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Preservar a homeostase dos gases, pressão parcial que deve ser mantida de forma constante para possibilitar para possibilitar que o seja ofertado. “Virtualmente” nosso principal ácido é o , se elimina , elimina e . · A superfície de troca deve ter uma área grande, e deve ser fina e úmida para permitir que os gases passem do ar para a solução; · Bomba de ar para criar gradiente de pressão, estruturas musculares do tórax; · O pulmão consiste em um epitélio de troca com vasos sanguíneos associados. · As quatro funções primarias do pulmão são: 1. Troca de gases entre o epitélio e o sangue: O corpo traz e distribui para o organismo, enquanto elimina o produzido pelo metabolismo; 2. Regulação homeostática do pH do corpo: Os pulmões podem alterar o pH corporal retendo ou eliminando ; 3. Proteção contra patógenos e substâncias irritantes inaladas: O epitélio tem contato com o meio externo, é suprido de mecanismos de defesa que aprisionam e destroem substâncias nocivas antes delas entrarem no corpo; 4. Vocalização: O ar move-se através das pregas vocais, criando vibrações usadas para falar, cantar e outras formas de comunicação · O ar é viscoso e compressível, mistura de gases; · Uma bomba muscular cria gradientes de pressão; · O ar flui de regiões de maior pressão para a de menor pressão; · Respiração celular refere-se à reação intracelular do oxigênio com moléculas orgânicas, para produzir dióxido de carbono, água e energia na forma de ATP. · Respiração externa é o movimento de gases entre o meio externo e as células do corpo. Pode ser dividida em 4 processos: 1. A troca de ar entre a atmosfera e os pulmões -> VENTILAÇÃO. Inspiração (ar para dentro dos pulmões) e expiração (ar para fora dos pulmões), mecânica da respiração; 2. A Troca de e de entre os pulmões e o sangue -> HEMATOSE; 3. O transporte de e de pelo sangue -> se liga à hemoglobina; 4. A troca de gases entre o sangue e as células; O sistema respiratório é formado pelas estruturas envolvidas com a ventilação e com as trocas gasosas: 1. O sistema condutor ou vias aéreas, que conduz o ar do meio externo para o meio interno; 2. Os alvéolos, que são uma serie de sacos interconectados e associados aos capilares pulmonares. Formam uma superfície de troca, com o transporte e troca dos gases; 3. Os ossos e os músculos do tórax (cavidade torácica) e do abdome que auxiliam na respiração; · O sistema respiratório é dividido em duas partes: o trato respiratório superior que consiste em boca, cavidade massa; faringe e laringe, e o trato respiratório inferior ou porção torácica, que é formado pela traqueia, pelos dois brônquios principais, suas ramificações e pelos pulmões. Dentro da cavidade torácica. · O tórax é delimitado pelos ossos da coluna e da costela e os músculos a ele associados = caixa torácica. · Os músculos intercostais conectam as 12 costelas. Músculos adicionais como o esternocleidomastóides e os escalenos, estendem-se da cabeça e do pescoço até o esterno e as duas primeiras costelas. · O tórax é um ambiente fechado, preenchido pelo saco pericárdico (o coração), e sacos pleurais cercados pelos pulmões. · A base do pulmão repousa sobre o diafragma. Os brônquios, vias aéreas semirrígidas (tem cartilagem, que impede o colapso da parede) conectam os pulmões à via aérea principal -> a traqueia. Cada pulmão é rodeado por um saco pleural de camada dupla, com tecido conectivo elástico. Essas camadas opostas são unidas pelo líquido pleural -> cria uma superfície úmida e escorregadia, para que as membranas possam deslizar uma na outra enquanto o pulmão se move e mantem os pulmões aderidos à parede torácica. Sistema Respiratório Vias aéreas conectam os pulmões ao meio externo: · O ar entra no