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2 1a série – Ensino Médio 
História 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alta Idade Média 
Características gerais 
I Formação do Feudalismo. 
I Período de constantes invasões e deslocamentos populacionais. 
I Síntese de elementos do antigo Império Romano + povos bárbaros + cristianismo. 
Feudalismo 
I Economia – agrícola, autossuficiente 
(subsistência), sem comércio e moeda. 
I Unidade econômica básica: FEUDO 
(benefício). 
I MANSO SENHORIAL – castelo + 
melhores terras. 
I MANSO SERVIL – terras arrenda-
das (lotes = glebas ou tenên-
cias). 
I MANSO COMUNAL – bos-
ques e pastos (uso comum) 
 
I Sociedade: 
I Estamental (posição social definida pelo nascimento). 
I Poder vinculado à posse e extensão da terra. 
I Laços de dependência pessoal. 
­ SUSERANIA e VASSALAGEM (entre nobres); 
­ SENHOR e SERVOS. 
 
I Política – descentralização; 
 
I Ideologia: 
I Teocentrismo 
I IGREJA: maior instituição (atuante em todos os setores) 
I Conformismo, continuísmo 
I Ética paternalista cristã 
 
Capítulo 
O mundo medieval 
REVISÃO 
9 
CLERO 
terra + poder político + poder 
ideológico (salvação) 
 
NOBREZA 
terra + poder político (defesa) 
 
SERVOS 
obrigações (corveia, talha, banali- 
dades, tostão de Pedro, dízimo, 
mão-morta, capitação, formari- 
age...) 
 
 
História 
3 1a série – Ensino Médio 
Império Bizantino 
I O Império Bizantino surgiu logo após a divisão do Império Romano em ocidente e oriente, tornando-
se a parte oriental. 
I Sua capital, Constantinopla, desenvolveu-se por conta das atividades comerciais da região. 
I O reinado de Justiniano foi o auge do império, quando houve a expansão do seu território e foi 
criado o Código de Direito Civil. 
I Sua religião era a Católica Ortodoxa, fruto do Cisma do Oriente, ocorrido em 1054. 
I Chegou ao fim em 1452, com os turco-otomanos invadindo e tomando Constantinopla. 
Império Carolíngio ou Reino Cristão dos Francos 
I Atual França. 
I Único reino bárbaro relativamente duradouro. 
I Dinastia Merovíngia: 
I Clóvis (496) – conversão ao cristianismo. 
I Conquista da Gália. 
I Ruralização. 
I Distribuição de terras entre clero e nobreza. 
­ Fragmentação do poder. 
I Últimos reis da dinastia: Reis Indolentes (incompetência administrativa). 
I Poder de fato: Mordomos do Paço ou do Palácio (espécies de “prefeitos” ou primeiro ministro). 
I Carlos Martel (732) – Bloqueio aos árabes na França (Batalha de Poitiers). 
 
I Dinastia Carolíngia: 
I Pepino, o Breve (751 – 768): 
­ Expulsão dos lombardos da Península Itálica. 
­ Doação para a Igreja (Patrimônio de São Pedro). 
­ Apoio da Igreja. 
I Carlos Magno (768 – 814): 
­ Auge. 
­ Guerras de conquista. 
­ Doações para nobres (laços de dependência). 
­ Centralização relativa. 
­ Apoio da Igreja (expansão do cristianismo). 
­ Tentativa de reconstruir o Império Romano do Ocidente. 
­ Divisão imperial em 300 partes (condados, ducados e marcas). 
­ Missi Dominici – funcionários imperiais (burocracia). 
­ Capitulares – leis imperiais. 
­ Renascimento carolíngio – preservação de obras clássicas em escolas eclesiásticas. 
I Luís, o Piedoso (814 – 841) 
­ Enfraquecimento. 
­ Agravamento da descentralização política. 
­ Disputas pela sucessão imperial após sua morte. 
 
I Tratado de Verdum (843): 
Divisão do Império. 
OCIDENTE – Carlos, o Calvo (atual França); 
CENTRO – Lotário (atuais Itália e Suíça); 
ORIENTE – Luís, o Germânico (atual Alemanha). 
 
 
4 1a série – Ensino Médio 
História 
Cruzadas 
I As Cruzadas foram expedições militares e religiosas da Europa entre os séculos XI e XIII. 
I O objetivo INICIAL era retomar Jerusalém e outros territórios sagrados do domínio islâmico. 
I Foram motivadas por fatores religiosos, políticos e econômicos. 
I A Igreja Católica teve um papel central na organização e apoio dessas expedições. 
I As Cruzadas resultaram em conflitos prolongados e tiveram impactos duradouros nas relações entre 
cristãos e muçulmanos. 
I As expedições incentivaram o comércio entre povos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Características gerais 
I Auge e decadência do feudalismo. 
I Estruturação do modo de produção capitalista. 
I Transformações básicas: 
I autossuficiência para economia de mercado; 
I novo grupo social: burguesia; 
I formação das monarquias nacionais. 
 
