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Traumatismo Dentário em Dentes Decíduos e Permanentes Jovens
Centro Universitário do Triângulo (UNITRI)
Curso de Odontologia
Disciplina de Odontologia Infantil II
Profª. Débora Souto
Odontopediatria
Uberlândia, 2025
INTRODUÇÃO
DEFINIÇÃO
O traumatismo dentário (TD) é resultante de um impacto externo sobre o
dente e tecidos circundantes, proveniente de acidentes ou ações
intencionais. As lesões de TD podem causar problemas de ordem estética,
funcional e emocional, exigindo do profissional um atendimento imediato.
Costa, Corrêa e Ribeiro., 2010
1. EPIDEMIOLOGIA
Prevalência
Etiologia
Fatores Predisponentes
PREVALÊNCIA
Dentes decíduos
Crianças de 1 a 3 
anos
14 e 36%. 
Dentes Anteriores 
Superiores os mais 
acometidos
Recorrência de 
trauma sobre um 
mesmo dente em 
16,7% dos casos.
Em relação ao sexo:
Dentes decíduos: 
ambos os sexos
Dentes 
permanentes: sexo 
masculino
IADT, 2012; ANDREASEN et al, 2018; ABOPED, 3ªed
ETIOLOGIA Traumatismo 
não acidental
Traumatismo 
acidental
Andreasen,2001; Kramer e Feldens,2008
ETIOLOGIA
Andreasen,2001; Kramer e Feldens,2008
Local
Quedas
Falta de coordenação motora
Proporção cabeça e corpo
FATORES PREDISPONENTES
o Mordida aberta anterior;
o Sobressaliência aumentada;
o Selamento labial Inadequado;
o Apinhamento dentário;
o Cárie dentária
o Intubação orotraqueal;
o Obesidade;
o Deficiências físicas e mentais;
Andreasen, 2001; Kramer e Feldens, 2008; IADT,2012
AÇÕES PREVENTIVAS
A prevenção de traumas está 
relacionada ao ambiente, ao meio 
onde vivem e circulam os 
indivíduos e proteção dos 
elementos dentais. 
Adequação física dos locais
( escolas, creches, casas) Informações a comunidade Protetores bucais e faciais
Hábitos deletérios Correções Ortodônticas
Levin; Zadik., 2012
10
Protetor bucal tipo IV (individualizado) confeccionado sobre um modelo de 
gesso e entregue sob a supervisão de um cirurgião-dentista. 
11
O material de eleição para a confecção de protetores bucais para esporte é o EVA (copolímero
de etileno e acetato de vinila), um polímero com características amortecedoras (Bardal et al.,
2011).
(Coto et al., 2014)
DIAGNÓSTICO
Anamnese
Exame Clínico
Exame Radiográfico
ANAMNESE
o Tempo decorrido;
o Estado de saúde geral do paciente;
o Alterações sistêmicas;
o Necessidade de antibioticoterapia;
o Vacina antitetânica (bacilo tetânico: terra,
água suja, fezes de animais, poeira...) .
I m p o r t a n t e
• Envolvimento Cerebral:
Sinais e sintomas como: náuseas,
vômitos “em jato”, sangramentos
pelo ouvido e perda da consciência.
Andreasen,2005; Andreasen e Bill,2015
ANAMNESE
História do traumatismo
o É importante saber qual é a origem do
trauma dental, preocupando-se com as
condições em que ele ocorreu;
o Experiência da criança de alguma
intervenção anterior;
o Traumatismo anterior.
o No caso de informações desencontradas
entre os pais, deve-se considerar a
possibilidade de maus-tratos.
2- Quando? 
3-Como?
Outros
Sintomas?
Sintomas 
atuais?
Perda 
total do 
dente?
Andreasen,2005; Andreasen e Bill,2015
1-Onde?
DIAGNÓST ICO
Limpeza extra e intrabucal (soro ou clorexidina 0.12%);
Averiguar a presença de lesões nos tecidos moles (palpação e RX);
Examinar todos os dentes na região do trauma;
Investigar a presença de hábitos.
Andreasen,2005; Kramer 2008; Andreasen e Bill,2015
EXAME CLÍNICOExame extrabucal
(Google imagens)
Exame dos tecidos moles e ósseo:
o Realizar a palpação da face e observando assimetria, laceração, edema, hematoma, presença de
corpo estranho, sangramento , hemorragia e dor; palpar a ATM, observar limitação/desvio de
abertura da boca (suspeitar de fratura do côndilo).
o Verificar lesão profundas no mento (fratura de côndilo e traumatismos de dentes posteriores).