trato respiratório superior através da boca e do nariz e passa pela faringe, uma passagem comum entre os alimentos e o ar (epiglote). Da faringe o ar flui para a laringe (presença de pregas vocais, faixa de tecido conectivos que são tencionadas e vibram para criar o som quando o ar passa por elas). Da laringe o a vai para a traqueia, um tubo semiflexível mantido aberto por anéis cartilaginosos. Esses anéis se estendem para dentro do tórax, onde se ramificam em um par de brônquios primários, um brônquio para cada pulmão. · No pulmão, o brônquio se ramifica repetidamente em brônquios menores. Assim como a traqueias, os brônquios são tubos semirrígidos sustentados por cartilagem (IMPEDE O COLÁPSO DA PAREDE). · Nos pulmões, os menores brônquios formam os bronquíolos, pequenas passagens flexíveis com a parede formada por musculo liso (não possuem cartilagem), a partir dos bronquíolos já pode colabar. Os bronquíolos se ramificam até que os bronquíolos respiratórios formem uma transição entre as vias aéreas e o epitélio de troca do pulmão, nos alvéolos. OS BRONQUÍOLOS SÃO COLAPSÁVEIS. · O diâmetro da via aérea torna-se menor da traqueia até os bronquíolos, porém seu número aumenta. Assim, a área de secção transversal total aumenta a cada divisão (é maior nos bronquíolos, nas vias superiores é menor); já a velocidade de fluxo do ar é inversamente proporcional à sua área de secção transversal. · Durante a respiração, as vias aéreas superiores possuem papeis importantes no condicionamento do ar antes que esse chegue aos alvéolos: 1. Aquecimento do ar: de modo que a temperatura corporal não mude e os alvéolos não sejam danificados pelo frio; 2. Adiciona vapor de água para umidificar: de modo que o epitélio de troca úmido não seque; 3. Filtra material estranho, de modo que vírus, bactérias e partículas inorgânicas não alcancem os alvéolos; A filtração do ar ocorre na TRAQUEIA e nos BRÔNQUIOS, por conta de um revestimento de um epitélio ciliado, cujos cílios são banhados por uma solução salina, gradiente osmótico de íons, água flui para o lúmen, junto com o cloro e o sódio, canal CFTR (mau funcionamento causa fibrose cística). Uma camada de muco flutua sobre os cílios para prender partículas inaladas. Esse muco é secretado pelas células caliciformes. Os cílios batem em um movimento ascendente que movem o muco em direção à faringe, criando o movimento mucociliar. O muco contém imunoglobulinas que podem atuar sobre muitos patógenos. Uma vez que o muco chega à faringe ele é expectorado ou deglutido, acido do estomago destroem as partículas. 4. A SECREÇÃO DA CAMADA SALÍNA É MUITO IMPORTANTE PARA O MOVIMENTO MUCOCILIAR NORMAL. Na doença fibrose cística, a secreção inadequada dos íons diminui o transporte de líquido nas vias aéreas. Sem a camada salina, os cílios ficam presos no muco espeço e viscoso, perdendo a capacidade de se movimentar. O muco não pode ser eliminado e as bactérias colonizam as vias aéreas , resultando em infecções pulmonares recorrentes. Desse modo, quando o ar alcança a TRAQUEIA ele já está 100% úmido e à temperatura de 37˚C. A respiração pela boca não é tão eficaz em aquecer e umidificar o ar como a respiração pelo nariz. Nos alvéolos correm as trocas gasosas · Os alvéolos estão agrupados nas extremidades dos bronquíolos terminais. Sua função primária é a troca gasosa com o sangue (hematose). Cada pequeno alvéolo é composto por uma fina camada de epitélio. A maior parte da área superficial alveolar é utilizada para troca e é formada por células alveolares tipo I (PNEUMÔCITOS TIPO I). Essas células são delgadas, então os gases se difundem rapidamente através delas, membrana alvéolo-capilar (hematose). Na maior parte da área de troca, uma camada de membrana basal funde o epitélio alveolar