Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Operação e regulamentação de
empresas
Apresentação tanto dos conceitos gerenciais e financeiros quanto das normas voltadas para atividades
ligadas à operação e à regulamentação de empresas.
Prof. Ugo Medrado Corrêa
1. Itens iniciais
Propósito
Compreender os conceitos fundamentais relacionados aos aspectos operacionais cotidianos de uma empresa
e os elementos voltados para a produção, a venda e a distribuição de produto ou serviços, assim como as
ferramentas de gerenciamento financeiro e das normas de formalização jurídica.
Objetivos
Descrever conceitos importantes para a operação de uma empresa.
Identificar ações de formalização jurídica de uma empresa.
Fala, mestre!
Augusto Miranda, engenheiro elétrico com mais de 20 anos de experiência, é diretor-presidente da Equatorial
Energia, uma holding brasileira que atua em várias áreas do setor elétrico, incluindo geração, transmissão e
distribuição, com destaque para energias renováveis, como solar e eólica. Ele compartilha que o sucesso da
empresa se deve ao foco nas pessoas, inovação constante e a capacidade de diversificar suas operações.
Augusto destaca a importância do engajamento da equipe e a necessidade de estar sempre atento às
oportunidades em diversos estados brasileiros. Ele acredita que a transição energética é essencial para o
futuro do setor, enfatizando o papel das energias renováveis no Brasil.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
• 
• 
1. Conceitos para Operação Empresarial
Primeiras palavras
Falaremos neste tema sobre a operação e
regulamentação de empresas. Nesse momento,
o empreendedor já tem amadurecida sua
estratégia de negócio. Ele começa a colher os
frutos dos esforços de planejamento
estratégico da empresa e a colocar em prática
os objetivos do empreendimento.
Em outras palavras, é como se ele tivesse que
arrumar a casa para que a empresa começasse
a funcionar. Isso nem sempre é uma tarefa
prazerosa, mas pode evitar dores de cabeça no
futuro.
 
Tendo isso em vista, descreveremos neste módulo os conceitos, as ferramentas, as práticas de gestão e as
normas jurídicas envolvidas em uma operação do tipo. Afinal, tais conhecimentos serão fundamentais para a
condução de um negócio.
Em primeiro lugar, identificaremos as ferramentas que
ajudam no planejamento das tarefas cotidianas de um
negócio — as operações de produção, venda e distribuição
de produtos ou serviços.
Em seguida, conheceremos alguns conceitos importantes
de gerenciamento financeiro de uma empresa — a tradução
em números do que serão as suas operações.
Por fim, discutiremos a regulamentação de empresas no
Brasil, falando sobre as formalidades de abertura de
empresas e pagamento de impostos.
Operações e finanças de uma
empresa
A estrutura de operações é a gestão do dia a dia da
empresa e consiste na execução das seguintes atividades:
Produção
Venda
Distribuição dos produtos ou serviços do empreendimento
As operações da empresa são o momento em que o empreendedor coloca em prática o
planejamento estratégico — a etapa anterior quando foi elaborado o plano de negócios, o estudo de
mercado, o estudo de produto etc.
Assim como o planejamento estratégico, a estrutura de operações é fundamental para qualquer
empreendimento. Sendo assim, ela jamais poderá ser ignorada ou menosprezada. Devemos sempre nos
lembrar de que, quanto melhor for a gestão dos processos gerenciais da empresa, maiores serão a chances
de sucesso do negócio.
 
Com esse pensamento, consegue-se evitar aquele momento no qual se percebe que uma lista de tarefas e
metas é impossível de se colocar em prática. Isso também significa uma oportunidade de identificar gargalos
nas etapas produtivas da empresa.
 
Destacaremos a seguir pontos importantes que
um empreendedor deve levar em consideração
ao elaborar seu planejamento de operações ou
mesmo ao revisar as operações de uma
empresa já existente.
Os fluxos de trabalho diário de uma
organização variam bastante conforme o setor
econômico (área de atuação da empresa). Por
conta disso, o empreendedor deverá considerar
as questões levantadas a seguir e adaptá-las à
realidade e às necessidades do seu negócio.
Logística e operações
É importante entendermos, antes de tudo, a diferença entre a logística e as operações.
A logística de uma empresa é o gerenciamento do fluxo de
recursos entre o ponto de origem e o de consumo. Muitos
empreendedores a confundem com a escolha de um lugar
para armazenar o inventário da organização e a contratação
de caminhões para entrega.
Entretanto, a logística é mais do que isso. Ela deve ser um
processo eficiente de transporte, armazenamento e entrega
de mercadorias — sempre tendo como objetivo a redução
de tempo e de custos de produção da empresa.
Para Goldsby (2014), as operações vão muito além dos
aspectos de logística. A estrutura de operações é composta
por todos os processos envolvidos na obtenção de recursos
dos fornecedores, na transformação deles em produtos ou
serviços e na entrega para os clientes.
O coração dos processos de operação é o trabalho de
transformação de ideias e insumos em produtos ou serviços
que geram valor para os clientes da empresa.
O inventário de uma empresa é formado por:
Conjunto de produtos já finalizados e prontos para a venda:
estoque;
Matérias-primas ou insumos já disponíveis na empresa para
serem utilizados nas etapas de produção;
Lista de bens (máquinas, equipamentos e móveis) que a
empresa tem como propriedade.
Dica
Quando o empreendedor mantém o inventário da empresa atualizado, ele previne desperdícios ou
problemas na produção e na venda de produtos ou serviços. 
Nas etapas de produção — transformação de ideias e insumos em produtos e serviços de valor —, a empresa
lança mão de certas tecnologias. Essas escolhas tecnológicas vão influenciar diretamente a capacidade e os
custos de produção do empreendimento.
Exemplo
Um programa de computador pode diminuir o tempo de produção de um produto ou de uma prestação
de serviço. 
Segundo Chiavenato (2007), as tecnologias possuem dois tipos de classificação:
• 
• 
• 
Classificação 1
Tecnologia incorporada
Representada pelo conjunto de máquinas, equipamentos, instalações etc. Ou seja, ela está
fisicamente visível na empresa, sendo o objeto material a incorporar a tecnologia em seu respectivo
processo de produção.
Classificação 2
Tecnologia não incorporada
Todo o conhecimento empregado nas operações da empresa: habilidades, métodos e processos de
trabalho, programas etc. Em outras palavras, são elementos abstratos e não materiais; portanto, eles
não estão visíveis dentro de uma organização.
Localização
Este tópico também merece muita atenção, pois a escolha do local onde o empreendimento realiza suas
operações depende da estratégia de inserção da empresa em seu mercado consumidor – além, claro, de seu
setor de atuação.
 
Apresentaremos a seguir dois exemplos que, segundo Chiavenato (2007), possuem algumas características
típicas desejadas por uma organização para a escolha do local. Um exemplo aborda um empreendimento que
produz bens (produtos físicos/indústria); o outro, uma empresa prestadora de serviços.
 
