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Questões resolvidas

As classificações das despesas são divididas em Institucional, Funcional e Programática. É correto afirmar que a classificação Institucional:
004. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) As classificações das despesas são divididas em Institucional, Funcional e Programática. É correto afirmar que a classificação Institucional:
a) É obrigatória e padronizada para todos os entes, exceto os municípios.
b) Não é obrigatória para todos os entes e devem ter seus trabalhos organizados por programas e ações, mas cada um estabelecerá seus próprios programas e ações de acordo com a Lei.
c) É o instrumento de organização da ação governamental que visa à concretização dos objetivos pretendidos. Estados e Municípios devem seguir a mesma estrutura conceitual de programa, ação e subtítulo ainda que haja nomenclatura distinta para programas e subtítulos.
d) É obrigatória para todos os entes; é formada por funções e subfunções; busca identificar em que área de despesa a ação governamental será realizada; sendo composta de um rol de funções e subfunções prefixadas, que servem como agregador de gastos públicos por área de ação governamental nos três níveis de Governo.
e) É obrigatória para todos os entes e constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. No âmbito da União, reflete as estruturas organizacional e administrativa e compreende dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária.

A despesa orçamentária compreende o conjunto dos créditos ou autorizações consignadas na Lei de Orçamento e se realiza por meio da denominada administração de créditos. A ordem dos estágios que a despesa pública percorre é:
A) Empenho, fixação, pagamento e liquidação.
B) Pagamento, empenho, fixação e liquidação.
C) Fixação, empenho, liquidação e pagamento.
D) Liquidação, pagamento, empenho e fixação.

O elemento de despesa pública, obras e instalações, utilizado para registrar as despesas orçamentárias, como estudos e projetos; início, prosseguimento e conclusão de obras; pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade; sendo necessário à realização das mesmas e ao pagamento de obras contratadas, pertence a qual categoria econômica da despesa?
A) Despesas de capital.
B) Despesas correntes.
C) Regime de competência.
D) Despesas extraorçamentárias.

Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético de um orçamento público: Pessoal e encargos = R$2.000,00; Juros e encargos da dívida = R$1.500,00; Investimentos = R$500,00; Inversões financeiras = R$100,00 e Amortização de dívida = R$200,00.
Com base nesses dados, qual é o valor total das despesas correntes?
(A) R$1.500,00
(B) R$1.700,00
(C) R$1.800,00
(D) R$3.500,00

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Questões resolvidas

As classificações das despesas são divididas em Institucional, Funcional e Programática. É correto afirmar que a classificação Institucional:
004. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) As classificações das despesas são divididas em Institucional, Funcional e Programática. É correto afirmar que a classificação Institucional:
a) É obrigatória e padronizada para todos os entes, exceto os municípios.
b) Não é obrigatória para todos os entes e devem ter seus trabalhos organizados por programas e ações, mas cada um estabelecerá seus próprios programas e ações de acordo com a Lei.
c) É o instrumento de organização da ação governamental que visa à concretização dos objetivos pretendidos. Estados e Municípios devem seguir a mesma estrutura conceitual de programa, ação e subtítulo ainda que haja nomenclatura distinta para programas e subtítulos.
d) É obrigatória para todos os entes; é formada por funções e subfunções; busca identificar em que área de despesa a ação governamental será realizada; sendo composta de um rol de funções e subfunções prefixadas, que servem como agregador de gastos públicos por área de ação governamental nos três níveis de Governo.
e) É obrigatória para todos os entes e constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. No âmbito da União, reflete as estruturas organizacional e administrativa e compreende dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária.

A despesa orçamentária compreende o conjunto dos créditos ou autorizações consignadas na Lei de Orçamento e se realiza por meio da denominada administração de créditos. A ordem dos estágios que a despesa pública percorre é:
A) Empenho, fixação, pagamento e liquidação.
B) Pagamento, empenho, fixação e liquidação.
C) Fixação, empenho, liquidação e pagamento.
D) Liquidação, pagamento, empenho e fixação.

O elemento de despesa pública, obras e instalações, utilizado para registrar as despesas orçamentárias, como estudos e projetos; início, prosseguimento e conclusão de obras; pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade; sendo necessário à realização das mesmas e ao pagamento de obras contratadas, pertence a qual categoria econômica da despesa?
A) Despesas de capital.
B) Despesas correntes.
C) Regime de competência.
D) Despesas extraorçamentárias.

Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético de um orçamento público: Pessoal e encargos = R$2.000,00; Juros e encargos da dívida = R$1.500,00; Investimentos = R$500,00; Inversões financeiras = R$100,00 e Amortização de dívida = R$200,00.
Com base nesses dados, qual é o valor total das despesas correntes?
(A) R$1.500,00
(B) R$1.700,00
(C) R$1.800,00
(D) R$3.500,00

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ADMINISTRAÇÃO 
FINANCEIRA E 
ORÇAMENTÁRIA 
E ORÇAMENTO 
PÚBLICO
Despesas Públicas
Livro Eletrônico
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Despesas Públicas
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA E 
ORÇAMENTO PÚBLICO
Allan Mendes e Vinicius Ribeiro
Sumário
Apresentação .....................................................................................................................................................................3
Despesas Públicas ..........................................................................................................................................................4
1. Despesa Pública ...........................................................................................................................................................4
1.1. Classificação ...............................................................................................................................................................5
1.2. Estágios/Etapas da Despesa .........................................................................................................................19
1.3. Restos a Pagar .......................................................................................................................................................26
1.4. Despesas de Exercícios Anteriores............................................................................................................ 29
1.5. Suprimento de Fundos ........................................................................................................................................31
Resumo ...............................................................................................................................................................................33
Mapa Mental ....................................................................................................................................................................34
Questões de Concurso ...............................................................................................................................................35
Gabarito ..............................................................................................................................................................................44
Gabarito Comentado ...................................................................................................................................................45
Referências .......................................................................................................................................................................58
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ORÇAMENTO PÚBLICO
Allan Mendes e Vinicius Ribeiro
ApresentAção
Olá. Tudo bem com você? Vamos lá?
Qualquer dúvida, só utilizar o fórum de dúvidas!
Ah, não se esqueça de avaliar esta aula. O seu feedback é muito importante para o aprimo-
ramento constante deste trabalho.
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ORÇAMENTO PÚBLICO
Allan Mendes e Vinicius Ribeiro
DESPESAS PÚBLICAS
1. DespesA públicA
A despesa pública pode ser entendida como os gastos realizados pelo Estado para al-
cançar seus objetivos com o fim de atender a coletividade. Da mesma forma que a receita, a 
despesa poderá ser classificada como orçamentária ou extraorçamentária (dispêndios extra-
orçamentários), sendo esta a devolução dos recursos recebidos por meio de ingressos extra-
orçamentários (devolução de depósitos em Caução, Fianças, Operações de Crédito por ARO, 
emissão de moeda, Consignações em Folha de Pessoal, pagamento de Restos a Pagar e ou-
tras saídas compensatórias no ativo e passivo financeiro).
Ao contrário das despesas orçamentárias, as despesas extraorçamentárias apresentam 
caráter temporário e não integram a LOA (não necessitam de autorização legislativa). Não 
acarretam impacto no patrimônio público, nem são objeto de programação orçamentária, con-
tudo, por envolverem a saída de recursos financeiros, mesmo que pertencendo a terceiros, 
integram o fluxo financeiro das despesas públicas.
001. (CONSULPLAN/MPE-PA/2019) Em relação às receitas e despesas públicas, é correto 
afirmar que os restos a pagar são:
a) Receitas tributárias.
b) Receitas extraordinárias.
c) Despesas orçamentárias.
d) Despesas extraorçamentárias.
O pagamento de uma despesa inscrita em restos a pagar é classificado como uma despesa 
extraorçamentária.
Letra d.
002. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Considere a situação hipotética: “A empresa vencedora da 
modalidade concorrência de um processo de licitação teve que efetuar um depósito caução na 
ordem de R$ 500 mil reais como garantia do cumprimento do objeto do contrato.” A devolução 
desse dispêndio pelo cofre público deverá ser tratada como um(a)
a) receita orçamentária.
b) despesa orçamentária.
c) crédito adicional especial.
d) despesa extraorçamentária.
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A devolução de depósitos em caução é espécie de despesa extraorçamentária.
Letra d.
003. (CONSULPLAN/MAPA/2014) A tesouraria pública, ao efetuar o pagamento da despesa 
de consignação, proveniente da parte do plano de saúde do servidor público, reteve o empenho 
da folha de pagamento. Essa despesa deverá ser classificada como:
a) Despesa corrente.
b) Despesa de capital.
c) Despesa orçamentária.
d) Despesa extraorçamentária.
Saída do caixa governamental fruto de uma operação temporária de ingresso de recurso carac-
teriza-se como sendo uma despesa extraorçamentária.
Letra d.
1.1. clAssificAção
A despesa pública possui classificações quanto aos aspectos qualitativos e quantitativos. 
Os aspectos qualitativos são formados pelas classificações por esfera, institucional, funcional 
e programática.
As informações quantitativas envolvem uma dimensão física, que determina a quantidade 
de bens ou serviços a serem entregues, e uma dimensão financeira, que envolve as classifica-
ções por natureza da despesa, identificador de uso (IDUSO), fonte de recurso, identificador de 
doações e operações de crédito (IDOC), identificador de resultado primário, e por fim, a dota-
ção orçamentária, que é o valor consignado para o orçamento daquele ano.
Veja como exemplo o quadro retirado do Manual Técnico de Orçamento da SOF 2022, qua-
dro esse que também pode ser visualizado no SIAFI – Sistema Integrado de Administração 
Financeira do Governo Federal:
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Despesas Públicas
ADMINISTRAÇÃOdas ações de governo, das quais não resulta um produto e não 
geram contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços. Ex.: cumprimento 
de sentenças judiciais.
Afetação
Não efetiva: não modificam a situação patrimonial, caracterizando fatos 
contábeis permutativos (em regra despesas de capital).
Efetiva: modificam a situação patrimonial, causando um impacto negativo, 
caracterizando um fato modificativo diminutivos (em regra despesas correntes).
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MAPA MENTAL
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QUESTÕES DE CONCURSO
001. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Consideram-se Restos a Pa-
gar (resíduos passivos) as despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro, 
distinguindo-se as processadas das não processadas. Um gestor público de uma determinada 
prefeitura municipal comprou material para a construção de uma escola. Após a realização de 
todo o processo licitatório, assinatura e registro das assinaturas no contrato, foi realizado o 
empenho em 1º de março de 2019 e, no dia 1º de junho de 2019, o fornecedor entregou tal ma-
terial que foi conferido pelo setor responsável. Após a conferência, foi realizada a liquidação 
dessa despesa. Porém, devido a certos motivos, não foi possível realizar o pagamento ainda no 
ano de 2019. Nesse caso, a despesa foi registrada em 31 de dezembro de 2019 como restos a 
pagar processados e paga somente em 2020. Diante do exposto, é correto afirmar que o paga-
mento de restos a pagar no ano de 2020 fará com que essa despesa seja considerada como:
a) Corrente.
b) De Custeio.
c) Orçamentária.
d) Extraorçamentária.
e) De Inversão Financeira.
002. (CONSULPLAN/MAPA/2014) As despesas com o planejamento e a execução de obras, 
inclusive com a aquisição de imóveis, considerados necessários à realização dessas últimas, 
e a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, deverão ser classificadas 
em qual categoria das despesas de capital?
a) Investimentos.
b) Inversões financeiras.
c) Amortização da dívida.
d) Reserva de contingência.
003. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Na classificação legal da despesa orçamentária, consi-
derando o enfoque administrativo-legal, a classificação orçamentária é subordinada aos três 
níveis de Governo: União, Estados e Municípios, cada um com autonomia financeira própria, 
nos termos da Constituição. Também corresponde à estrutura organizacional de alocação dos 
créditos orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e 
unidade orçamentária. A referida contextualização refere-se à classificação.
a) funcional.
b) institucional.
c) programática.
d) natureza da despesa.
