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Ministério da EducaçãoSecretaria de Educação Profissional e 
Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Campus Uruaçu
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
URUAÇU
2014
Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Presidente da República
Dilma Vana Rousseff
Ministro da Educação
José Henrique Paim Fernandes
Secretário de Educação Profissional e Tecnológica
Aléssio Trindade de Barros
Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Jerônimo Rodrigues da Silva
Pró-Reitor de Ensino
Adelino Cândido Pimenta
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
Ruberley Rodrigues de Souza
Pró-Reitor de Extensão
Sandro Di Lima
Pró-reitor de Desenvolvimento Institucional
Weber Tavares da Silva Júnior 
Pró-reitor de Administração
Ubaldo Eleutério da Silva
Diretor Geral – Campus Uruaçu
Leonne Borges Evangelista
Chefe de Departamento de Ensino
Andreia Alves do Prado Moraes 
Coordenador do Curso
Maurílio Humberto Rodrigues Miranda
Coordenadores do Projeto
Maurílio Humberto Rodrigues Miranda e Viviane Bessa Ferreira
4
Comissões de Elaboração por Áreas:
Informática:
Prof. Esp. Alessandro Siqueira da Silva
Prof. Esp. Douglas Rolins Santana
Prof. Esp. Jales Lúcio de Andrade Júnior
Prof. Ms. Lynwood Livi de Souza
Prof. Esp. Ricardo Barbosa Scalabrini
Profª. Esp. Thiane Marques Torquato
Matemática:
Profª. Ms. Fabiana Pimenta de Souza
Prof. Esp. Alexander Serejo Santos
Ciências Humanas:
Prof. Ms. Juscelino Martins Polonial
Profª. Ms. Eleusa Maria Leão
Comunicação e Expressão:
Profª. Esp. Maria Aparecida de Oliveira Borges
Profª. Esp. Maiza Helena Condé de Souza Melo
Profª. Esp. Camila Alves dos Santos
Área Administração:
Prof. Ms. Paulo César Campos
Pedagógica:
Profª. Esp. Laudelina Braga
Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim
Química/Biologia:
Prof. Ms. Marcelo Leite Pereira
Prof. Ms. Syd Pereira Faria
5
Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
IDENTIFICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO CURSO PROPOSTO
CNPJ 33.602.608/0001-45
Razão Social Instituto Tecnológico Federal de Goiás – IFG – GO
Nome Fantasia IFG / Campus Uruaçu
Esfera Federal
Endereço Rua Formosa – Qd. 28/29 – Loteamento Santana
Cidade/UF/CEP Uruaçu/GO/76.400-000
Telefone/Fax (62) 3357-8150
E-mail de contato gabinete.uruacu@ifg.edu.br; daa.ifgoias.uruacu@gmail.com
Site da unidade http://www.uruacu.ifg.edu.br
Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Área do Plano Informação e Comunicação
Tipo de Curso Curso de Graduação
Habilitação/Modalidade Tecnológico/Superior
Quantitativo de vagas 30 vagas por ano
Turno Noturno e matutino (aos sábados)
Duração 3 anos
Tipo de matrícula por disciplina
HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÕES E ESPECIALIZAÇÕES
Habilitação Carga Horária
Disciplinas do Núcleo de Formação Geral 513
Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Específico 1458
Disciplinas Optativas 108
Estágio Profissional Supervisionado 300
Atividades Complementares 200
CARGA HORÁRIA TOTAL 2579
6
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO ............................................................................................................ 08
2 JUSTIFICATIVA DO CURSO....................................................................................... 11
3 OBJETIVOS ....................................................................................................................
3.1 Objetivo Geral ................................................................................................................
13
13
3.2 Objetivos Específicos...................................................................................................... 13
4 REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO...................................................................... 14
5 METODOLOGIA ….......................................................................................................
6 PERFIL DO EGRESSO..................................................................................................
15
17
6.1 Habilidades e Competências........................................................................................... 18
6.2 Locais e Áreas de Atuação Profissional.......................................................................... 20
7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR................................................................................ 22
7.1 Estrutura Curricular do Curso......................................................................................... 22
7.2 Núcleos Curriculares Pedagógicos................................................................................. 26
7.2.1 Núcleo de Formação Específica................................................................................... 27
7.2.2 Núcleo de Formação Básica......................................................................................... 29
7.2.3 Disciplinas Optativas................................................................................................... 30
7.3 Estágio Supervisionado................................................................................................... 30
7.4 Atividades Complementares........................................................................................... 31
7.5 Trabalho de Conclusão de Curso.................................................................................... 32
8 RELAÇÃO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO......................................................
9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIOES.........
33
34
10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM........................................... 35
11 AVALIAÇÃO DO CURSO........................................................................................... 36
12 MATRIZ CURRICULAR.......................................................................................... 38
12.1 Fluxograma do curso..................................................................................................... 40
12.2 Disciplinas e suas ementas........................................................................................... 41
13 FUNCIONAMENTO..................................................................................................... 83
13.1 Instalações e Equipamentos.......................................................................................... 83
13.2 Tecnologias de Informação e da Comunicação Disponíveis …................................... 86
13.3 Atendimento ao discente ….......................................................................................... 86
13.4 Biblioteca …...................…..........................................................................................
14 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ENVOLVIDO NO 87
7
1941016
Realce
CURSO.................................................................................................................................
14.1 Formação e qualificação do corpo docente.................................................................. 87
14.2 Quadro de servidores técnico-administrativos............................................................. 91
15 CERTIFICADOS E DIPLOMAS................................................................................. 93
16 REFERÊNCIAS............................................................................................................. 94
8
1 APRESENTAÇÃO
A sociedade moderna exige novos paradigmas de formação imbricados nas mais
diversas formas de comunicação e de informação, tanto pela interferência quanto pela
mediação dos processos informacionais e comunicativos em todo o mundo. Observa-se que já
há um grande número de publicações relacionadasAplicações em linguagem de pro-
gramação C ou similar.
Objetivo:
Desenvolver o raciocínio lógico na investigação e desenvolvimento de soluções para problemas
resolvíveis por meio de algoritmos computacionais aplicando os conceitos fundamentais da
programação estruturada.
Bibliografia:
Básica:
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da programação de computadores.
São Paulo: Pearson, 2008.
FORBELLONE, A. L.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: A construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
MANZANO, José A. Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Estudo dirigido de
algoritmos. 4. ed. São Paulo. Érica Editora, 2010.
Complementar:
CORMEN, THOMAS H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, RONALD L.; STEIN, CLIFFORD.
Algoritmos: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2012. 
FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3.ed.. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura. Algoritmos e estruturas de dados. 28. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008.
PUGA, Sandra; GERSON RISSETTI, Sandra. Lógica de programação e estruturas de dados:
com aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
SOARES, M.; CONCILIO, R.; GOMES, M.; FURLAN, M. A. Algoritmos e Lógica de
Programação. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2011.
49
Disciplina: ENGENHARIA DE SOFTWARE
Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução à Engenharia de Software. Processos de Software: modelos de processo e
desenvolvimento ágil. Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software. Princípios de modelagem.
Engenharia de Requisitos. Modelagem de requisitos: cenários, informações, classes de análise, fluxo,
comportamento, padrões e aplicações baseadas na Web (WebApp).
Objetivo:
Fornecer ao discente estrutura para construção de software com alta qualidade, apresentando
métodos, ferramentas e procedimentos da Engenharia de Software. Entender como a Engenharia de
Software ajuda as organizações a desenvolver sistemas de acordo com os custos, prazos, recursos e
qualidade planejadas.
Bibliografia:
Básica:
PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011.
Complementar:
FILHO, Paula; W. P. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.
HIRAMA, K. Engenharia de software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
MAGELA, R. Engenharia de software aplicada: princípios. Volume 1. Rio de Janeiro: Alta Books,
2006.
_____. Engenharia de software aplicada: fundamentos. Volume 2. Rio de Janeiro: Alta Books,
2006.
WAZLAWICK, R.S. Engenharia de Software – conceitos e práticas. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
50
Disciplina: BANCO DE DADOS I
Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução a Sistemas de Banco de Dados e a Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados;
Abstração; Visões; Modelagem de Dados; O Modelo Relacional; Álgebra Relacional.
Normalização, Introdução ao SQL.
Objetivo:
A disciplina de Banco de Dados I tem como objetivo apresentar e compreender o desenvolvimento
e a utilização de sistemas de Banco de Dados (BD). Para isso, serão trabalhados os conceitos
fundamentais sobre BD, sistemas de gerenciamento de BD (SGBD) e modelagem de dados, assim
como os aspectos de integridade, acesso e projeto de um BD baseado no modelo relacional.
Bibliografia:
Básica:
HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 4.ed. Porto Alegre: Instituto de
Informática da UFRGS, 2001. 
SETZER, Valdemar W; SILVA, Flávio Soares Correa da. Bancos de dados: aprenda o que são,
melhore seu conhecimento, construa os seus. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2005.
XAVIER, Fabricio, S, V.; PEREIRA, Leonardo, Bruno, R. SQL dos conceitos às consultas
complexas. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna: 2009.
