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Inserir Título Aqui Inserir Título Aqui Design de Interiores Corporativo Ambientes Corporativos Responsável pelo Conteúdo: Prof. Me. Tiago Azzi Collet e Silva Revisão Textual: Prof.ª Dr.ª Luciene Oliveira da Costa Granadeiro Nesta unidade, trabalharemos os seguintes tópicos: • Introdução; • Conceito de Ambientes Corporativos; • Principais Ambientes Corporativos. Fonte: Getty Im ages Objetivo • Proporcionar o entendimento sobre os diversos conceitos e premissas para espaços corporativos. Caro Aluno(a)! Normalmente, com a correria do dia a dia, não nos organizamos e deixamos para o úl- timo momento o acesso ao estudo, o que implicará o não aprofundamento no material trabalhado ou, ainda, a perda dos prazos para o lançamento das atividades solicitadas. Assim, organize seus estudos de maneira que entrem na sua rotina. Por exemplo, você poderá escolher um dia ao longo da semana ou um determinado horário todos ou alguns dias e determinar como o seu “momento do estudo”. No material de cada Unidade, há videoaulas e leituras indicadas, assim como sugestões de materiais complementares, elementos didáticos que ampliarão sua interpretação e auxiliarão o pleno entendimento dos temas abordados. Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discussão, pois estes ajudarão a verificar o quanto você absorveu do conteúdo, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e aprendizagem. Bons Estudos! Ambientes Corporativos UNIDADE Ambientes Corporativos Contextualização Design de Interiores Corporativo é uma etapa fundamental no curso de Design de Interiores. Entendemos como ambiente corporativo os espaços onde as pessoas vão conviver durante um período do dia, realizando tarefas profissionais, isto é, trabalhando. As empresas solicitam cada vez mais projetos de alta qualidade em que o design te- nha a premissa de prever e projetar áreas internas com uma boa qualidade plástica e es- tética, sendo, ao mesmo tempo, impulsionadora na produtividade de seus funcionários. Para compreendermos melhor como realizar um bom projeto de interiores, temos que compreender primeiramente qual é a problemática solicitada, ou seja, temos que entender qual é o perfil do cliente e da empresa para podermos realizar um projeto ade- quado e, consequentemente, uma boa ambientação espacial aos seus usuários. 6 7 Introdução O designer é um profissional que irá criar espaços, projetando-os de forma a apre- sentar soluções diferenciadas para diversos tipos de ambientes, abrangendo desde o interior de uma casa até uma grande laje para ser sede de uma empresa multinacional. Sendo assim, a formação do profissional demandará grande domínio técnico e cria- tivo no modo de pensar o espaço. O principal objetivo de um designer é entender o projeto que foi solicitado, compreendendo os diferentes tipos de espaços, empresas e estabelecimentos, para gerar ambientes onde a forma/função e estética/funcionalidade andem juntas e atendam aos objetivos do cliente, tendo em vista as necessidades únicas de cada um e do perfil de sua empresa. Podemos entender, ainda, que o design de interiores tem um papel mais íntimo com a relação entre a edificação e as pessoas que a usam. Podemos ver e entender melhor o que foi relatado acima pela citação abaixo ( HIGGINS, 2015): O design de interiores se dedica à criação de interfaces entre as pes- soas e as edificações que elas usam. Como resultado, o designer de interiores tem de considerar uma série de questões, que tanto podem se relacionar com a estratégia de projeto como os detalhes. A escolha dos materiais nos quais os usuários tocarão, a ergonomia de uma maçaneta de porta, a criação de condições acústicas apropriadas e o estabelecimento de ambientes com iluminação bem pensada são apenas alguns dos aspectos do trabalho de um designer de interiores. Uma questão crucial para o sucesso de qualquer esquema de interior é a organização espacial dos recursos necessários para que o ambiente interno consiga satisfazer suas exigências funcionais. Em termos simples, isso pode ser chamado de “planejamento” e, no caso de alguns projetos, às vezes envolve a tarefa relativamente obje- tiva de distribuir postos de trabalho em um ambiente profissional ou arranjar as mesas e cadeiras em um restaurante. Na realidade, contu- do, o planejamento é muito mais estratégico do que isso. Longe de ser uma atividade “bidimensional” na qual os espaços são distribuídos em planta baixa, ele deve ser pensado como um desafio