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004. (CONSULPLAN/MAPA/2014) O elemento de despesa pública apropriado para registrar 
as despesas orçamentárias, como aquisição de combustível, lubrificantes e peças automoti-
vas, gêneros de alimentação, material de expediente, produtos de higienização, material gráfi-
co, de fotografia e filmagem, material hospitalar, entre outros, denomina-se
a) material de consumo.
b) locação de mão de obra.
c) material de distribuição gratuita.
d) outros serviços de terceiros – pessoa jurídica.
005. (CONSULPLAN/MAPA/2014) O elemento de despesa pública, obras e instalações, uti-
lizado para registrar as despesas orçamentárias, como estudos e projetos; início, prossegui-
mento e conclusão de obras; pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da 
entidade; sendo necessário à realização das mesmas e ao pagamento de obras contratadas, 
pertence a qual categoria econômica da despesa?
a) Despesas de capital.
b) Despesas correntes.
c) Regime de competência.
d) Despesas extraorçamentárias.
006. (CONSULPLAN/MAPA/2014) A categoria econômica dos elementos de despesas diá-
rias civil e de aquisição de imóveis são, respectivamente,
a) despesa corrente e despesa corrente
b) despesa corrente e despesa de capital.
c) despesa de capital e despesa corrente.
d) despesa de capital e despesa de capital.
007. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Um determinado município apresentou os seguintes da-
dos referentes à execução orçamentária ao final do exercício financeiro de 2013.
De acordo com a classificação da Receita e Despesa Orçamentárias em categorias econômi-
cas, baseando-se nas informações apresentadas, qual o valor das Receitas Correntes e das 
Despesas de Capital, respectivamente?
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ORÇAMENTO PÚBLICO
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a) R$ 450.000,00 e R$ 700.000,00.
b) R$ 450.000,00 e R$ 750.000,00.
c) R$ 1.000.000,00 e R$ 700.000,00.
d) R$ 1.000.000,00 e R$ 750.000,00.
008. (CONSULPLAN/TSE/2012) São classificados na categoria econômica de Despesas Cor-
rentes, os gastos públicos orçamentários que não contribuem diretamente para a formação ou 
aquisição de um bem de capital. Com base no conceito, assinale a alternativa que apresenta 
uma despesa orçamentária corrente.
a) Aquisição de imóveis ou bens já em utilização.
b) Gastos com planejamento e execução de obras.
c) Pagamento de encargos sobre operações de crédito.
d) Pagamento do principal da dívida pública.
009. (CONSULPLAN/TSE/2012) Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético 
de um orçamento público: Pessoal e encargos = R$2.000,00; Juros e encargos da dívida = 
R$1.500,00; Investimentos = R$500,00; Inversões financeiras = R$100,00 e Amortização de 
dívida = R$200,00.
Com base nesses dados, qual é o valor total das despesas correntes?
a) R$1.500,00
b) R$1.700,00
c) R$1.800,00
d) R$3.500,00
010. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE ITABAIANA – SE/2010) O empenho que é utilizado 
para os casos de despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento, é:
a) Ordinário ou normal.
b) Global.
c) Por estimativa.
d) Extraordinário.
e) Estipulado.
011. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Analise o procedimento e responda.
“Foi entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um veículo adquirido 
através de processo licitatório pelo fornecedor e o servidor público na ocasião verificou as 
especificações da nota fiscal com o veículo recebido – modelo, cor e marca –, bem como o 
valor do veículo com aquele mencionado no contrato e no empenho, e as informações da nota 
de empenho do fornecedor com a nota fiscal entregue junto ao veículo.” Esse procedimento da 
fase da execução da despesa pública denomina-se
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Despesas Públicas
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a) previsão.
b) empenho.
c) liquidação.
d) pagamento.
012. (CONSULPLAN/TRE-MG/2013) A despesa pública é o conjunto de dispêndios realizados 
pelos entes públicos para o funcionamento e manutenção dos serviços públicos prestados à 
sociedade. A respeito da despesa pública, analise as afirmativas.
I – O orçamento Federal está organizado em programas, a partir dos quais se relacionam as 
ações sob a forma de atividades, projetos ou operações especiais, especificando os respecti-
vos valores e metas e as unidades orçamentárias responsáveis pela realização da ação.
II – A reserva de contingência destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros 
riscos, bem como eventos fiscais imprevistos, poderá ser utilizada para abertura de créditos 
adicionais, visto que não há execução direta da reserva.
III – O orçamento anual pode ser alterado por meio de créditos adicionais. Por crédito adicio-
nal, entendem-se as autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas 
na lei orçamentária.
IV – Despesas de exercícios anteriores são despesas fixadas, no orçamento vigente, decor-
rentes de compromissos assumidos em exercícios anteriores àquele em que deva ocorrer o 
pagamento, desde que, dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua obrigação.
V – O suprimento de fundos é caracterizado por ser um adiantamento de valores a um servidor 
para futura prestação de contas. Esse adiantamento constitui despesa orçamentária, ou seja, 
para conceder o recurso ao suprido é necessário percorrer os três estágios da despesa orça-
mentária: empenho, liquidação e pagamento.
Estão corretas as afirmativas
a) I, II, III, IV e V.
b) I e V, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e IV, apenas.
e) II, III e V, apenas.
013. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE – ES/2016) Em rela-
ção às regras da contabilidade pública, as despesas orçamentárias com o planejamento e a 
execução de obras, inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realiza-
ção, das mesmas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, 
classificam-se no grupo de natureza de despesa:
a) Amortização.
b) Investimentos.
c) Inversões financeiras.
d) Outras despesas correntes.
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Despesas Públicas
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ORÇAMENTO PÚBLICO
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014. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Sobre despesas públicas, as-
sinale a afirmativa INCORRETA.
a) Consideram-se subvenções, as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das 
entidades beneficiadas
b) Entende-se por Despesas de Custeio, as dotações para manutenção de serviços anteriormente 
criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis.
c) Denomina-se Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não corres-
ponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções 
destinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado.
d) Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações para o planejamento e a execução 
de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à sua re-
alização, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equi-
pamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não 
sejam de caráter comercial ou financeiro.
e) São Transferências de Capital as dotações para investimentos ou inversões financeiras que 
outras pessoas de direito público ou privado devam realizar, independentemente de contra-
prestação direta em bens ou serviços, constituindo essas transferências auxílios ou contribui-
ções, segundo derivem diretamente da Lei de Orçamento ou de lei especialmente anterior, bem 
como as dotações para amortização da dívida pública.
015. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE SABARÁ – MG/2017) Analise as afirmativas que ver-
sam sobre classificações orçamentárias.
I – A classificação institucional da receita pública reflete a estrutura de alocação dos créditos 
orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade 
orçamentária. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao 
mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. Os órgãos orçamen-
tários, por sua vez, correspondem a agrupamentos de unidades orçamentárias. As dotações 
são consignadas às unidades orçamentárias, responsáveis pela realização das ações.
II – A classificação funcional segrega as dotações orçamentárias em funções e subfunções, 
buscando responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a des-
pesa será realizada. Trata-se de classificação de aplicação comum e obrigatória, no âmbito da 
União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, o que permite a consolidação nacio-
nal dos gastos do setor público. A classificação funcional é representada por cinco dígitos. Os 
dois primeiros referem-se à função, enquanto que os três últimos dígitos representam a sub-
função, que podem ser traduzidos como agregadores das diversas áreas de atuação do setor 
público, nas esferas legislativa, executiva e judiciária.
Assinale a alternativa correta.
a) As afirmativas I e II são falsas.
b) Apenas a afirmativa I é verdadeira.
c) Apenas a afirmativa II é verdadeira.
d) As afirmativas I e II são verdadeiras.
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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA E 
ORÇAMENTO PÚBLICO
Allan Mendes e Vinicius Ribeiro
016. (CONSULPLAN/CÂMARA DE BELO HORIZONTE – MG/2018) No que se refere à classi-
ficação da despesa orçamentária, assinale a alternativa INCORRETA.
a) A classificação da despesa por identificador de resultado primário, de caráter obrigatório, 
tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado nominal previsto na Lei Orçamentária – 
LOA, não sendo obrigatório constar no PLOA.
b) O Identificador de Doação e de Operação de Crédito – IDOC identifica as doações de enti-
dades internacionais ou operações de crédito contratuais alocadas nas ações orçamentárias, 
com ou sem contrapartida de recursos do ente governamental brasileiro.
c) O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto, tais como venci-
mentos e vantagens fixas, juros, diárias, material de consumo, serviços de terceiros prestados 
sob qualquer forma, subvenções sociais, obras e instalações, equipamentos e material perma-
nente, auxílios, amortização e outros que a Administração Pública utiliza para a consecução 
de seus fins.
d) A Modalidade de Aplicação da despesa indica se os recursos serão aplicados mediante 
transferência financeira, inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outros 
níveis de Governo, seus órgãos ou entidades, ou diretamente para entidades privadas sem fins 
lucrativos e outras instituições; ou, então, diretamente pela unidade detentora do crédito orça-mentário, ou por outro órgão ou entidade no âmbito do mesmo nível de Governo.
017. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE ITABAIANA – SE/2010) Existem três modalidades de 
empenho. Assinale-as:
a) Extraordinário, empenhado, por estimativa.
b) Extraordinário, empenhado, geral.
c) Ordinário ou normal, empenhado, global.
d) Ordinário ou normal, por estimativa, global.
e) Extraordinário, por estimativa, geral.
018. (FUNDATEC/PREFEITURA DE ESTÂNCIA VELHA – RS/2020) A liquidação da despesa 
pública consiste em:
I – Apurar a origem e o objeto do que se deve pagar. II. Fazer a conferência da importância 
exata a pagar. III. Verificar a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação. IV. 
Inserir no orçamento o montante do valor para aquele serviço.
Quais estão corretas?
a) Apenas I e II.
b) Apenas I e IV.
c) Apenas I, II e III.
d) I, II, III e IV.
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019. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) A Etapa da execução da Despesa Pública 
na qual ocorre o despacho lavrado por autoridade habilitada autorizando o repasse do valor ao 
credor, após a verificação do direito adquirido por ele, é denominada:
a) Pagamento.
b) Liquidação.
c) Antecipação.
d) Finalização.
e) Execução.
020. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) Os restos a pagar são classificados em:
a) Processados e Não Processados.
b) Empenhados e Não empenhados.
c) Únicos e Mistos.
d) Variáveis e Invariáveis.
e) Ativos e Passivos.
021. (FUNDATEC/PREFEITURA DE ESTÂNCIA VELHA – RS/2020) As despesas empenha-
das de forma regular, do exercício atual ou anterior, que não foram pagas ou rescindidas até o 
dia 31 de dezembro do exercício vigente e que podem ser diferenciadas em processadas ou 
não processadas são consideradas:
a) Empenhos Ordinários.
b) Dívidas a liquidar.
c) Ordens de Serviço.
d) Restos a pagar.
022. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) O Empenho consiste na reserva de dotação 
orçamentária para um fim específico e pode ser classificado em:
a) Ordinário, Estimativo e Global.
b) Orçamentário, Avaliativo e Contratual.
c) Extraorçamentário, Fixo e Orçamentário.
d) Extraordinário, Variável e Fixo.
e) Contratual, Geral e Estimativo.
023. (FUNDATEC/PREFEITURA DE TRAMANDAÍ – RS/2021) O Art. 61 da Lei Federal n. 
4.320/1964 estabelece que para cada empenho será extraído um documento denominado 
____________, que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa pública.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
a) ordem de serviço
b) ordem de pagamento
c) nota de empenho
d) nota de liquidação.
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ORÇAMENTO PÚBLICO
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024. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) Acerca dos princípios orçamentários e das noções básicas 
de administração financeira, julgue o item.
A identificação dos recursos que serão destinados ao orçamento fiscal, ao orçamento de se-
guridade social e ao orçamento de investimento das estatais é feita por meio da classificação 
por esfera orçamentária.
025. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
Nos casos de despesas contratuais ou compromissos decorrentes de aluguéis, deve‐se reali-
zar o empenho por estimativa.
026. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
O empenho da despesa pública é um dos estágios abrangidos pela etapa de planejamento do 
programa de trabalho do governo.
027. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
A identificação da pessoa física ou jurídica a quem se deva pagar determinada importância para 
extinguir a obrigação correspondente é feita durante o estágio de liquidação da despesa pública.
028. (QUADRIX/CFO-DF/2020) No que se refere ao orçamento público, julgue o item.
Consideram‐se como restos a pagar as despesas de exercícios encerrados para as quais o 
orçamento respectivo consigne crédito próprio, com saldo suficiente para atendê‐las, que não 
se tenham processado na época própria.
029. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, jul-
gue o item.
Os dois primeiros dígitos do código de classificação institucional da despesa pública desti-
nam-se a identificar o órgão orçamentário onde a despesa será realizada.
030. (QUADRIX/CRF-AP/2021) À luz da Lei n.º 4.320/1964 e de suas alterações, julgue o item.
Considere‐se que o preço pelo qual um produto alimentício esteja sendo comercializado seja 
de R$120,00 a unidade e que, dada a sua essencialidade, o governo tenha adquirido razoável 
quantidade para oferecê‐lo à população de baixa renda por R$100,00. Nesse caso, é correto 
afirmar que a isso se chama subvenção econômica.
031. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, 
julgue o item.
As categorias da classificação econômica das despesas públicas dividem-se em programas e 
subprogramas.
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032. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, jul-
gue o item.
Determinada entidade da Administração Pública poderá consignar, em seu orçamento, mais de 
uma função da classificação funcional-programática da despesa.
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GABARITO
1. d
2. a
3. b
4. a
5. a
6. b
7. b
8. c
9. d
10. b
11. c
12. a
13. b
14. d
15. d
16. a
17. d
18. c
19. a
20. a
21. d
22. a
23. c
24. C
25. E
26. E
27. C
28. E
29. C
30. C
31. E
32. C
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GABARITO COMENTADO
001. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Consideram-se Restos a Pa-
gar (resíduos passivos) as despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro, 
distinguindo-se as processadas das não processadas. Um gestor público de uma determinada 
prefeitura municipal comprou material para a construçãode uma escola. Após a realização de 
todo o processo licitatório, assinatura e registro das assinaturas no contrato, foi realizado o 
empenho em 1º de março de 2019 e, no dia 1º de junho de 2019, o fornecedor entregou tal ma-
terial que foi conferido pelo setor responsável. Após a conferência, foi realizada a liquidação 
dessa despesa. Porém, devido a certos motivos, não foi possível realizar o pagamento ainda no 
ano de 2019. Nesse caso, a despesa foi registrada em 31 de dezembro de 2019 como restos a 
pagar processados e paga somente em 2020. Diante do exposto, é correto afirmar que o paga-
mento de restos a pagar no ano de 2020 fará com que essa despesa seja considerada como:
a) Corrente.
b) De Custeio.
c) Orçamentária.
d) Extraorçamentária.
e) De Inversão Financeira.
O pagamento de uma despesa inscrita em restos a pagar é classificado como uma despesa 
extraorçamentária.
Letra d.
002. (CONSULPLAN/MAPA/2014) As despesas com o planejamento e a execução de obras, 
inclusive com a aquisição de imóveis, considerados necessários à realização dessas últimas, 
e a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, deverão ser classificadas 
em qual categoria das despesas de capital?
a) Investimentos.
b) Inversões financeiras.
c) Amortização da dívida.
d) Reserva de contingência.
São exemplos de despesas que devem ser classificadas como investimentos: despesas com 
planejamento e a execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis consi-
derados necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de 
trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou au-
mento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro.
Letra a.
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003. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Na classificação legal da despesa orçamentária, consi-
derando o enfoque administrativo-legal, a classificação orçamentária é subordinada aos três 
níveis de Governo: União, Estados e Municípios, cada um com autonomia financeira própria, 
nos termos da Constituição. Também corresponde à estrutura organizacional de alocação dos 
créditos orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e 
unidade orçamentária. A referida contextualização refere-se à classificação.
a) funcional.
b) institucional.
c) programática.
d) natureza da despesa.
A classificação institucional aloca as despesas públicas em órgãos e unidade orçamentárias.
Letra b.
004. (CONSULPLAN/MAPA/2014) O elemento de despesa pública apropriado para registrar 
as despesas orçamentárias, como aquisição de combustível, lubrificantes e peças automoti-
vas, gêneros de alimentação, material de expediente, produtos de higienização, material gráfi-
co, de fotografia e filmagem, material hospitalar, entre outros, denomina-se
a) material de consumo.
b) locação de mão de obra.
c) material de distribuição gratuita.
d) outros serviços de terceiros – pessoa jurídica.
Os exemplos citados no enunciado caracterizam materiais de consumo, utilizados na adminis-
tração da coisa pública.
Letra a.
005. (CONSULPLAN/MAPA/2014) O elemento de despesa pública, obras e instalações, uti-
lizado para registrar as despesas orçamentárias, como estudos e projetos; início, prossegui-
mento e conclusão de obras; pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da 
entidade; sendo necessário à realização das mesmas e ao pagamento de obras contratadas, 
pertence a qual categoria econômica da despesa?
a) Despesas de capital.
b) Despesas correntes.
c) Regime de competência.
d) Despesas extraorçamentárias.
Neste caso, trata-se de um investimento (despesa de capital), com a realização da obra pública.
Letra a.
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006. (CONSULPLAN/MAPA/2014) A categoria econômica dos elementos de despesas diá-
rias civil e de aquisição de imóveis são, respectivamente,
a) despesa corrente e despesa corrente
b) despesa corrente e despesa de capital.
c) despesa de capital e despesa corrente.
d) despesa de capital e despesa de capital.
A primeira despesa é corrente e a segunda de capital.
Letra b.
007. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Um determinado município apresentou os seguintes da-
dos referentes à execução orçamentária ao final do exercício financeiro de 2013.
De acordo com a classificação da Receita e Despesa Orçamentárias em categorias econômi-
cas, baseando-se nas informações apresentadas, qual o valor das Receitas Correntes e das 
Despesas de Capital, respectivamente?
a) R$ 450.000,00 e R$ 700.000,00.
b) R$ 450.000,00 e R$ 750.000,00.
c) R$ 1.000.000,00 e R$ 700.000,00.
d) R$ 1.000.000,00 e R$ 750.000,00.
Essa questão é boa para revisar a classificação da natureza da receita também. Como vimos, 
as receitas de impostos, contribuições, transferências correntes são classificadas em receitas 
correntes. Por outro lado, investimentos, inversões financeiras e amortização de dívida são 
despesas de capital. Assim teremos: Receita corrente, 100 mil + 150 mil + 200 mil = 450 mil, 
Despesas de capital, 200 mil + 100 mil + 450 mil = 750 mil.
Letra b.
008. (CONSULPLAN/TSE/2012) São classificados na categoria econômica de Despesas Cor-
rentes, os gastos públicos orçamentários que não contribuem diretamente para a formação ou 
aquisição de um bem de capital. Com base no conceito, assinale a alternativa que apresenta 
uma despesa orçamentária corrente.
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a) Aquisição de imóveis ou bens já em utilização.
b) Gastos com planejamento e execução de obras.
c) Pagamento de encargos sobre operações de crédito.
d) Pagamento do principal da dívida pública.
Os juros e encargos da dívida são espécies de despesas correntes (letra C), os demais itens 
envolvem ou a formação/aquisição de um bem de capital ou a amortização da dívida pública.
Letra c.
009. (CONSULPLAN/TSE/2012) Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético 
de um orçamento público: Pessoal e encargos = R$2.000,00; Juros e encargos da dívida = 
R$1.500,00; Investimentos = R$500,00; Inversões financeiras = R$100,00 e Amortização de 
dívida = R$200,00.
Com base nesses dados, qual é o valor total das despesas correntes?
a) R$1.500,00
b) R$1.700,00
c) R$1.800,00
d) R$3.500,00
As despesas com pessoal e com juros são despesas correntes, logo, R$ 2 mil + R$1,5 mil = 
R$3,5 mil.
Letra d.
010. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE ITABAIANA – SE/2010) O empenho que é utilizado 
para os casos de despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento, é:
a) Ordinário ou normal.
b) Global.
c) Por estimativa.
d) Extraordinário.
e) Estipulado.
O empenho global é utilizado para despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento. Nes-
se tipo de empenho, enquadram-seas despesas com valor já determinado, cuja prestação dos 
serviços será executada ao longo do ano, com pagamentos parcelados.
Letra b.
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011. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Analise o procedimento e responda.
“Foi entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um veículo adquirido 
através de processo licitatório pelo fornecedor e o servidor público na ocasião verificou as 
especificações da nota fiscal com o veículo recebido – modelo, cor e marca –, bem como o 
valor do veículo com aquele mencionado no contrato e no empenho, e as informações da nota 
de empenho do fornecedor com a nota fiscal entregue junto ao veículo.” Esse procedimento da 
fase da execução da despesa pública denomina-se
a) previsão.
b) empenho.
c) liquidação.
d) pagamento.
A liquidação é a etapa da execução da despesa em que se verificam a prestação do serviço e 
o direito do credor.
Letra c.
012. (CONSULPLAN/TRE-MG/2013) A despesa pública é o conjunto de dispêndios realizados 
pelos entes públicos para o funcionamento e manutenção dos serviços públicos prestados à 
sociedade. A respeito da despesa pública, analise as afirmativas.
I – O orçamento Federal está organizado em programas, a partir dos quais se relacionam as 
ações sob a forma de atividades, projetos ou operações especiais, especificando os respecti-
vos valores e metas e as unidades orçamentárias responsáveis pela realização da ação.
II – A reserva de contingência destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros 
riscos, bem como eventos fiscais imprevistos, poderá ser utilizada para abertura de créditos 
adicionais, visto que não há execução direta da reserva.
III – O orçamento anual pode ser alterado por meio de créditos adicionais. Por crédito adicio-
nal, entendem-se as autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas 
na lei orçamentária.
IV – Despesas de exercícios anteriores são despesas fixadas, no orçamento vigente, decor-
rentes de compromissos assumidos em exercícios anteriores àquele em que deva ocorrer o 
pagamento, desde que, dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua obrigação.
V – O suprimento de fundos é caracterizado por ser um adiantamento de valores a um servidor 
para futura prestação de contas. Esse adiantamento constitui despesa orçamentária, ou seja, 
para conceder o recurso ao suprido é necessário percorrer os três estágios da despesa orça-
mentária: empenho, liquidação e pagamento.
Estão corretas as afirmativas
a) I, II, III, IV e V.
b) I e V, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e IV, apenas.
e) II, III e V, apenas.
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Essa questão é interessante para fazermos uma pequena revisão da aula de despesa e outras 
aulas anteriores. Todas as alternativas estão corretas.
Letra a.
013. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE – ES/2016) Em rela-
ção às regras da contabilidade pública, as despesas orçamentárias com o planejamento e a 
execução de obras, inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realiza-
ção, das mesmas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, 
classificam-se no grupo de natureza de despesa:
a) Amortização.
b) Investimentos.
c) Inversões financeiras.
d) Outras despesas correntes.
São exemplos de despesas que devem ser classificadas como investimentos: despesas com 
planejamento e a execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis consi-
derados necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de 
trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou au-
mento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro.
Letra b.
014. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Sobre despesas públicas, as-
sinale a afirmativa INCORRETA.
a) Consideram-se subvenções, as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das 
entidades beneficiadas
b) Entende-se por Despesas de Custeio, as dotações para manutenção de serviços anteriormente 
criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis.
c) Denomina-se Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não corres-
ponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções 
destinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado.
d) Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações para o planejamento e a execução 
de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à sua re-
alização, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equi-
pamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não 
sejam de caráter comercial ou financeiro.
e) São Transferências de Capital as dotações para investimentos ou inversões financeiras que 
outras pessoas de direito público ou privado devam realizar, independentemente de contra-
prestação direta em bens ou serviços, constituindo essas transferências auxílios ou contribui-
ções, segundo derivem diretamente da Lei de Orçamento ou de lei especialmente anterior, bem 
como as dotações para amortização da dívida pública.
