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O factoring, também denominado fomento mercantil ou fomento comercial, é atividade desempenhada por uma sociedade mercantil constituída como sociedade de responsabilidade limitada ou sociedade anônima e resume-se, fundamentalmente, à aquisição a preço certo de duplicatas e outras espécies de direitos de crédito (como cheques, por exemplo) de outras empresas. Neste processo, ocorre a transferência do risco do título negociado da empresa titular do direito ao crédito para a empresa de factoring, eximindo a primeira da responsabilidade sobre a cobrança, do risco da operação e, consequentemente, do recebimento do valor do título. Para isso, as empresas de factoring cobram juros, taxas de serviços e outros encargos inerentes à operação.
O factoring, portanto, corresponde a uma cessão do direito creditório de uma empresa comercial a outra, através da aquisição plena e definitiva dos recebíveis, do risco da operação, da responsabilidade sobre a cobrança e dos frutos da liquidação da dívida.
O aval corresponde a uma garantia prestada por terceiro, firmada mediante a assinatura de um título de crédito (letra de câmbio, nota promissória, dentre outros), que o obriga à quitação do débito.
Este tipo de garantia é marcada pela incondicional declaração unilateral de vontade, caso em que o avalista contrai obrigação de caráter autônomo, independente e solidário. É, portanto, garantia objetiva, caso em que o avalista assume o pagamento do título de crédito, equiparando-se na relação ao devedor final 
O Fundo Garantidor de Crédito – FGC foi a primeira instituição do tipo a surgir no mercado brasileiro, sendo fundado também em 1995, junto com a norma que passou a autorizar a criação desta espécie de instituição. Conforme disposto na legislação atual (Anexo I – Estatuto do FGC, Resolução nº 4.688/2018):
Art. 1º O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado, regida pelo presente estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis.
Importante ressaltar que a legislação traz a participação das instituições financeiras no FGC como compulsória: deverão tornar-se associadas do fundo, dele participando como contribuintes (Resolução CMN nº 2.197/1995):
Art. 1º, § 1º As instituições financeiras que recebem depósitos à vista, a prazo e em contas de poupança, e as associações de poupança e empréstimo serão associadas da entidade e dela participarão como contribuintes.
O Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional – CRSFN constitui um órgão colegiado de segundo grau e caráter permanente, integrante da estrutura do Ministério da Fazenda. Esse Conselho, desenhado com um perfil de tribunal administrativo do Sistema Financeiro Nacional, pode ser entendido como a última fronteira administrativa para a interposição de recursos e reclamações relacionadas às atividades de supervisão e fiscalização no âmbito do SFN.
A finalidade essencial do CRSFN é julgar, em última instância administrativa, os recursos (Decreto nº 9.889/2019):
·  Contra decisão de impugnação de medida cautelar no âmbito do processo administrativo sancionador a cargo do Banco Central do Brasil (§ 4º do art. 17 e no art. 29 da Lei nº 13.506, de 13 de novembro de 2017);
·  Contra ato que cancelar o registro especial de empresa comercial exportadora na Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil S/A (CACEX) e na Secretaria da Receita Federal (§ 2º do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.248, de 29 de novembro de 1972);
·  Contra as penalidades impostas pela Comissão de Valores Mobiliários aos agentes que infringirem contra os dispositivos normativos que lhes caiba a fiscalização (§ 4º do art. 11 da Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976);
·  Contra as decisões proferidas pelo Banco Central do Brasil ou pela Comissão de Valores Mobiliários que vierem a impor medidas restritivas ou sanções às câmaras e aos prestadores de serviços de compensação e de liquidação que venham a infringir as normas legais e regulamentares que regem o sistema de pagamentos (parágrafo único do art. 9º da Lei nº 10.214, de 27 de março de 2001);
·  Contra as decisões do Banco Central do Brasil referentes à desclassificação e à descaracterização de operações de crédito rural;
·  Contra as decisões do Banco Central do Brasil relacionadas à retificação de informações, à aplicação de custos financeiros associados ao recolhimento compulsório, ao encaixe obrigatório e ao direcionamento obrigatório de recursos; e
·  Contra as decisões das autoridades competentes relativas à aplicação das sanções relacionadas aos crimes de lavagem de dinheiro e de ocultação de bens, direitos e valores.
Bancos de investimento:
Os bancos de investimento orientam-se para a realização de operações de crédito de médio e longo prazos, não operando com a oferta dos produtos mais convencionais do mercado financeiro, como o financiamento da compra de bens de consumo duráveis. Dentre seus objetivos principais, destaca-se a oferta de financiamento da atividade produtiva para suprimento de capital fixo e de giro.
Os bancos de investimento estão habilitados apenas à abertura de contas à vista, apenas a prazo.
Podem captar recursos via depósitos a prazo.
Bancos de investimento são instituições financeiras não monetárias, de caráter privado, voltadas a operações de crédito de médio e longo prazos. Não trabalham com a oferta dos produtos mais convencionais do mercado financeiro, como conta corrente, conta poupança, cartões (de crédito ou débito) e serviços correlatos, porque não opera com a captação de recursos mediante depósitos à vista. Seus recursos derivam de operações de depósito a prazo, dentre outras operações passivas de captação (Resolução CMN nº 2.624/999):
Art. 2º Os bancos de investimento podem empregar em suas atividades, além de recursos próprios, os provenientes de:
I - depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado;
II - recursos oriundos do exterior, inclusive por meio de repasses interbancários;
III - repasse de recursos oficiais;
IV - depósitos interfinanceiros;
V - outras formas de captação autorizadas pelo Banco Central do Brasil.  
Os bancos de investimento deverão ser instituições privadas, unicamente (Resolução CMN nº 2.624/999):
Art. 1º Estabelecer que os bancos de investimento, instituições financeiras de natureza privada, especializadas em operações de participação societária de caráter temporário, de financiamento da atividade produtiva para suprimento de capital fixo e de giro e de administração de recursos de terceiros, devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima.  
A administração de recursos de terceiros constitui uma das principais atividades próprias dos bancos de investimento (Resolução CMN nº 2.624/999):
Art. 1º Estabelecer que os bancos de investimento, instituições financeiras de natureza privada, especializadas em operações de participação societária de caráter temporário, de financiamento da atividade produtiva para suprimento de capital fixo e de giro e de administração de recursos de terceiros, devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima.  
A habilitação de exportadores e importadores no Siscomex é competência exclusiva da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (Siscomex):
Habilitação de exportadores, importadores, despachantes, ajudantes de despachante, depositários, agentes de carga, operadores portuários, transportadores e pessoas físicas é competência exclusiva da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).
LCA
Em síntese, a Letra de Crédito do Agronegócio – LCA é um título de renda fixa emitido com lastro em direitos creditórios decorrentes de financiamentos do agronegócio. Configura, portanto, como instrumento de funding das instituições emissoras com o fito específico de financiar o agronegócio. Conforme disposto em sua lei instituidora (Lei nº 11.076/2004):
Art. 26. A Letra de Crédito do Agronegócio – LCA é título de crédito nominativo, de livre negociação, representativo de promessa de pagamento em dinheiro e constitui título executivoextrajudicial.
Parágrafo único. A LCA é de emissão exclusiva de instituições financeiras públicas ou privadas.
 proteção do FGC é de até o limite de R$ 250 mil para cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro. Sendo assim, considerando apenas a LCA, a garantia do FGC não poderá ultrapassar este valor (Resolução CMN nº 4.222/2013):
Art. 2º São objeto da garantia ordinária proporcionada pelo FGC os créditos representados pelos seguintes instrumentos financeiros:
VIII - letras de crédito do agronegócio;
De fato, a LCA possui garantia dupla para o investidor: do banco emissor, que se responsabiliza pela origem e autenticidade dos direitos creditórios a eles vinculados, e do contrato que representa a dívida do produtor rural
Art. 23 Ficam instituídos os seguintes títulos de crédito:
II - Letra de Crédito do Agronegócio - LCA;
§ 1º Os títulos de crédito de que trata este artigo são vinculados a direitos creditórios originários de negócios realizados entre produtores rurais, ou suas cooperativas, e terceiros, inclusive financiamentos ou empréstimos, relacionados com a produção, a comercialização, o beneficiamento ou a industrialização de produtos ou insumos agropecuários ou de máquinas e implementos utilizados na atividade agropecuária.
Art. 28. O valor do CDCA e da LCA não poderá exceder o valor total dos direitos creditórios do agronegócio a eles vinculados.
