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Por todo o exposto, tem-se por nítido que é necessário que todos os 
direitos sejam reservados. Este livro e todo o conteúdo dele não pode ser 
reproduzido ou utilizado de forma alguma sem autorização expressa por escrito, 
do autor ou editor. 
Ficha catalográfica elaborada pela Bibliotecária Daniela Pereira da Silva 
CRB6 002691/0 
 
 B731 Borém, Carolina Silva, 
Medicamentos na odontologia: Guia prático para a terapêutica 
medicamentosa. Carolina Silva Borém, Mariana Stefane Silva Gomes; 
colaboração: Gislia Guimarães Alves et al. Belo Horizonte: Faculdade Arnaldo, 
2021. 
135p. 
 Inclui referências. 
 ISBN: 978-65-996691-0-1 
1. Medicamentos – odondotologia. I. Gomes, Mariana Stéfane Silva II. 
Alves, Gislia Guimarães. III. Faculdade Arnaldo 
 CDU 615.1:616.314 
 
1. Ficha técnica 
 Idealizadores – Carolina Silva Borém, Mariana Stéfane Silva Gomes e 
Marco Antônio de Oliveira Monteiro 
 Professor orientador – Marco Antônio de Oliveira Monteiro 
 Edição – Mariana Stéfane Silva Gomes 
 Formatação – Carolina Silva Borém 
 Capa – Caio Felipe Silva Gomes 
 Revisão Geral – Marco Antônio de Oliveira Monteiro 
 Responsáveis pela pesquisa por medicamento 
o Aciclovir Comprimido – Gislia Guimarães Alves e Isadora Faria 
o Aciclovir Creme – Kênia Daniele Rodrigues, Maria Victoria 
Duarte Dos Santos e Núbia Carvalho Campos 
o Amoxicilina – Ivy Mara Barbosa, Lorena Rayssa de Oliveira, 
Paula Querino Melo e Suelem Alves 
o Amoxicilina com Clavulanato – Carolina Silva Borém e 
Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Azitromicina – Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Cefalexina – Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Ceftriaxona I.M. – Ana Paula Gomes Caldeira e Lorrayne 
Gabrielle da Silva Batista 
o Ceftriaxona I.V. – Leidyane Fernanda Lopes Cardoso e Susi 
Silva Aquino 
o Celebra – Camila Maria Silva Lopes e Raphaely Cristiny de 
Resende Silva 
o Ciprofloxacino – Poliana de Souza Oliveira e Raniéria 
Aparecida da Silva 
o Citoneurin – Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane Silva 
Gomes 
o Clindamicina com todas as posologias – Aline de Carvalho 
Semim, Ana Beatriz de Arruda Nogueira, Félix Augusto 
Figueiredo Neto e Júlia Gabriele Araújo 
o Clindamicina I.V. pediátrico – Diego Marotta e Lucas Gomes 
o Clindamicina I.V.adulto – Gabriell Figueiredo Fernandes 
o Dactarin Gel – Adulto – Ricardo Brenner Rodrigues 
o Dactarin Gel – Infantil – Félix Augusto Figueiredo Neto e Júlia 
Gabriele Araújo 
o Dexametasona – Camila Maria Silva Lopes e Raphaely Cristiny 
de Resende Silva 
o Digluconato de Clorexidina a 0,12% - Carolina Silva Borém e 
Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Dipirona Adulto – Suelem Alves da Silva e Paula Querino 
Melo 
o Dipirona Infantil – Clarice Dias Araújo Silva e Larissa Braga e 
Silva 
o Dipirona supositório e injetável – Carolina Silva Borém e 
Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Dorflex – Lorrayne Gabrielle da Silva Batista, Luisa Cristina 
Fialho e Stéfany Karine Dias e Silas Patrício de Oliveira 
o Eritromicina adulto – Amanda Silva Oliveira Miranda e Ana 
Tereza Bueno Cornélio 
o Eritromicina pediátrica – Ivy Mara Barbosa Silva, Lorena 
Rayssa de Oliveira 
o ETNA – Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Fluconazol – Ariadna Almeida Silva e Giovanna Alves da Cruz 
o Ibuprofeno - 100mg – Camila Silva Feliz e Thallyson Oliveira 
o Ibuprofeno – pediátrico 50mg – Cristiano Souza Loyola e 
Ricardo Brenner Rodrigues 
o Ibuprofeno Adulto – Ariadna Almeida Silva e Giovanna Alves 
da Cruz 
o Levofloxacino – Ana Carolina de Paula Costa Dumont e 
Isabela Constancio Pinheiro 
o Lorazepan – Leidyane Fernanda Lopes Cardoso e Susi Silva 
Aquino 
o Miosan – Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane Silva Gomes 
 
 1 
 
o Metronidazol comprimidos – Gislia Guimarães Alves e 
Isadora Faria 
o Metronidazol em suspensão oral – Anna Júlia Martins 
Barbosa e Júlia Barbara Silva Gonzaga 
o Metronidazol I.V. adulto – Luiza Gabriele Ferreira Henriques, 
Gabriely de Sousa Barroso 
o Metronidazol I.V. pediátrico – Erik Lincoln da Silva Cendrette 
e Núbia Carvalho Campos 
o Miosan – Polyana Cristina Wetter de Castro e Raissa 
Fernandes Gonçalves 
o Naproxeno – Polyana Cristina Wetter de Castro e Raissa 
Fernandes Gonçalves 
o Neopiridin – Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Nimesulida – Clarice Dias Araújo Silva e Larissa Braga e Silva 
o Nistatina – Infantil – Ana Paula Gomes Caldeira 
o Nistatina Adulto – Anna Júlia Martins Barbosa, Júlia Barbara 
Silva Gonzaga Luiza Gabriele Ferreira Henriques e Gabriely de 
Sousa Barroso 
o Omcilon-A Orobase – Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane 
Silva Gomes 
o Paracetamol – Poliana de Souza Oliveira e Raniéria Aparecida 
da Silva 
o Penicilina G benzatina 1.200.000 U – Luisa Cristina Fialho e 
Stéfany Karine Dias 
o Penicilina G benzatina 1.200.000 U para pediatria – Kênia 
Daniele Rodrigues, Maria Victoria Duarte Dos Santos 
o Prednisona – Aline de Carvalho Semim e Ana Beatriz de 
Arruda Nogueira 
o Rivotril – Thallyson Oliveira, Camila Silva Feliz e Rutineia 
Aparecida Nascimento 
o Salivan – Mariana Stéfane Silva Gomes 
o Toragesic – Ana Carolina de Paula Costa Dumont e Isabela 
Constancio Pinheiro 
o Tramadol – Diego Marotta, Erik Lincoln da Silva Cendrette e 
Lucas Gomes 
o Tylex – Amanda Silva Oliveira Miranda, Ana Tereza Bueno 
Cornélio, Ivy Mara Barbosa Silva, Lorena Rayssa de Oliveira e 
Mariana Stéfane Silva Gomes 
 Interações medicamentosas - Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane 
Silva Gomes 
 Terapias medicamentosas - Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane 
Silva Gomes 
 Tabela Escala de Dor x Medicamento – Mariana Stéfane Gomes 
 Revisão Endodontia – Daniela Augusta Barbato Ferreira 
 Revisão Implantodontia – Takeshi Kato Segundo 
 Revisão Periodontia – Takeshi Kato Segundo 
 
 
 2 
 
 
 
2. Prefácio 
 
Um dia acordei com a seguinte ideia: vou solicitar aos meus alunos que elaborem uma apostila de prescrições medicamentosas em 
odontologia. Afinal, pressenti que essa era uma turma diferenciada: demonstravam capacidade, empenho, garra e muita, muita vontade para 
aprender. 
Achei a ideia interessante, afinal, a disciplina de “Bases Propedêuticas” pela qual sou responsável na Faculdade Arnaldo, necessitava de um 
norte para os alunos, pois apenas duas categorias profissionais podem prescrever para os seres humanos: os médicos e nós, cirurgiões-
dentistas, por isso, nossa responsabilidade aumenta exponencialmente, pois estamos lidando com a vida e a saúde dos nossos entes 
queridos! 
Maravilhosa e empenhada a turma que escreveu com tanto afinco essa que seria uma apostila para prescrições em odontologia. O mais 
interessante é que a turma toda participou da elaboração, que começou despretensiosa, apenas como um trabalho para o final do semestre 
valendo pontos no 4º período de odontologia da Faculdade Arnaldo. 
Obviamente tiraram total na finalização do “trabalho”. Mas aí, para minha surpresa, duas alunas, fantásticas, inteligentes e muitíssimo 
competentes, Carolina Silva Borém e Mariana Stéfane Silva Gomes mantiveram contato comigo, me pedindo para corrigir a “apostila”, pois 
elas haviam acrescentado mais medicamentos, fizeram marcas d’água, elaboraram um novo índice mais interativo e seguiram em frente. 
A apostila, depois de várias atualizações, já tinha mais de 100 páginas e já não havia mais sentido nomeá-la dessa forma. Afinal, havia se 
transformado em um livro!! Honra, orgulho e fascínio invadiram meu coração nesse momento!!! Me senti realizado como professor!! Afinal, 
incentivar e encantar os alunos é nosso dever e nossa obrigação!! 
Veio então a ideia de compartilhar esse livro, de forma gratuita, com os estudantes e profissionais de odontologia, pois, pensando bem, quem 
nunca teve dúvidas na hora de prescrever? 
Procuramos a coordenação e a direção da faculdade e solicitamos ajuda para publicação. Recebemos o apoio e estamos muitíssimo contentes 
com esse trabalho maravilhoso.imunocomprometidos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com conhecida hipersensibilidade ao aciclovir ou 
valaciclovir. 
OBSERVAÇÕES 
 O tratamento precoce de Herpes zoster com aciclovir produz efeito 
benéfico na dor e pode reduzir a incidência de neuralgia pós 
herpética (dor associada ao Herpes zoster) 
 Um dos efeitos do fármaco é a sonolência; 
 Para grávidas e lactantes, o medicamento passa para o leite 
materno, dessa forma, o uso de aciclovir deve ser considerado 
apenas quando o benefício potencial for maior que a possibilidade 
de riscos para o feto. 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO – caixa 
 ACICLOVIR 200 mg  25 comprimidos 
 ACICLOVIR 400 mg  30 comprimidos 
PEDIÁTRICO – frasco 
 ACICLOVIR 80 mg/mL  frasco com 200 mL 
(MERCK) (BRAINFARMA INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A., 2019; 
SANDOZ DO BRASIL INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA., 1999) 
POSOLOGIA 
5 dias 
ADULTO  200 mg – 4/4h – 5 vezes ao dia, pulando a dose noturna. O 
tempo de duração deve ser estendido em infecções iniciais graves; 
ADULTO com insuficiência renal grave (clearance de creatinina inferior a 10 
mL/minuto)  200 mg – 12/12h 
ADULTO supressão em imunocompetentes  200 mg – 6/6h ou 400mg --
12/12h 
ADULTO tratamento de Herpes zoster  200 mg – 4/4h - 1 comprimido nas 
três primeiras doses do dia e ½ comprimido nas duas seguintes, pulando as 
doses noturnas / De 7 a 10 dias 
PEDIÁTRICO (Herpes simplex) em recém-natos até 3 meses de idade 
solução oral – 10mg por kg de peso a cada 8 horas, durante 10 dias. *Não 
exceder 800mg por dia* 
12 ou mais anos de idade  mesmas doses de adultos. 
*Para pacientes seriamente imunocomprometidos (por exemplo, após 
transplante de medula óssea) ou com problemas de absorção intestinal, a 
dose pode ser dobrada. 
PEDIATRIA 
FÓRMULA 
10 mg / Kg / 3 vezes ao dia 
CÁLCULO para 20 Kg 
10 mg x 20 Kg  200 mg x 3 (vezes ao dia)  600 mg/dia 
80 mg ----- 1 mL 
600 mg ----- X 
X = 7,5 mL POR DIA 
7,5 mL / 3  2,5 mL 8/8h 
7,5 mL x 10 dias  75 mL – um frasco de 200 mL 
 
 
 67 
 
ADULTO 200 mg ADULTO 400 mg
 
 68 
 
PEDIÁTRICO 
 
 69 
 
5.3. Cloridrato de lisina (RESIST)– Oral 
INDICAÇÕES 
 Auxiliar na prevenção do aparecimento de lesões cutêneas recorrentes causadas pelo Vírus Herpes Simples recidivante. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes que apresentem hipersensibilidade aos componentes da fórmula; 
 Portadores de insuficiência renal ou hepática. 
OBSERVAÇÕES 
 Tomar junto das refeições; 
 Seguro utilizar via oral, nas doses recomendadas, por até um ano; 
 Pode causar efeitos adversos como dor gástrica, diarréia e falência dos rins (se tomado em doses altas por períodos prolongados). 
POSOLOGIA 
Junto às refeições, até a remissão dos sintomas 
 ADULTO 500 mg – 8/8h. 
APRESENTAÇÕES 
 RESIST 500 mg  30 e 90 cápsulas. 
 
 
 70 
 
ADULTO 
 
 71 
 
6. Anti-inflamatórios 
 
Anti-inflamatórios não-esteroides (AINE) possuem propriedades: analgésica, antitérmica, anti-inflamatória e antitrombótica. Sua ação decorre da 
inibição de síntese de prostaglandinas, efetuada mediante inativação das cicloxigenases constitutiva (COX-1) e induzível (COX-2). Só estão 
indicados em casos onde a dor, edema e disfunção trazem desconforto ao paciente. 
(WANNMACHER e FERREIRA, 2013) 
 
 
 72 
 
6.1. Celebra – Oral 
INDICAÇÕES 
 Alívio da dor aguda, no pós-operatório de cirurgia odontológica. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com doenças hepáticas e/ou com insuficiência renal grave (clearance de creatina abaixo de 30 mL/min); 
 Mulheres grávidas sem orientação médica; 
 Pacientes menores de 18 anos de idade; 
 Pacientes com hipersensibilidade a sulfonamidas; 
 Pacientes que tenham tido crise de asma, urticária ou reações alérgicas após uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não esteroides 
(AINES); 
 Deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função cardíaca e outras condições; 
 Pacientes hipertensos, pode haver aumento da pressão cardíaca; 
 Pacientes diabéticos, pois contém açúcar em sua formulação. 
OBSERVAÇÕES 
 Receita de controle especial (receita retida - fazer 2 vias); 
 Risco de eventos cardiovasculares trombóticos graves, infarto do miocárdio e derrame, que pode ser fatal. 
 POSOLOGIA 
7 dias, ou a critério médico 
ADULTO  Para cirurgia: dose inicial, tomar 1 cápsula uma hora antes da cirurgia; e 1 cápsula 12 horas depois; 
APRESENTAÇÕES 
 CELEBRA 100 mg  20 CÁPSULAS 
 CELEBRA 200 mg  4, 10, 15 ou 30 CÁPSULAS 
(WYETH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA., 2020) 
 
 
 73 
 
ADULTO
 
 74 
 
6.2. Ibuprofeno – Oral 
INDICAÇÕES 
 Redução da febre e alívio de dores; 
 Ação contra inflamações autoimunes crônicas das articulações; 
 Dor de garganta, dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas, dores 
musculares, cólicas menstruais; 
 Pós operatórios em Odontologia. 
 Pediatria: AINE de 1ª escolha 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Grávidas sem orientação médica; 
 Pacientes com insuficiência grave do coração, fígado e rins; 
 Pacientes em uso de anticoagulantes, diuréticos, anti-hipertensivos, 
corticosteróides e anti depressivos; 
 Aumenta o risco de eventos tromboembolíticos; 
 Crianças com menos de 6 meses de idade. 
POSOLOGIA 
3 a 5 dias no máximo 
Uso em caso de dor e febre 
ADULTO  600 mg – 6/6h, 8/8h ou 12/12h – Não exceder 3.200 mg/dia 
ADULTO  400 mg – 6/6h, 8/8h – Não exceder 2.400 mg/dia 
PEDIÁTRICO  50 mg 1 gota/Kg- 6/6h – Não exceder 160 Gotas/dia ou 40 
gotas por vez. 
PEDIÁTRICO  100 mg 1 gota/2 Kg- 6/6h ou 8/8h– Não exceder 80 
Gotas/dia ou 20 gotas por vez 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 IBUPROFENO 600 mg  20, 160, 280, 320, 400 Comprimidos Revestidos 
 IBUPROFENO 400 mg  10, 15, 30, 120, 200 Comprimidos Revestidos 
PEDIÁTRICO - frasco 
 IBUPROFENO 50 mg/ mL SUSPENSÃO ORAL  30mL 
 IBUPROFENO 100 mg/ mL SUSPENSÃO ORAL  20 mL 
TABELA 50 mg 
TABELA 100 mg 
FÓRMULA 
1gota/ Kg-6/6h 
CÁLCULOS 50 mg/mL 
CÁLCULOS 100 mg/mL 
Peso da 
criança em Kg 
Febre baixa Febre alta Frascos 
5 – 20 Kg 1 por 2 Kg 1 por Kg 1x20 mL 100mg/mL 
20 –40 Kg 1 por 2 Kg 20 gotas 2x20 mL 100mg/mL 
Acima de 40 Kg Dose igual de 
adultos 
Dose igual de 
adultos 
Comprimidos 
Peso da 
criança em Kg 
Febre baixa Febre alta Frascos 
5 – 20 Kg 1 por Kg 2 por Kg 1x30 mL 50mg/mL 
20 – 25 Kg 1 por Kg 40 gotas 1x30 mL 50mg/mL 
26 – 40 Kg 1 por Kg 40 gotas 2x30 mL 50mg/mL 
Acima de 40 Kg Dose igual de 
adultos 
Dose igual de 
adultos 
Comprimidos 
1 gota x 23 Kg  23 gotas 6/6h 
10 gotas ----- 1 mL 
23 gotas ----- X 
X = 2,3 mL DE 6/6h 
2,3 mL x 4  9,2 mL POR DIA 
9,2 mL x 3 dias  27,6 mL = 1 frasco de 30 mL 
1 gota x 15 Kg  8 gotas 6/6h 
10 gotas ----- 1 mL 
8 gotas ----- X 
X =0,8 mL DE 6/6H 
0,8 mL x 4  3,2 mL POR DIA 
3,2 mL x 4 dias  12,8 mL= 1 frasco de 20 mL 
 