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A letra d apresenta despesas que devem ser classificadas como investimentos e não inver-
sões financeiras.
Letra d.
015. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE SABARÁ – MG/2017) Analise as afirmativas que ver-
sam sobre classificações orçamentárias.
I – A classificação institucional da receita pública reflete a estrutura de alocação dos créditos 
orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade 
orçamentária. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao 
mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. Os órgãos orçamen-
tários, por sua vez, correspondem a agrupamentos de unidades orçamentárias. As dotações 
são consignadas às unidades orçamentárias, responsáveis pela realização das ações.
II – A classificação funcional segrega as dotações orçamentárias em funções e subfunções, 
buscando responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a des-
pesa será realizada. Trata-se de classificação de aplicação comum e obrigatória, no âmbito da 
União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, o que permite a consolidação nacio-
nal dos gastos do setor público. A classificação funcional é representada por cinco dígitos. Os 
dois primeiros referem-se à função, enquanto que os três últimos dígitos representam a sub-
função, que podem ser traduzidos como agregadores das diversas áreas de atuação do setor 
público,nas esferas legislativa, executiva e judiciária.
Assinale a alternativa correta.
a) As afirmativas I e II são falsas.
b) Apenas a afirmativa I é verdadeira.
c) Apenas a afirmativa II é verdadeira.
d) As afirmativas I e II são verdadeiras.
Ambas as assertivas espelham corretamente a definição das classificações institucional e 
funcional, respectivamente.
Letra d.
016. (CONSULPLAN/CÂMARA DE BELO HORIZONTE – MG/2018) No que se refere à classi-
ficação da despesa orçamentária, assinale a alternativa INCORRETA.
a) A classificação da despesa por identificador de resultado primário, de caráter obrigatório, 
tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado nominal previsto na Lei Orçamentária – 
LOA, não sendo obrigatório constar no PLOA.
b) O Identificador de Doação e de Operação de Crédito – IDOC identifica as doações de enti-
dades internacionais ou operações de crédito contratuais alocadas nas ações orçamentárias, 
com ou sem contrapartida de recursos do ente governamental brasileiro.
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c) O elemento de despesa tem por finalidade identificar os objetos de gasto, tais como vencimen-
tos e vantagens fixas, juros, diárias, material de consumo, serviços de terceiros prestados sob 
qualquer forma, subvenções sociais, obras e instalações, equipamentos e material permanente, 
auxílios, amortização e outros que a Administração Pública utiliza para a consecução de seus fins.
d) A Modalidade de Aplicação da despesa indica se os recursos serão aplicados mediante 
transferência financeira, inclusive a decorrente de descentralização orçamentária para outros 
níveis de Governo, seus órgãos ou entidades, ou diretamente para entidades privadas sem fins 
lucrativos e outras instituições; ou, então, diretamente pela unidade detentora do crédito orça-
mentário, ou por outro órgão ou entidade no âmbito do mesmo nível de Governo.
A letra a está incorreta. A classificação da despesa por identificador de resultado primário, de 
caráter indicativo, tem como finalidade auxiliar a apuração do resultado primário previsto na 
LDO, sendo obrigatório constar no PLOA.
Letra a.
017. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE ITABAIANA – SE/2010) Existem três modalidades de 
empenho. Assinale-as:
a) Extraordinário, empenhado, por estimativa.
b) Extraordinário, empenhado, geral.
c) Ordinário ou normal, empenhado, global.
d) Ordinário ou normal, por estimativa, global.
e) Extraordinário, por estimativa, geral.
As espécies de empenho são: ordinário, por estimativa e global.
Letra d.
018. (FUNDATEC/PREFEITURA DE ESTÂNCIA VELHA – RS/2020) A liquidação da despesa 
pública consiste em:
I – Apurar a origem e o objeto do que se deve pagar. II. Fazer a conferência da importância 
exata a pagar. III. Verificar a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação. IV. 
Inserir no orçamento o montante do valor para aquele serviço.
Quais estão corretas?
a) Apenas I e II.
b) Apenas I e IV.
c) Apenas I, II e III.
d) I, II, III e IV.
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A assertiva IV está incorreta, visto que a assunção da obrigação é realizada na etapa do empe-
nho. As demais assertivas estão corretas.
Letra c.
019. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) A Etapa da execução da Despesa Pública 
na qual ocorre o despacho lavrado por autoridade habilitada autorizando o repasse do valor ao 
credor, após a verificação do direito adquirido por ele, é denominada:
a) Pagamento.
b) Liquidação.
c) Antecipação.
d) Finalização.
e) Execução.
O último estágio da despesa é o pagamento que, o próprio nome indica, consiste no pagamen-
to ao fornecedor ou prestador de serviço ao órgão ou entidade pública.
Art. 64. A ordem de pagamento é o despacho exarado por autoridade competente, determinando 
que a despesa seja paga.
Parágrafo único. A ordem de pagamento só poderá ser exarada em documentos processados pelos 
serviços de contabilidade.
Letra a.
020. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) Os restos a pagar são classificados em:
a) Processados e Não Processados.
b) Empenhados e Não empenhados.
c) Únicos e Mistos.
d) Variáveis e Invariáveis.
e) Ativos e Passivos.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, art. 36, restos a pagar são conceituados como despesas 
legalmente empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das 
não processadas.
Letra a.
021. (FUNDATEC/PREFEITURA DE ESTÂNCIA VELHA – RS/2020) As despesas empenha-
das de forma regular, do exercício atual ou anterior, que não foram pagas ou rescindidas até o 
dia 31 de dezembro do exercício vigente e que podem ser diferenciadas em processadas ou 
não processadas são consideradas:
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a) Empenhos Ordinários.
b) Dívidas a liquidar.
c) Ordens de Serviço.
d) Restos a pagar.
Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de de-
zembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
Letra d.
022. (FUNDATEC/CÂMARA DE IMBÉ – RS/2020) O Empenho consiste na reserva de dotação 
orçamentária para um fim específico e pode ser classificado em:
a) Ordinário, Estimativo e Global.
b) Orçamentário, Avaliativo e Contratual.
c) Extraorçamentário, Fixo e Orçamentário.
d) Extraordinário, Variável e Fixo.
e) Contratual, Geral e Estimativo.
O empenho pode ser classificado em ordinário, estimativo e global.
Letra a.
023. (FUNDATEC/PREFEITURA DE TRAMANDAÍ – RS/2021) O Art. 61 da Lei Federal n. 
4.320/1964 estabelece que para cada empenho será extraído um documento denominado 
________________, que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despe-
sa pública.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
a) ordem de serviço
b) ordem de pagamento
c) nota de empenho
d) nota de liquidação.
O documento que materializa o empenho emitido é a nota de empenho, assinada pelo Ordena-
dor de Despesa, contendo dados do valor empenhado, seu objeto e seu órgão emitente.
Lei n. 4.320/1964, Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado “nota de 
empenho” que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a 
dedução desta do saldo da dotação própria.
Letra c.
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024. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) Acerca dos princípios orçamentários e das noçõesbásicas 
de administração financeira, julgue o item.
A identificação dos recursos que serão destinados ao orçamento fiscal, ao orçamento de se-
guridade social e ao orçamento de investimento das estatais é feita por meio da classificação 
por esfera orçamentária.
É isso mesmo! Esferas: fiscal, seguridade e investimento das estatais.
Certo.
025. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
Nos casos de despesas contratuais ou compromissos decorrentes de aluguéis, deve‐se reali-
zar o empenho por estimativa.
Não é isso! O empenho por estimativa é utilizado no caso de despesas que são aferidas men-
salmente, como água e luz.
Errado.
026. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
O empenho da despesa pública é um dos estágios abrangidos pela etapa de planejamento do 
programa de trabalho do governo.
O empenho se encontra na fase de execução da despesa pública.
Errado.
027. (QUADRIX/CRMV-AM/2020) A respeito das regras de planejamento e da execução do 
orçamento público, julgue o item.
A identificação da pessoa física ou jurídica a quem se deva pagar determinada importância 
para extinguir a obrigação correspondente é feita durante o estágio de liquidação da despe-
sa pública.
Na liquidação, é feita a verificação do cumprimento obrigação assumida, determinando a ori-
gem da obrigação, o valor exato a pagar e quem é o credor.
Certo.
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028. (QUADRIX/CFO-DF/2020) No que se refere ao orçamento público, julgue o item.
Consideram‐se como restos a pagar as despesas de exercícios encerrados para as quais o 
orçamento respectivo consigne crédito próprio, com saldo suficiente para atendê‐las, que não 
se tenham processado na época própria.
Nesse caso, trata-se de despesas de exercícios anteriores.
Lei n. 4.320/1964, Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento res-
pectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham pro-
cessado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compro-
missos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta 
de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre 
que possível, a ordem cronológica.
Errado.
029. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, jul-
gue o item.
Os dois primeiros dígitos do código de classificação institucional da despesa pública desti-
nam-se a identificar o órgão orçamentário onde a despesa será realizada.
É isso. O código da classificação institucional é formado por 5 dígitos, os dois primeiros do 
órgão e os três últimos relativos a UO.
Certo.
030. (QUADRIX/CRF-AP/2021) À luz da Lei n.º 4.320/1964 e de suas alterações, julgue o item.
Considere‐se que o preço pelo qual um produto alimentício esteja sendo comercializado seja 
de R$120,00 a unidade e que, dada a sua essencialidade, o governo tenha adquirido razoável 
quantidade para oferecê‐lo à população de baixa renda por R$100,00. Nesse caso, é correto 
afirmar que a isso se chama subvenção econômica.
É isso. Trata-se de gênero alimentício sendo subsidiado.
Certo.
031. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, jul-
gue o item.
As categorias da classificação econômica das despesas públicas dividem-se em programas e 
subprogramas.
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Uma coisa é categoria econômica (corrente e de capital). Outra coisa é a estrutura programá-
tica, na qual estão inseridos os programas.
Errado.
032. (QUADRIX/CRF-AP/2021) Acerca dos aspectos fundamentais de orçamento público, jul-
gue o item.
Determinada entidade da Administração Pública poderá consignar, em seu orçamento, mais de 
uma função da classificação funcional-programática da despesa.
Pode sim. Vamos ver um exemplo do PLOA 2022:
• Órgão: Ministério da Educação.
• Funções vinculadas: educação, encargos especiais, previdência social, reserva de 
contingência.
Certo.
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REFERÊNCIAS
Livro/Texto Autor
Orçamento Público Giacomoni
Manual Técnico de Orçamento SOF
Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público STN
Gestão de Finanças Públicas Albuquerque, Medeiros e Feijó
Ah, não se esqueça de avaliar esta aula. O seu feedback é muito importante para o aprimo-
ramento constante deste trabalho.
Allan Mendes
Auditor de Controle Interno do Distrito Federal. Ex-servidor do Ministério Público da União (MPU), onde 
atuou como diretor administrativo e financeiro do Programa de Saúde dos Membros e Servidores. Ex-
servidor do Fundo Nacional de Educação (FNDE), onde atuou como chefe da Divisão de Prestação de 
Contas de Convênios. Graduado em Ciências Contábeis pela UnB e em Direito pela UPIS. Pós-graduado em 
Contabilidade Pública na WPÓS e mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília.
Vinicius Ribeiro
Analista Legislativo na Câmara dos Deputados, onde trabalha com as leis orçamentárias. Aprovado 
no concurso de Consultor de Orçamento na Câmara dos Deputados. Formado em Administração na 
Universidade Federal de Uberlândia. É autor do livro Administração para Concursos, publicado pela 
editora GEN. Professor de cursos online para concursos há 7 anos. Foi, ainda, Analista de Planejamento e 
Orçamento no Ministério do Planejamento; Analista Judiciário – Área Administrativa no CNJ e no STF; e 
Especialista no FNDE. Possui pós-graduação – MBA em Negócios Internacionais e Comércio Exterior na 
FGV.