ao endotélio capilar. Na área restante, apenas uma pequena quantidade de líquido intersticial está presente. A célula alveolar tipo II, produz uma substância chamada de SURFACTANTE, que molha os alvéolos/ mistura com o líquido fino que reveste os alvéolos para ajudar os pulmões quando eles se expandem durante a inspiração. Elas também ajudam a reduzir a quantidade de líquido nos alvéolos, transportando solutos e água para fora do espaço aéreo alveolar. · As paredes finas dos alvéolos não contêm musculo, uma vez que as fibras muscularespoderiam bloquear a rápida troca gasosa. Não há contração. Entretanto, o tecido conectivo entre as células epiteliais alveolares contém muitas fibras de colágeno e elastina que criam a energia potencial elástica quando o tecido pulmonar é estirado. · Capilares em contato íntimo com os alvéolos, essencial para a troca rápida; A circulação pulmonar é um sistema de baixa pressão e alta taxa de fluxo: · A circulação pulmonar se inicia no tronco pulmonar, o qual recebe sangue com pouco oxigênio do VD. O tronco pulmonar divide-se em duas artérias pulmonares, uma para cada pulmão. O sangue oxigenado dos pulmões retorna ao AE pelas veias pulmonares; · A taxa do fluxo sanguíneo através dos pulmões é bem mais alta do que em outros tecidos, uma vez que os pulmões recebem o débito cardíaco total do VD. · Apesar da alta taxa de fluxo, a pressão sanguínea pulmonar é BAIXA. A pressão arterial pulmonar é mais baixa que a sistêmica, a resistência da circulação pulmonar é baixa, logo o VD não tem de bombear tão vigorosamente o fluxo através dos pulmões. Essa resistência baixa pode ser atribuída ao menor comprimento dos vasos. A pressão hidrostática que filtra o líquido de um capilar para o espaço intersticial é baixa. O volume do líquido intersticial é mínimo, para o espaço entre a parede alveolar e o endotélio ser mínima, e os gases se difundirem rapidamente. · O ar é formado por líquidos compressíveis · O fluxo de ar ocorre sempre que houver gradiente de pressão. O fluxo global de ar ocorre da área de maior pressão para a aérea de menor pressão. O movimento do tórax cria nos pulmões condições de pressão alta e baixa alternadas. · Difusão dos gases a favor dos gradientes de concentração; · Se o volume de um gás reduz, a pressão aumenta. No sistema respiratório, a mudança no volume da cavidade torácica durante a ventilação causa gradientes de pressão que geram fluxo de ar. · Quando o volume do tórax AUMENTA, a pressão alveolar diminui, e o ar flui para dentro do sistema respiratório; · Quando o volume do tórax DIMINUI, a pressão alveolar aumenta, e o ar flui para a atmosfera; Ventilação: A troca de massa de ar entre a atmosfera e os alvéolos é denominada ventilação. Um único ciclo respiratório consiste em uma inspiração seguida de uma expiração. · O ar movido durante a respiração pode ser dividido em quatro volumes pulmonares: volume corrente, volume de reserva inspiratório, volume de reserva expiratório e volume residual. · O volume de ar que se move durante uma única inspiração ou expiração é denominado VOLUME CORRENTE (respiração normal); · Inspirar o máximo que conseguir, ar adicional, acima do volume corrente é chamado VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO. · Expirar todo ar que for possível é chamado de VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO; · Ar presente após a expiração máxima é chamado de VOLUME RESIDUAL; · O somatório de dois ou mais volumes pulmonares é chamado de CAPACIDADE, em pessoas com asma essa capacidade diminui. Ventilação e gradiente de pressão: · Respiração -> processo ativo que requer contração muscular. · O ar flui para dentro dos pulmões devido ao gradiente de pressão, criado por uma bomba, os músculos da caixa torácica