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NR 31 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO FLORESTAL E AQUICULTURA
Qual é o objetivo da NR – 31 e a quem ela se aplica?!
OBJETIVO E APLICAÇÃO
Estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.
Se aplica a quaisquer atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura, verificadas as formas de relações de trabalho e emprego e o local das atividades. 
CAMPOS DE APLICAÇÃO
OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR
Informar aos trabalhadores: 
Riscos decorrentes do trabalho e as medidas de proteção implantadas
Resultados dos exames
Resultados das avaliações ambientais
Adotar medidas de avaliação e gestão dos riscos com a seguinte ordem de prioridade: 
Eliminação dos riscos 
Controle de riscos na fonte 
Redução do risco ao mínimo 
Adoção de medidas de proteção pessoal
OBRIGAÇÕES DO COLABORADOR
a) Cumprir as determinações sobre as formas seguras de desenvolver suas atividades, especialmente quanto às ordens de serviço emitidas para esse fim;
b) Adotar as medidas de prevenção determinadas pelo empregador, em conformidade com esta
Norma Regulamentadora, sob pena de constituir ato faltoso a recusa injustificada;
c) submeter-se aos exames médicos previstos nesta Norma Regulamentadora;
d) colaborar com a empresa na aplicação desta Norma Regulamentadora;
GESTÃO DE SEGURANÇA
O empregador rural deve garantir a realização de exames médicos:
Exame médico admissional
Exame médico periódico (realizado anualmente)
Exame médico de retorno ao trabalho
Exame médico de mudança de função
Exame médico demissional
Para cada exame médico deve ser emitido um ASO, em duas vias, contendo no mínimo:
Nome completo do trabalhador, RG e sua função
Os riscos ocupacionais a que está exposto
Indicação dos procedimentos médicos
Definição de apto ou inapto
Data, nome, número de inscrição no Conselho Regional de Medicina e assinatura do médico que realizou o exame
31.7.5
AGROTÓXICOS, ADITIVOS, ADJUVANTES E PRODUTOS AFINS 
Destaca maneiras de saúde e segurança aos:
Trabalhadores em exposição direta, os que manipulam os agrotóxicos, aditivos, adjuvantes e produtos afins, em qualquer uma das etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplicação, descarte e descontaminação de equipamentos e vestimentas; 
Trabalhadores em exposição indireta, os que não manipulam diretamente os agrotóxicos, aditivos, adjuvantes e produtos afins, mas circulam e desempenham suas atividades de trabalho em áreas vizinhas aos locais onde se faz a manipulação dos agrotóxicos em qualquer uma das etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplicação, descarte e descontaminação de equipamentos e vestimentas, ou, ainda, os que desempenham atividades de trabalho em áreas recém-tratadas. 
O QUE SÃO AGROTÓXICOS
São produtos químicos ou biológicos, usado na prevenção ou controle de pragas e doenças das culturas agrícolas, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas nativas ou plantadas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais. 
Outras definições:
Produtos fitossanitários
Pesticida
Agroquímicos
Defensivos Agrícolas
Veneno
TIPOS DE AGROTÓXICOS
HERBICIDAS
INSETICIDAS
FUNGICIDAS
ACARICIDAS
Outros produtos usados para melhorar o desempenho.
Principais pragas que interferem nas culturas
Insetos
Plantas daninhas 
Doenças vírus
TOXIDADE
EXPOSIÇÃO/CONTATO DIRETO
Aqueles que trabalham ou interagem com os defensivos no seu armazenamento, em seu transporte, no preparo da calda, na aplicação, na lavagem de equipamentos/vestimentas e no descarte de embalagens.
EXPOSIÇÃO/CONTATO INDIRETO
Aqueles que não trabalham propriamente com os defensivos, mas circulam e trabalham em áreas vizinhas aos locais onde os produtos são usados em quaisquer das atividades citadas ou quem realiza trabalhos em áreas recém tratadas.