Art. 29. Os emitentes de CDCA e de LCA respondem pela origem e autenticidade dos direitos creditórios a eles vinculados.
Seguindo a nova redação instituída pela Resolução CMN nº 5.006/2022, o prazo mínimo da LCA é de 12 meses, quando atualizada anualmente por índice de preços, e 90 dias, quando não atualizada por índice de preços:
Art. 2º  O prazo mínimo de vencimento da LCA é de:
I - doze meses, quando atualizada anualmente por índice de preços; e
II - noventa dias, quando não atualizada por índice de preços.
Não há recolhimento de depósito compulsório sobre as LCAs.
A LCA é isenta do IR no ganho de capital para a pessoa física (Decreto nº 9.580/2018):
Art. 35. São isentos ou não tributáveis:
V - os seguintes rendimentos obtidos no mercado financeiro e assemelhados:
f) a remuneração produzida pelo Certificado de Depósito Agropecuário - CDA, pelo Warrant Agropecuário - WA, pelo Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA, pela Letra de Crédito do Agronegócio - LCA e pelo Certificado de Recebíveis do Agronegócio - CRA, instituídos pelos art. 1º e art. 23 da Lei nº 11.076, de 30 de dezembro de 2004
O que é CETIP?
A CETIP ou Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos foi criada em 1984 pelas instituições financeiras do Brasil. O intuito era tornar todas as transações financeiras mais eficientes. Isso porque, naquela época, tudo era feito em papel e, por isso, levava-se muito tempo para ser realizado todos os registros. 
No entanto, as atividades da CETIP tiveram início somente em 1986. Já no ano de 2008, ela passou a ser uma empresa de capital aberto. E, finalmente, em 2017, ela se uniu à BM&FBovespa, gerando assim a B3, a quinta maior bolsa de valores do mundo.
Apesar desta união, a CETIP continuou operando de forma independente, mantendo toda a infraestrutura e tecnologia necessárias para que o mercado financeiro continuasse funcionando.
Isso porque ela é a responsável pela intermediação de investimentos e negociações entre instituições financeiras, como corretoras de valores, bancos, fundos, concessionárias, seguradoras e fundações.
Títulos trabalhados pela CETIP
Desde o início da sua atuação, a CETIP se estabeleceu como uma central depositária, capaz de oferecer soluções para registros, depósitos e negociações de ativos. 
Os principais deles estavam ligados à renda fixa. Entre os títulos que estão sob responsabilidade da CETIP é possível citar:
· CDB (Certificado de Depósito Bancário);
· RDB (Recibo de Depósito Bancários);
· Letras Hipotecárias;
· Debêntures;
· Swaps;
· TED (Transferência Eletrônica Disponível);
· DOC (Documento de Crédito);
· Títulos de renda fixa públicos;
· Certificados Financeiros do Tesouro Nacional;
· Crédito Securitizado da União;
· Títulos De Dívida do Agronegócio.
Além desses, também podemos citar outros investimentos e transações que não estão ligados à renda fixa, mas que mesmo assim ainda são intermediados pela CETIP. Este é o caso dos seguintes títulos: 
· Derivativos de balcão;
· COE (Certificados de Operações Estruturadas);
· Cotas de Fundos de Investimento.
No caso do COE, por exemplo, após a sua emissão, ele deve ser registrado na Cetip para dar mais segurança ao seu investimento. Isso porque uma das funções da Cetip é garantir que os bancos apresentem diferentes opções e cenários de retorno dos certificados com segurança. 
Qual o objetivo da CETIP?
O principal objetivo da CETIP é justamente garantir que todas as transações de ativos e títulos privados sejam negociados de forma confiável e rápida. É nela que estão centralizadas e registradas todas as operações financeiras. 
Para exemplificar, ao fazer um TED entre o seu banco e uma outra conta, quem processa a operação é a CETIP. Ela é que irá garantir que o dinheiro seja encaminhado de forma segura ao seu destino.
Todas as atividades da CETIP são regulamentadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que é vinculada ao Ministério da Fazenda. 
Quais as funções da CETIP?
Para conseguir manter o mercado financeiro funcionando bem, a CETIP possui uma grande diversidade de funções, como por exemplo:
· Disponibilizar uma plataforma online que permita a realização de negociações e operações em tempo real;
· Manter registros de todas as operações financeiras realizadas no mercado;
· Efetuar a custódia escritural de contratos, ativos e títulos.
CETIP e taxa CDI: Qual a relação?
Agora que você já entendeu a importância da CETIP em diferentes transações financeiras, é fundamental conhecer também qual é a relação dela com a taxa DI (ou taxa CDI – Certificados de Depósitos Interbancários).