e o diafragma funcionam como bombas. Quando esses músculos se contraem, o PULMÃO EXPANDE, uma vez que estão presos à parede do tórax por conta do líquido pleural. · MÚSCULOS PRIMÁRIOS envolvidos na respiração espontânea (respiração em repouso/ inspiração basal): diafragma, intercostais EXTERNOS e escaleno, músculos basais, costela expande. Diafragma contraído horizontaliza. · Na inspiração forçada: outros músculos são requisitados, como o estenocleido, escaleno e músculos abdominais. Expansão vertical do diafragma, sustentação. · Expiração basal: músculos basais, basta relaxar, é passivo, tendência a retornar ao comprimento original; · Expiração forçada: requer outros músculos, como na inspiração forcada. Ex: situação de assoprar balão, instrumento de sopro etc. · A inspiração ocorre quando a pressão alveolar diminui: para que o ar possa se mover para os alvéolos, a pressão dentro dos pulmões deve ser mais baixa que a pressão atmosférica. · Durante a inspiração, a caixa torácica aumenta quando certos músculos esqueléticos da caixa torácica e o diafragma contraem. · Quando o diafragma contrai ELE DESCE em direção ao abdome e se horizontaliza, a fim de aumentar o volume torácico. · Os músculos intercostais externos e o escaleno se CONTRAEM e tracionam as costelas para cima e para fora. · À medida que a caixa torácica aumenta, a pressão diminui. · Se o escaleno de um individuo esta paralisado, a inspiração basal corre primariamente pela contração do diafragma · A mudança do volume torácico ocorre mais rapidamente do que a velocidade do ar fluindo para dentro dos pulmões e, assim, a pressão alveolar atinge seu menor valor no meio do processo da inspiração. · A expiração ocorre quando a pressão alveolar aumenta, RETRAÇÃO ELÁSTICA PASSIVA; · A expiração ativa usa os músculos intercostais internos e os músculos abdominais. · O pulmão precisa ser complacente e elástico; · Exercício abdominal: jogar ar para fora para contrair mais. · Doenças que enfraqueça os músculos esqueléticos pode afetar a ventilação. Miastenia grave = destruição dos receptores da ACh, e a poliomielite = paralisia dos MEE. · PNEUMOTÓRAX: se a cavidade pleural for aberta e ficar conectada à atmosfera, o ar flui para dentro. A ligação que mantém o pulmão e a caixa torácica é perdida, e o pulmão colapsa, criando o pneumotórax (ar no tórax). Desfaz as interações, os pulmões entram em colapso enquanto as paredes expandem · Os pulmões se movem em associação à contração e relaxamento do tórax. Os pulmões estão inseridos no saco pleural. A pleura visceral reveste os pulmões e a pleura parietal está na caixa torácica. A força de coesão do líquido interpleural promove a adesão dos pulmões a caixa torácica. O recolhimento elástico dos pulmões cria uma força para dentro que tenta puxar os pulmões para longe da caixa torácica. Isso cria uma pressão intrapleural subatmosférica. SOLUÇO, diminuição na pressão intrapleural e alveolar. A ventilação adequada depende da habilidade dos pulmões se expandirem, energia para superar a resistência elástica dos pulmões. Habilidade do pulmão se estirar é a COMPLACÊNCIA = quantidade de força que deve ser exercida sobre um corpo para o deformar. Pulmão mais complacente requer menos força. Elastência é o retorno elástico. Enfisema = baixa elastência. Doenças pulmonares restritivas: diminuição da complacência. Mais energia e mais trabalho para esticar os pulmões. A produção irregular de surfactante pode gerar (substância química que facilita a expansão do pulmão). Fibrose: desenvolvimento de tecido fibroso cicatricial rígido que restringe a insuflação pulmonar. O surfactante reduz a tensão superficial. + concentrado em alvéolos menores. Bebês que nascem sem [ ] adequadas de surfactante, pulmões duros e