PROIBIÇÕES
Produtos não registrados ou não autorizados
Menores de 18 anos
Maiores de 60 anos
Gestantes
Pessoas nas áreas pulverizadas sem equipamento ou sob pulverização aérea
CAPACITAÇÃO
Capacitação sobre prevenção
Curso capacitivo de no mínimo 20 horas e com no máximo 8 horas diárias
Curso durante o expediente normal de trabalho
O empregador rural ou equiparado deve adotar, no mínimo, as seguintes medidas:
b)
c)
a)
a) Fornecer equipamentos de proteção individual e vestimentas de trabalho adequadas aos riscos, que privilegiem o conforto térmico
b) Fornecer os equipamentos de proteção individual e vestimentas de trabalho em condições de uso e devidamente higienizados
c) Responsabilizar-se pela descontaminação das vestimentas de trabalho e equipamentos de
proteção individual ao fim de cada jornada de trabalho, substituindo-os sempre que necessário
e)
d)
e) Disponibilizar local para banho com: água, sabão, toalhas e armários individuais para a guarda da roupa de uso pessoal
f) Garantir que nenhum equipamento de proteção ou vestimenta de trabalho contaminados sejam levados para fora do ambiente de trabalho, salvo nos casos de transporte para empresas especializadas para descontaminação
g)
f)
g) Garantir que nenhum dispositivo de proteção ou vestimenta de trabalho seja reutilizado antes da devida descontaminação
d) Disponibilizar, nas frentes de trabalho, água, sabão e toalhas para higiene pessoal
O empregador rural ou equiparado deve adotar, no mínimo, as seguintes medidas:
A agricultura concentra mais de 50% da população econômica ativa no planeta.
A agricultura, construção civil e mineração concentram os maiores índices de acidentes de trabalho.
O uso intensivo de substancias químicas na agricultura tem aumentado os índices de doenças ocupacionais (intoxicações).
Nos países em que o registro de acidentes é eficiente, o maior índice recai sobre o trabalho agrícola.
Aumentam as doenças dos trabalhadores na agricultura pelo uso de agrotóxicos.
SITUAÇÃO DO TRABALHO NA AGRICULTURA
ESTATÍSTICAS
95% dos estabelecimentos usam agrotóxicos
Quase a totalidade das propriedades agrícolas faz uso de agrotóxicos.
75% dos Trabalhadores Lidam com Agrotóxicos
Três em cada quatro trabalhadores estão diretamente envolvidos.
ESTATÍSTICAS
15% dos acidentes envolvem agrotóxicos
Apesar de parecer pequeno, são acidentes graves e com consequências severas.
62% dos adolescentes no campo usam agrotóxicos
Mais da metade dos adolescentes trabalhadores estão expostos.
Contaminação Não Restrita ao Campo
🚫 Todos Estamos Expostos aos Agrotóxicos
Mesmo quem não trabalha na agricultura se contamina.
Existe contaminação dos alimentos por resíduos de agrotóxicos em todos os países do mundo.
O problema não é apenas rural, é também um problema de saúde pública global.
A Realidade dos Agricultores
⚠️ Dois terços dos agricultores brasileiros já sofreram intoxicação por agrotóxicos.
Há descontrole na produção, transporte, comercialização e uso dos agrotóxicos.
O interesse econômico, tanto das multinacionais (que vendem) como dos agricultores (que temem perder a produção), prevalece sobre a preocupação com a saúde.
Isso afeta tanto os trabalhadores rurais quanto os consumidores urbanos.
❌ Métodos educativos isolados não são suficientes para mudar essa realidade.
Por que o uso de agrotóxicos é tão repercutido?
🌾 Uso intensivo de agrotóxicos para aumentar a produtividade agrícola.
🌍 Crescimento populacional, gerando pressão para produzir mais alimentos.
 
 
🧽 Utilização de agrotóxicos também para limpeza, desinfecção e controle de pragas.
O CICLO DA DEPENDÊNCIA
Para muitos agricultores, o planejamento agrícola se limita à próxima safra.
O agrotóxico se tornou uma “certeza” dentro das incertezas econômicas.
Existe uma dependência dos agrotóxicos,associada à percepção de aumento da produtividade e do lucro.
Ações diretas junto aos agricultores: Treinamento, educação e informação.
Maior fiscalização:
Na produção, transporte, comercialização e uso de agrotóxicos.