Em um banco, por exemplo, diariamente são realizados muitos saques, transferências domésticas e internacionais, depósitos e recebimento de pagamentos. O resultado disso é que nem sempre o saldo no final do dia é positivo. Entretanto, devido a uma determinação do Banco Central (BC), todas as instituições financeiras são obrigadas a fechar o dia com saldo positivo.
Para conseguir atender a essa determinação do BC, quando o banco vê que o seu saldo será negativo, ele recorre a outros bancos e pega a quantia necessária emprestada. Esse processo é feito através dos Certificados de Depósito Interbancários, ou CDI, que são exclusivos das instituições bancárias. 
Esses empréstimos são feitos por prazos bem curtos, como um dia apenas. Por isso, a taxa DI é usada como base para o pagamento de juros entre os bancos. Como a CETIP controla todas as transações, ela é a responsável por divulgar o valor do CDI.
Por isso, é muito comum existirem aplicações financeiras cuja rentabilidade seja calculada utilizando o CDI. Alguns destes investimentos rendem menos do que o CDI, como é o caso da poupança. Enquanto outros investimentos chegam a render 110%, ou até mesmo mais, do CDI.
CETIP e o mercado
A CETIP é a instituição responsável por trazer segurança e confiança para investimentos, aplicações e transações financeiras.
Por isso, é necessário sempre confirmar se o título de renda fixa que você adquiriu está registrado no sistema do CETIP. Essa consulta pode ser feita através do site da instituição e, consequentemente, permite identificar eventuais erros que possam acontecer.
Existem também outros casos em que o investidor pode se beneficiar dos registros mantidos pela CETIP. São eles:
· Caso o banco quebre
Ajuda a identificar todos os investidores que terão direito a devolução do dinheiro pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC);
· Caso a corretora quebre
Se acontecer algo com a corretora e o site estiver fora do ar, você não conseguirá ver os seus investimentos em renda fixa. Entretanto, issopode ser feito pelo site da CETIP B3.
É importante mencionar que, no caso de investimentos em títulos públicos, eles podem ser consultados diretamente no site do Tesouro direto. Já no caso das operações de ações que são negociadas na B3, elas podem ser consultadas na página do Canal Eletrônico do Investidor na BM&FBovespa.
Dito isso, a principal dica para quem for investir é procurar por corretoras que sejam credenciadas na CETIP. Somente assim você garante mais de segurança para o seu investimento.
Lei Complementar nº 182/2021, que institui o marco legal das startups e do empreendedorismo inovador. Buscando fomentar o desenvolvimento de startups no Brasil, esta regulamentação trouxe inúmeras inovações, sendo destaque a possibilidade de oportunidades no mercado B2G (Business to Government), ou seja, a possibilidade de prestação de serviços por startups para o governo:
Art. 13. A administração pública poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas, isoladamente ou em consórcio, para o teste de soluções inovadoras por elas desenvolvidas ou a ser desenvolvidas, com ou sem risco tecnológico, por meio de licitação na modalidade especial regida por esta Lei Complementar.
LTN
A Letra do Tesouro Nacional (LTN) é um título público pré-fixado que oferece ao investidor um retorno nominal predefinido caso seja mantido até a data do vencimento. Se, no período considerado, ocorrer uma inflação maior do que a inflação esperada na ocasião da emissão do título, a remuneração real percebida pelo comprador será menor que aquela prometida na data do investimento, considerando os efeitos deletérios da inflação sobre o papel, pois sendo título pré-fixado a LTN não incorpora efeitos de aumento na taxa de inflação ou juros.
A LTN é um título do Tesouro Direto, sendo negociado com agentes interessados em investimentos em papéis públicos. Não é, portanto, figura comumente no passivo dos bancos comerciais. 
Aumenta de valor, no mercado secundário de títulos, se houver uma queda na taxa de juros básica da economia.
Sendo título pré-fixado, a LTN não incorpora o efeito provocado por uma queda na taxa de juros básica da economia. Portanto, considerando a remuneração prometida, e uma queda na taxa de juros que influenciará negativamente títulos públicos pós-fixados, uma queda na taxa de juros básica da economia tende a aumentar o valor da LTN no mercado secundário de títulos.
A LTN é um título de médio prazo, em geral de 3 a 6 anos.
A LTN é negociável no mercado secundário de títulos.
O PGBL é ideal para quem declara o IR pelo modelo completo, e contribui para o INSS.Permite o benefício fiscal na Declaração de Imposto de Renda. Os valores investidos no plano podem abater até o limite de 12% da base de cálculo, na Declaração Anual de IR.
O Imposto de Renda incide sobre o valor total resgatado.
 