Complementar: 
DAMAS, Luis. Sql: Structured query language. 6. ed. Rio de Janeiro. Editora LTC: 2007.
DATE. C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1998.
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues; ABREU, Maurício Pereira de. Projeto de banco de dados:
uma visão prática. 16. ed. São Paulo: Érica, 2010.
SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F; SUDARSHAN. Sistema de banco de dados. 3.
ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
TEORY, Toby J.; LIGHSTONE, Sam; NADEAU, Tom. Projeto e modelagem de banco de
dados. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
51
Disciplina: REDES DE COMPUTADORES
Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução às Redes de Computadores e conceitos básicos, arquiteturas de redes, redes de curta,
média e longa distância, modelo OSI e TCP/IP, equipamentos e dispositivos de redes, arquitetura
TCP/IP, cabeamento estruturado, redes wireless, sub-redes, roteamento IP, configuração e projetos
de redes. Introdução e configuração de servidores de redes.
Objetivo:
Compreender os aspectos básicos das redes de computadores, assim como arquitetura TCP/IP,
implementações infraestruturais, tanto de redes cabeadas como redes wireless; sempre abordando,
com visão profissional, teoria e prática a fim de projetar redes robustas e seguras.
Bibliografia:
Básica:
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down.
5. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de redes de computadores. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
SOUSA, Lindeberg Barros. TCP/IP & conectividade em redes: guia prático. 5 ed. São Paulo:
Érica, 2009.
Complementar: 
ALENCAR, M. S. Engenharia de redes de computadores. São Paulo: Érica, 2012.
COMER, D. E. Interligação de redes com TCP/IP. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
FILIPPETTI, M. A. CCNA 5.0: guia de estudo completo. Florianópolis: Visual Books, 2014.
TANENBAUM, A. S.; WETHERALL, D. Redes de computadores. 5. ed. São Paulo: Pearson,
2011.
TORRES, G. Redes de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Terra, 2014.
52
Disciplina: CÁLCULO 
Formação: Básica Série/Período: 2º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Matemática Elementar
Ementa:
Limite e continuidade: Noção intuitiva, definição e propriedades. Limites laterais. Cálculo de
limites. Limites no infinito e limites infinitos. Assíntotas. Limites Fundamentais. Continuidade.
Derivada: Interpretação geométrica. Derivada de uma função num ponto. Derivadas laterais.
Regras de derivação. Derivada de função composta. Teorema da função inversa. Derivadas das
funções elementares. Derivadas sucessivas. Derivação implícita. Derivada de uma função na
forma paramétrica. Diferencial. Aplicações da derivada: Taxa de variação. Máximos e Mínimos.
Teorema do valor médio. Aplicações no esboço de gráficos. Regra de L’Hospital. Fórmula de
Taylor. Introdução à Integração: Integral Indefinida. Métodos de Integração: Método da
substituição, método da integração por partes, integração de funções trigonométricas, integração
por substituição trigonométrica e integração de funções racionais por frações parciais. Integral
definida: Área, Integral Definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Cálculo de Áreas. Integrais
impróprias. Aplicações: Comprimento de arco, área de região plana, volume de sólidos de
revolução e área de uma superfície de revolução.
Objetivo:
Propiciar o aprendizado dos conceitos de limite, derivada e integral de funções de uma variável
real. Desenvolver a habilidade de implementação desses conceitos e técnicas em problemas nos
quais eles se constituem os modelos mais adequados.
Bibliografia:
Básica:
FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo A: limite, derivação e integração. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: Harbra. 1994.
Complementar:
ÁVILA, G. S. S. Cálculo das funções de uma variável. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
HOFFMANN, L. D. Cálculo. Um curso moderno e suas aplicações. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC,
1999.
LARSON, R. Cálculo. vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Editora Atual, 2005.
THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Adilson Wesley, 2002.
53
Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Formação: Básica Série/Período: 2º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Leitura de textos técnicos, acadêmicos e científicos. Tipos de conhecimento. Conhecimento
científico e senso comum. Trabalhos acadêmicos, estrutura, formatação. Normas da ABNT para
elaboração de trabalhos acadêmicos. Redação científica. Tipos de métodos e pesquisas.
Planejamento da pesquisa. Projeto de pesquisa.
Objetivo:
Iniciar o graduando em trabalho de pesquisa, estimulando suas capacidades investigativa e
produtiva e contribuindo para sua formação profissional, científica e sócio política.
Conhecer os princípios e passos fundamentais da metodologia e da pesquisa científica;
Elaborar projeto de pesquisa.
Interpretar, redigir e avaliar trabalhos científicos de acordo com as normas técnicas.
Bibliografia:
Básica:
ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT comentadas para trabalhos acadêmicos. 5. ed.
Curitiba: Juruá Editora, 2012.
MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
VELOSO, Waldir de Pinho. Metodologia do trabalho científico: normas técnicas para redação
de trabalho científico. 2. ed. Curitiba: Juruá Editora, 2011.
Complementar:
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos
na graduação. São Paulo: Atlas, 2003.
GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Teoria da ciência e prática da
pesquisa. 26. ed. São Paulo: Vozes, 2009.
LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas,
2003.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MENDONÇA, Alzino Furtado. Metodologia científica: guia para elaboração e apresentação de
trabalhos acadêmicos. Goiânia: Faculdades ALFA, 2003.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
54
Disciplina: PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS I
Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Lógica de Programação II
Ementa:
Desenvolvimento de softwares utilizando os conceitos de orientação a objetos como Classe,
Objeto, Instância, Herança, Polimorfismo, Encapsulamento, Construtores, Destrutores, Atributos,
Métodos; Manipulação de Strings; Palavras reservadas das linguagens; Tratamento de Exceções.
Objetivo:
Implementar conceitos de orientação a objetos impactando na mudança de paradigma de
programação, usando algumas das principais linguagens de programação Orientada a Objetos
disponíveis no mercado, capacitando o aluno no desenvolvimento de softwares.
Bibliografia:
Básica:
DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Edson Furmankiewick. 8. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010. 
HORSTMANN, C. S.; CORNELL, G. Core Java: fundamentos. Volume 18. São Paulo: Pearson,
2010.
SERSON, R. R. Programação orientada a objetos com Java. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 
SIERRA, K.; BATES, B. Use a cabeça! Java. 2.ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005. 
Complementar:
ARNOLD, K.; GOSLING, J.; HOLMES, D. A Linguagem de programação java. 4. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007.
COELHO, A. Java com orientação a objetos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2012.
FURGESI, S. Java 7: ensino didático. São Paulo: Érica, 2010.
JAMSA, Kris PH. D; KLANDER, Lars. Programando em C/C++ “a bíblia”. São Paulo-SP.
Makron Books. 2010.
MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia
prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.
55
Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS I
Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Engenharia de Software
Ementa:
Fundamentos de Modelagem de dados e Análise de Sistemas. Ênfase nos conceitos de
Modelagem Orientada a Objetos. Classes e seus relacionamentos. Modelagem de sistemas
orientados a objetos utilizando diagramas UML: classes, casos de uso, atividades e sequência.
Objetivo:
Introduzir conceitos fundamentais da análise de sistemas relacionados com a Modelagem
Orientada a Objetos, capacitando o aluno a modelar aplicações utilizando diagramas UML (versão
adequada/atual).
Bibliografia
Básica:
BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML: um guia prático
para modelagem de sistemas orientados. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
BOOCH, G., RUMBAUGH, J., JACOBSON, I. UML: guia do usuário. 2.ed. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2005.
LIMA, Adilson da Silva. UML 2.0: do requisito à solução. 4 ed. São Paulo: Érica, 2009. 
Complementar:
AHAMED, Knawar Zaman – Desenvolvendo aplicações comerciais em Java e UML. Rio de
Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2002.
BLAHA, M. e RUMBAUGH, J. Modelagem e projetos baseados em objetos com UML 2. 2. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
FURLAN, José Davi. Modelagem de objetos através da uml: análise e desenho orientados a
objeto (the Unified Modeling Language). São Paulo: Makron Books, 1998.
GUEDES, Gilleanes, T. A. UML: uma abordagem prática. São Paulo. Ed. Novatec, 2004.
MEDEIROS, Ernani. desenvolvendo software com Uml 2. 0 definitivo. SÃO PAULO: Pearson
Makron Books, 2004.
56
Disciplina: BANCO DE DADOS II
Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Banco de Dados I
Ementa:
Teoria de projeto de bancos de dados, processamento de consultas e atualizações. Funções, gatilhos
e procedimentos armazenados. Organização de Dados e Estruturas de Armazenamento. Transa-
ções. Controle de concorrência. Recuperação após falhas. Segurança.
Objetivo:
Apresentar técnicas implementadas internamente em sistemas de gerenciamento de bancos de
dados, incluindo processamento de consultas e controle de transações, além de conceitos e técnicas
de bancos de dados distribuídos e não convencionais e uma visão das tendências atuais da pesquisa
e das aplicações de bancos de dados. Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de entender e
avaliar as técnicas utilizadas por sistemas de gerenciamento de bancos de dados, sendo capaz de
utilizá-lo de forma eficiente além de acompanhar a evolução dessa tecnologia.
