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FECHAMENTO DE 
BALANÇO
O que você aprenderá:
2
Quem vai te ensinar:
Mestre em Controladoria
Assista a este conteúdo. Aponte a câmera para o 
código QR ao lado ou acesse: www.cefis.com.br
ARNÓBIO DURÃES
FECHAMENTO DE 
BALANÇO
• SOCIEDADE ANÔNIMA – S.A. ............. 8
• CONCILIAÇÃO CONTÁBIL MENSAL ............ 14
• NECESSIDADE UM BOM PLANO DE CONTAS ............ 38
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ............ 42
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA ............ 64
• AVP- AJUSTE A VALOR PRESENTE ............ 73
• CONTABILIZAÇÕES DOS ESTOQUES ............ 83
• ATIVO IMOBILIZADO ............ 97
• TESTE DE IMPAIRMENT ............ 104
• JUROS, LUCRO E DISTRIBUIÇÃO ............ 130
https://cefis.com.br/portal/cursos/1384
https://cefis.com.br/portal/cursos/1384
3
FECHAMENTO DE BALANÇO
• O que vamos aprender?
Conceitos introdutórios
Finalidade das demonstrações contábeis
Objetivos e necessidades da conciliação contábil mensal 
Principais contas a serem conciliadas
Planos de contas
Demonstrações contábeis
Elaboração das demonstrações contábeis
Balanço Patrimonial
Exercícios de Fixação – Balanço Patrimonial
Ativo Circulante
Caixa e equivalente de caixa
Provisão para liquidação de créditos duvidosos
Conceitos e práticas de contabilizações do ajuste ao valor presente
Métodos de contabilizações e avaliações dos estoques
Impostos a recuperar
Saldo negativo de IRPJ e CSLL
Ativo Não Circulante – Abordagem sobre investimentos
Contabilizações e ajustes da depreciação fiscal versus depreciação 
societária
4
FECHAMENTO DE BALANÇO
• O que vamos aprender?
Conceitos e contabilizações do teste de impairment
Passivo Circulante e Passivo Não Circulante
Breve relato sobre cruzamentos das informações – Receita Federal do 
Brasil
Provisão para distribuição de lucros e dividendos
Patrimônio Líquido
Conceitos sobre os juros sobre o capital próprio
Cálculos e contabilizações dos impostos diferidos
Cálculos sobre distribuição de lucros no MEI –Simples e no Lucro 
Presumido
Apresentação da Demonstração do Resultado do Exercício - DRE
Elaboração de Ata da Diretoria aprovando o Balanço Patrimonial
Obrigatoriedade de entrega da Escrituração Contábil Digital - ECD
5
FECHAMENTO DE BALANÇO
• EMPRESAS OBRIGADAS À 
ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
O Código Civil Brasileiro- Lei 10.406/2002, versa sobre a
obrigatoriedade da escrituração contábil, para o empresário
e para a sociedade empresária
O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema 
de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de 
seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e alevantar 
anualmente o Balanço Patrimonial e o de Resultado Econômico”.
6
FECHAMENTO DE BALANÇO
• A NECESSIDADE DO BALANCETE DE 
VERIFICAÇÃO
O Balancete de Verificação é um relatório gerado pelo setor de 
contabilidade das empresas e encaminhado para os clientes internos e 
externos, com o intuito de apresentar as informações das contas e saldo 
em movimento na empresa.
É a partir dos balancetes que são gerados os Demonstrativos de 
Resultados e o Balanço Patrimonial.
O balancete não é um demonstrativo obrigatório, porém é de extrema 
importância para prevenir erros de crédito e débito da contabilidade de uma 
empresa, de maneira prévia e atualizada. Este relatório avalia o 
desempenho e saúde de um negócio e auxilia no crescimento da empresa.
7
FECHAMENTO DE BALANÇO
• A NECESSIDADE DO BALANCETE DE 
VERIFICAÇÃO
• O balancete não é um demonstrativo obrigatório, porém é de extrema 
importância para prevenir erros de crédito e débito da contabilidade de 
uma empresa, de maneira prévia e atualizada. Este relatório avalia o 
desempenho e saúde de um negócio e auxilia no crescimento da 
empresa.
• O Balancete pode ser fechado de forma mensal, quinzenal ou até 
mesmo diário, dependendo da estrutura e do tamanho da empresa. O 
relatório mostra os saldos e contas em um período de tempo, sendo de 
uso estratégico para a empresa.
Quando da elaboração e entrega da ECD – Escrituração Contábil Digital, 
se faz necessário conter 12 Balancetes intercalados com zeramento das 
contas de resultados apenas em dezembro por ocasião do fechamento do 
balanço. 
8
FECHAMENTO DE BALANÇO
• SOCIEDADE ANÔNIMA – S.A.
Auditoria nas Demonstrações Financeiras - art. 177, §3º Lei nº 6.404/76.
31/03 - Publicar um mês antes da AGO, que se acham à disposição dos 
acionistas - art. 133 Lei 6.404/76.
1. O relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais 
fatos administrativos.
2. A cópia das Demonstrações Financeiras;
3. O parecer dos auditores independentes, se houver.
4. Parecer do conselho fiscal, se houver.
9
FECHAMENTO DE BALANÇO
• SOCIEDADE ANÔNIMA – S.A.
15/04 - Convocação dos Acionistas. Convocação por anúncio publicado por 
3 (três) vezes no DOU ou DOE e outro Jornal. Para Companhia Aberta é 
de 15 dias (Cia fechada 8 dias), o prazo mínimo para a convocação da 
AGO, contado entre a expedição da convocatória e a realização da AGO 
(art. 124 Lei nº 6.404/76).
24/04 - Publicação dos Documentos 5 dias antes da AGO – Relatório das 
Demonstrações Financeiras, Parecer Auditoria (art. 133, §3º Lei 6.404/76).
30/04 - AGO prazo final para sua realização(art.132 Lei nº 6.404/76).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• SOCIEDADE LIMITADA – LTDA.
Estabelece que a empresa deve fechar seu Balanço ao término do 
exercício social.
• Ao término de cada exercício social, proceder-se-á à elaboração do 
inventário, do Balanço Patrimonial e do Balanço de Resultado 
Econômico (art. 1.065 CC).
• A deliberação em assembleia será obrigatória, se o número dos sócios 
for superior a (10) dez.(art. 1.072 CC).
• Dispensam-se as formalidades de convocação quando todos os sócios 
comparecerem ou se declararem, por escrito, cientes do local, data, 
hora e ordem do dia.
11
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
A escrituração contábil e a emissão de relatórios, peças, análises, 
demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e de 
responsabilidade exclusivas do profissional da contabilidade legalmente 
habilitado.
As demonstrações contábeis devem ser transcritas no Livro Diário, 
completando-se com as assinaturas do titular ou de representante legal da 
entidade e do profissional da contabilidade legalmente habilitado.
No Livro Diário devem ser lançadas, em ordem cronológica, com 
individualização, clareza e referência ao documento probante, todas as 
operações ocorridas, e quaisquer outros fatos que provoquem variações 
patrimoniais.
Base Legal: Item 12, 13 e 14 da ITG 2000 (R1)
12
FECHAMENTO DE BALANÇO
• FINALIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES 
CONTÁBEIS
• As Demonstrações Contábeis são preparadas e apresentadas para 
usuários externos em geral, tendo em vista suas finalidades distintas e 
necessidades diversas. Governos, órgãos reguladores ou autoridades 
fiscais, por exemplo, podem especificamente determinar exigências 
para atender a seus próprios fins. Essas exigências, no entanto, não 
devem afetar as demonstrações contábeis preparadas segundo esta 
Estrutura Conceitual. 
• As Demonstrações contábeis, objetivam fornecer informações que 
sejam úteis na tomada de decisões e avaliações por parte dos usuários 
em geral, não tendo o propósito de atender finalidade ou necessidade 
específica de determinados grupos de usuários.
13
FECHAMENTO DE BALANÇO
• FINALIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES 
CONTÁBEIS
• Estas demonstrações preparadas com tal finalidade satisfazem as 
necessidades comuns da maioria dos seus usuários, uma vez que 
quase todos eles utilizam essas Demonstrações Contábeis para a 
tomada de decisões econômicas, tais como:
a) Decidir quando comprar, manter ou vender um investimentodeve reavaliar os ativos fiscais diferidos não reconhecidos. A 
entidade reconhece um ativo fiscal diferido não reconhecido previamente a 
medida em que se torna provável que lucros tributáveis futuros permitirão 
que o ativo fiscal diferido seja recuperado. 
14
2
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS 
DIFERIDOS
• A entidade deve reconhecer a despesa tributária no mesmo 
componente em que a transação ou outro evento que resultou na 
despesa tributária foi reconhecida:
1. Dentro das operações continuadas;
2. Dentro das operações descontinuadas;
3. Nos outros resultados abrangentes; ou
4. No Patrimônio Líquido.
14
3
FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRIBUTO SOBRE O LUCRO
Tributo diferido
• É o tributo a ser pago ou recuperável em períodos futuros, geralmente 
como resultado de a entidade recuperar ou quitar seus ativos e passivos 
pelos seus valores contábeis correntes, e o efeito fiscal da postergação, 
para compensação ou débito a resultados em períodos posteriores, de 
créditos fiscais e prejuízos fiscais não utilizados no período corrente 
alíquota do IRPJ = 34% (hipótese)
• Exemplo 1: 
• Prejuízo fiscal em 31.12.2020 = R$ 1.000.000
• Débito == > IRPJ a Compensar - Ativo Não Circulante R$ 340.000
• Crédito == > IRPJ Diferido – Conta de Resultado R$ 340.000
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4
FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRIBUTO SOBRE O LUCRO
Exemplo 2
AAP - Ajuste de Avaliação Patrimonial = r$ 20.000.000
Débito == > IRPJ Diferido – Patrimônio Líquido R$ 6.800.000
Crédito == > IRPJ a Pagar – Passivo Não Circulante R$ 6.800.000
Nota: 
Quando a entidade apresenta os Ativo Circulante e Ativo Não Circulante, e 
os Passivo Circulante e Passivos Não Circulante, como grupos separados 
no seu Balanço Patrimonial, ela não deve classificar quaisquer ativos 
(passivos) fiscais diferidos como ativos (passivos) circulantes.
14
5
FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRIBUTOS SOBRE O LUCRO –
DIFERIDO – 34%
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6
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CÁLCULOS PARA 
DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO MEI
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7
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CÁLCULOS PARA 
DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO MEI
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO MEI
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9
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO MEI
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0
FECHAMENTO DE BALANÇO
• TABELA 2015 – IRRF ABR A DEZ –
(VIGENTE 2024)
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1
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Conforme o artigo 1.179, do Código Civil, toda empresa é obrigado e 
ter contabilidade, inclusive Micro e Pequenas Empresas optantes no 
Simples Nacional. 
