Prévia do material em texto
11 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO CAMPUS DUQUE DE CAXIAS Relatório de Ponto de Fusão Alunos: Gabriel Silva Gil de Castro Lívia Vieira Alves da Silva Beatriz Melo Ramos de Souza Duque de Caxias 02/2025 SUMÁRIO Pg. 1. INTRODUÇÃO.................................................................................................04 2. Objetivo Geral e Objetivos Específicos.......................................................05 2.1 Objetivo Geral..................................................................................................05 2.2 Objetivos Específicos.....................................................................................05 3. MATERIAS / REAGNETES / EQUIPAMENTOS.............................................06 3.1 Procedimento Experimental..........................................................................07 4. Resultados e discussões.............................................................................08 4.1. Resultados.....................................................................................................08 4.2. Discussão.......................................................................................................09 5. Conclusão.......................................................................................................10 6. Bibliografia.....................................................................................................11 INTRODUÇÃO A determinação do ponto de fusão é uma das técnicas fundamentais para a identificação e caracterização de substâncias sólidas. A fusão ocorre quando uma substância passa do estado sólido para o líquido em uma temperatura específica, denominada ponto de fusão. Esta característica física é amplamente utilizada em laboratórios para verificar a pureza e a identidade de compostos. O ponto de fusão de uma substância pura é uma propriedade física bem definida, sendo afetado por fatores como a presença de impurezas e as condições experimentais. Impurezas reduzem a temperatura de fusão e podem ampliar a faixa de fusão, tornando esta técnica útil para avaliação da pureza de uma amostra. Dessa forma, a determinação do ponto de fusão auxilia tanto na identificação de compostos desconhecidos quanto na verificação da qualidade de substâncias conhecidas. Existem diferentes métodos para a determinação do ponto de fusão, sendo o mais comum o uso de tubos capilares e um aquecimento controlado, que permite observar a transição do sólido para o líquido de forma gradual. Equipamentos modernos possibilitam medições mais precisas ao registrar digitalmente a temperatura exata em que a fusão ocorre. Duas técnicas foram empregadas neste experimento para determinar o ponto de fusão de duas amostras desconhecidas. A primeira técnica utilizou um aparelho de ponto de fusão capilar, enquanto a segunda consistiu na análise comparativa com valores de referência da literatura. O estudo dessas técnicas permite compreender melhor a importância dessa propriedade física e como ela pode ser aplicada em contextos laboratoriais diversos. 11 Objetivo Geral e Objetivos Específicos 2.1 Objetivo Geral Determinar o ponto de fusão de duas amostras desconhecidas e compará-las com valores da literatura para identificação das substâncias. 2.2 Objetivos Específicos Utilizar um aparato experimental adequado para medição do ponto de fusão. Registrar os valores obtidos para cada amostra em diferentes tentativas. Comparar os resultados experimentais com dados da literatura. Identificar as substâncias com base nos pontos de fusão. MATERIAS / REAGNETES / EQUIPAMENTOS · Aparelo de ponto de Fusão · Capilar · Espátula · Fósforo · Gral e pistilo · Termômetro de -10 a 250°C · Tubo de vidro · Amostra sólida 3.1 Procedimento Experimental 1. Com auxílio do bico de Bunsen (na ausência de gás, usar uma vela), fechar uma das extremidades de três capilares. 2. Triturar em torno de 0,1 g da amostra sólida num gral com auxílio de um pistilo, se for necessário. 3. Transferir a amostra do gral para o vidro de relógio. 4. Inserir a amostra nos capilares com o recurso de um tubo de vidro. 5. Introduzir o termômetro e um dos capilares contendo a amostra no aparelho de ponto de fusão. 6. Iniciar, vagarosamente (1°C por 10 segundos), o aquecimento do aparelho. 7. Observar e anotar as temperaturas em relação à amostra: início da fusão e término da fusão. 8. Esperar uma redução de 30°C no sistema e trocar o capilar. Posteriormente, repetir o procedimento (5–8) com os outros capilares até encontrar três valores concordantes. 4. Resultados e discussões 4.1 Resultados: Valores de Referência (literatura): Substância Ponto de Fusão (Cº) Acetanilida 114,3 Ácido Benzoico 122,3 3-Naftol 122 a 123 Amosta A: Procedimento Início da Fusão (Cº) Fim da Fusão (ºC) 1º vez 100 110 2º vez 109 113 3º vez 105 111 Média 104,7 111,3 Amostra B: Procedimento Início da Fusão (Cº) Fim da Fusão (ºC) 1º vez 118 120 2º vez 117 120 3º vez 116 120 Média 117 120 4.2 Discussão: A comparação dos valores experimentais com os pontos de fusão da literatura indicou: · A amostra A tem um ponto de fusão próximo ao da acetanilida (114,3°C), sugerindo que se trata deste composto. · A amostra B apresenta um ponto de fusão próximo ao do ácido benzoico (122,3°C), indicando que esta é a substância correspondente. O pequeno desvio nos valores pode ser atribuído a impurezas nas amostras ou imprecisões experimentais no aparelho de medição. 5. Resultados e discussões Os experimentos realizados permitiram determinar os pontos de fusão das duas amostras desconhecidas. Com base nos dados obtidos e na comparação com valores da literatura, identificou-se que: · A amostra A é provavelmente acetanilida. · A amostra B é provavelmente ácido benzoico. Dessa forma, os resultados demonstram a eficácia da técnica de determinação de ponto de fusão para identificação de substâncias. 6. Bibliografia · Toda Matéria: https://www.todamateria.com.br/ponto-de-fusao-e-ponto-de-ebulicao/ Acesso em 11 de Fevereiro de 2025. · Brasil Escola: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/ponto-fusao-ebulicaopropriedades-periodicas.htm Acesso em 11 de Fevereiro de 2025. image1.png