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PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
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PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
MECBRUN-INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 
Clébia Gomes de Souza 
Eng. de Segurança do Trabalho 
CREA-AL 021952034-8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São Miguel dos Campos – AL 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
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SUMÁRIO 
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ....................................................................... 2 
2. CONTRATANTE ................................................................................................ 2 
3. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO ............................................................. 2 
4. OBJETIVO: ........................................................................................................ 3 
5. POLÍTICA DA EMPRESA .................................................................................. 3 
6. RESPONSABILIDADES .................................................................................... 4 
6.1 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR QUANTO AO USO ..................... 5 
6.2 RESPONSABILIDADES DO USUÁRIO DE RESPIRADOR ............................... 6 
7. FATORES QUE INFLUEM NA SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR ..................... 6 
8. SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO .................................................... 7 
9. ETAPAS PARA IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO RISCO ............... 7 
10. RESPIRADORES PARA USO EM ATMOSFERAS IPVS ................................... 9 
11. CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ESPAÇOS CONFINADOS ............................ 10 
12. FATORES QUE AFETAM A SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR ...................... 10 
13. PROBLEMAS DE VEDAÇÃO NOS RESPIRADORES ..................................... 11 
14. TREINAMENTO ............................................................................................... 11 
15. MONITORAMENTOS DO USO DO RESPIRADOR ......................................... 12 
16. TESTE DE VEDAÇÃO ..................................................................................... 12 
17. USO SIMULTÂNEO DE OUTROS EPI’S ................................................................. 15 
18. REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS ............................ 16 
19. ANTECIPAÇÃO E AVALIAÇÃO DE RISCOS .................................................. 16 
20. AVALIAÇÃO DOS RISCOS ............................................................................. 17 
21. AVALIAÇÃO AMBIENTAL ............................................................................... 17 
22. MEDIDAS DE CONTROLE .............................................................................. 17 
23. MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA E ADMINISTRATIVAS ....................... 18 
24. UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL ................. 19 
25. VERIFICANDO A EFICÁCIA DO EPI RECOMENDADO .................................. 20 
26. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE POEIRAS RESPIRÁVEIS ........................... 24 
27. CRONOGRAMA DO PPR ................................................................................ 37 
28. RESPONSÁVEL TÉCNICO ............................................................................. 38 
29. REFERÊNCIAS ............................................................................................... 39 
30. ANEXOS ......................................................................................................... 40 
 
 
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PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
 
IDENTIFICAÇÃO 
Razão Social: 
MECBRUN-INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 
Endereço: 
AV LINCOLN DIOGO VIANA, N 56 
CEP: 
33.250-490 
CNPJ : 
01.899.414/0001-
67 
Cidade: 
PEDRO LEOPOLDO 
UF: 
MG 
FONE: (31) 3686-1424 
CNAE 
25.13-6-
00 
Grau de Risco : 
04 (Quatro) 
Descrição: 
Fabricação de obras de caldeiraria pesada 
CNAE SECUNDÁRIO: 
CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS 
09.90-4-02 - Atividades de apoio à extração de minerais metálicos não-
ferrosos 09.90-4-03 - Atividades de apoio à extração de minerais não-
metálicos 
25.11-0-00 - Fabricação de estruturas metálicas 
25.39-0-01 - Serviços de usinagem, tornearia e 
solda 
33.14-7-10 - Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente 
33.14-7-99 - Manutenção e reparação de outras máquinas e equipamentos para usos industriais não especificados 
anteriormente 33.19-8-00 - Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente 
33.21-0-00 - Instalação de máquinas e equipamentos industriais 
33.29-5-99 - Instalação de outros equipamentos não especificados 
anteriormente 41.10-7-00 - Incorporação de empreendimentos imobiliários 
43.13-4-00 - Obras de terraplenagem 
43.19-3-00 - Serviços de preparação do terreno não especificados anteriormente 
49.30-2-01 - Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, 
municipal. 49.30-2-03 - Transporte rodoviário de produtos perigosos 
52.12-5-00 - Carga e descarga 
68.10-2-02 - Aluguel de imóveis próprios 
77.19-5-99 - Locação de outros meios de transporte não especificados anteriormente, sem condutor 
 
 
2. CONTRATANTE 
 
CONTRATANTE 
Razão Social: 
INTERCEMENT BRASIL S/A 
Endereço: 
Fazenda São Sebastião SN - Zona Rural 
CEP: 
57.245-079 
CNPJ : 
62.258.884/0141-96 
Cidade: 
São Miguel dos Campos 
UF: 
AL 
FONE: (82) 33271-9654 
CNAE: 
23.20-6-00 
Grau de Risco : 
04 (Quatro) 
Descrição: 
Fabricação de cimento 
 
 
3. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO 
 
 
RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO DOCUMENTO: 
Responsável: Registro: Fone: 
Clébia Gomes De Souza 
Eng. de Segurança do Trabalho 
CREA-AL 
021952034-8 
 
(82) 98839-3608 
 
 
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4. OBJETIVO: 
 
Este Programa de Proteção Respiratória (PPR) tem como objetivo garantir 
segurança aos trabalhadores contra riscos respiratórios por meio da adequada 
utilização de respiradores. Esses equipamentos somente podem ser utilizados 
quando necessário para complementar as medidas de proteção coletiva 
implementadas, ou enquanto as mesmas estiverem sendo implantadas e nas 
emergências. 
 
5. POLÍTICA DA EMPRESA 
 
 
A empresa adota como princípio fundamental a preservação da saúde e 
da integridade física de seus trabalhadores, comprometendo-se a prevenir e 
controlar os riscos ocupacionais. No âmbito do Programa de Proteção 
Respiratória (PPR), estabelece como política o atendimento integral à legislação 
vigente, em especial à Portaria nº 672/2021 do Ministério do Trabalho e 
Previdência e às Normas Regulamentadoras aplicáveis. 
A gestão da proteção respiratória é conduzida com foco na eficiência e na 
melhoria contínua, contemplando a antecipação, o reconhecimento, a avaliação 
e o controle dos riscos respiratórios presentes no ambiente laboral. Para tanto, 
são selecionados, disponibilizados e controlados os Equipamentos de Proteção 
Respiratória (EPR), conforme os riscos identificados no Programa de 
Gerenciamento de Riscos (PGR), assegurando a adequação ao perfil dos 
trabalhadores e às condições de exposição. 
A empresa promove a capacitação e a conscientização dos colaboradores 
quanto ao uso correto dos respiradores, mantém transparência em suas ações 
e integra o PPR aos demais programas de saúde e segurança, como o PGR 
(NR-01) e o PCMSO (NR-07), consolidando uma gestão preventiva, eficiente e 
sustentável. 
 
 
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6. RESPONSABILIDADES 
 
 
Assegurar a eficiência e execução do Programa de Proteção Respiratória 
é um dever de todos os colaboradores da empresa, atuando de forma conjunta, 
como um todo. Cada um dos integrantes da organização detêm um papel 
fundamental para a execuçãoCREA N° 021952034-8 
 MECBRUN-INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 
CNPJ: 01.899.414/0001-67 
 
 
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29. REFERÊNCIAS 
 
 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12543: 
Equipamentos de proteção respiratória — Terminologia. Rio de Janeiro, 2017. 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13694: 
Respiradores purificadores de ar — Ensaios de desempenho. Rio de Janeiro, 1996. 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13697: 
Respiradores purificadores de ar — Peça semifacial filtrante para partículas. Rio de 
Janeiro, 2010. 
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora NR-06 – 
Equipamento de Proteção Individual. Brasília, 2022. 
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora NR-07 – 
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Brasília, 2022. 
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora NR-09 – 
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. (Atualizada pelo PGR). Brasília, 2022. 
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora NR-15 – 
Atividades e Operações Insalubres. Brasília, 2022. 
FUNDACENTRO. NHO 09: Avaliação da exposição ocupacional a aerodispersóides. 
São Paulo: Fundacentro, 2013. 
FUNDACENTRO. Programa de Proteção Respiratória – Recomendações, seleção e 
uso de respiradores. 2. ed. São Paulo: Fundacentro, 2009. 
NIOSH – NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH. 
NIOSH Guide to the Selection and Use of Particulate Respirators Certified Under 42 
CFR 84. Cincinnati: U.S. Department of Health and Human Services, 1996. 
ACGIH – AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL 
HYGIENISTS. Threshold Limit Values (TLVs) and Biological Exposure Indices (BEIs). 
Cincinnati, 2023. 
 