• Porém, caso a empresa não possua escrituração contábil regular por 
qualquer motivo ainda assim poderá distribuir valores, a título e lucro, 
isentos do pagamento de Imposto de Renda. 
• Nesse caso, o valor será determinado a partir da aplicação dos 
percentuais de presunção de lucros (Lucro Presumido) definidos pelo 
art. 15 da lei 9249/1995, sobre a Receita Bruta da empresa, subtraindo 
ao final o valor pago nas guias do Simples Nacional a título de IRPJ. 
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2
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Deve-se somar toda a Receita da empresa no ano e aplicar o 
percentual relativo a Presunção do Lucro, ou seja, 8% para vendas e 
32% para serviços, e depois reduzir o que a empresa pagou a título de 
imposto de renda dentro da guia do simples nacional.
• Para saber o quanto a empresa pagou de IR dentro do Simples, a forma 
mais fácil é consultar o extrato do Simples da empresa mensalmente 
para todo o ano calendário.
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3
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Exemplo 1:
Imagine que uma autopeças, optante pelo Simples Nacional, faturou 
durante o ano anterior 830 mil reais e não tenha a contabilidade em dia 
para fazer a sua distribuição de lucros. 
Neste caso, a empresa poderá apurar o Lucro aplicando a alíquota de 8% 
sobre esses 830 mil, resultando em R$ 66.400,00. Deste valor, deverá 
deduzir ainda o que foi pago à título de IR dentro da guia do Simples, 
supondo que este valor fosse de R$ 7.500,00, a empresa poderia distribuir 
aos sócios o valor de R$ 58.900,00 à título de Lucros, que deverão ser 
informados nas declarações de Imposto de Renda de Pessoa Física dos 
sócios, sem gerar qualquer imposto a pagar – no caso, se fosse uma 
empresa de serviços, invés de aplicar 8%, dever-se-ia aplicar o percentual 
de 32%, obedecendo a mesma lógica.
15
4
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Exemplo 2:
Num segundo exemplo, imagine agora que a autopeças, além de venda de 
peças, faça também os reparos nos veículos dos clientes, e que o seu 
faturamento tenha sido de 960 mil reais. Neste caso, será preciso separar 
o que foi receita de serviços do que foi receita de vendas – esses valores 
também constam do extrato mensal do Simples Nacional. Supondo que, 
consultado esses valores, descubra-se que a empresa faturou com vendas 
630 mil reais e com serviços 330 mil reais durante o ano anterior. Nesse 
caso, deve-se aplicar o percentual de 8% sobre os 630 mil das vendas, 
encontrando R$ 50.400,00; e 32% sobre os 330 mil dos serviços, 
encontrando R$ 105.600,00. 
15
5
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Depois, deve-se verificar quanto foi pago de IR, também consultando os 
extratos do Simples, e para fins de exemplo, supunha-se que este valor 
seja de R$ 13.000,00. 
• Por fim, deve-se somar as presunções de venda e serviços, e diminuir o 
IR, resultando em R$ 143.000,00 (R$ 50.400,00 + R$ 105.600,00 - R$ 
13.000,00), que poderá ser distribuído aos sócios e informado nas suas 
declarações de Imposto de Renda de Pessoa Física, sem gerar 
qualquer valor a pagar.
• Em ambos os casos, o valor encontrado é a parcela de Lucro Fiscal que 
poderá ser distribuída aos sócios, desde que haja disponibilidade de 
caixa para isto e a empresa não esteja em débito com o fisco. Além 
disto, em qualquer caso, os valores sempre devem ser distribuídos 
proporcionalmente à participação dos sócios na empresa.
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6
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS NO 
SIMPLES NACIONAL
• Pessoas jurídicas com contabilidade
Conforme disposto no § 2º do artigo 14 da Lei Complementar 123/2006, a 
mencionada limitação não se aplica na hipótese de a pessoa jurídica 
manter escrituração contábil e evidenciar lucro
Assim, se no mês a empresa tivesse apurado e evidenciado contabilmente 
um lucro de R$ 10.000,00 este valor poderia ser distribuído normalmente, 
sem qualquer incidência de imposto de renda.
Na prática, no entanto, muitas vezes a distribuição de lucros acaba sendo 
realizada “no escuro”, sem a certeza de que os limites de isenção estão 
sendo respeitados. Isto, futuramente, pode provocar contratempos fiscais.
A vantagem de utilizar a contabilidade pode ser grande, porém muitos 
contratos de prestação de serviços não contemplam a escrituração contábil 
completa, com a entrega periódica de Balancetes e dos demais 
Demonstrativos Contábeis usuais.
15
7
FECHAMENTO DE BALANÇO
• LUCROS OU DIVIDENDO LUCRO PRESUMIDO
• A Legislação do IR estabelece que os valores pagos a sócios ou 
acionistas ou a titular da empresa tributada pelo Lucro Presumido, a 
título de lucros ou dividendos, ficam isentos do IRRF, 
independentemente da apuração contábil.
Nota: 
• Essa isenção, alcança somente o valor da base de cálculo do IRPJ, 
deduzido do valor devido relativo ao IRPJ, CSLL, PIS e COFINS.
15
8
FECHAMENTO DE BALANÇO
• LUCROS OU DIVIDENDO LUCRO PRESUMIDO
• No caso de Pessoa Jurídica tributada com base no Lucro Presumido, 
poderá ser distribuído, sem incidência de imposto:
I. O valor da base de cálculo do imposto, diminuída de todos os impostos 
e contribuições a que estiver sujeita a Pessoa Jurídica;
II. A parcela de lucros ou dividendos excedentes ao valor determinado no 
item I, desde que a empresa demonstre, através de escrituraçãocontábil feita com observância da lei comercial, que o lucro efetivo é 
maior que o determinado segundo as normas para apuração da base 
de cálculo do imposto pela qual houver optado, ou seja, o Lucro 
Presumido.
Base Legal: Art. 238 da IN RFB nº 1.700 de 14 de março de 2017.
15
9
FECHAMENTO DE BALANÇO
• LUCROS OU DIVIDENDO LUCRO PRESUMIDO
• A parcela dos rendimentos pagos ou creditados a sócio ou acionista ou 
ao titular da Pessoa Jurídica submetida ao regime de tributação com 
base no Lucro Presumido, a título de Lucros ou Dividendos Distribuídos, 
ainda que por conta de período-base não encerrado, que exceder ao 
valor apurado com base na escrituração, será imputada aos lucros 
acumulados ou reservas de lucros de exercícios anteriores, ficando 
sujeita a incidência do imposto sobre a renda. 
• Inexistindo Lucros Acumulados ou Reservas de Lucros em montante 
suficiente, a parcela excedente será submetida à tributação de 35%
Base Legal: Artigo 28 IN RFB nº 1492, de 17 de setembro de 2014, Artigo 
61 da Lei nº 8.981/1995.
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0
FECHAMENTO DE BALANÇO
• LUCROS OU DIVIDENDO LUCRO PRESUMIDO
• Hipoteticamente vamos imaginar que a empresa Sol Nascente Ltda. 
teve no quarto trimestre 2020 uma Base de Cálculo Presumido do IRPJ 
de R$ 55.195,00. Foram cálculos os impostos incidentes sobre esse 
lucro conforme abaixo:
16
1
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
• A demonstração do resultado do exercício discriminará:
I. A receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os 
abatimentos e os impostos;
II. A receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e 
serviços vendidos e o lucro bruto;
III. As despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das 
receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas 
operacionais;
IV. O lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras 
despesas; (Redação dada pela Lei nº 11.941, de 2009)
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2
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
V. O resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão 
para o imposto;
VI. As participações de debêntures, empregados, administradores e 
partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e 
de instituições ou fundos de assistência ou previdência de 
empregados, que não se caracterizem como despesa; (Redação dada 
pela Lei nº 11.941, de 2009).
VII. O lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do 
capital social.
• Apresentação do resultado financeiro para o período;
• Classificação das despesas com base na natureza ou função dentro da 
entidade;
• Natureza: exemplo: Depreciações, despesa com transportes, despesa 
com publicidade, etc;
• Função: segregação de custo e despesa;
• Estrutura da DRE conforme apresentado no slide anterior
16
3
FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
16
4
FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
V. De acordo com os dados abaixo e sabendo-se que o Estoque Final de 
Mercadorias totaliza R$ 350.000,00, em 31.12.2020, determine qual 
foi o Resultado Líquido (Não calcular CS/IR):
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
V. De acordo com os dados abaixo e sabendo-se que o Estoque Final de 
Mercadorias totaliza R$ 350.000,00, em 31.12.2020, determine qual 
foi o Resultado Líquido (Não calcular CS/IR):
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATA DE APROVAÇÃO DEMONSTRAÇÕES 
CONTÁBEIS
Deliberações dos sócios – Art. 1.072 da Lei 10.406 / 2002 – CCB
As deliberações dos sócios, obedecido o disposto no art. 1.010, serão 
tomadas em reunião ou em assembleia, conforme previsto no contrato 
social, devendo ser convocadas pelos administradores nos casos previstos 
em lei ou no contrato, observando que:
• A deliberação em assembleia será obrigatória se o número dos sócios 
for superior a dez;
• Dispensam-se as formalidades de convocação previstas no § 3o do art. 
1.152, quando todos os sócios comparecerem ou se declararem, por 
escrito, cientes do local, data, hora e ordem do dia.
• A reunião ou a assembleia tornam-se dispensáveis quando todos os 
sócios decidirem, por escrito, sobre a matéria que seria objeto delas.
16
7
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATA DE REUNIÃO DOS SÓCIOS
Em vinte e cinco de abril de dois mil e vinte e três, às dezesseis horas na 
sede social da empresa Durães & Associados Business Consulting Ltda, 
localizada na rua Monte Belo, nº 132 na cidade de São Paulo – SP 
reuniram-se os sócios João da Silva e Maria das Graças e teve como 
secretário o Sr. Pedro Silva para deliberar sobre a aprovação da 
Demonstrações Contábeis encerradas em trinta e um de dezembro e 
Lucros Acumulados em trinta e um de dezembro de dois mil e dezenove. 1) 
ficam aprovadas as Demonstrações Contábeis encerradas em trinta e um 
de dezembro de dois mil e dezenove; 2) o Lucro acumulado em trinta e um 
de dezembro de dois mil e dezenove é da ordem de R$ 500.000,00 
(quinhentos mil reais) que será destinado da seguinte forma : a) 
Capitalização no montante de R$ 150.000,00 no exercício corrente; b) 
destinação para AFAC – Adiantamento para futuro aumento de capital 
social no montante de $ 50.000,0 que será efetuado em até vinte e quatro 
meses a contar de primeiro de janeiro de dois mil e vinte; c) Provisão para 
Pagamentos de Dividendos no montante de R$ 200.000,00 (duzentos mil 
reais) que deverá ser pago em até dezoito meses a contar da data de 
primeiro de janeiro de dois mil e vinte; d) destinação para “Reservas de 
Lucros Retidos”, dentro do grupo de Reservas de Lucros no Patrimônio 
Líquido, para destinação futura. 