Kramer; Feldens., 2005; Andreasen e Bill, 2015;Corrêa, 2017
EXAME CLÍNICOExame intrabucal
(G
oo
gl
e 
im
ag
en
s)
(G
oo
gl
e 
im
ag
en
s)
Exame dos tecidos moles:
o Observar assimetria, laceração, edema, hematoma, presença de
corpo estranho, sangramento , hemorragia e dor;
Tecido ósseo e dentes:
o Anormalidades na oclusão podem indicar fraturas ósseas;
o Posição dos dentes (mobilidade)
o Presença de fratura coronária
o Alteração de cor
o Deslocamento
o Vitalidade pulpar (permanentes)
(Google imagens)
Andreasen e Bill, 2015; Corrêa, 2017
EXAME CLÍNICO
Exame intrabucal
Teste de 
Percussão
Testes de 
vitalidade 
pulpar???
Teste de Percussão e Vitalidade
Questionável ( idade/cooperação, 
resposta alterada (rizogênese ou rizólise), 
estímulo nocivo a polpa).
Kramer; Feldens., 2005
“EXAME Rad iográ f i co
• O exame radiográfico deve incluir o dente envolvido, seus adjacentes, a
fim de verificar se além do trauma principal não houve repercussões em
outros dentes mais próximos.
• Observar: coroa, raiz, ligamento periodontal e osso.
“EXAME Rad iográ f i co
• O exame radiográfico periapical, oclusal ou lateral do nariz auxilia no diagnóstico:
observar raiz e tecidos adjacentes.
• É de extrema importância para comparação de exames no acompanhamento.
“EXAME Rad iográ f i co
Reavaliações:
• Anual por até 5 anos (dente permanente) ou até o dente permanente erupcionar
(para dentes decíduos).
• O retorno para consultas pode variar de acordo com o tipo de traumatismo e na
observação ou não de complicações
Observe a 
proximidade dos 
dentes decíduos e 
os germes dos 
permanentes 
Andreasen et al., 2001 
24
CLASSIFICAÇÃO
Características Clínicas
Tratamento das lesões traumáticas 
IADT
CLASSIFICAÇÃO
❖ Lesões ao tecido dentário (mais prevalente em permanentes)
❖ Lesões de tecido de suporte (mais prevalente em decíduos)
❖ Lesão de tecidos moles
LESÕES AO TECIDO DENTÁRIO
Trinca do esmalte;
Fratura do esmalte;
Fratura de esmalte e dentina sem exposição pulpar;
Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar;
Fratura coronorradicular;
Fratura radicular;
TRINCA DE ESMALTE 
➢ Achados clínicos 
Fissuras ou rachaduras na coroa
➢ Avaliação radiográfica
nenhuma anormalidade
IADT, 2012
TRINCA DE ESMALTE 
➢ Tratamento?
Sem necessidade de tratamento. Porém, é importante o acompanhamento clínico para
observação de futuras sequelas.
✓ Prognóstico: Favorável
IADT, 2012
FRATURA DE ESMALTE
➢ Achados clínicos 
Perda e estrutura envolvendo esmalte; 
pode lacerar lábios. 
➢ Achados radiográficos
Pode evidenciar perda de 
esmalte sem envolvimento 
de dentina
IADT, 2012
FRATURA DE ESMALTE
➢ Tratamento
Arredondamento das bordas cortantes
(decíduos e permanentes);
Restauração de resina composta
(decíduos e permanentes);
✓ Prognóstico: Favorável
IADT, 2012
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM EXPOSIÇÃO PULPAR
➢ Achados clínicos
Perda e estrutura envolvendo esmalte e dentina
Exposição dos túbulos dentinário (sensibilidade)
Muito associada a luxações
➢ Achados radiográficos
relação entre a fratura e a câmara pulpar
IADT, 2020
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM EXPOSIÇÃO PULPAR
➢ Tratamento
Avaliar necessidade proteção do complexo dentino-pulpar;
Colagem do fragmento ou Restauração em resina composta.
Restauração de resina composta (se necessário, CIV antes para proteção)
Colagem com o próprio dente: reposicionar o fragmento, realizar
condicionamento ácido e sistema adesivo.
OBS: fragmento armazenando em água ou soro pelo menos 20 minutos.
IADT, 2020
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM EXPOSIÇÃO PULPAR
➢ Ausência de sensibilidade à percussão (realizar somente em permanentes)
➢ Acompanhamento radiográfico: 1 mês e 12 meses.
✓ Prognóstico: Favorável
IADT, 2020
FRATURA DE DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
➢ Achados clínicos
Fratura envolvendo esmalte e dentina e polpa exposta
➢ Achados radiográficos
avaliação do estágio de 
desenvolvimento radicular do 
dente decíduo.
