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FUNDAMENTOS DO GESTOR 
FINANCEIRO 
AULA 6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Daniel Weigert Cavagnari 
 
 
2 
CONVERSA INICIAL 
Profissional consciente e sensível 
Até aqui passamos por muitos perfis do egresso previsto para o mercado 
de trabalho. Ético e comprometido; propositivo e colaborativo; crítico e reflexivo; 
analítico e responsável; e, todos nas mais diversas competências, envolvendo 
estratégia, mercado, cenários e ciência. 
Encerraremos nosso estudo trazendo algo menos tangível e mais 
sensível, consciente. Não é apenas saber e compreender; é usar o 
conhecimento e as consequências a que ele pode levar. 
Para isso, utilizaremos questões relacionadas ao perfil de um profissional 
consciente e sensível presentes nos dois últimos Enades (Exame Nacional de 
Desempenho de Estudantes), de 2018 e 2022 – os mais didáticos e relacionados 
a essa condição prática. 
CONTEXTUALIZANDO 
 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Consciência e sensibilidade são atribuições de pessoas engajadas e bem-
informadas, acima de tudo. A exemplo disso, podemos mentalizar as discussões 
acerca de combustíveis e a geração de dióxido de carbono (CO2). 
Por um lado, um veículo a gasolina, em movimento, gera CO2 na 
atmosfera. Bastante. Movido a diesel, mais ainda. 
Já um carro elétrico, com bateria de lítio, não gera CO2. Não quando está 
andando, mas segundo especialistas, para produzir a bateria, é emitido, sim – e 
muito. 
 
 
3 
Um carro a álcool gera menos CO2, comprovadamente. Desde que a 
colheita da cana-de-açúcar que produziu o álcool não tenha sido por meio de 
queimada para dinamizar a produção. A queima gera muito CO2. Muito mesmo. 
Note aqui que apenas entender profundamente do assunto, pode não 
esclarecer a verdade: quem polui menos e em que condições. Afirmações são a 
base do senso comum – não a sensibilidade. Portanto, elas são inválidas, sem 
base científica, nem estudo aplicado. 
Saber que nem todas as baterias são produzidas com a geração de CO2 
em excesso, nem todas as plantações de cana são queimadas, leva à 
sensibilização do contexto, evitando apostar em uma verdade que pode ser 
relativa ou desnecessária. 
Lembre-se: conhecer e entender não é o suficiente. É preciso vivência e 
ciência. A escolha dependerá das consequências. Tudo tem um custo, seja ele 
financeiro ou social. 
TEMA 1 – TAXA DE DESOCUPAÇÃO DESSAZONALIZADA 
 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Segundo Cavagnari (2023), a questão de trabalho e ocupação vem das 
condições de população ativa e população inativa, ou seja, das pessoas que 
trabalham no sistema e conduzem a produtividade coletiva, e as que consomem, 
ora porque se preparam (estudantes), ora porque formam pessoas (donas e 
donos de casa), ora porque já contribuíram por muito tempo para esse sistema ( 
aposentados). Assim, temos as seguintes definições: 
• População Economicamente Ativa (PEA): São todos os indivíduos 
capacitados a intervir no processo produtivo de um país e que tenham 
idade entre 16 e 65 anos (legislação trabalhista brasileira), ou seja, todos 
 
 
4 
aqueles que podem trabalhar, trabalham, ou estão desempregados e 
procuram emprego. 
• População Economicamente Inativa (PEI): São todos os indivíduos que 
não podem trabalhar, ou que simplesmente nunca trabalharam e, 
portanto, não procuram emprego (menores de 16 anos – exceto 
aprendizes a partir dos 14 anos –, aposentados, incapacitados de 
trabalhar, donos e donas de casa, estudantes). 
Mas a condição de emprego e desemprego vai além. Pessoas ativas 
podem fazer parte do contexto de quem procura emprego, mas que nunca 
trabalhou; esses ocuparão o mercado de trabalho, reduzindo a taxa de 
desemprego. O desemprego, portanto, é: 
População de desempregados economicamente ativos/ 
População economicamente ativa 
Mas o conceito de que vamos tratar aqui é mais social, embora 
econômico. É uma questão de consciência e sensibilidade. É a taxa de 
desocupação. Pessoas que procuram emprego, mas não encontram. 
O que diferencia a taxa de desocupação da taxa de desemprego é 
semântica. Há quem diga que não há diferença: é PEA e pronto. Mas há quem 
diga que o desocupado é o indivíduo que procura emprego (mesmo que nunca 
tenha trabalhado) e quem perdeu emprego: é neste que vamos focar. 
Há ainda quem considera desocupados os desempregados que já 
trabalhavam antes, mas esse conceito é um pouco raso e difícil de calcular. 
Dessazonalizado é contrário a sazonalidade, ou seja, não pertence a um 
período específico, como final de ano, safras etc. 
Para entendermos e nos sensibilizarmos acerca desse tema, vamos 
avaliar a questão discursiva número 04 do Enade de 2022 (Gestão Financeira), 
que trata desse conceito. 
1.1 Questão discursiva 4 (Enade 2022) 
De forma simplificada, o desemprego diz respeito às pessoas com idade 
para trabalhar (acima de 14 anos) que não estão trabalhando, mas estão 
disponíveis e tentam encontrar ocupação. De acordo com a metodologia usada 
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional 
 