Orientação e fiscalização das normas de segurança e saúde no trabalho rural.
Soluções e Caminhos Possíveis
É fundamental entender: Como o agricultor percebe o risco, suas necessidades e expectativas.
PORQUE E COMO OCORRE UMA INTOXICAÇÃO?
COMO O ORGANISMO HUMANO REAGE AOS AGROTÓXICOS?
O QUE FAZER QUANDO UMA PESSOA SOFRE UMA INTOXICAÇÃO?
QUAIS AS MEDIDAS DE PREVENÇÃO?
TOXOLOGIA OCUPACIONAL
A toxicologia ocupacional estuda como substâncias químicas, como os agrotóxicos, afetam o organismo dos trabalhadores durante ou após a exposição no ambiente de trabalho.
Tipo de agrotóxico e sua toxicidade (classe toxicológica);
Tempo e frequência da exposição;
Vias de contaminação (pele, respiração, ingestão);
Condições de saúde do trabalhador e uso ou não de EPIs;
Acúmulo de substâncias tóxicas no organismo ao longo do tempo.
Existem efeitos agudos imediatos: dor de cabeça, vômito, tontura, irritações.
E efeitos crônicos a longo prazo: problemas no fígado, sistema nervoso, câncer, infertilidade.
VIAS DE CONTAMINAÇÃO
Os agrotóxicos podem penetrar no organismo por diferentes caminhos. Conhecer essas vias de entrada é essencial para a prevenção e proteção dos trabalhadores.
As três vias mais comuns de contaminação são:
Contato com a pele (via dérmica)
Inalação (via respiratória)
Ingestão acidental (via oral)
VIA DÉRMICA (PELA PELE)
A via mais comum entre trabalhadores rurais
Representa cerca de 90% das contaminações ocupacionais.
Ocorre quando o agrotóxico entra em contato com a pele ou mucosas, especialmente mãos, braços, rosto e pescoço.
Pode acontecer por:
Pulverização sem proteção adequada
Manuseio de embalagens contaminadas
Roupas e calçados encharcados com produto
Respingo durante o preparo da calda
Prevenção: uso correto de luvas, aventais, macacões impermeáveis e higienização da pele após o trabalho.
VIA RESPIRATÓRIA (INALAÇÃO)
Ocorre pela inalação de vapores, névoas, pós ou gases dos agrotóxicos.
Muito comum em:
Pulverizações em ambientes fechados ou mal ventilados
Abertura de embalagens próximas ao rosto
Aplicações sem uso de máscara ou respirador
Prevenção: uso de máscaras com filtros adequados, trabalhar a favor do vento, nunca pulverizar em ambientes fechados ou abafados.
VIA ORAL (INGESTÃO ACIDENTAL)
Pode acontecer por:
Comer, beber ou fumar durante o trabalho com agrotóxicos
Contaminação indireta das mãos, utensílios, roupas ou alimentos
Armazenamento de agrotóxicos em recipientes de alimentos ou bebidas
Prevenção:
Proibir qualquer ingestão de alimentos durante o trabalho
Lavar bem as mãos e o rosto antes de comer
Nunca reutilizar embalagens de agrotóxicos
A ESTRATÉGIA DE ADAPTAÇÃO DO TRABALHADOR É A MESMA TANTO PARA A INTOXICAÇÃO AGUDA COMO PARA A INTOXICAÇÃO LENTA
Na intoxicação leve os agricultores já incorporaram alguns sintomas como dentro da “normalidade”; 
Aí dão um tempo e acham que tomando leite resolve. 
O trabalhador só vai ao médico quando está impossibilitado de trabalhar; 
Quando ele volta do médico, geralmente passa a tomar um pouco mais de cuidado.
Na intoxicação pelo efeito cumulativo, ninguém acredita e nem percebe; e quando vai ao médico, a consulta é muito rápida e não dá tempo para o médico perceber que se trata de uma doença do trabalho; 
E quando a intoxicação já é uma doença visível, o caboclo geralmente tá despachado pelo médico.
ATENÇÃO
QUASE TODAS AS INTOXICAÇÕES AGUDAS POR AGROTÓXICOS NECESSITAM DE ATENDIMENTO MÉDICO E CUIDADOS HOSPITALARES.
