese
Síntese
Tempos cirúrgicos
Separação dos planos anatômicos ou tecidos
para possibilitar a abordagem de um órgão ou
uma região.
Processo pelo qual se previne, detém ou impede
o sangramento.
Procedimento cirúrgico em queocorre a
remoção cirúrgica de um tecido ou órgão com
mau funcionamento ou doente.
Consiste em aproximar as bordas de uma lesão;
é a união dos tecidos.
Hemostasia
Categorias das cirurgias
Emergência
Urgência
Necessária
Requer atenção imediata, o agravo pode ser fatal.
Ex: hemorragias.
O paciente precisa de atenção imediata (em 24 a 30
horas). Ex: apendicite.
 O paciente precisa fazer o procedimento. 
Ex: catarata.
Opcional
Eletiva
O paciente pode ser operado, mas a sua realização não
é de caráter emergencial. Cirurgia programada.
 Ex: hernia simples.
A decisão ou não da cirurgia cabe ao paciente.
Ex: rinoplastia. 
66
Finalidade das cirurgias
Tem objetivo de corrigir a causa da doença.
Ex: apendicectomia.
Curativa:
Paliativa:
Diagnóstica:
Reparadora:
Reconstrutora:
Tem objetivo de atenuar ou melhorar a
condição, aliviando a dor ou correção do
problema. Ex: gastrostomia.
Tem objetivo de esclarecer o processo
patológico. Ex: laparotomia exploratória.
Tem objetivo de reconstruir uma parte do
corpo lesada. Ex: enxerto de pele.
Tem objetivo estético ou reparador. Ex:
mamoplastia.
67
Pré-operatório 
imediato
Períodos cirúrgicos
Período de 24 horas antes do 
procedimento anestésico-cirúrgico 
até o encaminhamento do paciente 
ao centro cirúrgico.
Transoperatório
Intraoperatório
Recuperação 
pós-anestésica
Pós-operatório 
imediato
Pós-operatório
mediato
Compreende desde o momento em que 
o paciente é recebido na unidade de 
centro cirúrgico até a sua saída 
da sala de operação.
Começa no início do procedimento e 
vai até o seu término.
Quando o paciente chega na SRPA até 
sua alta para a unidade de origem. 
Compreende as primeiras 24 horas 
depois do procedimento cirúrgico.
Inicia-se após as primeiras 24 horas 
e vai até a alta.
68
Tipos de anestesia
Geral
Estado de inconsciência reversível, classificada em
quatro estágios. Pode ser: inalatória, intravenosa 
e balanceada.
Injeta-se anestésico em torno dos vasos. Pode ser
peridural, raquidiana e bloqueio de condução local.
Junção da geral e da regional.
Administração de anestésico em uma área 
específica do corpo por meio da aplicação
tópicaou infiltração local.
Consiste na administração intravenosa de
sedativos e analgésicos.
Regional
Combinada
Local
Sedação moderada
69
Monitorização cardíaca
Padrão AHA Padrão IEC
• Branco (RA): no braço
direito
• Preto (LA): no braço
esquerdo
• Vermelho (LL): na perna
esquerda
• Verde (RL): na perna
direita
• Marrom: derivação
precordial.
• Vermelho (R): no braço
direito (Right)
• Amarelo (L): no braço
esquerdo (Left)
• Verde (F): na perna
esquerda (Foot)
• Preto (N): na perna
direita (Neutro)
• Branco: derivação
precordial.
Padrão AHA Padrão IEC
RA LA
LLRL
V
R L
C
FN
7,35 - 7,45
35 - 45 mmHg
22 - 26 mEq/L
80 - 100 mmHg
- 2 a +2 mEq/L
95 - 100%
 Gasometria Arterial
PaCO2
HCO3
PaCO2
PaCO2
HCO3
HCO3
PH
PaCO2
HCO3
PaO2
BE
SatO2
70
Respiratória
Metabólica
Mista
H+
Acidose
Alcalose
H-
Respiratória
Metabólica
Mista
PaCO2
HCO3
• Realizar a higienização das mãos.
• Reunir material (algodão com álcool, algodão seco,
lanceta, fita reagente e aparelho de glicemia capilar).
• Explicar o procedimento ao paciente.
• Calçar luvas de procedimentos.
• Certificar-se de que o código da fita reagente está
compatível com o chip e de colocá-la adequadamente no
local indicado.
• Manter o membro do dedo a ser puncionado abaixo do
nível do coração para facilitar o fluxo sanguíneo para o
local.
• Introduzir a fita apropriada no aparelho de glicemia
capilar, evitando tocar na parte reagente.