 
5 
por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o estudante e a dona de 
casa estão fora da força de trabalho. 
A PNAD Contínua mostra quantos desempregados há no Brasil. Nela, o 
que é conhecido popularmente como desemprego é registrado como 
desocupação. 
Nesse sentido, no trimestre de março a maio de 2022, a taxa de 
desocupação (9,8%) recuou 1,4 ponto percentual, comparada à do trimestre 
anterior, de dezembro de 2021 a fevereiro de 2022. A partir do 4º trimestre de 
2021, começou-se a observar um processo de inserção da população ocupada 
em atividades como construção, indústria, agricultura e serviços relacionados à 
tecnologia da informação e comunicação. 
Com a melhoria no quadro da pandemia, os serviços mais presenciais, 
que tinham sido bastante afetados, começaram a vislumbrar uma recuperação. 
Trata-se de um processo de reversão das perdas que ocorreram em 2020, com 
gradativa melhora ao longo de 2021. A economia, a renda e os empregos de 
uma parcela considerável da população brasileira foram profundamente afetados 
pelos distúrbios criados pela pandemia. O resultado desse processo para as 
famílias brasileiras foi desastroso, uma vez que, durante esse período, a renda 
domiciliar per capita diminuiu. No início de 2022, houve certa estabilidade da 
população ocupada, retomando-se a expansão em diversas atividades 
econômicas, conforme apresenta o gráfico a seguir. 
 
Fonte: Enade GF, 2022. 
 
 
6 
Comando da questão 
Considerando as informações apresentadas, redija um texto sobre a taxa 
de desocupação e os impactos da pandemia de Covid-19 na vida das famílias 
brasileiras. Em seu texto, aborde os seguintes aspectos: 
• o impacto da pandemia na renda das famílias brasileiras, considerando a taxa 
de desemprego no Brasil; 
• a taxa de desocupação no trimestre de março a maio de 2022 comparada à 
do trimestre anterior. 
Padrão de resposta (Enade 2022) 
O estudante deve mencionar em seu texto que o impacto da Covid-19 na 
economia afetou o trabalho das famílias brasileiras, aumentando a taxa de 
desocupação no Brasil, conforme dados da PNAD Contínua. Muitos 
trabalhadores ficaram desempregados e, com a crise econômica, diminuiu o 
poder de compra do cidadão, agravando-se profundamente a renda das famílias. 
As famílias de menor renda foram as mais afetadas. Muitos setores utilizaram o 
home office, no período mais grave da pandemia, como medida emergencial. 
Conforme mostra o gráfico, em 2020, com a chegada da pandemia ao país, 
houve aumento da taxa de desocupação, a qual começou a reduzir-se a parar 
do 3o trimestre de 2021. No 2o trimestre de 2022, começou-se a observar um 
processo de recuperação, no qual a taxa de desocupação foi reduzida para 
9,8%, recuando 1,4 ponto percentual, se comparada à do trimestre anterior, de 
dezembro de 2021 a fevereirode 2022, ano em que o percentual era de 11,2%. 
(Fonte: Enade, 2022). 
1.2 Texto sugerido de resposta à Questão 04 
A pandemia da Covid-19 marcou profundamente a economia brasileira, 
refletindo-se diretamente na vida das famílias com o aumento da taxa de 
desocupação. Segundo a PNAD Contínua, muitos trabalhadores perderam seus 
empregos, exacerbando a crise econômica e reduzindo o poder de compra. Esse 
cenário agravou a situação de famílias, especialmente as de menor renda. A 
adaptação ao home office foi uma das medidas emergenciais adotadas por 
diversos setores. 
 