Uma localização ideal seria aquela em que todas essas características estariam contempladas. Ela deveria
contar, pelo menos, com as que são consideradas prioritárias para a estratégia da empresa.
Exemplo 1
Localização industrial
 
Proximidade com o local de moradia (residência) da mão de obra: os funcionários da empresa;
Proximidade com o mercado consumidor: os clientes;
Boa infraestrutura de energia, seja ela de eletricidade e/ou gás natural;
Possibilidade de incentivos fiscais;
Custo baixo do terreno ou imóvel.
• 
• 
• 
• 
• 
incentivos fiscais
São os benefícios direcionados a empresas concedidos pela administração pública (governo) das
esferas federal, estadual ou municipal. O objetivo deles é estimular e melhorar as condições para que
uma atividade empresarial se desenvolva em determinado local. O que são esses benefícios? Eles
podemser descontos, compensações ou isenções (se retirar a obrigação) totais na cobrança de
impostos sobre a atividade da empresa. A ideia é que, com condições de negócios mais favoráveis, suas
chances de sucesso se tornem maiores. O governo abriria mão de parte de suas receitas (ganhos) em
nome do potencial de geração de empregos e do crescimento econômico.
Exemplo 2
Localização comercial
 
Proximidade com os clientes;
Facilidade de acesso — estacionamento e transporte público;
Proximidade com áreas de lazer;
Visibilidade — estar em uma posição de destaque em relação aos clientes, como, por exemplo,
localização em uma grande avenida ou rua principal;
Custos baixos ou moderados de aluguel e condomínio;
Aparência do imóvel — a decoração e os aspectos de estilo do local fazem parte da estratégia de
marketing da empresa
• 
• 
• 
• 
• 
• 
Atenção
Na escolha do local de implantação de um negócio, o empreendedor precisa planejar seu arranjo físico
ou layout. É neste momento que se define a distribuição dos diversos setores da empresa. 
Deve-se, na medida do possível, contratar um profissional qualificado (arquiteto ou engenheiro) para fazer o
desenho do layout.
 
Um arranjo físico bem planejado consegue, por exemplo, gerar:
Produtividade
Ganhos de produtividade da equipe
Comunicação
Melhorias na comunicação entre funcionários da empresa
Circulação de clientes
Maior facilidade de circulação de clientes no espaço de venda
Esta figura oferece um exemplo de layout de uma empresa do setor de produção de alimentos:
Arranjo físico de uma empresa de produção de alimentos.Fonte: (SERVIÇO
BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, 2013, p. 59)
Planejamento da produção
Tenha em mente que a organização da estrutura de produção de uma empresa significa um esforço detalhista
para a análise de cada processo – mesmo as pequenas tarefas – de todas as atividades cotidianas da
empresa. Além disso, é nesta etapa que se define o horário de operação dela, os horários de atendimento a
clientes, os dias de funcionamento etc.
Fluxograma de produção
Uma ferramenta valiosa para o cumprimento desse objetivo é o desenho dos fluxogramas de produção.
 
Mas você sabe o que é um fluxograma?
Ele é uma representação gráfica (um desenho)
de uma sequência operacional. Em outras
palavras, um fluxograma serve para ilustrar um
fluxo de trabalho, ou seja, tarefas que seguem
uma ordem de tempo cronológica.
 
Dessa maneira, o empreendedor descreve o
passo a passo das suas atividades, usando,
para isso, figuras e setas. Na medida do
possível, ele precisa indicar uma estimativa do
tempo a ser gasto em cada tarefa.
A figura seguir fornece um bom exemplo de
fluxograma. Nela, é demonstrada uma das
atividades de uma empresa de prestação de serviço: um salão de beleza.
Fluxograma da cabelereira Leila: o processo de corte de cabelo.
Eficiência e eficácia
Outro benefício do planejamento das operações, afirma Chiavenato (2007), é aumentar a eficiência e a
eficácia da produção. Isso é ótimo, pois nem sempre se consegue ter as duas coisas.
Atendendo à demanda dos clientes
Destacaremos agora outros três conceitos importantes no planejamento das operações de uma empresa:
a) Nível de estoque
Quantidade de produtos produzida em um recorte de tempo anterior que não foi vendida. Em outras
palavras, significa a sobra da produção passada que se acumulou e foi armazenada nos depósitos da
empresa.
O estoque é considerado para o cálculo de produtos disponíveis para venda. Ter um grande estoque
de produtos constitui, na maioria das vezes, uma desvantagem para a empresa. As práticas atuais de
negócios dão prioridade, portanto, a operações mais enxutas. Isso quer dizer que os estoques devem
ser baixos com o objetivo de evitar desperdícios de recursos produtivos.
O fato de uma quantidade grande de produtos estar parada no estoque significa que o dinheiro da
empresa também está estagnado ali, podendo ser destinado para outras finalidades de forma mais
satisfatória.
Vale destacar que esse conceito não se aplica a empresas prestadoras de serviço. Afinal, uma
prestação de serviço acontece no momento solicitado pelo cliente, não sendo algo que pode ser
armazenado.
b) Capacidade produtiva ou instalada
Volume máximo de produtos ou serviços que uma empresa pode produzir em um recorte de tempo.
Exemplo
Um período semanal, mensal, bimestral, trimestral, semestral ou anual.
Em outras palavras, podemos dizer que tal capacidade configura uma medida da velocidade de
produção de uma empresa. Outro fator considerado é a capacidade de distribuição pelos canais de
venda de produtos ou prestação de serviços.
Um excesso de capacidade produtiva pode levar a estoques altos e comprometer a lucratividade da
empresa. Da mesma forma, sua falta pode diminuir o potencial de vendas e as receitas dela.
Eficiência 
A eficiência é um conceito que diz respeito ao
modo de se fazer as tarefas de dentro de uma
empresa. Trata-se de um olhar sobre o
caminho percorrido até a conclusão do
objetivo de cada processo operacional. Não
desperdiçar tempo e/ou insumos de
produção, realizar as tarefas dentro do tempo
esperado e cuidar das máquinas e
equipamentos do processo produtivo são
exemplos de eficiência.
Eficácia 
Já a eficácia é um conceito de estratégia
que observa os resultados e verifica se os
objetivos foram conquistados. Ela está
voltada, por exemplo, para o exame do
número exato de bens produzidos ou
serviços prestados, a quantidade real de
vendas realizadas e o pagamento em
dia dos fornecedores e funcionários.
c) Previsão de vendas
Estimativa em relação à quantidade de produtos ou serviços a serem vendidos pela empresa em
determinado recorte de tempo. As vendas previstas também podem ser detalhadas por regiões e
áreas de atuação da empresa.
Essa previsão leva em consideração aspectos externos à empresa, como, por exemplo, a demanda
passada, as tendências futuras de procura dos clientes e o volume de vendas de empresas
concorrentes. Essas informações fazem parte dos dados coletados na etapa de *pesquisa de
mercado.
Quanto aos aspectos internos da empresa, verificamos que a previsão de vendas também depende
da quantidade de produtos ou serviços que o empreendimento consegue disponibilizar aos clientes.
Esse volume é constituído pela capacidade produtiva e pela disponibilidade de estoque.
Um desdobramento da previsão de vendas é o cálculo da previsão de receitas com vendas, que é
quando multiplicamos o preço de venda de produtos ou serviços pela quantidade total de vendas
previstas. Desse cálculo, obtemos o valor estimado de receitas com vendas que a empresa terá no
período em questão.
* Pesquisa de mercado
Ferramenta que permite planejar, coletar e analisar dados relacionados a um empreendimento. Seu
objetivo é a geração de conhecimento sobre um mercado e seu público, identificando oportunidades
e reduzindo o risco da tomada de decisões.
Padrões de controle
É fundamental que um empreendedor crie os chamados controles de operação. Eles são indicadores que
acompanham a execução das tarefas produtivas da empresa.
Tê-los em um negócio nos ajuda a entender problemas de operação e a achar soluções (um plano B)
para as ocasiões em que alguma coisa fora do planejado acontece. Dois exemplos disso são um
fornecedor que atrasa a entrega de um material e uma máquina que apresenta defeitos.
Listaremos a seguir alguns exemplos de padrões de controle:
De quantidade
O volume de produtos ou serviços finalizados, o número de produtos parados no estoque e o número
de horas trabalhadas por todos os funcionários;
De qualidade
A fatia de clientes que ficaram satisfeitos com o produto ou serviço; a quantidade produtos ou
serviços que foram finalizados dentro da qualidade esperada — o empreendedor deve especificar as
características desejadas para os produtos ou serviços oferecidos;
Padrões de tempo
Tempo médio que o produto permanece no estoque e velocidade de produção ou prestação do
serviço;
Padrões de custo
O custo médio de produção; o custode manutenção de estoques; o custo de vendas.
Canais de vendas
Como falamos, a capacidade de vender de uma empresa influencia naturalmente seu volume de vendas e,
como consequência desse processo, o seu faturamento. Por esse motivo, devemos estabelecer os canais de
vendas dela.
 