16
8
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATA DE REUNIÃO DOS SÓCIOS
Nada mais havendo a tratar, foi lida, aprovada , lavrada no Livro Diário nº. 
12345 e assinado por todos, bem como registrada juntamente com o Livro 
Diário no órgão competente para que surta os devidos efeitos.
São Paulo, vinte e cinco de abril de dois mil e vinte e três.
16
9
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ECD – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL
A ECD - Escrituração Contábil Digital é parte integrante do projeto SPED e 
tem por objetivo a substituição da escrituração em papel pela escrituração 
transmitida via arquivo, ou seja, corresponde à obrigação de transmitir, em 
versão digital, os seguintes livros:
a) Livro Diário e seus Auxiliares, se houver;
b) Livro Razão e seus Auxiliares, se houver;
c) Livro Balancetes Diários, Balanços e Fichas de Lançamento;
d) Prazo de entrega: == > Até o final do mês de maio do ano seguinte.
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0
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ECD – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL
LIVROS POR ARQUIVOS NA ECD
1. O arquivo da ECD sempre corresponde a um livro;
2. Além disso, regra geral, a ECD será entregue em apenas um arquivo 
correspondente a todo o ano-calendário;
3. Contudo, há algumas exceções. Ex. escrituração resumida com livros 
auxiliares. Nessa situação, a escrituração poderá conter mais de um 
livro por ano-calendário e consequentemente mais de um arquivo 
(principal + auxiliares);
4. Há também o caso de arquivo de um mês ultrapassar 1 gb (gigabyte). 
Nesse caso pode ser entregue em arquivos mensais (12 arquivos por 
ano). 
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1
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ECD – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL
Formalidades da escrituração contábil em forma eletrônica:
Responsabilidade: do Contabilista
O balanço patrimonial e demais demonstrações contábeis de encerramento 
devem ser inseridos no livro diário eletrônico, completando-se com as 
assinaturas digitais de contabilistas e do empresário ou sociedade. 
O Balancete deve ser levantado, no mínimo, mensalmente.
Demonstrações Contábeis obrigatórias: BP, DRE, DMPL / DLPA, 
DRA, DFC, NEs.
Próprio do sistema
Registro J800 - RTF
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2
FECHAMENTO DE BALANÇO
• ECD – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL
Registro J800: outras informações 
O registro J800 permite que seja anexado um arquivo em formato texto 
RTF - Rich Text Format, na escrituração, que se destina a receber 
Informações que devam constar do livro,tais como notas explicativas, 
outras demonstrações contábeis, pareceres, relatórios, etc. - BP, DRE, 
DMPL, no sistema; DRA, DFC, NEs. – Necessita Criar.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• OBRIGATORIEDADE – ECD – – ANEXO ADE 
COFIS 29/2017 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• O QUE VOCÊ APRENDEU
• Conceitos introdutórios
• Finalidade das demonstrações contábeis
• Objetivos e necessidades da conciliação contábil mensal 
• Principais contas a serem conciliadas
• Planos de contas
• Demonstrações contábeis
• Elaboração das demonstrações contábeis
• Balanço Patrimonial
• Exercícios de Fixação – Balanço Patrimonial
• Ativo Circulante
• Caixa e equivalente de caixa
• Provisão para liquidação de créditos duvidosos
• Conceitos e práticas de contabilizações do ajuste ao valor presente
• Métodos de contabilizações e avaliações dos estoques
• Impostos a recuperar
• Saldo negativo de IRPJ e CSLL
• Ativo Não Circulante – Abordagem sobre investimentos
• Contabilizações e ajustes da depreciação fiscal versus depreciação 
societária 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• O QUE VOCÊ APRENDEU
• Contabilizações e ajustes da depreciação fiscal versus depreciação 
societária
• Conceitos e contabilizações do teste de impairment
• Passivo Circulante e Passivo Não Circulante
• Breve relato sobre cruzamentos das informações – Receita Federal do 
Brasil
• Provisão para distribuição de lucros e dividendos
• Patrimônio Líquido
• Conceitos sobre os juros sobre o capital próprio
• Cálculos e contabilizações dos impostos diferidos
• Cálculos sobre distribuição de lucros no MEI – Simples e no Lucro 
Presumido
• Apresentação da Demonstração do Resultado do Exercício - DRE
• Elaboração de Ata da Diretoria aprovando o Balanço Patrimonial
• Obrigatoriedade de entrega da Escrituração Contábil Digital - ECD
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https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.cefis.cefisapp&hl=pt_BR
https://apps.apple.com/br/app/cefis/id1353968500
	Slide 1: FECHAMENTO DE BALANÇO 
	Slide 2: O que você aprenderá:
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	Slide 176em ações;
b) Avaliar a Administração quanto à responsabilidade que lhe tenha sido 
conferida, qualidade de seu desempenho e prestação de contas;
c) Avaliar a capacidade da entidade de pagar seus empregados e 
proporcionar-lhes outros benefícios;
d) Avaliar a segurança quanto à recuperação dos recursos financeiros 
emprestados à entidade;
e) Determinar políticas tributárias; 
f) Determinar a distribuição de lucros e dividendos;
g) Preparar e usar estatísticas da renda nacional; ou
h) Regulamentar as atividades das entidades.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONCILIAÇÃO CONTÁBIL MENSAL
Conciliação contábil é a análise comparativa do saldo das contas contábeis 
de uma empresa, e sua respectiva movimentação, visando adequar seu 
saldo à efetiva realidade, promovendo ajustes necessários na escrituração 
contábil. Por meio da conferência do que entra e do que sai, a empresa é 
capaz de verificar a existência de erros que possam comprometer os 
valores finais do Balanço Patrimonial e corrigi-los.
• As informações contidas internamente, tais como relatórios financeiros, 
demonstrativos, controles de empréstimos e investimentos, fluxo de 
caixa, folha de pagamento, dentre outros, são usados como referência 
para essa análise.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONCILIAÇÃO CONTÁBIL MENSAL
A conciliação contábil traz a garantia de que os valores trabalhados estão 
em perfeita harmonia e que nenhum saldo está sendo negligenciado diante 
das tributações.
IMPORTÂNCIA DA CONCILIAÇÃO CONTÁBIL
A conciliação contábil cuida da saúde financeira da organização; por meio 
dela, erros, divergências e até fraudes podem ser solucionados. Em outras 
palavras, a análise comparativa ajuda a empresa a se prevenir de 
problemas financeiros e judiciais, reforçando a necessidade de executá-la 
independentemente da frequência.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• OBJETIVO E NECESSIDADES DA 
CONCILIAÇÃO
De tempos em tempos, todas as empresas precisam realizar uma 
conferência de suas contas contábeis, analisando suas movimentações e 
verificando se elas estão de acordo com a escrituração contábil do 
negócio.
O processo de conciliação contábil é justamente esse: confrontar os 
exercícios contábeis com o plano de contas da organização e identificar se 
as informações conferem ou se serão necessárias correções.
Esta rotina de batimento dos períodos contábeis pode ser realizada de 
acordo com diferentes intervalos de tempo, dependendo da necessidade 
do negócio, sendo mais comum vermos reconciliações mensais, 
semestrais ou anuais.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• OBJETIVO E NECESSIDADES DA 
CONCILIAÇÃO
Imagine ser gestor de uma empresa em que ninguém conta com 
informações confiáveis para o processo de tomada de decisões. Neste 
caso, como saber qual o budget da companhia para novos investimentos 
ou mesmo ser transparente com investidores e stakeholders?
Dentro deste contexto de transparência, o objetivo da conciliação contábil é 
oferecer um plano de informações confiáveis, que espelhem a realidade 
contábil de uma organização e possam ser utilizados, sem inconsistências, 
na análise da realidade patrimonial da companhia e no fechamento de 
balanços contábeis.
Além disso, a conciliação de contas contábeis oferece segurança para o 
negócio caso surjam questionamentos tributários sobre a realidade 
financeira de uma companhia, provendo a organização de dados sólidos 
que garantem boa visibilidade de mercado e podem atrair novos 
investimentos.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• OBJETIVO E NECESSIDADES DA 
CONCILIAÇÃO
Alguns dos erros mais comuns na conciliação contábil:
• Valores lançados a mais ou a menos;
• Troca ou inversão de contas;
• Duplicidade ou omissão nas etapas de lançamento contábil;
• Erros de preenchimento em planilhas contábeis;
• Falhas ou supressão das etapas de conferência.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
A conta caixa Deverá estar em conformidade com os boletins de caixa, 
caso os mesmos não sejam elaborados pela empresa o Contador deverá 
examinar o Razão da conta Caixa para evitar lançamentos incorretos;
Por sua natureza, a conta Caixa deve, sempre, apresentar saldo devedor. 
Embora isso seja óbvio, nunca é demais checar no balancete. De acordo 
com a legislação do Imposto de Renda (RIR/2018 , art. 293 ), caracteriza-
se como omissão de receita, passível de autuação pelo Fisco (ressalvada 
ao contribuinte a prova da improcedência da presunção, a indicação, na 
escrituração, de saldo credor de caixa; 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
As contas bancárias e de aplicações financeiras - Devem estar de acordo 
com os extratos bancários e ou conciliações dos bancos;
Um fator importante que deve ser verificado é o chamado "saldo devedor 
no banco" (saldo negativo pela utilização de conta garantida, cheque 
especial etc.). Se, em 31 de dezembro, o Razão Contábil da conta Bancos 
Conta Movimento registrar saldo credor, este deve ser classificado em 
conta do passivo circulante por representar autêntico empréstimo 
concedido pelo banco à empresa e, por isso, um Passivo; 
Além de ser um controle interno eficiente para a empresa, 
independentemente de seu porte, a conciliação tem como objetivo principal 
apurar e explicar as eventuais diferenças encontradas entre o saldo 
apresentado pelo banco, por meio do extrato bancário, e aquele apurado 
pela empresa, no mesmo período, por intermédio do Livro Razão.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
A conta de duplicatas a receber - Deve estar conciliada com o relatório de 
contas a receber. A cada período ou fechamento de Balanço a 
Contabilidade deverá solicitar ao financeiro da empresa a posição das 
duplicatas a receber naquela data, esse procedimento evita erros 
contábeis, por exemplo o lançamento a maior de Receitas que 
proporciona o pagamento a maior de tributos (PIS, COFINS, IRPJ, CSSL, 
ICMS, IPI, e outros);
As contas de adiantamentos e outros créditos - Devem ser conciliadas no 
sentido de verificar pendências existentes de longa data, as quais não 
refletem a posição consignada no balancete, bem como atentar para a 
documentação suporte dos lançamentos contábeis, tais como: contratos, 
recibos, notas fiscais e outros;
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
A conta de estoque - Os estoques são bens adquiridos ou produzidos pela 
empresa com o objetivo de venda ou utilização própria no curso normal de 
suas atividades. 