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	Apresentação
	Despesas Públicas
	1. Despesa Pública
	1.1. Classificação
	1.2. Estágios/Etapas da Despesa
	1.3. Restos a Pagar
	1.4. Despesas de Exercícios Anteriores
	1.5. Suprimento de Fundos
	Resumo
	Mapa Mental
	Questões de Concurso
	Gabarito
	Gabarito Comentado
	Referências
	AVALIAR 5: 
	Página 59:FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA E 
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Nos tópicos seguintes vamos analisar as principais e mais importantes classificações para 
concursos.
Esfera
De acordo com essa classificação, é possível determinar se a despesa faz parte do orça-
mento fiscal, de seguridade social ou de investimento das empresas Estatais. A pergunta-cha-
ve aqui é: em qual orçamento?
Os códigos utilizados são os seguintes:
Código Esfera Orçamentária
10 Orçamento Fiscal
20 Orçamento da Seguridade Social
30 Orçamento de Investimento
Institucional
A classificação institucional da despesa reflete a estrutura organizacional e administrativa 
da administração pública, compreendendo dois níveis, o órgão orçamentário e a unidade orça-
mentária (UO). A pergunta-chave aqui é: quem é o responsável por fazer?
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As dotações orçamentárias são consignadas às UOs, que são responsáveis pela execução 
orçamentária. O órgão orçamentário é o agrupamento de unidades orçamentárias. O código da 
classificação institucional é formado por 5 dígitos, os dois primeiros do órgão e os três últimos 
relativos a UO.
1º 2º 3º 4º 5º
Órgão orçamentário Unidade Orçamentária
Na classificação institucional nem sempre um órgão orçamentário ou uma UO correspon-
dem a uma estrutura administrativa. É o caso, por exemplo, de alguns fundos especiais (ex.: 
Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito – FUNSET) e de “órgãos” Transferências 
a Estados, Distrito Federal e Municípios, Encargos Financeiros da União, Operações Oficiais de 
Crédito, Refinanciamento da Dívida Pública Mobiliária Federal e Reserva de Contingência.
Podemos identificar as seguintes vantagens e desvantagens na adoção dessa espécie de 
classificação:
004. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) As classificações das despe-
sas são divididas em Institucional, Funcional e Programática. É correto afirmar que a classifi-
cação Institucional:
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a) É obrigatória e padronizada para todos os entes, exceto os municípios.
b) Não é obrigatória para todos os entes e devem ter seus trabalhos organizados por programas 
e ações, mas cada um estabelecerá seus próprios programas e ações de acordo com a Lei.
c) É o instrumento de organização da ação governamental que visa à concretização dos objeti-
vos pretendidos. Estados e Municípios devem seguir a mesma estrutura conceitual de progra-
ma, ação e subtítulo ainda que haja nomenclatura distinta para programas e subtítulos.
d) É obrigatória para todos os entes; é formada por funções e subfunções; busca identificar 
em que área de despesa a ação governamental será realizada; sendo composta de um rol de 
funções e subfunções prefixadas, que servem como agregador de gastos públicos por área de 
ação governamental nos três níveis de Governo.
e) É obrigatória para todos os entes e constitui unidade orçamentária o agrupamento de servi-
ços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. 
No âmbito da União, reflete as estruturas organizacional e administrativa e compreende dois 
níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária.
A classificação institucional é formada por órgãos e unidades orçamentárias. Nas unidades 
orçamentárias, são consignados os créditos orçamentários.
Atenção que nem todo órgão orçamentário ou UO refletem uma estrutura administrativa (ex.: 
Fundo Constitucional do DF).
Letra e.
005. (CONSULPLAN/MAPA/2014) “Para possibilitar e facilitar a composição, contabilização, 
apresentação, execução, controle e consolidação dos dados relativos à despesa orçamentária, 
foram instituídas classificações da despesa, as quais devem ser adotadas obrigatoriamente 
nos três níveis de Governo.”
Em relação à classificação institucional da despesa orçamentária, é correto afirmar que:
a) compreende a estrutura organizacional da entidade para a qual o orçamento está sen-
do elaborado, indicando o órgão ou a unidade administrativa responsável pela aplicação 
dos recursos.
b) é composta por um elenco de funções e subfunções, que se encontram estabelecidas na 
Portaria MOG n. 42/99, e, dessa forma, permite a agregação dos gastos públicos por área de 
atuação do governo.
c) é composta por programas e ações (projetos, atividades e operações especiais) de Governo, 
obedecendo a estrutura dos programas e ações definidas pelo ente público, conforme previs-
tos no Plano Plurianual.
d) é feita desdobrando-se a despesa por Categorias Econômicas, Grupo de Natureza da Des-
pesa, Modalidade de Aplicação, Elemento de Despesa e Desdobramento do Elemento de Des-
pesa, sendo este último facultativo.
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Como o próprio nome já sugere, na classificação institucional, estamos tratando dos órgãos e 
unidades orçamentárias (letra a).
Letra a.
Funcional
A estrutura funcional foi instituída pela Portaria n. 42/99 do MPOG, sendo de observância 
obrigatória para todos os entes federativos (União, Estados/Distrito Federal e Municípios), pos-
sibilitando uma consolidação nacional dos gastos públicos.
Na classificação funcional, é possível verificar em quais áreas de despesa a ação governa-
mental será realizada. Nessa classificação, temos:
• Função: maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do setor público. A 
função se relaciona com a missão institucional do órgão, por exemplo, educação, saúde, 
cultura, transporte, direitos da cidadania etc.
• Subfunção: deve evidenciar a natureza da atuação governamental. Exemplos: educação 
infantil, comunicação social.
Obs.: � É possível combinar subfunções a funções diferentes das quais elas estejam dire-
tamente relacionadas. Essa característica é conhecida como matricialidade. Como 
exemplo, temos as dotações consignadas no orçamento dos órgãos do Poder Judiciá-
rio destinadas à formação de seus membros (juízes/desembargadores).
1º 2º 3º 4º 5º
Função Subfunção
A Função 28, Encargos Especiais, decorre de despesas que não se relacionam com bens 
ou serviços, tais com dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras, devendo ser utilizadas 
subfunções específicas, não se aplicando a regra da matricialidade.
006. (CONSULPLAN/TRE-MG/2015) Despesas orçamentárias são as que estão discrimina-
das e fixadas no orçamento, estando, por conseguinte, previamente autorizadas pelo Legislati-
vo instituídas pelas normas legais e com adoção pelos três níveis de governos. A classificação 
da despesa que tem como finalidade delimitar a despesa, definindo-a pelo maior nível de agre-
gação das diversas áreas de despesa que competem ao setor público é
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a) funcional.
b) econômica.
c) institucional.
d) estrutural programática.
A classificação que se ocupa pela distribuição setorial dos gastos públicos e que representa o 
maior nível de agregação é a classificação funcional.
Letra a.
Programática (Estrutura Programática)
O Plano Plurianual (PPA) que vigerá no período de 2020-2023 apresenta 4 (quatro) pilares 
em sua construção, quais sejam: simplificação metodológica; realismo fiscal; integração entre 
planejamento e avaliação; e, visão estratégica e foco em resultados.
Conforme a figura abaixo, a metodologia do PPA 2020-2023 compreende 3 dimensões: a 
Dimensão Estratégica, composta pelos eixos da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Eco-
nômico e Social (Endes), as diretrizes do PPA e os Temas; a Dimensão Tática, composta pelos 
Programas e seus objetivos, meta e indicador de resultado e a Dimensão Operacional, onde 
estão as ações orçamentárias e não orçamentárias., conforme quadro retirado do MTO/2022:
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Diretrizes – possuem a finalidade de retratar as declarações de governo e indicam as preferên-
cias políticas dos governantes eleitos.
Temas – buscam refletir a estrutura institucional adotada pela administração federal.
Programa – é a categoria que articula um conjunto de ações (orçamentárias e não orçamentá-
rias) suficientes para enfrentar um problema. Seu desempenho deve ser passível de aferição.
Ainda dentro da classificação programática, os programas serão complementados por 
ações, que são as operações que resultam bens ou serviços que contribuirão para atingir os 
resultados do programa.
Essas ações podem ser de três tipos:
• Projeto: envolve um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um 
produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de Governo.
• Atividade: envolve um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e 
permanente, das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção da 
ação de Governo.
• Operações Especiais: não contribuem para a manutenção, expansão ou aperfeiçoamen-
to das ações de governo, das quais não resulta um produto e não geram contrapresta-
ção direta sob a forma de bens ou serviços. Ex.: cumprimento de sentenças judiciais.
As Ações Orçamentárias são compostas por atributos, tais como o título, a descrição, o 
tipo, o produto, etc. Destaque especial para o atributo “Plano Orçamentário”, que corresponde 
a uma identificação para fins gerenciais (não consta da LOA), que permite o detalhamento da 
ação além do subtítulo/localizador de gasto.
Por fim, as ações serão divididas em subtítulos, menor nível de categoria de programação 
na esfera federal (LOA), que determina a localização física do gasto, podendo ter abrangência 
nacional, no exterior, por Região (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul), por Estado ou 
Município ou, excepcionalmente, por um critério específico, quando necessário.
É vedada, na especificação do subtítulo, a referência a mais de uma localidade, área geo-
gráfica ou beneficiário, se estes forem determinados.
A adequada localização do gasto permite maior controle governamental e social sobre a 
implantação das políticas públicas adotadas, além de evidenciar a focalização, os custos e os 
impactos da ação governamental, não podendo haver, por conseguinte, alteração de sua fina-
lidade, do produto e das metas estabelecidas.
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Natureza da Despesa
Quanto aos aspectos quantitativos, a classificação mais conhecida da despesa é a nature-
za da despesa, podendo ser desdobrada em categoria econômica, grupo de natureza de des-
pesa, modalidade de aplicação, elemento e subelemento (desdobramento facultativo). Segue 
mais um quadro do MTO/2022 para facilitar a visualização da classificação:
Categoria Econômica
Como ocorre com as receitas, as despesas serão classificadas como correntes e de capi-
tal. As despesas de capital contribuem diretamente para aquisição ou formação de um bem de 
capital. Por exclusão, as despesas correntes são aquelas que não contribuem para formação 
e aquisição de um bem de capital.
Código Categoria Econômica Característica
3 Despesa Corrente
Não contribuem, diretamente, para a formação ou 
aquisição de um bem de capital
4 Despesa de Capital
Contribuem, diretamente, para a formação ou 
aquisição de um bem de capital
Grupo de Natureza da Despesa (GND)
Como segundo nível de desdobramento da classificação por natureza da despesa, temos 
o Grupo de Natureza da Despesa (GND). Esse agrupamento comporta a agregação de elemen-
tos de despesa que apresentam as mesmas características quanto ao objeto de gasto.
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Categoria Econômica Código GND
Despesa Corrente
1 Pessoal e Encargos Sociais
2 Juros e Encargos da Dívida
3 Outras Despesas Correntes
Despesa de Capital
4 Investimentos
5 Inversões Financeiras
6 Amortização da Dívida
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Obs.: � A Lei n. 4.320/1964 ainda traz outros conceitos importantes para fins de concurso:
 � Despesas de Custeio (Despesa Corrente): dotações para manutenção de serviços 
anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e 
adaptação de bens imóveis. Exemplos: despesas com pessoal ativo civil e militar.
 � Transferências Correntes (Despesa Corrente): dotações para despesas as quais não 
corresponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribui-
ções e subvenções destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direi-
to público ou privado. Exemplos: despesa com inativos e pensionistas, subvenções 
sociais/econômicas e juros da dívida.