 
7 
Os dados revelam que, após um pico de desemprego em 2020, houve 
uma gradual recuperação a partir do terceiro trimestre de 2021. No segundo 
trimestre de 2022, a taxa de desocupação caiu para 9,8%, evidenciando uma 
melhora significativa frente aos 11,2% do trimestre anterior, marcando um 
caminho de recuperação econômica. 
1.3 Análise e estrutura da questão 
Inicialmente, repare na conceitualização do termo, no primeiro parágrafo 
e no início do segundo do texto da Questão 04 (grifado em cinza), importante 
para evitar confusão acerca dos termos desemprego e desocupação. PEA e PEI 
ficaram claros. Aqui, eles são tratados igualmente. Se não fosse assim, essa 
questão provavelmente seria anulada. 
No trecho seguinte (grifado em verde), há a articulação dos números, a 
ciência e a consciência das informações do gráfico, pois ele menciona dados 
que não estão explícitos no gráfico, mas devemos percebê-los. O trimestre entre 
março e maio de 2022 é representado apenas pelo início do trimestre (abril), 
partindo do número 9,4%; 11,2% também não aparece. O que ocorre é que o 
texto apresenta os dados efetivos e até posteriores, deixando um gráfico para 
você se sensibilizar e perceber a veracidade e clareza da informação. É pelo 
gráfico também que vemos a taxa de desocupação (desemprego) subir e, 
depois, descer. 
Note no gráfico que, do início de 2015 ao final de 2021, o desemprego só 
aumenta. Perceba ainda que se você se sensibilizar com essa informação, um 
bom texto será redigido. 
O texto final, sem grifo, aumenta mais ainda a sensibilização e a 
consciência. O intuito é perceber o quanto você é consciente (no sentido de 
entender de cenário e de economia) e sensível (ético e responsável), como 
egresso de Gestão Financeira. 
 
 
8 
TEMA 2 – EFEITOS DAS VARIAÇÕES DOS CENÁRIOS ECONÔMICOS E 
SOCIAIS 
 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Consciência na prática em Gestão Financeira é uma condição que nos 
leva a ficar atentos às ocorrências no ambiente. Isso significa que a atenção 
cotidiana e a sensibilidade para as mudanças estão entre os principais papéis 
do profissional. 
A exemplo disso, vamos resolver e analisar duas questões do Enade de 
2022. A Questão 32 trata da ciência das criptomoedas, sua condição como ativo, 
e não de moeda de transação oficial. Essa questão é da postura do Gestor 
Financeiro consciente. 
A Questão 33 é mais sensível: entender sobre o conceito de inflação e de 
PIB não são suficientes se não forem compreendidas as consequências sociais 
das alterações dessas variáveis do cenário na economia. 
2.1 Questão 32 (Enade 2022) 
Após a recessão econômica mundial ocasionada pela pandemia de 
Covid-19, muitos brasileiros veem o mercado de moedas digitais como uma 
aplicação financeira. Tais ativos financeiros, também conhecidos como 
criptomoedas ou moedas virtuais, assemelham-se a moedas, em seu sentido 
tradicional, com a grande diferença de que estas são controladas por um órgão 
ou governo – a Casa da Moeda, no caso do Brasil –, ao passo que aquelas, em 
sua maioria, não se submetem a um órgão regulador. 
Prometendo descomplicar o sistema financeiro, as criptomoedas 
dispensam intermediários em suas transações, que são realizadas por meio de 
 
 
9 
um sistema chamado blockchain, composto por dois mecanismos: o block, capaz 
de registrar a movimentação dos ativos, e o chain, função algorítmica que gera 
uma impressão digital, o que possibilita individualizar cada criptomoeda. 
Quando o assunto passa a ser a regulamentação das moedas digitais no 
cenário nacional, é imperioso destacar o Comunicado Bacen n. 25.306/2014, no 
qual se diferencia criptomoedas de “moeda eletrônica”1 (Enad, 2022). 
Considerando o exposto, avalie as afirmações a seguir. 
I. As moedas virtuais não são emitidas, garantidas ou reguladas pelo Banco 
Central do Brasil e possuem forma, denominação e valor próprios. 
II. As moedas virtuais podem ser usadas como aplicações financeiras, 
estando, nesse caso, a compra e a guarda delas sujeitas aos riscos de 
perda de todo o capital investido, em razão de fraudes e da variação de 
seu preço. 
III. As moedas virtuais não se confundem com o padrão monetário do real, 
de curso forçado, ou com o padrão de qualquer outra autoridade 
monetária; assim, também não se confundem com a moeda eletrônica 
prevista na legislação, que se caracteriza como recurso, em reais, 
mantido em meio eletrônico. 
Dessas alternativas, quais estão corretas? 
a) I, apenas. 
b) III, apenas. 
c) I e II, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
(Fonte: Enade, 2022). 
Repare que essa é uma questão que atende até mesmo à condição de 
inovação das competências da Gestão Financeira, pois só é abordada como 
ciência em Blockchain e Criptomoedas e Sistema Financeiro Digital. 
Claro, quem já simpatizava e atualizava sua leitura acerca das 
criptomoedas, entenderia seu conceito. Criptomoedas, como Bitcoin, Ethereum 
etc., são interpretados pela Receita Federal como ativos digitais. Ou seja, algo 
que você compra e que se valoriza ou desvaloriza digitalmente. Não são moedas 
de circulação, e qualquer aceite em nosso mercado é entendido como escambo, 
não como moeda. De qualquer forma, segundo a Receita Federal, deve ser 
declarado, pois gera ganhos de capital. Portanto, as três afirmações estão 
 
1 Disponível em: https://exame.com/bussola/tributacao-de-criptomoedas-avanco-ou-violacao-
da-legalidade/. Acesso em: 22 abr. 2024. 
 