Eles representam um dos ativos mais importantes do Ativo Circulante e da 
posição financeira da maioria das empresas industriais e comerciais. Sua 
correta determinação, por ocasião do encerramento do exercício social, é 
essencial para a apuração adequada do lucro líquido do exercício, para o 
suporte das exigências legais societárias e fiscais e, sem dúvida, para 
atender às exigências dos auditores internos e externos.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
Deve estar conferindo obrigatoriamente com o total da posição do 
Inventário a cada trimestre (Lucro Real Trimestral) ou fechamento anual do 
Balanço (Lucro Real Anual, Lucro Presumido e Simples) , se a empresa 
apura o Imposto de Renda anual com suspensão ou redução, mês a mês 
deve manter um relatório de estoque não sendo necessário o registro no 
Livro de Inventário. 
Os estoques estão intimamente ligados às principais áreas de operações 
dessas companhias e envolvem problemas de administração, controle, 
contabilização e principalmente de avaliação. Assim, devem ser analisados 
com uma atenção especial, antes do encerramento final, pelos 
responsáveis pela Contabilidade Geral.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
A Contabilidade deve atentar para o preço unitário de cada mercadoria ou 
produto, podendo avaliar as mercadorias compradas para revenda pelo 
valor das últimas aquisiçõesmenos o ICMS. 
No caso de fabricação de produtos a matéria-prima pode ser avaliada pelo 
preço das últimas aquisições menos o ICMS e IPI, os produtos acabados 
avaliados por 70% do maior preço de venda ( sem deduzir o ICMS) e os 
produtos em elaboração avaliados por 56% do maior preço de venda ( sem 
deduzir o ICMS);
Um dos itens importantes a serem revistos, especialmente durante o 
processo de encerramento anual, é o da necessidade de contabilizar uma 
provisão para redução do estoque ao valor de mercado. Essa revisão 
implica desenvolver uma análise detalhada de todos os itens em estoque, 
principalmente de produtos acabados, e verificar se o seu custo não supera 
o valor de futura realização. Uma vez determinada a necessidade dessa 
provisão, efetua-se um lançamento contábil credor, de redução desse 
custo ao valor de mercado, em uma conta especial. 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
Essa conta credora de estoques, que deve ser classificada como redução 
do grupo de Estoques, destina-se especificamente a registrar o valor dos 
itens de estoques que estiverem a um custo superior ao valor de mercado. 
O valor dessa provisão constituída, registrada como Custo Operacional ou 
Custo dos Produtos Vendidos, deve ser adicionado ao Lucro Líquido para 
fins de determinação do Lucro Real e da base de cálculo da Contribuição 
Social sobre o Lucro – CSL
Base Legal: Artigo 13 , I, da Lei nº 9.249/1995 , incorporado ao art. 310 , 
IV, do RIR/2018. 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
• A conta de despesas antecipadas - Deve estar conciliada com as 
planilhas de rateio, apropriações e com os documentos que deram 
origem;
• Nas contas do realizável a longo prazo - A Contabilidade deve verificar 
se os lançamentos estão suportados por documentos hábeis e se não 
há lançamentos incorretos. Exemplo: se o pagamento do contrato de 
mútuo está suportado por recibo, contrato, IRRF, IOF etc.;
• Se investimentos relevantes - Em coligadas ou controladas estão 
avaliados pelo método da Equivalência Patrimonial, quando estiverem 
que solicitar Balanço a essas empresas para efetuar os lançamentos 
contábeis, lembrando que sobre o resultado positivo da Equivalência 
Patrimonial não incide tributação (IRPJ, CSSL, PIS, COFINS) e no caso 
de resultado negativo são indedutíveis para fins de IRPJ e CSSL;
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
• As contas do imobilizado - Devem estar de acordo com os controles 
patrimoniais da empresa, caso não existam a Contabilidade deverá 
manter planilha comprovando as despesas de depreciação e 
amortização contabilizadas, bem como, através de visualização do 
Razão Contábil verificar se estão corretos os lançamentos de aquisição 
do imobilizado e se nas vendas foram baixadas as depreciações e o 
custo contábil dos bens vendidos;
• As contas de fornecedores - Devem estar conciliadas com o relatório 
das contas a pagar ou o setor Financeiro deve realizar uma composição 
de saldos de cada fornecedores com o objetivo de confrontar com a 
contabilidade. O Contador poderá utilizar conta contábil distinta para os 
fornecedores mais representativos objetivando o controle contábil 
dessas contas;
• Os tributos a pagar - E em dia devem conferir com o pagamento no 
mês seguinte, os tributos a pagar em atraso devem ser 
relacionados em planilhas a parte para contabilização dos juros e 
multas e posterior conferência com os saldos contábeis;
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
• Empréstimos e financiamentos - Devem ser conciliados com o contrato 
objetivando a contabilização dos juros e das atualizações pelo período 
de competência e mantidas planilhas de conferência do cálculo dos 
juros, atualizações monetárias e outras despesas para que a empresa 
não desembolse a mais do que o estipulado no contrato de empréstimo 
ou financiamento;
• Contas a pagar em dia - Devem estar conferindo com os pagamentos 
nos meses seguintes ou manter planilha com composição de saldos;
• Férias e 13• Salário- Devem estar de acordo com relatório analítico por 
funcionários, fornecido pelo setor de Pessoal;
• As contas do exigível a longo prazo - Devem ser verificadas com 
relação aos documentos suportes de movimentação no ano, a 
classificação superior a 12 meses após encerramento do Balanço e 
planilhas subsidiárias;
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
• Empréstimos a sócios, acionistas, coligadas, controladas e pessoas 
ligadas a empresa, deverão ser contabilizados sempre no longo prazo, 
independentemente do prazo de recebimento ou pagamento.
Base Legal: Artigo 179, item II, da Lei 6.404/1976
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
• O contrato de mútuo é um dos instrumentos contratuais tipificados no 
nosso código civil e é amplamente utilizado no Direito brasileiro. Ele 
consiste em uma relação de empréstimo entre dois particulares, que 
podem ser pessoas físicas ou jurídicas.
Os rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa e de 
renda variável, auferidos por qualquer beneficiário, inclusive pessoa jurídica 
isenta, sujeitam-se à incidência do imposto sobre a renda na fonte às 
seguintes alíquotas:
• 22,50% - para contratos de até 180 dias ou tempo indeterminado;
• 20,00% - para contratos de 181 dias até 360 dias;
• 17,50% - para contratos de 361 dias até 720 dias;
• 15,00% - para contratos de 720 dias.
Conforme o artigo 46º da IN RFB nº 1.585/2015 e artigo 591 do Código 
Civil,
31
FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
A taxa do IOF incidirá em toda operação de mútuo e é de responsabilidade 
da pessoa jurídica que irá conceder o crédito. As alíquotas de cobrança do 
IOF, mesmo quando o pagamento for parcelado, são de:
• 0,0041% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, quando o 
mutuário for PJ;
• 0,0082% ao dia, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, quando o 
mutuário for PF.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
Provisões - Conforme definição constante do item 10 do Pronunciamento 
Técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes 
(aprovado pela Resolução CFC nº 1.180/2009 , e pela Deliberação CVM nº 
594/2009 ) provisão é um passivo de prazo ou de valores incertos. 
Exemplos De Provisões:
a) provisão para garantias de produtos, mercadorias e serviços; 
b) provisão para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis; 
c) provisão para danos ambientais causados pela entidade; 
d) provisão para compensações ou penalidades por quebra de contratos; 
e) provisão para benefícios a empregados; e
f) provisão para contratos de construção. 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
Provisões Dedutíveis - Na determinação do lucro real e da base de cálculo 
da CSL da PJ somente são dedutíveis, como custo ou despesa 
operacional, as seguintes provisões (Lei nº 9.249/1995 , art. 13 ; Lei nº 
10.753/2003 , artigos 8º e 9º ; Lei nº 10.833/2003 , artigos 85 e 93 , VI): 
Provisões Dedutíveis
a) para pagamento de férias de empregados e respectivos encargos 
sociais.
b) para pagamento do 13º salário dos empregados, acrescida dos 
encargos sociais.
c) técnicas das companhias de seguro e de capitalização e das entidades 
de previdência privada.
d) para perda de estoques de livros, exclusivamente para empresas que 
exerçam as atividades de editor, de distribuidor e de livreiro.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
Provisões Indedutíveis - São indedutíveis, para fins de apuração do Lucro 
Real e da base de cálculo da CSL, a contrapartida (registrada a débito de 
conta de resultado) da constituição de quaisquer outras provisões, ainda 
que exigidas pelas normas contábeis e pela Lei das S/A, como:
a) Exemplo Provisões Indedutíveis provisãopara créditos de liquidação 
duvidosa;
b) provisão para ajuste do custo de ativos ao valor de mercado;
c) provisão para perdas prováveis na realização de investimentos em 
outras sociedades;
d) provisão para contingências fiscais e trabalhistas.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCIPAIS CONTAS A SEREM 
CONCILIADAS
As contas do patrimônio líquido - Devem refletir o capital social de acordo 
com o contrato social e alterações, as realizações das reservas e 
depreciações de bens reavaliados e se as movimentações das demais 
contas, inclusive lucros/prejuízos acumulados estão corretos;
As receitas - Devem ser conciliadas com o livro de apuração do ICMS, IPI 
ou do ISS, para evitar lançamentos a maior ou a menor, com 
consequências tributárias. Até porque em uma fiscalização o fiscal tem o 
direito de exigir tais livros ou SPED; e
As despesas - Devem ser consistentes com relação à documentação 
suporte e à atividade da empresa, é importante que o Contador visualize, 
através do Razão Contábil, se não há distorções nos lançamentos 
contábeis das despesas ou classificação indevida.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
Analise as alternativas a seguir e assinale a única opção correta.
a) Um ativo não circulante somente pode ser classificado no realizável a 
longo prazo, no investimento, no imobilizado ou no intangível;
b) Mercadorias fungíveis são um tipo de mercadoria perecível;
c) Despesas antecipadas são contas classificáveis apenas no ativo 
circulante;
d) Um imóvel mantido para venda deve ser classificado no ativo 
circulante;
e) No ativo, as contas devem ser classificadas em ordem crescente, 
segundo o grau de liquidez.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
Um software que está em desenvolvimento destinado para 
comercialização, deve ser contabilizado da seguinte forma:
a) Estoque: ativo especial
b) Imobilizado: ativo especial
c) Imobilizado: imobilizado em andamento
d) Intangível: intangível em andamento
e) Investimento: investimento em andamento.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• NECESSIDADE UM BOM PLANO DE 
CONTAS
• O plano de contas é importante ferramenta para interpretação das 
Demonstrações Contábeis de uma empresa, tanto no âmbito tributário, 
quanto gerencial.