Esses canais são os mecanismos pelos quais as empresas vendem seus produtos ou serviços. São lugares
físicos ou digitais em que os clientes têm acesso ao que é oferecido pela empresa.
 
Destacaremos a seguir alguns exemplos de canais de venda em suas duas categorias: físicas e digitais.
Canais físicos (vendas offline)
a) Lojas próprias
 
Uma loja própria é talvez o primeiro canal de
vendas que vem à cabeça quando pensamos
em empreendedorismo. Com isso, uma
empresa tem a oportunidade de fazer vendas
diretas aos clientes em um esquema presencial,
o chamado olho no olho.
 
Trata-se de uma experiência diferenciada tanto
para ela quanto para o cliente. Essa interação
direta deve gerar um valor a mais para o
consumidor, porque o empreendedor pode se aproximar ainda mais das necessidades dos clientes.
 
Entretanto, fazer a gestão de uma loja própria pode não ser algo tão simples. Os aluguéis de lojas físicas, em
geral, têm um preço alto em boas localizações. Ao mesmo tempo, os hábitos dos consumidores estão
mudando rapidamente diante das alternativas de compras sem sair de casa.
b) Distribuidores
 
São empresas que fazem a intermediação (o
meio de campo) entre a empresa produtora e
os clientes. Os distribuidores são, portanto, os
responsáveis pela revenda de produtos ou
serviços. Nesse modelo clássico de vendas, a
empresa de origem tira vantagem do acesso
facilitado que os distribuidores têm ao mercado
consumidor.
 
Isso significa que uma empresa consegue
expandir seu alcance a lugares em que ela não teria condições ou interesse de fazer vendas diretas. Os
distribuidores, por sua vez, tiram seus ganhos cobrando uma comissão ou uma fatia das vendas concretizadas
sob sua responsabilidade.
c) Franquias
 
Trata-se de um modelo de negócio bastante
popular no Brasil. Uma franquia conta com o
poder de uma marca, patente ou propriedade
de uma empresa já bem estabelecida no
mercado.
 
Isso acontece quando uma organização que
possui uma marca de prestígio entre os
consumidores (o franqueador) vende o direito
de uso da sua marca a outras empresas
(franqueados).
 
Além de permitir a expansão de sua marca, a empresa franqueadora aumenta seu alcance de mercado. Os
franqueados abrem um ponto físico de vendas — uma loja de rua ou em um shopping — e contam com as
facilidades de visibilidade e expertise da empresa franqueadora.
 
É como se o franqueado não começasse seu negócio do zero, pois ele já conta com o histórico da marca. Em
troca, ele faz pagamentos regulares à empresa franqueadora. Existe uma grande variedade de franquias no
país.
Exemplo
Salões de beleza, bares, restaurantes, lojas de chocolate, lavanderias, pet shops e oficinas mecânicas. 
Canais digitais (vendas online)
a) Loja digital
 
A internet abriu um mundo novo de negócios
para as empresas. Uma loja online oferece
diversas vantagens para os empreendimentos
— e a principal delas é seu alcance. Ter uma
loja digital significa que qualquer pessoa pode
acessar seu empreendimento em qualquer
lugar do mundo a qualquer hora.
 
Claro que nem todas as empresas terão a
capacidade de atender a clientes em qualquer
lugar. Na comparação com uma loja física tradicional, o alcance que a internet proporciona é sem igual, não
tendo nada equivalente.
 
Um dos principais desafios deste tipo de canal de vendas é atrair o cliente para a loja digital. Para lidar com
isso, uma estratégia de publicidade digital ganha mais importância. Outro ponto é que a loja física precisa
oferecer segurança para que os clientes façam compras com a garantia de que seus dados pessoais e
financeiros estão sendo bem protegidos.
 
Como não existe o olho no olho entre o empreendedor e o cliente, a empresa precisa mostrar-se confiável e
séria; afinal, os golpes pela internet ainda são muito frequentes.
b) Marketplaces
 
De origem inglesa, a palavra marketplace
significa algo como uma feira ou um mercado
de vendedores. Na prática, ela funciona como
um shopping virtual que reúne várias lojas em
uma mesma página web.
 
Alguns marketplaces no Brasil começaram
como pontos de venda digitais de grandes lojas
de departamentos. Aos poucos, essas
empresas foram abrindo suas lojas digitais para
que outros vendedores ofertassem seus produtos no mesmo local.
 
A ideia por trás desse canal de vendas é que ele conta com grande visibilidade por parte dos consumidores
(muitos acessos por dia), o que facilita a divulgação de pequenas e médias empresas sem tantos gastos
relativos à publicidade e/ou à manutenção de uma infraestrutura digital (loja virtual).
 