Portanto, a tributação é feita pelo valor integral no momento do resgate (IR é adiado), mas não existe isenção.
VGBL (Vida Gerador de Benefício Livres) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livres) são planos com cobertura por sobrevivência que, após um período de acumulação de recursos (período de diferimento), garantem aos segurados ou participantes uma renda mensal - que poderá ser vitalícia ou por período determinado - ou o pagamento do montante acumulado de uma única vez. O primeiro (VGBL) é classificado como seguro de pessoas, enquanto o segundo (PGBL) é um plano de previdência complementar aberta.
A principal diferença entre os dois é o no tratamento tributário dispensado a cada um. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda
Conforme disposto pelo Decreto nº 23.258/1933, a exportação do ouro, prata e outros metais preciosos amoedados, em barras ou em artefatos, dependerá de autorização prévia do Governo:
	Quadro resumo
	 
	Leasing financeiro
	Leasing operacional
	Prazo mínimo de duração do leasing
	2 anos para bens com vida útil 5 anos
	90 dias
	Valor residual garantido - VRG*
	Permitido
	Não permitido
	Opção de compra
	Pactuada no início do contrato, normalmente igual ao VRG
	Conforme valor de mercado
	Manutenção do bem
	Por conta do arrendatário (cliente)
	Por conta do arrendatário ou da arrendadora
	Pagamentos
	Total dos pagamentos, incluindo VRG, deverá garantir à arrendadora o retorno financeiro da aplicação, incluindo juros sobre o recurso empregado para a aquisição do bem
	O somatório de todos os pagamentos devidos no contrato não poderá exceder 90% do valor do bem arrendado
Ao final do contrato, o arrendatário tem as opções de efetivar a aquisição do bem arrendado ou devolvê-lo. Ao final do leasing financeiro, em geral o cliente já terá pago a maior parte do valor do bem, não sendo a devolução, embora possível, financeiramente vantajosa.
O risco de liquidez (também denominado risco de negociabilidade) é aquele associado à incapacidade de se negociar um ativo pelo preço justo e no momento esperado. Em períodos economicamente conturbados, os agentes econômicos buscam entesourar moeda (ou seja, comprar e guardar determinada quantidade de moeda pertencente a um mercado específico, nacional ou estrangeiro, que aponte sinais economicamente mais estáveis) buscando resguardar seu patrimônio e seu poder de compra dos efeitos deletérios da crise.
E quais são as instituições financeiras monetárias e não monetárias?
 