que podem colapsar -> Síndrome da angustia respiratória do recém-nascido. · O trabalho respiratório também é influenciado pelo comprimento do sistema, viscosidade da substância e raio dos tubos. A viscosidade é proporcional a pressão. O raio é o principal determinante de resistência. · Traqueia e bronquíolos: muito muco dificulta o fluxo. · Broncoconstrição: aumenta a resistência do fluxo, diminui a quantidade de ar que entra; acetilcolina, muscaríneo; · Broncodilatação: diminui a resistência ao fluxo adrenalina, Beta II; · Sinais parácrinos afetam mais: o aumento do expirado, relaxa os músculos lisos e causa a broncodilatação. · HISTAMINA: broncoconstrictor potente. Liberado em reações alérgicas. · Proteção pelo parassimpático que causa broncoconstrição/ reflexo protetor de irritantes inalados. · TRATAMENTO DE ASMA -> ADRENALINA. · Uma parte do ar que entra não alcança os alvéolos, permanece nas vias aéreas condutoras, como a traqueia e os brônquios. · e de ficam constantes nos alvéolos. Hiperventilação Po2 aumenta e PCO2 diminui · Doenças pulmonares obstrutivas,como a asma. Hipóxia (pouco oxigênio) pode vim acompanhada da hipercapnia (excesso de dióxido de carbono). Para evitar isso as células monitoram a composição do sangue arterial. Respondem a três variáveis: 1. Oxigênio: fornecimento adequado para a produção de ATP; 2. Dióxido de carbono: produto residual durante o ciclo do ácido cítrico. A eliminação do pelos pulmões é importante pois: 1. Altos níveis de atuam como depressor do SNC e causa ACIDOSE (pH baixo) através da reação . 3. pH: o sistema respiratório monitora o pH plasmático e utiliza as alterações da respiração para alterar o pH; · Uma quantidade adequada de oxigênio deve chegar aos alvéolos. Uma diminuição no significa que menos oxigênio estará disponível para chegar até o sangue. · O fluxo sanguíneo ou perfusão dos alvéolos também deve ser adequado. · A captação de oxigênio na atmosfera deve ser boa. ALTITUDE AFETA. A pressão parcial de oxigênio do ar diminui junto com a pressão atmosférica. Para um ar muito umidificado a Po2 é ainda menor. · Ventilação pulmonar deve ser adequada. Pode ter problemas se há redução no volume de ar que chega aos alvéolos, diminuição da complacência pulmonar, aumento da resistência das vias aéreas, ou a depressão do sistema nervoso central que diminui a frequência da respiração. · Problema pode ser nas trocas gasosas: O Po2 alveolar é normal, mas o Po2 do sangue arterial que deixa os pulmões é baixo. A transferência de oxigênio pelos alvéolos para o sangue requer a difusão através da barreira criada pelas células alveolares tipo I e pelo endotélio capilar. · Área de superfície menor -> tabagismo; · Doenças pulmonares fibróticas, tecido cicatrial engrossa as paredes alveolares. Difusão mais lenta; · A distância da difusão deve ser PEQUENA. Em algumas patologias o pouco líquido aumenta e essa distância fica maior. O acúmulo de líquido pode ocorrer dentro dos alvéolos ou no espaço intersticial. No edema pulmonar, o acúmulo de líquido intersticial aumenta a distância e retarda a troca. Ocorre com o aumento da pressão arterial pulmonar, insuficiência ventricular esquerda ou na disfunção da valva mitral, O balanço normal de reabsorção secreção é rompido. Quando a pressão hidrostática capilar aumenta, mais liquido é filtrado para fora do capilar, o excesso se acumula no espaço intersticial pulmonar, gerando edema pulmonar. Pode entrar nos alvéolos. · O oxigênio é insolúvel em soluções aquosas. Transporte de gases no sangue: Os gases que entram nos capilares, primeiramente, se dissolvem no plasma. Todavia, os gases absorvidos apresentam apenas uma pequena parte do oxigênio que será ofertado às células. Os glóbulos vermelhos, ou eritrócitos, têm um papel