• Imaginando uma casa, diria que o plano de contas é a base, que 
resultará nas Demonstrações contábeis, que seriam então, a 
cobertura dessa casa.
• Para fazer escrituração contábil de uma empresa, o ponto de partida é 
que se tenha o plano de contas em mãos para codificar cada 
lançamento a ser escriturado, respeitar suas particularidades, já que 
deverá ser flexível o suficiente para atender desde as empresas 
do Simples Nacional até as tributadas pelo Lucro Real, ou seja, as 
primeiras contarão com um Plano de Contas mais simples, já os 
regimes de tributação mais complexos contarão com Planos de Contas 
mais complexos e abrangentes.
39
FECHAMENTO DE BALANÇO
• NECESSIDADE UM BOM PLANO DE 
CONTAS
• Independentemente do porte da empresa, o plano de contas deverá 
respeitar a estrutura básica que rege os princípios legais 
da contabilidade.
• Com o advento da Lei 11.638/2007 (vigente desde 2008), tornou-se 
necessário a implementação de uma nova visão sobre a nomenclatura 
das contas contábeis.
Dessa forma, analiticamente o plano de contas deverá seguir a seguinte 
estrutura:
• Ativo;
• Passivo;
• Despesas;
• Receitas;
• Contas de Compensação.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• NECESSIDADE UM BOM PLANO DE 
CONTAS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• NECESSIDADE UM BOM PLANO DE 
CONTAS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 
• As Demonstrações Contábeis são parte integrante das informações 
financeiras divulgadas por uma entidade. 
O conjunto completo de Demonstrações Contábeis inclui, normalmente :
• BP - Balanço Patrimonial
• DRE – Demonstração do Resultado do Exercício
• DLPA – Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados
• DMPL – Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
• DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa
• DRA – Demonstração do Resultado Abrangente
• DVA – Demonstração do Valor Agregado
• NE – Notas Explicativas 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATENÇÃO COM A SETOR FISCAL
• Além das Demonstrações Contábeis, para ficar em dia com os Fiscos 
Federal, Estadual e Municipal, o contribuinte precisa ser cuidadoso para 
evitar irregularidades fiscais, atendendo as leis e regulamentações. 
Com a informatização da Receita Federal, da Receita Estadual e da 
Municipal os controles passaram a ser cada vez mais rigorosos.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRANSPARÊNCIA NAS DEMONSTRAÇÕES
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• COMPLIANCE (conformidade)
• É o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais, as 
políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as 
atividades da empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer 
desvio ou inconformidade que possa ocorrer.
• O termo Compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que 
significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um 
comando ou um pedido.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• GOVERNANÇA CORPORATIVA
• Governança Corporativa - É o sistema pelo qual as empresas e demais 
organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os 
relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, 
órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na 
escrituração mercantil da companhia, as seguintes Demonstrações 
Financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do Patrimônio da 
Companhia e as Mutações ocorridas no exercício:
• Balanço Patrimonial;
• Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados;
• Demonstração do Resultado do Exercício; e
• Demonstração dos Fluxos de Caixa; e (Redação dada pela Lei nº 
11.638/2007.
• Se companhia aberta, Demonstração do Valor Adicionado. (Incluído 
pela Lei nº 11.638,de 2007)
Base Legal: Artigo 176 da Lei nº 6.404 de dezembro de 1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
A escrituração da companhia será mantida em registros permanentes, com 
obediência aos preceitos da legislação comercial e desta Lei e aos 
Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos, devendo observar 
métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações 
patrimoniais segundo o regime de competência.
Nas Demonstrações, as contas semelhantes poderão ser agrupadas; os 
pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a sua 
natureza e não ultrapassem 0,1 (um décimo) do valor do respectivo grupo 
de contas; mas é vedada a utilização de designações genéricas, como 
diversas contas ou contas-correntes.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
• As Demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação 
dos valores correspondentes das Demonstrações do exercício anterior.
• As Demonstrações Financeiras registrarão a destinação dos Lucros 
segundo a proposta dos órgãos da administração, no pressuposto de 
sua aprovação pela assembleia geral.
• As Demonstrações serão complementadas por notas explicativas e 
outros quadros analíticos ou Demonstrações Contábeis necessários 
para esclarecimento da situação Patrimonial e dos Resultados do 
Exercício.
Base Legal: Artigo 176 da Lei nº 6.404 de dezembro de 1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• INFORMAÇÃO COMPARATIVA
• Exceto quando esta norma permitir ou exigir de outra forma, a entidade 
deve divulgar informação comparativa com respeito ao período 
anterior para todos os valores apresentados nas Demonstrações 
Contábeis do período corrente. 
• A entidade deve apresentar de forma comparativa a informação 
descritiva e detalhada que for relevante para a compreensão das 
DemonstraçõesContábeis do período corrente.
Base Legal: Item 3.14 da Resolução CFC nº 1255/2009 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• BALANÇO PATRIMONIAL
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
• Determine qual foi o resultado apurado no mês de julho de 2020, 
observando o Regime de Competência.
Uma Sociedade Empresária apresentou os dados abaixo, referentes ao 
ano de 2023
• Despesas incorridas em agosto e paga em julho R$ 4.000,00
• Despesas incorridas em julho e paga em agosto R$ 2.000,00
• Despesas incorridas em julho e paga em julho R$ 8.000,00
• Receita realizada em agosto e recebida em julho R$ 32.000,00
• Receita realizada em julho e recebida em agosto R$ 16.000,00
• Receita realizada em julho e recebida em julho R$ 64.000,00
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
• Uma Sociedade Empresária iniciou suas atividades em 02.01.2023 e, 
ao final do ano, apresentou os saldos abaixo:
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
• Uma Sociedade Empresária iniciou suas atividades em 02.01.2023 e, 
ao final do ano, apresentou os saldos abaixo:
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
• Com base nos saldos apresentados, é CORRETO afirmar que:
a) o valor do Ativo Circulante é de R$ 537.233,00
b) o valor do Ativo Não Circulante é de R$ 401.642,00
c) o valor do Passivo Circulante é de R$ 276.496,00
d) o valor do Patrimônio Líquido é de R$ 369.714,00
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
• Com base nos saldos apresentados, é CORRETO afirmar que:
a) o valor do Ativo Circulante é de R$ 537.233,00
b) o valor do Ativo Não Circulante é de R$ 401.642,00
c) o valor do Passivo Circulante é de R$ 276.496,00
d) o valor do Patrimônio Líquido é de R$ 369.714,00
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PRINCÍPIOS GERAIS DE 
CONTABILIDADE
• A escrituração da Cia será mantida em registros permanentes, com 
obediência aos preceitos da legislação comercial e da Lei 6.404/1976 e 
aos PCGA - Princípio de Contabilidade Geralmente Aceitos, devendo 
observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar 
as mutações patrimoniais segundo o regime de competência.
Base Legal: Art. 177 da Lei 6.404 de 1976 – Lei das S.As Aplicáveis as 
demais sociedades.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• NBC TG - ESTRUTURA CONCEITUAL -
2019
• Princípios De Contabilidade
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES 
DIVULGADAS
• Transparência nas informações.
• Materialidade deve ser relevante.
• Demonstrações Financeiras com informações de alta qualidade.
• Problemas encontrados: Insuficiência de informação relevante e 
excesso de informações insuficiente.
• No Brasil a transparência na divulgação (disclosure) ainda é baixa.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• Conforme a Lei 6.404/76 em seu artigo 178, determina que no Balanço, 
as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que 
registrem, e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise 
da situação financeira da companhia.
• No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de 
liquidez dos elementos nelas registrados.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• O CPC 00 (R2) Conceitua o Ativo como sendo: 
• Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos 
passados e do qual se espera que fluam futuros benefícios econômicos 
para a entidade; 
• Recurso econômico é um direito que tem o potencial de produzir 
benefícios econômicos. 
Base Legal: Item 4.3 e 4.4 do CPC 00 (R2).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• Conta de natureza devedora destinada a registrar a movimentação dos 
recursos, representados por bens numerários, em espécie ou em 
cheque, portanto jamais deverá ficar credora, se por acaso isto ocorrer 
deverá ser analisada, localizar o fato e reclassifica-lo.
• FUNDO FIXO
• CAIXA FLUTUANTE 
• A Lei das Sociedades por Ações que trata do Balanço Patrimonial, 
estabelece que os saldos devedores e credores que a companhia não 
tiver direito de compensar serão classificados separadamente. Isso 
significa que os saldos devedores das contas devem figurar no ativo, e 
os credores, no passivo.
Base Legal: Art. 178 § 3º da Lei 6.404/76.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• Contas bancárias negativas (credoras) ou saldos a favor de bancos não 
devem ser demonstrados como redução dos demais saldos bancários, 
mas, separadamente, como um item do passivo circulante. Exceção é 
feita aos casos em que tais saldos devedores e credores estejam no 
mesmo banco e desde que a empresa tenha o direito de compensá-los.
Base Legal: Pag. 186, Manual de Contabilidade Fipecafi 2018
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• Empréstimos bancários são geralmente considerados como atividades 
de financiamento. Entretanto, saldos bancários a descoberto, 
decorrentes de empréstimos obtidos por meio de instrumentos como 
cheques especiais ou contas correntes garantidas que são liquidados 
em curto lapso temporal compõem parte integral da gestão de caixa da 
entidade. 
Base Legal: Item 8 do CPC 03.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
• Nessas circunstâncias, saldos bancários a descoberto são incluídos 
como componente de caixa e equivalentes de caixa. Uma característica 
desses arranjos oferecidos pelos bancos é que frequentemente os 
saldos flutuam de devedor para credor. 
Base Legal: Item 8 do CPC 03.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PROVISÃO PARA CRÉDITO DE 
LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA
• As perdas no recebimento de créditos decorrentes das atividades da 
Pessoa Jurídica poderão ser deduzidas como despesas, para 
determinação do Lucro Real e do Resultado Ajustado. 
I. Em relação aos quais tenha havido a declaração de insolvência do 
devedor, em sentença emanada do Poder Judiciário;
Base Legal: Artigo 71 da IN RFB nº 1.700 de 2017.