• Realizar antissepsia no local de punção com algodão
embebido em álcool 70%.
• Aguardar a evaporação do álcool antes de puncionar
para evitar alterações nos níveis glicêmicos.
• Proceder à punção com a lanceta na face lateral da
ponta do dedo escolhido.
• Bandeja
• Luvas de procedimento
• Algodão
• Álcool a 70%
• Lanceta
• Aparelho para verificação de
glicemia capilar
• Fitas 
• Caneta
• Papel
Glicemia capilar
Materias 
Procedimentos
Valores
71
72
Eletrocardiograma
Ondas do ECG
1. Onda P: parte do traçado que reflete a condução
de um impulso elétrico através do átrio -
despolarização atrial;
 2. Complexo QRS: parte do traçado que reflete a
condução de um impulso elétrico através dos
ventrículos-despolarização ventricular.
3. Onda T: parte de um ECG que reflete a
repolarização
dos ventrículos.
direita
esquerda
73
V1: 4º Espaço intercostal, no bordo direito do esterno; 
V2: 4º Espaço intercostal, no bordo à esquerda do esterno;
V3: 5º Espaço intercostal entre V2 e V4; 
V4: 5º Espaço intercostal e linha hemiclavicular à esquerda
V5: 5º Espaço intercostal e linha axilar anterior à esquerda
V6- 5º Espaço intercostal e linha axilar média à esquerda 
Eletrodo RA: braço direito - vermelho.
Eletrodo LA: braço esquerdo - amarelo.
Eletrodo RL: perna direita - preta.
Eletrodo LL: perna esquerda - verde. 
Eletrocardiograma
Posicionamento dos eletródos
GANHOS
1500 - 900 = 600 ml
PERDAS
74
• Eliminações vesicais 
 • Eliminações
intestinais • Vômitos
• Drenagens
• Secreções 
• Sudorese
• Linfa
Balanço Hídrico
Portanto o balanço das 24 horas neste caso é positivo, pois
o paciente teve mais ganhos do que perdas.
Paciente recebeu 1.500 ml entre dieta e medicações e
eliminou 900 ml entre diurese e outras drenagens.
Exemplo
Perdas
• Dietas
• Ostomias
• Ingesta hídrica
• Terapia medicamentosa com soros
• Medicamentos com diluentes 
• Drogas
• Sangue 
• Plasma 
• NPP/NPT
Ganhos
Criançasníveis de
álcool. 
Tubo tampa azul-royal: sem aditivos, com EDTA ou heparina
sódica Para toxicologia, cádmio e mercúrio
Tubo tampa cor lavanda: com EDTA 
Para sangue total e plasma hematologia e hemograma completo.
O protocolo classifica após uma triagem dos sintomas, os
paciente por cores de acordo com o grau de gravidade e o
tempo de espera recomendada para atendimento. Deve ser
executado por profissional de nível superior. 
78
EMERGÊNCIA MUITO
URGENTE
URGENTE POUCO
URGENTE
NÃO URGENTE
0 10 50 120 240
min min min min min
Necessitam de
atendimento
imediato.
Necessitam de
atendimento 
 praticamente
imediato.
Necessitam de
atendimento
rápido, mas podem
aguardar.
Podem aguardar
atendimento ou
serem encaminha -
dos para outros
serviços de saúde. 
Podem aguardar
atendimento ou
serem encaminha -
dos para outros
serviços de saúde. 
Urgência Emergência
Agravo à saúde com ou
sem risco potencial à vida. 
A assistência deverá ser
imediata. 
Exemplo: dores abdominais 
agudas.
Quando há ameaça à vida,
sofrimento intenso ou
risco de lesão permanente. 
Exemplo: PCR.
Protocolo de Manchester
Homens - 42% a 52% ou 0,42 a 0,52
Mulheres - 36% a 48% ou 0,36 a 0,48
Homens - 14,0 a 17,4 g/dℓ ou 140 a 174 g/ℓ
Mulheres - 12,0 a 16,0 g/dℓ ou 120 a 160 g/ℓ 
Homens - 4,2 a 5,4 × 106/mm3 ou × 1012/ℓ (média, 4,8)
Mulheres - 3,6 a 5,0 × 106/mm3 ou × 1012/ℓ (média, 4,3)
79
Parâmetros de exames
laboratoriais
Hemograma
Hematócrito
Hemoglobina
Hemácias
Volume
corpuscular
médio (VCM)
Concentração de
Hemoglobina
Corpuscular
Média (CHCM)
Hemoglobina
corpuscular
média (HCM)
Plaquetas
26 a 34 pg/hemácia ou 0,40 a 0,53 fmol/hemácia
(normalmente ↑ em recém-nascidos e lactentes).
150 000 e 450 000 plaquetas/ µL de sangue
32 a 36 g/dℓ ou 4,9 a 5,5 mmol/ℓ.
 82 a 98 mm3 ou 82 a 98 fℓ 
BCG
Hepatite B
Poliomelite - VIP
Poliomelite - VOP
 Rotavírus humano
(VRH)
 