 75 
 
ADULTO 400 mg ADULTO 600 mg
 
 76 
 
PEDIÁTRICO 50 mg PEDIÁTRICO 100 mg 
 
 77 
 
6.3. Naproxeno – Oral 
INDICAÇÕES 
 Alívio em estados dolorosos agudos nos quais exista um componente inflamatório; 
 Após cirurgias, inclusive ortopédicas e extrações dentárias; 
 Cólica menstrual; 
 Doenças reumatológicas: artrite reumatoide, osteoartrite, espondilite anquilosante, gota, artrite reumatoide juvenil. 
CONTRA INDICAÇÕES 
 Pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula; 
 Pacientes até 2 anos; 
 Pacientes asmáticos; 
 Pacientes que fazem uso de anticoagulantes ou AAS; 
 Pacientes com insuficiência renal e cardíaca; 
 Durante gravidez e amamentação; 
 Pacientes com histórico de hemorragia ou úlcera péptica. 
OBSERVAÇÕES 
 Pode interferir na fertilidade; 
 Pode interferir nos resultados de exames como coagulograma e função hepática; 
 Pode causar sonolência, tonturas, vertigens, insônia e depressão. 
POSOLOGIA 
3 a 5 dias 
ADULTO  250 mg - 12/12h. Não exceder 500 mg/dia 
ADULTO  500 mg – 24/24h. Não exceder 500 mg/dia 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO- caixa 
 NAPROXENO – 250 mg – 15 COMPRIMIDOS 
 NAPROXENO – 500 mg – 20 COMPRIMIDOS 
 
(BAYER S/A, 2015) (TEUTO BRASILEIRO S/A, 2019) 
 
 
 78 
 
ADULTO 250 mg
 
 
 79 
 
6.4. Nimesulida – Oral 
INDICAÇÕES 
 Alívio da dor em inflamações; 
 Controle da febre; 
 Tratamento pós operatório odontológico de pacientes com Diabetes 
Mellitus, em dose mínima necessária; (avisar o paciente da 
potencialização do efeito hipoglicemiante do medicamento); 
 Crianças acima de 12 anos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Alérgicos à Nimesulida ou qualquer outro componente do 
medicamento; 
 Pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino), 
úlceras recorrentes ou hemorragias no trato gastrointestinal; 
 Histórico de reações hepáticas; 
 Pacientes com distúrbios de coagulação graves; 
 Pacientes com insuficiência cardíaca grave; 
 Pacientes com mal funcionamento dos rins e fígado. 
POSOLOGIA 
Durante 3 dias 
ADULTO 100 mg – 12/12h – 1 comprimido –Não exceder 400 mg/dia. 
ADULTO 100 mg – 12/12h – 2 comprimidos – Não exceder 400 mg/dia 
PEDIÁTRICO 50 mg/mL – 12/12h – 1gota/ Kg – Não exceder 80 gotas/dia. 
FÓRMULA 
1gota/Kg-12/12h 
CÁLCULO 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 NIMESULIDA 100 mg  12 COMPRIMIDOS 
PEDIÁTRICO - frasco 
 NIMESULIDA 50 mg/mL SUSPENSÃO ORAL  com 15 mL; 
Cada 1 mL da suspensão equivale a 21 gotas; 
Cada gota contém 2,38 mg de Nimesulida. 
(EMS S/A, 2019) (EMS S/A, 2019)
1 gota x 35 Kg  35gotas 12/12h 
21 gotas ----- 1 mL 
35 gotas ----- X 
X = 1,66 mL DE 12/12H 
1,66 mL x 2  3,33 mL POR DIA 
3,33 mL x 3 dias  9,99 mL= 1 frascos de 15 mL 
 
 80 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 81 
 
7. Corticosteróides 
 
São hormônios sintéticos que mimetizam as ações do cortisol endógeno. Usados como anti-inflamatórios, e por possuírem propriedades 
imunomoduladoras e linfolíticas, auxiliam em terapia supressiva. Na odontologia geralmente são de uso agudo, 24 a 72 horas de tratamento, 
devido sua alta taxa de potenciais efeitos adversos. 
 
(WANNMACHER e FERREIRA, 2013)
 
 
 82 
 
7.1. Dexametasona – Oral 
INDICAÇÕES 
 Receita de controle especial (receita retida - fazer 2 vias) 
 Pré-operatório odontológico, afim de evitar instalação de edemas; 
 Potente anti-nflamatório, antirreumático e antialérgico; 
 Tratamento onde é necessária imunossupressão; 
 Paciente com estados edematosos e com edema cerebral; 
 Tratamento alérgico grave, doenças neoplásicas, doenças gastrintestinais e casos graves de Covid-19; 
 Terapia auxiliar na administração a curto prazo de doenças reumáticas, controle de oftalmopatias graves (herpes zoster oftálmico), pneumopatias, 
doenças neoplásicas (leucemias), tratamento para homeopatias (púrpura trombocitopênica idiopática), edema cerebral e doenças grastrintestinais. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Infecções por fungos; 
 Alérgicos a sulfitos (conservantes de vinho, cerveja, salsicha, etc), pois causam náuseas e vômitos; 
 Pacientes que necessitem de tomar vacinas de vírus vivo durante o tratamento; 
 O uso juntamente com Ácido Acecetilsalicílico deve ser evitado pelo risco de hipoprotrombinemia; 
 Proibido durante a amamentação (passa para o leite materno). 
OBSERVAÇÕES 
 A Dexametasona é de 6 a 8 vezes mais potente que a Prednisona; 
 Alguns efeitos colaterais são: retenção de líquidos, aumento de peso, pressão alta, níveis elevados de açúcar no sangue, aumento da necessidade de 
medicamentos para controlar a diabetes, osteoporose, aumento do apetite, menstruação irregular, dificuldade em cicatrizar feridas, problemas 
psicológicos como alterações de humor ou dificuldade de julgamento, aumento da sensibilidade para contrair infecções, fraqueza nos músculos e 
úlcera gastrintestinal; 
 O crescimento e desenvolvimento de crianças pode ser afetado pelo tratamento prolongado com corticóides. 
POSOLOGIA 
1 comprimido 1 hora antes do procedimento odontológico 
ADULTO  4 mg – 1 comprimido em dose única 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 DEXAMETASONA 4 mg COM 10, 200 e 500 COMPRIMIDOS 
(CONSULTA REMÉDIOS, 2020) (SITE MINHA VIDA) (EMS S/A) 
 
 83 
 
ADULTO / PEDIÁTRICO
 
 
 84 
 
7.2. Prednisona – Oral 
INDICAÇÕES 
 Receita de controle especial (receita retida - fazer 2 vias) 
 Pré-operatório odontológico, afim de evitar instalação de edemas; 
 Efeito anti-inflamatório, antirreumático e antialérgico; 
 Tratamento de doenças alérgicas, respiratórias, endócrinas (doenças das glândulas), osteomusculares, distúrbios do colágeno (doenças que afetam 
vários órgãos e tem causa autoimune, como por exemplo Lúpus eritematoso Sistêmico), doenças dermatológicas, hematológicas e oftálmicas. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Proibido uso em pacientes com infecções fúngicas sistêmicas; 
 Pode passar para o leite materno, seu uso em lactantes, gestantes ou mulheres em idade fértil deve ser avaliado; 
 Não recomendado uso em associação com Anti Inflamatórios Não Esteroidais como Áciso Acetilsalicilíco ou com álcool; 
 Pessoas que já tiveram reação alérgica ou alguma reação incomum à prednisona ou outros compenentes da fórmula. 
OBSERVAÇÕES 
 Modificam a resposta imunológica e inibem as defesas naturais do organismo, dificultando a cicatrização; 
 Pode mascarar alguns sinais de infecção e facilitar novas infecções; 
 Alguns efeitos colaterais são: retenção de sal e líquidos, aumento de peso, pressão alta, aumento da perda de cálcio e potássio; 
 Tem efeito aumentado em pacientes com hipotireoidismo ou com cirrose; 
 A quantidade de dias para tratamento varia de acordo com gravidade e complicação da infecção, sendo de 5 a 60 mg por dia; 
 O crescimento e desenvolvimento de crianças pode ser afetado pelo tratamento prolongado com corticóides. 
POSOLOGIA 
Até 3 dias 
1 comprimido 1 hora antes do procedimento odontológico 
ADULTO  20 mg – 1 comprimido em dose única 
ADULTO  20 mg – 24/24h 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO – caixa 
 PREDNISONA 5 mg  10 e 500 COMPRIMIDOS 
 PREDNISONA 20 mg  10, 20 e 500 COMPRIMIDOS 
(EMS) (NEOQUÍMICA, 2020)
 
 
 85 
 
ADULTO / PEDIÁTRICO ADULTO 
 
 86 
 
7.3. Omcilon-A Orobase – Tópico 
INDICAÇÕES 
 Alívio temporário de sintomas associados com lesões inflamatórias orais e lesões ulcerativas resultantes de trauma. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Por conter um corticosteroide, é contraindicado na presença de infecções fúngicas, virais ou bacterianas da boca ou garganta, por exemplo, 
tuberculose e lesões causadas por herpes; 
 Grávidas principalmente no primeiro trimestre. 
OBSERVAÇÕES 
 Aplicar uma pequena quantidade, sem esfregar, sobre a lesão; 
 Deve ser aplicado preferencialmente à noite e após as refeições; 
 Pode causar supressão adrenal e alteração no metabolismo da glicose. 
POSOLOGIA 
Até 7 dias 
ADULTO E PEDIÁTRICO  1 mg/g – 8/8h ou 12/12h 
APRESENTAÇÕES 
 TRIANCINOLONA ACETONADA 1 mg/g  bisnaga com 10g 
(BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACÊUTICA S.A., 2013)
 
 87 
 
ADULTO / PEDIÁTRICO
 
 
 88 
 
8. Soluções Bucais 
 
São formas farmacêuticas líquidas que buscam realizar um papel coadjuvante no tratamento e agirão de forma tópica na mucosa oral. 
 
(ANDRADE, 2014)
 
 
 89 
 
8.1. Cloreto de Cetilpiridínio (Neopiridin®) 
INDICAÇÕES 
 Alívio rápido e temporário das dores e irritações da boca e da garanta provocadas por faringites, amigdalites, estomatites, refriados e po 
procedimentos odontológicos e pequenas cirurgias da garganta. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com histórico de alergia aos anestésicos locais e ao cloreto de cetilpiridínio; 
 Crianças menores de 6 anos e mulheres grávidas. 
OBSERVAÇÕES 
 Contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes; 
 Contém o corante amarelo tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas 
alérgicas ao ácido acetilsalicílico. 
POSOLOGIA 
PASTILHA  10 mg + 1,466 mg – deixar dissolver na boca umapastilha, de acordo com as necessidades, não exceder 6 pastilhas por dia, por no 
máximo 2 dias; 
SPRAY  4 mg/mL + 0,5 mg/mL – fazer 3 a 6 nebulizações na área afetada. Repetir o procedimento a cada 2 ou 3 horas como necessário, até no 
máximo 6 vezes ao dia;* 
*antes da primeira utilização, acionar a válvula 3 vezes para que haja saída do produto. 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO e ACIMA DE 6 ANOS– caixa 
 BENZOCAÍNA + CLORETO DE CETILPIRIDÍNIO pastilhas 10 mg + 1,466 mg Neopiridin®  12 pastilhas. 
ADULTO e ACIMA DE 6 ANOS– frasco 
 BENZOCAÍNA + CLORETO DE CETILPIRIDÍNIO solução spray 4 mg/mL + 0,5 mg/mL Neopiridin®  frasco com 50 mL. 
(ELIAS, 2014)
 
 90 
 
ADULTO ADULTO 
 
 
 91 
 
8.2. Digluconato de Clorexidina a 0,12% 
INDICAÇÕES 
 Procedimentos pré-clínicos; (profilaxia e raspagem) 
 Terapia complementar em tratamento de gengivite, estomatite, tonsilite, faringites e infecções menores da boca e garganta; 
 Pós cirúrgico, mantendo a ferida asséptica; 
 Forma preventiva na redução da placa bacteriana em pacientes com mobilidade reduzida, portadores de aparelho ortodônticos e pacientes 
geriátricos; 
 Terapias de ulcerações aftosas, de estomatite protética e gengivite úlcero-necrosante aguda. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula; 
 Crianças e mulheres grávidas. 
OBSERVAÇÕES 
 Os efeitos adversos quando usada por tempo prolongado, envolvem: alterações na cor dos dentes, xerostomia (sensação de boca seca), dor, perda 
do paladar e gosto residual na boca; 
 A apresentação da solução SEM ÁLCOOL diminui a toxicidade do produto aos tecidos bucais. 
POSOLOGIA 
7 a 15 dias – Determinado pelo grau de inflamação 
Não diluir em água; 
Não enxaguar a boca após o uso; 
Não ingerir água por pelo menos 10 minutos após o uso; 
Aguardar 30 minutos a 2 horas após a escovação para poder realizar o uso. 
USO PRÉ-CLÍNICO  5 mL – bochechar por 1 minuto previamente aos procedimentos clínicos/cirúrgicos em Odontologia; 
USO PÓS-CIRÚRGICO  Não realizar bochechos nas primeiras 48 horas, apenas banhar a região; 
USO DOMICILIAR  15 mL – 12/12h – bochechar por 30 segundos de manhã e à noite, após a escovação. 
APRESENTAÇÕES 
 Noplak®  frasco com 200 mL 
 Periogard®  frasco com 250 mL 
 Preoxidin®  frasco com 500 mL 
 Periotrat®  frasco com 250 mL 
 Oral B - Periodefense®  frasco com 350 mL (HERREIRA,B.S; et al, 2007) 
 
 92 
 
ADULTO ADULTO (Pós-Cirúrgico) 
 
 
 93 
 
8.3. Fluoreto de sódio (Flúor) 0,05% 
INDICAÇÕES 
 Promove fortalecimento e dessensibilizante para pacientes em processo de clareamento dental. (controle de sensibilidade); 
 Previne a formação de cárie dental. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula; 
 Gestantes e lactantes sem orientação médica; 
 Menores de 18 anos sem orientação. 
OBSERVAÇÕES 
 Uso indicado apenas pra bochechos, não engolir; 
 Não ingerir alimentos ou bebidas pelos próximos 30 minutos; 
 Pode ser manipulado em farmácia especializada. 
POSOLOGIA 
30 dias 
ADULTO  10 mL – 12/12h 
APRENSENTÇÕES 
 Enxaguatório bucal de manipulação – 250 mL (diversos sabores) 
(LTDA) 
 
 
 94 
 
ADULTO
 
 
 95 
 
8.4. Salivan® 
INDICAÇÕES 
 Promove fortalecimento e dessensibilizante para pacientes em processo de clareamento dental. (controle de sensibilidade); 
 Previne a formação de cárie dental. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula; 
 Gestantes e lactantes sem orientação médica; 
 Menores de 18 anos sem orientação. 
OBSERVAÇÕES 
 Uso indicado apenas pra bochechos, não engolir; 
 Não ingerir alimentos ou bebidas pelos próximos 30 minutos; 
 Pode ser manipulado em farmácia especializada. 
POSOLOGIA 
30 dias 
ADULTO  10 mL – 12/12h 
APRENSENTÇÕES 
 Enxaguatório bucal de manipulação – 250 mL (diversos sabores) 
(LTDA) 
 
 
 96 
 
ADULTO
 
 
 
 97 
 
9. Relaxantes Musculares 
 
Tendo como principal função aliviar dores musculares, esses medicamentos reduzem a tensão muscular, o que contribui muito para diminuir o 
desconforto. Geralmente são prescritos como um adjuvante em pacientes prestes a passar por cirurgias, visando diminuir a tensão e gerando 
maior tranquilidade. 
(PAI, 2016) 
 
