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Sistema Cardiovascular Dra. Christie Ramos Andrade Leite-Panissi Visão geral do sistema cardiovascular CONTRATILIDADE CARDÍACA REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL Átrios. Ventrículos. Válvulas. Mecanismo de contração intrínseco. Tipo de células miocárdicas. Céls. auto-despolarizam e Contráteis. Tratado de Fisiologia Médica. Guyton & Hall, 2002. Válvulas cardíacas: Impedem “vazamento” de sangue durante contrações. Válvulas aórtica e pulmonar: abertura na sístole ventricular. Aumento da pressão ventricular. Válvulas tricúspide e mitral (ou bicúspide) : abertura e fechamento passivo. O MÚSCULO CARDÍACO: CÉLULAS CONTRÁTEIS. Músculo estriado contrátil (99 %). Discos intercalados. Junções comunicantes. Potencial de Ação. Mecanismo de contração. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Potencial de ação nas células cardíacas contráteis Existência do platô é dependente da permeabilidade da membrana aos íons Ca+2. Função do Platô. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. POTENCIAL DE AÇÃO DURADOURO. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Sustentação pelos canais lentos de cálcio (longa duração). Canais de potássio. Platô. PLATÔ. QUAL A SUA FUNÇÃO? Músculo esquelético Músculo cardíaco Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Platô: evita somação/tetania Mecanismo de contração nas células contráteis Mecanismo de acoplamento actina-miosina semelhante ao músculo esquelético. Dependente da permeabilidade da membrana aos íons Ca+2. Contração pode ser graduada dependendo do aporte de cálcio. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Cálcio e células contráteis Atividade rítmica cardíaca Dois tipos de células no miocárdio. 1% são células que se auto-despolarizam. Marcapasso cardíaco. Contração músculo cardíaco pode ser graduada. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Potencial de membrana. Células auto-rítmicas Potencial de ação das células que controlam o ritmo cardíaco. Células que auto-depolarizam. Tratado de Fisiologia Médica. Guyton & Hall, 2002. Nodo Sino-atrial: 70/80 bpm Nodo Atrio-ventricular: 40/60 bpm Sistema de Purkinje: 10/40 bpm POTENCIAL DE MARCA-PASSO Células de descarga rítmica dependem da permeabilidade da membrana aos íons, Na+ , K+ e Ca+2. Principalmente nos nodos SA e AV. If: canais “funny” Condução elétrica Condução elétrica Nó Sinoatrial. Nó Atrioventricular. Feixe de His. Fibras de Purkinge. Como ocorre a despolarização destas células? Condução da despolarização. Retardo atrioventricular. Freqüência cardíaca e modulação autonômica: Simpático Noradrenalina liga-se em receptores beta1-adrenérgicos aumentando AMPc intracelular, o qual facilita abertura de canais de longa duração de Ca+2. Fisiologia Médica. Ganong, 2007. Facilita a despolarização das células auto-rítmicas, bem como favorece a força de contração, maior disponibilidade de Ca+2. Freqüência cardíaca e modulação autonômica: Parassimpático Acetilcolina atuando em receptores colinérgicos do tipo M2 aumenta a condutância ao K+, hiperpolarizando a célula. Fisiologia Médica. Ganong, 2007. Simpático: aumento da FC e da força de contração. Parassimpático: inicialmente pode interromper os batimentos cardíacos, mas depois ocorre o ESCAPE VAGAL. Controle cardíaco pelos nervos simpáticos e parassimpáticos. Ciclo Cardíaco Fases do ciclo cardíaco: eventos mecânicos. Ciclo cardíaco Geração de potencial. Diástole: relaxamento. Sístole: contração. Átrios: recebem fluxo sanguíneo de grandes veias e 75 % do sangue fluem para os ventrículos na diástole. Ventrículos: grande responsável pela ejeção do sangue. Eventos mecânicos do ciclo cardíaco Diástole: período de relaxamento do miocárdio. Retorno sanguíneo. Sístole: contração do músculo cardíaco. Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Débito Cardíaco:“quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto. É a quantidade de sangue que flui pela circulação sendo responsável pelo transporte de substâncias dos tecidos. Portanto, o débito cardíaco é, talvez, o fator mais importante a considerar em relação à circulação.” (Guyton & Hall 2002) Capacidade de bombeamento do músculo cardíaco. Eficiência. Débito Cardíaco “A capacidade de bombeamento do coração é uma função dos batimentos por minuto (frequência cardíaca) e do volume de sangue ejetado por batimento (volume sistólico).” A frequência cardíaca e o volume sistólico são regulados por nervos autônomos e por mecanismos intrínsecos do sistema cardiovascular. Guyton & Hall, 2002. Débito cardíaco. DC= VS X FC. Volume sistólico é de 70 a 80 mL por batimento. Frequência cardíaca de repouso de um adulto é ≈ 70 bpm. DC = 70 X 70 ≈ 5000 mL. Ritmo estabelecido pelo nó SA. Modulação simpática e parassimpática. Efeito cronotrópico (positivo ou negativo). Outros mecanismos. Débito Cardíaco: regulação da frequência cardíaca. Ernest Henry Starling (1866-1927) “ Energia de contração é proporcional ao comprimento inicial da fibra do músculo cardíaco.” Lei de Starling ou Frank-Starling Débito Cardíaco: regulação do volume sistólico. Otto Frank (1865-1944) Experimentos de Otto Frank. A - Effect of varying the volume of two frog hearts on peak tension, pressed as pressure. B - Original curves showing the effects of diastolic pressure (increasing from curve 1 through curve 4) on developed pressure (ordinate). The abscissa is time. Modified from Frank, O., Zeitschrift für Biologie. 1895; 32: 370–447. “Todo volume de sangue que chega ao coração é bombeado sem que haja represamento do mesmo no sistema venoso, até o limite fisiológico do coração” Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Débito Cardíaco: regulação do volume sistólico. Efeito ionotrópico (positivo ou negativo). Fatores que afetam o débito cardíaco. Tratado de Fisiologia Humana. Silverthorn, 2004. Para pensar: O que aconteceria se uma droga que bloqueia os canais de cálcio for colocada no líquido que circunda as células miocárdicas? Referências Bibliográficas O músculo cardíaco: o coração como uma bomba. Capítulo 9, pp. 92. In: Tratado de Fisiologia Médica. A.C.Guyton & J.E. Hall, Ed. Guanabara- Koognan, 10ª edição, 2002. Excitação rítmica do coração. Capítulo 10, pp. 103. In:Tratado de Fisiologia Médica. A.C.Guyton & J.E. Hall, Ed. Guanabara-Koognan, 10ª edição, 2002. Fisiologia cardiovascular. In: Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. D. Silverthorn. Ed. Manole. 2a.edição, 2003, pp. 404-441. Débito Cardíaco, fluxo sanguíneo e Pressão arterial. In: Fisiologia Humana. S.I. Fox. Editora Manole. 7ª. Edição, 2007, pp. 408-445. image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image17.png image18.png image19.png image14.png image3.png image15.png image16.png image20.png image21.png image22.jpg image23.png image1.png image2.png image4.png image5.png image24.png image11.png image12.png image13.png image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.jpg image32.png image33.png image34.png image35.jpg image36.png image37.png image38.jpg image39.png image40.png image41.png image42.jpg image43.png image44.jpg image45.png image46.png image47.jpg image48.jpg image49.png image50.png image51.png image52.jpg image53.png image54.png image55.jpg image56.png image57.png image58.png image59.png image60.jpg image61.png image62.png image63.png image64.jpg image65.png image66.png image67.png image68.png image69.png image70.png image71.jpg image72.png image73.png image74.png image75.jpg image76.png image77.png image78.png image79.jpg image80.png image81.png image82.jpg image83.png image84.pngimage85.png image86.png image87.jpg image88.png image89.png image90.jpg image91.png image92.png image93.png image94.png image95.png image96.jpg image97.png image98.png image99.png image100.png image101.jpg image102.jpg image103.png image104.png image105.png image106.jpg image110.png image107.png image108.png image109.png image114.png image115.png image111.png image112.png image113.png image116.png image117.png image118.png image119.png image120.png image121.jpg image122.png image123.jpg image124.png image125.png image126.png image127.png image128.png image129.png