 
10 
corretas, sem qualquer dúvida. O mais interessante acerca da questão é que ela 
também ensina. 
2.2 Questão 33 (Enade 2022) 
A inflação provoca vários efeitos negativos na economia. Entre eles está 
a queda no poder de compra e a redução no consumo, que por sua vez reduz a 
expectativa de vendas. Além disso, tende a gerar diminuição nos investimentos. 
A queda no consumo e na taxa de investimento também geram impactos 
negativos no Produto Interno Bruto (PIB). Com o consumo e o investimento 
sofrendo queda, provavelmente haverá redução no crescimento econômico. 
Com base nas informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir. 
I. As camadas mais pobres da população são as mais prejudicadas pela 
inflação, visto que sua renda está envolvida na maioria dos produtos 
inelásticos. 
II. Os índices de preços são números que agregam e representam os preços 
de determinada cesta de bens e serviços específicos. 
III. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) serve de base para 
o reajuste do salário-mínimo. 
IV. A inflação de custos é causada pelo aumento da oferta agregada. 
É correto apenas o que se afirma em 
a) I e II. 
b) II e IV. 
c) III e IV. 
d) I, II e III. 
e) I, III e IV. 
(Fonte: Enade, 2022). 
Interessante é que, apesar da teoria acerca da inflação, 
independentemente da formação do cidadão, ou ele entende, ou ele vive as 
condições de inflação. 
O enunciado da questão apresenta uma definição conceitual, 
principalmente ao comparar o PIB (variável de crescimento econômico) à 
inflação. Aumento de preços, queda nas vendas: vende menos, produz menos, 
menor o PIB. 
O item I diz exatamente o que sabemos na prática. Não é a ciência, mas 
a sensibilidade que compreende que é uma verdade. 
 
 
11 
O segundo item também está correto, mas é mais conceitual: a formação 
dos índices de inflação. No casoo INPC (Índice de Preços ao Consumidor), o 
mais comum, que se baseia em cestas de consumo de produtos e serviços, cujo 
cálculo é baseado no aumento ou redução (deflação, nesse caso) de um período 
a outro, geralmente mês a mês. 
O terceiro é ainda mais conceitual. O salário-mínimo é base e é 
determinado ou atualizado em conformidade com o índice de inflação oficial – no 
caso o INPC. 
Já inflação de custos, apesar de ser o aumento generalizado, não é o de 
preços ao consumidor, mas dos custos e da matéria-prima. A inflação de 
demanda pode ocorrer pela inflação de custos, e não o contrário. 
 A inflação de custos acontece geralmente por questões sazonais (safra), 
ou deficiências de matéria-prima. Pode até acontecer por uma demanda 
agregada exacerbada (demanda de grande proporção), ou por falha típica da 
oferta (safra deficiente), mas oferta agregada (geral), não. Portanto, o item IV 
não está correto. 
TEMA 3 – ANALISAR INFORMAÇÕES DE INDICADORES FINANCEIROS 
 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Algumas pessoas sempre dizem que não compreendem por que devem 
aprender a calcular, uma vez que calculadoras, computadores e sistemas fazem 
isso com mais rapidez e precisão. Certo, mas aprendermos o processo do 
cálculo, tem sua importância. 
Uma variável, por exemplo, é apenas uma sigla, quando estamos 
observando. Mas o que há nela? Como chegamos até ela? Como garantir que 
um computador ou sistema não tenha uma falha? 
 
 
12 
São justamente as origens das informações que nos sensibilizam acerca 
do resultado. Sabe aquele copo que enxergamos com ¾ de líquido e que 
recebemos como metade? É uma condição de consciência. 
Por exemplo, o ILC é o Índice de Liquidez Corrente de uma competência 
(ano ou mês) que demostra uma informação financeira importante sobre a saúde 
da empresa (liquidez corrente é a capacidade da empresa em honrar seus 
pagamentos em dia). Sua fórmula é: 
ILC = 
𝐴𝑡𝑖𝑣𝑜 𝐶𝑖𝑟𝑐𝑢𝑙𝑎𝑛𝑡𝑒
𝑃𝑎𝑠𝑠𝑖𝑣𝑜 𝐶𝑖𝑟𝑐𝑢𝑙𝑎𝑛𝑡𝑒
 