verdadeiramente tridimensional que envolve a consideração de vários aspectos: volu- me e forma, proporção, proximidade e relacionamento de espaços e a maneira como eles são articulados, definidos e conectados, além da circulação entre tais áreas, através e ao redor delas. Todos esses elementos têm de ser desenvolvidos ao mesmo tempo que o designer consegue satisfazer as necessidades dos usuários do interior e respon- der aos condicionantes determinados pelo espaço no qual a solução proposta estará inserida. O interior pode ser considerado como inter- face entre a edificação e seus usuários, permitindo que ela funcione para um propósito determinado. (HIGGINS, 2015, pp. 6, 7) As concepções de espaços interiores estão relacionadas às questões de tridimensio- nalidade à arquitetura, mas distintas dela. Conforme vimos na citação acima, o designer de interiores transforma o espaço arquitetônico a fim de melhorar o seu desempenho, 7 UNIDADE Ambientes Corporativos permitindo que os espaços sejam reinterpretados/reinventados e que assumam uma nova característica de uso. Para isso, é de suma importância entender que esse espaço físico tem uma íntima relação com seus acessos e com o posicionamento das aberturas, pois esses fatores po- derão dar diretrizes de como será abordada a ocupação do espaço, entendendo como se darão o tratamento das mesmas com relação ao espaço como um todo. Sendo assim, podemos entender que a arquitetura moderna interferiu para essa dis- cussão, já que possibilitou criar diversas formas de ocupar os espaços com uma premissa que dá ampla flexibilidade de interagir com o ambiente construído e permitindo propor diversas configurações internas para os ambientes, tendo em vista os cinco pontos da arquitetura moderna. A premissa da planta livre veio para dar dinamismo às diversas configurações inter- nas, com a possibilidade de ocupar o espaço interno das edificações da maneira que o usuário queira. Isso é posto e idealizado através de uma planta livre nos moldes do pensamento da arquitetura moderna, na qual, dentre os cinco pontos a ela relacionados, há a pre- missa da planta livre, em que a estrutura está independente das suas vedações, ofere- cendo mais flexibilidade ao pensamento e aos posicionamentos dos espaços internos. Consequentemente a esse pensamento, as fachadas podem assumir diversas formas e configurações, já que as paredes não possuem a premissa de receber e transmitir carga estrutural para um edifício se sustentar. A Figura 1 abaixo retrata o que foi dito acima. Figura 1 – Esquema Dom-Ino de Le Corbusier Fonte: Acervo do conteudista Podemos ver e entender melhor o que foi relatado acima pela citação de Higgins (2015): Pode-se dizer que a disciplina do design de interiores, do modo como a concebemos hoje em dia, remonta ao desenvolvimento do moder- nismo na arquitetura e às oportunidades que isso apresentou para que o interior fosse considerado como um elemento que podia ser 8 9 configurado separadamente da estrutura arquitetônica. Quando Le Corbusier desenvolveu sua proposta para o protótipo de produção em massa conhecido como a casa Dom-Ino, em 1914, ele sugeriu um novo modelo estrutural, com lajes de piso de concreto armado sus- tentadas por pilares de concreto e recuadas em relação ao perímetro do prédio. Ao divorciar a edificação da estrutura das paredes que a vedam, ele criouuma nova arquitetura em que a pele da edificação podia ficar suspensa na estrutura, como se fosse uma cortina. Essa ideia radical permitiu uma nova avaliação do espaço interno resultante e o desenvolvimento da plan libre (planta livre). Com a estrutura da edificação baseada em pilares relativamente esbeltos e o problema da vedação climática sendo resolvido pelas lajes de concreto e paredes- -cortinas, Le Corbusier criou um modelo de arquitetura no qual o arquiteto podia estabelecer um volume interno que ficava “inacabado” em termos de criação de espaços específicos que atendessem às ne- cessidades individuais do usuário final do prédio. A ideia de que o espaço interno de uma edificação poderia ser deixado “inacabado” pelo construtor permite que a noção de flexibilidade e mu- dança seja considerada e oferece uma oportunidade para que surjam especialistas que possam reconciliar a pele que define o espaço interno e as necessidades dos usuários das edificações. Liberados de ter de lidar com questões mais genéricas como topografia, a engenharia de estrutu- ras e as vedações, uma nova classe de designers de interiores especiali- zados