 98 
 
9.1. Dorflex – Oral 
INDICAÇÕES 
 Alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com alergia ou intolerância a qualquer componente da fórmula; 
 Pacientes com glaucoma, obstrução pilórica ou duodenal, problemas motores no esôfago, úlcera péptica estenosante, aumento da prostata, 
obstrução do colo da bexiga e miastemia grave; 
 Histórico de Agranulocitose, doenças do sistema hematopoiético; 
 Gravidez no primeiro e último trimestre de gestação. 
OBSERVAÇÕES 
 Dipirona monoidratada (300 mg): analgésico 
 Citrato de orfenadrina (35 mg) : Relaxante Muscular e analgésico 
 Cafeína anidra (50 mg) : Estimulante e associado a analgésico, melhora a eficácia do mesmo; 
 Início da ação em cerca de 30 minutos; 
 Pacientes idosos podem sentir certo grau de confusão mental; 
 Não deve usado concomitantemente ao álcool, propoxifeno e fenotiazínicos; 
 Não pode ser usado para tratamento de rigidez muscular causada por antipsicóticos; 
 Risco de Agranulocitose causada pelo dipirona, pode durar até uma semana causando: febre, calafrios, dor de garganta, lesão na boca e boca seca. 
POSOLOGIA 
3 dias 
ADULTO  300 mg+35 mg+50 mg – 6/6h 
*Dose inicial: Tomar 1 comprimido, 1 hora antes da cirurgia 
APRESENTAÇÕES 
 DORFLEX 300 mg+35 mg+50 mg  24, 35, 50 ou 300 COMPRIMIDOS 
(SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA, 2019) (SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA., 2014) 
 
 
 99 
 
ADULTO 
 
 100 
 
9.2. Miosan – Oral 
INDICAÇÕES 
 Tratamento de espasmos (contrações involuntárias) musculares, como dores lombares, torcicolos, periartrite escapuloumeral (acomete o ombro), 
cervicobronquialgias (dores na região do pescoço que irradiam para os braços) e no tratamento da fibromialgia; 
 Indicado como coadjuvante de outras medidas para o alívio dos sintomas, tais como fisioterapia e repouso. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos à ciclonecaprina e qualquer componente do produto; 
 Pacientes abaixo de 15 anos; 
 Pacientes que estejam fazendo uso de ansiolíticos, antidepressivos e inibidores da MAO; 
 Pacientes com arritmia cardíaca, bloqueio, alteração de conduta, insuficiência cardíaca congestiva ou hipertireoidismo; 
 Em período de pós infarto do miocárdio; 
 Grávidas. 
OBSERVAÇÕES 
 Tem início de ação em cerca de 1 hora; 
 Pode diminuir o fluxo salivar, causando xerostomia e contribuindo para aumento da incidência de cáries, candidíase e doenças periodontais; 
 Pode causar efeitos colaterais como: sonolência, tontura, boca seca, fadiga, dor de cabeça, confusão mental, desconforto abdominal, refluxo, 
constipação, diarréia, náuseas, sabor desagradável na boa e visão embaçada. 
POSOLOGIA 
Até 4 dias 
ADULTO  5 mg – 6/6h ou 12/12h 
APRESENTAÇÕES 
 CLORIDRATO DE CICLOBENZAPRINA 5 mg  4, 10 ou 30 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
 CLORIDRATO DE CICLOBENZAPRINA 10 mg  10 ou 30 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
 
(APSEN FARMACÊUTICA S.A., 2020)
 
 101 
 
ADULTO 
 
 102 
 
10. Suplementos – Parestesias 
 
A suplementação vitamínica pode auxiliar a combater dores em neuralgias e regeneração em casos de parestesias por seccionamento de 
nervos. Seu tratamento é de uso prolongado, variando entre 20 e 60 dias. 
 
(LABORATÓRIO GROSS S.A, 2019) (MERCK S/A, 2019)
 
 
 103 
 
10.1. Citoneurin – Oral 
INDICAÇÕES 
 Auxílio no tratamento de parestesias persistentes por mais de 2 dias; 
 Tratamento de neuralgia e neurite (dor e inflamação dos nervos) e podem se evidenciar através de sintomas como: formigamento,dormência e 
hipersensibildade ao toque; 
 Suplemento de vitaminas do complexo B (B1, B6 e B12) para idosos, indivíduos sob dietas restritivas e inadequadas, em diversos tipos de doenças 
aguda e crônicas. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com alergia à tiamina (vitamina B1) ou a qualquer componente da fórmula; 
 Pacientes com mal de Parkinson sob tratamento contendo levodopa; 
 Crianças e adolescentes; 
 Lactantes  altas doses de vitamina B6 podem inibir a produção de leite; 
 Pacientes que possuam a doença ocular Atrofia Óptica Hereditária de Leber e anemia macrolítica; 
 Pacientes em uso dos seguintes medicamentos: fenobarbital, fenitoína, ciclosserina, hidralazina, penicilamina, ciclosporina, cloranfenicol, 
mesalazina, neomicina, colchicina, ácido ascórbico, prednisona e diuréticos; 
 Pacientes diabéticos e portadores de síndrome/doença celíaca. DRÁGEAS contém glutén, açúcar, lactose e sacarose. 
OBSERVAÇÕES 
 Exerce efeito analgésico em casos de neuralgias, além de favorecer a regeneração das fibras nervosas lesadas; 
 Pode provocar vômitos e diarréia levando à perda de peso a longo prazo; 
 Deve ser ingerido após uma refeição. 
POSOLOGIA 
20 dias 
ADULTO  5000 mcg/100 mg/100 mg – 8/8h 
APRESENTAÇÕES 
 CITONEURIN® 5000  20, 60 ou 90 drágeas. 
(MERCK S/A, 2019) 
 
 
 104 
 
ADULTO 
 
 
 
 105 
 
10.2. ETNA – Oral 
INDICAÇÕES 
 Auxilia no tratamento de parestesias de nervos faciais; 
 Tratamento de distúrbios neurais periféricos: fraturas ósseas, síndromes vertebrais, entorses, seccionamento por fragmento ósseo, lesão por objeto 
pefurocortante, lesões por vibração (uso contínuo de máquinas, doença relacionada ao trabalho) e procedimentos cirúrgicos neurais ou em áreas 
muito próximas; 
 Uso adulto. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Alergia a um ou mais componentes da fórmula; 
 Em investigação de doença proliferativa (multiplicação desordenada de células); 
 Casos de AVC recente; 
 Certos tipos de doenças genéticas: deficiência de diidropirimidino desidrogenase, deficiência de ornitina, carbamoiltranferase e deficiência de 
diidropirimidinase. 
OBSERVAÇÕES 
 O tempo para início de ação varia de 10 a 30 dias; 
 O tratamento pode causar hipopotassemia (dosagem baixa de potássio no sangue) em pessoas que também tenham anemia por carência de 
vitamina B12; 
 Pode causar: naúseas, constipação, vômitos e dores de cabeça; 
 Não ingerir álcool durante o tratamento (causa interação). 
POSOLOGIA 
30 dias 
ADULTO  02 cápsulas de 8/8 horas (3 vezes ao dia) durante 30 dias. *Dose máxima de 06 cápsulas/dia. 
APRESENTAÇÃO 
 ETNA® 2,5 mg + 1,5 mg + 1 mg 20, 50 ou 180 cápsulas. 
(LABORATÓRIO GROSS S.A, 2019) 
 
 
 106 
 
 ADULTO 
 
 
 107 
 
11. Interações Medicamentosas 
 
A interação medicamentosa dá-se onde os efeitos de um fármaco podem ser alterados pela presença de outro fármaco, alimento ou 
substâncias diversas. No consultório podemos encontrar diversas situações nas quais o paciente utiliza diversos medicamentos e até mesmo 
apresenta quadros de dor, infecções e inflamações, recorrendo à automedicação. É importante conhecer as principais interações, para não 
ocorra uma piora do quadro geral dos pacientes. 
(BERTOLLO, DEMARTINI e PIATO, 2013) 
 
 108 
 
Anti-inflamatórios não esteroidais 
INDICAÇÕES 
 Tratamentos em caso de dor e inflamação; 
 Prescritos em cirurgias onde haja dor, trismo e edema; 
 São coadjuvantes em tratamentos de doenças periodontais, abscessos e pericementites. 
PRINCIPAIS AINEs USADOS NA ODONTOLOGIA 
 Dipirona; 
 Ibuprofeno; 
 Ácido acetilsalicílico; 
 Diclofenaco; 
 Cetoprofeno. 
 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM AINEs 
Medicamento Indicação Efeito 
Dabigatrana, Enoxaparina, Dicumarol, 
Varfarina, Altaplase, Heparina 
Prevenção de AVC, Prevenção de tromboses, Tratamento de 
tromboses e embolia pulmonar 
Hemorragia 
Efavirenz, Naltrexona Tratamento do alcoolismo Toxicidade gastrointestinal, Lesões hepáticas 
Metotrexato Tratamento de tumores sólidos e neoplasias malignas 
hematológicas 
Supressão da medula óssea, Nefrotoxicidade, Hepatotoxicidade 
Atenolol, Propranolol, Captopril, Losartana, 
Prazosina, Diltiazem, Hidralazina, Nifedipina 
Tratamento de hipertensão arterial Redução dos efeitos hipertensivos 
Citalopram, Escitalopram, Duloxetina, 
Fluoxetina, Sertralina e Sibutramina 
Tratamento de desordens psicológicas como depressão, TOC, 
transtorno do pânico 
Possibilidade de sangramento 
Lítio Tratamento de episódios maníacos nos transtornos bipolares. Toxicidade por aumento de concentração plasmática (vômito, 
fraqueza, visão turva) 
(IORIS e BACCHI, 2019) 
 
 
 109 
 
11.1. Antibacterianos 
INDICAÇÕES 
 Inibição de crescimento ou eliminação de bactérias; 
 Tratamento de infecções odontogênicas agudas, infecções não odontogênicas, profilaxias contra infecção local em pacientes imunocomprometidos, 
para realização de cirurgias invasivas. 
 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM AMOXICILINA 
Medicamento Indicação Efeito 
Dicumarol, Varfarina, Prevenção de AVC, Prevenção de tromboses, Tratamento de 
tromboses e embolia pulmonar 
Potencialização do risco de sangramento 
Metotrexato Tratamento de tumores sólidos e neoplasias malignas 
hematológicas 
Efeitos hematológicos 
Etinilestradiol Contraceptivo Redução da eficácia contraceptiva 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM METRONIDAZOL 
Medicamento Indicação Efeito 
Amiodarona; 
Loperamida 
Tratamento de arritmias cardíacas 
Tratamento de diarreias agudas ou crônicas s/ caráter infeccioso 
Tontura, palpitação e síncope 
Varfarina, Dicumarol Prevenção de AVC e tromboses, Tratamento de tromboses e 
embolia pulmonar 
Potencialização do risco de sangramento 
Fenobarbital; 
Colestiramina 
Anticonvulsionante; 
Tratamento de pacientes com alto nível de colesterol 
Redução dos efeitos dos nitroimidazois 
Atorvastatina; 
Cisplatina; 
Hidralazina; 
Isoniazida; 
Levodopa; 
Talidomida 
Tratamento de pacientes com alto nível de colesterol; 
Terapia de tumores ovarianos; 
Tratamento de hipertensão arterial; 
Tratamento de tuberculose; 
Tratamento de Parkinson; 
Sedativo, anti-inflamatório e hipnótico 
Queimação, dormência ou dor nas mãos e nos pés 
Celecoxibe; 
Carbamazepina; 
Lítio 
Anti-inflamatório; 
Anticonvulsionante; 
Tratamento de episódios maníacos nos transtornos bipolares 
Dor abdominal, vômito, retenção de líquido e insuficiência cardíaca 
Dissulfiram Tratamento contra alcoolismo Confusão e Psicose aguda 
Etanol Rubor, dor de cabeça, dificuldade respiratória, vômito e hipotensão 
Etinilestradiol Contraceptivo Redução da eficácia contraceptiva 
 
 110 
 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM CLINDAMICINA 
Medicamento Indicação Efeito 
Atracúrio, Succinilcolina Relaxamento muscular e esquelético em cirurgias Depressão respiratória 
Verapamil Tratamento de hipertensão arterial, Angina crônica e de repouso 
e Isquemia silenciosa 
Toxicidade aguda (bloqueio cardíaco) 
Etinilestradiol Contraceptivo Redução da eficácia contraceptiva 
(IORIS e BACCHI, 2019) 
 
 
 111 
 
11.2. Analgésicos opióides 
INDICAÇÕES 
 Controle da dor moderada e severa; 
 Desordens temporomandibulares, dor pós operatória em cirurgias. 
 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MADICAMENTOSAS COM ANALGÉSICOS OPIÓIDES 
Medicamento Indicação Efeito 
Etanol Profunda sedação, depressão respiratória, coma e morte 
Tiopental, Halotano Geralmente adjuvantes em manutenção de anestesia geral Apneia 
Benzodiazepínicos Hipnóticos e ansiolíticos Aumento nos efeitos depressores respiratórios e/ou do Sistema 
Nervoso Central 
Bupropiona Tratamento de distúrbios psicológicos como depressão Potencialização do risco de convulsões 
Quinidina Tratamento de arritmias e palpitações Possível alívio inadequado da dor 
Metoclopramida Tratamento de distúrbio da motilidade gastrintestinale náuseas 
e vômitos de origem central e periférica 
Aumento de disfunção motora da Metoclopramida 
(IORIS e BACCHI, 2019) 
 
 112 
 
11.3. Anestésicos locais 
INDICAÇÕES 
 Interrupção de transmissão de estímulos dolorosos e controle da dor em área específica. 
 
EFEITO DAS PRINCIPAIS INTERAÇÕES MADICAMENTOSAS COM ANALGÉSICOS OPIÓIDES 
Medicamento Indicação Efeito 
Tramadol Analgésico opióide Potencialização do risco de convulsões 
Betabloquadores (Propanolol, Metaprolol, 
Atenolol) 
Tratamento de hipertensão arterial, Angina crônica e de repouso 
e Isquemia silenciosa 
Toxicidade (sonolência, alterações do estado mental e bradicardia) 
Atracúrio e bloqueadores neuromusculares Adjuvantes da anestesia geral e relaxamento da musculatura 
esquelética 
Bloqueio neuromuscular aumentado e/ou prolongado 
(IORIS e BACCHI, 2019) 
 
 
 113 
 
11.4. Bisfosfonatos 
INDICAÇÕES 
 Alteram o metabolismo ósseo, aumentam a massa óssea e diminuem o risco de fratura, têm importante função no tratamento de diversas 
desordens que afetam o tecido ósseo; 
 Como osteoporose, neoplasias malignas com metástase óssea, hipercalcemia maligna e mieloma múltiplo. 
ALERTA 
Osteonecrose 
 Ocorre exclusivamente nos ossos maxilares quando associada aos bisfosfonatos, sendo a mandíbula a mais afetada; 
 A inibição da atividade osteoclástica causa diminuição da capacidade de remodelamento ósseo, propciando o desenvolvimento da necrose numa 
situação em que haja trauma na região óssea. A atividade antiangiogênica diminui o suprimento vascular, possibilitando a ocorrência de isquemia e, 
consequentemente, necrose tecidual; 
 A maioria dos casos de necrose relacionados a essa terapia medicamentosa, descrita na literatura, ocorreu após tratamento odontológico invasivo, 
como Exodontias. Entretanto, existem estudos que mostram que o desenvolvimento da necrose em pacientes desdentados seja em função de 
trauma crônico induzido pelo uso de prótese total. 
BISFOSFOTONATOS MAIS UTILIZADOS 
(NICOLATOU-GALITIS, SCHOIDT, et al., 2018) 
 
Medicamento Disfunção 
Ácido Alendrônico Osteoporose 
Ácido Ibandrônico Osteoporose, Hipercalcemia Induzida por Tumor, Prevenção de Eventos Relacionados a Ossos em pacientes com metástases. 
Ácido Pamidrônico Doença de Paget, Hipercalcemia Induzida por Tumor, Prevenção de Eventos Relacionados a Ossos em pacientes com metástases.. 
Ácido Risedrônico Osteoporose, Doença de Paget. 
Ácido Zoledrônico Osteoporose, Doença de Paget, Hipercalcemia Induzida por Tumor, Prevenção de Eventos Relacionados a Ossos em pacientes com metástases. 
Denosumab Osteoporose, Tratamento de câncer que induzem perda óssea, Prevenção de Eventos Relacionados a Ossos em pacientes com metásta ses, Tumores de 
Células Gigantes nos ossos. 
 