 
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30. ANEXOS: 
 
Anexo – ART 
 
 
 
 
 
Anotação de Responsabilidade Técnica - ART 
Lei n° 6.496, de 7 de dezembro de 1977 
 
CREA-AL 
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ART OBRA / SERVIÇO 
Nº AL20250492190 
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas 
INICIAL 
 
 
 1. Responsável Técnico 
CLEBIA GOMES DE SOUZA 
Título profissional: ENGENHEIRA CIVIL, ENGENHEIRA DE SEGURANÇA DO TRABALHO RNP: 0219520348 
Registro: 2232442/2021 AL 
 2. Dados do Contrato 
Contratante: MECBRUN INDUSTRIA E COMERCIO S.A. CPF/CNPJ: 01.899.414/0001-67 
AVENIDA LINCOLN DIOGO VIANA Nº: 560 
Complemento: Bairro: MANOEL CARLOS (DOUTOR LUND) 
Cidade: PEDRO LEOPOLDO UF: MG CEP: 33250490 
 
Contrato: Não especificado Celebrado em: 
Valor: R$ 1.500,00 Tipo de contratante: Pessoa Juridica de Direito Privado 
Ação Institucional: Outros 
 3. Dados da Obra/Serviço 
AVENIDA LINCOLN DIOGO VIANA Nº: 560 
Complemento: Bairro: MANOEL CARLOS (DOUTOR LUND) 
Cidade: PEDRO LEOPOLDO UF: MG CEP: 33250490 
Data de Início: 30/09/2025 Previsão de término: 30/09/2025 Coordenadas Geográficas: 0, 0 
Finalidade: Código: Não Especificado 
Proprietário: MECBRUN INDUSTRIA E COMERCIO S.A. CPF/CNPJ: 01.899.414/0001-67 
 4. Atividade Técnica 
 
14 - Elaboração Quantidade Unidade 
66 - Laudo > HIGIENE DO TRABALHO > PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA - PCA > 
#44.5.1 - DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA ? PCA 
2,00 un 
66 - Laudo > HIGIENE DO TRABALHO > PROGRAMA DE PREVENÇÃO RESPIRATÓRIA - PPR > 
#44.7.1 - DE PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ? PPR 
2,00 un 
 
Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deve proceder a baixa desta ART 
 5. Observações 
elaboração de um PCA (Programa de Conservação Auditiva) e PPR (Programa de Proteção Respiratória). 
 6. Declarações 
- Cláusula Compromissória: Qualquer conflito ou litígio originado do presente contrato, bem como sua interpretação ou execução, será resolvido por 
arbitragem, de acordo com a Lei no. 9.307, de 23 de setembro de 1996, por meio do Centro de Mediação e Arbitragem - CMA vinculado ao Crea-AL, 
nos termos do respectivo regulamento de arbitragem que, expressamente, as partes declaram concordar. 
- Declaro que estou cumprindo as regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica e no decreto n. 
5296/2004. 
- Declaro, sob as penas da lei, serem verdadeiras as informações aqui prestadas 
 
 7. Entidade de Classe 
SEM INDICACAO 
 8. Assinaturas 
Declaro serem verdadeiras as informações acima 
 
 , de de 
Local data 
 
 
 
 
 
 
CLEBIA GOMES DE SOUZA - CPF: 082.655.574-85 
 
 
MECBRUN INDUSTRIA E COMERCIO S.A. - CNPJ: 01.899.414/0001-67 
 
 9. Informações 
* A ART é válida somente quando quitada, mediante apresentação do comprovante do pagamento ou conferência no site do Crea. 
 10. Valor 
Valor da ART: R$ 103,03 Registrada em: 22/08/2025 Valor pago: R$ 103,03 Nosso Número: 8303247102 
 
 
 
 
 
 
A autenticidade desta ART pode ser verificada em: http://crea-al.sitac.com.br/publico/, com a chave: 0ZAdd 
Impresso em: 22/08/2025 às 15:16:28 por: , ip: 187.65.68.245 
 
www.crea-al.org.br crea-al@crea-al.org.br 
Tel: (82) 2123-0866 Fax: (82) 2123-0894 
CREA-AL 
Conselho Regional de Engenharia 
e Agronomia de Alagoas 
 
 
CLEBIA GOMES DE SOUZA 
RNP: 0219520348 
Data: 22/08/2025 15:16:27 
http://crea-al.sitac.com.br/publico/
http://www.crea-al.org.br/
mailto:crea-al@crea-al.org.brcorreta e assertiva das ações e planejamento do 
PPR, podendo atuar para com suas atribuições e deveres de acordo com suas 
formações profissionais, experiências e habilidades. Desta forma, temos abaixo 
um exemplo de como se pode implantar-se a divisão das responsabilidades no 
ambiente organizacional para o cumprimento dos parâmetros de qualidade do 
PPR: 
Administrador do Programa: Garantir a administração e funcionalidade 
do programa devendo tomar ações imediatas para garantir o funcionamento 
adequado. 
 
Diretoria e Gerencia: Garantir recursos pessoais e financeiros para 
garantir a funcionalidade do programa. 
 
Líder e Supervisores: Têm por atribuição fiscalizar e auditar o 
cumprimento das regras estabelecidas no programa bem como a eficácia do 
mesmo, devendo informar ao administrador do programa qualquer problema 
identificado. 
 
Compras, Suprimentos e Almoxarifado: Garantir a compra e estoque 
dos equipamentos com as especificações técnicas estabelecidas no programa. 
Não podendo, de forma alguma, fazer aquisição de qualquer equipamento que 
não esteja relacionado no programa sem a autorização do administrador do PPR. 
 
Segurança e Engenharia do Trabalho: Realizar as avaliações 
qualitativas e quantitativas no ambiente de trabalho, identificar e sinalizar os 
locais IPVS (Imediatamente Perigoso à Vida ou à Saúde) e realizar o 
monitoramento, bem como identificar quais são as medidas de eliminação e/ou 
controle que serão adotadas para diminuição dos riscos no local de trabalho. 
 
Medicina: Monitorar periódico durante os exames, bem como informar a 
aptidão dos novos trabalhadores para as atividades onde exista concentração 
prejudicial à saúde do trabalhador. 
 
 
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Usuários de Proteção Respiratória: Usar de forma adequada o 
equipamento sempre que se exposto em áreas que tenha a presença de 
aerodispersóides prejudiciais à saúde, bem como garantir a higienização dos 
equipamentos e informar ao seu superior qualquer irregularidade com o 
equipamento ou procedimento. 
 
 
6.1 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR QUANTO AO USO DE 
RESPIRADORES 
 
O empregador é responsável por fornecer respiradores sempre que 
necessário, assegurando que os equipamentos sejam adequados ao risco 
identificado e apropriados ao uso previsto. Compete ainda ao empregador 
estabelecer, implementar e manter o Programa de Proteção Respiratória em 
conformidade com os requisitos mínimos estabelecidos na legislação aplicável e 
nas normas técnicas vigentes. 
É assegurado ao trabalhador usuário de respirador o direito de deixar 
imediatamente a área de risco sempre que ocorrer qualquer situação relacionada 
ao uso do equipamento, incluindo falha ou mau funcionamento, penetração de 
ar contaminado na peça facial, aumento da resistência respiratória, desconforto 
físico significativo ou mal-estar, tais como náusea, fraqueza, tosse, espirros, 
dificuldade respiratória, calafrios, tontura, vômitos ou febre. O afastamento 
também se aplica à necessidade de higienização da peça facial, substituição de 
filtros ou componentes e realização de pausas em áreas não contaminadas. 
Compete ao empregador investigar as causas de mau funcionamento dos 
respiradores e adotar providências corretivas imediatas. Em casos de defeito de 
fabricação, é obrigatória a comunicação ao fabricante e ao órgão competente em 
Equipamentos de Proteção Individual (EPI), garantindo a segurança contínua do 
trabalhador. 
 