Se esse resultado for maior que 1 (um), ou seja, o Ativo Circulante (o que 
a empresa tem de giro) for maior que o Passivo Circulante (o que ela tem para 
pagar de giro), significa que ela tem recursos suficientes para pagar suas dívidas. 
Agora, você analisando o resultado do ILC, saberá em que condições está 
a empresa. Melhor: você não vai esquecer como o ILC foi composto e, se 
perceber que um ativo for menor que o passivo, resultará em um número menor 
do que 1, isto significa que a empresa não tem ativo circulante suficiente para 
pagar suas dívidas de curo prazo (Passivo Circulante). Vejamos outros índices: 
Índice 
Financeiro 
Fórmula Significado 
Liquidez 
Corrente (ILC) 
Ativo Circulante/ 
Passivo Circulante 
Mede a capacidade da empresa em honrar 
seus compromissos de curto prazo. Se for 
maior que 1, indica que a empresa tem 
recursos suficientes para pagar suas dívidas. 
Endividamento 
(IE) 
Dívida Total/Ativo Total 
Mostra a proporção do financiamento da 
empresa que vem de dívidas. Quanto maior, 
mais endividada está a empresa. 
Índice de 
Cobertura de 
Juros (ICJ) 
EBIT/Despesas com 
Juros 
Mede a capacidade da empresa de pagar os 
juros sobre sua dívida com o lucro 
operacional. Quanto maior, maior é a folga 
financeira da empresa. 
Liquidez Seca 
(ILS) 
(Ativo Circulante - 
Estoques)/ 
Passivo Circulante 
Similar ao Índice de Liquidez Corrente, mas 
exclui os estoques do Ativo Circulante. Mede 
a capacidade de pagamento de dívidas sem 
depender da venda de estoques. Se maior 
que 1, a empresa pode pagar suas dívidas 
de curto prazo sem vender estoques. 
Liquidez 
Imediata (ILI) 
Disponibilidades/ 
Passivo Circulante 
Mede a capacidade da empresa de pagar 
suas obrigações imediatas com os recursos 
disponíveis em caixa e equivalentes de 
caixa. Quanto maior, melhor a posição de 
liquidez imediata da empresa. 
Relação Capital 
de 
Terceiros/Capital 
Próprio 
(RCT/CP) 
RCT/CP = Passivo 
Exigível Total/ 
Patrimônio Líquido 
Indica a proporção do financiamento da 
empresa que vem de fontes externas 
(dívidas) em relação ao capital próprio 
investido pelos proprietários. Uma medida de 
alavancagem financeira da empresa. 
 
 
13 
Imobilização de 
Recursos 
Permanentes 
(IRP) 
IRP = Ativo 
Permanente/ 
(Patrimônio Líquido + 
Passivo a Longo Prazo) 
Mostra quanto do capital permanente (soma 
do patrimônio líquido com o passivo a longo 
prazo) está investido em ativos 
permanentes. Indica a proporção de 
recursos de longo prazo usados para 
financiar ativos de longa duração. 
Retorno sobre o 
Investimento 
(ROI) 
ROI = (Lucro Líquido/ 
Investimento Total) x 
100 
Indica a rentabilidade de um investimento. 
Quanto maior o valor, mais lucrativo é o 
investimento. 
Margem Líquida 
(ML) 
ML = Lucro Líquido/ 
Receita Total 
Representa o percentual de lucro líquido 
obtido a partir da receita total. Quanto maior, 
mais eficiente é a empresa em converter 
receita em lucro real. 
EBITDA 
(LAJIDA) 
Lucro Antes dos Juros, 
Impostos, Depreciação 
e Amortização 
Reflete a geração de caixa operacional da 
empresa, independentemente de suas 
decisões de financiamento e investimento. 
 
Vejamos a seguir essa aplicação de índice de uma perspectiva de prova 
do Enade – no caso, da Questão 04 do Enade de Gestão Financeira de 2018. 
Embora ainda não estejamos em fase de aprendizado desses índices, é 
importante que tenhamos consciência de como eles são aplicados no cotidiano. 
3.1 Questão 04 (Enade 2018) 
Considere os quadros a seguir, que apresentam os dados relativos ao 
desempenho econômico e financeiro de uma empresa. 
 