 � Subvenções Sociais (Despesa Corrente): transferências destinadas a cobrir despesas 
de custeio de instituições públicas ou privadas de caráter assistencial ou cultural, sem 
finalidade lucrativa.� Subvenções Econômicas (Despesa Corrente): transferências destinadas a cobrir des-
pesas de custeio de empresas públicas ou privadas de caráter industrial, comercial, 
agrícola ou pastoril.
 � Transferências de Capital (Despesa de Capital): dotações para investimentos ou inver-
sões financeiras que outras pessoas de direito público ou privado devam realizar, inde-
pendentemente de contraprestação direta em bens ou serviços, constituindo essas trans-
ferências auxílios ou contribuições, segundo derivem diretamente da Lei de Orçamento ou 
de lei especialmente anterior, bem como as dotações para amortização da dívida pública.
Um pouco mais sobre as subvenções. Vejamos excerto da Lei n. 4.320/1964:
Art. 16. Fundamentalmente e nos limites das possibilidades financeiras a concessão de subvenções so-
ciais visará a prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, sempre que 
a suplementação de recursos de origem privada aplicados a esses objetivos, revelar-se mais econômica.
Art. 18.
Parágrafo único. Consideram-se, igualmente, como subvenções econômicas:
a) as dotações destinadas a cobrir a diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, 
pelo Governo, de gêneros alimentícios ou outros materiais;
b) as dotações destinadas ao pagamento de bonificações a produtores de determinados gêneros 
ou materiais.
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Um pouco mais sobre inversões financeiras. Vejamos excerto da Lei discriminando as in-
versões financeiras:
• Aquisição de Imóveis;
• Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Comer-
ciais ou Financeiras;
• Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento;
• Constituição de Fundos Rotativos;
• Concessão de Empréstimos;
• Diversas Inversões Financeiras.
Ainda sobre as categorias econômicas, há uma pequena variação na classificação, trazida 
pela 4.320/1964: Veja:
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas:
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Modalidade de Aplicação
A modalidade de aplicação indica se os recursos serão aplicados:
• Mediante transferência financeira:
− a outras esferas de governo, seus órgãos, fundos ou entidades;
− a entidades privadas sem fins lucrativos e outras instituições;
• Diretamente pela unidade detentora do crédito orçamentário, ou por outro órgão ou enti-
dade no âmbito do mesmo nível de Governo.
A modalidade de aplicação visa, principalmente, eliminar a dupla contagem dos recursos 
transferidos ou descentralizados. O código mais utilizado é o 90, que representa as utilizações 
diretas pelos entes públicos.
Nos termos da Portaria Interministerial n. 163/2001 STN/SOF, a discriminação da despesa, 
quanto à sua natureza, far-se-á, no mínimo, por categoria econômica, grupo de natureza de des-
pesa e modalidade de aplicação.
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Elemento e Subelemento
Ainda quanto à classificação da natureza da despesa, essa ainda pode ser classificada em 
elementos (que identificam o objeto do gasto, como por exemplo, material de consumo) e em 
subelementos (desdobramento facultativo).
Na lei orçamentária não é apresentado o subelemento, sendo facultado o desdobramento 
dos elementos de despesa para atendimento das necessidades de escrituração contábil e con-
trole da execução orçamentária.
Lei n. 4.320/1964:
Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos.
§ 1º Entende-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras 
e outros meios de que se serve a administração pública para consecução dos seus fins.
007. (CONSULPLAN/CÂMARA DE BELO HORIZONTE – MG/2018) A respeito do planeja-
mento e orçamento governamental, especificamente quanto às classificações orçamentárias 
da receita e da despesa pública, utilização, origens, fundamentação econômica e métodos, 
técnicas e instrumentos do orçamento público, assinale a alternativa INCORRETA.
a) Devem ser classificadas no grupo de despesas Amortização da Dívida, as despesas orça-
mentárias com o pagamento e/ou refinanciamento do principal e da atualização monetária ou 
cambial da dívida pública interna e externa, contratual ou mobiliária.
b) Devem ser classificadas no grupo de despesas Investimentos, a despesas orçamentárias 
com softwares e com o planejamento e a execução de obras, inclusive com a aquisição de imó-
veis considerados necessários à realização destas últimas, e com a aquisição de instalações, 
equipamentos e material permanente.
c) A despesa pública deve ser classificada por Grupo de Natureza da Despesa. O Grupo de Na-
tureza da Despesa é um agregador de elemento de despesa com as mesmas características 
quanto ao objeto de gasto. Essa agregação objetiva, principalmente, eliminar a dupla conta-
gem dos recursos transferidos ou descentralizados.
d) Devem ser classificadas no grupo de despesas Inversões Financeiras, as despesas orça-
mentárias com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização; a aquisição de títu-
los representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, já constituídas, 
quando a operação não importe aumento do capital; dentre outras.
Ao contrário do que afirma a letra c, a agregação em grupo de natureza de despesa não tem por 
finalidade eliminar a dupla contagem. Essa função é exercida pela modalidade de aplicação.
Letra c.
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008. (CONSULPLAN/FCC/2018) As despesas do setor público podem ser classificadas como 
despesas de capital e despesas correntes. De acordo com a Lei n. 4.320/1964, as dotações 
destinadas à aquisição de imóveis ou de bens de capital que estão em utilização devem ser 
classificadas como:
a) Despesas de capital – investimentos.
b) Despesas correntes – despesas de custeio.
c) Despesas de capital – inversões financeiras.
d) Despesas correntes – transferências correntes.
No caso de imóveis ou de bens de capital que estão em utilização, a despesa com sua aquisi-
ção deve ser classificada como uma inversão financeira – despesa de capital.
Letra c.
Fonte/Destinação de Recurso
Outra classificação existente é a fonte de recurso, que faz o vínculo entre a classificação da 
receita e da despesa. A definição das fontes de recurso deve estar definida já na lei orçamen-
tária, indicando de onde virão os recursos para realizar as despesas. Ou seja, não é depois, no 
cronograma de execução mensal.
A pergunta-chave da fonte de recursos é: de onde virão os recursos para realizar a despesa?
A classificação por fonte de recursos possibilita ao PoderLegislativo e aos órgãos de con-
trole fazer o acompanhamento da destinação dos recursos públicos, seja com relação às vin-
culações constitucionais e legais, como as despesas com manutenção e desenvolvimento do 
ensino, ou mesmo para os recursos sem vinculação prévia.
Outras Classificações
Regularidade
Quanto à regularidade, a despesa pode ser classificada em ordinária, referente aos gastos 
com a manutenção dos serviços estatais, como o gasto com funcionários, e extraordinária, em 
caso de gastos eventuais, como execução de uma obra ou aquisição de um veículo.
Afetação
Da mesma forma que as receitas, as despesas podem ser classificadas quanto à afetação 
patrimonial.
• Não efetiva: não modificam a situação patrimonial, caracterizando fatos contábeis per-
mutativos. Em regra, são despesas de capital, mas há exceções, como as transferências 
de capital.
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• Efetiva: modificam a situação patrimonial, causando um impacto negativo, caracterizan-
do um fato modificativo diminutivo. Em regra, são despesas correntes, mas há exceções 
como aquisição de material de consumo e despesa com adiantamentos.
Resultado Primário – RP
O identificador de resultado primário, de caráter indicativo, tem como finalidade auxiliar a 
apuração do resultado primário previsto na LDO, devendo constar obrigatoriamente no PLOA e 
na respectiva Lei em todos os GNDs, identificando, de acordo com a metodologia de cálculo das 
necessidades de financiamento do governo central, cujo demonstrativo constará anexo à LOA.
Longe de ser apenas uma “outra classificação”, mas como não é um tema muito cobrado 
em provas, está nessa parte da aula. É uma classificação importantíssima para quem trabalha 
com orçamento. Apesar de não aparecer em prova, vale a pena demonstrar essa classificação 
principalmente por ser um tema em voga nos jornais (em face do RP 9 – emendas de Relator-
-Geral). Veja como é essa classificação:
• RP 0: despesa financeira.
• RP 1: despesa primária obrigatória.
• RP 2: despesa primária discricionária.
• RP 4: despesa primária discricionária do orçamento de investimentos.
• RP 6: emendas individuais de execução obrigatória.
• RP 7: emendas de bancada de execução obrigatória*.
• RP 8: emendas de comissão.
• RP 9: emendas de relator-geral.
Obs.: � * As emendas de bancada que não são de execução obrigatória são classificadas 
com o RP 2.
009. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Considerando conhecimen-
tos básicos sobre despesas públicas, assinale a alternativa INCORRETA
a) Dispêndio extraorçamentário é aquele que não consta na Lei Orçamentária Anual.
b) A despesa orçamentária não efetiva constitui fato contábil modificativo diminutivo.
c) Despesa orçamentária efetiva é aquela que, no momento de sua realização, reduz a situação 
líquida patrimonial da entidade
d) Despesa orçamentária é toda transação que depende de autorização legislativa, na forma de 
consignação de dotação orçamentária, para ser efetivada.
e) Em geral, a despesa orçamentária efetiva é despesa corrente. Entretanto, pode haver despe-
sa corrente não efetiva como a despesa com a aquisição de materiais para estoque e a despe-
sa com adiantamentos, que representam fatos permutativos.
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Ao contrário do que afirma a letra b, a despesa não efetiva representa fato contábil permutativo.
Letra b.
1.2. estágios/etApAs DA DespesA
São estágios da despesa o planejamento, o empenho, a liquidação e o pagamento. Os três 
últimos estágios são relacionados à execução da despesa.
010. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE SABARÁ – MG/2017) A despesa orçamentária com-
preende o conjunto dos créditos ou autorizações consignadas na Lei de Orçamento e se reali-
za por meio da denominada administração de créditos. A ordem dos estágios que a despesa 
pública percorre é:
a) Empenho, fixação, pagamento e liquidação.
b) Pagamento, empenho, fixação e liquidação.
c) Fixação, empenho, liquidação e pagamento.
d) Liquidação, pagamento, empenho e fixação.
A ordem dos estágios da despesa é: fixação/planejamento, empenho, liquidação e pagamento.
Letra c.
Planejamento
Antes desses estágios, haverá a etapa do planejamento, que, além de envolver a fixação da 
despesa (LOA), conterá também a descentralização/movimentação de créditos, a programa-
ção orçamentária e financeira, e o processo de licitação e contratação.
A fixação da despesa refere-se aos limites de gastos, incluídos nas leis orçamentárias com 
base nas receitas previstas, a serem efetuados pelas entidades públicas. A fixação da despesa 
orçamentária insere-se no processo de planejamento e compreende a adoção de medidas em 
direção a uma situação idealizada, tendo em vista os recursos disponíveis e observando as 
diretrizes e prioridades traçadas pelo governo.
O processo da fixação da despesa orçamentária é concluído com a autorização dada pelo 
poder legislativo por meio da lei orçamentária anual, ressalvadas as eventuais aberturas de 
créditos adicionais no decorrer da vigência do orçamento.
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Empenho
O empenho representa uma obrigação do Estado, pendente ou não do implemento de uma 
condição. O valor empenhado não poderá exceder o montante dos créditos orçamentários 
consignados na Lei Orçamentária Anual. Veja os art. 58 e 59, da Lei n. 4.320/1964:
Art. 58. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado 
obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição.
Art. 59. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.
Ainda em relação às disposições do art. 59 da Lei n. 4.320/1964, no que tange ao último ano 
de mandato do Chefe do Poder Executivo municipal, importante destacar o trecho da lei:
Art. 59. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. (Redação 
dada pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 1º Ressalvado o disposto no Art. 67 da Constituição Federal, é vedado aos Municípios empenhar, 
no último mês do mandato do Prefeito, mais do que o duodécimo da despesa prevista no orçamento 
vigente. (Incluído pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 2º Fica, também, vedado aos Municípios, no mesmo período, assumir, por qualquer forma, com-
promissos financeiros para execução depois do término do mandato do Prefeito. (Incluído pela Lei 
n. 6.397, de 1976)
§ 3º As disposições dos parágrafos anteriores não se aplicam nos casos comprovados de calami-
dade pública. (Incluído pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 4º Reputam-se nulos e de nenhum efeito os empenhos e atos praticados em desacordo com o 
disposto nos parágrafos 1º e 2º deste artigo, sem prejuízo da responsabilidade do Prefeito nos ter-
mos do Art. 1º, inciso V, do Decreto-lein.º 201, de 27 de fevereiro de 1967. (Incluído pela Lei n. 6.397, 
de 1976)
Atualmente, esse tema é tratado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, no entanto, como 
não houve revogação expressa, e a banca Consulplan já cobrou o assunto, fique atento na 
sua prova.