pode focar a tarefa de ocupar o espaço de arquitetura vazio e fazer com que ele funcione para o usuário final. (HIGGINS, 2015, pp. 7, 8) O arquiteto Ludwig Mies Van der Rohe pode ser considerado um dos principais arquitetos modernos que, em meados do século XX, começa a considerar como fator importante dentro da arquitetura a apropriação dos espaços internos “vazios”, resquí- cios de um pensamento metodológico de organização entre vedação e estrutura nos edifícios, a fim de discutir a planta livre. Pôde, assim, dar força e importância para que o design de interiores surgisse como disciplina independente à arquitetura, mas se apro- priando dos espaços idealizados pelos arquitetos. O edifício Seagram em Nova York, projetado em 1958 e idealizado como edifício de escritórios, possibilitou que Mies Van der Rohe colocasse em prática essa teoria. Cada um dos seus 39 pavimentos puderam ser dispostos de diferentes formas, de acordo com a vontade do cliente para o seu espaço, levando em conta o número de funcionários e a identidade da empresa. A obra de Ludwig Mies van der Rohe de meados do século XX talvez possa ser considerada como um segundo fator importante para que o design de interiores emergisse como uma disciplina independente. Influenciando pelos pensamentos de Le Corbusier, Mies levou as ideias da Bauhaus para os Estados Unidos no final dos anos 1930. Os Estados Unidos da época proporcionaram um bom contexto co- mercial para que se pusesse em prática as ideias europeias e, ao mesmo tempo, Mies explorou em seus projetos conceituais as ma- neiras como os espaços internos flexíveis poderiam ser estabelecidos por meio de composições de planos não estruturais horizontais e verticais dentro de superestruturas de arquitetura. Mais uma vez, os elementos do interior se relacionam com as vedações da arquitetura e por elas são protegidos, mantendo-se uma entidade separada. 9 UNIDADE Ambientes Corporativos Em 1958, Mies completou seu primeiro edifício de escritórios, o edi- fício Seagram, na Park Avenue de Nova York. Nesse prédio, ele pôs em pratica muitas ideias que havia investigado em seus projetos ante- riores. Para o designer de interiores, ele é muito importante, uma vez que representa o edifício de escritório ideal, no qual o arquiteto criou 39 pavimentos com espaços prontos para que o designer os organi- zasse de acordo com as exigências extas dos usuários – uma tarefa que exige habilidades distintas daquelas do arquiteto propriamente dito. (HIGGINS, 2015, pp. 8, 9) As Figuras 2 e 3 retratam o trecho citado acima: Figura 2 – Pavimento tipo do Ed. Seagram, como foi entregue no fi nal a obra Fonte: HIGGINS, 2015, p. 8 Figura 3 – Exemplo de confi guração interna para um dos Pavimentos tipos do Ed. Seagram Fonte: HIGGINS, 2015, p. 8 Sendo assim, um designer de interiores tem a função de pensar e criar espaços den- tro de uma arquitetura de forma a propor a materialização de um conceito que retrata o dia a dia de seus usuários e a identidade da empresa. 10 11 Conceito de Ambientes Corporativos A arquitetura de interiores visa discutir os espaços vazios existentes em um volume arquitetônico idealizado por um arquiteto. Assim, podemos dizer que o design de in- teriores pode ser direcionado em duas vertentes quando discutimos espaços internos. São eles: • Os espaços residenciais; • Os espaços comerciais/corporativos. Os espaços residenciais, como já vistos por vocês em disciplinas específicas, visa discutir e caracterizar os espaços com relação a uma família que reside em uma casa ou apartamento. Dessa forma, o profissional tem uma íntima ligação com as pessoas que moram nesses espaços. Os projetos comerciais/corporativos são mais complexos que os residenciais, tendo em vista que seus usuários são diversos e, ainda, por se tratar de um ambiente que está atrelado a uma identidade visual, ou seja, como uma empresa é vista no mercado e como ela quer ser vista no mercado de trabalho. Gurgel (2017) afirma: Podemos dizer, simplificando, que a arquitetura de interiores pode ser direcionada para dois tipos de propostas: a utilização residencial e a utilização comercial de um espaço. Os projetos residenciais apresen- tam como característica um contato mais próximo entre o designer e o usuário de cada espaço, já que o projeto se destina a uma pessoa ou a um núcleo familiar conhecido. Os projetos comerciais, entretanto, são mais complexos, visto que seus usuários podem variar de trabalhadores a visitantes esporádicos, dependendo da natureza do negócio. Outro