Além disso, são locais de venda digital em que os clientes se sentem seguros. São páginas web onde eles têm
garantia de que seus dados estão protegidos, de que não vão cair em um golpe e de que ainda podem contar
com o suporte da empresa proprietária do marketplace para resolver quaisquer problemas de compra.
 
A desvantagem deste canal de vendas é que o empreendedor paga uma taxa fixa para participar do 
marketplace e/ou uma comissão fixa por todos os produtos vendidos.
Exemplo
No caso brasileiro, podemos citar as seguintes páginas: Lojas Americanas, para a venda de produtos
próprios e de terceiros; e Airbnb, para os serviços de hospedagem. Isso, aliás, revela uma grande
variedade de oferta nessa área. Internacionalmente, o maior exemplo é a Amazon, uma das maiores
empresas do mundo no setor. 
c) Redes sociais
 
À medida que as redes sociais foram ficando
cada vez mais populares, as empresas
proprietárias dessas plataformas precisaram
desenvolver canais de vendas integrados a
seus perfis.
 
Resumidamente, isso funciona da seguinte
forma: é como se, dentro dessas redes,
funcionassem marketplaces nos quais as
empresas podem oferecer seus produtos ou
serviços. A diferença é que elas estão mais presentes na vida do cliente, estabelecendo uma relação mais
próxima dos consumidores.
 
Uma venda pode ser concretizada na própria ferramenta de vendas da rede social. Além disso, os clientes
podem ser direcionados para uma loja digital própria do vendedor, um telefone de vendas ou outro canal
qualquer.
d) Afiliados na internet
 
A ideia de um canal de vendas por afiliados é
algo próximo dos distribuidores e revendedores
físicos. Os afiliados são pessoas que trabalham
na divulgação de produtos ou serviços de uma
empresa na internet.
 
Eles são, portanto, revendedores online que
usam a própria influência sobre sua rede de
contatos para influenciar decisões de compra. É
uma mistura de publicidade e distribuição de
produtos ou serviços.
 
Em geral, os afiliados recebem um pagamento pela divulgação e/ou cada venda realizada através da indicação
deles. A empresa com a qual eles fazem parcerias aumenta seu alcance de mercado de uma forma não
convencional e pouco custosa.
Exemplo
O Google AdSense remunera sites que exibem anúncios das empresas interessadas. 
Estrutura financeira
Assim como um bom planejamento de operações, a capacidade de administrar financeiramente uma empresa
é fundamental para o sucesso dela. Lidar com dinheiro nunca é uma tarefa simples. Sem planejamento e
controle administrativo, uma situação financeira pode facilmente sair do controle, virando uma verdadeira bola
de neve de dívidas.
Atenção
É comum a ideia de que as finanças de uma empresa podem ser administradas com a mesma
experiência de administração das finanças pessoais. Contudo, temos de ter consciência de que são
mundos de finanças diferentes. Por isso, devemos descrever as principais ferramentas de planejamento
financeiro para os empreendedores. 
As tarefas ligadas à construção da estrutura financeira não são tão complexas quanto podem parecer no
início. Na verdade, o planejamento financeiro é a tradução em números das decisões de negócio queo
empreendedor já tomou em momentos anteriores.
Exemplo de Decisões
Como vai ser a estratégia do negócio, como a empresa disputará o mercado consumidor e como
serão suas operações.
Investimentos de implantação
Todo empreendimento precisa de uma quantidade de recursos financeiros para começar a funcionar. Os
investimentos de implementação representam todo o dinheiro que o empreendedor terá de gastar nos
primeiros anos da empresa ou até que ela consiga caminhar com as próprias pernas.
Investimentos de implantação são aqueles considerados necessários para a abertura e o
funcionamento nos períodos iniciais da empresa.
O empreendedor faz o cálculo dos investimentos de implantação pela soma de dois tipos de investimento
(fixos e pré-operacionais) com o capital de giro.
 
Observaremos agora essa operação de forma detalhada:
a) Investimentos fixos
O empreendedor precisa comprar os bens materiais que farão parte da vida operacional da empresa
de maneira fixa. São assim classificados os investimentos compreendidos desde a compra de um
imóvel (terreno ou prédio), passando por veículos, máquinas, móveis de escritório e utensílios de
cozinha para o refeitório dos funcionários.
O empreendedor deve fazer uma lista de todas as compras incluídas nessa categoria. É interessante,
contudo, avaliar sua real necessidade. Dependendo do produto, pode ser mais econômico alugar em
vez de comprar – prática, aliás, que já é comum no caso de veículos.
b) Investimentos pré-operacionais
São todas as despesas necessárias no período anterior à abertura das portas da empresa. Trata-se
de uma classificação de investimento muito parecida com a dos investimentos fixos.
Sua diferença, porém, é que os investimentos pré-operacionais não são gastos alocados para a
compra de bens materiais. Neste caso, eles podem ser despesas de treinamento de funcionários,
custos para a reforma do imóvel onde a empresa funcionará, gastos com as burocracias de
licenciamento etc.
c) Capital de giro
A má compreensão acerca desse conceito constitui, muitas vezes, a causa de alguns problemas na
empresa. O capital de giro é uma reserva financeira inicial que fica no caixa do novo empreendimento
para ser usada no pagamento das despesas cotidianas ou eventuais.
As despesas cotidianas incluem os gastos que fazem parte das operações da empresa.
Exemplo
Pagamento de funcionários e fornecedores, de contas de consumo (água, luz, gás, telefone e
internet) e de aluguéis, além do recolhimento de impostos.
Já as eventuais ocorrem de forma inesperada.
Exemplo
O defeito de uma máquina.
O capital de giro será necessário durante toda a vida da empresa. Além disso, é particularmente
importante planejá-lo nos anos iniciais, período em que não se pode contar ainda com os recursos
gerados pela operação.
Conforme já apontamos, é importante que o empreendedor não seja otimista demais na estimativa
dessas despesas. Calcular o capital de giro abaixo da necessidade pode levar uma empresa à
falência, pois ela ficará sem dinheiro para pagar as despesas cotidianas e estará impossibilitada de
continuar funcionando.
Gerenciamento financeiro
Como todos sabemos, o objetivo de um empreendedor é ter ganhos financeiros, ou seja, obter um lucro com a
empresa que compense os riscos da atividade empreendedora.
 
a) Conceitos
 
O gerenciamento financeiro de uma organização pode ser uma tarefa complexa dependendo do seu tamanho.
Ainda assim, um empreendedor precisa acumular alguns conhecimentos básicos sobre a manutenção das
finanças. Dois conceitos interconectados são fundamentais para o gerenciamento financeiro de uma empresa:
rentabilidade e liquidez.
Rentabilidade (ou lucratividade)
A rentabilidade é um termômetro de sucesso
muito conhecido pelas pessoas em geral.
Quando o empreendedor investe seu dinheiro
na empresa e tem um retorno desse
investimento, isso significa que ele obteve a
rentabilidade do investimento. Quanto maior for
a rentabilidade de uma empresa, maior será o
retorno para o empreendedor.
Liquidez
Trata-se de um conceito menos conhecido. Ele
diz respeito à facilidade com que um
investimento pode ser convertido em dinheiro.
 