 114 
 
12. Terapias medicamentosas (por especialidade) 
 
A necessidade de seguir um protocolo na tentativa de padronizar e aprimorar atendimentos, foi observada e de tal forma foram criados 
“protocolos farmacológicos”, para procedimentos eletivos e de urgência. São baseados em evidências científicas, porém deve-se atentar que 
cada caso dependerá do paciente e do procedimento em questão. 
(ANDRADE, 2014) 
 
 
 115 
 
12.1. Cirurgia bucal 
TODOS OS PROCEDIMENTOS 
1 – 2 dias antes da intervenção: remoção de cálculos grosseiros e placa 
dentária (raspagem e jateamento com bicarbonato de sódio, ou pedra 
pomes e taças de borracha). Orientar sobre higiene bucal em casa. 
ANTISSEPSIA INTRABULCAL 
Bochechar vigorosamente por 1 minuto antes do atendimento 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL 
ANTISSEPSIA EXTRABUCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2% SOLUÇÃO AQUOSA / GEL 
EM CASO DE PACIENTE QUE SOFRE POR ANSIEDADE 
CONSIDERAR SEDAÇÃO 
ÓXIDO NITROSO + OXIGÊNIO  10 a 70% - 1 a 2 min antes da cirurgia; 
MIDAZOLAM  7,5 mg – 1 comprimido, 30 min antes da cirurgia; 
ALPRAZOLAM  0,5 mg – 1 comprimido, 30 min antes da cirurgia; 
LORAZEPAM  2 mg – 1 comprimido 2 h antes da cirurgia. 
PROCEDIMENTOS ELETIVOS 
 EXODONTIAS POR VIA ALVEOLAR (UNITÁRIAS OU MÚLTIPLAS) E 
PEQUENAS CIRURGIAS DE TECIDOS MOLES 
PÓS OPERATÓRIO 
24h 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
PARACETAMOL  750 mg – 1 comprimido 6/6h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h. 
 EXODONTIAS POR VIA NÃO AVEOLAR (OSTECTOMIA E 
ODONTOSECÇÃO) E CIRURGIAS PRÉ-PROTÉTICAS COM 
DESCOLAMENTO TECIDUAL EXTENSO 
PRÉ-OPERATÓRIO 
Administrar a dose única, 30-45 min antes do atendimento 
DEXAMETASONA  4 mg – 1 ou 2 comprimidos; 
BETAMETASONA  2 mg – 2 comprimidos. 
 Pacientes com doenças metabólitas ou imunossuprimidos 
AMOXICILINA  500 mg – 4 comprimidos, 1h antes da intervenção; 
CLINDAMICINA  300 mg – 2 comprimidos, 1h antes da intervenção. 
PÓS OPERATÓRIO 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite até a retirada da sutura (~5-7 dias) 
24 h 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
Caso a dor persista 
48h 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h; 
CETOROLACO DE TROMETAMINA  10 mg – 1 comprimido 12/12h. 
OBSERVAÇÃO 
 Em casos de pericoronarite em fase aguda, receitar terapia 
antibacteriana, remarcar intervenção após a remissão dos 
sintomas. 
AMOXICILINA  500 mg – 1 comprimido 8/8h durante 7 dias; 
CLINDAMICINA  300 mg – 1 comprimido 6/6h durante 10 dias. 
(ANDRADE, 2014, p. 101-110) 
 
 
 116 
 
12.2. Endodontia 
TODOS OS PROCEDIMENTOS 
ANTISSEPSIA INTRABULCAL 
Bochechar vigorosamente por 1 minuto antes do atendimento 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL 
EM CASO DE PACIENTE QUE SOFRE POR ANSIEDADE 
CONSIDERAR SEDAÇÃO 
ÓXIDO NITROSO + OXIGÊNIO  10 a 70% - 1 a 2 min antes da cirurgia; 
MIDAZOLAM  7,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
ALPRAZOLAM  0,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
LORAZEPAM  2 mg – 1 comprimido 2 h antes da cirurgia. 
PROCEDIMENTOS ELETIVOS E URGÊNCIA 
 Assintomáticos e sintomáticos com envolvimento periapical 
PRÉ OPERATÓRIO 
Administrar a dose única, 30-45 min antes do atendimento 
DEXAMETASONA  4 mg – 1 comprimido; 
BETAMETASONA  2 mg – 2 comprimidos. 
PÓS OPERATÓRIO 
24h 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
PARACETAMOL  750 mg – 1 comprimido 6/6h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h. 
MICROCIRURGIAS PERIRRADICULARES 
PRÉ-OPERATÓRIO 
1 – 2 dias antes da intervenção: remoção de cálculos grosseiros e placa 
dentária (raspagem e jateamento com bicarbonato de sódio, ou pedra 
pomes e taças de borracha). Orientar sobre higiene bucal em casa. 
ANTISSEPSIA EXTRABUCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2% SOLUÇÃO AQUOSA / GEL 
PÓS OPERATÓRIO 
24 – 48h 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h. 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite até a retirada da sutura (~5-7 dias) 
OBSERVAÇÃO 
 Procedimento mais trabalhoso do que o previsto, em casos onde 
não foi receitado corticosteróide pré-operatório 
Logo após o término da instrumentação endodôntica, por via sub lingual: 
CETOROLACO DE TROMETAMINA  10 mg – 1 comprimido 
ANTIBACTERIANOS 
 Sinais locais de disseminação da infecção: celulite, linfadenite; 
 Manifestações sistêmicas da infecção: febre, taquicardia, falta de 
apetite e mal estar geral. 
AMOXICILINA  500 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 7 dias; 
CLINDAMICINA  300 mg – 1 comprimido 6/6h, durante 10 dias. 
 Pacientes com doenças metabólitas ou imunossiprimidos 
AMOXICILINA  500 mg – 4 comprimidos, 1h antes da intervenção; 
CLINDAMICINA  300 mg – 2 comprimidos, 1h antes da intervenção. 
(ANDRADE, 2014, p. 119-126)
 
Endodontia 
Dor Instalada Anti-inflamatórios AINEs OU AnalgésicosPrevisão de Dor Anti-inflamatórios AINEs 
Infecção associada Antibióticos E Analgésicos 
 
 117 
 
12.3. Implantodontia 
TODOS OS PROCEDIMENTOS 
1 – 2 dias antes da intervenção: remoção de cálculos grosseiros e placa 
dentária (raspagem e jateamento com bicarbonato de sódio, ou pedra 
pomes e taças de borracha). Orientar sobre higiene bucal em casa. 
ANTISSEPSIA INTRABULCAL 
Bochechar vigorosamente por 1 minuto antes do atendimento 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL 
ANTISSEPSIA EXTRABUCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2% SOLUÇÃO AQUOSA / GEL 
EM CASO DE PACIENTE QUE SOFRE POR ANSIEDADE 
CONSIDERAR SEDAÇÃO 
ÓXIDO NITROSO + OXIGÊNIO  10 a 70% - 1 a 2 min antes da cirurgia; 
MIDAZOLAM  7,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
ALPRAZOLAM  0,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
LORAZEPAM  2 mg – 1 comprimido 2 h antes da cirurgia. 
PROCEDIMENTOS ELETIVOS 
 Implantes com descolamento tecidual mínimo 
PÓS OPERATÓRIO 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite até a retirada da sutura (~5-7 dias). 
-24 h- 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
PARACETAMOL  750 mg – 1 comprimido 6/6h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h. 
 Implantes com descolamento tecidual extenso 
PRÉ-OPERATÓRIO 
Administrar a dose única, 30-45 min antes do atendimento 
DEXAMETASONA  4 mg – 1 ou 2 comprimidos; 
BETAMETASONA  2 mg – 2 comprimidos. 
 Pacientes com doenças metabólitas ou imunossuprimidos 
AMOXICILINA  500 mg – 4 comprimidos 1h antes da intervenção; 
CLINDAMICINA  300 mg – 2 comprimidos 1h antes da intervenção. 
PÓS OPERATÓRIO 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite até a retirada da sutura (~5-7 dias). 
-24 h- 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
Caso a dor persista 
-48 h- 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h; 
CETOROLACO DE TROMETAMINA  10 mg – 1 comprimido 12/12h. 
OBSERVAÇÃO 
 Em casos de preenchimento com biomateriais com ou não 
envolvimento de seios maxilares 
AMOXICILINA  500 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 3 dias; 
AMOXICILINA + CLAVUNATO DE POTÁSSIO 875 mg + 125 mg – 1 
comprimido 8/8h, durante 7 dias; 
CLINDAMICINA  300 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 3 dias. 
(ANDRADE, 2014, p. 129-136) 
 
 
 118 
 
12.4. Odontopediatria 
TODOS OS PROCEDIMENTOS 
1 – 2 dias antes da intervenção: remoção de cálculos grosseiros e placa 
dentária (raspagem e jateamento com bicarbonato de sódio, ou pedra 
pomes e taças de borracha). Orientar sobre higiene bucal em casa. 
ANTISSEPSIA INTRABULCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  com cotonete embebido, 
proceder à limpeza das faces dentárias; 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL* 
*Bochechar vigorosamente por 30 segundos antes do atendimento –
Apenas para crianças que já conseguem evitar a deglutição. 
ANTISSEPSIA EXTRABUCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2% SOLUÇÃO AQUOSA / GEL 
EM CASO DE PACIENTE QUE NÃO COLABORE CONSIDERAR 
SEDAÇÃO 
ÓXIDO NITROSO + OXIGÊNIO  10 a 70% - 1 a 2 min antes da cirurgia; 
DIAZEPAM  0,2-0,5 mg/Kg – 45 a 60 min antes da cirurgia (administrar 
em casa pelos pais em ambiente controlado); 
MIDAZOLAM  7,5 mg – 0,25-0,5 mg/Kg – 30 min antes da cirurgia; 
LORAZEPAM  2 mg – 1 comprimido 2 h antes da cirurgia. 
PROCEDIMENTOS ELETIVOS 
 Exodontias, pequenas cirurgias de tecidos moles, 
pulpotomias ou tratamentos endodônticos. 
PÓS OPERATÓRIO 
-24h- 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg/mL - ½ gota/Kg – 4/4h; 
PARACETAMOL  100 mg/mL – 1gota/Kg – 6/6h. 
 Exodontias por via não aveolar (ostectomia e odontosecção) 
com descolamento tecidual extenso, endodontias com 
complexidade anatômica. 
PRÉ-OPERATÓRIO 
Administrar a dose única, 30-45 min antes do atendimento 
BETAMETASONA  0,5 mg/mL – 1 a 2 gotas/Kg. 
IBUPROFENO  100 mg/mL – 1 gota/Kg – não exceder 20 gotas; 
 Pacientes com doenças metabólitas ou imunossuprimidos 
AMOXICILINA  250 mg/5 mL – 50mg/Kg – 1h antes da intervenção; 
CLINDAMICINA  600 mg – 2 comprimidos – 1h antes da intervenção. 
PÓS OPERATÓRIO 
-24h- 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg/mL - ½ gota/Kg – 4/4h; 
PARACETAMOL  100 mg/mL – 1gota/Kg – 6/6h; 
IBUPROFENO  100 mg/mL – 1 gota/Kg – 6/6 ou 8/8h – não exceder 20 
gotas; 
(ANDRADE, 2014, p. 137-147) 
 
 
 119 
 
12.5. Periodontia 
TODOS OS PROCEDIMENTOS 
ANTISSEPSIA INTRABULCAL 
Bochechar vigorosamente por 1 minuto antes do atendimento 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL 
ANTISSEPSIA EXTRABUCAL 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2% SOLUÇÃO AQUOSA / GEL 
EM CASO DE PACIENTE QUE SOFRE POR ANSIEDADE 
CONSIDERAR SEDAÇÃO 
ÓXIDO NITROSO + OXIGÊNIO  10 a 70% - 1 a 2 min antes da cirurgia; 
MIDAZOLAM  7,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
ALPRAZOLAM  0,5 mg – 1 comprimido 30 min antes da cirurgia; 
LORAZEPAM  2 mg – 1 comprimido 2 h antes da cirurgia. 
DOENÇAS PERIODONTAIS AGUDAS E CIRURGIAS ELETIVAS 
Abscessos com lesões endodônticas, cirurgias de acesso, aumentos de 
coroas clínicas, reconstruções teciduais estéticas 
PRÉ OPERATÓRIO 
 Pacientes com doenças metabólitas ou imunossuprimidos 
AMOXICILINA  500 mg – 4 comprimidos 1h antes da intervenção; 
CLINDAMICINA  300 mg – 2 comprimidos 1h antes da intervenção 
PÓS OPERATÓRIO 
Administrar a primeira dose logo após o término do atendimento 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
PARACETAMOL  750 mg – 1 comprimido 6/6h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h. 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite até a cicatrização do corte (~5-7 dias). 
Infecções periodontais agudas graves, com disseminação local e 
manifestações sistêmicas: febre, taquicardia, falta de apetite e mal-estar 
AMOXICILINA + CLAVUNATO DE POTÁSSIO 875 mg + 125 mg – 1 
comprimido 8/8h, durante 7 dias; 
CLINDAMICINA  300 mg – 1 comprimido 6/6h, durante 10 dias. 
DOENÇAS PERIODONTAIS NECROSANTES 
Remoção de depósitos grosseiros de placa e cálculo, com irrigação com 
solução fisiológica e retorno após 24 a 48h 
PÓS OPERATÓRIO 
24h 
DIPIRONA SÓDICA  500 mg – 1 a 2 comprimidos 4/4h; 
IBUPROFENO  600 mg – 1 comprimido 8/8h; 
NIMESULIDA  100 mg – 1 comprimido 12/12h. 
DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 0,12%  15 mL – 12/12h* 
*Bochechar pela manhã e à noite (7 dias) 
Em caso de linfadenite, febre e mal-estar 
METRONIDAZOL  250 mg – 1 comprimido 8/8h durante 3-5 dias. 
 
 
 120 
 
DOENÇAS PERIODONTAIS CRÔNICAS 
Terapia periodontal mecânica com debridamento radicular e análise microbiológica, pode haver tratamento antibiótico associado. 
ANTIBACTERIANOS 
Periodontites agressivas 
AMOXICILINA + METRONIDAZOL  500 mg + 250 mg – 1 comprimido de cada 8/8h, durante 7 dias; 
AMOXICILINA + CLAVUNATO DE POTÁSSIO 875 mg + 125 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 7 dias. 
Periodontites crônicas quando não há respostas após terapia mecânica 
METRONIDAZOL  250 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 8 dias; 
CLINDAMICINA  300 mg – 1 comprimido 8/8h, durante 8 dias; 
CIPROFLOXACINA  500 mg – 1 comprimido 12/12h, durante 8 dias; 
AZITROMICINA  500 mg – 1 comprimido 24/24h, durante 4-7 dias; 
AMOXICILINA + METRONIDAZOL  500 mg +250 mg – 1 comprimido de cada 8/8h, durante 8 dias; 
CIPROFLOXACINO + METRONIDAZOL 500 mg + 250 mg – 1 comprimido de cada 12/12h, durante 8 dias. 
(ANDRADE, 2014, p. 111-117) 
 
 
 121 
 
13. Tabela Escala de dor X Medicamento 
 
Sintomatologia Dolorosa Protocolo 
Medicamentoso 
Anti-Inflamatório Analgésico Antibiótico 
Dor Intermediária Anti-inflamatórios 
OU 
Analgésicos 
Nimesulida  100 mg – 12/12h 
Ou 
Ibuprofeno  600 mg – 6/6h 
Ou 
Diclofenaco  50 mg – 8/8h 
Dipirona (Novalgina gotas)  
500 mg – 30 gotas de 6/6h 
X 
Dor Constante e Insistente Anti-inflamatórios 
E 
Analgésicos 
Nimesulida 100 mg – 12/12h 
Ou 
Ibuprofeno  600 mg – 6/6h 
Ou 
Diclofenaco  50 mg – 8/8h 
Dipirona (Novalgina gotas)  
500 mg – 30 gotas de 6/6h 
(tomar em horário alternado) 
 Ex. 2 horas após ter ingerido o 
anti-inflamatório 
X 
Infecção grave, associação de 
sintomas sistêmicos (febre, 
mal estar) 
E 
 Prevenção de agravamento de 
infecções em pacientes 
imunocomprometidos (uso 
profilático) 
Antibióticos 
E 
Analgésicos 
X Dipirona (Novalgina gotas)  
500 mg – 30 gotas de 6/6h 
(tomar em horário alternado) 
1ª Escolha 
Amoxicilina  500 mg – 8/8h – 7dias 
Uso Profilático 
Amoxicilina  2g – (04 comprimidos de 
500 mg) – 1h antes da intervenção 
Alérgicos à penicilina 
Clindamicina  300 mg – 6/6h – 10dias 
Uso Profilático 
Clindamicina – 600 mg (02 comprimidos 
de 300 mg) – 1h antes da intervenção 
 
 122 
 
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WYETH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. Celebra. Consulta Remédios Pró, 24 jan. 2020. Disponivel em: 
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WYETH/PFIZER. Para o que serve o Lorazepam. Consulta Remédios. Disponivel em: . Acesso em: 21 jun. 
2020. 
 