QUASE TODAS AS INTOXICAÇÕES CRÔNICAS POR AGROTÓXICOS POUCO OU QUASE NADA PODE SER FEITO PELOS MÉDICOS.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
As recomendações hoje existentes para o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são bastante genéricas e padronizadas, não considerando variáveis importantes como o tipo de equipamento utilizado na operação, os níveis reais de exposição e, até mesmo, as características ambientais e da cultura onde o produto será aplicado. Estas variáveis acarretam muitas vezes gastos desnecessários, recomendações inadequadas e podem aumentar o risco do trabalhador, ao invés de diminuí-lo.
O Ministério do Trabalho atesta a qualidade dos EPI disponíveis no mercado através da emissão do Certificado de Aprovação (C.A.). O fornecimento e a comercialização de EPI sem o C.A. são considerados crime e tanto o comerciante quanto o empregador ficam sujeitos às penalidades previstas em lei.
Para proteger adequadamente, os EPI deverão ser vestidos e retirados de forma correta.
VESTINDO O EPI – CALÇA E JALECO
A calça e o jaleco devem ser vestidos sobre a roupa comum, fato que permitirá a retirada da vestimenta em locais abertos. 
O EPI pode ser usado sobre uma bermuda e camiseta de algodão, para aumentar o conforto. 
O aplicador deve vestir primeiro a calça do EPI, em seguida o jaleco, certificando-se este fique sobre a calça e perfeitamente ajustado. 
O velcro deve ser fechado com os cordões para dentro da roupa. 
Caso o jaleco de seu EPI possua capuz, assegure-se que este estará devidamente vestido pois, caso contrário, facilitará o acúmulo e retenção de produto, servindo como um compartimento. 
Vale ressaltar que o EPI deve ser compatível com o tamanho do aplicador.
VESTINDO O EPI – BOTAS 
Impermeáveis, devem ser calçadas sobre meias de algodão de cano longo, para evitar atrito com os pés, tornozelos e canela. 
As bocas da calça do EPI sempre devem estar para fora do cano das botas, a fim de impedir o escorrimento do produto tóxico para o interior do calçado.
VESTINDO O EPI – AVENTAL IMPERMEÁVEL 
Deve ser utilizado na parte da frente do jaleco durante o preparo da calda e pode ser usado na parte de traz do jaleco durante as aplicações com equipamento costal. 
Para aplicações com equipamento costal é fundamental que o pulverizador esteja funcionando bem e sem apresentar vazamentos.
VESTINDO O EPI – RESPIRADOR 
Deve ser colocado de forma que os dois elásticos fiquem fixados corretamente e sem dobras, um fixado na parte superior da cabeça e outro na parte inferior, na altura do pescoço, sem apertar as orelhas. 
O respirador deve encaixar perfeitamente na face do trabalhador, não permitindo que haja abertura para a entrada de partículas, névoas ou vapores. 
Para usar o respirador, o trabalhador deve estar sempre bem barbeado.
VESTINDO O EPI – VISEIRA FACIAL
Deve ser ajustada firmemente na testa, mas sem apertar a cabeça do trabalhador. 
A viseira deve ficar um pouco afastada do rosto para não embaçar.
VESTINDO O EPI – BONÉ ÁRABE 
Deve ser colocado na cabeça sobre a viseira.
O velcro do boné árabe deve ser ajustado sobre a viseira facial, assegurando que toda a face estará protegida, assim como o pescoço e a cabeça.
VESTINDO O EPI – LUVAS 
Último equipamento a ser vestido, devem ser usadas de forma a evitar o contato do produto tóxico com as mãos. 
As luvas devem ser compradas de acordo com o tamanho das mãos do usuário, (não podendo ser muito justas, para facilitar a colocação e a retirada, e nem muito grandes, para não atrapalhar o tato e causar acidentes). 
As luvas devem ser colocadas normalmente para dentro das mangas do jaleco, com exceção de quando o trabalhador pulveriza dirigindo o jato para alvos que estão acima da linha do seu ombro (para o alto). Nesse caso, as luvas devem ser usadas para fora das mangas do jaleco. O objetivo é evitar que o produto aplicado escorra para dentro das luvas e atinja as mãos.