DTP + Hib + HB
(Penta) 
Formas graves de 
Tuberculose meníngea e miliar
 
Hepatite B 0,5 ml
 0,5 ml
Intramuscular
Intramuscular
Oral
Vacinas Protege n° de Volume Vias de
 contra doses adm 
3 doses: 
2, 4 e 6 meses
Pneumocócica 10
valente 
 
Meningocócica C
Sarampo, caxumba e
rubéola (Tríplice
viral)
 
Sarampo, caxumba,
rubéola e varicela
(Tetra viral)
 
Hepatite A 
Sarampo, caxumba, rubéola
e varicela
 
Hepatite A
 
Difteria, tétano e coqueluche 
 
Difteria e tétano
Intramuscular
2 doses: 
12 meses (tríplice) e 15 
anos (Tetra)
dT
HPV
Febre Amarela
Poliomelite 
Febre Amarela
Sarampo, caxumba e rubéola 
Dose única ao nascer
2 gotas
1,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0, 05 ou 0,1 ml 
Oral
Subcutânea
Subcutânea
Subcutânea
Intradérmica
Intramuscular
Intramuscular
Intramuscular
80
Calendário vacinal infantil
Dose ao nascer
2 reforços: 
15 m e 4 anos
2 doses: 
2 e 4 meses
3 doses: 
3, 5 e 12 meses (R)
2 doses: 
9 meses e 4 anos (R)
2 doses: 
12 meses e 15 anos 
(Reforço com tetra)
1 dose: 15 meses
Poliomelite 
Diarreia por rotavírus
 
Difteria, tétano, Coqueluche,
Haemophilus Influenzae B e
Hepatite B
 
Pneumonias, otites,
meningites e sinusites
 
 
Meningite C
2 reforços: 
15 meses 4 anos
Dose a cada 10 anos
2 doses
3 doses: 
2, 4 e 6 meses
3 doses: 
2, 4 e 12 meses (R)
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
Intramuscular
Intramuscular
IntramuscularPapilomavírus humano
DTP
Pneumocócica 
23 valente
 
Varicela
Vacinas Protege n° de Volume Vias de
 contra doses adm 
0,5 ml
Subcutânea
Intramuscular
81
Calendário do
adolescente
0,5 ml Intramuscular
Meningite, sepse, pneumonias, 
sinusite, otite e bronquite
 
Varicela (catapora)
1 dose a partir 
dos 5 anos*
 
1 dose aos 4 anos 0,5 ml
*Para povos indígenas, sem comprovação vacinal da vacina Pneumocócica 10-valente
Vacinas Protege n° de Volume Vias de
 contra doses adm 
Hepatite B
 
dT
 
Febre amarela
 
Tríplice viral
 
 
 
Pneumocócica
23-valente
 
Meningocócica 
 
Hepatite B
 
Difteria e tétano
 
Febre amarela
 
Sarampo, caxumba e rubéola
 
Papilomavírus humano
 
Meningite, sepse, pneumonias, 
sinusite, otite e bronquite
 
Meningite meningocócica dos
subgrupos A, C, W, Y 
3 doses*: 
meses 0, 1 e 6
2 doses **
 