I CRESCIMENTO POPULACIONAL 
I Fim das invasões. 
I Maior consumo. 
I Excedentes populacionais expulsos dos feudos. 
­ Retomada das cidades. 
­ Aumento do comércio. 
­ Aumento da criminalidade. 
I Aperfeiçoamento de técnicas agrícolas. 
­ Moinho hidráulico, arado de ferro... 
I Busca de mais terras para cultivo. 
Renascimento comercial 
I Cidades italianas. 
I Surgimento de rotas de comércio ligando o conti-
nente europeu. 
I Cruzamento de rotas: feiras. 
I Retomada da moeda. 
I Atividades de crédito e bancárias. 
 
 
 
Capítulo 
Baixa Idade Média 10 
 
 
História 
5 1a série – Ensino Médio 
O Renascimento urbano 
I Retomada do comércio impulsiona o renascimento urbano. 
I Burgos – fortalezas. 
I Burgueses: habitantes dos burgos (artesãos e comerciantes). 
I Movimento comunal (séc. XI – XIII): libertação das cidades da autoridade dos senhores feudais. 
I CARTAS DE FRANQUIA: autonomia. 
I Guerras ou indenizações. 
I GUILDAS: associações de mercadores (monopólio do comércio local, controle da concorrência es-
trangeira, regulamentação de preços). 
I CORPORAÇÕES DE OFÍCIO: associações de artesãos (monopólio das atividades artesanais, con-
trole da concorrência, regulamentação de preços, estabelecimento de normas de produção, controle 
de qualidade e assistência aos membros). 
I Formação de grupo de grandes comerciantes e artesãos que se sobrepunham aos demais, impondo 
seu poder econômico. 
I Trabalho assalariado. 
A cultura medieval 
I Simplicidade, rusticidade. 
I Igreja – controle cultural (mosteiros). 
I Teocentrismo. 
I Séc XII – Universidades (renascimento comercial). 
I Filosofia: 
I Alta Idade Média: Santo Agostinho. 
­ Filosofia Clássica + Cristianismo. 
­ Natureza humana é corrompida. 
­ Fé em Deus = Salvação 
I Baixa Idade Média: Escolástica (São Tomás de Aquino). 
­ Harmonia entre razão e fé. 
­ Valorização do esforço humano. 
­ Livre arbítrio. 
­ Clero = orientador moral e espiritual. 
­ Liberdade de escolha = concepções da Igreja. 
­ “preço justo” – condenação da usura. 
 
I Arquitetura 
I Alta Idade Média: ROMÂNICA – constru-
ção maciça, pesada, linhas simples, hori-
zontalidade, poucas janelas (ideia de 
segurança e tranquilidade). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 1a série – Ensino Médio 
História 
I Baixa Idade Média: GÓTICA – leveza, graciosidade, verticalidade, grandes janelas, vitrais, 
luminosidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A crise dos séculos XIV e XV 
I Péssimas colheitas, resultando em uma onda de fome em muitas regiões da Europa. 
I O comércio diminuiu. 
I A população, enfraquecida pela fome, se tornou vulnerável a epidemias e doenças. 
I Muitas pessoas chegaram a morrer por falta de alimentos. 
I Aumento dos preços dos alimentos 
I Peste negra ( 1
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 da Europa foi de F ). 
I JACQUERIES – rebeliões camponesas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
A formação dos Estados nacionais 
I Aliança entre reis e burgueses. 
I Reis: redução de poderes dos nobres e da Igreja. 
I Burguesia: unificação de impostos, moeda e sistema de pesos e medidas. 
I Nobreza e clero: cargos e pensões concedidos pelo rei. 
I O processo de centralização política na Península Ibérica se diferenciou bastante do praticado na 
Inglaterra e na França, já que não houve oposição entre o rei e a nobreza, mas sim entre cristãos e 
muçulmanos. 
 
 
 
 
 
 
Capítulo A formação dos 
Estados nacionais 
e o absolutismo 11 
	Alta Idade Média
	Características gerais
	Feudalismo
	Império Bizantino
	Império Carolíngio ou Reino Cristão dos Francos
	Cruzadas
	Características gerais
	Renascimento comercial
	O Renascimento urbano
	A cultura medieval
	A crise dos séculos XIV e XV
	A formação dos Estados nacionais

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