71
FECHAMENTO DE BALANÇO
• PROVISÃO PARA CRÉDITO DE 
LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA
II. Sem garantia, de valor:
a) Até R$ 15.000,00 (quinze mil reais) por operação, vencidos há mais de 
6 (seis) meses, independentemente de iniciados os procedimentos 
judiciais para o seu recebimento;
b) Acima de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) até R$ 100.000,00 (cem mil 
reais) por operação, vencidos há mais de 1 (um) ano, 
independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu 
recebimento, mantida a cobrança administrativa; e
c) Superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais) por operação, vencidos há 
mais de 1 (um) ano, desde que iniciados e mantidos os procedimentos 
judiciais para o seu recebimento;
Base Legal: Artigo 71 da IN RFB nº 1.700 de 2017.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PROVISÃO PARA CRÉDITO DE 
LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA
III. Com Garantia, Vencido Há Mais De 2 (Dois) Anos De Valor:
a) Até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por operação, 
independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu 
recebimento ou o arresto das garantias; e
b) Superior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por operação, desde que 
iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento 
ou o arresto das garantias; e
IV. Contra devedor declarado falido ou Pessoa Jurídica em concordata ou 
recuperação judicial, relativamente à parcela que exceder o valor que 
esta tenha se comprometido a pagar.
Base Legal: Artigo 71 da IN RFB nº 1.700 de 2017.
73
FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP- AJUSTE A VALOR PRESENTE
Os valores decorrentes do AVP - Ajuste a Valor Presente de que trata o 
inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, relativos a cada 
operação, somente serão considerados para fins de determinação do lucro 
real no mesmo período de apuração em que a receita ou o resultado da 
operação deva ser oferecido à tributação.
Os valores decorrentes do AVP - Ajuste a Valor Presente de que trata o 
inciso III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,de 1976, relativos a cada 
operação, somente serão considerados para fins de determinação do lucro 
real no período de apuração em que: 
I. O bem for revendido, na hipótese de aquisição a prazo de bem para 
revenda;
II. O bem for utilizado como insumo na produção de bens ou serviços, na 
hipótese de aquisição a prazo de bem a ser utilizado como insumo na 
produção de bens ou serviços; 
74
FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP- AJUSTE A VALOR PRESENTE
III. O ativo for realizado, inclusive por meio de depreciação, amortização, 
exaustão, alienação ou baixa, na hipótese de aquisição a prazo de 
ativo não classificável nos itens I e II acima;
IV. A despesa for incorrida, na hipótese de aquisição a prazo de bem ou 
serviço contabilizado diretamente como despesa; e 
V. O custo for incorrido, na hipótese de aquisição a prazo de bem ou 
serviço contabilizado diretamente como custo de produção de bens ou 
serviços. 
Nas hipóteses previstas nos itens I, II e III, citados, os valores decorrentes 
do Ajuste a Valor Presente deverão ser evidenciados contabilmente em 
subconta vinculada ao ativo.
75
FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP- AJUSTE A VALOR PRESENTE
O Ajuste a Valor Presente deve ser realizado mediante a utilização de uma 
taxa efetiva de juros, a qual deverá ser aplicada às operações ativas e 
passivas de longo prazo e às relevantes de curto prazo. 
A taxa de juros a se aplicar no Ajuste a Valor Presente não deve ser líquida 
de efeitos fiscais, e sim antes dos impostos. 
A quantificação do Ajuste a Valor Presente deve ser realizada em base 
exponencial pro rata die, a partir da origem de cada transação, sendo os 
seus efeitos apropriados nas contas a que se vinculem. 
NOTA:
No cálculo do Ajuste a Valor Presente, podem ser utilizadas as seguintes 
taxas:
• Contratual;
• Implícita (para o caso de fluxos de caixa não contratuais); 
• Explicita (de mercado).
76
FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP - AJUSTE A VALOR PRESENTE –
CPC 12
Exemplo De Cálculo e Demonstração do Ajuste a Valor Presente 
Venda De Mercadorias A Longo Prazo 
O desconto relativo ao valor presente deverá ser registrado no mesmo 
momento em que for reconhecida a receita de vendas.
• Valor da negociação pré-fixada - R$ 50.000,00
• O recebimento será em uma única parcela ao final de 18 meses
• Taxa de juros acordada entre as partes 1,5% ao mês
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP - AJUSTE A VALOR PRESENTE –
CPC 12
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP - AJUSTE A VALOR PRESENTE –
CPC 12
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• AVP - AJUSTE A VALOR PRESENTE –
CPC 12
80
FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
Realize o cálculo do Ajuste a Valor Presente com os dados abaixo:
• Contas a receber com vencimento em 5 anos = R$ 200.000,00.
• Taxa de desconto = 6% ao ano. 
• Fórmula para cálculo do valor presente: VP = valor contábil x [1/(1+i)n] 
Com base nos dados acima, calcule o AVP para o primeiro ano e, em 
seguida, assinale a opção CORRETA. 
a) O AVP do primeiro ano é R$ 8.967,00
b) O AVP do primeiro ano é R$ 50.548,00
c) O AVP do primeiro ano é R$ 149.952,00
d) O AVP do primeiro ano é R$ 158.419,00
Cálculo:
200.000,00 = FV
5 anos = N
6% = I
PV = 149.592,00
200.000,00 – 149.592,00 = 50.548,00
81
FECHAMENTO DE BALANÇO
AVP
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• EFEITO NA TRIBUTAÇÃO
Os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão 
Ajustados a Valor Presente, sendo os demais ajustados quando houver 
efeito relevante. (Artigo 183, inciso VIII da Lei 6.404/1976).
O controle por meio de subcontas dispensa o controle dos mesmos valores 
na Parte B do LALUR (Artigo 89 § 5º da IN RFB nº 1.700/2014)
83
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONTABILIZAÇÕES DOS ESTOQUES
Os estoques são bens tangíveis ou intangíveis adquiridos ou produzidos 
pela empresa com o objetivo de venda ou utilização própria no curso 
normal de suas atividades. 
Os Estoques São Ativos:
• Mantidos para venda no curso normal dos negócios; 
• Em processo de produção para venda; ou 
• Na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou 
transformados no processo de produção ou na prestação de serviços.
Os estoques estão intimamente ligados às principais áreas de operação 
das companhias e envolvem problemas de administração, controle, 
contabilização e, principalmente, avaliação. 
84
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONTABILIZAÇÕES DOS ESTOQUES
• Avaliação do estoque deve ser apresentados ao custo de aquisição ou 
de fabricação, reduzido por estimativas de perdas para ajustá-lo ao 
preço de mercado, quando este for inferior. Nos produtos agrícolas e 
em certas commodities, ao valor justo.
• A Lei 6.404/76 em seu art. 183, inciso II, determina que o valor dos 
estoques seja deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado, 
contudo, com a publicação da Lei nº 11.941/2009, o valor de mercado 
entende-se como sendo o valor justo.
• Porém, desde 1º de janeiro de 1996, a despesa com a constituição 
dessa provisão é indedutível para fins de apuração do IRPJ e CSLL nas 
empresas tributadas pelo Lucro Real.
Base Legal: CPC 46 ; Art. 310 RIR/2018; Art. 14º § 5 Decreto 1598/1977.
85
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONTABILIZAÇÕES DOS ESTOQUES
• Caso a escrituração contábil não contemple às condições exigidas pela 
legislação fiscal, ou seja, contabilidade integrada, a avalição deverá ser 
determinada por meio de arbitramento :
1. Produtos em elaboração
Uma vez e meia o maior custo das matéria-prima adquiridas no período de 
apuração, ou 80% do valor dos produtos acabados;
2. Produtos acabados
Em 70% do maior preço de venda no período de apuração, sendo que 
esse valor deverá ser determinado com base no preço de venda com ICMS 
incluso.
86
FECHAMENTO DE BALANÇO
• CONTABILIZAÇÕES DOS ESTOQUES
• Provisão para perdas de estoques
Quando do fechamento do Balanço, as empresas devem avaliar se os seus 
estoques irão se realizar ou se desvalorizaram.
Esta avaliação deve ser realizada através da comparação do valor contábil 
versus o seu preço de venda menos os custos necessários para vender.
Caso o valor do estoque seja superior ao valor recuperável, a redução será 
uma perda por desvalorização de estoques e deverá ser contabilizada 
diretamente no resultado a empresa.
• Débito : Perda de Estoque (conta de resultado)
• Crédito : Ajuste por Perdas de Estoques (Redutora do Ativo Circulante) 
Base Legal: Item 27.2 da Resolução do CFC nº 1.255/2009.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• IMPOSTOS RETIDOS A RECUPERAR -
COMPENSAR
Quais impostos são retidos ?
• IRRF - Percentual de 1% ou 1,50%, dependendo do tipo de serviço.
• PCC - Percentual de 4,65%.
• INSS - Percentual de 11%, salvo exceções cuja retenção é realizada 
pelo percentual de 3,50%.
• ISS - Percentual de 2% a 5% a depender do município/serviço.
88
FECHAMENTO DE BALANÇO
• SALDO NEGATIVO DE IRPJ - CSLL
Valores pagos a maior
O sujeito passivo que apurar crédito, inclusive os judiciais com trânsito em 
julgado, relativo a tributo ou contribuição administrado pela Secretaria da 
Receita Federal, passível de restituição ou de ressarcimento, poderá 
utilizá-lo na compensação de débitos próprios relativos a quaisquer tributos 
e contribuições administrados pelo referido órgão.
Base Legal: Art. 74 da Lei 9.430/1996.
89
FECHAMENTO DE BALANÇO
• SALDO NEGATIVO DE IRPJ - CSLL
• Em 2017, a Receita Federal publicou a IN RFB nº 1.765/2017, que 
estabeleceu novas regras para a compensação dos créditos 
decorrentes de saldos negativos de IRPJ e CSLL.
• Os denominados saldos negativos são créditos da pessoa jurídica, 
oriundos do valor pago à maior a título de IRPJ e CSLL, na modalidade 
Lucro Real, durante o ano, por meio das antecipações mensais 
obrigatórias, o que se verifica ao término de cada exercício fiscal. Esse 
valor excedente pode ser compensado com IRPJ e CSLL ou com outros 
tributos federais, por meio de PER/DCOMP.
Esses saldos negativos serão objetivos de restituição ou compensação, 
contudo, a empresadeverá observar:
1. Caso seja apuração anual, poderá restituir ou compensar com outros 
tributos administrados pela Receita Federal, Após a entrega da ECF.
2. Se for tributado trimestralmente, poderá compensar a partir do mês 
seguinte ao do trimestre de apuração encerrado, Exceção se for o 
quarto trimestre, quando então só após a entrega da ECF.
Base Legal: Artigo 1º IN RFB nº1765/2017 e Artigo 161-A IN RFB nº 
1717/2017.