Em outras palavras, podemos pensar que os
investimentos líquidos são mais flexíveis.
Quanto mais líquido for um investimento ou bem
material, mais rápida será a transformação dele
em dinheiro. Já um investimento com pouca
liquidez será menos acessível, porque sua
conversão em dinheiro será mais lenta.
 
A liquidez possui duas funções: proteger o
empreendedor contra riscos e definir a
capacidade da empresa de honrar seus
compromissos de pagamento. Outro aspecto
importante do conceito de liquidez é o valor.
Um investimento com boa liquidez é aquele
facilmente transformado em dinheiro sem a
perda significativa de valor.
 
Uma boa liquidez não sacrifica o valor do bem
material ou do investimento. Um exemplo de
bem material com baixa liquidez são os imóveis
(casas, apartamentos etc.): quando se deseja
vendê-los com rapidez, é preciso baixar o valor
deles. Já um exemplo de alta liquidez é a conta
poupança na qual podemos depositar e retirar
dinheiro a qualquer momento.
b) Equilíbrio entre liquidez e rentabilidade
 
Precisamos prestar atenção a um ponto importante do gerenciamento financeiro. Como falamos, ter uma boa
rentabilidade e uma boa liquidez são características muito positivas para uma empresa.
 
O problema é que não pode haver a maior rentabilidade possível e, ao mesmo tempo, a maior liquidez
possível. O empreendedor precisa sacrificar um objetivo em nome do outro. Isso quer dizer que uma
rentabilidade máxima pode sacrificar a liquidez – e vice-versa.
 
Como a liquidez máxima diminui drasticamente
os retornos do empreendedor, a solução, na
maioria dos casos, é encontrar um meio-termo
que priorize a rentabilidade sem deixar de
garantir alguma liquidez.
c) Ferramentas de gerenciamento financeiro
 
A gestão financeira de uma empresa passa, em
grande parte, por aspectos de contabilidade.
Nada substitui as orientações de um profissional da área, já que ele vai poder assessorá-la em suas
operações.
 
De todo modo, é importante que um empreendedor tenha conhecimentos de gerenciamento financeiro. Desse
modo, listaremos a seguir algumas ferramentas básicas:
Controle de caixa
É a tesouraria da empresa, o setor que cuida das entradas e saídas de
recursos financeiros. O controle deve saber, a qualquer momento, o saldo
bancário e a quantidade de dinheiro em espécie em poder da empresa.
Conciliação bancária
Trata-se da comparação entre o controle das movimentações financeiras
feito pela tesouraria e aquele descrito no extrato da conta corrente no banco.
Essa conciliação serve para a verificação de pendências (pagamentos não
realizados ou não registrados) e a identificação de eventuais erros.
Contas a pagar
São as obrigações de pagamento que a empresa assumiu: fornecedores e
funcionários, obrigações de impostos, despesas administrativas em geral etc.
A tesouraria organiza e agenda os pagamentos segundo os prazos
acordados.
Contas a receber
Elas estão relacionadas às receitas futuras da empresa, podendo ser créditos
a receber de vendas realizadas a prazo. A tesouraria também organiza os
recebimentos de acordo com os prazos acordados, identifica eventuais
atrasos nos recebimentos e sugere providências de cobrança.
Fluxo de caixa
Indica o fluxo de dinheiro na empresa no presente e no futuro. Este
instrumento é o resultado do cálculo das contas a receber menos o valor
daquelas a pagar.
Esse resultado pode ser um saldo positivo, indicando dinheiro disponível
(capital de giro), ou negativo, apontando que ele está em falta. Neste caso,
talvez seja necessário obter um empréstimo para cobrir esse buraco nas
finanças.
Estrutura financeira
Demonstraremos neste vídeo o funcionamento da estrutura financeira de uma empresa.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Verificando o aprendizado
Questão 1
Estudamos como o planejamento da estrutura de operações é vantajoso para qualquer
empreendimento.Sobre as vantagens dessa etapa de concepção de uma empresa, é correto
afirmar que:
A
Pode evitar gargalos no processo produtivo.
B
Pode evitar uma carga tributária excessiva.
C
Pode garantir a fidelização de clientes.
D
Pode fomentar a inovação na empresa.
E
Pode incentivar o treinamento de novos funcionários.
A alternativa A está correta.
As operações de uma empresa são tarefas realizadas diariamente na atividade empreendedora. Parar e
pensar na descrição dessas atividades ajuda o empreendedor a identificar pontos fracos no processo
produtivo.
Questão 2
Sobre a relação entre as finanças pessoais e as de uma empresa, é correto dizer que:
A
Dívidas são prejudiciais para empresas e pessoas.
B
Não se pode gastar mais do que se arrecada.
C
Gastos devem ser sempre evitados.
D
Saldos negativos durante vários meses são um sinal de alerta.
E
São mundos de finanças diferentes.
A alternativa E está correta.
Muitos empreendedores podem cometer o erro de pensar que o gerenciamento de finanças pessoais é
igual ao de uma empresa. Na verdade, o empreendedor precisa conhecer os conceitos de gerenciamento
financeiro de empresas para evitar riscos desnecessários no seu negócio.
Unidade do Banco Mundial em Washington, Estados
Unidos da América.
2. Ações para Formalização Jurídica
Primeiras palavras
Neste módulo, falaremos sobre os aspectos jurídicos de uma empresa. Trata-se de um tópico complexo, uma
vez que ele não depende do empreendedor. Na verdade, ele é regido por leis e normas definidas pelo
governo.
Comentário
Infelizmente, essas normas, em muitos casos, estão ultrapassadas ou são burocráticas demais. O
governo brasileiro ainda precisa avançar bastante em sua legislação sobre as empresas. O que deveria
ter sido feito para incentivar o empreendedorismo está, na prática, atrapalhando tal ramo de atividade. 
 
 
Organização internacional ligada às Nações
Unidas, o Banco Mundial publica todos os anos
o relatório Doing business (2020), que, em
português, significa “fazendo negócios”. Tal
publicação compara o ambiente de negócios
em mais de 190 países e estuda a
regulamentação de empresas em cada um
deles.
No estudo publicado em 2020, o Brasil ficou
classificado em uma das piores posições no
mundo: 124º lugar. Já no âmbito da América
Latina, o país ocupa a modestíssima 17ª
posição. Na classificação do Banco Mundial, a
pior nota do Brasil foi atribuída à sua
complexidade no pagamento de impostos.
Outra nota que está entre as piores é a classificação relativa à facilidade de abertura de empresas.
Apesar desse cenário desfavorável, ainda existem boas oportunidades de negócio em nosso país. Mesmo
sendo um processo estressante, o empreendedor precisa entender a melhor forma de abrir sua empresa
dentro das possibilidades jurídicas em vigor e de sua estratégia de negócios.
 