 
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6.2 RESPONSABILIDADES DO USUÁRIO DE RESPIRADOR 
 
Para que as medidas de proteção respiratória sejam eficazes, o usuário 
deve utilizar o respirador fornecido de acordo com as instruções recebidas 
durante o treinamento. O equipamento deve ser armazenado de forma adequada 
quando não estiver em uso, garantindo que não sofra danos ou deformações 
que comprometam sua eficácia. 
Caso o usuário identifique mau funcionamento do respirador, deve deixar 
imediatamente a área contaminada e comunicar o defeito à pessoa responsável 
indicada nos procedimentos operacionais do empregador. Adicionalmente, é 
obrigatório informar qualquer alteração em seu estado de saúde que possa 
interferir na capacidade de utilizar o respirador de forma segura, assegurando a 
proteção própria e de terceiros. 
 
7. FATORES QUE INFLUEM NA SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR 
 
Atividade do usuário 
Na seleção de um respirador deve ser considerada a atividade do usuário 
e a sua localização na área de risco. Por exemplo: se permanece continuamente 
ou não na área de risco durante o turno de trabalho, se o trabalho é leve, médio 
ou pesado. 
 
 
Condições de uso do respirador 
É importante, na seleção, atentar para o tempo durante o qual ele deve 
estar sendo usado. Cada tipo de respirador tem as características que o tornam 
apropriado para uso rotineiro, não rotineiro, emergências ou resgate. 
 
Localização da área de risco 
Na seleção deve-se levar em conta a localização da área de risco 
relativamente a áreas seguras que tenham ar respirável. Isso permite planejar a 
fuga na ocorrência de uma emergência, a entrada de pessoas para a realização 
dos serviços de manutenção ou reparos ou para as operações de resgate. 
 
 
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Características e limitações 
Também devem ser consideradas as características físicas e funcionais 
dos respiradores, bem como as suas limitações. 
 
8. SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO 
 
Uso de respiradores aprovados 
Devem ser utilizados exclusivamente respiradores aprovados, conforme 
os requisitos estabelecidos pela ABNT NBR 12543 e demais normas técnicas 
aplicáveis. Qualquer modificação, mesmo que mínima, é expressamente 
proibida, visto que pode comprometer o desempenho, a vedação e a eficiência 
do equipamento. 
 
Critérios de seleção 
A seleção do respirador deve estar fundamentada no conhecimento das 
atividades realizadas, dos agentes presentes no ambiente e das condições 
operacionais, de forma a garantir a escolha do tipo ou classe de respirador que 
assegure proteção adequada ao trabalhador, em conformidade com as normas 
da ABNT e recomendações do Programa de Proteção Respiratória – 
Fundacentro. 
 
9. ETAPAS PARA IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO RISCO 
RESPIRATÓRIO 
A determinação da natureza do risco respiratório deve seguir, no mínimo, 
as seguintes etapas: 
a) Identificação dos contaminantes presentes ou potencialmente presentes no 
ambiente de trabalho; 
b) Verificação da existência de limites de tolerância (LT), limites de exposição 
ocupacional (LEO) ou, na ausência destes, estimativa da toxicidade dos 
contaminantes, considerando ainda a possibilidade de concentrações 
Imediatamente Perigosas à Vida ou à Saúde (IPVS); 
c) Consulta à legislação e regulamentos específicos para o(s) 
contaminante(s). Caso existam normas específicas, a seleção do 
respirador deverá atender a essas exigências; 
 
 
 
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d) Avaliação do risco de deficiência de oxigênio, por meio da medição da 
concentração de O₂ no ambiente (valores inferiores a 19,5% v/v configuram 
atmosfera deficiente); 
e) Medição ou estimativa da concentração dos contaminantes no ar, 
considerando cenários de exposição real e potencial; 
f) Determinação do estado físico do contaminante. Para aerossóis, deve- se 
estimar o diâmetro das partículas, assim como avaliar a pressão de vapor à 
máxima temperatura prevista no ambiente; 
g) Análise do potencial de absorção dérmica do contaminante, bem como do 
risco de sensibilização, irritação ou corrosividade à pele e aos olhos; 
h) Para vapores e gases, análise das características sensoriais (odor, gosto, 
limiar de irritação) e sua relação comos limites de exposição, a fim de 
verificar a aplicabilidade do respirador selecionado. 
 
Etapas para seleção do respirador 
 
 
Identificação dos agentes de risco: 
a) Levantar os contaminantes presentes no ambiente de trabalho, com 
destaque para poeiras respiráveis contendo sílica cristalina e demais 
partículas provenientes do manuseio, britagem, moagem e transporte de 
cimento e calcário. 
b) Considerar também a presença de gases e vapores gerados em operações 
de manutenção, soldagem, combustão de equipamentos. 
 
Verificação dos limites de exposição: 
a) Confrontar os resultados das avaliações ambientais com os Limites de 
Tolerância (LT) da NR-15, os Valores de Referência da ACGIH (TLV) ou 
outros limites reconhecidos. 
b) Identificar situações que possam configurar concentrações imediatamente 
perigosas à vida ou à saúde (IPVS). 
 
 
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Avaliação do teor de oxigênio: 
a) Verificar a concentração de oxigênio nos ambientes avaliados. Em 
atmosferas com teor de O₂ inferior a 19,5% em volume, os respiradores 
purificadores de ar ficam proibidos, sendo obrigatória a utilização de 
respiradores de addução de ar ou autônomos. 
 
Determinação da concentração e estado físico dos contaminantes: 
b) Medir ou estimar as concentrações de poeira total e poeira respirável, 
considerando os diferentes pontos do processo. 
a) Classificar os contaminantes quanto ao estado físico (particulados, gases ou 
vapores) e, no caso de aerossóis, determinar o tamanho das partículas para 
definir a classe de filtro necessária. 
 
Avaliação de características adicionais dos contaminantes: 
a) Verificar se os contaminantes podem ser absorvidos pela pele, causar 
irritação, corrosão ou sensibilização cutânea e/ou ocular. 
b) Para gases e vapores, considerar a percepção sensorial (odor, gosto, 
irritação) e sua relação com os limites de exposição. 
 
10. RESPIRADORES PARA USO EM ATMOSFERAS IPVS 
 
Um local é considerado IPVS quando: 
 
a) A concentração do contaminante é maior que a concentração de IPVS, ou se 
suspeita que ela esteja acima do limite de exposição; 
b) É um espaço confinado com teor de oxigênio menor que o normal (20,9% 
em volume), a menos que a causa da redução do teor de oxigênio seja 
conhecida e controlada; 
c) O teor de oxigênio é menor que 12,5%, ao nível do mar, ou pressão 
atmosférica local menor que 450 mmHg (equivalente 4240m de altitude) 
ou pressão parcial de oxigênio menor que 95 mmHg. 
d) A concentração de Monóxido de Carbono é superior a 39 ppm. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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11. CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ESPAÇOS CONFINADOS 
 
 
Os espaços confinados são causa de numerosas mortes e de sérias 
lesões. Portanto, qualquer espaço confinado com menos que 20,9% de oxigênio 
deve ser considerado IPVS, a menos que a causa da redução do teor de oxigênio 
seja conhecida e controlada. Esta restrição é imposta porque qualquer redução 
do teor de oxigênio é, no mínimo, uma prova de que o local é mal ventilado. 
Pode ser possível entrar sem o uso de respiradores em espaço confinado 
que contenha de 16% até 20,9% em volume de oxigênio ao nível do mar, 
somente quando se conhece e compreende a causa da redução do teor de 
oxigênio e se tem certeza de que não existem áreas mal ventiladas nas quais o 
teor de oxigênio possa estar abaixo da referida faixa. Não se conhecendo a 
causa do baixo teor de oxigênio, e se ela não for controlada, a atmosfera do 
espaço confinado deve ser considerada IPVS. 
 
12. FATORES QUE AFETAM A SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR 
 
 
Pelos Faciais: 
Um respirador com cobertura das vias respiratórias, não deve ser usado 
por pessoas cujos pelos faciais (barba, bigode, costeletas ou cabelos) possam 
interferir no funcionamento das válvulas, ou prejudicar a vedação na área de 
contato com o rosto. 
 
Necessidade de comunicação: 
Na escolha de certos tipos de respiradores deve-se levar em conta o nível 
de ruído do ambiente e a necessidade de comunicação. Falar em voz alta pode 
provocar deslocamento de algumas peças faciais. 
 