COMO RETIRAR O EQUIPAMENTO (EPI)
Após a aplicação, normalmente a superfície externa dos EPI está contaminada. Portanto, na retirada do EPI, é importante evitar o contato das áreas mais atingidas com o corpo do usuário. Antes de começar retirar o EPI, recomenda-se que o aplicador lave as luvas vestidas. Isto ajudaráa reduzir os riscos de exposição acidental.
RETIRANDO O EPI
Deve-se desprender o velcro e retirá-lo com cuidado.
BONÉ ÁRABE 
VISEIRA FACIAL
Deve-se desprender o velcro e colocá-la em um local de forma a evitar arranhões.
AVENTAL
Deve ser retirado desatando-se o laço e puxando-se o velcro em seguida.
RETIRANDO O EPI
Deve-se desamarrar o cordão, em seguida curvar o tronco para baixo e puxar a parte superior (os ombros) simultaneamente, de maneira que o jaleco não seja virado do avesso e a parte contaminada atinja o rosto.
JALECO
BOTAS
Durante a pulverização, principalmente com equipamento costal, as botas são as partes mais atingidas pela calda. Devem ser retiradas em local limpo, onde o aplicador não suje os pés.
RETIRANDO O EPI
Deve-se desamarrar o cordão e deslizar pelas pernas do aplicador sem serem viradas do avesso.
CALÇA
LUVAS
Deve-se puxar a ponta dos dedos das duas luvas aos poucos, de forma que elas possam ir se desprendendo simultaneamente. Não devem ser viradas ao avesso, o que dificultaria o próximo uso e contaminaria a parte interna.
RETIRANDO O EPI
Deve ser o último EPI a ser retirado, sendo guardado separado dos demais equipamentos para evitar contaminações das partes internas e dos filtros.
RESPIRADOR
IMPORTANTE
Após a aplicação, o trabalhador deve tomar banho com bastante água e sabonete, vestindo roupas LIMPAS a seguir.
Local Específico: Os agrotóxicos devem ser armazenados em um local exclusivo, distante de áreas de moradia, protegido, trancado e com sinalização adequada (ex: "veneno" ou "produto tóxico").
Separação: Não armazene agrotóxicos junto com alimentos, rações, sementes ou medicamentos. 
Organização: Mantenha os produtos separados por tipo (herbicidas com herbicidas, inseticidas com inseticidas, etc.).
EPIs: Utilize sempre os EPIs adequados conforme recomendado.
Abertura da Embalagem: Abra a embalagem com cuidado para evitar respingos.
Local: Manuseie os produtos em local aberto e ventilado.
Utensílios: Não utilize utensílios domésticos para manusear os produtos.
Equipamentos: Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. 
Sem fumar/Comer: Não fume, beba ou coma durante o manuseio.
Limpeza: Lave as mãos e o rosto com água e sabão após o manuseio, antes de comer ou fumar. 
Boca: Não utilize a boca para desentupir bicos ou orifícios. 
ARMAZENAMENTO
MANUSEIO
EPIs: Use sempre os EPIs adequados durante a aplicação. 
Condições Climáticas: Evite aplicar em dias de vento forte ou nas horas mais quentes do dia. 
Direção do Vento: Aplique sempre a favor do vento. 
Afastamento: Não aplique próximo de pessoas, animais ou fontes de água. 
Sinalização: Sinalize a área com avisos de "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA COM APLICAÇÃO DE AGROTÓXICO". 
Treinamento: Faça o treinamento adequado
Acompanhamento técnico: Busque orientação técnica para o uso correto dos produtos e equipamentos. 
Rotulagem: Leia e siga atentamente as instruções do rótulo do produto. 
Limpeza: Limpe os equipamentos de aplicação corretamente após o uso. 
Descarte: Descarte as embalagens vazias de forma adequada e segura. 
Primeiros Socorros: Saiba como proceder em caso de intoxicação e tenha um kit de primeiros socorros.
APLICAÇÃO
OUTRAS
LEMBRE-SE:
SE NÃO FOR SEGURO, NÃO FAÇA.
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