Bibliografia:
Básica:
DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São Paulo. Pearson-
Addison-Wesley, 2010.
SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 6. ed. Rio
de Janeiro: Campus, 2006.
Complementar:
ALVES, W. P. Banco de dados teoria e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2009.
BEIGHLEY L. Use a Cabeça! SQL. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008.
GILLENSON, M. L. Introdução à gerência de banco de dados. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de gerenciamentos de bancos de dados. 3.ed.
Rio de Janeiro: McGraw Hill Brasil, 2008.
XAVIER, Fabricio, S, V.; PEREIRA, Leonardo, Bruno, R. SQL dos conceitos às consultas
complexas. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2009.
57
Disciplina: ESTRUTURAS DE DADOS
Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Lógica de Programação II
Ementa:
Introdução à estrutura de dados; Métodos de ordenação e Pesquisa; Listas lineares; Listas
encadeadas;Estruturas de Pilhas; Estruturas de Filas; Árvores Binárias. Desenvolvimento,
implementação e testes de programas usando tais estruturas em aplicações específicas.
Objetivo:
Empregar as principais estruturas de dados e algoritmos de pesquisa e de ordenação na resolução
de problemas computacionais práticos.
Bibliografia:
Básica:
CELES, W.; CERQUEIRA, R.F.G.; RANGEL, J.L.M. Introdução a estrutura de dados: com
Técnicas de Programação em C. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
PEREIRA, S. L. Estrutura de dados fundamentais: conceitos e aplicações. São Paulo. Érica,
2000.
VELOSO, Paulo A. S. Estrutura de dados. Rio de Janeiro. Ed Campus. 2000.
Complementar:
AARON M. Tenenbaum, YEDIDYAH Langsam, MOSHE J. Augenstein. Estruturas de dados
usando c. São Paulo. Editora Pearson, 1995.
DROZDEK, Adam. Estrutura de dados e algoritmos em C++. São Paulo. Editora Thomson
Pioneira, 2002.
GUIMARÃES, A. Moura . Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
LAFORE, R. Estruturas de dados e algoritmos em java. Rio de Janeiro. Editora Ciência
Moderna, 2005.
PUGA, Sandra, G. R. Lógica de programação e estrutura de dados, com aplicações em Java.
2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008.
TENENBAUM, Aaron M. Estrutura de dados usando C. São Paulo: Makron Books 1995.
58
Disciplina: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Matemática Elementar
Ementa:
Estatística Descritiva: Introdução. Distribuição de frequência e seus gráficos. Medidas de Posição.
Medidas de Dispersão. Medidas de assimetria e curtose. Correlação e regressão. Probabilidade.
Distribuição de probabilidades discretas. Distribuições de probabilidades normais. Estatística
Inferencial: Intervalos de confiança. Testes de hipótese.
Objetivo:
Utilização de conceitos e técnicas relacionadas à estatística, as quais o aluno utilizará como
subsídio para assuntos correlatos.
Bibliografia:
Básica:
CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2002.
LARSON e FARBER. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
TOLEDO, G. L. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Complementar: 
BUSSAB, W. O. e MORETTIN, P. A. Estatística básica, 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000.
FONSECA, J. S. e Martins, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 2006.
MONTEIRO FILHO, G. Estatística prática geral. Goiânia: Vieira, 2003.
MONTGOMERY e RUNGER. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Rio de
Janeiro: LTC, 2004.
59
Disciplina: EMPREENDEDORISMO
Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Conceitos. Mudanças nas relações de trabalho. Características empreendedoras. A motivação na
busca de oportunidades. O funcionamento de um negócio. Estudo de viabilidade. 
Objetivo:
Formar Profissionais capazes de aliar a competência profissional, científica e humanística para
atuarem em diferentes contextos organizacionais. Buscando identificar no mercado as
oportunidades.
Bibliografia:
Básica:
BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo:
Makron Books, 2000.
DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2009.
MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de
sucesso. São Paulo: Atlas, 2009.
Complementar: 
 AZEVEDO, João Humberto. Como abrir seu próprio negócio. Brasília: SEBRAE/DF, 1996.
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Sextante: 2008.
_____. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999.
DORNELAS, José C. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 5. ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2013. 
FERRACCIÚ, João de Simoni Soderini. Marketing promocional: a evolução da promoção de
vendas. 6a. ed. São Paulo. Pearson Prentice Hall, 2007.
60
Disciplina: DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL
Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Mudanças e transformações. Mudança na vida pessoal. Elaboração de Currículo Pessoal.
Marketing Pessoal. Projeto de Carreira e o mercado de trabalho. Técnicas de Apresentação em
Público. O grupo como instrumento de trabalho. Liderança. Desenvolvimento de equipes. 
Objetivo:
Sensibilizar os acadêmicos a respeito das transformações que as pessoas e as empresas estão
enfrentando. Trabalhar as formas pelas quais as mudanças se processam e se instalam, indicando
maneiras e atitudes adequadas para recebê-las, administrá-las e comprometer-se com elas.
Promover o aperfeiçoamento, a integração e o desenvolvimento de habilidades que possibilitem
melhorias na performance individual e alcance dos objetivos profissionais.
Bibliografia:
Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. 7. ed. São Paulo: Manole,
2008.
KANAANE, R.; Comportamento humano nas organizações. 2. ed. São Paulo:Atlas; 1999. 
ROBBINS, S.P.; Comportamento organizacional. 10. ed. São Paulo; Prentice Hall; 2011. 
SNELL, Scott.; BOHLANDER, George W. Administração de recursos humanos. 14. ed. São
Paulo: Cengage Learning., 2009.
Complementar: 
CARVALHO, Isabel Cristina Moura. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2012.
GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas.
2001.
GRÜN. Anselm. Vida profissional e pessoal. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
MARRAS, John W.,Jean Pierre. Administração de recursos humanos. 14. ed. São Paulo: Futura.
2012.
FLEURY, Maria Tereza Leme. As Pessoas na organização. 4. ed. São Paulo: Gente, 2002. 
61
Disciplina: PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO II
Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Programação Orientada a Objeto I
Ementa:
Linguagem orientada a objetos; A linguagem e suas máquinas virtuais; Interfaces e processamento
de eventos; Programação gráfica na linguagem; Fluxo e filtros de dados. Sockets e invocação
remota de métodos; Programação concorrente usando threads. Conexão a bancos de dados. Pacote
Swing.
Objetivo:
Identificar conceitos e técnicas de orientação a objetos, classes de objetos a partir de entidades do
mundo real aplicadas em uma linguagem de programação orientada a objetos. 
Bibliografia:
Básica:
David J. Barnes & Michael Kölling, Programação orientada a objetos com Java. 4. ed. Porto
Alegre: Pearson Education do Brasil, 2009.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. 6. ed. Porto Alegre: Pearson Education
do Brasil, 2008. 
FURGERI, S. Java 7 Ensino Didático. São Paulo: Editora Érica, 2010.
Complementar:
ARNOLD, K.; GOSLING, J.; HOLMES, D. A Linguagem de programação java. 4. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007.
BARNES, Kölling. Programação orientada a objetos com java: uma introdução prática usando
o BlueJ. 4.ed. São Paulo. Editora Pearson Prentice Hall, 2009.
COELHO, A. Java com orientação a objetos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2012.
JAMSA, Kris PH. D; KLANDER, Lars. Programando em C/C++ “a bíblia”. São Paulo-SP.
Makron Books. 2010.
MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia
prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.
SIERRA, K.; BATES, B. Use a cabeça! Java. 2.ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005. 
62
Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS II
Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Análise e Projeto de Sistemas I
Ementa:
Conceitos de Projeto. Projeto de arquitetura de software. Projeto de componentes. Análise e projeto
de interface do usuário: análise de interface, passos do projeto de interface. Projeto de WebApps.
Projeto de software baseado em padrões e padrões de projeto.
Objetivo:
Produzir modelos ou representações de software robustos e práticos, explorando: conceitos e
princípiosaplicáveis a todo projeto de software, elementos dos modelos do projeto e o impacto dos
padrões no processo do projeto.
Bibliografia
Básica:
DENNIS, A., WIXON, B.H., ROTH, R.M., Análise e Projeto de Sistemas. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2014.
GAMMA, E., JOHNSON, R., VLISSIDES, J., HELM, R. Padrões de Projeto. Porto Alegre:
Bookman, 2005.
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
Complementar:
BEZERRA, E. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML: um guia prático para
modelagem de sistemas orientados. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
FREEMAN, E. Use a Cabeça! Padrões de Projeto. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books. 2007.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011.
WAZLAWICK, R.S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação orientado a objetos . 2. ed. Rio
de Janeiro: Campus, 2010.
WEST, D., MCLAUGHLIN, B., POLLICE, G. Use a Cabeça! Análise e Projeto Orientado a
Objeto. Rio de Janeiro: Alta Books. 2007.
63
Disciplina: QUALIDADE E TESTE DE SOFTWARE
Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Engenharia de Software
Ementa:
Conceitos de Qualidade. Controle, garantia e custo da qualidade. Técnicas de Revisão. Garantia da
qualidade de software. Confiabilidade de Software. Estratégias de teste de software: Teste de
validação e de sistema, depuração. Teste de: aplicativos convencionais, orientados a objeto e
aplicações web. Desenvolvimento guiado por testes. Gestão de Configuração de Software. Gestão
de Configuração para WebApps. Métricas de: produto, modelo de requisitos, modelo de projetos,
projetos para WebApps, código-fonte, teste, manutenção.