 
 
14 
 
Com base nas informações apresentadas, faça o que se pede nos itens a seguir. 
a) Analise os indicadores de liquidez apresentados para os períodos 2016 e 
2017. 
Padrão de resposta (ENADE, 2018): O estudante deverá explicar que o 
indicador de Liquidez Corrente indica que, para cada R$ 1,00 de dívidas 
circulantes (curto prazo), a empresa mantém R$ 1,59 de ativos realizáveis no 
curto prazo, em 2016, e R$ 1,53, em 2017. O indicador mostra que existe um 
capital circulante (capital de giro) líquido positivo nos dois anos analisados. 
Também deve explicar que o indicador de Liquidez Seca revela que, para 
cada R$ 1,00 de dívidas de curto prazo, a empresa possuía R$ 0,81 e R$ 
0,75 de ativos circulantes de maior liquidez (desconsiderando-se os 
estoques) em 2016 e 2017, respectivamente. Deve, ainda, explicar que o 
indicador de Liquidez Imediata indica que, para cada R$ 1,00 de dívidas 
circulantes (curto prazo), a empresa mantém R$ 0,20 (em 2016) e R$ 0,12 
(em 2017) de ativos monetários circulantes (de alta liquidez), principalmente 
caixa e aplicação financeira. 
 
b) Calcule e analise o impacto no indicador de endividamento Relação Capital 
de Terceiros/Capital Próprio considerando a aquisição de uma máquina por 
meio de financiamento no valor de R$ 95 000,00 no ano de 2018. 
Padrão de resposta (ENADE, 2018): O estudante deverá apresentar o 
seguinte cálculo: relação entre capital de terceiros/capitais próprios = [347.000 
(PC 2017) + 108.000 (PNC) + 95.000 (financiamento 2018)] / 275.000 = 2,00. 
O estudante deve, também, apresentar a seguinte análise: após a transação 
indicada, ocorreu um aumento de R$ 95.000,00 no Passivo Total (Capitais de 
Terceiros), sem aumentar os capitais próprios (patrimônio líquido). O indicador 
apresentou um aumento, o que mostra que, para cada R$ 1,00 de capitais 
próprios, existem R$ 2,00 de dívidas totais. Isso revela que a empresa está 
mais dependente dos recursos de terceiros em 2018 do que estava nos 
períodos anteriores. 
Fonte: Enade, 2018. 
 
 
 
15 
A Questão 04 demanda que o candidato esteja preparado para três 
coisas: 
• Compreender o que significam os resultados (maior ou menor que um 
nesses índices). 
• Conhecer os índices e recalculá-los quando necessário, com novos dados 
(alternativa b). 
• Saber se expressar acercadas informações que está lendo. 
Repare ainda que não há nenhuma exigência de articulação, como: 
• O que fazer com esse resultado? 
• O que quer dizer esse índice? 
• Quais as medidas a serem tomadas? 
Isso ocorre porque a questão está testando apenas a sensibilidade para 
o conhecimento – e não apenas o conceito de ILC, por exemplo, nem o 
gerenciamento de recursos, dado o resultado (embora seja uma condição do 
Gestor Financeiro, só que em outro perfil) –, é admitir a consciência dos 
resultados e estar preparado para se sensibilizar. 
Em outras palavras, se você souber a composição dessas simples 
fórmulas, será sensível aos resultados; caso contrário, verá apenas números. E 
não são apenas números, são a saúde e o futuro da empresa. 
TEMA 4 – UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS QUANTITATIVOS PARA 
TOMADAS DE DECISÃO 
 
 
 
16 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Quando pensamos em utilizar instrumentos quantitativos para tomadas de 
decisões, na gestão financeira, vem à nossa mente números estatísticos e 
complexos. 
Tomar decisões parece difícil e complexo, mas, muitas vezes, é só uma 
questão de sensibilidade aos números. Percebê-los, antes mesmo de relembrar 
o conceito que está por trás deles. Por exemplo: 
Prazo médio de recebimento: 
PMR = 
𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎𝑠 𝑎 𝑅𝑒𝑐𝑒𝑏𝑒𝑟
𝑅𝑒𝑐𝑒𝑖𝑡𝑎 𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝐷𝑖á𝑟𝑖𝑎
 
Prazo médio de pagamento: 
PMP = 
𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎𝑠 𝑎 𝑃𝑎𝑔𝑎𝑟
𝑀é𝑑𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑃𝑎𝑔𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝐷𝑖á𝑟𝑖𝑜
 
Será que precisamos mesmo calcular os resultados entre esses dois 
índices para saber se teremos condições de pagar ou receber as contas? A 
essência pode estar apenas nos dizeres e naquilo que precisamos. A lógica do 
problema está na comparação desses índices. 
Observe a questão 25 do Enade de 2018 e responda a ela facilmente, 
sem cálculos, apenas com a lógica e a sensibilidade aos números. 
4.1 Questão 25 (Enade 2018) 
Um consultor financeiro, na análise da gestão de contas a receber e de 
contas a pagar de um mercado de bairro, fez o levantamento do prazo médio de 
pagamento de cinco fornecedores e o relacionou com o prazo médio de 
recebimento das vendas, conforme tabela a seguir. 
 