 
/Esperamos que os colegas cirurgiões-dentistas aproveitem ao máximo essa obra e nos brindem com 
sugestões para melhorá-la a cada dia que passa!! 
Um abraço do professor que mais se orgulha dessa turma, 
Professor Marco Antônio de Oliveira Monteiro. 
 
 1 
 
3. Apresentação 
 
Aos cirurgiões dentistas e colegas graduandos em odontologia: quem nunca esqueceu repentinamente a concentração, posologia ou até 
mesmo as regras de escrita de um receituário em um momento de necessidade? 
Esse foi o início do nosso projeto, hoje concluído, "Medicamentos na Odontologia - guia prático para a terapêutica medicamentosa". 
Em uma de nossas aulas da disciplina de propedêutica medicamentosa, com o professor e orientador Marco Antônio de Oliveira Monteiro, 
resolvemos escrever uma apostila contendo receituário e aplicação prática dos medicamentos mais utilizados na Odontologia. 
Ao longo do processo vendo a necessidade desse tipo de informação, decidimos ir além. 
O trabalho aqui apresentado surgiu da necessidade de facilitar o acesso aos medicamentos mais utilizados e categorizá-los na prática da 
clínica odontológica, reunindo informações buscadas em diversas bulas, artigos e livros com suas indicações, contra indicações, observações 
importantes, posologias, interações medicamentosas, sugestões de protocolos medicamentosos, os medicamentos disponibilizados pelo SUS 
(Sistema Único de Saúde Brasileiro) e uma área dedicada à cada especialidade odontológica, referente ao livro "Terapêutica medicamentosa 
em odontologia, de Eduardo Dias de Andrade". 
Ele foi elaborado com muito esforço e dedicação, com o desejo de alcançar e ajudar, de alguma forma, todas as pessoas que compartilham 
conosco essa profissão, como forma de arte e vida salvando sorrisos e a saúde, com responsabilidade e acima de tudo com muito amor. 
Mariana Gomes e Carolina Borém 
 
 
 2 
 
4. Agradecimentos 
A toda a equipe de odontologia da Faculdade Arnaldo, aos nossos professores, em especial ao 
professor Marco Antônio de Oliveira Monteiro, aos colegas da Turma VII que além de amigos 
tornaram-se família e a todos aqueles que estão juntos conosco confiando e apoiando nossos 
sonhos. 
Mariana Gomes e Carolina Borém 
 
 
 
 3 
 
5. Como usar 
 
O livro "Medicamentos na Odontologia - Guia Prático para a Terapêutica Medicamentosa" foi escrito para facilitar o dia a dia prático do 
cirurgião dentista durante a prescrição medicamentosa. 
O Sumário, contém a localização de todos os capítulos, onde, neles estão descritos os medicamentos mais utilizados na prática odontológica. 
Ao clicar em cima do medicamento desejado, você será direcionado automaticamente para a página correspondente. 
Os capítulos descrevem os medicamentos de sua classe correspondente. 
Cada fármaco contém: uma página informando as indicações e contraindicações, as principais observações do fármaco, posologia (adulto e 
pediátrico, quando houver) e as apresentações comerciais; e, uma página contendo um ou mais modelos de receituários (adulto e pediátrico, 
quando houver). 
Os medicamentos que são atualmente disponibilizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde), estão sinalizados com a logomarca do SUS, 
mostrada ao final dessa página. 
Atenção: Um mesmo medicamento que possui mais de uma dosagem, pode ser oferecido pelo SUS em apenas uma dosagem específica, 
sendo essa, a dosagem que estiver descrita no livro com a logomarca do SUS a frente do nome. 
Além disso, o livro descreve as principais interações medicamentosas encontradas na literatura, como também, segundo ANDRADE, 
Terapêutica Medicamentosa em Odontologia. 3ª edição. 2014, uma indicação de Terapia Medicamentosa dentro de cada especialidade 
odontológica. Por fim, ao final do livro, tem-se descrito um esquema e sugestão de prescrição para as urgências odontológicas, baseado na 
sintomatologia dolorosa do paciente. 
Logomarca do SUS (Sistema Único de Saúde) � 
(GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, 2019) 
 
 4 
 
6. Sumário 
1. Ficha técnica ................................................................................................................................................................................................. 0 
2. Prefácio ......................................................................................................................................................................................................... 0 
3. Apresentação ................................................................................................................................................................................................ 1 
4. Agradecimentos ............................................................................................................................................................................................. 2 
5. Como usar ..................................................................................................................................................................................................... 3 
6. Sumário ......................................................................................................................................................................................................... 4 
1. Analgésicos ................................................................................................................................................................................................... 8 
1.1. Dipirona – Oral ....................................................................................................................................................................................... 9 
1.2. Dipirona – Injetável e Supositório retal .................................................................................................................................................. 11 
1.3. Paracetamol – Oral ............................................................................................................................................................................... 12 
1.4. Toragesic – Oral Sublingual .................................................................................................................................................................. 15 
1.5. Tramadol – Oral e Intravenoso/Intramuscular ....................................................................................................................................... 17 
1.6. Tylex – Oral .......................................................................................................................................................................................... 19 
2. Ansiolíticos .................................................................................................................................................................................................. 21 
2.1. Lorazepam – Oral ................................................................................................................................................................................. 22 
2.2. Rivotril – Oral ........................................................................................................................................................................................ 24 
3. Antibacterianos ............................................................................................................................................................................................ 26 
3.1. Amoxicilina – Oral ................................................................................................................................................................................. 27 
3.2. Amoxicilina com Clavulanato – Oral ..................................................................................................................................................... 30 
3.3. Azitromicina – Oral............................................................................................................................................................................... 32 
3.4. Cefalexina – Oral .................................................................................................................................................................................. 34 
3.5. Ceftriaxona – Injetável .......................................................................................................................................................................... 36 
3.6. Ciprofloxacino – Oral ............................................................................................................................................................................ 38 
 
 5 
 
3.7. Clindamicina – Oral .............................................................................................................................................................................. 40 
3.8. Clindamicina – IntraVenoso .................................................................................................................................................................. 43 
3.9. Eritromicina – Oral ................................................................................................................................................................................ 45 
3.10. Levofloxacino – Oral ......................................................................................................................................................................... 47 
3.11. Metronidazol – Oral ........................................................................................................................................................................... 49 
3.12. Metronidazol – IntraVenoso............................................................................................................................................................... 51 
3.13. Penicilina G – Benzatina – IntraMuscular .......................................................................................................................................... 53 
3.14. Fluxograma ....................................................................................................................................................................................... 55 
4. Antifúngicos ................................................................................................................................................................................................. 56 
4.1. Daktarin Gel Oral – Tópico ................................................................................................................................................................... 57 
4.2. Fluconazol – Oral.................................................................................................................................................................................. 59 
4.3. Nistatina – Oral ..................................................................................................................................................................................... 61 
5. Antivirais ...................................................................................................................................................................................................... 63 
5.1. Aciclovir – Tópico.................................................................................................................................................................................. 64 
5.2. Aciclovir – Oral ..................................................................................................................................................................................... 66 
5.3. Cloridrato de lisina (RESIST)– Oral ...................................................................................................................................................... 69 
6. Anti-inflamatórios ......................................................................................................................................................................................... 71 
6.1. Celebra – Oral ...................................................................................................................................................................................... 72 
6.2. Ibuprofeno – Oral .................................................................................................................................................................................. 74 
6.3. Naproxeno – Oral ................................................................................................................................................................................. 77 
6.4. Nimesulida – Oral ................................................................................................................................................................................. 79 
7. Corticosteróides ........................................................................................................................................................................................... 81 
7.1. Dexametasona – Oral ........................................................................................................................................................................... 82 
7.2. Prednisona – Oral ................................................................................................................................................................................. 84 
 
 6 
 
7.3. Omcilon-A Orobase – Tópico ................................................................................................................................................................ 86 
8. Soluções Bucais .......................................................................................................................................................................................... 88 
8.1. Cloreto de Cetilpiridínio (Neopiridin®) ................................................................................................................................................... 89 
8.2. Digluconato de Clorexidina a 0,12% ..................................................................................................................................................... 91 
8.3. Fluoreto de sódio (Flúor) 0,05% ............................................................................................................................................................ 93 
8.4. Salivan® ............................................................................................................................................................................................... 95 
9. Relaxantes Musculares ................................................................................................................................................................................ 97 
9.1. Dorflex – Oral ....................................................................................................................................................................................... 98 
9.2. Miosan – Oral ..................................................................................................................................................................................... 100 
10. Suplementos – Parestesias ....................................................................................................................................................................... 102 
10.1. Citoneurin – Oral ............................................................................................................................................................................. 103 
10.2. ETNA – Oral ....................................................................................................................................................................................105 
11. Interações Medicamentosas ...................................................................................................................................................................... 107 
Anti-inflamatórios não esteroidais .................................................................................................................................................................. 108 
11.1. Antibacterianos ............................................................................................................................................................................... 109 
11.2. Analgésicos opióides....................................................................................................................................................................... 111 
11.3. Anestésicos locais ........................................................................................................................................................................... 112 
11.4. Bisfosfonatos .................................................................................................................................................................................. 113 
12. Terapias medicamentosas (por especialidade) .......................................................................................................................................... 114 
12.1. Cirurgia bucal .................................................................................................................................................................................. 115 
12.2. Endodontia ...................................................................................................................................................................................... 116 
12.3. Implantodontia................................................................................................................................................................................. 117 
12.4. Odontopediatria ............................................................................................................................................................................... 118 
12.5. Periodontia ...................................................................................................................................................................................... 119 
 
 7 
 
13. Tabela Escala de dor X Medicamento ....................................................................................................................................................... 121 
14. Bibliografia ................................................................................................................................................................................................. 122 
 
 
 8 
 
1. Analgésicos 
 
Analgésico é um grupo diversificado de medicamentos que diminuem ou interrompem as vias de transmissão nervosa, reduzindo a percepção 
de dor (nocicepção). Divididos em dois grupos, são eles: os analgésicos opiáceos (associados à morfina) e não opiáceos (não possuem ou 
possuem pouca capacidade de combater a inflamação), como também, medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINES), inibidores das 
enzimas ”Ciclo-oxigenases”(COX). 
 
(PAI, 2020) 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nocicep%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo-oxigenase
 
 9 
 
1.1. Dipirona – Oral 
INDICAÇÕES 
 Controle da dor e da febre; 
 COMPRIMIDOS: Uso adulto e pediátrico (acima de 15 anos); 
 SUSPENSÃO ORAL: Uso adulto e pediátrico (acima de 3 meses); 
 SOLUCÃO ORAL: Uso adulto e pediátrico (acima de 3 meses). 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 Kg; 
 Pacientes com hipersensibilidade à dipirona, pirazolona, ou quer 
outro componente da fórmula; 
 Pacientes que tenham tido reações a paracetamol, ibuprofeno, 
diclofenaco e naproxeno; 
 Proíbido para gestantes e lactantes; 
 Proibidos para pacientes que tenham disfunções da medula óssea 
(aplasia da medula) ou doenças do sistema hematopoiético. 
OBSERVAÇÕES 
 Seus metabólitos são excretados no leite materno; 
 Pode diminuir o efeito do ácido acetilsalicílico, atentar para o uso em 
pacientes que necessitam de AAS para cardioproteção; 
 Age entre 30 a 60 minutos após a ingestação e dura por 4 horas. 
POSOLOGIA 
1 a 3 dias 
ADULTO  500 mg – 4/4h – tomar 1 comprimido, 1 hora antes da cirurgia; 
ADULTO  Gotas 500 mg/mL – 6/6h – 20 a 40 gotas; 
ADULTO  1 g – 6/6h – Dissolver o comprimido em meio copo de água e 
beba após a dissolução completa – Não ultrapassar 4 comprimidos/dia; 
PEDIÁTRICO Acima de 15 anos  Monoidratada 50 mg/mL – 6/6h – tomar 
de 10 a 20 mL ou em dose única; 
PEDIÁTRICO Até 14 anos  Monoidratada 50 mg/mL – 6/6h vide tabela 1 
PEDIÁTRICO Até 14 anos  Gotas 500 mg/mL – 6/6h – 1 gota a cada 2 Kg 
por dose (máximo de 20 gotas) vide tabela 2 
TABELA 1 50 mg/mL - Monoidratada 
Peso da criança em Kg Dose máxima diária Dose 6/6h 
5 a 8 Kg 10 mL 1,25 a 2,5 mL 
9 a 15 Kg 20 mL 2,5 a 5 mL 
16 a 23 Kg 30 mL 3,75 a 7,5 mL 
24 a 30 Kg 40 mL 5 a 10 mL 
31 a 45 Kg 60 mL 7,5 a 15 mL 
46 a 53 Kg 70 mL 8,75 a 17,5 mL 
TABELA 2 500 mg/mL – Solução Oral/Gotas 
Peso da criança em Kg Dose máxima diária Dose 6/6h 
5 a 8 Kg 20gotas 2 a 5gotas 
9 a 15 Kg 40gotas 3 a 10gotas 
16 a 23 Kg 60gotas 5 a 15gotas 
24 a 30 Kg 80gotas 8 a 20gotas 
31 a 45 Kg 120gotas 10 a 30gotas 
46 a 53 Kg 140gotas 15 a 35gotas 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 DIPIRONA 500 mg  10 COMPRIMIDOS 
 DIPIRONA (NOVALGINA) 1 g  1 OU 10 COMPRIMIDOS 
EFERVESCENTES 
PEDIÁTRICO - frasco 
 DIPIRONA MONOIDRATADA 50 mg/mL SUSPENSÃO ORAL  
Frascos de 100, 120, 150 mL - Acompanha copo de medida 
 DIPIRONA 50 mg/ mL SOLUÇÃO ORAL  Fracos de 100 mL 
Acompanha seringa dosadora 
 DIPIRONA (NOVALGINA) 500 mg/mL SOLUÇÃO ORAL  Bisnaga 
gotejadora de 20 mL 
1 gota equivale a 25 mg de dipirona 
 
 10 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 
 11 
 
1.2. Dipirona – Injetável e Supositório retal 
INDICAÇÕES 
 Controle da dor e da febre; 
 SOLUÇÃO INJETÁVEL: efeito de início rápido 
o INTRAVENOSO: Uso adulto e pediátrico acima de 1 ano; 
o INTRAMUSCULAR: Uso adulto e pediátrico acima de 3 meses 
 SUPOSITÓRIO: indicado para pacientes incapazes de ingestão do 
fármaco por via oral, acima de 4 anos ou 16 Kg. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 Kg; 
 Pacientes com hipersensibilidade à dipirona, pirazolona, ou quer 
outro componente da fórmula; 
 Pacientes que tenham tido reações a paracetamol, ibuprofeno, 
diclofenaco e naproxeno; 
 Proíbido para gestantes e lactantes; 
 Proibidos para pacientes que tenham disfunções da medula óssea 
(aplasia da medula) ou doenças do sistema hematopoiético. 
OBSERVAÇÕES 
 Seus metabólitos são excretados no leite materno; 
 Pode diminuir o efeito do ácido acetilsalicílico, atentar para o uso em 
pacientes que necessitam de AAS para cardioproteção. 
POSOLOGIA 
1 a 3 dias 
ADULTO e acima de 15 anos  solução injetável 500 mg/mL – 6/6h – 
Administrar dose única de 2 a 5 mL (intravenoso e intramuscular) até 4 vezes 
ao dia – Não exceder 10 mL/dia; 
ADULTO e acima de 4 anos ou 16 Kg  Supositório retal 300 mg – 6/6h – 
Aplicar 1 supositório via retal; 
PEDIÁTRICO  solução injetável 500 mg/mL – 6/6h – Vide tabela 
500 mg/mL – Monoidratada – Solução Injetável 
Peso da criança em Kg Intravenoso Dose 6/6h 
5 a 8 Kg - 0,1 a 0,2 mL 
9 a 15 Kg 0,2 a 0,5 mL 
16 a 23 Kg 0,3 a 0,8 mL 
24 a 30 Kg 0,4 a 1,0 mL 
31 a 45 Kg 0,5 a 1,5 mL 
46 a 53 Kg 0,8 a 1,8 mL 
APRESENTAÇÕES 
SOLUÇÃO INJETÁVEL 
 DIPIRONA MONOIDRATADA 500 mg/mL  1, 5, 6, 25, 50, 100 e 120 
ampolas com 2 mL 
SUPOSITÓRIO RETAL 
 DIPIRONA MONOIDRATADA 300 mg  5 supositórios 
(CONSULTA REMÉDIOS, 2020) (CONSULTA REMÉDIOS, 2020) (TEUTO 
BRASILEIRO S/A, 2014) (SANOFI-AVENTISFARMACÊUTICA LTDA., 2017) 
 