90
FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
• Conforme o artigo 420 do RIR/2018, serão avaliados pelo Valor de 
Patrimônio Líquido os investimentos da Pessoa Jurídica (Lei nº 6.404, 
de 1976, art. 248, caput): 
• Em sociedades controladas;
• Em sociedades coligadas; e
• Em sociedades que façam parte do mesmo grupo ou estejam sob 
controle comum.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
a) Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora, 
diretamente ou por meio de outras controladas, seja titular de direitos 
de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância 
nas deliberações sociais e poder de eleger a maioria dos 
administradores (Lei nº 6.404/1976, art. 243, § 2º).
b) Consideram-se coligadas as sociedades nas quais a investidora tenha 
influência significativa (Lei nº 6.404, de 1976, art. 243, § 1º).
c) Consideram-se que há influência significativa quando a investidora 
detenha ou exerça poder de participar nas decisões das políticas 
financeira ou operacional da investida, sem controlá-la (Lei nº 6.404, de 
1976, art. 243, § 4º).
d) A influência significativa é presumida quando a investidora for titular de 
vinte por cento ou mais do capital votante da investida, sem controlá-la 
(Lei nº 6.404, de 1976, art. 243, § 5º)
92
FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
O contribuinte que avaliar investimento pelo valor de Patrimônio Líquido 
deverá, por ocasião da aquisição da participação, desdobrar o custo de 
aquisição em (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 20, caput, incisos I ao 
III):
I. O valor de Patrimônio Líquido na época da aquisição, observado o 
disposto no art. 243 da Lei das Sociedades Anônimas;
II. Mais ou menos-valia - que corresponde à diferença entre o valor justo 
dos ativos líquidos da investida, na proporção da porcentagem da 
participação adquirida, e o valor de que trata o inciso I; e
III. Ágio por rentabilidade futura (goodwill) - que corresponde à diferença 
entre o custo de aquisição do investimento e o somatório dos valores 
de que tratam os itens I e II.
Nota: Os valores de que tratam o itens I ao inciso III serão registrados em 
subcontas distintas (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 20, § 1º).
93
FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
O valor de que trata o item II, terá como base laudo elaborado por perito 
independente, que será protocolado na Receita Federal do Brasil do 
Ministério da Fazenda ou cujo sumário será registrado em Cartório de 
Registro de Títulos e Documentos até o último dia útil do décimo terceiro 
mês subsequente ao da aquisição da participação
(Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 20, § 3º)
94
FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
A aquisição de participação societária sujeita à avaliação pelo valor do 
Patrimônio Líquido exige o reconhecimento e a mensuração: 
95
FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
A contrapartida do ajuste de que trata o art. 425 do RIR/2018, por aumento 
ou redução no valor de Patrimônio Líquido do investimento, não será 
computada para fins de determinação do Lucro Real, observado o disposto 
no art. 446
(Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 23, caput).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• MÉTODO DE AVALIÇÃO PATRIMONIAL
Não serão computadas para fins de determinação do Lucro Real as 
contrapartidas de Ajuste do Valor do Investimento ou da redução dos 
valores de que tratam os incisos II e III do caput do art. 421 do RIR/2018 
derivados de investimentos em sociedades estrangeiras que não 
funcionem no País 
(Decreto-Lei nº 1.598/1977).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
Depreciação
A lei 11.638/2008 introduziu o padrão internacional de contabilidade no 
Brasil. O ativo imobilizado, como não poderia deixar de ser, sofreu 
alteração com base no CPC 27, na qual a depreciação deve utilizar a vida 
útil econômica estimada dos bens.
Métodos possíveis:
• Método da linha reta – fiscal
• Método dos saldos decrescentes;
• Método baseado em uso (unidades produzidas).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
Exemplo prático:
(Regime Lucro Real)
Suponha o que uma máquina foi adquirida por uma empresa pelo valor de 
R$ 400.000,00. A empresa avaliou que essa máquina tem vida útil definida 
por laudo técnico de 8 anos. Após esse período, avalia que vai vender esse 
bem por R$ 230.000,00.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
Exemplo prático:
• Depreciação fiscal:
Valor do bem: 400.000,00
Valor Residual: não há valor residual
Vida útil: 10 anos (10% a.a)
Depreciação mensal: 3.333,34 (400.000,00/10 anos = 40.000,00/12 meses 
= 3.333,34)
Depreciação Anual: R$ 40.000,00
Nota: Para fins fiscais devemos utilizar a taxa de depreciação de acordo 
com a legislação fiscal. 
( Anexo III da IN RFB nº 1700/2017).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
Exemplo prático:
• Depreciação contábil:
Valor do bem: 400.000,00
Valor Residual: 230.000,00
Vida útil: 8 anos 
Depreciação mensal: 2.395,83 (230.000,00/8 anos = 28.750,00/12 meses 
= 2.395,83)
Depreciação Anual: R$ 28.750,00
Salientamos que para depreciação contábil, devemos através de laudo 
estimar a vida útil do bem e o valor residual esperado na alienação do 
mesmo.
• Vida útil - período de tempo durante o qual a entidade espera utilizar o 
ativo
• Valor residual - valor estimado que a entidade obteria com venda do 
ativo após deduzir as despesas estimadas de venda.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVO IMOBILIZADO
A RFB, nesse nosso exemplo, admite o aproveitamento de 10% de 
depreciação. Nesses termos, a diferença entre a contabilidade societária x 
fiscal deve ser ajustada via LALUR/ LACS.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• QUIZ TIME
Quando adquirimos com caráter de permanente, são classificado como 
ativo permanente investimentos:
a) Participação societária e os bens de usos intangíveis
b) Bens de uso intangíveis e os direitos de longo prazo.
c) Bens tangíveis não utilizado nas atividades da empresa.
d) Bens de uso tangíveis e os direitos de longo prazo.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TESTE DE IMPAIRMENT
O art. 183 da Lei das S.A. diz que a Cia deverá efetuar, periodicamente, 
análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no 
intangível, a fim de que sejam revisados e ajustados os critérios utilizados 
para determinação da vida útil-econômica estimada e para cálculo da 
depreciação, exaustão e amortização.
Em cada data de divulgação, a entidade deve aplicar a redução ao valor 
recuperável de ativo. Uma perda por desvalorização ocorre quando o valor 
contábil do ativo excede seu valor recuperável. Não se aplica: 
a) Tributos diferidos; 
b) Ativos financeiros; 
c) Propriedades para investimentos; 
d) Ativos biológicos.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TESTE DE IMPAIRMENT
Cada vez que se verificar que um ativo esteja avaliado por valor não 
recuperável no futuro, ou seja, toda vez que houver uma projeção de 
geração de caixa em valor inferior ao montante pelo qual o ativo está 
registrado, a companhia terá que fazer a baixa contábil da diferença.
Conforme Resolução do CFC 1255/09 – item 27.1, em cada data de 
divulgação a entidade deve aplicar o teste de impairment.
Esse teste de redução ao valor recuperável pode ser executado a qualquer 
momento no período de um ano, desde que seja executado, todo ano, no 
mesmo período.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TESTE DEIMPAIRMENT
Para determinar se um item do ativo imobilizado está com parte de seu 
valor irrecuperável, a entidade aplica o Pronunciamento Técnico NBC TG 
01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Esse Pronunciamento 
determina como a entidade deve revisar o valor contábil de seus ativos, 
como determinar o seu valor recuperável e quando reconhecer ou reverter 
perda por redução ao valor recuperável.
• A entidade deve verificar se há alguma indicação ou evidência de que 
um imobilizado possa ter sofrido desvalorização pelo uso ou venda. 
• A entidade deve reconhecer as perdas por desvalorização em conta 
redutora do bem, tendo em contrapartida o resultado de exercício.
• PME- Aplicar a mesma regra - seção 27 Resolução CFC 1.255/09. 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TESTE DE IMPAIRMENT
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TESTE DE IMPAIRMENT
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PROVISÃO E PASSIVO CONTINGENTE
Item 12 CPC 25
• Em Sentido Geral: Todas as provisões são contingentes porque são 
incertas quanto ao seu prazo e valor.
• Contingente: É usado para passivos e ativos que não sejam 
reconhecidos porque a sua existência somente será confirmada pela 
ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não 
totalmente sob controle da entidade. O termo passivo contingente é 
usado para passivos que não satisfaçam os critérios de 
reconhecimento. O CPC 25 distingue:
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0
FECHAMENTO DE BALANÇO
• PROVISÃO E PASSIVO CONTINGENTE
a) Provisões: Que são reconhecidas como passivo (presumindo-se que 
possa ser feita uma estimativa confiável) porque são obrigações 
presentes e é provável que uma saída de recursos que incorporam 
benefícios econômicos seja necessária para liquidar a obrigação.
b) Passivos contingentes: Que não são reconhecidos com passivo porque 
são:
Obrigações possíveis, visto que ainda não há de ser confirmado se a 
entidade tem ou não uma obrigação presente que possa conduzir a uma 
saída de recursos que incorporam benefícios econômicos, ou
Obrigações presentes que não satisfazem os critérios de reconhecimento 
deste Pronunciamento Técnico (porque não é provável que seja necessária 
uma saída de recursos que incorporem benefícios econômicos para 
liquidar a obrigação, ou não pode ser feita uma estimativa suficientemente 
confiável do valor da obrigação). 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTE
Reconhecimento:
A entidade deve reconhecer a provisão, de acordo com as informações 
abaixo (seção 21 – Res. 1255/09 – itens 14, 15 e 86 do CPC 25 – IAS 37)
Base Legal: Deliberação CVM nº 489 – 03.10.2005
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CRUZAMENTOS DAS INFORMAÇÕES 
DECLARADAS NA ECF
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DECLARAÇÕES E LIVROS 
SUBSTITUÍDOS PELA ECF
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• PESSOAS JURÍDICAS 
• OBRIGADAS A APRESENTAR A ECF
A partir do ano-calendário de 2014, todas as Pessoas Jurídicas, inclusive 
as equiparadas, deverão apresentar a ECF - Escrituração Contábil Fiscal, 
de forma centralizada pela matriz, são elas:
• Lucro Real;
• Lucro Presumido;
• Lucro Arbitrado;
• Imunes e Isentas. 
Base Legal: art. 1º da IN RFB nº 2004/2021.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
Os acionistas têm direito de receber como dividendo obrigatório, em cada 
exercício, a parcela dos lucros estabelecida no estatuto ou, se este for 
omisso, a importância determinada de acordo com as seguintes normas:
I. Metade do lucro líquido do exercício diminuído ou acrescido dos 
seguintes valores:
a) Importância destinada à constituição da reserva legal; e
b) Importância destinada à formação da reserva para contingências e 
reversão da mesma reserva formada em exercícios anteriores;
Base Legal: Artigos 193, 195 e 202 da Lei nº 6.404 de 1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
II. O pagamento do dividendo determinado nos termos do item I poderá 
ser limitado ao montante do Lucro Líquido do Exercício que tiver sido 
realizado, desde que a diferença seja registrada como Reserva de 
Lucros a Realizar;
III. Os lucros registrados na reserva de lucros a realizar, quando 
realizados e se não tiverem sido absorvidos por prejuízos em 
exercícios subsequentes, deverão ser acrescidos ao primeiro 
dividendo declarado após a realização.