 
 
17 
Após a análise dos prazos médios de pagamento e de recebimento, o 
consultor deve aconselhar ao proprietário do mercado que ajuste a sua relação 
financeira com o 
a) fornecedor 1. 
b) fornecedor 2. 
c) fornecedor 3. 
d) fornecedor 4. 
e) fornecedor 5. 
Fonte: Enade, 2018. 
A questão aqui é: Por que fornecedor 1? Simples: se repararmos no prazo 
médio de pagamento, veremos que, toda vez que ele é maior que o prazo médio 
de recebimento, temos um problema. Imagine que você tem R$ 1.000,00 para 
receber até o final da semana que vem. Porém, amanhã terá de pagar uma 
conta, também de R$ 1.000,00. É possível? 
Note que, nesse caso, o prazo de pagamento é menor que o de 
recebimento, e não será possível honrar o compromisso. Logo, se a única opção 
(fornecedor 1) apresenta um prazo de pagamento menor do que o de 
recebimento, essa é a resposta certa. 
Há outras percepções de prazo médio de pagamento e de decisões, 
porém, em que não há fornecedor com menor prazo. Nesse caso, devemos 
ajustar os prazos de recebimento. Há empresas que colocam de 30 a 60 dias de 
prazo aos clientes, contra apenas 20 dias dos fornecedores. 
TEMA 5 – PLANEJAR E TOMAR DECISÕES FINANCEIRAS COM BASE NAS 
QUESTÕES CONJUNTURAIS 
 
Crédito: Daniel Weigert Cavagnari/ Dall-e (OpenAI). 
Quando há alterações no cenário e na conjuntura econômica, elas 
podem ser de médio a longo prazo (geralmente médio), mas tem de acontecer. 
 
 
18 
A vantagem de uma política alterada, apesar do desconforto, próprio da 
mudança, é que há a necessidade de uma estratégia, a qual deve ser eficiente. 
A questão 34 do Enade de 2018, a seguir, é uma das mais simples, 
exigindo conhecimento e sensibilidade às variáveis de conjuntura. No caso, ela 
trata de uma postura de política monetária contracionista (chamamos de política 
monetária porque faz uso de mecanismos que alteram a quantidade de moeda, 
e contracionista porque essa quantidade de moeda é diminuída, no intuito de 
conter a inflação pelo excesso de procura). 
5.1 Questão 34 (Enade 2018) 
No processo de planejamento de uma empresa alimentícia, está sendo 
considerado um ambiente econômico pautado por altas taxas de juros para 
conter a alta da inflação. 
A partir desse contexto, avalie as afirmações a seguir. 
I. Em um cenário com a manutenção das altas taxas de juros, a empresa 
deveria considerar com cautela novos investimentos. 
II. Mantendo-se essa conjuntura econômica, com altas taxas de juros e de 
inflação, possivelmente o custo dos financiamentos e empréstimos para 
a empresa diminuirá. 
III. Em um cenário com perspectiva de manutenção da alta taxa de juros, há 
risco de diminuição do consumo dos produtos da empresa pelos clientes. 
Dessas alternativas, quais estão corretas? 
a) I, apenas 
b) II, apenas 
c) I e III, apenas 
d) II e III, apenas 
e) I, II e III. 
Fonte: Enade, 2018. 
Em uma política monetária, as altas taxas de juros são definidas pela 
Selic. Com a Selic alta, há um interesse em aplicar o dinheiro em renda fixa, pois 
as taxas estão altas e atraentes. É um modo de ganhar dinheiro sem esforço. 
Com o dinheiro aplicado, há menos moeda em circulação para 
empréstimos e, portanto, uma redução do consumo e, portanto, menos vendas. 
Esse é um mecanismo para conter a inflação (inflação de demanda – a 
procura do que é mais vendido causa aumento dos preços), mas também contém 
o consumo, podendo causar recessão (redução da atividade econômica). 
 
 
19 
Assim, o item I está correto. Note que investimento é comprar 
equipamentos (como vimos em conteúdos anteriores), portanto será necessário 
recursos externos além do capital próprio. Com juros altos, o financiamento é 
caro. 
Note que o item II contraria o I, perdendo seu sentido. Taxas de juros altas, 
financiamento caro. 
O item III está correto. Altas taxas de juros, menos dinheiro, menos 
pessoas comprando. 
A alternativa correta é a c. 
TROCANDO IDEIAS 
Esses foram os primeiros momentos de estudo em Gestão Financeira e o 
primeiro contato com a prática. Eles geraram algumas dúvidas e até incertezas, 
quando tentamos compreender cada um desses critérios e teorias. 
Fique tranquilo, até lá tem bastante coisa para ser estudada, e cada uma 
relacionada a uma área com a qual você mais se identifica. Outras nem tanto, 
mas saber que elas existem, é fundamental. 
Por isso, é importante um contato com o que o MEC espera de você no 
Enade. Se quiser se antecipar em alguns conhecimentos, acesse e baixe as 
provas de Gestão Financeira já efetuadas (2009, 2012, 2015, 2018, 2022)2, e 
seus respectivos gabaritos e padrões de respostas das questões discursivas. Vai 
ser uma viagem bem interessante. 
NA PRÁTICA 
Drex é uma moeda digital. É o Real digital. Não é uma criptomoeda, mas 
utiliza a tecnologia Blockchain, smartcontracts, tokens, entre outras. 
É o Real, mas sem emissão em papel. Sim, o dinheiro que movimentamos 
em nossas contas vem das impressões de moeda e de algumas permissões aos 
bancos em multiplicá-la eletronicamente (moeda eletrônica não é moeda digital). 
O Drex ainda não está em funcionamento, mas já possui processos pilotos. 
Desse modo, pesquise sobre o Drex, aplicações e novos conceitos que 
ele vai colocar no mercado. Aponte pelo menos três particularidades dessa 
moeda que você considera futuristas. 
 