 
 12 
 
1.3. Paracetamol – Oral 
 INDICAÇÕES 
 Redução da febre e alívio temporário de dores leves a moderadas; 
 Tem rápida absorção em jejum; 
 Suspensão oral: até 12 anos (analgésico de primeira escolha). 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com hipersensibilidade ao paracetamol ou outra 
substância da fórmula; 
 Não exceder 4000 mg/dia ou 1000 mg/dose. 
 OBSERVAÇÕES 
 Não deve ser usado por mais de 5 dias e nem em febres de mais de 3 
dias; 
 Seu uso em grávidas e durante a amamentação deve ser feita por 
períodos curtos; 
 Seu uso em idosos com problemas no fígado deve ser controlado; 
 Usuários crônicos de bebida alcoólica podem apresentar risco 
elevado de doenças no fígado caso seja ingerida uma dose maior do 
que a recomendada. 
POSOLOGIA 
3 a 5 dias 
ADULTO  500 mg – 6/6h – tomar 1 ou 2 comprimidos; 
ADULTO comprimido efervescente 500 mg – 6/6h – dissolver 1 ou 2 
comprimidos em meio copo com água; 
ADULTO  750 mg – 6/6h – tomar 1 comprimido; 
ADULTO e acima de 12 anos  gotas 200 mg/mL – 6/6h – 1 gota por Kg 
(dose máxima de 20 gotas) 
ADULTO e acima de 22 Kg  mastigável 160 mg – 6/6h – tomar 1 
comprimido; 
PEDIÁTRICO até 20 Kg  suspensão oral 100 mg/mL – 6/6h – 10-15 
mg/Kg/dose; 
PEDIÁTRICO até 43 Kg  suspensão oral 32 mg/mL – 6/6h – 10-15 
mg/Kg/dose. 
TABELA 1 100 mg/mL – Suspensão Oral 
TABELA 2 32 mg/mL – Suspensão Oral 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 PARACETAMOL 160 mg  18 COMPRIMIDOS MASTIGÁVEIS 
 PARACETAMOL (TYLENOL) 200 mg/mL Solução oral  
Frasco com 15 mL 
 PARACETAMOL 500 mg  20 COMPRIMIDOS 
 PARACETAMOL 500 mg  6, 25, 50 ou 150 envelopes com 5g pó 
para preparação 
 PARACETAMOL 500 mg  2, 4, 6, 10 COMPRIMIDOS 
EFERVESCENTES 
 PARACETAMOL 750 mg  20 ou 200 COMPRIMIDOS 
PEDIÁTRICO - frasco 
 PARACETAMOL 100 mg/mL Suspensão oral Frasco com 15 mL 
 PARACETAMOL 32 mg/mL Suspensão oral Frasco com 50, 60, 100 
ou 120 mL 
(EMS) (UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S.A)
Peso em Kg Dose 6/6h Peso Kg Dose 6/6h 
3 Kg 0,4 mL 8 Kg 1 mL 
4 Kg 0,5 mL 9 Kg 1,1 mL 
5 Kg 0,6 mL 10 Kg 1,3 mL 
6 Kg 0,8 mL 11 Kg 1,4 mL 
7 Kg 0,9 mL 
Peso em Kg Dose 6/6h em mL 
11-15 Kg 5 mL 27-31 Kg 12,5 mL 
16-21 Kg 7,5 mL 32-43 Kg 15 mL 
22-26 Kg 10 mL 
 
 13 
 
ADULTO 500 mg ADULTO 750 mg 
 
 
 14 
 
PEDIÁTRICO 32 mg/mL PEDIÁTRICO 200 mg/mL
 
 15 
 
1.4. Toragesic – Oral Sublingual 
INDICAÇÕES 
 Alívio da dor a curto prazo de dor aguda de moderadas a severas. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Profilaxia analgésica antes de cirurgias por inibir a agregação plaquetária; 
 Grávidas e durante a amamentação; 
 Paciente com histórico de asma, úlcera péptica, distúrbios de coagulação, alergia intensa, insuficiência renal grave ou moderada; 
 Não pode ser tomado concomitantemente ao Ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios; 
 Ingestão de álcool durante o uso; 
 Por conter lactose, pessoas com histórico de intolerância a galactose não devem utilizar os comprimidos sublinguais. 
OBSERVAÇÕES 
 Não deve ser usado por mais de 5 dias; 
 Pode diminuir o efeito anti-hipertensivo; 
 Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina; 
 Pode causar sonolência e vertigem, cuidado ao dirigir e operar maquinários pesados após o seu uso; 
 Seu uso em idosos não deve exceder 40 mg/dia; 
POSOLOGIA 
3 a 5 dias 
ADULTO até 65 anos 10 mg – 6/6h – colocar 1 comprimido sob a língua e aguardar que dissolva; 
ADULTO até 50 Kg  20 mg/mL – 6/6 – tomar 10 gotas; 
PEDIÁTRICO acima de 2 anos  20 mg/mL – 8/8 – tomar até 10 gotas. 
 
APRESENTAÇÕES 
 ADULTO - caixa 
 TROMETAMOL CETOROLACO (TORAGESIC) 10 mg  10 ou 20 COMPRIMIDOS SUBLINGUAIS 
 TROMETAMOL CETOROLACO (TORAGESIC) 20 mg/mL solução oral  Frasco com 10 mL 
Cada gota corresponde a 1 mg de trometamol cetorolaco 
(EMS S/A) 
 
 
 16 
 
ADULTO PEDIÁTRICO
 
 
 
 17 
 
1.5. Tramadol – Oral e Intravenoso/Intramuscular 
INDICAÇÕES 
 Receita de controle especial (receita retida - fazer 2 vias) 
 Alívio da dor de intensidade moderada a grave; 
 Tem início de ação cerca de 1 hora após sua administração e dura de 
4 a 8 horas; 
 Não deve exceder 400 mg/dia. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a tramadol ou qualquer componente do 
medicamento; 
 Pacientes até de 16 anos; 
 Pacientes que fazem ou fizeram uso nos últimos 14 dias de 
antidepressivos (inibidores da MAO), opióides, portadores de 
epilepsia não controlada; 
 Pacientes com histórico de abusos e dependências químicas; 
 Ingerir bebidas alcoólicas; 
 Seu uso juntamente com anticoagulantes pode aumentar o risco de 
sangramentos. 
OBSERVAÇÕES 
 Pacientes idosos ou com disfunção renal ou hepática, deve ser 
administrado apenas uma vez; 
 Não é recomendado durante a gravidez e amamentação, porém 
quando é usado em dose única, não há necessidade de interrupção. 
 Pode apresentar redução de eficácia quando usado 
concomitantemente à eritromicina e cetoconazol; 
 Seu uso pode ser prolongado e caso haja necessidade o médico deve 
ser consultado; 
 Pode causar sonolência e perda de atenção, não dirigir ou operar 
máquinas pesadas. 
POSOLOGIA 
Até 2 dias 
ADULTO  cápsulas 50 mg – 4/4h ou 6/6h – Tomar 1 cápsula; 
ADULTO  comprimidos 100 mg – 6/6h – Tomar 1 comprimido; 
ADULTO  solução injetável 50 mg/mL – 4/4h – Administrar 1 ampola por 
injeção lenta ou 1 mL/min em solução por gotejamento; 
ADULTO  solução injetável 100 mg/2 mL – 6/6h – Administrar 1 ampola 
por injeção lenta ou 1 mL/min em solução por gotejamento; 
ADULTO  solução oral 100 mg/mL – 4/4h – Tomar 20 gotas 
ADULTO  solução oral 100 mg/mL – 6/6h – Tomar 40 gotas 
*Dose inicial: tomar 1 cápsula 1 hora antes da cirurgia. 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 CLORIDRATO DE TRAMADOL (TRAMAL) 50 mg  
10 CÁPSULAS 
 CLORIDRATO DE TRAMADOL (TRAMADON) 100 mg  
10 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
 CLORIDRATO DE TRAMADOL 50 mg/mL solução injetável 
6 ou 100 ampolas de 1 ou 2 mL 
 CLORIDRATO DE TRAMADOL 100 mg/mL solução oral  
Frasco com 10 mL 
Cada mL corresponde a 40 gotas. 
Cada gota contem 2,5 mg de cloridrato de tramadol. 
 
(CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA) (EMS S/A) 
(HALEX ISTAR, 2014)
 
 18 
 
ADULTO 
 
 19 
 
1.6. Tylex – Oral 
INDICAÇÕES 
 Receita de controle especial (receita retida - fazer 2 vias) 
 7,5 mg: alívio da dor de intensidade leve; 
 30 mg: alívio da dor de intensidade moderada a intensa, como nas decorrentes de traumatismo (entorses, luxacões, contusões, distensões, 
fraturas), pós opertórios, pós extrações dentárias, neuralgia, lombalgia, dores de origem articular e condições similares. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a paracetamol, codeína ou qualquer componente do medicamento; 
 Pacientes até de 12 anos; 
 Pacientes até de 18 anos que foram submetidos à tonsilectomia e/ou adenoidectomia; 
 Pacientes que metabolizam a CYP2D6 muito rápidamente, pois podem apresentar overdose/toxicidade aumentada, com sintomas de confusão ou 
respitação superficial; 
 Pacientes que fazem ou fizeram uso nos últimos 14 dias de antidepressivos (inibidores da MAO); 
 Concomitantemente a outros medicamentos contendo paracetamol; 
 Pacientes com histórico de abusos e dependências químicas; 
 Durante a gravidez e amamentação; 
 Ingerir bebidas alcoólicas. 
OBSERVAÇÕES 
 Pacientes idosos ou com disfunção renal ou hepática, deve ser administrado apenas uma vez; 
 Seu uso pode ser prolongado e caso haja necessidade o médico deve ser consultado; 
 Pode causar sonolência e perda de atenção, não dirigir ou operar máquinas pesadas. 
POSOLOGIA 
Até 3 dias 
ADULTO  7,5 mg – 4/4h – Tomar 1 comprimido; 
ADULTO  30 mg – 6/6h – Tomar 1 comprimido; * 
ADULTO  dores intensas 30 mg – 6/6h – Tomar 2 comprimidos –não ultrapassar 240 mg/dia 
*Dose inicial: tomar 1 cápsula 1 hora antes da cirurgia. 
APRESENTAÇÕES 
 PARACETAMOL 500 mg + FOSFATO DE CODEÍNA 7,5 mg  12 COMPRIMIDOS PARACETAMOL 500 mg + FOSFATO DE CODEÍNA 30 mg  12, 24 e 36 COMPRIMIDOS 
(JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA., 2012)
 
 20 
 
ADULTO 
 
 21 
 
2. Ansiolíticos 
 
Os ansiolíticos são fármacos utilizados no tratamento de distúrbios causados pela ansiedade. Os benzodiazepínicos são os fármacos de primeira 
escolha para tratamento da ansiedade em termos gerais. Na clínica odontológica, os benzodiazepínicos (BDZ), também são os ansiolíticos mais 
empregados para se obter a sedação mínima por via oral, pela eficácia, boa margem de segurança clínica e facilidade posológica. Os 
benzodiazepínicos se ligam a receptores específicos e inibem a atividade neuronal mediada pelo ácido amino-butírico – GABA (substância 
sintetizada no SNC). 
 
Como identificar um quadro de ansiedade na clínica odontológica? 
O quadro de ansiedade pode ser identificado pela inquietude do paciente e pela avaliação ou reconhecimento de alguns sinais físicos, como 
dilatação das pupilas, palidez da pele, transpiração excessiva, aumento da frequência respiratória, palpitação cardíaca, sensação de 
formigamento ou tremores das extremidades, entre outros. 
(ANDRADE, 2014) 
 
 
 22 
 
2.1. Lorazepam – Oral 
INDICAÇÕES 
 Receituário azul tipo B; 
 Medicação pré-operatória, tomada na noite anterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico; 
 Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alívio, a curto prazo, dos sintomas de ansiedade associada com sintomas depressivos; 
 Tratamento de ansiedade em estados psicóticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a benzodiazepínicos, Ácido acetilsalicílico ou qualquer componente do fórmula; 
 Menores de 12 anos de idade; 
 Gestantes e Lactantes (classificados na categodia D de risco de gravidez) 
OBSERVAÇÕES 
 Causa efeitos depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo depressão respiratória, quando coadministrados a outros depressores do 
SNC, como: 
o Opióides, álcool, barbitúricos, antipiscóticos, sedativos/hipnóticos, ansiolíticos, antidepressivos, analgécos narcóticos, anti-histamínicos 
sedativos, anticonvulsionantes e anestésicos; 
 Pode causar sedação intesa, salivação excessiva e ataxia se administrada com clozapina; 
 Pode causar sonolência e perda de atenção, não dirigir ou operar máquinas pesadas. 
 Pode causar dependência física e psicológica. 
POSOLOGIA 
Apenas pré-operatório 
ADULTO  2 mg – Tomar 1 ou 2 comprimidos na noite anterior à cirurgia e/ou uma ou duas horas antes do procedimento cirúrgico; 
APRESENTAÇÕES 
 LORAZEPAM 1 ou 2 mg  20, 30 ou 500 comprimidos 
(WYETH/PFIZER) 
 
 23 
 
ADULTO 
 
 
 24 
 
2.2. Rivotril – Oral 
INDICAÇÕES 
 Receituário azul tipo B; 
 Medicação pré-operatória, tomada na noite anterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico ; 
 Controle de transtornos de ansiedade (fobias), transtornos de humor (bipolaridade e depressão), síndromes psicóticas (inquietação extrema, 
síndrome das pernas inquietas) vertígens e distúrbios do equilíbrio; 
 Na pediatria é indicado para tratamentos de crises epiláticas e espasmos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a benzodiazepínicos ou qualquer componente do fórmula; 
 Misturar com bebidas alcoólicas (potencializa o efeito); 
 Gestantes e Lactantes (atravessa a barreira placentária); 
 Paciente com insuficiencia respiratória grave ou comprometimento do fígado grave; 
 Pacientes com histórico médico de apnéia do sono; 
 Pacientes com glaucoma agudo de ângulo fechado. 
OBSERVAÇÕES 
 Causa efeitos depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo depressão respiratória, quando coadministrados a outros depressores do 
SNC, como: 
o Opióides, álcool, barbitúricos, antipiscóticos, sedativos/hipnóticos, ansiolíticos, antidepressivos, analgécos narcóticos, anti-histamínicos 
sedativos, anticonvulsionantes e anestésicos; 
 Demora de 1 a 4 horas para fazer efeito; 
 Demora de 4 a 10 dias para ser eliminado pela urina (70%) e pelas fezes (30%); 
 Pode causar sonolência e perda de atenção, não dirigir ou operar máquinas pesadas; 
 Pode causar dependência física e psicológica (com sintomas de abstinência tais como: tremor, agitação, insônia, sudorese, espasmos musculares, 
alteração na percepção, delirium e convulsões) e deve ser retirado de forma gradual ao paciente. 
POSOLOGIA 
Apenas pré-operatório 
ADULTO  0,5 mg – Tomar 1 comprimido duas horas antes do procedimento cirúrgico; 
APRESENTAÇÕES 
 CLONAZEPAM 0,5 ou 2 mg  20 ou 30 COMPRIMIDOS 
 CLONAZEPAM 2,5 mg/mL solução oral  Frasco com 20 mL 
(PRODUTOS ROCHE QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS S.A., 2017) 
 
 25 
 
ADULTO 
 
 
 26 
 
3. Antibacterianos 
 
Os antibióticos são substâncias químicas, obtidas de microrganismos vivos ou de processos semissintéticos, que têm a propriedade de inibir o 
crescimento de microrganismos patogênicos ou destruí-los. Os antibióticos podem ser classificados com base em diferentes critérios, sendo aqui 
abordados os de maior importância clínica: ação biológica (bactericidas e bacteriostáticos), espectro de ação (tipos de bactérias: gram positivas, 
gram negativas, bactérias anaeróbias e espiroquetas) e mecanismo de ação (modo de atuação). 
 