 
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Visão: 
Quando o usuário necessitar usar lentes corretivas, óculos de segurança, 
protetor facial, óculos de soldador ou outros tipos de proteção ocular ou facial, 
eles não deverão prejudicar a vedação. 
Quando a peça facial for inteira ou do tipo que exija selagem perfeita, 
deverão ser usados óculos sem tiras ou hastes que passem na área de vedação 
do respirador, seja de pressão negativa ou positiva. uso de lentes de contato não 
é indicado, devido à presença no ambiente de aerodispersóides. Somente é 
permitido o uso de lentes de contato quando o usuário do respirador está 
perfeitamente acostumado ao uso deste tipo de lentes e os óculos de segurança 
é do tipo panorâmico, evitando a contaminação dos olhos / lentes pelo ambiente. 
 
13. PROBLEMAS DE VEDAÇÃO NOS RESPIRADORES 
 
Não devem ser usados gorros ou bonés com abas que interfiram com a 
vedação da peça facial no rosto. Os tirantes dos respiradores não devem passar 
sobre partes duras dos capacetes. 
O uso de outros. equipamentos de proteção individual como capacetes ou 
máscara de soldador não deve interferir na vedação da peça facial. 
 
14. TREINAMENTO 
Todos os trabalhadores que necessitam utilizar proteção respiratória 
devem ser treinados sobre a correta utilização dos respiradores, suas limitações, 
cuidados e responsabilidades no âmbito do PPR. 
O treinamento deve ser ministrado por profissional habilitado e 
contemplar: 
a) Conceito e objetivos do PPR; 
b) Riscos respiratórios e limites de tolerância; 
c) Efeitos dos contaminantes à saúde; 
d) Funcionamento básico do sistema respiratório; 
e) Tipos de respiradores, critérios de seleção e limitações; 
f) Uso correto, higienização, guarda e manutenção; 
g) Procedimentos de emergência em atmosferas IPVS. 
 
 
 
 
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15. MONITORAMENTOS DO USO DO RESPIRADOR 
 
Deve ser feito por todos na organização de forma clara e objetiva. Sempre 
que for identificado um trabalhador que não esteja utilizando o respirador, deve- 
se solicitar de imediato a sua utilização. Periodicamente deve-se realizar 
auditorias nas Fichas de Entrega de EPI’s a fim de identificar a periodicidade de 
troca do equipamento, caso seja identificado trabalhadores que não estão 
realizando a troca do equipamento, o mesmo deve ser questionado a fim de 
corrigir possíveis falhas no processo. 
 
16. TESTE DE VEDAÇÃO 
 
No setor de mineração e fabricação de cimento, os trabalhadores estão 
expostos a riscos respiratórios relevantes, principalmente poeira respirável 
contendo sílica cristalina, poeira total de cimento, além de gases oriundos de 
combustão de equipamentos móveis. 
Para garantir a eficácia da proteção respiratória nesses ambientes, todo 
usuário de respirador deve ser submetido ao ensaio de vedação facial, 
assegurando que o equipamento se ajuste adequadamente ao rosto e mantenha 
a vedação necessária contra a entrada de contaminantes. 
 
Escolha do respirador: 
O técnico responsável deve auxiliar o trabalhador na escolha do modelo 
e tamanho do respirador, seguindo critérios pré-estabelecidos pela Engenharia 
de Segurança do Trabalho e em conformidade com as normas da ABNT e 
recomendações da Fundacentro. 
A colocação e o ajuste correto das correias devem ser orientados pelo 
técnico responsável durante o processo. 
Teste de vedação do usuário (user seal check): 
É um procedimento simples, realizado pelo próprio usuário sempre que 
colocar o respirador antes de entrar na área contaminada. 
 
 
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Consiste na verificação rápida da vedação por meio de ensaios de 
pressão positiva e negativa, conforme instruções do fabricante contidas na 
embalagem do respirador. 
Esse teste não substitui o ensaio formal de vedação, sendo apenas uma 
checagem operacional diária. 
 
Ensaio de vedação facial qualitativo ou quantitativo: 
Deve ser realizado inicialmente para todos os usuários de respiradores de 
pressão negativa com peça semifacial ou facial inteira, conforme 
recomendações do PPR – Fundacentro. 
No ensaio qualitativo, a vedação é avaliada por meio da percepção de 
substâncias de teste (por exemplo: sacarina, Bitrex, fumo de óleo), que indicam 
se há passagem de contaminantes. 
No ensaio quantitativo, a vedação é medida com equipamentos 
específicos que determinam o fator de proteção obtido, garantindo maior 
precisão. 
Requisitos mínimos: 
 
a) O ensaio de vedação deve ser realizado: 
b) Antes do início das atividades, durante a seleção do respirador; 
c) Sempre que houver troca de modelo, marca ou tamanho do 
respirador; 
d) Em situações de alteração significativa no rosto do trabalhador 
(cicatrizes, perda/ganho de peso, cirurgia, presença de barba); 
e) Periodicamente, conforme diretrizes do PPR. 
 
 
Frequência 
 
Todo usuário de respirador que possua peça semifacial ou facial inteira 
com vedação deve ser submetido ao ensaio de vedação facial pelo menos uma 
vez a cada 12 meses, em conformidade com as recomendações da Fundacentro 
e requisitos da ABNT NBR 12543:2017. 
 
 
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Repetição do ensaio 
O ensaio de vedação deve ser repetido toda vez que o usuário apresente 
uma alteração de condição que possa interferir na vedação facial, como, por 
exemplo, alteração de 10% ou mais no peso, aparecimento de cicatriz na área 
de vedação, alteração na arcada dentária (perda de dente, próteses, etc.), 
cirurgia reconstrutiva, etc. 
 
Aceitação pelo usuário 
A aceitação do respirador pelo usuário deve ser considerada como critério 
no processo de seleção, pois influencia diretamente no uso contínuo e correto 
do equipamento. 
Caso o modelo ou tamanho de respirador inicialmente testado não seja 
aceito pelo trabalhador ou apresente desconforto que possa comprometer a 
vedação e a utilização adequada, deve-se realizar o ensaio em outro modelo ou 
tamanho, até que se encontre a alternativa mais adequada. 
 
Registros dos ensaios de vedação 
Os registros escritos dos ensaios de vedação devem conter as seguintes 
informações: 
a) Procedimentos escritos sobre o programa de ensaios de vedação com 
determinação dos testes de pressão positiva e negativa. 
b) Tipo de ensaio de vedação adotado. 
c) Nome e matrícula do operador do ensaio. 
d) Identificação completa do respirador ensaiado (modelo, tamanho, 
fabricante, fator de proteção do filtro. 
e) Data do ensaio. 
f) Resultado do ensaio de vedação, incluindo: aceitação /rejeição, 
observações ou dificuldades na colocação do respirador (uso de 
lentes de contato ou óculos, cicatrizes, pelos faciais etc.). 
g) Resultado da avaliação médica: patologias limitantes intercorrentes, 
aprovação no teste, impedimentos e/ou contraindicações. 
 
 
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17. USO SIMULTÂNEO DE OUTROS EPI’S 
 
 
Nas atividades de mineração, o trabalhador frequentemente utiliza, além 
do respirador, outros Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como óculos 
de proteção contra poeira de alta concentração, protetores faciais contra impacto 
de partículas, capacetes de segurança, protetores auditivos tipo concha e 
máscaras de soldagem em atividades de manutenção. 
Para garantir a eficácia da proteção respiratória, o ensaio de vedação 
facial deve ser realizado com o trabalhador utilizando todos os EPIs que possam 
interferir na vedação do respirador. Esse procedimento assegura que o ajuste do 
respirador seja avaliado em condições compatíveis com a realidade operacional. 
Os respiradores utilizados na empresa oferecem proteção adequada às 
vias respiratórias do trabalhador, conforme o tipo de filtro empregado: 
 
Filtros mecânicos (PFF2) 
Protegem contra partículas sólidas, poeiras, névoas e fumos. 
Indicado para ambientes com presença de particulados de sílica cristalina 
e poeira de cimento, comuns nas atividades de mineração, britagem, moagem e 
expedição. 
 
Filtros químicos ou combinados 
Protegem contra gases e vapores, incluindo vapores orgânicos e gases 
ácidos, bem como odores incômodos provenientes de processos industriais. 
Quando combinados com filtros mecânicos, permitem proteção 
simultânea contra partículas e contaminantes químicos, garantindo segurança 
em ambientes complexos, como operações de manutenção, soldagem ou 
exposição a produtos químicos utilizados na indústria de cimento. 
 