2 Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-
educacionais/enade/provas-e-gabaritos. Acesso em: 22 abr. 2024. 
 
 
20 
FINALIZANDO 
Nesta abordagem, vimos algumas questões dos Enade de 2018 e 2022, 
exigindo um pouco mais de conhecimento das teorias envolvidas, como sentir a 
falta de emprego, tanto para a economia quanto para a sociedade, de perceber 
nas questões inovadoras a informaçãocorreta, sem fantasia ou acessórios, de 
entender a origem de cálculos, percebendo que um número pode dizer muito, 
desde que esteja certo e com suas bases corretas, e de compreender o quanto 
um influencia o outro. 
REFERÊNCIAS 
ANDRICH, E. G.; CRUZ, J. A. W. Gestão financeira moderna: uma abordagem 
prática. Curitiba: InterSaberes, 2013. 
ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
BANCO CENTRAL DO BRASIL. O que é o Drex? Disponível em: 
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/drex. Acesso em: 22 abr. 2024. 
BLANCHARD, O. Macroeconomia. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2017. 
BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. 16. ed. 
São Paulo: Atlas, 2008. 
BRASIL. ENAP – Escola Nacional de Administração Pública. O que é um think 
tank e qual é a sua importância para políticas públicas no Brasil, 13 set. 
2021. Disponível em: https://www.enap.gov.br/pt/acontece/noticias/afinal-o-que-
e-um-think-tank-e-qual-e-a-sua-importancia-para-politicas-publicas-no-brasil. 
Acesso em: 22 abr. 2024. 
BRASIL. Ministério da Educação. CST em Gestão Financeira. In: Catálogo 
Nacional de Cursos Superiores 2016. Disponível em: 
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias
=98211-cncst-2016-a&category_slug=outubro-2018-pdf-1&Itemid=30192. 
Acesso em: 22 abr. 2024. 
BRASIL. Ministério da Educação. INEP – Instituto Nacional de Estudos e 
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Provas e gabaritos, 29 nov. 2023. 
Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-
exames-educacionais/enade/provas-e-gabaritos. Acesso em: 22 abr. 2024. 
 
 
21 
BRASIL. Ministério do Trabalho. CBO – Classificação Brasileira de 
Ocupações Disponível em: http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf. 
Acesso em: 22 abr. 2024. 
CAMPOS, A. Brasil perde 5,8 mil agências bancárias em 7 anos; cooperativas 
dobram. Valor Econômico, 21 set. 2022. Disponível em: 
https://valor.globo.com/financas/noticia/2022/09/21/brasil-perde-58-mil-agncias-
bancrias-em-7-anos-cooperativas-dobram.ghtml. Acesso em: 22 abr. 2024. 
CARRO elétrico sempre emite menos CO2 do que os demais? Depende. O 
Globo, 3 abr. 2023. Disponível em: 
https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2023/04/carro-eletrico-
sempre-emite-menos-co2-do-que-os-demais-depende.ghtml. Acesso em: 22 
abr. 2024. 
CARSTENS, D.; FONSECA, E. Gestão da tecnologia e inovação. Curitiba: 
InterSaberes, 2019. 
CAVAGNARI, D. W. Administração financeira e o gerenciamento de capital. 
Curitiba: InterSaberes, 2023. 
CAVAGNARI, D. W. Pequenas e médias empresas no Brasil. Curitiba: Aymará, 
2008. 
CAVAGNARI, D. W. Lidando com as diferenças nas equipes. Rio de Janeiro: 
FGV, 2004. (Resumo do texto). 
CHIAVENATO, I. Gestão financeira: uma abordagem introdutória. 3 ed. Barueri: 
Manole, 2014. 
CHIAVENATTO, I. Iniciação à teoria das organizações. Barueri: Manole, 2010. 
FEBRABAN. Federação Brasileira de Bancos. A transformação das fintechs. 
Disponível em:

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