IADT, 2020
FRATURA DE DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
1 semana: C
6-8 semanas: C+R
1 ano: C+R
➢ Tratamento
Tratamento imediato:
• Capeamento, Pulpotomia, 
Pulpectomia, Exodontia
Tratamento tardio:
• Pulpectomia, Extração
IADT, 2012+ Restauração
FRATURA CORONORRADICULAR
➢ Achados clínicos
Pode ou não envolver o tecido pulpar. Pode-se observar fragmentos soltos,
mas ainda anexados ao tecidos moles.
Menos frequente na dentição decídua (2%).
Presença de dor e mobilidade.
Em fraturas posicionadas lateralmente, pode-se observar a extensão 
em relação à margem gengival
IADT, 2012
FRATURA CORONORRADICULAR
➢ Na dentição decídua, pode apresentar
descoloração coronária e sinais de necrose
pulpar e infecção.
➢ Na dentição permanente, clinicamente,
apresenta-se com mobilidade do
fragmento coronário e dor à percussão.
IADT, 2012
FRATURA CORONORRADICULAR
➢ Tratamento
1 semana: C
6-8 semanas: C+R
1 ano: C
IADT, 2012
Dente decíduo: radical (extração)
Dente permanente: analisar possibilidade de tratamento
conservador, como colagem do fragmento; tratamento
endodôntico e uso de pino e coroa; sepultamento de raiz
para futuro implante...
42
Paciente do sexo masculino
2 anos e 3 meses
43
Paciente do sexo masculino
2 anos e 3 meses
FRATURA RADICULAR
➢ Achados clínicos
A fratura é geralmente localizada na metade da raiz ou no terço
apical, o fragmento coronário pode estar móvel e descolado.
Leve extrusão do dente.
➢ Achados radiográficos
A fratura é geralmente localizada na metade da raiz ou no terço apical
IADT, 2020
FRATURA RADICULAR
1 semana: C
6-8 semanas: C
1 ano: C+R
Sucessor: C*
➢ Tratamento
Reposicione o segmento: a anestesia é indicada;
Permanente: Estabilize o segmento por 15 a 21dias
(contenção rígida).
Exodontia: Grande mobilidade, fraturas verticais e no
terço gengival.
✓ Prognóstico: Avaliar o surgimento de sinais.
IADT, 2012
LESÕES envolvendo tecido de sustentação
✓ Concussão;
✓ Subluxação;
✓ Luxação lateral;
✓ Luxação extrusiva;
✓ Luxação intrusiva e
✓ Avulsão.
CONCUSSÃO
➢ Achados clínicos
• Traumatismo de pequena intensidade sobre os tecidos de sustentação, sem
determinar mudança de posição ou mobilidade à estrutura dentária.
• O dente se mostra sensível ao toque.
• A concussão determina danos ao ligamento sem haver o rompimento de suas fibras, e
ao suprimento nervoso da polpa.
➢ Achados radiográficos
Nenhuma anormalidade
IADT, 2012
CONCUSSÃO
➢ Tratamento
Nenhum tratamento é necessário, deve- se apenas observar e proservar.
Recomendação: evitar morder alimentos duros no dia.
IADT, 2012
SUBLUXAÇÃO
➢ Achados clínicos
Na subluxação ocorre ruptura de um maior número de fibras do ligamento periodontal. O dente
mantém sua posição no arco sem deslocamento, porém, apresenta mobilidade. O paciente relata
sensibilidade ao toque e à mastigação. O dente pode ou não apresentar sangramento do sulco
gengival.
➢ Achados radiográficos: Nenhuma anormalidade
IADT, 2012
SUBLUXAÇÃO
➢ Tratamento
Nenhum tratamento é necessário quando há pouca mobilidade;
Maior mobilidade: contenção flexivel com fio de Nylon e resina (7 a 14 dias);
Permanentes (pouca mobilidade): pequeno desgaste no antagonista para evitar sobrecarga.
Recomendação: evitar morder alimentos duros no dia, ingerir alimentos com consistência pastosa e
líquida nos primeiros dias;
Fazer a limpeza da região com Clorexidina 0,12% (sem álcool)
1 semana
6-8 semanas
IADT, 2012
LUXAÇÃO LATERAL
➢ Achados clínicos
Consiste no deslocamento do dente no sentido palatino, vestibular, mesial ou distal. Ocorre ruptura e
compressão das fibras do ligamento, podendo haver fratura da parede alveolar, o tecido pulpar é
seriamente danificado.
➢ Achados radiográficos
Radiografia oclusal: espaço do ligamento periodontal apical aumentado e 
direção do deslocamento, relacionamento com o sucessor permanente.
Descoloração 
coronária pode 
ocorrer. 