Limpeza 
O respirador usado por uma só pessoa deve ser limpo e higienizado 
regularmente. Os usados por mais de uma pessoa devem estar limpos e 
 
 
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higienizados após cada uso. Os respiradores utilizados nos ensaios de vedação 
devem ser limpos e desinfetados após cada ensaio. Os respiradores de 
emergência devem ser limpos e higienizados após cada utilização. 
 
18. REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS 
 
Todos os registros do PPR, incluindo ensaios de vedação, treinamentos, 
seleção de respiradores e avaliações médicas, devem ser mantidos de forma 
organizada, atualizada e segura, em formato impresso ou digital. 
Os documentos devem estar disponíveis à empresa para consulta a 
qualquer momento, garantindo transparência, rastreabilidade e conformidade 
com a ABNT NBR 12543:2017. A divulgação de dados deve respeitar a 
confidencialidade das informações dos trabalhadores, permitindo seu uso para 
auditorias, inspeções e melhorias do programa. 
 
19. ANTECIPAÇÃO E AVALIAÇÃO DE RISCOS 
 
A antecipação dos riscos consiste na análise prévia de projetos de novas 
instalações, processos de trabalho ou modificações nos processos existentes, 
com o objetivo de identificar riscos potenciais e implementar medidas de 
proteção para sua redução ou eliminação. 
O reconhecimento dos riscos ambientais deve contemplar, quando 
aplicável: 
a) Identificação dos agentes ambientais presentes; 
b) Determinação e localização das fontes geradoras; 
c) Identificação das possíveis trajetórias e meios de propagação dos 
agentes no ambiente de trabalho; 
d) Identificação das funções e determinação do número de trabalhadores 
expostos; 
e) Caracterização das atividades e tipo de exposição; 
f) Levantamento de dados existentes na empresa indicativos de 
possível comprometimento da saúde ocupacional; 
g) Avaliação dos possíveis danos à saúde decorrentes da exposição,conforme 
literatura técnica disponível; 
h) Descrição das medidas de controle já implementadas. 
i) 
 
 
 
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20. AVALIAÇÃO DOS RISCOS 
 
A avaliação é um processo quantitativo que permite identificar e confirmar 
o nível de perigo a que o trabalhador se encontra exposto aos agentes 
ambientais, visando propor e implementar medidas preventivas e/ou corretivas. 
A avaliação pode ser classificada de forma ambientais, assim definidas: 
21. AVALIAÇÃO AMBIENTAL 
 
Determina a concentração dos agentes químicos ou intensidade dos 
agentes físicos presentes no ambiente de trabalho, visando comparar com 
valores de referência, normalmente chamados de limites de exposição. 
Um aspecto importante da avaliação ambiental é identificar a intensidade 
ou concentração dos agentes aerodispersóides, presente no ambiente de 
trabalho. O resultado da avaliação deve concluir se os valores encontrados estão 
acima ou abaixo do limite de exposição toleráveis (LT).Outro aspecto importante 
é identificar se os valores se encontram dentro do Nível de Ação. (Será tratado 
adiante). 
22. MEDIDAS DE CONTROLE 
 
Devem ser implementadas medidas de eliminação, minimização ou 
controle dos riscos ambientais sempre que constatadas uma ou mais das 
situações abaixo: 
 
a) Identificação de risco potencial à saúde do trabalhador, durante a fase de 
antecipação ou reconhecimento. 
b) Constatação de risco evidente à saúde, quando os resultados das 
avaliações quantitativas indicarem exposição acima dos limites de 
tolerância estabelecidos em normas regulamentadoras, normas da 
ABNT ou em parâmetros mais restritivos previstos em negociação coletiva de 
trabalho. 
c) Comprovação, por meio de controle médico da saúde ocupacional, de 
nexo causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e as 
condições de exposição no ambiente de trabalho. 
 
 
 
 
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As medidas de controle devem obedecer à seguinte hierarquia de ações: 
a) Eliminação ou substituição do agente nocivo; 
b) Medidas de engenharia e administrativas para redução da exposição; 
c) Adoção de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), quando as 
medidas coletivas não forem suficientes ou plenamente eficazes. 
 
23. MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA E ADMINISTRATIVAS 
As medidas de proteção coletiva devem obedecer à hierarquia 
estabelecida pelas normas técnicas, priorizando a eliminação ou redução da 
geração de agentes nocivos, a prevenção de sua liberação ou disseminação no 
ambiente de trabalho e, por fim, a redução dos níveis de concentração por meio 
de sistemas de engenharia disponíveis. No contexto da mineração e da indústria 
de cimento, destacam-se como exemplos o enclausuramento de equipamentos, 
a instalação de barreiras físicas, a aplicação de sistemas de ventilação e 
exaustão localizada, bem como a manutenção preventiva periódica das 
máquinas e processos. 
De forma complementar às medidas coletivas, podem ser aplicadas 
medidas administrativas que buscam organizar o processo produtivo e reduzir a 
exposição dos trabalhadores. Entre essas medidas estão o ajuste dos ciclos de 
trabalho e descanso, a adequação das jornadas, a definição de horários de 
operação de máquinas em períodos com menor concentração de trabalhadores, 
além da organização, limpeza e manutenção dos locais de trabalho. 
A implantação dessas medidas deve sempre estar associada a 
treinamentos, de modo a garantir que os trabalhadores compreendam os 
procedimentos corretos, contribuam para a eficiência dos sistemas de proteção 
e tenham ciência das limitações existentes. Ademais, programas preventivos 
específicos, como o Programa de Proteção Respiratória (PPR), devem ser 
contemplados no planejamento anual da empresa, integrando ações 
administrativas, coletivas e individuais voltadas para a preservação da saúde e 
segurança dos trabalhadores. 
 
 
 
 
 
 
 
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24. UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 
 
Quando constatada a inviabilidade técnica da adoção de medidas de 
proteção coletiva, ou quando estas se mostrarem insuficientes, em fase de 
estudo, planejamento ou implantação, bem como em situações complementares 
ou emergenciais, devem ser adotadas medidas alternativas, priorizando-se a 
organização administrativa do trabalho e, em última instância, a utilização de 
Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 
A adoção de EPIs deve considerar, em primeiro lugar, sua adequação ao 
agente de risco presente no ambiente laboral, assegurando que atendam aos 
níveis de intensidade e concentração encontrados, bem como ao conforto 
necessário para favorecer sua utilização contínua. Cabe ao empregador garantir 
que os equipamentos estejam em conformidade com a legislação vigente e que 
sejam disponibilizados em quantidade e condições suficientes para todos os 
trabalhadores expostos. 
É igualmente imprescindível que haja o comprometimento da gestão, 
especialmente de supervisores e gerentes, na implementação e fiscalização do 
uso dos EPIs, assegurando o cumprimento das normas e procedimentos 
internos. O treinamento periódico dos trabalhadores é fundamental, 
contemplando a correta forma de utilização, os cuidados de higienização e 
conservação, bem como a conscientização sobre as limitações de proteção que 
cada equipamento oferece. Ressalta-se que o uso inadequado ou parcial 
compromete a eficiência do EPI, podendo equivaler à sua não utilização. 
 