O objetivo é que a empresa se encaixe na melhor classificação jurídica possível, gerando, assim, o menor peso
sobre as atividades dela.
Atenção
Mais uma vez, devemos nos lembrar de que o assessoramento jurídico e o contábil serão muito bem-
vindos sempre que isso for possível para garantir a viabilidade financeira, a rentabilidade e a
sobrevivência da empresa. Isso não significa que o empreendedor possa abrir mão da aquisição de
algumas noções básicas sobre o tema. 
Regulamentação de negócios
A abertura de uma nova empresa
Ao longo desta seção, descreveremos os principais aspectos legais para a criação de uma empresa. Esse
conhecimento garante que um empreendimento esteja legalmente estabelecido e constituído para o
desenvolvimento pleno das atividades às quais se propõe.
 
Vale destacar que os aspectos legais de uma empresa variam bastante conforme sua área da atuação. Neste
momento, descreveremos aspectos genéricos que podem ser utilizados por grande parte dos
empreendedores.
Quem é quem pela legislação brasileira?
a) Empresário
 
A legislação brasileira considera empresário ou empresária “quem exerce profissionalmente atividade
econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços”.
Uma empresa pode contar com um único empresário. Neste caso, há quatro possibilidades para o
empreendedor:
Possibilidade 01
Microempreendedor individual (MEI):
é o caso mais simples. Falaremos mais sobre ele adiante;
Possibilidade 02
Empresário individual (EI):
o processo para abrir uma empresa é mais complexo que no caso do MEI, sendo necessário obter
autorizações — em geral, da *junta comercial e da prefeitura. Não possui limite de faturamento;
*Junta comercial: Órgão público que registra as
atividades ligadas a empresas. Há uma junta
comercial em cada estado brasileiro.
Possibilidade 03
Empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli):
é necessário fazer um investimento inicial (*capital social) de 100 salários mínimos. Contudo, existe
um ganho em relação a MEI ou EI: a separação entre o patrimônio da empresa e o do empresário. Ou
seja, caso a firma tenha uma dívida que não possa ser honrada, o empresário não será obrigado a
pagá-la com seus recursos pessoais. Não possui faturamento máximo;
*Capital social: O capital social de uma empresa é o valor inicial – a quantidade de dinheiro – investido
nela por seus sócios ou acionistas.
Possibilidade 04
Sociedade limitada unipessoal:
é uma versão nova e simplificada da Eireli. Criada em 2019, ela dispensa o empreendedor da
exigência de um aporte inicial de 100 salários mínimos.
Atenção
A proteção do patrimônio individual no caso de Eireli e MEI não é absoluta. Alguns tipos de dívidas
podem exigir seu pagamento com recursos pessoais. Os casos mais importantes são as dívidas
trabalhistas (com os funcionários) e fiscais (com o governo). Ainda assim, ocorre um ganho relevante de
proteção do patrimônio pessoal em comparação com MEI ou EI. 
b) Sociedades
 
Quando mais de uma pessoa se reúne para a realização de negócios conjuntos e cria uma empresa, o
empreendimento passa a ser considerado uma sociedade.
 
Ao contrário do empresário e do autônomo, que atuam individualmente, todas as pessoas em uma sociedade
tomam decisões em conjunto e compartilham dos resultados.
 
As sociedades podem assumir as seguintes formas:
Sociedade 01
Sociedade empresária:
associação de dois ou mais empresários para a produção ou a circulação conjunta de bens ou
serviços;
Sociedade 02
Sociedade simples:
associação de dois ou mais autônomos que exercem profissão intelectual — de natureza científica,
literária ou artística —, contribuindo e compartilhando resultados de forma conjunta;
Sociedade 03
Sociedade limitada:
associação de duas ou mais pessoas cuja responsabilidade, diante dos direitos e das obrigações da
empresa, se limita ao valor do capital registrado no capital social. Como resultado disso, os sócios não
poderão distribuir lucros ou retirar algum dinheiro caso isso signifique uma baixa de capital;
Sociedade 04
Sociedade anônima ou sociedade por ações:
organização na qual o capital social é dividido em ações. Neste tipo de empresa, cada sócio e
acionista responde apenas pelo valor das ações que adquiriu. Esse modelo de sociedade é mais
comum em grandes empreendimentos, porque garante uma maior segurança jurídica a todos os
acionistas.
Contrato social
Após haver definido o tipo da empresa, chegou o momento de o empreendedor dar um passo mais concreto
para a abertura do negócio: a formulação do contrato social. Este documento é tão fundamental para as
empresas como sua certidão de nascimento é para você, pessoa física.
 
No contrato social, constam as regras e as
condições sob as quais uma empresa deve
funcionar, assim como os direitos e as
obrigações de cada pessoa que a constitui.
Faremos agora algumas considerações sobre
esse documento.
Tipo de Empresa, Sócios e Atribuições
Deve haver a definição do tipo de empresa, uma descrição dos sócios e as atribuições de cada um.
Capital Social e Investimentos
Ele descreve o fechamento do capital social, listando o total de investimento inicial da empresa e
como cadasócio arcará com as essas despesas.
Regularidade Fiscal e Contrato Social
Vale destacar que nenhum dos sócios de uma nova empresa pode ter dívidas de impostos não pagos.
Na medida do possível, o empreendedor pode buscar, neste momento, a assessoria de um advogado
ou contador para escrever o contrato social — principalmente no caso de sociedades mais
complexas.
Registro e Alterações no Contrato Social
O contrato social deve ser registrado na junta comercial do estado para que a empresa passe a existir
oficialmente. Com isso, qualquer alteração nele, como, por exemplo, a entrada de um novo sócio,
também precisa ser registrada como alteração contratual. Essa informação, portanto, será
incorporada à nova versão do contrato.
Definição do CNAE e Regras Tributárias
No contrato, também deve constar a definição do código CNAE – sigla que significa Classificação
Nacional de Atividades Econômicas – da empresa.
Trata-se de um passo fundamental, porque é com base nessa definição que as regras de tributação
da empresa serão pautadas.
São inúmeras as combinações possíveis de atividades primárias e secundárias de uma empresa. O
empreendedor pode consultar a página web do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para ter
acesso a uma lista completa com todas as classificações do CNAE.
 