Objetivo:
Compreender princípios, técnicas e conceitos aplicados ao gerenciamento e controle da qualidade e
do teste de software. Garantir uma melhor preparação para a produção de software com alta
qualidade.
Bibliografia:
Básica:
BARTIÉ, A. Garantia da Qualidade de Software: adquirindo maturidade organizacional. Rio de
Janeiro: Campus, 2002.
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
RIOS, E., MOREIRA, T. Teste de Software. 3. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013.
Complementar: 
BECK, K. TDD – Desenvolvimento Guiado por Testes. Porto Alegre: Bookman, 2010.
KOSCIANSKI, A., SOARES, M.S. Qualidade de Software. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2007.
MOLINARI, L. Gerência de configuração: técnicas e práticas no desenvolvimento do software.
Florianópolis: Visual Books, 2007.
_____. Testes de Software: produzindo sistemas melhores e mais confiáveis. 2 ed. São Paulo:
Érica, 2005.
SAMPAIO, C. Qualidade de Software na Prática. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2014.
64
Disciplina: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO I
Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Conceitos de dado, informação, conhecimento e decisão. A origem e o conceito da Teoria Geral de
Sistemas. Sistemas: conceitos, objetivos e componentes de sistemas de informação, classificações
de sistemas e Sistemas de Informação, elementos, ambiente, sistema empresa.
Objetivo:
Introduzir os conceitos básicos da teoria geral dos sistemas e seu emprego na área de Tecnologia de
Informação e da Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Bibliografia:
Básica:
O’BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 3. ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
STAIR, R.M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 6. ed. São Paulo:
Cengage, 2011.
CASSARRO, A.C. Sistemas de informações para tomada de decisões. 4. ed. São Paulo: Cengage,
2010.
Complementar: 
BIO, S.R. Sistemas de Informação – um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
CORTÊS, P.L. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Saraiva, 2008.
HOFFMANN, A.R. PLANTULLO, V.L. Sistemas de Informação – Fundamentos. 2. ed. Curitiba:
Juruá, 2008.
LAUDON, K.C. Gerenciamento de Sistemas de Informação. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2007.
OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de Informações Gerenciais. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
65
Disciplina: SISTEMAS OPERACIONAIS
Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Visão geral e funcionalidades dos Sistemas Operacionais, Processos e threads, Gerenciamento do
Processador, Gerenciamento da Memória, Sistemas de Arquivos, Gerenciamento de Dispositivos.
Segurança de sistemas operacionais.
Objetivo:
Compreender a importância dos sistemas operacionais em relação aos sistemas computacionais,
discernindo suas funções com desempenho, viabilidade e segurança; relacionando estas funções
aos principais sistemas operacionais utilizados no mercado.
Bibliografia:
Básica:
MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Fundamentos de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC,
2011.
NEMETH, E.; SNYDER, G.; HEIN, T. R. Manual completo do linux: guia do administrador. 2.
ed. São Paulo: Pearson, 2007.
TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
Complementar: 
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. São Paulo:
Pearson, 2005.
FLYNN, I.; MCHOES, A. M. Introdução aos sistemas operacionais. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2013.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Fundamentos de sistemas operacionais. 8.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas operacionais, projeto e implementação. 3.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
66
Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução: Matriz, Determinantes e Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais: Introdução,
Espaços vetoriais, Subespaços vetoriais. Combinação Linear. Dependência e independência linear.
Base e Dimensão. Produto interno. Transformações Lineares: Transformações lineares. Núcleo e
Imagem de uma transformação linear. Operações com transformações lineares. Operadores lineares.
Autovalores e autovetores: Determinação e propriedade de Autovalores e autovetores.
Diagonização de operadores.
Objetivo:
Desenvolver a capacidade de raciocínio crítico, lógico e dedutivo, utilizado no estudo do
desenvolvimento e sua variação, tendo como objetivo deste estudo, os espaços vetoriais e das
transformações lineares entre eles.
Bibliografia:
Básica:
BOLDRINI, José Luiz. Álgebra à álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
KOLMAN e HILL. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8 ed: Rio de Janeiro: LTC. 2006.
STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
Complementar: 
COELHO, Flavio Ulhoa; LOURENÇO, Mary Lilian. Um Curso de Álgebra Linear. 2. ed. São
Paulo: EDUSP, 2005.
LAY. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LIMA, Elon Lages. Álgebra linear. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 1996.
LEON, Steven J. Álgebra Linear com Aplicações. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
HOWARD, Anton. Álgebra Linear com aplicações. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bookman Companhia
Editora, 2012.
67
Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
A disciplina abordará temas relacionados ao estudo da natureza e de seus sistemas de funciona-
mento de forma a desmistificar as relações entre seres vivos e o ambiente, ciclos naturais, impac-
tos ambientais, legislação, aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais ligados ao aproveita-
mento dos recursos naturais visando desenvolvimento do pensamento crítico por meio de estudos
filosóficos, científicos, socioeconômicos na ótica socioambiental, valorizando a participação, a
cooperação e a ética.
Objetivo:
Proporcionar oportunidade de desenvolver conhecimento e de reflexões sobre a problemáticasocial e ambiental nas empresas sob os enfoques técnico e humano.
Bibliografia:
Básica:
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável. Rio de
Janeiro: Thex, 2010.
OLIVEIRA, Gilvan Sampaio de. Conservação do meio ambiente, aquecimento global e desa-
fios para o século 21. São Paulo: Barsa Planeta, 2010. 
SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel; GUIMARÃES, Leandro Belinaso. Desenvolvimento
sustentável. Petrópolis: Vozes, 2007. 
Complementar: 
BARCELOS V.; ZAKRZEVSKIS B.(org). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental
em debate. São Paulo: Cortez, 2002.
BEGON, M., TOWNSEND, C.R e HARPER, J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 
BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e
valorização. Porto Alegre: ABES, 2001.
CARVALHO, Isabel. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez,
2004.
D’ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, A. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 2.
ed. rev. ampl. São Paulo: IPT, 2000.
PICHAT, P. A gestão dos resíduos. Porto Alegre: Instituto Piaget, 1998. 
SERÔA da MOTA, R.Manual para valoração econômica de recursos ambientais. Brasília:
IPEA, 1998.
VIEIRA, P.F. e WEBER, J. (orgs.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3.ed. São Paulo: Editora Cortez.
2002. 
68
Disciplina: LIBRAS
Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua Brasileira
de Sinais (LIBRAS). Vocabulário básico, construção de enunciados e comunicação nas LIBRAS.
A inclusão do surdo na sociedade.
Objetivo:
Identificar aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS). Utilizar com propriedade a LIBRAS na comunicação com o
surdo. Contribuir para a inclusão social do surdo.
Bibliografia:
Básica:
BERGAMACHI, R.I.; MARTINS, R. Discursos atuais sobre a surdez. Canoas: La Salle, 1996.
Disponível em http://www.ines.gov.br/paginas/revista/debate3.htm. Acesso em: 30/novembro/2011.
FELIPE, Tânia A. Libras em contexto. 7.ed. Brasília: MEC/SEESP, 2010.
SACKS, Oliver; MOTTA, Laura Teixeira. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São
Paulo: Companhia de Bolso, 2010.
Complementar:
BRITO, L.F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Editora Tempo Brasileiro,
1995.
COUTINHO, D. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. Local: João
Pessoa Editor: Arpoador Nº Edição: Ano: 2000.
FELIPE, T. A. Libras em contexto. Brasília Editor: MEC/SEESP Nº Edição: 7 Ano: 2007.
LABORIT, Emanuelle Obra: O Vôo da Gaivota. Paris Editor: Copyright Éditions Nº Edição:
Ano: 1994.
GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009.
QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudo linguísticos. Porto
alegre: Artmed, 2004.
_____; VASCONCELLOS, M. L. B. de. Questões teóricas das pesquisas em línguas de sinais.
Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2008.
_____. Estudos surdos, III. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2008.
SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre Editor: Mediação Nº
Edição: Ano: 1998.
69
Disciplina: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E
INDÍGENA
Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem, racismo e
racialismo, preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no
Brasil: entre as abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de
Ações Afirmativas e Discriminação Positiva – a questão das cotas.
Objetivo:
Desenvolver critérios que levem o aluno a refletir sobre os elementos que caracterizam a
formação cultural brasileira, bem como desenvolver a visão crítica em relação às singularidades
relativas aos elementos culturais dos povos afro-brasileiros e indígenas.
Bibliografia:
Básica:
BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares para a Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. Parecer
CNE/CP3/2004.
Estatuto da Igualdade Racial – Brasília – DF, 2003.
MEC/SECAD. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal n 10.639/03 –
Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade 2005 – Brasília – DF.
OLIVEIRA, Iolanda de (org.). Relações raciais e educação: novos desafios. Rio de Janeiro,
DP&A, 2003.