Além disso, devem ser estabelecidos procedimentos formais para o 
fornecimento, guarda, manutenção preventiva e reposição dos equipamentos, 
de modo a garantir que as condições originais de proteção sejam mantidas. A 
caracterização das funções e atividades com os respectivos EPIs associados 
deve estar devidamente documentada, possibilitando rastreabilidade e controle 
da proteção individual no âmbito do Programa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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25. VERIFICANDO A EFICÁCIA DO EPI RECOMENDADO 
 
A seleção dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) deve ser 
realizada com base na verificação da eficácia das medidas de proteção, 
assegurando que estejam adequados ao agente de risco identificado. No caso 
de aerodispersóides, por exemplo, deve-se considerar o filtro apropriado, bem 
como a aprovação no ensaio de vedação. 
No âmbito do Programa de Proteção Respiratória (PPR), serão 
recomendados EPIs com as atenuações necessárias, conforme análise técnica 
do engenheiro responsável, que se fundamentará, inclusive, nos dados 
constantes do Certificado de Aprovação (CA), emitido pelo Ministério do 
Trabalho e Emprego após avaliação do produto. Ressalta-se que é 
terminantemente proibida a utilização de EPI sem o respectivo número de CA. 
A escolha adequada do EPI deve levar em consideração não apenas sua 
eficácia frente ao risco, mas também aspectos de conforto, higienização e 
praticidade, fatores que contribuem para aumentar a adesão do trabalhador e 
garantir maior desempenho na redução da exposição. 
O PPR deve estabelecer critérios claros e mecanismos de avaliação da 
eficácia das medidas implantadas, utilizando-se dos dados provenientes de 
avaliações ambientais e do controle médico da saúde dos trabalhadores, 
conforme previsto na NR-7. O acompanhamento clínico realizado por meio do 
PCMSO constitui ferramenta fundamental para identificar possíveis falhas na 
proteção. 
Caso sejam constatados sinais ou sintomas de doenças ocupacionais 
associadas à exposição aos agentes ambientais, deve-se considerar: 
a) A não utilização habitual e permanente do EPI pelo trabalhador, 
caracterizando falha de fiscalização e descumprimento de normas 
internas; 
b) A inadequação do equipamento frente à intensidade ou concentração 
do agente, mesmo que este possua CA; 
c) Ou ainda a possibilidade de exposição a agentes nocivos em 
atividades externas ao ambiente laboral. 
 
 
 
 
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Tabela 1- Equipamentos de proteção respiratória utilizados pela MECBRUN 
 
PROTETOR RESPIRATORIO UTILIZADO 
Imagem Tipo CA Modelo / Fabricante Aprovado Para: 
 
 
RESPIRADOR PURIFICADOR DE 
AR TIPO PEÇAS SEMIFACIAIS 
FILTRANTES PARA PARTÍCULAS, 
NO FORMATO DOBRÁVEL, TIPO 
PFF2, CLASSE S, COM VÁLVULA 
DE EXALAÇÃO. 
44746 T. A. R. FERREIRA 
INDUSTRIA E 
COMERCIO DE 
EQUIPAMENTOS 
DE PROTECAO 
LTDA. 
PROTEÇÃO DAS 
VIAS 
RESPIRATÓRIAS 
CONTRA POEIRAS, 
NÉVOAS E FUMOS 
(PFF2). 
PFF2 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESPIRADOR PURIFICADOR DE 
AR TIPO PEÇA SEMIFACIAL, 
COM CORPO QUE CONJUGA 
SUPORTE EM MATERIAL 
PLÁSTICO RÍGIDO CINZA 
ESCURO EM SUA PARTE 
CENTRAL E O RESTANTE DA 
PEÇA FACIAL EM ELASTÔMERO 
SINTÉTICO CINZA.4115 
 
3M DO BRASIL 
LTDA 
PROTEÇÃO DAS 
VIAS 
RESPIRATÓRIAS 
DO USUÁRIO 
CONTRA A 
INALAÇÃO DE 
PARTÍCULAS 
SÓLIDAS, QUANDO 
UTILIZADO COM 
FILTROS 
MECÂNICOS OU 
COMBINADOS, E 
CONTRA GASES E 
VAPORES, 
QUANDO 
UTILIZADO COM 
FILTROS QUÍMICOS 
OU 
COMBINADOS. 
 
PROTETOR 
AURICULAR TIPO 
CONCHA 
 
 
 
 
 
 
 
 
FILTRO PARA PARTICULADOS 
2078 
 
 
 
 
 
4115 
 
3M DO BRASIL 
LTDA 
INDICADO PARA 
POEIRAS, NÉVOAS, 
FUMOS, 
RADIONUCLÍDEO S 
E PARTICULADOS 
ALTAMENTE 
TÓXICOS. TAMBÉM 
ALIVIA ODORES 
INCÔMODOS 
PROVENIENTES DE 
VAPORES 
ORGÂNICOS E 
GASES ÁCIDOS. 
 
FILTRO PARA 
PARTICULADOS 
 
 
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CARTUCHO QUÍMICO 6003 - 
VAPORES ORGÂNICOS E 
GASES ÁCIDOS 3M 
 
 
 
12011 
3M DO BRASIL 
LTDA 
 
PARA PROTEÇÃO 
DAS VIAS 
RESPIRATÓRIAS DO 
USUÁRIO CONTRA 
GASES ÁCIDOS E 
VAPORES 
ORGÂNICOS. 
CARTUCHO 
QUÍMICO 6003 
 
 
 
 
 
 
 
 
FILTRO PARA PARTICULADOS 
5N11 
 
 
 
 
 
 
12011 
 
 
 
3M DO BRASIL 
LTDA. 
 
FILTRO MECÂNICO 
PARA PROTEÇÃO 
CONTRA POEIRAS, 
NÉVOAS E FUMOS. 
PARA USO 
SIMULTÂNEO COM 
CARTUCHOS 
QUÍMICOS. 
 
FILTRO 
 
 
 
 
 
 
 
RETENTOR PARA FILTROS 501 
 
 
 
 
 
44746 
T. A. R. FERREIRA 
INDUSTRIA E 
COMERCIO DE 
EQUIPAMENTOS 
DE PROTECAO 
LTDA. 
 
 
 
 
PARA ACOPLAR O 
FILTRO DE 
PARTICULADOS 
DA 3M. 
RETENTOR 
PARA FILTROS 
Fonte: Inventário EPI e acessórios– MECBRUN (2025). 
 
 
A Tabela 1 apresenta os equipamentos de proteção respiratória utilizados 
pela empresa, devidamente registrados e com Certificado de Aprovação (CA) 
válido, conforme exigências legais. Os respiradores, filtros e cartuchos listados 
foram selecionados em função dos riscos ocupacionais identificados no 
processo operacional da empresa, especialmente a exposição a poeiras 
respiráveis contendo sílica, névoas, fumos metálicos, gases ácidos e vapores 
orgânicos. 
A escolha dos equipamentos levou em consideração a eficácia de 
retenção e filtração frente aos agentes presentes no ambiente de trabalho, além 
de aspectos de conforto, ergonomia e compatibilidade com outros Equipamentos 
de Proteção Individual (EPI). Ressalta-se que a utilização dos respiradores deve 
ocorrer de forma integrada ao Programa de Proteção Respiratória (PPR), com 
 
 
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ensaios de vedação periódicos, treinamentos específicos e fiscalização contínua 
do uso. 
Dessa forma, os EPIs listados constituem barreira fundamental para a 
proteção da saúde dos trabalhadores, atuando como medida complementar às 
ações de controle coletivo e administrativo, em conformidade com as Normas 
Regulamentadoras (NRs). 
 
 
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26. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE POEIRAS RESPIRÁVEIS 
 