fundamental no transporte dos gases entre o pulmão e as células, para atender às necessidades. Sem a hemoglobina nos eritrócitos, o sangue não seria capaz de transportar uma quantidade suficiente de oxigênio para as células. · 98% do oxigênio está associado à hemoglobina (oxi-hemoglobina), e apenas 2% está no plasma; · O aumento da temperatura, diminuição do pH e aumento da [ ] de , DIMINUEM A INTERAÇÃO OXIGÊNIO – HEMOGLOBINA. -> Com a diminuição do pH, a saturação da hemoglobina diminui (ela satura mais rápido, então mais oxigênio é liberado) -> Ex nos exercícios físicos que anaeróbico libera H+, diminui o pH sanguíneo e libera mais oxigênio. Trocas e transporte de gases · 7% da concentração de está no plasma,23% se liga à hemoglobina e 70% são convertidos em bicarbonato. · A maior parte de que chega ao sangue é transportado para os pulmões sob a forma de bicarbonato dissolvido no plasma. Essa conversão serve para duas finalidades: fornecer uma via adicional para o transporte de pelo sangue, e fazer o bicarbonato estar disponível para atuar como tampão para ácidos metabólicos, ajudando a estabilizar o pH do corpo. A conversão é feita pela ANIDRASE CARBÔNICA, enzima encontrada nos eritrócitos . A hemoglobina atua como tampão do , para impedir variações de pH no corpo. · Se a arterial for elevada, a hemoglobina não consegue neutralizar o , produzido a partir da reação do . Com isso, o se acumula no plasma, causando uma ACIDOSE RESPIRATÓRIA. · A outra parte de se liga à hemoglobina, formando a carbaminoemoglobina. A presença de e contribui para a formação da carbaminoemoglobina, já que diminui a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio. · Quando o sangue venoso atinge os pulmões, o dióxido de carbono se difunde do sangue para os alvéolos e diminui no plasma. Isso permite a difusão de dióxido de carbono dos eritrócitos para o plasma e depois para os alvéolos. · O oxigênio move-se dos alvéolos para o sangue. Regulação da ventilação: · No sistema respiratório, a contração do diafragma e de outros músculos é iniciada pelos neurônios no tronco encefálico, que disparam potenciais de ação espontaneamente. A presença de interações sinápticas cria os ciclos rítmicos de respiração. Esses neurônios são influenciados por estímulos sensoriais, principalmente a partir de quimiorreceptores que detectam , e . O padrão ventilatório depende do nível dessas três substâncias no sangue arterial e no líquido extracelular. 1. Os neurônios respiratórios do bulbo controlam os músculos inspiratórios e expiratórios. 2. Os neurônios da ponte integram informações sensoriais e integram com neurônios bulbares para influenciar a ventilação; 3. O padrão ritmado surge de uma rede do tronco encefálico com neurônios que despolarizam automaticamente. 4. A ventilação está sujeita à modulação continua por vários reflexos associados a quimiorreceptores, mecanorreceptores e por centros encefálicos superiores. Os neurônios do bulbo controlam a respiração: · Núcleo do trato solitário contém o grupo respiratório dorsal de neurônios que controlam músculos da inspiração; os sinais vão via nervos frênicos para o diafragma e via nervos intercostais para os músculos intercostais. · O NTS recebe informações sensoriais dos quimiorreceptores e mecanorreceptores periféricos através dos nervos VAGO e GLOSSOFARÍNGEO. · Os núcleos respiratórios da ponte recebem informações do GRD e influenciam o fim e o término da inspiração. Os grupos respiratórios pontineos enviam para o bulbo. · O grupo respiratório ventral do bulbo tem diversas funções. Uma delas o complexo pré-Botzinger, neurônios que atuam como marca-passo. Inervam músculos da língua, laringe e faringe, para manter abertas durante a respiração. · O relaxamento inapropriado