(ANDRADE, 2014)
 
 27 
 
3.1. Amoxicilina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Antibiótico de 1ª escolha em infecções dentárias por anaeróbios; 
 Infecções bacterianas orofaciais do trato respiratório; 
 Terapia combianda para infecção pela bactéria H. pylori; 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a penicilinas ou cefalosporinas; 
 Pacientes com superinfecção; 
 Pacientes com Fenilcetonúria. 
OBSERVAÇÕES 
 Uso adulto em forma de cápsulas ou comprimidos e pediátrico em 
suspensão oral; 
 Meia vida de eliminação de aproximadamente uma hora; 
 Acima de 40 Kg se aplica dose de adulto. 
POSOLOGIA 
7 dias 
ADULTO  500 mg – 8/8h 
ADULTO  875 mg – 12/12h 
PEDIÁTRICO  50 mg/ Kg/dia – 8/8h 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 AMOXICILINA 500 mg  15, 21 ou 30 CÁPSULAS 
 AMOXICILINA 875 mg  14 ou 20 COMPRIMIDOS 
PEDIÁTRICO - frasco 
 AMOXICILINA 250 mg/5 mL SUSPENSÃO ORAL  150 mL 
PEDIATRIA 
Peso da criança 
em Kg 
Dose diária Dose 8/8h Frascos 
10 Kg 10 mL 3,3 mL 1 fracos 
15 Kg 15 mL 5 mL 1 frasco 
20 Kg 20 mL 6,6 mL 1 frasco 
30 Kg 30 mL 10 mL 2 frascos 
Acima de 45 Kg Dose igual de 
adultos 
Dose igual de 
adultos 
Cápsulas ou 
Comprimidos 
FÓRMULA 
50 mg/Kg/dia 
CÁLCULO para 15 Kg 
(ANVISA, 2020) (EMS S/A, 2020)
50 mg x 15 Kg  750 mg/dia 
250 mg ----- 5 mL 
750 mg ----- X 
X = 15 mL POR DIA (são 3 doses diárias) 
15 mL / 3  5 mL 8/8h 
15 mL x 7 dias  105 mL TOTAL DO TRATAMENTO 
 
 28 
 
ADULTO 500 mg ADULTO 875 mg
 
 29 
 
PEDIÁTRICO 
 
 30 
 
3.2. Amoxicilina com Clavulanato – Oral 
INDICAÇÕES 
 Infecções do trato respiratório superior, como sinusite, otite média e 
amigdalite; 
 Infecções do trato respiratório inferior, como bronquite crônica ou 
broncopneumonia; 
 Infecções urinárias especialmente cistite. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a penicilinas ou cefalosporinas; 
 Pacientes com disfunção do fígado ou icterícia; 
 Grávidas sem orientação médica; 
 Deve-se dar atenção à possível sensibilidade cruzada com outros 
antibióticos betalactâmicos como as cefalosporinas. 
OBSERVAÇÕES 
 Uso adulto em comprimidos e pediátrico em suspensão oral; 
 Pode ser ingerido no período de amamentação; 
 Acima de 12 anos e 40 Kg, administrar dose adulto. 
POSOLOGIA 
Administrar no início da refeição – 7 dias 
ADULTO  875 mg + 125 mg – 8/8h ou 12/12h 
PEDIÁTRICO  30 mg/Kg/dia – 8/8h 
PEDIÁTRICO  INFECÇÕES GRAVES 30 mg/ Kg/dia – 6/6h 
PEDIÁTRICO  DE 0 A 3 MESES 30 mg/ Kg/dia – 12/12h 
TABELA SUSPENSÃO ORAL 
Idade Dose diária Frascos 
Abaixo de 1 ano 2,5 mL – 8/8h 125 mg + 31,25 
mg/5 mL 
1 a 6 anos(10 a 
18 Kg) 
5 mL 125 mg + 31,25 
mg/5mL 
6 a 12 anos(18 a 
40 Kg) 
5 mL 250 mg + 62,50 
mg/5 mL 
Acima de 40 Kg 10 mL 250 mg + 62,50 
mg/5 mL 
FÓRMULA 
30 mg/ Kg/dia 
CÁLCULO para 30 Kg 
 
(EMS S/A, 2020) (EMS S/A, 2016)
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 875 mg + 125 mg  10, 12, 14, 20, 30, 60 COMPRIMIDOS 
PEDIÁTRICO – frasco 
 AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 125 mg + 31,25 mg/5 mL SUSPENSÃO ORAL  100 mL 
 AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO 250 mg + 62,50 mg/5 mL SUSPENSÃO ORAL  100 mL
30 mg x 30 Kg  900 mg/dia 
250 mg ----- 5 mL 
900 mg ----- X 
X = 18 mL POR DIA (são 3 doses diárias) 
18 mL / 3  6 mL 8/8h 
18 mL x 7 dias  126 mL TOTAL DO TRATAMENTO 
 
 31 
 
ADULTO PEDIÁTRICO
 
 32 
 
3.3. Azitromicina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a penicilinas; 
 Eficaz em infecções por anaeróbios; 
 Não é o antibiótico de 1ª escolha em infecções dentárias por 
anaeróbios. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes com alergia a qualquer dos componentes do 
medicamento. 
OBSERVAÇÕES 
 Acima de 45 Kg se aplica dose de adulto. 
POSOLOGIA 
Durante 3 dias* 
ADULTO  500 mg – 24/24h 
PEDIÁTRICO  10 mg/Kg/dia – 24/24h 
*Em caso de infecção persistente – 5 dias PEDIÁTRICO – vide tabela 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 AZITROMICINA 500 mg  3 OU 5 COMPRIMIDOS 
 AZITROMICINA 1000 mg  1 COMPRIMIDO 
PEDIÁTRICO - frasco 
 AZITROMICINA 200 mg/5 mL SUSPENSAO ORAL 
600 mg, 900 mg e 1500 mg 
FRASCOS 
 Volume após reconstituição para 600 mg  15 mL 
 Volume após reconstituição para 900 mg 22,5 mL 
 Volume após reconstituição para 1500 mg37,5 mL 
TABELA 
Peso da criança 
em Kg 
Regime de 3 
dias 
Regime de 5 
dias com doses 
únicas 
Frascos 
15 Kg 10 mg -3,75 mL 
dose única diária 
3,75 mL 600 mg 
15 – 25 Kg 200 mg – 5 mL -
dose única diária 
5 mL - no 10 dia 
2,5 mL – durante 
4 dias 
600 mg 
26 – 35 Kg 300 mg – 7,5 mL - 
dose única diária 
7,5 mL- no 10 dia 
3,75 mL – 
durante 4 dias 
900 mg 
36 – 45 Kg 400 mg – 10 mL – 
dose única diária 
10 mL no 10 dia 
5 mL – durante 4 
dias 
900 mg 
Acima de 45 Kg Dose igual de 
adultos 
Dose igual de 
adultos 
1500 mg 
(1 frasco de 900 
mg + 1 frasco de 
600 mg 
FÓRMULA 
10 mg/Kg/dia 
CÁLCULO PARA 15 Kg 
(SANDOZ DO BRASIL INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA, 2019) 
10 mg x 15 Kg  150 mg/dia 
200 mg ----- 5 mL 
150 mg ----- X 
X = 3,75 mL POR DIA 
3,75 mL x 3  11,25 mL TOTAL DO TRATAMENTO 
 
 33 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 34 
 
3.4. Cefalexina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Infecções ósseas, tecidos moles, pele, trato respiratório, otite média, 
do trato genitourinário e dentárias; 
 Complicações vascularesavançadas por ácido hialurônico. 
CONTA-INDICAÇÕES 
 Pacientes com hipersensibilidade a um dos componentes da fórmula 
e alérgicos às cefalosporinas; 
 Mulheres grávidas sem orientação médica, por estar na categoria B 
de risco na gravidez. 
OBSERVAÇÕES 
 Não usar em conjunto a multivitamínicos, principalmente os que 
contém zinco, por diminuir a ação da cefalexina; 
 Pacientes alérgicos à penilicina correm risco de reações adversas. 
POSOLOGIA 
7 a 10 dias 
ADULTOS  500 mg – 12/12h; 
Complicações por ácido hialurônico  500 mg – 6/6h – 7 dias; 
PEDIÁTRICO até 30 Kg ou abaixo de 12 anos  1 ml/Kg/dia ou peso em Kg 
dividido 4 = mL – 6/6h; 
PEDIÁTRICO acima de 30 Kg ou 12 anos  250 a 500 mg – 6/6h. 
FÓRMULA PEDIATRIA 
1 mL/Kg/dia 
CÁLCULO para 12 Kg 
(SPINA, 2019) (BARBOSA, SILVA, et al., 2021) 
1 mL x 12 Kg  12 mL/dia 
12 mL ----- 24 h 
X mL ----- 6/6h 
X = 3 mL 6/6 h 
12 mL x 7 dias  84 mL TOTAL DO TRATAMENTO 
1 frasco de 100 mL. 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 CEFALEXINA comprimido revestido 500 mg 8, 10, 14, 30, 40 e 60 comprimidos revestidos; 
 CEFALEXINA comprimido revestido 1 g 8, 10, 14, 30, 40 e 60 comprimidos revestidos. 
PEDIÁTRICO – frasco 
 CEFALEXINA Solução oral 250 mg/5 mL  1 frasco-com 100mL. 
 
 35 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 
 36 
 
3.5. Ceftriaxona – Injetável 
INDICAÇÕES 
 Infecções ósseas, articulares, tecidos moles, pele e feridas; 
 Pacientes imunocomprometidos; 
 Profilaxia perioperatória de infecções; 
 Sepses, meningites e peneumonias. 
CONTA-INDICAÇÕES 
 Pacientes com hipersensibilidade a um dos componentes da 
fórmula; 
 Neonatos prematuros e recém nascidos com hiperbilirrubinemia; 
 Não deve ser associada com soluções intravenosas contendo cálcio; 
 Em associação a antiagregantes plaquetários, anticoagulantes, 
heparina e agentes trombolíticos. 
OBSERVAÇÕES 
 Acima de 12 anos, usar a dose de adulto. 
POSOLOGIA 
7 dias 
ADULTOS E CRIANÇAS ACIMA DE 12 ANOS  1 a 2g – 24/24h 
RECÉM NASCIDOS (ATÉ 14 DIAS)  20 a 50 mg/Kg/dia – 24/24h – 
Não exceder 50 mg/ Kg; 
CRIANÇAS DE 15 DIAS A 12 ANOS  20 a 80 mg/Kg/dia – 24/24h. 
FÓRMULA PEDIATRIA 
20 a 80 mg/Kg/dia 
CÁLCULO para 30 Kg 
 
(ANVISA, 2018) (EUROFARMA, 2019)
30 mg x 30 Kg  900 mg/dia 
250 mg ----- 2 mL 
900 mg ----- X 
X = 7,2 mL POR DIA 
7,2 mL x 7 dias  50 mL TOTAL DO TRATAMENTO 
7 ampolas de 250 mg/2 mL 
APRESENTAÇÕES 
INTRAVENOSA 
Reconstituição com água destilada para injeções 
 CEFTRIAXONA PÓ PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL IV 500 mg 1 ou 50 frascos-ampola + 1 ou 50 ampolas diluentes com 5 mL; 
 CEFTRIAXONA PÓ PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL IV 1g  1 ou 50 frascos-ampola + 1 ou 50 ampolas diluentes com 10 mL. 
INTRAMUSCULAR 
Reconstituição com Lidocaína1% 
 CEFTRIAXONA PÓ PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL IM 250 mg  1 frasco-ampola + 1 ampola de diluente de 2 mL; 
 CEFTRIAXONA PÓ PARA SOLUÇÃO INJETÁVEL IM 500 mg  1 frasco-ampola + 1 ampola de diluente de 2 mL; 
 CEFTRIAXONA PÓ PARA SOLUCÃO INJETÁVEL IM 1g  1 frascos-ampola + 1 ampola diluente de 3,5 mL. 
 
 37 
 
INTRAVENOSO INTRAMUSCULAR 
 
 
 38 
 
3.6. Ciprofloxacino – Oral 
INDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a penicilinas; 
 Eficaz em infecções das vias respiratórias; 
 Infecções sistêmicas graves: sepeticemias e bacteremias; 
 Eficaz em infecções dentárias por bactérias anaeróbias; 
 Usado em monoterapia ou em combinação. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Crianças e adolescentes em fase de crescimento; 
 Grávidas e lactantes; 
 Alérgicos ao ciprofloxacino e a algum componente de sua fórmula. 
OBSERVAÇÃO 
 Eficaz em pacientes com sistema imunológico comprometido e fazendo uso de imunossupressores. 
POSOLOGIA 
7 a 10 dias 
Dose inicial 01 comprimido 1h antes da cirurgia 
INFECÇÃO LEVE A MODERADA 500 mg 24/24h – por 10 dias; 
INFECÇÕES GRAVES  500 mg 12/12h – por 10 dias; 
PERIODONTITE  medicação associado com METRONIDAZOL (CIPROFLOXACINO 500 mg + METRONIDAZOL 500 mg – 12/12h – por 8 dias); 
*Pacientes com disfunção hepática: dose máxima diária de 1000 mg 
APRESENTAÇÕES 
 CIPROFLOXACINO 250 mg  6,10, 14 ou 50 COMPRIMIDOS 
 CIPROFLOXACINO 500 mg  6,10, 14 ou 50 COMPRIMIDOS 
 CIPROFLOXACINO 1000 mg  6,10, 14 ou 50 COMPRIMIDOS 
 
(ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S/A, 2020)
 
 39 
 
ADULTO 
 
 40 
 
3.7. Clindamicina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Antibiótico de 2ª escolha para pacientes alérgicos a penicilinas; 
 Infecções das vias respiratórias superiores, incluindo amigdalite, faringite, sinusite e otite média; 
 Infecções dentárias; 
 Abcessos periodontais; 
 Periodontites; 
 Gengivites; 
 Abcessos periapicais. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Crianças e adolescentes em fase de crescimento; 
 Não pode ser administrado juntamente com eritromicina; 
 Pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. 
POSOLOGIA 
10 dias 
INFECÇÕES GRAVES  300 mg – 6/6h 
INFECÇÕES MODERADAS  300 mg – 8/8h 
INFECÇÕES LEVES  300 mg – 12/12h 
APRESENTAÇÕES 
 CLORIDRATO DE CLINDAMICINA 300 mg  16 CÁPSULAS 
(ANVISA, 2019) 
CLS DOCS
 
 41 
 
ADULTO 6/6h ADULTO 8/8h 
 
 42 
 
ADULTO 12/12h 
 
 43 
 
3.8. Clindamicina – IntraVenoso 
INDICAÇÕES 
 Antibiótico de 2ª escolha parapacientes alérgicos a penicilinas; 
 Infecções do trato respiratório; 
 Infecções de tecidos moles; 
 Abcessos periodontais; 
 Gengivite e periodontite; 
 Abcessos periapicais. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes portadores de insuficiência hepática e renal graves; 
 Pacientes com problemas estomacais; 
 Crianças abaixo de um mês; 
 Não pode ser administrado juntamente com eritromicina; 
 Pacientes com hipersensibilidade à Lincomicina ou qualquer um dos 
componentes da fórmula. 
POSOLOGIA 
7 dias 
ADULTO  Infecções graves 2400 –2700 mg/dia – 6/6h, 8/8h, 12/12h; 
ADULTO  Infecções moderadas 1200 – 1800 mg/dia – 6/6h, 8/8h 
PEDIÁTRICO  de 20 a 40 mg/Kg/dia – 6/6h, 8/8h 
*A ampola deve ser descartada após o primeiro uso, mesmo que ainda 
possua medicamento. 
TABELA 
CÁLCULO para 2400 mg – 6/6h 
FÓRMULA PEDIÁTRICO 
20 - 40 mg/ Kg/dia 
CÁLCULO para 25 Kg 
APRESENTAÇÕES 
 FOSFATO DE CLINDAMICINA 150 mg/mL ampolas com 2, 4 ou 6 mL 
Caixas com 1, 10, 20, 50 ou 100 ampolas 
(EMS S/A, 2013) (EMS S/A, 2019)
Dose total 
diária 
2 doses 3 doses 4 doses 
1200 mg 4 mL 2,6 mL 2 mL 
1800 mg 6 mL 4 mL 3 mL 
2400 mg 8 mL 5,33 mL 4 mL 
2700 mg 9 mL 6 mL 4,5 mL 
150 mg ----- 1 mL 
2400 mg ----- X 
X = 16 mL POR DIA (são 4 doses diárias) 
16 mL / 4  4 mL POR DOSE 
28 ampolas de 4 mL 150 mg/ mL* 
30 mg x 25 Kg  750 mg/dia 
150 mg ----- 1 mL 
750 mg ----- X 
X = 5 mL POR DIA (são 4 doses diárias) 
5 mL / 4  1,25 mL POR DOSE 
28 ampolas de 2 mL 150 mg/mL* 
 
 44 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 45 
 
3.9. Eritromicina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Antibiótico de 3ª escolha para pacientes alérgicos a penicilinas; 
 Infecções das vias respiratórias superiores (otite média, faringite) e 
inferiores (pneumonia) de a moderada gravidade; 
 Infecções da pele e tecido celular subcutâneo de leve a moderada 
gravidade; 
 Amebíase intestinal provocada por Entamoeba histolytica; 
 Profilaxia da coqueluche; 
 Tratamento da sífilis primária em pacientes alérgicos à penicilina. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes portadores de insuficiência hepática grave; 
 Pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes 
da fórmula. 
POSOLOGIA 
7 a 10 dias 
ADULTO  250 mg – 6/6h 
ADULTO  500 mg – 6/6h 
PEDIÁTRICO  de 30 a 50 mg/ Kg/dia – 6/6h 
PEDIATRIA 
Peso da criança 
em Kg 
Dose total diária Frasco 
Até 10 Kg 250 mg 125 mg/5 mL 
11 - 18 Kg 375 mg 125 mg/5 mL 
19 - 25 Kg 500 mg 250 mg/5 mL 
26 - 36 Kg 750 mg 250 mg/5 mL 
Acima de 36 Kg 1000 mg Dose igual 
de adultos 
Comprimido 250 mg 
FÓRMULA 
30 - 50 mg/Kg/dia 
CÁLCULO para 19 Kg 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 ESTOLATO DE ERITROMICINA 250 mg  12 COMPRIMIDOS 
 ESTOLATO DE ERITROMICINA 500 mg  12 COMPRIMIDOS 
PEDIÁTRICO - frasco 
 ESTOLATO DE ERITROMICINA 125 mg/5 mL  frasco com 60 mL 
 ESTOLATO DE ERITROMICINA 250 mg/5 mL  frasco com 60 mL 
(ANVISA, 2020) (HIPOLABOR, 2011) (NEO QUIMICA, 2014) 
Dose total diária de acordo com tabela 19 Kg  500 mg/dia 
250 mg ----- 5 mL 
500 mg ----- X 
10 = mL POR DIA (são 4 doses diárias) 
10 mL / 4  2,5 mL POR DOSE 
10 mL x 10 dias  100 mL 2 frascos de 60 mL – 250 mg/5 mL 
 