diferencial é que esses projetos podem tanto ser simples escritórios como complexos cen- tro comerciais envolvendo inúmeras atividades e pessoas. (GURGEL, 2017, p. 13) Também, segundo a mesma autora: A arquitetura de interiores aplicada a espaços comerciais deve ana- lisar o contexto socioeconômico e cultural da empresa em questão, bem como sua estrutura de trabalho e, principalmente, sua imagem empresarial. É importante conhecer de que maneira ela funciona e como se relaciona com seus funcionários, com seu produto e com o público-alvo. (GURGEL, 2017, pp. 13, 14) Podemos pensar que um ambiente corporativo está vinculado a uma empresa que irá gerir um local físico com um certo número de funcionários que fará a empresa funcionar. Espaços pensados e idealizados por designers de interiores retrataram com qualidade formal e estética a identidade da empresa por meio de uma organização tridimensional dos espaços discutindo luz, texturas, mobiliários etc., fornecendo uma materialidade para a identidade perante o público dessa empresa. 11 UNIDADE Ambientes Corporativos Principais Ambientes Corporativos Como vimos anteriormente, um ambiente corporativo é um espaço onde uma empresa/ escritório irá se instalar para começar a produzir e poder prestar serviços à comunidade. Sendo assim, entendemos que os espaços idealizados por designers para as empre- sas dependem do tamanho da empresa e, principalmente, do tamanho do espaço físico que comportará seus funcionários. Desse modo, podemos elencar algumas tipologias de escritório referentes à quantidade de espaços físicos para absorver um número de funcionários determinado pela empresa. Podemos estimar duas tipologias de escritórios, sendo elas: 1. Escritório privado (pequeno porte); 2. Escritório coletivo (médio e grande porte). Os escritórios de pequeno porte podem ser classificados por abranger uma área física para a implantação de uma empresa de até 50.00m², contendo os seguintes espaços: uma sala para gerência, uma sala para funcionários e uma área de recepção onde se encontra a secretária. Geralmente, essa tipologia de escritório é idealizada para uma empresa de pequeno porte. Gurgel (2017, p. 173) apresenta que um escritório convencional é “[...] basicamente composto de salas individuais ou,pelo menos, de uma sala para gerência e uma para os funcionários e a secretária. É uma proposta antiga, porém, perfeitamente adaptada para as necessidades de algumas empresas – na maioria, pequenas”. Os escritórios coletivos, ao contrário dos escritórios privados, são caracterizados por sua instalação em grandes espaços, isto é, em áreas maiores de 50.00m², comportando ambientes de trabalho com espaço para refletir a hierarquia da empresa, desde a direto- ria até a equipe de limpeza. Nesses escritórios, a infraestrutura é maior, podendo conter desde salas de reuniões, videoconferência, telepresença, sala de treinamento, lounge, games, cafeteria, além de espaços complementares que auxiliam no funcionamento da empresa com relação às suas funções técnicas, tais como: recepção (social), recepção (serviços), mesa de operações, data centers, expedição, ambulatório, biblioteca, auditório e demais áreas necessárias para o bom andamento de empresa que, nesse caso, pode ser de médio a grande porte. Para permitir a organização dos ambientes listados acima, é necessário que o espaço previsto para a empresa seja flexível, com possibilidade de propor diversas configura- ções internas, setorizando o projeto de interiores com mobiliárias ou divisórias leves que não sobrecarreguem a estrutura do edifício. De acordo com Gurgel (2017), escritório de planta livre é: [...] um conceito que começou a ser desenvolvido nos anos 1950 e que vem se aperfeiçoando não somente com relação aos conceitos de pro- jeto e planejamento, mas também quanto a seu modo de utilização, principalmente graças à tecnologia. 