desses músculos durante o sono contribui para a apneia obstrutiva do sono, associada com o ronco. · O dióxido de carbono é o estímulo primário para mudanças na ventilação. · Os quimiorreceptores sensíveis ao oxigênio e ao dióxido de carbono estão estrategicamente associados à circulação arterial. · Se muito pouco oxigênio estiver disponível no sangue arterial destinado ao encéfalo e a outros tecidos, a frequência e a amplitude da respiração AUMENTAM. · Se a produção de pelas células exceder sua taxa de remoção, e a arterial AUMENTAR, a ventilação é intensificada para eliminar o · Esses reflexos homeostáticos operam constantemente para manter a taxa desses gases dentro da normalidade. Quimiorreceptores periféricos enviam para o SNC informações sensoriais sobre as mudanças de , do pH e da PLASMÁTICA. Os CORPOS CARÓTIDOS nas carótidas são quimiorreceptores periféricos primários. Eles estão localizados perto dos barorreceptores. · Quando as células especializadas tipo I ou células glomais nos corpos carótidos e da aorta são ativadas pela diminuição na ou no pH ou por um aumento na , elas desencadeiam um aumento reflexo na respiração. · Há a inativação dos canais de potássio, causando uma despolarização. Abertura dos canais de cálcio e exocitose de neurotransmissores. Potencial de ação nos neurônios sensoriais, os quais conduzem a atividade às redes neurais respiratórias do tronco, sinalizando para que haja um aumento na ventilação. Em casos como patologias e mudança na altitude, a é suficiente para ativar os quimiorreceptores. Quimiorreceptores centraisrespondem às alterações na concentração de no líquido cerebrospinal. Eles estão na superfície ventral do bulbo, perto dos neurônios envolvidos no controle respiratório. · Quando a aumenta, o atravessa a barreira hematoencefálica e ativa os quimiorreceptores centrais. Esses receptores sinalizam para a rede neural de controle da respiração, provocando um aumento na frequência cardíaca e na profundidade da ventilação, melhorando assim a ventilação alveolar e a retirada de do sangue. · Eles respondem a mudanças de pH no líquido cerebrospinal. O dióxido de carbono que se difunde na barreira, é convertido em ácido carbônico que se dissocia em bicarbonato e . · Se o alveolar cair, a arterial também cai. Nesse caso os quimiorreceptores centrais mandam informações para a rede de controle, a qual diminui a ventilação e depois aumenta de novo. · Há casos em que há costume com a , e somente a diminuição do ativa os quimiorreceptores. Nesse caso não pode dar muito oxigênio ao paciente, visto que o estímulo químico para a ventilação é eliminado. Reflexos protetores do pulmão · Respondem a danos físicos ou à irritação do trato respiratório e à hiperinsuflação dos pulmões. · O principal reflexo protetor é a BRONCOCONSTRIÇÃO, mediada por neurônios parassimpáticos que inervam a musculatura lisa brônquica. · Partículas inaladas ou gases nocivos estimulam receptores de irritação NA MUCOSA DAS VIAS AÉREAS. Enviam sinais para os centros integradores do SNC que provocam a broncoconstrição. A resposta protetora reflexa também inclui tosse e espirro. · Reflexo de insuflação de Hering-Breuer. Mesmo que o tronco encefálico acima da ponte seja lesado, os ciclos respiratórios continuam normais; · Sistema límbico pode afetar a respiração -> medo e excitação podem afetar o ritmo e a amplitude da respiração. Em alguns casos, os sinais vão diretamente para os neurônios motores somáticos, sem passar no tronco. · PRENDER A RESPIRAÇÃO: se eleva no LCS, ativando o reflexo quimiorreceptor e forçando-o a inspirar. Pode até desmaiar, mas a respiração normal retorna. · Os sistemas circulatório, respiratório e urinário estão intimamente relacionados, afim de manter a homeostasia do corpo.