Base Legal: Artigo 197 da Lei nº 6.404 de 1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
O estatuto poderá estabelecer o dividendo como porcentagem do lucro ou 
do capital social, ou fixar outros critérios para determiná-lo, desde que 
sejam regulados com precisão e minúcia e não sujeitem os acionistas 
minoritários ao arbítrio dos órgãos de administração ou da maioria.
• Quando o estatuto for omisso e a assembleia-geral deliberar alterá-lo 
para introduzir norma sobre a matéria, o dividendo obrigatório não 
poderá ser inferior a 25% do lucro líquido ajustado nos termos do item 
I.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
A assembleia-geral pode, desde que não haja oposição de qualquer 
acionista presente, deliberar a distribuição de dividendo inferior ao 
obrigatório, ou a retenção de todo o lucro líquido, nas seguintes 
sociedades:
I. Companhias abertas exclusivamente para a captação de recursos por 
debêntures não conversíveis em ações;
II. Companhias fechadas, exceto nas controladas por companhias 
abertas que não se enquadrem na condição prevista no item I.
O dividendo previsto não será obrigatório no exercício social em que os 
órgãos da administração informarem à assembleia geral ordinária ser ele 
incompatível com a situação financeira da companhia. O conselho fiscal, se 
em funcionamento, deverá dar parecer sobre essa informação e, na 
companhia aberta, seus administradores encaminharão à Comissão de 
Valores Mobiliários, dentro de 5 (cinco) dias da realização da assembleia 
geral, exposição justificativa da informação transmitida à assembleia.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• NÃO PAGAMENTO DOS DIVIDENDOS
As Pessoas Jurídicas, enquanto estiverem em débito, não garantido, por 
falta de recolhimento de imposto no prazo legal, não poderão:
• Distribuir quaisquer bonificações a seus acionistas;
• Dar ou atribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas, bem 
como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes, fiscais 
ou consultivos.
• Multa: 50% das quantias distribuídas.
Base Legal: Artigo 1018 do Decreto nº 9.580/2018 e artigo 17 da Lei nº 
11.051/2004.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• DIVIDENDOS OBRIGATÓRIOS
CUIDADOS:
1. Previsão contratual;
2. Balancetes mensais;
3. Ausência débito de impostos
RETENÇÃO NA FONTE:
11% de retenção limitado ao teto previdenciário
PODE SER DESPROPORCIONAL
Artigo 1.007 do CCB diz que: “salvo estipulação em contrário, o sócio 
participa dos lucros e das perdas, na proporção das respectivas quotas 
(…).”
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA LEGAL
A companhia poderá deixar de constituir a Reserva Legal no exercício em 
que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital 
de que trata o § 1o do Art. 182 da Lei 6.404/76, exceder de 30% do capital 
social.
A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e 
somente poderá ser utilizada para compensar prejuízos ou aumentar o 
capital. 
Do lucro líquido do exercício, 5% serão aplicados, antes de qualquer outra 
destinação, na constituição da Reserva Legal, que não excederá de 20% 
do capital social.
Base Legal: Artigo 193 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA ESTATUTÁRIA
O estatuto poderá criar reservas desde que, para cada uma:
I. Indique, de modo preciso e completo, a sua finalidade;
II. Fixe os critérios para determinar a parcela anual dos Lucros Líquidos 
que serão destinados à sua constituição; e
III. Estabeleça o limite máximo da reserva.
BaseLegal: Artigo 194 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA PARA CONTINGÊNCIAS
A assembléia geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, 
destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de 
compensar, em exercício futuro, a diminuição do Lucro decorrente de 
perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado.
• A proposta dos órgãos da administração deverá indicar a causa da 
perda prevista e justificar, com as razões de prudência que a 
recomendem, a constituição da reserva.
• A reserva será revertida no exercício em que deixarem de existir as 
razões que justificaram a sua constituição ou em que ocorrer a perda. 
Base Legal: Artigo 194 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA DE INCENTIVOS FISCAIS
A assembleia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, 
destinar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do Lucro Líquido 
decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, 
que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório -
Incluído pela Lei nº 11.638,de 2007.
Base Legal: Artigo 195-A e inciso I do artigo 202 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA DE RETENÇÃO DE LUCROS
A Assembleia Geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, 
deliberar reter parcela do Lucro Líquido do exercício prevista em 
orçamento de capital por ela previamente aprovado.
O orçamento, submetido pelos órgãos da administração com a justificação 
da retenção de Lucros proposta, deverá compreender todas as fontes de 
recursos e aplicações de capital, fixo ou circulante, e poderá ter a duração 
de até 5 (cinco) exercícios, salvo no caso de execução, por prazo maior, de 
projeto de investimento.
Base Legal: Artigo 196 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA DE LUCROS A REALIZAR
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• RESERVA DE LUCROS A REALIZAR
A reserva de lucros a realizar somente poderá ser utilizada para 
pagamento do dividendo obrigatório e, para efeito do inciso III do art. 202, 
serão considerados como integrantes da Reserva os Lucros a Realizar de 
cada exercício que forem os primeiros a serem realizados em dinheiro.
I. O Resultado Líquido positivo da Equivalência Patrimonial; e
II. O lucro, rendimento ou ganho líquidos em operações ou 
contabilização de ativo e passivo pelo valor de mercado, cujo prazo de 
realização financeira ocorra após o término do exercício social 
seguinte. (Redação dada pela Lei nº 11.638/2007)
Base Legal: Artigos 197 e 248 da Lei nº 6.404/1976.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
A Pessoa Jurídica poderá deduzir, para fins de apuração do Lucro Real, os 
juros pagos ou creditados de forma individualizada a titular, sócios ou 
acionistas, a título de remuneração do capital próprio, calculados sobre as 
contas do Patrimônio Líquido e limitados à variação, pro rata die, da Taxa 
de Juros de Longo Prazo – TJLP.
Base Legal: Artigo 9º, § 1º Lei nº 9.249/1995
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
1. O efetivo pagamento ou crédito dos juros fica condicionado à existência 
de lucros, computados antes da dedução dos juros, ou de lucros 
acumulados e reservas de lucros, em montante igual ou superior ao 
valor de duas vezes os juros a serem pagos ou creditados. 
2. Os juros ficarão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na 
forma prevista no art. 726 do RIR/2018, ou seja, 15%.
3. O valor dos juros pagos ou creditados pela Pessoa Jurídica, a título de 
remuneração do capital próprio, poderá ser imputado ao valor dos 
dividendos obrigatórios de que trata o art. 202 da Lei nº 6.404, de 1976, 
sem prejuízo do disposto no § 2º.
Base Legal: Artigo 9º, § 1º Lei nº 9.249/1995
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
Art.202, § 2o Quando o estatuto for omisso e a assembleia-geral deliberar 
alterá-lo para introduzir norma sobre a matéria, o dividendo obrigatório não 
poderá ser inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado.
Base Legal: Artigo 9º, § 2º e 7º Lei nº 9.249/1995
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
4. Para fins de cálculo da remuneração prevista, serão consideradas 
exclusivamente as seguintes contas do Patrimônio Líquido:
I. Capital social; 
II. Reservas de capital; 
III. Reservas de lucros; 
IV. Ações em tesouraria; e 
V. Prejuízos acumulados. 
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
Dedutibilidade dos juros
A pessoa jurídica poderá deduzir, para efeitos da apuração do Lucro Real, 
os juros pagos ou creditados individualmente a titular, sócios ou acionistas, 
a título de remuneração do capital próprio, calculado sobre as contas do 
Patrimônio Líquido.
Para a aplicação deste dispositivo, o efetivo pagamento ou crédito dos 
juros fica condicionado à existência de lucros, computados antes da 
dedução dos juros, ou de lucro acumulados, em montante igual ou superior 
ao valor de duas vezes os juros a serem pagos ou creditados. 
Base Legal: Artigo 75 da IN RFB nº 1.700/2017.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
Limite para dedutibilidade :
Resumindo, o valor dos juros pagos ou creditados para efeito de 
dedutibilidade como despesa financeira não poderá exceder a 50% os 
seguintes valores: 
I. Do lucro líquido correspondente ao período de apuração (trimestral ou 
anual) do pagamento ou crédito dos juros, antes da provisão para IRPJ 
e da dedução dos referidos juros Após a contribuição social sobre o 
lucro líquido; ou 
II. Dos saldos de lucros acumulados e reservas de lucros de períodos 
anteriores (ano base de 1996, só era computado o saldo de lucros 
acumulados).
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
Exemplo 1:
Admitindo uma empresa com Patrimônio Líquido de R$ 50.000.000, que 
queira remunerar capital próprio no ano-calendário de 2020 nos meses de 
maio a novembro e que trabalhe na sistemática de Lucro Real Anual, 
ignorando outros detalhes, com a TJLP fixada em:
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• JCP - JUROS SOBRE O CAPITAL 
PRÓPRIO
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRIBUTOS SOBRE O LUCRO
É requerido que a Sociedade reconheça os efeitos fiscais atuais e futuros 
de transações e outros eventos que tenham sido reconhecidos nas 
Demonstrações Contábeis. Compreende: 
• Tributo corrente - É o tributo a ser pago (recuperável) referente ao lucro 
tributável (prejuízo fiscal) para o período corrente ou períodos 
passados.
• Tributo diferido - É o tributo a ser pago ou recuperável em períodos 
futuros, geralmente como resultado de a entidade recuperar ou quitar 
seus ativos e passivos pelos seus valores contábeis correntes, e o 
efeito fiscal da postergação, para compensação ou débito a resultados 
em períodos posteriores, de créditos fiscais e prejuízos fiscais não 
utilizados no período corrente.
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• TRIBUTOS SOBRE O LUCRO
Itens geradores de tributos diferidos – Exemplos:
1. Provisão para perdas de estoque;
2. Provisão para perdas de investimentos;
3. Provisão para contingências;
4. Teste de impairment;
5. Depreciação / Exaustão / Amortização Diferentes das Regras Fiscais;
6. Ajuste de Avaliação Patrimonial;
7. Ajuste a Valor Presente – AVP;
8. Outros itens – ver parte B do LACS / LALUR
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FECHAMENTO DE BALANÇO
• CRITÉRIOS PARA AVALIAR EXISTÊNCIA 
DE LUCROS TRIBUTÁRIOS
• Não reconhecimento do ativo fiscal diferido:
Na medida em que não for provável que estará disponível Lucro Tributável 
contra o qual Prejuízo Fiscal não utilizados sejam utilizados, o ativo fiscal 
diferido não deve ser reconhecido.
• Remensuração do ativo fiscal diferido:
Ao final de cada período de apresentação das Demonstrações Contábeis, 
a entidade

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