1 dose ***
 
1 dose ****
3 doses*: 
meses 0, 1 e 6
Dose única para nunca 
vacinados
 
Iniciar ou completar 
esquema 2 doses*
HPV
*A depender da situação vacinal 
**Meninas e meninos: 9 a 14 anos 
***Para povos indígenas, sem comprovação vacinal da vacina Pneumocócica 
10-valente 
**** Para adolescentes de 11 a 14 anos (até junho de 2023)
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
0,5 ml
Intramuscular
Subcutânea
Subcutânea
Intramuscular
Intramuscular
Intramuscular
82
Calendário do
adulto e idoso
Calendário da gestante
Vacinas Protege nº de Volume Vias de 
 Contra doses adm
Vacinas Protege nº de Volume Vias de 
 Contra doses adm
Hepatite B
 
dT
 
Febre amarela
 
Tríplice viral
 
Pneumocócica
 23- valente 
 
3 doses*:
meses 0, 1 e 5
 
3 doses*:
meses 0, 1 e 5
 
Dose única para nunca
vacinados
 
 
Iniciar ou completar
esquema 2 doses* 
 
 
1 dose**
0,5 ml
 
0,5 ml
 
0,5 ml
 
0,5 ml
 
0,5 ml 
Intramuscular
 
Intramuscular
 
Subcutânea
 
Subcutânea
 
Intramuscular
*A depender da situação vacinal
**Para povos indígenas, sem comprovação vacinal da vacina Pneumocócica 10-valente
Hepatite B
 
Difteria e tétano
 
Febre amarela
 
Sarampo, caxumba e rubéola
 
Meningite, sepse, pneumonias
sinusite, otite e bronquite
Hepatite B
 
dT
 
dTpa
Hepatite B
 
Difteria e tétano
 
Difteria, tétano e coqueluche
3 doses*:
meses 0, 1 e 6
 
3 doses*: 
meses 0, 1 e 6
 
1 dose a partir da 20ª 
semana de gestação
0,5 ml
 
0,5 ml
 
0,5 ml
Intramuscular
 
Intramuscular
 
Intramuscular
*A organização do
carrinho pode variar de
acordo com a instituição
Carrinho de emergência
Suporte +
cilindro
Medicamentos mais utilizados em situações de emergência
clínica e diluidores. 
Kit de intubação e traqueostomia de emergência - lâminas,
laringoscópio, ambu, fixação, fio guia. 
Material para administração de medicamentos e
procedimentos, como: jelcos, agulhas, equipos, garote,
material para fixação, seringas, sondas, etc.
83
Primeira gaveta
Segunda gaveta
Terceira gaveta
Quarta gaveta
Todos os tipos de soros: fisiológico, glicosado, ringer
lactato, manitol, voluven. etc.
Cardioversor/ 
desfibrilador
TampoMesa
auxiliar
Prancha
rígida
Suporte
de soro
C
A
B
D
Adultos e adolescentes: 1 ou 2 socorristas
(30 compressões : 2 ventilações)
Crianças e bebês: 1 socorrista (30
compressões : 2 ventilações); 2 ou mais
socorristas (15 compressões : 2 ventilações)
Frequência das compressões: de 100
a 120 por minuto
Profundidade das compressões:
Adultos: 5 a 6 cm
Crianças e bebês: 5 cm e 4 cm. 
84
Suporte básico de vida
Protocolo de atendimento no qual se estabelecem o reconhecimento e a
realização das manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com o
objetivo de manter a vítima de parada cardiorrespiratória (PCR) viva até
a chegada de uma unidade de transporte especializada.
Checar responsividade, Chamar por ajuda, Checar o pulso e a
respiração da vítima, Iniciar Compressões (30 compressões);
Abertura das vias aéreas;
Boa ventilação (2 ventilações);
Desfibrilação, neste caso, com o desfibrilador
externo automático (DEA).
Compressões sem via aérea avançada
• Droga de 1ª escolha
• Adulto: 1 mg IV/IO em bolus + 20 ml de SF 0,9% +
elevação do membro
• Pediatria: 0,01

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