 46 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 47 
 
3.10. Levofloxacino – Oral 
INDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a penicilinas; 
 Infecções do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite, exarcebações agudas de bronquite crônica e pneumonias; 
 Infecções da pele e tecido celular subcutâneo complicadas e não complicadas, tais como impetigo, abcessos, furunculose, celulite e erisipela; 
 Osteomielite; 
 Tratamento de infecções causadas por por bactérias Aeróbios Gram-positivos e Gram-negativos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes portadores de insuficiência hepática grave; 
 Crianças e adolescentes em fase de crescimento; 
 Pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. 
POSOLOGIA 
3 a 14 dias 
ADULTO  250 mg – 24/24h 
ADULTO  500 mg – 24/24h 
ADULTO  750 mg – 24/24h 
*A quantidade de dias para tratamento varia de acordo com gravidade e complicação da infecção. 
APRESENTAÇÕES - caixa 
 LEVOFLOXACINO 250 mg  3 ou 7 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
 LEVOFLOXACINO 500 mg  3, 7, 10, 20, 30 ou 60 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
 LEVOFLOXACINO 750 mg  5 ou 7 COMPRIMIDOS REVESTIDOS 
(APSEN FARMACÊUTICA S.A., 2019) (EMS S/A)
 
 
 48 
 
ADULTO 
 
 49 
 
3.11. Metronidazol – Oral 
INDICAÇÕES 
 Infecções por bactérias anaeróbias; 
 Infecções pós-cirúrgicas; 
 Giardíase e amebíase. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos aos componentes da fórmula; 
 Pacientes abaixo de 12 anos; 
 Ingestão de bebidas alcoólicas ou medicamentos que contenham álcool durante e no mínimo 1 dia após o fim; 
 Avaliar cuidadosamente o uso em grávidas, por atravessar a placenta. 
OBSERVAÇÕES 
 O medicamento diminui a salivação, contribuindo para o aumento de cáries, candidíase oral e doenças periodontais. 
POSOLOGIA 
8 dias ou a critério médico 
ADULTO e acima de 12 anos  250 mg – 8/8h 
ADULTO e acima de 12 anos  400 mg – 8/8h 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 METRONIDAZOL 250 mg  20 COMPRIMIDOS 
 METRONIDAZOL 400 mg  24 COMPRIMIDOS 
 
(SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA, 2020)
 
 
 
 50 
 
ADULTO 
 
 51 
 
3.12. Metronidazol – IntraVenoso 
INDICAÇÕES 
 Profilaxia e tratamento de infecções por bactérias anaeróbias; 
 Infecções, por anaeróbios em pós-cirúrgicos; 
 Casos em que a via oral é contra-indicada; 
 Pode ser administrado em isolado ou concomitantemente (mas 
separadamente) a outros agentes antibacterianos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a qualquer componente do produto; 
OBSERVAÇÕES 
 O medicamento diminui a salivação, contribuindo para o aumento de 
cáries, candidíase oral e doenças periodontais; 
 Após aberta a bolsa deve ser utilizada imediatamente. 
POSOLOGIA 
7 dias 
Perfusão à razão de 5 mL por minuto. 
ADULTO  500 mg/100 mL – 8/8h 
ADULTO  1500 mg/300 mL – 24/24h 
PEDIÁTRICO  7,5 mg/1,5 mL/Kg – 8/8h 
PEDIÁTRICO  22,5 mg/4,5 mL/Kg – 24/24h 
PEDIATRIA 
FÓRMULA 
7,5 mg/1,5 mL/Kg-8/8h 
CÁLCULO para 25 Kg 
Tempo de infusão 
APRESENTAÇÕES 
 FLAGYL 500 mg  1 bolsa plástica de 100 mL de solução a 0,5% 
 
(SANOFI, 2020) (SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA. , 2020)
5 mL / min 
5 mL ----- min 
37,5 mL ----- X 
X = 22.5 min DE 8/8h 
7,5 mg x 25 Kg  187,5 mg-8/8h 
5 mg -----1 mL 
187,5 mg ----- X 
X = 37,5 mL DE 8/8H 
37,5 mL x 3  112,5 mL POR DIA 
3 bolsas por dia x 7 dias  21 BOLSAS DE 500 mg/100 mL 
 
 
 52 
 
ADULTO PEDIÁTRICO
 
 53 
 
3.13. Penicilina G – Benzatina – IntraMuscular 
INDICAÇÕES 
 Tratamento das infecções por microorganismos sensíveis à penicilina; 
 Eficaz para tratamento da Angina de Ludwig; 
 Sífilis; 
 Profilaxia de glomerulonefrite aguda e doença reumática; 
 Profilaxia de recorrências da febre reumática. 
CONTRA INDICAÇÕES 
 Hipersensibilidade a penicilinas e cefalosporinas; 
 Não injetar: intravenoso (risco de embolia e reações tóxicas); intra 
arterial (risco de gangrena da extremidade ou órgão), subcutânea ou 
na camada de gordura (pode causar dor enduração). 
OBSERVAÇÕES 
 Intramuscular profunda LENTA; 
 Colocar gelo no local da injeção; 
 Injetar no quadrante superior lateral da nádega; 
 Crianças e lactantes: parte lateral da coxa. 
POSOLOGIA 
Dose Única 
ADULTO  1.200.000 UI 
PEDIÁTRICO Até 27 Kg  - 300.000 a 600.000 UI 
PEDIÁTRICO Acima 27 Kg  - 900.000 UI 
TABELA 
Paciente Infecções do 
trato 
respiratório 
Sífilis Primária 
Secundária e 
Latente 
Frascos - 
Ampolas 
Criança 
Até 27 Kg 
Injeção única 
300.000 UI a 
600.000 UI 
- 600.000 UI 
Criança Acima 
de 
 27 Kg 
Injeção única de 
900.000 UI 
- 600.000 UI 
Adulto Injeção única de 
1.200.000 UI 
Injeção única de 
2.400.000 UI 
1.200.000 UI 
(BILLI FARMACÊUTICA LTDA., 2014) (EMS S.A., 2019)
APRESENTAÇÕES 
ADULTO – caixa 
Para injeção de 5 mL PENICILINA G-BENZATINA 1.200.000 UI  1 ou 50 FRASCOS-AMPOLA  4mL 
PEDIÁTRICO – frasco 
 PENICILINA G-BENZATINA 300.000 UI  1 ou 50FRASCOS-AMPOLA 1 mL 
 PENICILINA G-BENZATINA 600.000 UI  1 ou 50 FRASCOS-AMPOLA2 mL 
 
 54 
 
ADULTO PEDIÁTRICO 
 
 55 
 
3.14. Fluxograma 
 
 
(LOCKHART, AMINOSHARIAE, et al., 2019) (FERREIRA e GERCKEN, 2020)
 
 56 
 
4. Antifúngicos 
 
Medicamentos antimicóticos, também conhecidos como antifúngicos, são utilizados no tratamento de infecções por fungos. Os antifúngicos são 
divididos em diferentes classes farmacêuticas e são encontrados em variadas formas, como cremes, comprimidos, esmaltes, sprays líquidos e 
aerossóis. A abordagem medicamentosa das infecções fúngicas inclui agentes tópicos e sistêmicos, usados profilática (em pacientes 
imunodeprimidos) e terapeuticamente. Em infecções localizadas, os agentes tópicos são preferidos. Um exemplo disso é a candidíase oral, 
especialmente nas formas pseudomembranosa e eritematosa. Em infecções generalizadas e mais graves, usam-se agentes sistêmicos. 
(BLOG, 2021) 
 
 
 57 
 
4.1. Daktarin Gel Oral – Tópico 
INDICAÇÕES 
 Tratamento terapêutico e profilático da candidíase da cavidade bucofaríngea. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos ao miconazol ou qualquer componente do fórmula; 
 Bebês menores de 6 meses ou com reflexo de deglutição que ainda não esteja suficientemente desenvolvido, devido ao risco do bloqueio da 
repiração (sufocamento); 
 Paciente com disfunção hepática. 
OBSERVAÇÕES 
 Não deve ser usado em concomitância com: Triazolam e Midazolam Oral (tranquilizantes), Varfarina (anticoagulante), substâncias que prolongam o 
intervalo QT (diminuição da frequência cardíaca – astemizol, bepridil, cisaprida, dofetilida, halofantrina, mizolastina, pimozida, quinidina, sertindol e 
terfenadina), Alcalóides do Ergot (enxaqueca), Sinvastatina e Lovastatina (controle de colesterol); 
 Aplicar em bebês pequenas porções de cada vez com cotonete, sobre as áreas afetadas evitando a provocação de sufocamento; 
 Nunca aplique o gel na mama como forma de dá-lo ao bebê durante a amamentação; 
 Nunca aplicar grande quantidade do gel de uma só vez na parte posterior do palato, próximo à garganta. 
POSOLOGIA 
Tratamento por pelo menos 1 semana após o desaparecimento dos sintomas 
ADULTO e acima de 2 anos  20 mg/g – 6/6h – Aplicar ½ de colher de chá (2,5 mL) nas áreas afetadas; * 
PEDIÁTRICO de 6 a 24 meses  20 mg/g – 6/6h – Aplicar ¼ de colher de chá (1,25 mL), divididas em pequenas porções nas áreas afetadas; * 
*O gel não deve ser deglutido imediatamente, mas mantido na boca o maior tempo possível. 
APRESENTAÇÕES 
 MICONAZOL 20 mg/g gel oral Bisnaga de 40g 
(JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA, 2020) 
 
 58 
 
ADULTO PEDIÁTRICO
 
 59 
 
4.2. Fluconazol – Oral 
INDICAÇÕES 
 Qualquer infecção por fungos do gênero Cândida, candidíase oral 
(sapinho), candidíase vaginal;. 
 Dermatomicoses: infecções fúngicas que atacam unhas, pele e 
cabelos (micoses), frieiras; 
 Prevenção de recidiva de candidíase orofaríngea em pacientes com 
HIV; 
 Suspensão oral: uso pediátrico; 
 Comprimido: uso acima de 18 anos. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos ao miconazol ou qualquer componente do 
fórmula; 
 Durante a gravidez, amamentação ou pacientes que tenham risco de 
estarem grávidas; 
 A coadministração com outros fármacos como eritromicina (risco de 
cardiotoxidade), cisaparida, astemizol, pimozida e quinidina. 
OBSERVAÇÕES 
 Pacientes com HIV têm maior predisposição a apresentarem rash, 
caso ocorra, supender o uso; 
 Pacientes com disfunções hepáticas, renais e cardíacas devem 
consultar médico antes; 
POSOLOGIA 
7 a 14 dias 
ADULTO candidíase de mucosa  150 mg – 24/24h, durante 2, 4 ou 6 
semanas 
PEDIÁTRICO candidíase de mucosa  3 mg/Kg/dia – 24/24h – uma dose de 
ataque de 6 mg/ Kg pode ser utilizada no primeiro dia 
PEDIÁTRICO de 2 a 4 semanas 3 mg/Kg/dia – 48/48h 
PEDIÁTRICO até 2 semanas 3 mg/Kg/dia – 72/72h 
PEDIATRIA 
FÓRMULA 
3 mg/Kg/dia 
CÁLCULO para 20 Kg 
APRESENTAÇÕES 
ADULTO - caixa 
 FLUCONAZOL 100 mg  8 ou 100 CÁPSULAS 
 FLUCONAZOL 150 mg  1 ou 2 CÁPSULAS 
PEDRIÁTRICO - frasco 
 FLUCONAZOL 50 mg/5 mL pó para suspensão oral frasco com 7 
doses (350 mg) 35 mL 
 FLUCONAZOL 200 mg/5 mL pó para suspensão oral frasco com 7 
doses de fluconazol (1400 mg) 35 mL 
(BULASMED, 2014) 
3 mg x 20 Kg  60 mg/dia 
50 mg ----- 5 mL 
60 mg ----- X 
X = 6 mL POR DIA 
6 mL x 14  84 mL TOTAL 
85 mL / 35 mL  3 FRASCOS 35 mL 
 
 
 60 
 
ADULTO PEDIÁTRICO
 
 61 
 
4.3. Nistatina – Oral 
INDICAÇÕES 
 Tratamento de infecções por Cândida albicans na cavidade oral e trato digestivo superior. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a qualquer componente da fórmula; 
 Tratamento de infecções sistêmicas. 
OBSERVAÇÕES 
 A solução deve ser bochechada e mantida por pelo menos 3 minutos e em seguida engolida; 
 Doses acimas de 5.000.000UI podem causar náuseas e distúbios gastrintestinais; 
 Em lactentes e crianças menores, colocar metade da dose em cada lado da boca; 
 Caso ocorra reação alérgica, descontinuar o tratamento. 
POSOLOGIA 
Pelo menos 48 horas após o desaparecimento dos sintomas 
AGITAR ANTES DE USAR 
ADULTO E PEDIÁTRICO 100.000UI/mL – 6/6h – 1 a 6 mL 
LACTENTES  100.000UI/mL – 6/6h – 1 mL 
PREMATUROS E CRIANÇAS DE BAIXO PESO  100.000UI/mL – 6/6h – 1 a 2 mL 
APRESENTAÇÕES 
 NISTATINA 100.000UI  frascos com 40 mL ou 50 mL, com conta gotas. 
 
(EMS S/A)
 
 
 62 
 
ADULTO 
 
 
 63 
 
5. Antivirais 
 
Um antiviral é uma classe de medicamentos usados especificamente para tratar infecções virais. Atuam em eventos específicos da replicação 
viral, inibição da síntese de ácidos nucleicos ou proteínas do vírus, dado que utilizam a maquinaria celular para sua reprodução. 
Os fármacos antivirais atuam interrompendo o processo infeccioso. Dependendo do vírus e do medicamento, o processo de bloqueio pode 
ocorrer em muitos locais diferentes. Um medicamento impede o vírus de fundir-se com a célula saudável bloqueando um receptor que ajuda o 
vírus a aderir à célula. Ao impedir esta adesão, os vírus não conseguem entrar na célula ou infectá-la. 
(MANUAL, 2021) 
 
 
 64 
 
5.1. Aciclovir – Tópico 
INDICAÇÕES 
 Tratamento de infecções na pele causadas pelo vírus Herpes simplex, incluindo herpes genital e labial, seja o primeiro episódio ou episódios 
recorrentes. 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Pacientes alérgicos a qualquer componente do produto; 
 Não há contraindicação relativa à faixa etária. 
OBSERVAÇÕES 
 O tratamento deve continuar com pelo menos 4 dias para a herpes labial. Se não ocorrer cicatrização, o tratamento deverá ser prolongado por mais 
5 dias. Se as lesões permanecerem por mais de 10 dias, o paciente deve consultar seu médico; 
 Deve ser usado apenas para uso tópico; 
 Não deve ser ingerido; 
 As mãos devem ser lavadas antes e depois de usar o creme; 
 Evite esfregar a lesão ou tocá-la com a toalha, para evitar o agravamento ou transferência da infecção para outra região. 
POSOLOGIA 
4 a 9 dias 
ADULTO E PEDIÁTRICO  50 mg/g – 4/4h – Aplicar o creme na região afetada 5 vezes ao dia, pulando a aplicação no período noturno e prolongar o 
tratamento por 4 dias. * 
*Se não ocorrer a cicatrização, o tratamento deverá ser prolongado por mais cinco dias. 
APRESENTAÇÕES 
 Aciclovir 50 mg/g creme dermatológico  bisnaga de 10g 
(MEDLEY, 2020) 
 
 
 65 
 
ADULTO 
 
 66 
 
5.2. Aciclovir – Oral 
INDICAÇÕES 
 Tratamento de infecções pelo vírus Herpes simplex na pele e nas 
mucosas, incluindo herpes genial inicial e recorrente; 
 Supressão (prevenção de recidivas) de infecções recorrentes por 
Herpes simplex em pacientes imunocompetentes e na profilaxia de 
infecções em pacientes imunocomprometidos; 
 Tratamento de infecções de Herpes zoster; 
 Tratamentos de pacientes seriamente