Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI CAMPUS POETA TORQUATO NETO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO: ZOOTECNIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA ANIMAL II Profª: Yndyra Nayan EIXO HIPOTALÂMICO – HIPOFISÁRIO – ÓRGÃO ALVO Glândulas endócrinas secretam seus produtos no sangue. SN pode fornecer ao endócrino informações sobre o meio externo e assim o endócrino regula o organismo em resposta a essas informações. Hormônios trópicos; nos vertebrados os principais são produzidos pela hipófise Hormônio trópicos que atua sobre a tireoide: tireoidetrópico. Glândulas Endócrinas GLANDULA TIREÓIDE A tireóide é uma glândula bilateral presente em todos os vertebrados Apresenta 2 lobos – 20 g Irrigação: Artérias tireocervicais Inervação Autonômica GLANDULA TIREÓIDE Origem e formação Identificada em 1656 por Thomas Wharton Primeira glândula a ser formada Espessamento do endoderma da faringe primitiva Diverticulo tireoidiano GLANDULA TIREÓIDE Origem e formação Migração para o pescoço; permanece ligada à língua pelo tubo tireoglosso Diverticulo tireoidiano se divide em dois lobos posteriormente se encontrando na forma e posição definitivas: Degeneração do tubo tireoglosso: A tireóide é a primeira glândula endócrina a surgir no embrião Gestações de 9 meses – humano Brotamento endodérmico no assoalho da faringe (divertículo tireóideo) Em algumas espécies ela tende a formar dois lobos ligados por uma "ponte" denominada de "istmo“. GLANDULA TIREÓIDE Desenvolvimento embrionário Características anatômicas Entre as primeiras glândulas a desenvolver nos mamíferos; Em humanos, coelhos e suínos é funcional na metade da gestação. Origem endodérmica, se desenvolve na porção cefálica do tubo digestivo. Pesa entre 15 e 30g. Revestido por cápsula fibrosa Liga-se à cartilagem cricóide e anéis traqueais por tecido conjuntivo denso. GLANDULA TIREÓIDE Tireóide - histologia Folículos – 200 a 300 µm Epitélio cubóide Presença de colóide - estoque Entre folículos estão células parafoliculares: GLANDULA TIREÓIDE GLANDULA TIREÓIDE Tireóide - histologia Esta situada nos animais domésticos, junto aos primeiros anéis traqueais, um pouco mais profundamente, na região cervical. É composta de um lobo direito e outro esquerdo, unidos no seu polo caudal por meio de um istmo conjuntivo. Exceção: SU Localização da Tireoide GLÂNDULA TIREOIDE – SUÍNO A tireoide é uniforme, posicionando-se ventralmente à traqueia. Superfície do órgão é lobulada, com lobos irregulares, com formato de triangulo ou quadrado. Lobos unidos por um amplo istmo de cerca de 1cm, situado caudalmente ao 2° anel traqueal. GLÂNDULA TIREOIDE - EQUINO Lobos arredondados (tamanho de ameixa)situam-se lateralmente à traqueia, ao nível do segundo e terceiro anéis traqueais. Possuem consistência e cor marrom escura. Os Lobos estão ligados por um istmo fino. Os lobos estão conectados por um amplo istmo de tecido parenquimatoso; Superfície do órgão lobulada, apresentando lobos irregulares. GLANDULA TIREOIDE – BOVINO Os lobos têm forma de fusos ou cilindros posicionam-se lateralmente sobre a traqueia, ao nível dos primeiros anéis traqueais. Na maioria das vezes o istmo está ausente. GLANDULA TIREOIDE – PEQ. RUMINANTE HIPOTÁLAMO HORMÔNIO LIBERADOR TIREOTRÓFICO (TRH) - HIPÓFISE HORMÔNIO ESTIMULADOR DA TIREÓIDE (TSH) Exemplo de como o hipotálamo comanda a hipófise e a tireóide GLANDULA TIREÓIDE HORMÔNIOS TIREÓIDE As células foliculares da tireóide produzem a tetraiodotironina