Complementar:
BANDEIRA, Maria de Lourdes. Antropologia. Diversidade e Educação. Fascículos 3º e 4º, 2º ed.
rev. Cuiabá, EDUFMT, 2000. 
Boletim DIEESE, Ed. Especial – A desigualdade racial no mercado de trabalho, Novembro,
2002. 
CANDAU, Vera Maria. (Coord.) Somos tod@s iguais? – Escola, discriminação e educação em
direitos humanos – Rio de Janeiro, DP&A. 2003.
JACCOUD, Luciana de Barros; BEGHIN, Nathalie. Desigualdades raciais no Brasil: um balanço
da intervenção governamental. Brasília, Ipea, 2002. 
RICARDO, Carlos Alberto (editor). Povos Indígenas no Brasil, 1996-2000, São Paulo: Instituto
Socioambiental, 2000.
PREZIA, Benedito; HOORNAERT, Eduardo. Brasil Indígena: 500 anos de resistência, São
Paulo: FTD, 2000.
70
Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA WEB I
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Programação Orientada a Objeto II
Ementa:
Histórico e evolução da Internet; Principais Ferramentas atuais e recursos da Internet; Navegação
Web e Web 2.0; Projeto e Geração de Websites; Comandos da Linguagem HTML; Design de
interface na Web; Comandos da Linguagem JavaScript; Gerenciadores de Conteúdo. 
Objetivo:
Desenvolver sistemas web utilizando o paradigma orientado a objetos e baseados em
componentes; Aplicações web estruturado segundo o padrão MVC.
Bibliografia:
Básica:
CASTRO, Elizabeth; HYSLOP, Bruce. Guia prático e visual: HTML5 e CSS3. 7. ed. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2013.
GONÇALVES, Edson. Desenvolvendo aplicações web com JSP, servlets, javaserver faces,
hibernate, ejb 3 persistence e ajax. Rio de Janeiro: Moderna, 2007.
TODD, Nick; SZOLKOWSKI, Mark. Java server pages: guia do desenvolvedor. Rio de
Janeiro. Elsevier, 2003. 
Complementar: 
ARNOLD, Ken; GOSLING, James; HOLMES, David. A linguagem de programação java.
4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
DEITEL, H. M. Java: como programar. 4.ed. Porto Alegre: Bookman. 2003.
MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia
prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.
MANZANO, J.A. Guia de orientação e desenvolvimento de sites: HTML, SHTML, CSS e
JavaScript/JScript. 2 ed. São Paulo: Érica, 2008.
SILVA, Maurício, S. HTML 5: a linguagem de marcação que revolucionou a web. São Paulo.
Novatec, 2011.
71
Disciplina: INTERFACE HOMEM MÁQUINA
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Princípios básicos da interação homem computador; Fundamentos teóricos em IHC; Fundamentos
de engenharia de software para construção e layout de interfaces; Ergonomia de software;
Acessibilidade de sistemas de informação.
Objetivo: 
Capacitar o aluno a desenvolver interfaces de comunicação entre o computador e o ser humano, de
forma a abranger de melhor maneira os conceitos e relações humanas com os aspectos da
tecnologia.
Bibliografia:
Básica:
CYBIS, W.; BETIOL, A. H.; FAUST, R. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e
aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.
DIAS, C. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books,
2007.
NIELSEN, J.; LORANGER, H. Projetando websites com usabilidade. Rio de Janeiro: Campus, 
2007.
Complementar:
BARBOSA, S. D. J.; SILVA,B. S. da. Interação humano-computador. Rio de Janeiro: Campus,
2010.
KALBACH, J. Design de navegação web. São Paulo: Bookman, 2009.
KRUG, S. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso à usabilidade na web. 2. ed. Rio
de Janeiro: Alta Books, 2008.
NIELSEN, J., TAHIR M. Home Page usabilidade. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
PREECE, J. J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. Design de Interação: além da interação homem-compu-
tador. 3. ed: São Paulo: Bookman, 2013.
72
Disciplina: SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Redes de Computadores I
Ementa:
Auditoria e os sistemas de informação; A auditoria de computadores; Auditoria de sistemas;
Técnicas de auditoria de sistemas; Auditoria do ambiente computacional; Aspectos de Segurança
envolvidos em computação; Segurança em desenvolvimento de aplicações.
Objetivo:
Compreender a importância e o valor das informações como um ativo de qualquer organização,
entidade, órgão ou indivíduo desenvolvendo a capacidade de reconhecer riscos e ameaças e
apresentando soluções e medidas preventivas e corretivas para eliminar, corrigir ou defender os
ativos contra as referidas ameaças.
Bibliografia:
Básica:
ALBUQUERQUE, R.; RIBEIRO, B. Segurança no desenvolvimento de software. Rio de
Janeiro: Campus, 2002.
ALVES, G. A. Segurança da informação: uma visão inovadora da gestão. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2006.
IMONIANA, J. O. Auditoria de sistemas de informação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
LYRA, M. R. Segurança e auditoria em sistemas de informação. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2009.
SCHMIDT, P. Fundamentos de auditoria de sistemas. São Paulo: Atlas, 2006.
Complementar:
ALBERTIN, A. L.; PINOCHET, L. H. C. Política de segurança de informações: uma visão
organizacional para a sua formação. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
DIAS, C. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. São Paulo: Axcel Books, 2000.
HOGLUND, G.; MCGRAW, G. Como quebrar códigos: a arte de explorar (e proteger)
software. São Paulo: Pearson, 2006.
MITNICK, K. D.; SIMON, W. L. A Arte de enganar. São Paulo: Pearson, 2003.
SÊMOLA, M. Gestão da segurança da informação: uma visão executiva. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
73
Disciplina: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO II
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 27
Pré-requisito: Fundamentos de Sistemas de Informação I
Ementa:
Sistemas: Transacionais, de Apoio a Decisão, de Informação Gerencial, de Suporte Executivo e
Sistemas Especialistas. Desenvolvimento de Sistemas.
Objetivo:
Preparar o aluno para aplicar os conceitos de Sistemas de Informação, inserido na tecnologia e no
ambiente da aplicação. Discutir o uso estratégico dos sistemas de informação.
Bibliografia:
Básica:
O’BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 3. ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
STAIR, R.M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 6. ed. São Paulo:
Cengage, 2011.
CASSARRO, A.C. Sistemas de informações para tomada de decisões. 4. ed. São Paulo: Cengage,
2010.
Complementar: 
BIO, S.R. Sistemas de Informação – um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
CORTÊS, P.L. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Saraiva, 2008.
HOFFMANN, A.R. PLANTULLO, V.L. Sistemas de Informação – Fundamentos. 2. ed. Curitiba:
Juruá, 2008.
LAUDON, K.C. Gerenciamento de Sistemas de Informação. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2007.
OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de Informações Gerenciais. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
74
Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA E SISTEMAS MULTIMÍDIA
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81
Pré-requisito: -
Ementa:
Computação gráfica: origem e definição. Introdução ao processamento de imagens. Periféricos.
Representação de objetos. Visualização bidimensional. Visualização tridimensional. Introdução ao
realismo tridimensional. Introdução aos sistemas multimídia e hipermídia; Características dos
dados multimídia. Princípios, técnicas e padrões de compressão de imagens, áudios e vídeos.
Introdução às tecnologias envolvidas e aplicações multimídia. Requisitos de sistemas multimídia
distribuídos; Sincronização multimídia: requisitos e mecanismos. Internet e sistemas multimídia.
Objetivo:
Dominar os conceitos básicos de Computação Gráfica 2D e 3D.
Implementar softwares que envolvam técnicas de Computação Gráfica.
Dimensionar ambientes de trabalho que envolvam periféricos com capacidade gráfica.
Apresentar conceitos da multimídia.
Aplicar os conhecimentos na implantação, desenvolvimento e gerenciamento de sistemas
multimídia.
Bibliografia:
Básica:
FALLEIROS, Dario Pimentel. O mundo gráfico da informática. São Paulo: Futura, 2003.
FILHO, Wilson de Pádua Paula Filho. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC Editora. Rio de
Janeiro – RJ, 2000.
SCURI, Escaño. Fundamentos da imagem digital. Rio de Janeiro: Tecgraf/PUC-RJ, 1999.
Complementar:
CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo; LETA, Fabiana R. Computação gráfica. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2008.
LOWE, D.; Hall, W. Hypermedia and the Web: An Engineering Approach, Wiley, 1999. 
MARCHAL, B. XML Conceitos e Aplicações. Berkeley, São Paulo, 2000. 
PAULA FILHO, W.P. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC editora, Rio de Janeiro, 2011. 
PITTS – MOULTIS, N & Kirk, C. XML Black Book. Makron Books, São Paulo, 2000.
Hearn, D. e Baker, P., Computer Graphics with OpenGL, 3. ed. Prentice Hall, São Paulo: 2003. 
75
Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução ao ambiente móvel; Configuração do ambiente de desenvolvimento; A plataforma de
desenvolvimento; Componentes de tela; Deploy da aplicação; Testes; Componentes de layout;
Banco de dados móvel e persistência de dados; Comunicação e transmissão de dados;
Componentes personalizados.