IADT, 2012
LUXAÇÃO LATERAL
➢ Tratamento
Sem interferência oclusal- Reposicionamento espontâneo;
1 semana
2-3semanas
4 semanas
6-8 semanas
6 meses
1 ano
Interferência severa- Reposicionamento e contenção;
Decíduo: Deslocamento severo em direção ao lábio- Extração
IADT, 2018
LUXAÇÃO INTRUSIVA
➢ Achados clínicos
Consiste no deslocamento do dente para dentro do alvéolo, seguindo uma
direção axial. Ocorre o esmagamento e ruptura das fibras do ligamento
periodontal. Normalmente ocorre interrupção total da circulação o que leva à
isquemia.
➢ Achados radiográficos
Direcionado à tábua óssea vestibular: parece ser menor que o seu homólogo
Direcionado ao sucessor permanente: parece alongado
IADT, 2012
Há grande possibilidade de lesões ao germe do
dente permanente sucessor. Geralmente, não é
observada mobilidade ou sensibilidade à
palpação.
LUXAÇÃO INTRUSIVA
1 semana
3-4 semanas
6-8 semanas
6 meses
1 ano
➢ Tratamento
Reposição espontânea, do contrário, extrusão ortodôntica no permanente. 
Dente decíduo: aguardar reerupção, mas em caso de atingir o germe do permanente ou ter fratura óssea, 
optar pela extração. 
Dente permanente: aguardar reerupção, se o ápice estiver fechado é indicado tratamento endodôntico. 
IADT, 2012
LUXAÇÃO EXTRUSIVA
➢ Achados clínicos
É quando o dente sofre um deslocamento parcial para fora do
alvéolo.
Os dentes extruídos se mostram mais “alongados” e
frequentemente com um desvio palatal da coroa, ficando
suspensos apenas pela gengiva. Sempre há um sangramento a
partir do ligamento periodontal.
➢ Achados radiográficos
Espaço do ligamento periodontal apical aumentado
IADT, 2012
LUXAÇÃO EXTRUSIVA
➢Tratamento
Anestesia e reposicionamento cuidadoso
Em caso de extrusão mínima (que resulta em hemorragia e edema sob a pele
ou mucosa não lacerada.
Andreasen,2001; Kramer e Feldens,2008
(Google imagens)
ABRASÃO
Escoriação ou remoção circunscrita de uma camada superficial da pele ou mucosa.
Andreasen,2001; Kramer e Feldens,2008
(Google imagens)
LACERAÇÃO
Corte no tecido em que se verifica solução de continuidade.
Andreasen,2001; Kramer e Feldens,2008
TRATAMENTO
o Avaliação minuciosa da região afetada
o Limpeza do ferimento;
o Reposicionamento e sutura dos tecidos;
o Cobertura antibiótica em alguns casos.
(G
oo
gl
e 
im
ag
en
s)
SEQUELAS DO TRAUMATISMO
Repercussões do trauma para dentes decíduos
Repercussões do trauma para dentes permanentes sucessores 
Repercussões do trauma para dentes decíduos
✓ Distúrbios de desenvolvimento;
✓ Hiperemia Pulpar
✓ Hemorragia pulpar;
✓ Necrose pulpar;
✓ Calcificação pulpar;
✓ Reabsorção radicular interna;
✓ Reabsorção radicular externa;
✓ Lesão Periapical;
✓ Anquilose;
✓ Retenção prolongada
Repercussões do trauma para dentes permanentes 
sucessores 
✓ Hipoplasia do esmalte;
✓ Dilaceração coronária;
✓ Dilaceração radicular;
✓ Rizogênese parcial ou totalmente interrompida;
✓ Má formação semelhante a um odontoma;.
• Pode ser observada após ocorrência de traumatismo leve ou severo.
• A alteração de cor pode ocorrer pelo processo de hemorragia interna, necrose
pulpar, reabsorção interna e obliteração do canal radicular.
• Dentes com alteração de cor devem ser acompanhados.
• Caso apresentem outros sinais clínicos que indiquem processos inflamatórios
irreversíveis ou necrose pulpar (lesão periapical ou peri-radicular, fístula, dor
espontânea, reabsorções dentinárias internas, reabsorções externas, entre outros),
o tratamento endodôntico é indicado.
Alteração de cor da coroa
Alteração de cor da coroa
Obliteração dentinária
Necrose ou hemorragia (ferro escurece)
OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
DÙVIDAS?
	Slide 1
	Slide 2: INTRODUÇÃO
	Slide 3: 1. EPIDEMIOLOGIA
	Slide 4
	Slide 5: ETIOLOGIA
	Slide 6: ETIOLOGIA
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12: DIAGNÓSTICO
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25: CLASSIFICAÇÃO
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69: TRATAMENTO 
	Slide 70: SEQUELAS DO TRAUMATISMO
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73
	Slide 74
	Slide 75: OBRIGADA PELA ATENÇÃO! DÙVIDAS?