Cargo: Auxiliar Administrativo 
Realizar atividades administrativas com notebook. Executar serviços de apoio nas áreas de recursos 
humanos, administração, produção, atender funcionários da empresa clientes, fornecendo e 
recebendo informações sobre produtos e serviços, acompanhamento de exames ocupacionais, 
fechamento de cartões de pontos, programação de férias, trata de documentos variados, cumprindo 
todos os procedimentos, legislações trabalhistas e previdenciárias. Deve trabalhar seguindo as 
normas de segurança higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização 
do local de trabalho. 
Cargo: Controlador 
Realizar atividades administrativas com netebook, rastrear o processo de produção visando que seja 
realizado dentro do planejado, com segurança e qualidade , realizar emissão de relatórios de serviços 
realizados, cronograma de avanços , dentre outros. Realizar inspeção em campo , nos setores de 
manutenção e produção. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e 
proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Administrativo 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Galpão estrutural, piso cerâmico e com revestimento cerâmico, 
iluminação natural e artificial, Climatizado. 
Fontes ou circunstâncias Possível ingresso de particulados provenientes do processo de 
mineração, trazidos por circulação de pessoas, movimentação de 
materiais ou correntes de ar. 
Deslocamentos ocasionais para inspeções em áreas operacionais 
(no caso do Controlador). 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de proteção PFF-2 (uso apenas em inspeções de campo 
ou quando identificado nível de poeira acima do aceitável). 
Medidas Coletivas Manutenção preventiva e limpeza regular de sistemas de 
climatização. 
Organização e limpeza periódica do ambiente administrativo. 
Treinamentos preventivos de saúde ocupacional. 
Realização de exames médicos periódicos conforme PCMSO. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
0.07 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ DIA 
Intermitente 
durante 
jornada 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
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Cargo: Líder de Turno 
Auxiliar e orientar aos seus liderados na execução das tarefas, realizar inspeções geotécnicas, dirigir 
veículos leves através das vias de circulação da mineração, em vias urbanas e interurbanas. Deve 
trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente . Fazer 
limpeza e organização do local de trabalho. 
Cargo: Supervisor Geral 
Supervisão de equipe, atividades administrativas com notebook, inspeções geotécnicas, fazer 
cotações e compra de peças de equipamentos móveis, planejamento e acompanhamento das 
atividades e manutenções, relatórios de serviços, dirigir veículos para a execução de atividades 
internas e externas através de vias urbanas e interurbanas, participação e convocação de reuniões 
para planejamento de atividades. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, 
qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Supervisão 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividades em galpão estruturado climatizado, piso 
cerâmico e revestido, iluminação natural e artificial. 
Deslocamentos ocasionais a céu aberto, vias de circulação 
da mineração, vias urbanas e interurbanas. 
Supervisão de equipe, inspeções geotécnicas, 
planejamento, relatórios e direção de veículos leves. 
Fontes ou circunstâncias Particulados provenientes do processo de mineração, 
trazidos por circulação de pessoas e tráfego de veículos. 
Exposição em galpão, principal risco durante inspeções 
externas ou deslocamentos em vias de mineração. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico. 
Medidas Coletivas Realização de exames periódicos, treinamentos 
preventivos. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
0.51 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante jornada 
Forma de 
Monitoramento Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 26 de 40 
Revisão: 00 
 
 
 
Cargo: Coordenador de Manutenção 
Coordenar a manutenção preventiva, preditiva, corretiva e emergencial de máquinas e 
equipamentos, estabelecer indicadores de qualidade da manutenção, dirigir veículos leves, 
coordenar e aprimorar a instalação de equipamentos para linha de operação, produção de máquinas 
e equipamentos. Administrar recursos materiais, financeiros e mão de obra e acompanha ordens de 
serviços, identificando melhorias no processo e necessidade de substituição de peçase ferramentas. 
Cargo: Mecânico I 
Realizar manutenção preventiva e corretiva de máquinas e equipamentos, que exigem menor 
conhecimento técnico, realizar limpeza de peças, auxiliar aos mecânicos de nível II e III nas 
manutenções mais complexas, retirar e apertar parafusos, realizar calibragem de pneus, troca de 
peças e pinturas. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção 
ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização do local de trabalho 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Manutenção Mecânica 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividades em galpão estruturado, piso cerâmico e 
revestido, iluminação natural e artificial. 
Deslocamentos ocasionais a céu aberto, em vias de 
circulação da mineração para supervisão ou manutenção 
de equipamentos. 
Coordenação de manutenção preventiva, preditiva, 
corretiva e emergencial; execução de manutenção básica 
e suporte a mecânico. 
Fontes ou circunstâncias Particulados provenientes do processo de mineração. 
Poeiras levantadas pela movimentação de máquinas. 
Circulação de veículos ou trabalhos de manutenção 
externos. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico. 
Medidas Coletivas Realização de exames periódicos, treinamentos 
preventivos. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
0.51 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 27 de 40 
Revisão: 00 
 
 
 
 
Cargo: Mecânico Solda 
Executar atividades e operações com conjunto oxicorte, solda, acabamento com lixadeira de disco, 
parafusadeira, máquinas rotativas no qual esteja habilitado e autorizado. Realizar trabalhos em altura 
e pinturas, caso necessário. Auxilia na manutenção mecânica automotiva. Deve trabalhar seguindo 
as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e 
organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Mecânico/Soldador 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Manganês e 
seus compostos, fumos 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividades em galpão estrutural climatizado (piso cerâmico, 
iluminação natural e artificial) e em ambiente a céu aberto, 
conforme demanda operacional. 
Execução de soldagem, oxicorte, lixamento, acabamento e 
pintura, além de trabalhos em altura quando necessário. 
Exposição a fumos metálicos, manganês e poeiras 
minerais provenientes dos processos mecânicos. 
Fontes ou circunstâncias Processo de soldagem/oxicorte 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Respirador purificador de ar tipo peça semifacial filtrante 
PFF-2, para poeiras/fumos. 
Respirador semifacial com filtro químico, combinado com 
filtro mecânico (para fumos metálicos) quando a 
concentração ambiental indicar necessidade. 
Óculos de proteção, luvas adequadas e avental de raspa 
para proteção integrada. 
Medidas Coletivas Realização de exames periódicos, treinamentos 
preventivos. 
Orientação quanto à higienização, guarda e substituição 
periódica dos respiradores. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
0.0310 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 28 de 40 
Revisão: 00 
 
Cargo: Lubrificador 
Realizar inspeções, manutenções e revisões nos equipamentos e máquinas. Dirigir o caminhão 
comboio e equipamentos/veículos no qual é qualificado. Executar abastecimento e lubrificação de 
equipamentos móveis, tais como: caminhões basculante, pipa e comboio, escavadeira hidráulica, 
motoniveladora, perfuratriz hidráulica ou pneumática, rompedor, pá carregadeira, compressor, 
veículos em geral, etc. Fazer a manutenção dos graxeiros dos equipamentos, quando necessário. 
Atentar-se a vazamentos e fumaça preta. Registrar o consumo de combustível e lubrificantes. Deve 
trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer 
limpeza e organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Lubrificação 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividade em ambiente a céu aberto, piso de terra, 
ventilação natural. 
Ambiente a céu aberto, piso de terra, ventilação natural. 
Fontes ou circunstâncias Tráfego e movimentação de máquinas e veículos em solo 
exposto. 
Poeira sedimentada em suspensão devido às operações 
no ambiente de trabalho. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Respirador purificador de ar tipo peça semifacial filtrante 
PFF-2 para poeiras minerais. 
Respirador semifacial com filtro químico em atividades 
específicas que envolvam contato com vapores ou gases. 
Medidas Coletivas Manutenção preventiva dos filtros de ar de cabines de veículos 
de apoio (quando aplicável). 
Monitoramento periódico de poeiras respiráveis no ambiente. 
Treinamentos preventivos sobre os riscos respiratórios e uso 
correto de respiradores. 
Exames médicos ocupacionais conforme PCMSO. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
8.28 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 29 de 40 
Revisão: 00 
 
 
Cargo: Operador de Perfuratriz 
Realizar inspeções, manutenções e revisões nos equipamentos e máquinas. Dirigir o caminhão 
comboio e equipamentos/veículos no qual é qualificado. Executar abastecimento e lubrificação de 
equipamentos móveis, tais como: caminhões basculante, pipa e comboio, escavadeira hidráulica, 
motoniveladora, perfuratriz hidráulica ou pneumática, rompedor, pá carregadeira, compressor, 
veículos em geral etc. Fazer a manutenção dos graxeiros dos equipamentos, quando necessário. 
Atentar-se a vazamentos e fumaça preta. Registrar o consumo de combustível e lubrificantes. Deve 
trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer 
limpeza e organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Perfuratriz 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividade realizada em ambiente a céu aberto, com piso de 
terra e ventilação natural. 
Exposição a poeira mineral gerada nas perfurações, 
movimentação de máquinas e veículos. 
Fontes ou circunstâncias Processo de perfuração do solo/rocha. 
Movimentação de máquinas e veículos em vias não 
pavimentadas. 
Poeiras sedimentadas em suspensão atmosférica devido 
às operações. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico classe 1. 
Medidas Coletivas Aspersão periódica de água nas vias de circulação. 
Manutenção preventiva dos sistemas de ventilação da 
cabine da perfuratriz (quando aplicável). 
Monitoramento periódico da concentração de poeira 
respirável. 
Treinamentos preventivos sobre riscos da inalação de 
poeiras minerais e uso correto de respiradores. 
Realização de exames médicos. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
1.08 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 30 de 40 
Revisão: 00 
 
 
 
