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1. Paradigma Funcional e Programação Declarativa Jean Paulo: Introdução ao Paradigma Funcional: O paradigma funcional é um estilo de programação onde as funções são tratadas como "cidadãos de primeira classe", ou seja, podem ser passadas como parâmetros, retornadas e atribuídas a variáveis. A programação funcional evita o estado mutável e as instruções sequenciais, focando em funções matemáticas puras. Programação Declarativa: A programação declarativa descreve o que o programa deve fazer, ao invés de como fazê-lo, contrastando com a programação imperativa. O paradigma funcional é um exemplo de programação declarativa, onde a ênfase está em expressar lógica sem manipular diretamente o fluxo de controle ou o estado do programa. 2. Características do Paradigma Funcional Jean Paulo: Imutabilidade: No paradigma funcional, os dados são tratados como imutáveis, ou seja, uma vez criados, não podem ser alterados. Isso reduz a complexidade do código e facilita a execução paralela. Funções como Cidadãos de Primeira Classe: As funções podem ser passadas como argumentos para outras funções, retornadas e atribuídas a variáveis, aumentando a modularidade e a reusabilidade do código. 3. Estruturas de Repetição, Funções Recursivas e Dados Mutáveis Jean Paulo: Estruturas de Repetição: Ao invés de loops tradicionais (como for ou while ), o paradigma funcional utiliza recursão para realizar iterações, permitindo que uma função se chame repetidamente até atingir uma condição de parada. Funções Recursivas: São funções que se chamam a si mesmas. Elas são uma das principais ferramentas na programação funcional para realizar operações repetitivas sem utilizar estados mutáveis ou estruturas de controle imperativas. Dados Mutáveis: Em linguagens funcionais, o uso de dados mutáveis é desencorajado. Ao invés disso, o foco é na criação de novos dados ao invés de modificar os existentes, o que ajuda a evitar efeitos colaterais indesejados.