Objetivo:
Capacitar profissionais para o desenvolvimento de aplicativos móveis com persistência e
comunicação de dados, usando recursos nativos da plataforma, bem como componentes
personalizados.
Bibliografia:
Básica:
ABLESON, W. F.; SEN, R.; KING, C.; ORTIZ, C. E. Android em Ação. 3. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2012.
MEDNIEKS, Z.; DORNIN, L.; MEIKE, G. B.; NAKAMURA, M. Programando o Android.
São Paulo: Novatec, 2012.
PILONE, D.; PILONE, T. Use a cabeça!: desenvolvendo para iPhone. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2011.
Complementar:
FAIRBAIRN, C. K.; FAHRENKRUG, J.; RUFFENACH, C. Objective-C Fundamental. São
Paulo: Novatec, 2012.
LECHETA, R. R. Google Android para Tablets. São Paulo: Novatec, 2012.
MARK, D.; LAMARCHE, J. Dominando o desenvolvimento no Iphone: Explorando o SDK
do iOS. São Paulo: Alta Books, 2014.
MUCHOW, J. W. Core J2ME: tecnologia e MIDP. São Paulo: Pearson, 2004.
SIMON, J. Head first android development. 1 ed. São Paulo: O'Reilly Media, 2012.
76
Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 27
Pré-requisito: Metodologia da Pesquisa Científica
Ementa:
Metodologia de pesquisa. Diferentes tipos de conhecimento e de pesquisas. Estrutura e apresen-
tação de trabalhos acadêmicos.
Objetivo:
Conhecer a forma de tratar conteúdos e as regras metodológicas necessárias para a confecção de
Trabalhos Científicos.
Bibliografia:
Básica:
ANDRADE, M. A. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos
na graduação. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fon-
tes, 2008.
TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de Janeiro:
FGV, 2006.
Complementar: *
ALVES, M. Como escrever teses e monografias: um roteiro passo a passo. Rio de Janeiro: El-
sevier, 2007.
BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
SEVERINO,A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010.
*De acordo com o projeto específico de cada TCC e indicações do professor-orientador.
77
Disciplina: ÉTICA E LEGISLAÇÃO APLICADA À INFORMÁTICA
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Ética e Comportamento; Ética profissional; Questões éticas no uso dos computadores e das
tecnologias de computação; Princípios da legislação aplicada; Direitos e deveres do profissional
da informática; Autorização de acesso a sistemas (hackers); Direito de propriedade de software
(pirataria); Confidencialidade e privacidade de dados.
Objetivo:
Compreender o posicionamento ético do profissional da informática. Proporcionar discussão
sobre legislação aplicada à informática. Identificar e apontar soluções para os problemas
jurídicos surgidos com uso crescente da tecnologia da informação.
Bibliografia:
Básica:
BARGER, R.N. Ética na Computação: uma abordagem baseadas em casos. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e
deveres para o uso da Internet no Brasil.
ORRICO, Hugo. Pirataria de software. São Paulo: MM Livros, 2004.
VIEIRA, J.L. Crimes na Internet: interpretados pelos tribunais. São Paulo: EDIPRO, 2009.
Complementar: 
BITTAR, Carlos Alberto. Direito de autor. 4. Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
NOGUEIRA, S.D. Crimes de Informática. Belo Horizonte: B.H., 2008.
WENDT, E. Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação. 2. ed. Rio de Ja-
neiro, 2013.
PEASANI, L.M. Direito de Informática – Comercialização e desenvolvimento internacional
do software. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2014.
SARLET, I.W. Direitos Fundamentais, Informática e Comunicação. São Paulo: Livraria do
Advogado, 2006.
78
Disciplina: GERENCIAMENTO DE PROJETO DE SOFTWARE
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Análise e Projetos de Sistemas II
Ementa:
Conceitos de Gerenciamento de Projeto: as pessoas, o produto, o processo, o projeto. Métricas de
Processo e Projeto. Estimativas de projeto de software: planejamento, escopo, viabilidade, recursos.
Cronograma de projeto. Gestão de risco: proativa e reativa, riscos de software, identificação,
previsão, refinamento, mitigação, monitoramento e controle. Manutenção e reengenharia de
software: Engenharia Direta e Reversa, reestruturação.
Objetivo:
Compreender as técnicas de gerenciamento necessárias para planejar, organizar, monitorar e
controlar projetos de software.
Bibliografia:
Básica:
MARTINS, J.C.C. Gestão de Projetos de Desenvolvimento de Software. Rio de Janeiro: Brasport,
2002.
MIGUEL, A. Gestão de Projectos de Software. 3. ed. Lisboa: FCA, 2008.
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
Complementar: 
MENDES, A. Custo de Software – planejamento e gestão. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
NOGUEIRA, M. Engenharia de Software – um framework. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2009.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011.
VILLEGAS, M., TORRES, A.H., OLIVEIRA, K.M., ANQUETIL, N.P.R., FILHO, G.J. Histórias
de Aprendizagem em Projeto de Software: da teoria a prática. Brasília: EdUCB, 2008.
79
Disciplina: GESTÃO DE TI
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Governança Corporativa e Governança de TI. Normas, processos e indicadores de desempenho
para a área de TI. Modelos de apoio para Governança de TI: COBIT (Control Objectives for
Information and Related Technology); ITIL (Information Technology Infrastructure Library); Six
Sigma; BSC (Balanced Scorecard).
Objetivo:
Capacitar o aluno a compreender os conceitos envolvidos, as habilidades e competências
requeridas, as atividades envolvidas no processo de Governança de TI. Além disso, o aluno
deverá reconhecer padrões, modelos, diretrizes, orientações e práticas envolvidas na Governança
de TI. 
Bibliografia:
Básica:
ANDRADE, Adriana; ROSSETTI, Jose Paschoal. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento e tendências. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz. Implantando a governança de
TI – da estratégia à gestão dos processos e serviços. 3. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2012.
WEILL, Peter; ROSS, Jeanne W. Governança de TI: tecnologia da informação. São Paulo:
Makron Books, 2006.
Complementar: 
ALBERTIN, R.M.M.; ALBERTIN, A.L. Estratégias de Governança de Tecnologia da
Informação. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
GASPAR, Marcelo & GOMEZ, Thierry & Miranda, Zailton. T.I. - mudar e inovar. resolvendo
conflitos com ITIL. São Paulo: Senac, 2010. 
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed. São
Paulo: Prentice Hall, 2011.
MAGALHÃES, I. Gerenciamento de serviços de TI na prática – Uma abordagem com base
na ITIL. São Paulo: Novatec, 2007.
O´BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da internet. 3.ed.
São Paulo: Saraiva, 2010.
80
Disciplina: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Introdução: visão geral sobre Inteligência Artificial - IA. Introdução à programação em IA.
Representação do conhecimento. Resolução de problemas: métodos de busca, resolução com
conhecimento. Raciocínio com incerteza: raciocínio não monotônico, raciocínio estatístico,
noções sobre lógica fuzzy. Aprendizagem: nível simbólico (conceito e árvore de decisão), nível
subsimbólico (clusters). Comunicação: noções sobre entendimento de linguagem natural. Ação:
noções sobre robótica. Algoritmos Genéticos.
Objetivo:
Apresentar conceitos essenciais sobre inteligência artificial, destacando resolução de problemas,
métodos de busca, resolução de problemas intensivo em conhecimento e aprendizagem. Motivar
a utilização desses conceitos em aplicações para apoio à tomada de decisão em domínios
complexos sem incerteza ou com tratamento aproximado da incerteza.
Bibliografia:
Básica:
BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: fundamentos e prática. Florianópolis: Editora da
UFSC, 2001.
COPPIN, N.B. Inteligência artificial. Rio de Janeiro. Ed. LTC, 2010.
ROSA, J.L.G. Fundamentos da Inteligência Artificial. Rio de Janeiro. LTC, 2011.
Complementar:
BARONE, D. Sociedades artificias. Porto Alegre: Bookman, 2003. 
FERNANDES, Anita Maria da Rocha. Inteligência artificial noções gerais. Florianópolis:
Visual Books, 2005.
HAYKIN, S., Neural networks and learning machines, 3.ed. São Paulo. Prentice Hall, 2008.
RICH, Elaine. Inteligência artificial. São Paulo: Makron Books, 1994. 
RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial . Rio de Janeiro: Campus, 2013.
81
Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA WEB II
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 81
Pré-requisito: Programação para Web I
Ementa:
Implementação de servidores Web; POO e SGBD para Web; Introdução as modernas linguagens
de programação para Web; Criação de sites dinâmicos; Fusão de tecnologias de programação
para Web; Acesso ao banco de dados pela Web; Comércio eletrônico e segurança.
Objetivo:
Conhecer fundamentos sobre o desenvolvimento de aplicações cliente/servidor. Conhecer uma
linguagem de programação baseada em código aberto para desenvolvimento de aplicações web e
realizar a interface entre o usuário e aplicação servidora. Desenvolver aplicações compatíveis
com redes TCP/IP. Aprender a instalar, configurar, utilizar e oferecer suporte a implantação de
SGBDs, entendendo seu funcionamento interno, bem como as técnicas nas quais o mesmo utiliza
para processar as consultas e controlar as transações; integrando a tecnologiade banco de dados,
rede de computadores e Internet.