Há três tipos de empenho. Individual, global e estimativo.
• O empenho individual ou ordinário é referente àquelas obrigações certas e determina-
das, normalmente, pagas em uma só parcela e seu valor já está previsto, não sofre esti-
mativa. Como exemplo, temos a aquisição de móveis para uso da Administração.
• O empenho global é utilizado para despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamen-
to. Nesse tipo de empenho se enquadram as despesas com valor já determinado, cuja 
prestação dos serviços será executada ao longo do ano, com pagamentos parcelados, 
como por exemplo, a assinatura de uma revista.
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• O empenho estimativo é utilizado para despesas anteriormente contratadas, mas que o 
valor a ser pago será verificado somente posteriormente, é o caso dos serviços de água, 
energia e telefone, que no momento da contratação e emissão do empenho ainda não é 
possível aferir o valor exato da despesa, apenas estimá-la.
No momento do empenho, deverá haver a baixa, em contas de controle, do crédito disponí-
vel conforme a fonte/destinação (classificação da despesa) e deverá ser registrada a transfe-
rência da disponibilidade de recursos para a disponibilidade de recursos comprometida.
O documento que materializa o empenho emitido é a nota de empenho, assinada pelo Or-
denador de Despesa, contendo dados do valor empenhado, seu objeto e seu órgão emitente. 
Ao contrário do empenho, que é sempre obrigatório, a emissão da nota de empenho pode ser 
dispensada de acordo com a legislação vigente.
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Lei n. 4.320/1964, Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado “nota de 
empenho” que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a 
dedução desta do saldo da dotação própria.
Lei n. 4.320/1964 Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de 
empenho.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, ou seja, sob um enfoque orçamentário e não contábil 
(contabilidade aplicada ao Setor Público), pertencem ao exercício financeiro as receitas nele 
arrecadadas (regime de caixa, visto na aula anterior) e as despesas nele legalmente empenha-
das (regime de competência).
Ah, existe uma exceção ao regime de competência: despesas de exercícios anteriores, que 
serão estudadas já, já nesta aula.
Sob o enfoque contábil, o fato gerador e consequente registro do passivo ocorre, em regra, no 
momento da liquidação.
O empenho apenas garante a existência de dotação. Somente na liquidação da despesa, ou 
seja, quando a Administração reconhece a efetivação da despesa, mediante o recebimento do 
bem adquirido ou a prestação do serviço contratado, é que surge uma obrigação a pagar, logo, 
a necessidade de registro no passivo da entidade.
O que ocorre quando o empenho for insuficiente? Reforço nele! E se o empenho exceder o 
montante da despesa realizada? Anulação parcial!! E pode anular totalmente? Sim. Nos casos 
de contrato não cumprido ou empenho emitido incorretamente, conforme preconiza o MCASP 
– Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público.
011. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) O Município de Capanema/
PR pretende realizar despesa cujo montante não se pode determinar previamente. Nos termos 
da Lei n. 4.320/1964:
a) O empenho é dispensado
b) É obrigatório o empenho global
c) É vedada a emissão de nota de empenho
d) O empenho será realizado posteriormente.
e) O empenho deverá ser feito por estimativa.
Quando não é possível se estimar o montante da despesa, o tipo de empenho a ser utilizado é o em-
penho por estimativa. Lembrando que as fases da despesa pública devem ser sempre seguidas.
Letra e.
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012. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Nos termos da Lei n. 
4.320/1964, no último mês de mandato do Prefeito, é vedado ao Município de Capanema/PR 
assumir compromissos financeiros, para execução após o término do mandato
a) em qualquer hipótese.
b) apenas no caso de reeleição.
c) salvo no caso de calamidade pública.
d) apenas no caso de eleição de novo prefeito.
e) salvo se autorizado expressamente pelo Tribunal de Contas.
Trata-se de uma regra bem específica que continua entre as disposições da Lei n. 4.320/1964. 
No entanto, a despeito de não haver revogação expressa, esse assunto passou a ser tratado na 
Lei de Responsabilidade Fiscal. De qualquer forma, a banca do nosso certame cobrou o tema 
e é importante que você conheça a disposição legal:
Art. 59. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. (Redação 
dada pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 1º Ressalvado o disposto no Art. 67 da Constituição Federal, é vedado aos Municípios empenhar, 
no último mês do mandato do Prefeito, mais do que o duodécimo da despesa prevista no orçamento 
vigente. (Incluído pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 2º Fica, também, vedado aos Municípios, no mesmo período, assumir, por qualquer forma, com-
promissos financeiros para execução depois do término do mandato do Prefeito. (Incluído pela Lei 
n. 6.397, de 1976)
§ 3º As disposições dos parágrafos anteriores não se aplicam nos casos comprovados de calami-
dade pública. (Incluído pela Lei n. 6.397, de 1976)
§ 4º Reputam-se nulos e de nenhum efeito os empenhos e atos praticados em desacordo com o dis-
posto nos parágrafos 1º e 2º deste artigo, sem prejuízo da responsabilidade do Prefeito nos termos do 
Art. 1º, inciso V, do Decreto-lei n.º 201, de 27 de fevereiro de 1967. (Incluído pela Lei n. 6.397, de 1976)
Como você pode ver, é vedado aos Municípios assumir, por qualquer forma, compromissos 
financeiros para execução depois do término do mandato do Prefeito, salvo nos casos compro-
vados de calamidade pública.
Letra c.
013. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Analise a situação hipotética e responda.
“O setor de licitação encaminhou para o de contabilidade a cópia de um contrato proveniente de pro-
cesso licitatório, na modalidade concorrência, no valor de R$ 2,5 milhões, para a construção de um 
prédio escolar com pagamentos parcelados.” Tal empenho será classificado em qual modalidade?
a) Global.
b) Ordinário.
c) Estimativo.
d) Extraordinário.
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O empenho global é utilizado para despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento. Nes-
se tipo de empenho, enquadram-se as despesas com valor já determinado, cuja prestação dos 
serviços será executada ao longo do ano, com pagamentos parcelados.
Letra a.
Liquidação
Próximo estágio da execução da despesa é a liquidação, que consiste na tarefa do gestor 
público verificar se a obrigação assumida foi devidamente cumprida, determinando a origem 
da obrigação, o valor exato a pagar e quem é o credor.
Essa verificação pelo gestor público se baseará no contrato, nota de empenho e no com-
provante de entrega do material ou da prestação efetiva do serviço.
Lei n. 4.320/1964 Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo 
credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apurar:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar;
II – a importância exata a pagar
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:
I – o contrato, ajuste ou acordo respectivo;
II – a nota de empenho;
III – os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.
014. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE SABARÁ – MG/2017) De acordo com a Lei n. 
4.320/1964, a verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e os docu-
mentos comprobatórios do respectivo crédito, corresponde à seguinte fase da despesa:
a) Empenho da despesa.
b) Liquidação da despesa.
c) Ordem de pagamento.
d) Abertura de crédito orçamentário.
A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por 
base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
Letra b.
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Pagamento
O último estágio da despesa é o pagamento que, o próprio nome indica, consiste no paga-
mento ao fornecedor ou prestador de serviço ao órgão ou entidade pública. O pagamento se 
dá por meio da entrega de numerário (dinheiro), cheque nominativo, ordem bancária ou crédito 
em conta-corrente.
O pagamento da despesa será efetuado por tesouraria ou pagadoria regularmente ins-
tituídos por estabelecimentos bancários credenciados e, em casos excepcionais, por meio 
de adiantamento.
De acordo com o art. 64 da Lei n. 4.320/1964, ordem de pagamento é o despacho exarado 
por autoridade competente, determinando o pagamento da despesa, devendo o respectivo do-
cumento ser processado pelo serviço de contabilidade do órgão ou entidade.
Ao contrário das receitas que podem deixar de passar por algum de seus estágios, o mesmo 
não ocorre com as despesas. Todas as despesas devem seguir os estágios previstos, na ordem 
determinada, só sendo possível executar o próximo estágio após o cumprimento do anterior!
015. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAPANEMA – PA/2020) Nos termos da Lei n. 
4.320/1964, o despacho exarado por autoridade competente, determinando que a despesa 
seja paga, denomina-se:
a) Nota de empenho.
b) Recibo de despesa.
c) Liquidação da despesa
d) Ordem de pagamento.
e) Dotação orçamentária.
Ordem de pagamento é o despacho exarado por autoridade competente, determinando o pa-
gamento da despesa, devendo o respectivo documento ser processado pelo serviço de conta-
bilidade do órgão ou entidade.
Letra d.
A seguir um quadro com um resumo sobre os estágios da despesa:
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Estágios/Etapas das Despesas
Fixação/
Planejamento
Compreende a fixação da despesa 
(LOA), a descentralização/
movimentação de créditos, a 
programação orçamentária e 
financeira, e o processo de licitação 
e contratação
Empenho
O empenho de despesa é o 
ato emanado de autoridade 
competente que cria para o Estado 
obrigação de pagamento pendente 
ou não de implemento de condição
Atenção: a nota de empenho pode 
ser dispensada; o empenho jamais.
Liquidação
A liquidação da despesa consiste na 
verificação do direito adquirido pelo 
credor ou entidade beneficiaria, 
tendo por base os títulos e 
documentos comprobatórios do 
respectivo crédito ou da habilitação 
ao benefício
Essa verificação tem por fim apurar:
a) a origem e o objeto do que se 
deve pagar;
b) a importância exata a pagar; e
c) a quem se deve pagar a 
importância para extinguir a 
obrigação.
A liquidação da despesa por 
fornecimentos feitos, obras 
executadas ou serviços prestados 
terá por base:
a) o contrato, ajuste ou acordo 
respectivo;
b) a Nota de Empenho;
c) os comprovantes da entrega de 
material ou da prestação efetiva do 
serviço
Pagamento
Ato em que o Estado cumpre sua 
obrigação com a parte contratada 
em contrapartida ao serviço ou 
bem fornecidos.
1.3. restos A pAgAr
A despesa irá passar pelos estágios do empenho, liquidação e pagamento. Mas e se todas 
essas fases não forem concluídas até o final do exercício, o que deverá ser feito nesses casos?
Essas despesas poderão ser inscritas em restos pagar, classificadas em restos a pagar 
processados para aquelas despesas empenhadas e liquidadas, e não processados para as 
despesas empenhadas e não liquidadas (despesas empenhadas a liquidar ou em liquidação).
O Decreto n. 93.872/1986 é a norma que esmiúça os restos a pagar.
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As despesas empenhadas a liquidar são aquelas cujo prazo para cumprimento da obrigação, 
assumida pelo credor (contratado), encontra-se vigente, ou seja, ainda não ocorreu o fato ge-
rador da obrigação patrimonial para o ente, estando pendente de entrega do material ou do 
serviço adquirido.
As despesas empenhadas em liquidação são aquelas em que houve o adimplemento da obri-
gação pelo credor (contratado), caracterizado pela entrega do material ou prestação do ser-
viço, estando na fase de verificação do direito adquirido, ou seja, tem-se a ocorrência do fato 
gerador da obrigação patrimonial, todavia, ainda não se deu a devida liquidação.
Empenhos referentes às despesas com vigência plurianual só serão inscritos em restos a 
pagar ao final desse período. Isso é o que diz a 4.320/1964.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, art. 36, restos a pagar são conceituados como despe-
sas legalmente empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas 
das não processadas.
Além da distinção em despesas processadas e não processadas, a inscrição em restos a 
pagarserá feita separando-se por exercício e por credor.
