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RESUMO Este trabalho tem como objetivo explorar o papel do terapeuta ocupacional na recuperação de pacientes afetados por várias condições médicas. A Terapia Ocupacional é, assim como a gente sabe, desde a antiguidade, vem evoluindo ao longo, dos séculos, como, já foi mencionado, hoje é uma profissão importante. Esta pesquisa consiste na evolução da terapia ocupacional, seu fechamento, ação, responsabilidades do terapeuta, os Centros Especializados em Reabilitação e as etapas da terapia. Os achados evidenciam que a Terapia Ocupacional é crucial para assegurar a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes. INTRODUÇÃO A terapia ocupacional desempenha um papel crucial no processo de reabilitação. A profissão, conhecida por se preocupar com melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas, homens e mulheres, promove a vida diária. Os terapeutas ocupacionais trabalham no campo, faz a reabilitação atua, também, física, mental, bem como social. Em seguida, a importância da terapia ocupacional para a reabilitação, por exemplo, físico-química, será analisada, mostrando ainda os métodos da terapia ocupacional, suas técnicas e também os resultados. A terapia ocupacional faz uma grande diferença na vida dos pacientes, este estudo demonstrará como ela impacta de forma precisa a existência daqueles que buscam auxílio. CONTEXTO HISTÓRICO A história da terapia ocupacional é longa e muito interessante! Desde as antigas civilizações do Egito, Grécia e Roma, as pessoas participavam de várias atividades como parte dos seus cuidados, buscando melhorar a saúde do corpo e da mente. As ideias de Hipócrates e Galeno reforçaram o uso de tarefas para recuperar o equilíbrio. No século XVIII, na França, o médico Philippe Pinel promoveu mudanças no "Tratamento Moral", utilizando o trabalho como um meio terapêutico, até mesmo com seus pacientes internados. Essa nova forma de ver as coisas causou grandes transformações e incentivou o avanço da medicina e das ações sociais na Europa e nas Américas, preparando o terreno para a terapia ocupacional como a vemos atualmente. No Brasil, a terapia ocupacional começou a se firmar como profissão em torno da metade do século XX. Em 1956, a Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ) criou o curso de Técnico em Reabilitação, com a ajuda de fisioterapeutas e ideias sobre tarefas diárias. Foi assim que, em 1958, o Brasil formou seus sete primeiros terapeutas ocupacionais. A profissão ganhou aval oficial, pelo Decreto-Lei número 938, que foi publicado em 13 de outubro de 1969. Inicialmente, o foco no Brasil tava na reabilitação daqueles com deficiências e problemas mentais REABILITAÇÃO A terapia ocupacional engloba diversas áreas da reabilitação abrangendo traumatologia ortopedia neurologia reumatologia e queimaduras. Na traumatologia o terapeuta ocupacional trabalha com traumas concussões fraturas e amputações. Na ortopedia, eles se concentram em dores nas costas problemas posturais e luxações. Em neurologia a reabilitação engloba acidentes vasculares cerebrais AVC ataxias tumores e doenças degenerativas. Na reumatologia o terapeuta atua em casos de artrites artroses reumatismos e também na recuperação de pacientes com sequelas de queimaduras. A DIFERENÇA ENTRE FISIOTERAPIA E TERAPEUTA OCUPACIONAL O terapeuta ocupacional desempenha muitos papéis, importantes na recuperação. Primeiramente ele ajuda a restabelecer as habilidades motoras, mentais e sensoriais, que foram afetadas por problemas ou lesões. Ele ainda, busca aumentar a independência do paciente nas atividades cotidianas, tipo cuidar de si, comer e andar. O fisioterapeuta foca na recuperação física, diminuindo a dor e melhorando os movimentos e a coordenação motora. FUNÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL O terapeuta ocupacional tem diversas funções, essenciais na reabilitação. No começo, ele colabora na restauração das capacidades motoras, cognitivas e sensoriais prejudicadas por machucados ou doenças. Adicionado a isso, ele tenta aumentar a independência do paciente nas tarefas do dia a dia, como, por exemplo, autocuidado, comer e se locomover. A adequação do espaço físico também é crucial, fazendo modificações que tornam mais fáceis a movimentação e o desenvolvimento das atividades. Ele também participa na recuperação cognitiva, usando exercícios para melhorar atenção e memória, junto com a recuperação das tarefas, apoiando o paciente a reaprender ou alterar suas atividades diárias. CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO CER As unidades de saúde, CER, são focadas em ajudar aqueles com alguma deficiência. Os serviços de reabilitação que tem, vão do físico a audição, visão e a mente, mudando conforme o CER é classificado, tipo I a IV. A equipe, com muitos profissionais como médicos e enfermeiros, além de fisioterapeutas e terapeutas, todos trabalhando para o melhor cuidado, com atenção integral. AS ETAPAS DE ATENDIMENTO NUM CER O atendimento em um CER segue varias etapas. Primeiro, é o encaminhamento, dando acesso ao CER, normalmente vindo da atenção básica. Depois, acontece o acolhimento, onde o usuário e a família são ouvidos, para entender, as suas necessidades e contexto social. A avaliação de diversos profissionais acontece, como terapeutas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e médicos que avaliam o físico, funcional, cognitivo e aspectos sociais do paciente. Criando-se depois, o Projeto Terapêutico Singular, o PTS. Ele representa um plano de cuidados individualizado, com metas e métodos de intervenção bem específicos. Os atendimentos, por sua vez, podem ser sozinhos, em pares ou até em turma. Também rolam umas terapêuticas em grupo. O apoio à família e cuidadores é fundamental, com dicas de cuidados e ajustes no lar. A reavaliação e alta são dadas quando as metas do plano são batidas ou, se a situação do paciente mudar, claro. CONCLUSÃO O trabalho do terapeuta ocupacional na reabilitação, isso é muito importante afeta demais a autonomia e a qualidade de vida do paciente. Adaptar materiais e trabalhar junto com a equipe. são pilares cruciais, que precisam de mais valor e aprimoramento. A terapia ocupacional vai além da recuperação física, ela age também no retorno social, e ainda melhora as condições de vida dos pacientes. Sugiro mais pesquisas pra testar a eficiência das diferentes abordagens terapêuticas e fortalecer a profissão.