	Instituições Monetárias
	Instituições NÃO-Monetárias
	Bancos Comerciais
	Agências de Fomento
	Bancos Múltiplos c/ Carteira Comercial
	Associações de Poupança e Empréstimo
	Cooperativas de Crédito
	Bancos de Câmbio
	Bancos Cooperativos
	Bancos de Desenvolvimento (regionais e BNDES)
	Caixa Federal
	Bancos de Investimento
	 
	Companhias Hipotecárias
	 
	Cooperativas Centrais de Crédito
	 
	Sociedades Crédito, Financiamento e Investimento
	 
	Sociedades de Crédito Imobiliário
	 
	Sociedades de Crédito ao Microempreendedor
Bancos comerciais
 Os bancos comerciais são instituições financeiras privadas ou públicas que tem como objetivo principal proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar, a curto e a médio prazo, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros em geral. São tidos como a base do sistema monetário.
Atuam também no mercado interbancário de empréstimo a prazo muito curto. Essas operações são entre bancos e visa cobrir déficit de caixa temporário.
A captação de depósitos à vista, livremente movimentáveis, é atividade típica do banco comercial, o qual pode também captar depósitos a prazo. O depósito à vista é aquele recurso colocado em uma conta corrente de um banco e pode ser retirado a qualquer tempo. Os depósitos a prazo são aqueles que precisam de certo prazo para ser retirados, ou seja, depósito é efetuado, mas não pode ser retirado a qualquer momento.
Este tipo de instituição deve, obrigatoriamente, ser constituído sob a forma de sociedade anônima (S.A.) e em nome deve constar a expressão “BANCO”.
Cooperativas de crédito
 As cooperativas de crédito NÃO SÃO BANCOS, são associações de pessoas, que buscam através da ajuda mútua, sem fins lucrativos, uma melhor administração de seus recursos financeiros.  O objetivo de uma cooperativa de crédito é prestar assistência creditícia e a prestação de serviços de natureza bancária a seus associados com condições mais favoráveis.
As cooperativas dividem-se em:
 
	SINGULARES
	Prestam serviços financeiros de captação e de crédito apenas aos respectivos associados, podendo receber repasses de outras instituições financeiras e realizar aplicações no mercado financeiro
	CENTRAIS
	Prestam serviços às singulares filiadas, e são também responsáveis auxiliares por sua supervisão. Não prestam atendimento ao cooperado.
	CONFEDERAÇÃO DE
COOPERATIVAS
	Prestam serviços a centrais e suas filiadas
 
O erro da assertivaestá em afirmar que as cooperativas singulares realizam operações no mercado financeiro e de capitais, quando na verdade é apenas no mercado financeiro.
SCFI
As sociedades de crédito, financiamento e investimento, mais conhecidas por financeiras, dedicam-se basicamente à concessão de crédito pessoal e ao financiamento de bens duráveis às pessoas físicas (usuários finais) por meio do mecanismo denominado Crédito Direto ao Consumidor (CDC). São constituídas sob a forma de sociedade anônima e são instituições privadas.
As financeiras podem também realizar repasses de recursos governamentais e financiar profissionais autônomos legalmente habilitados. Além dos recursos obtidos através de suas operações básicas, as SCFI obtêm renda através da colocação de Letras de Câmbio no mercado.
Bancos cooperativos
Bancos cooperativos são bancos comerciais ou bancos múltiplos (constituído obrigatoriamente com carteira comercial). Diferencia-se dos demais por ter como acionistas-controladores as cooperativas centrais de crédito, as quais devem deter no mínimo 51% das ações com direito a voto. Os bancos comerciais devem ser constituídos sob a forma de sociedades anônimas fechadas.
Bancos de investimento
 Os bancos de investimento são instituições financeiras privadas [não podem ser públicas]. Devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima e adotar, obrigatoriamente, em sua denominação social a expressão "Banco de Investimento". Não possuem contas correntes e captam recursos via depósitos a prazo, repasses de recursos externos, internos e venda de cotas de fundos de investimento por eles administrados. 
 A apólice de seguros é o contrato que estabelece os termos e condições da cobertura entre seguradora e segurado. 
 Um endosso é uma modificação ou alteração feita na apólice original para refletir mudanças específicas nas circunstâncias ou necessidades do segurado.
Os componentes básicos que, somados, formam uma taxa bruta de juros são a taxa livre de risco, a taxa de risco e a inflação.
Funcões dos mercados de capitais:
Mobilizar poupança
Alocação eficiente de recursos
Gestão de riscos
Aumento da disciplina corporativa

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