Bibliografia:
Básica:
CASTRO, Elizabeth; HYSLOP, Bruce. HTML5 e CSS3: guia prático e visual. 7.ed. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2013.
GONÇALVES, Edson. Desenvolvendo aplicações web com jsp, servlets, javaserver faces,
hibernate, ejb 3 persistence e ajax. Rio de Janeiro: Editora Moderna, 2007.
MILANI, André. Construindo aplicações web com PHP e MySQL. São Paulo: Novatec, 2010. 
TODD, Nick; SZOLKOWSKI, Mark. Java server pages: guia do desenvolvedor. Rio de
Janeiro. Elsevier, 2003.
Complementar:
DEITEL, H. M. Java: como programar. 4.ed. Porto Alegre: Bookman. 2003.
MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia
prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011.
MELO, Alexandre Altair de; NASCIMENTO, Maurício G. F. PHP profissional. São Paulo:
Novatec, 2007.
MICHELE E. DAVIS & JON A. PHILLIPS. Aprendendo PHP & MySQL. Rio de Janeiro. Alta
Books, 2008.
SILVA, Maurício, S. HTML 5: a linguagem de marcação que revolucionou a web. São Paulo.
Novatec, 2011.
SOARES, Walace. PHP 5: conceitos, programação e integração com banco de dados. 6. ed. São
Paulo Editora Érica, 2010.
TONSIG, Sérgio Luiz. PHP com Ajax na Web 2.0: com muitos exemplos práticos!. Rio de
Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2007.
82
Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 27
Pré-requisito: Trabalho de Conclusão de Curso I
Ementa:
Realização de monografia sobre uma temática de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Objetivo:
Exercitar ferramentas da pesquisa científica e aprofundar conhecimentos relativos à Análise e
Desenvolvimento de Sistemas.
Bibliografia:
Básica:
ANDRADE, M. A. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos
na graduação. 9a ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fon-
tes, 2008.
TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de Janeiro:
FGV, 2006.
Complementar:*
ALVES, M. Como escrever teses e monografias: um roteiro passo a passo. Rio de Janeiro: El-
sevier, 2007.
BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.
*De acordo com o projeto específico de cada TCC e indicações do professor-orientador.
83
13 FUNCIONAMENTO
 O curso de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será em turno
noturno (de segunda a sexta-feira) e matutino (aos sábados). A previsão é de entrada anual é
de 30 alunos e o curso terá a duração de três anos, divididos em seis períodos, sendo que o
tempo para integralização máxima do curso é de 14 semestres.
13.1 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
A infraestrutura recomendada para funcionamento do Curso Superior Tecnologia em 
Análise e Desenvolvimento de Sistemas é composta por:
• Biblioteca incluindo acervo específico e atualizado;
• Laboratório de arquitetura de computadores;
• Laboratório de Redes e Sistemas Operacionais;
• Laboratório de informática com programas específicos e conectados à internet.
Estará disponível aos alunos do Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, laboratórios de informática/matemática, além da estrutura
global da instituição, o que inclui Biblioteca com acervo atualizado, centro esportivo,
serviços de saúde, moderna estrutura física e administrativa.
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m
2
) m
2 
por estação m
2 
por aluno
Laboratório 1 – S102(Manutenção)
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados).
Linux, Windows XP, Open Office, Java, C++
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde. Especificações
84
30
Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 Ghz. Nome da Placa-Mãe - MSI G31M3V2
(MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico.
Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek
ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor -DELL LCD 18.5" WIDE. Teclado
ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. Kit Multimídia
02 Ar condicionado
30 Kit de ferramentas manutenção 
Quadro 1. Laboratório Informática
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m
2
) m
2 
por estação m
2 
por aluno
Laboratório 2 – S103
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados).
Linux, Windows 7, Open Office, Java, C++
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde. Especificações
30
Computadores HP – Processador I5 2.99Ghz, Windows 7, 5000 Gb de HD, 4 Gb de
RAM, Placas de Rede, Kit Multimídia lê e grava DVD– 512K de cache. Monitor HP Plug
and Play LCD 21” , Placa de rede wireless e placa de rede interna interligados em rede
local Linux, Rede Internet.
02 Ar-condicionado
02 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110.
Quadro 2. Laboratório Informática
Laboratório (nº e/ou nome) Área (m
2
) m
2 
por estação m
2 
por aluno
Laboratório 3 – S104
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados).
Linux, Windows XP, L i b r e Office, Java, C++
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
85
Qtde. Especificações
30
Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 Ghz. Nome da Placa Mãe - MSI
G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100
Adaptador gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI
Placa de som - Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor
-DELL LCD 18.5" WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de
som. Kit Multimídia
02
Ar-condicionado
Quadro 3. Laboratório Informática
Laboratório (nº e/ou nome) Área (m
2
) m
2 
por estação m
2 
por aluno
Laboratório 4– S105
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados).
Linux, Windows XP, LibreOffice, Free Pascal, Java, C++
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde Especificações
30
Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 GHz. Nome da Placa Mãe - MSI
G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador
gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som -
Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor -DELL
LCD18.5" WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som.
Kitmultimídia
02 Ar-condicionado
01 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110.
Quadro 4. Laboratório Informática
Laboratório (nº e/ou nome)
Área (m
2
) m
2 
por estação m
2 
por aluno
Laboratório 5– S106
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados).
Linux, Windows XP, LibreOffice, Free Pascal, Java, C++
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde Especificações
86
15
Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 GHz. Nome da Placa Mãe - MSI G31M3V2
(MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico.
Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek
ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 3 2 0 G b . Monitor -DELL LCD18.5” WIDE.
Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. KitMultimídia
02 Ar-condicionado
01 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110.
Quadro 5. Laboratório Informática
O laboratório S102 será utilizado na disciplina de Arquitetura e Organização de
Computadores. O laboratório 106 será utilizado para as disciplinas de Sistemas Operacionais
e Redes. Estes laboratórios são essenciais para o funcionamento do Curso e a preparação do
profissional em Tecnologia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
13.2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICs
DISPONÍVEIS
Em relação às Tecnologias de Informação e da Comunicação também se faz presente a
fim de proporcionarum ensino diferenciado, atrativo e pedagogicamente adequado; com os
seguintes recursos:
• Datashow: 12 unidades;
• Fones de ouvido supra auricular: 39 unidades;
• Caixas de som; 03 unidades;
• Webcan: 15 unidades.
13.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES
A Coordenação de Assistência Estudantil (CAE) e a Coordenação de Apoio
Pedagógico ao Discente são os órgãos responsáveis pela assistência estudantil no campus.
87
1941016
Realce
1941016
Realce
A CAE é um órgão subordinado ao Departamento de Pesquisa, Pós-Graduação e
Extensão, que é o responsável pelo desenvolvimento das políticas inclusão social, de apoio e
assistência ao estudante buscando a viabilização da sua permanência, desenvolvimento e
conclusão do curso. A concessão de Auxílio-Alimentação, fornecido todo mês a estudantes
que necessitem de auxílio financeiro para se alimentarem adequadamente durante sua
permanência no campus, o Auxílio-transporte, fornecido mensalmente aos estudantes que
necessitam de auxílio financeiro para viabilizar seu deslocamento no trajeto residência–
campus–residência e o Auxílio Permanência, fornecido todo mês para que o estudante possa
manter-se vinculado ao Instituto, em casos comprovados de necessidade financeira específica
ou emergencial são as modalidades de auxílio financeiro que o IFG dispõe para os estudantes
e cuja prioridade para recebimento é a condição de vulnerabilidade social apresentada pelo
estudante.
Já a Coordenação de Apoio Pedagógico ao Discente, órgão subordinado à Chefia de
Departamento, e é responsável pelo acompanhamento e apoio ao discente, orientação e
atendimento às solicitações de responsabilidade do Departamento, visando a melhoria do seu
desempenho acadêmico e estudantil, além da participação no planejamento, coordenação e
desenvolvimento das atividades de recepção e integração dos alunos no início de cada
semestre letivo. Os alunos do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas recebem informações referentes à legislação acadêmica, aos programas
institucionais de apoio ao corpo discente, renovação de matrícula, aos prazos previstos em
calendário para a tramitação de pedidos de documentos, reposição de avaliações e demais
informações de interesse dos alunos.
Nesse sentido, esta coordenação organiza, juntamente aos professores do curso, o
acompanhamento ao discente em forma de aulas de reforço e de nivelamento para o
atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem, bem como atividades de suporte
acadêmico, como: empréstimos e/ou doações de livros didáticos de disciplinas do ensino
médio (pré-requisitos para a compreensão de disciplinas da graduação), orientações e
esclarecimentos quanto aos documentos discentes institucionais, composição da representação
discente nas instâncias da Instituição, suporte acadêmico aos alunos que gozam de
afastamento temporário das atividades, dentre outras. E se houver necessidade, também há o
atendimento psicológico e da assistência social.