Listaremos a seguir alguns exemplos de códigos do CNAE:
 
7020-4/00 — CNAE para empresa de consultoria administrativa;
6911-7/01 — CNAE para empresa de consultoria jurídica;
5611-2/02 — CNAE para bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas;
5611-2/05 — CNAE para bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com
entretenimento;
4771-7/01 — CNAE para comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas;
4771-7/02 — CNAE para comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas;
4771-7/03 — CNAE para comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos;
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
4771-7/04 — CNAE para comércio varejista de medicamentos veterinários.
Modelos de tributação
O Brasil tem como modalidade de governo a República Federativa. Isso significa que, pela Constituição de
1988, o poder político e as obrigações com os cidadãos são divididos entre seus entes federativos: o governo
federal, os estados e os municípios. Por isso, a arrecadação (cobrança) de impostos também é dividida entre
eles.
De todos esses atores governamentais, o governo federal é o principal regulador e cobrador de
impostos.
Órgão do governo federal, a Receita Federal estabelece os três modelos básicos de tributação de empresas:
 
Lucro real;
Lucro presumido;
Simples Nacional.
 
Os regimes de tributação dos lucros real e presumido são mais complexos e utilizados por empresas médias e
grandes. Por esse motivo, nosso foco estará voltado para o regime do Simples Nacional, já que ele é seguido
por organizações de pequeno porte.
 
A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte instituiu um tratamento diferenciado e mais
favorável às pequenas empresas.
O Simples Nacional, como o próprio nome diz, é um regime simplificado de tributação implementado
em 2007. Ele unifica oito impostos em um único boleto de cobrança, reduzindo a carga tributária
federal para pequenas empresas.
Um dos principais objetivos desse regime é a desburocratização do cálculo e do recolhimento de impostos e
contribuições. Os tributos unificados pelo Simples Nacional são os seguintes:
 
Impostos unificados pelo Simples Nacional:
Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
Contribuição para o PIS;
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
Imposto sobre Importação (IPI);
Contribuição para Seguridade Social (INSS).
Como podemos saber se uma empresa se enquadra no regime do Simples Nacional?
• 
A Receita Federal enquadra as micro e pequenas empresas levando em consideração seu faturamento anual e
o tamanho delas. Tendo isso em vista, demonstraremos agora as variações existentes entre as organizações
que fazem parte desse grupo:
Microempreendedor individual (MEI)
Este é o tipo de empresa mais comum hoje no país, contando com milhões de CNPJs registrados. É
possível obter o CNPJ em dois dias acessando o site do Portal do Empreendedor.
Existem restrições, porém, em relação às atividades que podem ser exercidas. Justamente por ser o
modelo mais simples de tributação, este caso é particular. Apesar de se enquadrar no regime do
Simples Nacional, o empreendedor individual fica isento de alguns impostos federais (imposto de
renda, PIS, COFINS, IPI e CSLL) e paga um valor fixo mensal destinado à Previdência Social e aos
impostos que não são federais, como o ICMS e o ISS.
Comentário
Impostos cobrados pelos governos estaduais:
Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
Imposto cobrado pelos governos municipais: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).
A empresa MEI pode ter, no máximo, um funcionário contratado, desde que ele receba um salário
mínimo ou o piso da categoria. De acordo com a Receita Federal, o faturamento anual de uma
empresa MEI não pode ultrapassar o valor de R$81.000.
Além da vantagem tributária, as empresas classificadas como MEI conseguem realizar a abertura da
conta bancária vinculada ao CNPJ de forma simplificada. Além disso, é menos burocrático pedir
empréstimos e emitir notas fiscais.
Tudo isso tem como objetivo fomentar a atividade empreendedora e ajudar o pequeno empreendedor
a se legalizar.
Microempresa (ME)
A ME ocupa um patamar de faturamento anual logo acima da empresa MEI.
Para a Receita Federal, ela precisa ter um faturamento anual inferior ou igual a R$360.000. As
empresas com uma receita anual superior a tal valor passam a ser classificadas no patamar seguinte
da escada de faturamento.
Empresa de pequeno porte (EPP)
Segunda a Receita Federal, uma empresa de pequeno porte tem um faturamento anual superior a
R$360.000, não podendo ultrapassar o patamar de R$4.800.000. Organizações com receita bruta
anual superior a esse valor já não podem ser enquadradas no regime do Simples Nacional.
Toda empresa precisa — à exceção do MEI – de um contador registrado. Portanto, em um cenário
ideal, o empreendedor deve buscar a assessoria de um contador já no momento de abertura. Esse
profissional poderá ficar encarregado da consultoria contábil quando a empresa já estiver em
funcionamento.
Mas o que é um CNPJ?
Ele é o cadastro nacional de pessoa jurídica. Trata-se do número de registro da empresa para fins
tributários. Você precisará dele para praticamente todas as suas atividades empresariais, desde a
simples emissão de uma nota fiscal até o ato de efetuar uma venda.
Para emitir o CNPJ, você deve usar o Coletor Nacional da Receita Federal, o qual, aliás, pode ser
acessado no site da REDESIM. Essa página também ajudará o empreendedor em outras etapas da
abertura de uma empresa.
Estrutura financeira
Uma especialista falará de forma mais detalhada sobre as categorias de empresas de apenas um sócio e a
classificação por porte.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Licenciamento ambiental
Antes de concretizar a abertura de uma empresa, o empreendedor ainda tem de saber se ela irá precisar do
licenciamento ambiental para funcionar. O compromisso com o meio ambiente deixou de ser apenas um
diferencial para seu produto ou serviço, passando a ser exigido por lei, caso o seu negócio se enquadre dentre
as categorias de:
 
Agricultura;
Mineração;
Indústrias;
Transporte;
Serviços;
Obras civis;
Empreendimentos turísticos, urbanísticos e de lazer;
Biotecnologia.
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
• 
 
Dessa forma, esse licenciamento funciona como uma ferramenta de gestão pública para garantir o controle
das ações humanas sobre o meio ambiente. A necessidade de licenciamento ambiental normalmenteinclui:
 
Autorização da localização em que se deseja instalar uma empresa (licença prévia);
Instalação (licença de instalação);
Futuras ampliações e operação de atividades (licença de operação).
 
Caso a empresa se enquadre nas categorias listadas acima e não esteja com as licenças ambientais
regularizadas, o empreendedor correrá o risco de ter de pagar multas, além de – é claro – prejudicar o meio
ambiente em volta do local de operação.
Verificando o aprendizado
Questão 1
O contrato social é um documento que deve ser elaborado antes de a empresa começar a
funcionar. Sobre ele, é correto afirmar que:
A
Lista os benefícios trabalhistas dos funcionários.
B
Descreve as obrigações de responsabilidade social da empresa.
C
Descreve os direitos e as obrigações de cada sócio da empresa.
D
Identifica o valor que a empresa entregará aos seus clientes.
E
Indica o regime tributário escolhido pelos sócios da empresa.
A alternativa C está correta.
O contrato social é um documento no qual estão estabelecidas as regras e as condições sob as quais uma
empresa funciona. Além disso, descreve quais são os direitos e as obrigações de cada sócio da empresa.
Questão 2
• 
• 
• 
Quais são os riscos de uma empresa de agricultura funcionar sem licenciamento ambiental?
A
Nenhum: empresas desse ramo são isentas de licenciamento ambiental.
B
A perda do selo de origem do produto agrícola.
C
Ter de pagar um adicional de insalubridade para os funcionários.
D
Degradar o meio ambiente e receber uma multa dos órgãos de fiscalização.
E
Prejudicar suas vendas para mercados de produtos orgânicos.
A alternativa D está correta.
Empresas do setor de agricultura são obrigadas a fazer seu licenciamento ambiental. Caso contrário,
poderão ser multadas pelos órgãos competentes.
3. Conclusão
Considerações finais
Apresentamos neste tema o conceito de administração operacional e vários outros importantes para a
operação de uma empresa. Também identificamos suas ações de formalização jurídica.
 