12 13 Conhecido por diferentes nomes durante sua evolução, utiliza divisó- rias baixas com móveis em sistemas integrados ou modulares e peças de mobiliários componíveis para a criação de estações de trabalho altamente funcionais. Adaptável a qualquer modalidade de empresa, ajuda na melhor otimi- zação do espaço disponível, permite flexibilidade e pode aumentar a capacidade produtiva dos funcionários ao lhes facilitar a comunicação e a interação. (GURGEL, 2017, pp. 173, 174) E ainda, segundo a mesma autora: Podemos dizer que os escritórios projetados hoje são um misto de espa- ços totalmente abertos para a integração de alguns setores da empresa, salas fechadas para reuniões e maior privacidade quanto necessária, espaços compartilhados por funcionários que não passam todo o tem- po na empresa (free address), salas para videoconferência, espaços co- mum para socialização e troca de ideias (clubes), áreas de repouso, sala de ginástica, cibercafé, etc. A utilização de painéis móveis com trilhos e guias pode oferecer ainda maior flexibilidade espacial. Outra novidade por algumas empresas, por necessidade de maior controle e segurança, é a existência de uma recepção desconectada do escritório, ou seja: em grandes edifícios e complexos, muitas vezes a recepção é incorporada ao térreo e faz triagem para todos os escri- tórios ali localizados. Portanto, o primeiro ambiente desses escritórios passa a ser uma sala de espera. Uma preocupação maior com a qualidade de vida dos funcionários, a tecnologia e a globalização alteram as relações de trabalho e o concei- to de “local de trabalho”. (GURGEL, 2017, p. 174) As imagens a seguir retrataram os pontos de vista relatados acima, quando discorre- mos sobre escritórios de pequeno porte, médio/grande portes. O primeiro espaço é de uma clínica de otorrinolaringologista, idealizada por Betty Birger para o Dr. Maurício Kuc, em um espaço restrito onde foi idealizada uma área de recepção com espera e dois consultórios, além de uma área pequena de apoio aos funcionários e clientes. Figura 4 – Recepção e espera do consultório de otorrinolaringologista Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design 13 UNIDADE Ambientes Corporativos Figura 5 – Recepção e espera do consultório de otorrinolaringologista Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design Figura 6 – Consultório 01 Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design Figura 7 – Consultório 01 Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design 14 15 Figura 8 – Circulação horizontal Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design Figura 9 – Consultório 02 Fonte: Projeto Betty Birger Arquitetura & Design As imagens abaixo são de uma agência especializada em mídias digitais, a Social Tailors. O espaço para essa empresa foi idealizado pela equipe do SuperLimão Studio, em um edifício localizado no Itaim Bibi, em São Paulo. O pavimento disponível para o projeto tinha aproximadamente 250m², com característica de planta livre. Dessa forma, a equipe teve a liberdade de organizar os espaços da melhor maneira possível, sempre visando trazer à tona a identidade da empresa em suas áreas. Figura 10 – Organização das áreas/setores da empresa Fonte: Projeto SuperLimão Studio 15 UNIDADE Ambientes Corporativos Figura 11 – Sta� Fonte: Projeto SuperLimão Studio Figura 12 – Sta� Fonte: Projeto SuperLimão Studio Figura 13 – Ambiente de descompressão e trabalho informal Fonte: Projeto SuperLimão Studio 16 17 Figura 14 – Sala de reunião ao fundo a imagem integrada ao sta� Fonte: Projeto SuperLimão Studio 17 UNIDADE Ambientes Corporativos Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Livros A poética do espaço BACHELARD, G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 2008. Design de interiores: guia útil para estudantes e profissionais: guia útil para estudantes e profissionais GIBBS, J. Design de interiores: guia útil para estudantes e profissionais: guia útil para estudantes e profissionais. 2. ed. Londres: Editora GG, 2009. Projetando espaços: design de interiores GURGEL, M. Projetando espaços: design de interiores. 6. ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2017. Guia prático do design de interiores MANCUSO, C. Guia prático do design de interiores. Porto Alegre: Sulina, 2005. 18 19 Referências GURGEL, M. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas comer- ciais. 6. ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2017. HIGGINS, I. Planejar espaços para o design de interiores. Tradução Alexandre Sal- vaterra. São Paulo: Gustavo Gili, 2015. PANERO, J.; ZELNIK, M. Dimensionamento humano para espaços interiores. Barcelona: Gustavo Gili, 2010. Sites visitados ARCHDAILY. Social Tailors / Super Limão Studio. . Acesso em: 02/07/2019. ARCHDAILY. Social Tailors / Super Limão Studio. . Acesso em: 02/07/2019. ARCHDAILY. Social Tailors / Super Limão Studio. . Acesso em: 02/07/2019. ARCHDAILY. Social Tailors / Super Limão Studio. . Acesso em: 02/07/2019. ARCHDAILY. Social Tailors / Super Limão Studio. . Acesso em: 02/07/2019. BIRGER, B. Clinica de Otorrinolaringologia Dr. Maurício Kurc. . Acesso em: 02/07/2019. 19