Cargo: Mecânico Eletricista 
Executar serviços de manutenção e instalação eletroeletrônica em equipamentos automotivos. 
Instalar sistemas e componentes eletroeletrônicos, realizar medições e testes. Realizarmanutenção 
preventiva e corretiva das máquinas e equipamentos, troca de peças, inspeção e/ou substituição de 
faróis, alarmes sonoros, iluminação, motor de partida, fusíveis, fazer teste de componentes, sensores 
e atuadores elétricos, realizar instalação e manutenção de ar condicionado, etc. Deve trabalhar em 
conformidade com as normas e procedimentos. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Manutenção Elétrica 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Ambiente a céu aberto, piso de terra, ventilação natural. 
Fontes ou circunstâncias Ambiente de trabalho operacional em área de mineração. 
Movimentação constante de máquinas e equipamentos 
pesados. 
Poeiras sedimentadas no solo que retornam à suspensão 
atmosférica durante a circulação de veículos. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico. 
Medidas Coletivas Monitoramento ambiental periódico para avaliação dos 
níveis de poeira respirável. 
Treinamentos periódicos em segurança e saúde 
ocupacional. 
Realização de exames médicos 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 0.74 mg/m³ Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 31 de 40 
Revisão: 00 
 
Cargo: Operador de Equipamentos Móvel I 
Realizar check list do veículo automotor, tais como: conferir níveis de combustível, água e óleo, 
painel, inclinômetro, parte elétrica, calibragem dos pneus etc. Informar a supervisão ou equipe de 
manutenção caso o equipamento apresente falhas. Dirigir caminhão basculante através das vias de 
circulação da mineração. Realizar transporte e descarga de matérias-primas e/ou estéril. Informar a 
supervisão ou equipe de manutenção caso o equipamento apresente falhas. Deve trabalhar seguindo 
as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e 
organização do local de trabalho. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, 
qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização do local de trabalho. 
Cargo: Operador de Equipamentos Móvel II 
Realizar check list do equipamento, tais como: conferir níveis de água e óleo, funcionamento dos 
dispositivos de segurança e sinalização do equipamento, etc. Informar a supervisão ou equipe de 
manutenção caso o equipamento apresente falhas. Operar equipamento móvel, tais como: pá 
carregadeira, motoniveladora, trator de esteira, dentre outros, de acordo com a sua qualificação 
profissional (exceto escavadeira hidráulica). Transitar pelas vias de circulação da mineração, realizar 
melhorias acessos. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção 
ao meio ambiente. Fazer limpeza e organização do local de trabalho 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Operador de Equipamento I 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividades executadas no interior de máquinas fechadas, 
equipadas com ar-condicionado. 
Fontes ou circunstâncias Ambiente de trabalho operacional em área de mineração. 
Movimentação constante de máquinas e equipamentos 
pesados. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de proteção PFF-2. 
Máscara semifacial com filtro químico em atividades 
específicas, conforme avaliação de risco. 
Medidas Coletivas Manutenção preventiva e corretiva dos sistemas de ar- 
condicionado das cabines das máquinas. 
Treinamentos periódicos em segurança e saúde 
ocupacional. 
Realização de exames médicos 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 0.04 mg/m³ Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 32 de 40 
Revisão: 00 
 
 
 
 
Cargo: Técnico de Segurança do Trabalho 
Cumprir e fazer cumprir as normas e procedimentos de segurança legais e internas da empresa, 
atividade administrativas com notebook, controle estatístico dos acidentes de trabalho, investigação 
e análise de acidentes, treinamentos de segurança, controle e distribuição de EPIs, Diálogos 
Diários de Segurança - DDS, elaborar procedimentos de segurança, inspeções nos setores de 
manutenção e mineração, apoio nas áreas de recursos humanos e administração. Deve trabalhar 
seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Fazer limpeza 
e organização da área de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: SUPERVISÃO 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Ambiente a céu aberto, piso de terra, ventilação natural. 
Fontes ou circunstâncias Ambiente de trabalho operacional e Administrativo 
Movimentação de farinha / máquinas / 
equipamentos Poeiras sedimentadas que retornam a 
suspensão. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico classe 
1. 
Medidas Coletivas Realização de exames periódicos, treinamentos 
preventivos. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 0.51 mg/m³ Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 33 de 40 
Revisão: 00 
 
 
Cargo: Operador de Equipamentos Móvel III 
Realizar check list do equipamento, tais como: conferir níveis de água e óleo, funcionamento 
dispositivos de segurança e sinalização do equipamento, etc. Informar a supervisão ou equipe de 
manutenção caso o equipamento apresente falhas. Operar equipamento móvel como escavadeira 
hidráulica, pá carregadeira, motoniveladora, trator de esteiras entre outros, de acordo com a sua 
qualificação profissional através das vias de circulação da mineração para escavação, 
carregamento de caminhões com matéria-prima, realizar melhorias das vias de acesso. Deve 
trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. 
Fazer limpeza e organização do local de trabalho. 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Mineração 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Atividades executadas no interior de máquinas fechadas, 
equipadas com ar-condicionado. 
Fontes ou circunstâncias Ambiente de trabalho operacional em área de mineração. 
Movimentação constante de máquinas e equipamentos 
pesados. 
Poeiras sedimentadas no solo que retornam à suspensão 
atmosférica durante a circulação de veículos. 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de proteção PFF-2. 
Máscara semifacial com filtro químico em atividades 
específicas, conforme avaliação de risco. 
Medidas Coletivas Manutenção preventiva e corretiva dos sistemas de ar- 
condicionado das cabines das máquinas. 
Treinamentos periódicos em segurança e saúde 
ocupacional. 
Realização de exames médicos previstos no PCMSO. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 0.04 mg/m³ Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 34 de 40 
Revisão: 00 
 
Cargo: Mecânico/Borracheiro 
Realizar manutenção preventiva e corretiva de máquinas e equipamentos, que exigem menor 
conhecimento técnico, realizar limpeza de peças, auxiliar aos mecânicos de nível II e III nas 
manutenções mais complexas, retirar e apertar parafusos, realizar calibragem de pneus, troca de 
peças e pinturas. Deve trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção 
ao meio ambiente.Fazer limpeza e organização do local de trabalho 
 
QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE 
Setor: Borracharia 
Identificação 
Perigo/Fator de Risco: Poeira e/ou 
fibra mineral 
Grupo Quimico 
Posto de Trabalho: Galpão estrutural, piso cerâmico e com revestimento 
cerâmico, iluminação natural e artificial, Climatizado. 
Ambiente a céu aberto. 
Fontes ou circunstâncias Ambiente de trabalho operacional 
Particulados provenientes do processo de mineração 
Meio de Propagação Ar 
Prevenção e controle 
EPI Máscara de Proteção (PFF-02) 
Máscara de Proteção semifacial com filtro químico. 
Medidas Coletivas Realização de exames periódicos, treinamentos 
preventivos. 
Exposição 
Avaliação de risco 
Intensidade 
0.74 mg/m³ 
Frequência 
Exposição MIN/ 
DIA 
Intermitente 
durante 
jornada. 
Forma de 
Monitoramento 
 
Quantitativo 
 
 
 
Resultados da Avaliação Quimica 
A avaliação quantitativa tem objetivos fundamental de poder mensurar a 
Exposição Ocupacional dos Agentes de Riscos Químicos aos quais os 
trabalhadores estejam expostos e assim poder definir as medidas de controle 
adequadas para neutralizar ou eliminar o Agente de Risco. 
 
Foram utilizados equipamentos como Bomba de Amostragem GILIAN – BDXII, 
(Gilair Plus), Calibrador de Bomba TSI 4100 e Termo-Higrômetro 
 
 
PPR 
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
Data: 20/08/2025 
Página 35 de 40 
Revisão: 00 
 
Tabela 2- Resultados das avaliações realizadas. 
 
Setor / Função Avaliada Agente Químico Concentração Situação da 
Exposição 
Ocupacional 
(OSHA PEL) 
USINAGEM E SOLDA / MECÂNICO 
SOLDADOR 
PARTICULADO 
TOTAL (SÍLICA) 
0,330 
mg/m³ 
Abaixo do N.A 
Abaixo do L.T 
MANGANÊS 0,031 
mg/m³ 
Abaixo do NA 
Abaixo do LT 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LUBRIFICADOR 
/ MINERAÇÃO 
PARTICULADO 
TOTAL (SÍLICA) 
8,283 
mg/m³ 
Abaixo do L.T 
Acima do N.A 
BENZENO

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