No módulo 1, compreendemos os conceitos fundamentais ligados aos aspectos operacionais cotidianos de
uma empresa, assim como os elementos relacionadas à produção, à venda e à distribuição de produto. Ainda
pudemos conhecer as ferramentas de gerenciamento financeiro. Já o módulo 2 ficou reservado para a
identificação do passo a passo requerido na regulamentação de um empreendimento. Por conta disso,
apresentamos suas normas de formalização jurídica.
 
Pudemos perceber, desse modo, que os conceitos de administração operacional de uma empresa lidam com
seu dia a dia, abarcando desde as pequenas tarefas até a programação de produção, distribuição e vendas.
Se as atividades cotidianas de uma organização forem bem executadas, as chances de que ela seja bem-
sucedida serão definitivamente maiores.
 
Isso também é verdade em relação a seu gerenciamento financeiro: um erro de cálculo do capital de giro pode
levar um negócio à falência. A gestão de uma organização, portanto, requer um esforço contínuo de atenção a
todos os detalhes das operações diárias.
Podcast
Para encerrar, ouça sobre Operação e regulamentação de empresas. 
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para ouvir o áudio.
Fala, Mestre!
Mestres de diversas áreas do conhecimento compartilham as informações que tornaram suas trajetórias
únicas e brilhantes, sempre em conexão com o tema que você acabou de estudar! Aqui você encontra
entretenimento de qualidade conectado com a informação que te transforma.
 
Sinopse: Leonardo Tristão, Diretor Geral do AirBnB na América do Sul, e Paulo Veras, fundador da 99 Taxi,
falam sobre questões regulatórias, como novas empresas e empresas de tecnologia devem buscar trabalhar
ativamente na melhoria de legislações já existentes para que seja possível inovar.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Explore+
Para ter acesso a todos os documentos necessários em cada etapa da abertura de uma microempresa,
acesse a página do Sebrae e leia este manual:
 
TOCANTINS, S.; SOUZA, R.; BEZERRA, C. Passo a passo para abertura de microempresa. Amapá. Sebrae.
Consultado em meio eletrônico em: 18 nov. 2020.
 
Pesquise na internet este site do governo: Portal do empreendedor.
Referências
BRASIL. Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da Microempresa
e da Empresa de Pequeno Porte.
 
BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil.
 
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
 
DOING BUSINESS. Doing business. Consultado em meio eletrônico em 18 nov. 2020.
 
GOLDSBY, M. G. The entrepreneur’s toolkit: course guidebook. Virginia: The Great Courses, 2014.
 
SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Como elaborar um plano de negócios.
Brasília: Sebrae, 2013.
 
SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Salão de beleza: como organizar
processos de trabalho. São Paulo: Sebrae, 2016.
	Operação e regulamentação de empresas
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Objetivos
	Fala, mestre!
	Conteúdo interativo
	1. Conceitos para Operação Empresarial
	Primeiras palavras
	Operações e finanças de uma empresa
	Logística e operações
	Dica
	Exemplo
	Classificação 1
	Tecnologia incorporada
	Classificação 2
	Tecnologia não incorporada
	Localização
	Exemplo 1
	Exemplo 2
	Atenção
	Produtividade
	Comunicação
	Circulação de clientes
	Planejamento da produção
	Fluxograma de produção
	Eficiência e eficácia
	Atendendo à demanda dos clientes
	a) Nível de estoque
	b) Capacidade produtiva ou instalada
	Exemplo
	c) Previsão de vendas
	Padrões de controle
	De quantidade
	De qualidade
	Padrões de tempo
	Padrões de custo
	Canais de vendas
	Canais físicos (vendas offline)
	Exemplo
	Canais digitais (vendas online)
	Exemplo
	Exemplo
	Estrutura financeira
	Atenção
	Exemplo de Decisões
	Investimentos de implantação
	a) Investimentos fixos
	b) Investimentos pré-operacionais
	c) Capital de giro
	Exemplo
	Exemplo
	Gerenciamento financeiro
	Rentabilidade (ou lucratividade)
	Liquidez
	Controle de caixa
	Conciliação bancária
	Contas a pagar
	Contas a receber
	Fluxo de caixa
	Estrutura financeira
	Conteúdo interativo
	Verificando o aprendizado
	Estudamos como o planejamento da estrutura de operações é vantajoso para qualquer empreendimento. Sobre as vantagens dessa etapa de concepção de uma empresa, é correto afirmar que:
	Sobre a relação entre as finanças pessoais e as de uma empresa, é correto dizer que:
	2. Ações para Formalização Jurídica
	Primeiras palavras
	Comentário
	Atenção
	Regulamentação de negócios
	A abertura de uma nova empresa
	Quem é quem pela legislação brasileira?
	Possibilidade 01
	Microempreendedor individual (MEI):
	Possibilidade 02
	Empresário individual (EI):
	*Junta comercial: Órgão público que registra as atividades ligadas a empresas. Há uma junta comercial em cada estado brasileiro.
	Possibilidade 03
	Empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli):
	Possibilidade 04
	Sociedade limitada unipessoal:
	Atenção
	Sociedade 01
	Sociedade empresária:
	Sociedade 02
	Sociedade simples:
	Sociedade 03
	Sociedade limitada:
	Sociedade 04
	Sociedade anônima ou sociedade por ações:
	Contrato social
	Tipo de Empresa, Sócios e Atribuições
	Capital Social e Investimentos
	Regularidade Fiscal e Contrato Social
	Registro e Alterações no Contrato Social
	Definição do CNAE e Regras Tributárias
	Modelos de tributação
	Lucro real;
	Lucro presumido;
	Simples Nacional.
	Microempreendedor individual (MEI)
	Comentário
	Microempresa (ME)
	Empresa de pequeno porte (EPP)
	Mas o que é um CNPJ?
	Estrutura financeira
	Conteúdo interativo
	Licenciamento ambiental
	Verificando o aprendizado
	O contrato social é um documento que deve ser elaborado antes de a empresa começar a funcionar. Sobre ele, é correto afirmar que:
	Quais são os riscos de uma empresa de agricultura funcionar sem licenciamento ambiental?
	3. Conclusão
	Considerações finaisPodcast
	Conteúdo interativo
	Fala, Mestre!
	Conteúdo interativo
	Explore+
	Referências

Mais conteúdos dessa disciplina