ou tiroxina (T4) e a triidotireonina (T3), chamados hormônios tireoidianos, que aumentam o metabolismo basal. GLANDULA TIREÓIDE GLANDULA TIREÓIDE Tireoglobulina Tirosina Iodo T3 ou T4 GLANDULA TIREÓIDE Sinais de hipertireoidismo Sintomas de hipotireoidismo Fadiga ou falta de energia Ganho no peso Sente frio Pelos e pele ressecados Períodos menstruais prolongados Constipação A sua deficiência afeta todos os sistemas orgânicos e interfere no metabolismo geral. GLANDULA TIREÓIDE A produção de tireoxina depende da presença de iodo. O iodo, quando ausente da dieta, ocasiona a condição denominada de bócio. O bócio é causado pelo baixo nível de tireoxina na corrente circulatória, condição chamada de hipotireoidismo. A hipófise anterior é estimulada a produzir o hormônio estimulador da tireóide (TSH). Este, por sua vez, estimula a tireóide a produzir tireoxina e como isto não acontece, continua-se ocorrer o estimulo e na tentativa de produzir mais tireoxina, a tireóide aumenta de tamanho GLANDULA TIREÓIDE PARATIREÓIDES As glândulas paratireóides são encontradas em todos os animais além dos peixes, mas podem variar bastante, tanto em número como em localizações. As paratireóides, via de regra, são corpos epiteliais achatados, ovalados ou piriforme, que medem 5 a 12 mm de comprimento e 3 a 6 mm de largura. Algumas paratireóides podem estar agregadas ao timo, à tireóide ou as glândulas salivares mandibulares. Nas aves localizam-se intratoracicamente. PARATIREÓIDES PARATIREÓIDES E TIREOIDES Essas glândulas produzem o paratormônio Essas células produzem a tireocalcitonina Paratormonio aumenta a: 1- absorção intestinal de cálcio, 2- retenção de cálcio pelos rins e 3- liberação de cálcio do osso. Paratohormonio efeito oposto à tireocalcitonina No controlo do cálcio sanguíneo PARATIREÓIDES Contém células colunares distribuídas de forma irregular, sob uma cápsula fibrosa representando 5 a 10% do córtex e produzindo mineralocorticoides cujo representante principal é a aldosterona. Zona glomerulosa Efeitos dos glicocorticoides na Vida adulta Alterações no metabolismo lipídico Tem ação lipolítica sobre o tecido adiposo e aumenta os acidos gaxos livres circulantes. Objetivo=> Gliconeogênese hepática. É hiperlipemiante e hipercolesterolêmico. Redistribui a gordura para o fígado e abdome. Na hiperfunção surge o “animal pançudo” (Síndrome de Cushing) Efeitos dos glicocorticoides na Vida adulta Inibe a síntese proteica e aumenta o catabolismo proteico para liberar os Aminoácidos. Objetivo => gliconeogênese hepática Os tecidos cardíaco e cerebral não sofrem nas condições normais o catabolismo proteico Balanço de nitrogênio negativo pois embora ocorra anabolismo proteico no fígado, há grande catabolismo proteico nos tecidos e grande excreção urinária de Nitrogênio. Alterações no metabolismo proteico ILHOTAS PANCREÁTICAS O pâncreas em muitos animais é um órgão compacto, em forma de lóbulo, situado transversalmente no abdome e, em parte, na alça duodenal; em outros animais, no entanto, ocorre difusamente esparso no mesentério. O pâncreas é um órgão com dupla função nos animais em que a porção principal da glândula produz uma secreção exócrina relacionada com a digestão, e grupos de células dispersos, chamados ilhotas pancreáticas (de Langerhans) produzem secreções endócrinas, os hormônios insulina e glucagon. ILHOTAS PANCREÁTICAS . ILHOTAS PANCREÁTICAS Ação da insulina e do glucagon ILHOTAS PANCREÁTICAS ESTUDO DIRIGIDO yndyranayan1@yahoo.com.br BOA TARDE!!!