Caso os restos a pagar não processados não venham a ser liquidados, A Secretaria do Te-
souro Nacional irá efetuar os seus bloqueios em 30/6 do segundo ano subsequente ao de sua 
inscrição, com exceção das seguintes despesas
• Do Ministério da Saúde;
• de emendas individuais impositivas discriminadas com identificador de resultado primá-
rio 6, cujos empenhos tenham sido emitidos a partir do exercício financeiro de 2016; ou
• de emendas de iniciativa de bancada de parlamentares de Estado ou do Distrito Federal 
impositivas discriminadas com identificador de resultado primário 7, cujos empenhos 
tenham sido emitidos a partir do exercício financeiro de 2020.
Para efetuar o desbloqueio, as unidades gestores precisam fazê-lo até 31/12 do mesmo 
ano do bloqueio, desde que:
• a execução tenha sido iniciada até 30/6 ou
• seus instrumentos estejam vigentes e cumpram os requisitos para a sua eficácia, defini-
dos pelas normas que tratam da transferência de recursos da União por meio de convê-
nios, contratos de repasse, termos de colaboração, termos de fomento ou instrumentos 
congêneres, na hipótese das transferências de recursos da União aos Estados, ao Distri-
to Federal, aos Municípios, aos consórcios públicos, aos serviços sociais autônomos e 
às entidades privadas sem fins lucrativos.
O que não for desbloqueado será cancelado pela Secretaria do Tesouro Nacional.
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O que for desbloqueado será cancelado caso não sejam liquidados até 31/12 do ano sub-
sequente ao bloqueio.
Com relação aos restos a pagar processados, esses prescrevem em cinco anos.
O Manual do SIAFI traz outra classificação importante:
RP Não Processados em Liquidação: no momento da inscrição a despesa estava em pro-
cesso de liquidação, ou seja, estava na fase “em liquidação”.
RP Não Processados a liquidar: no momento da inscrição a despesa não estava liquida-
da e sua inscrição está condicionada a indicação pelo Ordenador de Despesa da Unidade 
Gestora, ou pessoa por ele autorizada, formalmente no SIAFI em espaço próprio na tabela de 
Unidade Gestora.
Com relação aos restos a pagar processados, esses prescrevem em cinco anos.
Por fim, importante também mencionar o art. 92 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
III – os depósitos;
IV – os débitos de tesouraria.
Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as 
despesas processadas das não processadas.
016. (CONSULPLAN/MAPA/2014) Considere a situação hipotética: “Foi empenhado, no orça-
mento da Secretaria Municipal de Agricultura, um contrato de prestação de serviços no valor 
de R$ 1 milhão para abertura de estradas vicinais. Durante o exercício financeiro de 2013 foi 
auferida, através do boletim diário de obras, a medição de R$ 800 mil de serviços prestados e 
liquidados. Do valor total – R$ 800 mil – pagou-se R$ 700 mil.” Portanto, o valor dos restos a 
pagar não processados é:
a) R$ 100 mil.
b) R$ 200 mil.
c) R$ 700 mil.
d) R$ 800 mil.
Restos a pagar não processados são aquelas despesas empenhadas, mas não liquidadas, 
nem pagas. Se foram empenhados R$ 1 milhão e liquidados R$ 800 mil, sobram R$ 200 mil 
para serem inscritos em restos a pagar não processados.
Letra b.
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017. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAMPO VERDE – MT/2010) Com relação a Restos a 
Pagar, assinale a alternativa correta:
a) São as despesas empenhadas e não pagas até 30/11, distinguindo-se as processadas e as 
não processadas.
b) São as despesas liquidadas, mas não empenhadas.
c) Não processados referem-se a valores devidos em decorrência de empenhamentos sem a 
devida cobertura de crédito orçamentário e financeiro.
d) Processados referem-se a empenhamentos liquidados e não pagos até 31/12, independen-
temente de sua cobertura financeira.
e) Processados referem-se a empenhamentos não liquidados, porém com a devida cobertura 
financeira.
O que distingue os restos a pagar processados dos não processados é a liquidação da despe-
sa. Dessa forma, a existência ou não de lastro financeiro não importa nessa classificação. Por-
tanto, são restos a pagar processados aqueles empenhados, liquidados e não pagos até 31/12.
Letra d.
1.4. DespesAs De exercícios Anteriores
Dando seguimento à nossa execução, e se acontecer de uma despesa deixar de ser empe-
nhada e for cobrada no exercício subsequente? O credor ficará sem o pagamento?
Claro que não. Nesses casos, os créditos serão pagos com dotação específica consignada 
no orçamento, conhecida como despesas de exercícios anteriores. O reconhecimento da obri-
gação de pagamento caberá à autoridade competente pelo empenho da despesa.
As despesas de exercícios anteriores serão discriminadas por elementos e, na medida do 
possível, deverão ser pagas em ordem cronológica. De acordo com a Lei n. 4.320/1964 e o De-
creto n. 93.872/1986, são as seguintes hipóteses de despesas de exercícios anteriores:
• Despesas, consignadas no orçamento, que não tenham sido processadas na época própria;
• Restos a Pagar com prescrição interrompida (cancelados); e
• Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente.
De acordo com o Decreto 93.872/96, restos a pagar com prescrição /interrompida são de-
finidos como a despesa cuja inscrição como restos a pagar tenha sido cancelada, mas ainda 
vigente o direito do credor.
Dessa forma, mesmo após cancelados os restos a pagar, se o credor ainda tiver direito ao 
recebimento, o pagamento deverá ser feito por meio de dotação destinada às despesas de 
exercícios anteriores.
Para o pagamento de despesas de exercícios anteriores, deverá haver:
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• Dotação específica consignada no orçamento;
• Discriminação por elementos; e
• Pagamento em ordem cronológica, sempre que possível.
Lei n. 4.320/1964 Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respec-
tivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processa-
do na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromis-
sos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de 
dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que 
possível, a ordem cronológica.
Diferente da DEA é a situação de anulação de despesa. Nesse caso, temos duas situações:
Art. 38. Reverte à dotação a importância de despesa anulada no exercício; quando a anulação ocor-
rer após o encerramento desteconsiderar-se-á receita do ano em que se efetivar.
018. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE GUARAPARI – ES/2009) As despesas de exercício 
encerrado, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio com saldo sufi-
ciente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos 
a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento 
do exercício correspondente, poderão ser pagos à conta de dotação destinada a atender des-
pesas de exercícios anteriores, respeitada a categoria econômica própria. Sobre o exposto 
anterior pode-se afirmar que, EXCETO:
a) O reconhecimento da obrigação de pagamento cabe ao gestor do orçamento.
b) Despesas que não se tenham processado na época própria, são aquelas cujo empenho te-
nha sido considerado insubsistente e anulado no encerramento do exercício correspondente, 
mas que dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua obrigação.
c) Restos a Pagar com prescrição interrompida é a despesa cuja inscrição como Restos a Pa-
gar tenha sido cancelada, mas ainda vigente o direito do credor.
d) Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício, é a obrigação de pagamen-
to criada em virtude de lei, mas somente reconhecido o direito do reclamante após o encerra-
mento do exercício correspondente.
e) Após o cancelamento da inscrição da despesa como Restos a Pagar, o pagamento que 
vier a ser reclamado poderá ser atendido à conta de dotação destinada a despesas de exer-
cícios anteriores.
O reconhecimento da obrigação cabe ao gestor responsável pelo empenho da despesa, ou 
seja, ao executor do orçamento (não é gestor do orçamento).
Letra a.
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1.5. suprimento De funDos
Normalmente os gastos públicos devem se pautar por um longo período de planejamento, 
contudo, alguns tipos de despesas, seja por sua natureza ou urgência, não podem aguardar o 
curso normal da execução orçamentária e financeira, sob pena de trazerem prejuízos à Admi-
nistração Pública.
A despeito de sua excepcionalidade, em razão de se tratar de recursos públicos, é exigido, 
no suprimento de fundos, da mesma forma que no processo licitatório, observar os princípios 
básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade e da igualdade, além de garantir a 
aquisição mais vantajosa para a administração pública.
Com a finalidade de abarcar esses casos, foi instituída a figura do suprimento de fundos, 
espécie de despesa orçamentária utilizada em casos expressamente definidos em lei, em que 
o servidor fica responsável por administrar um numerário para pagamento de despesas que 
não se encaixa nos procedimentos normais de contratação de bens e serviços.
O suprimento de fundo refere-se a um regime de adiantamento, pois o numerário já fica dis-
ponível para o servidor antes mesmo que a despesa seja efetuada, contudo, como as demais 
despesas orçamentárias, os suprimentos de fundos deverão passar por todas as etapas da 
despesa: empenho, liquidação e pagamento. Portanto, antes mesmo da entrega do numerário 
ao servidor já deve ter ocorrido o empenho e liquidação da despesa.
Na liquidação da despesa orçamentária, ao mesmo tempo em que ocorre o registro de um 
passivo, há também a incorporação de um ativo, que representa o direito de receber um bem ou 
serviço, objeto do gasto a ser efetuado pelo suprido, ou a devolução do numerário adiantado.
Apesar de ser considerada uma despesa pelo enfoque orçamentário, o suprimento de fun-
dos não será considerado como despesa pelo enfoque patrimonial, uma vez que não há redu-
ção do patrimônio líquido da entidade ou órgão no momento de sua concessão, mas apenas 
em momento futuro (prestação de contas pelo suprido). Assim, apenas na prestação de con-
tas ocorre a variação patrimonial diminutiva (VPD).
No caso de o servidor não utilizar a integralidade dos recursos, deverá devolver o saldo re-
manescente, sendo que este constituirá anulação de despesa se ocorrer no mesmo exercício 
da sua concessão ou receita orçamentária, caso ocorra em exercício subsequente.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964 e o Decreto n. 93.872/1986, mediante autorização do 
ordenador de despesas e sob sua inteira responsabilidade, o suprimento de fundos poderá ser 
concedido nas seguintes hipóteses:
• Para atender a despesas eventuais, inclusive em viagem e com serviços especiais, que 
exijam pronto pagamento;
• Quando a despesa deve ser feita em caráter sigiloso, conforme se classificar em 
regulamento; e
• Para atender a despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em 
cada caso, não ultrapassar o limite estabelecido em Portaria do Ministro da Fazenda/
Economia, sendo aplicável a todos os demais órgãos do Poder Executivo federal.
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Não se concederá suprimento de fundos:
• A responsável por dois suprimentos;
• A servidor que tenha a seu cargo a guarda ou utilização do material a adquirir, salvo 
quando não houver na repartição outro servidor;
• A responsável por suprimento de fundos que, esgotado o prazo, não tenha prestado 
contas de sua aplicação;
• A servidor declarado em alcance.
De acordo com o MCASP, por servidor em alcance, entende-se aquele que não efetuou, no 
prazo, a comprovação dos recursos recebidos ou que, caso tenha apresentado a prestação de 
contas dos recursos, a mesma tenha sido impugnada total ou parcialmente.
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RESUMO
Classificação:
Classificação da Despesa Pública
Natureza da 
Receita
Despesas Corrente: Não contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição 
de um bem de capital.
Pessoal e encargos sociais, juros e encargos da dívida, outras despesas correntes.
Receita de Capital: Contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de 
um bem de capital
Investimentos, inversões financeiras, amortização da dívida.
Esfera 
Orçamentária
Orçamento Fiscal;
Orçamento da Seguridade Social;
Orçamento de Investimento.
Institucional
1º 2º 3º 4º 5º
Órgão orçamentário Unidade Orçamentária
Funcional
Função: maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do setor público. 
Exemplos: cultura, educação, saúde.
Subfunção: deve evidenciar a natureza da atuação governamental. Exemplos: 
educação infantil, comunicação social.
Programática
Projeto: envolve um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais 
resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação 
de Governo.
Atividade: envolve um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo 
e permanente, das quais resulta um produto ou serviço necessário à manutenção 
da ação de Governo.
Operações Especiais: não contribuem para a manutenção, expansão ou 
aperfeiçoamento

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