88
1941016
Realce
1941016
Realce
E de acordo com a Resolução n. 027, de 11 de agosto de 2014 que dispõe sobre o
regulamento do Corpo Discente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Goiás ampara o acompanhamento do discente, nivelamento, aulas de reforço, atendimento
psicológico, entre outros:
V. Apoio pedagógico e financeiro para a participação em atividades. de caráter
acadêmico, técnico, científico cultural e esportivo promovidos pela Instituição, interna e
externamente, nos termos estabelecidos pelos demais documentos da legislação acadêmica e
de assistência estudantil do IFG.
VI, Apoio pedagógico e financeiro visando a permanência e o êxito acadêmico,
quando, identificadas situações de vulnerabilidade social e de maneira universal, por melo do
atendimento da equipe de servidores, médicos, psicólogos, odontólogos, assistentes sociais e
pedagogos, além das ações de monitorias e estágios.
13.4 BIBLIOTECA
89
1941016
Realce
1941016
Realce
14 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ENVOLVIDO NO
CURSO
O quadro de docente conta ainda com dois professores substitutos e está em expansão,
estando previstas novas contratações para o suprimento das demandas impostas pelo curso
de informática e demais cursos da instituição.
14.1 FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE
DOCENTE REGIME
TRABALHO
GRADUAÇÃO/
INSTITUIÇÃO
TITULAÇÃO/
INSTITUIÇÃO
ÁREA DE
CONCENTRAÇÃO
Alessandro Siqueira
da Silva
DE
Ciência da
Computação
UFT
Especialização/ Faculdade
Albert Einstein
Informática I*
Camila Alves dos
Santos
DE Graduação
Especialização em
Formação de Professores
Bilíngues/LIBRAS/Faculd
ade Alfredo Nasser
Comunicação e
Expressão
Davi Taveira
Alencar Alarcão
DE
 Engenharia de
Computação
PUC-GO
Mestre em Engenharia de
Produção e Sistemas /
PUC-GO
Informática II**
Eleusa Maria Leão DE
Ciências
Sociais Uni
Evangélica/GO
Mestrado em Sociedade e
Região /UFG
Sociologia
Erivelton Paulo
Vitor
DE
Matemática
UFG
Mestrado Matemática
UFG
Matemática
90
Fabiana Pimenta de
Souza
DE
Matemática/U
FG
Mestrado em
Matemática/UFG
Matemática
Guilherme Ferreira
Santos
DE
Educação
Física UFV
Mestrado em Educação
Física UFES
Educação Física
Irani Camilo de
Souza Silva
DE
Pedagogia
Faculdade de
Filosofia do
Vale do São
Patrício
Especialização em
Administração e Gerência
de Unidades de Ensino
pelo Centro de Ensino
Superior de Jatai
Educação
Janice Alves Gomes DE Letras UFG
Mestrado em Letras e
Linguística UFG
Comunicação e Exressão
John Carlos Alves
Ribeiro
DE
Geografia /
UFG
Mestrado em Geografia /
UFG
Geografia
Juscelino Martins
Polonial
DE
Ciências
Sociais/ Uni
Evangélica/GO
Mestrado em
História/UFG
Sociologia
Katia Pereira
Fonseca
DE
Graduação em
Administração
de Empresas /
Faculdade
Serra da
Mesa / GO
Especialização em Gestão
Estratégica de Pessoas /
Faculdade Serra da Mesa /
GO
Administração
Laudelina Braga DE
Pedagogia
UEG
Mestrado em Educação
UFG
Educação
91
Lúcio Baltazar
Lopes Júnior
20hs
Economia
UFU
Mestrado Economia
UFU
Administração
Lynwood Livi de
Souza
DE
Sistemas de
Informação
UEG
Mestrado em Ciências
Mecânicas/UnB
Informática II**
Maíza Helena
Condé de Souza
Melo
DE
Graduação em
Letras/UFV
Especialização em Língua
Inglesa/Faculdades
Integradas de Jacarepaguá
Comunicação e
Expressão
Marcela Ferreira DE
Graduação em
Letras
Português/Esp
anhol/UNESP
Doutorado em Literatura e
Vida Social / UNESP
Comunicação e
Expressão
Marcelo Leite
Pereira
DE
Graduação em
Química
Industrial /
UEG
Mestrado em Ciências
Moleculares/UEG
Química
Maria Aparecida de
Oliveira Borges
DE
Letras/Portugu
ês/Inglês
UEG
Especialização em Inglês /
Uni Evangélica-GO
Comunicação e
Expressão
Maurílio Humberto
Rodrigues Miranda
DE
Engenharia de
Computação
PUC-GO
Especialização em
Tecnologias de
Redes/UFLA-MG
Informática I*
Maycon Pereira de
Souza
DE
Licenciatura
em Matemática
UFG
Especialização em
Matemática/UFG
Matemática
92
Paulo César Campos DE
Administração 
/ PUC-GO
Mestrado em
Administração / Centro de
Gestão a Empreendedora-
FEAD-MG
Administração
 Raquel Araújo
Mendes de Carvalho
DE
Graduação em
Letras Inglês/
Português/
UFG
Especialização em
Métodos e Técnicas de
Ensino/Universo
Inglês e Português
Ricardo Barbosa
Scalabrini
DE
Tecnologia em
Processamento
de Dados/UEG
Especialização em
Docência
Universitária/UEG
Informática I*
Rodrigo de Freitas
Amorim
40hs
Graduação em
Pedagogia/UF
G
Especialização em EAD e
Novas
Tecnologias/Faculdade
Educacional da Lapa
Educação
Sílvia Cristina
Dorneles de Moraes
DE
Licenciatura
em Matemática
UFG
Especialização em
Docência Superior
Universidade Gama Filho
Matemática
Syd Pereira Faria 40hs
Biologia /
UEG
Mestrado em Biologia
Celular e Molecular /UFG
Ciências Biológicas
Thiane Marques
Torquato
40hs
Sistemasde
Informação
UEG
Especialização em
Engenharia de
Sistemas/UAB
Informática II**
Vandré Antônio de
Assis Gomes
DE
Matemática/
Universidade
Federal de São
João Del-Rei
UFSJ 
Mestrado em Matemática/
Universidade Federal de
Viçosa/UFV
Matemática
93
Viviane Bessa
Ferreira
DE
Tecnólogo em
Processamento
de Dados /
UniAnhanguer
a-GO
Especialização em
Administração em Redes
Linux/UFLA-MG
Informática II**
Weliton de Farias
Nascimento
DE
Matemática
UFG
Mestrado PROFMAT UFT Matemática
Wolney Heleno de
Matos
DE
Graduação em
Ciências
Biológicas/
Universidade
Estadual
Paulista Júlio
de Mesquita
Filho.
Mestrado em Geografia,
Meio ambiente e
Desenvolvimento / UEL
Ciências Biológicas
Quadro 4. Formação e qualificação do corpo docente
* Eixo Tecnológico: Arquitetura de Computadores, Sistemas Operacionais, Redes de Computadores, Lógica e 
Linguagens de Programação e Teoria da Computação.
** Eixo Tecnológico: Engenharia de Software, Desenvolvimento de Software, Linguagens de Programação, 
Gestão de TI e Banco de Dados.
Além do corpo docente, a instituição conta com o quadro de servidores técnico
administrativo.
14.2 QUADRO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS
O IFG está realizando concurso público para a contração de servidores técnico-
administrativos. A instituição conta com o quadro de servidores técnico administrativo
(QUADRO 5), conforme se segue:
SERVIDOR TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CARGO
Alcides Pereira dos Santos Neto Diretor Administrativo
Sabrina Gisele da Silva Felix Bibliotecária
Fabiana Pereira Assistente em Administração
Amilton Moreira Damasceno Júnior Assistente em Administração
Betânia Adorno Assistente em Administração
Maria Helena Pereira Magalhães Assistente Social
94
Cinthya Oliveira Sousa Psicóloga
Marcilene Dias Bruno de Almeida Pedagoga
Vânia Cláudia Guimarães Pedagoga
Winder Faik de Sousa Técnico em Tecnologia da Informação
Quadro 5. Servidores técnico-administrativos
95
15 CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Será concedido pelo IFG o diploma de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas ao acadêmico que concluir todas as atividades previstas no Plano de Curso,
incluindo-se o TCC, as horas de atividades complementares e o Estágio Supervisionado e
alcançar aprovação em todas as unidades curriculares com, pelo menos, 75% de frequência.
96
16 REFERÊNCIAS 
BRASIL. (CNE, 2002) Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Resolução CNE/CP
n.°3, 18 de dezembro de 2002. 
_____, (IFG, 2009) Projeto Político Pedagógico do IFGOIÁS. IFG – Instituto Federal de
Goiás. 2009.
_____, (INEP, 2011) Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Portaria INEP nº 190 de 12 de julho de 2011 –
Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13. Disponível em:
http://portal.inep.gov.br/legislacao-2011. Acessado em 25 nov 2013.
_____, (MEC, 1999) Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e
Informática. Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática – CEEInf.
MEC – Secretaria de Educação Superior. 1999.
_____, (MEC, 2006) Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia - Secretaria
de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) – MEC, Dezembro/2006.
_____, Ministério da Educação. Institutos Federais: comentários e reflexões. Brasília, DF, 
2008. 
_____, (SBC, 2003) Currículo de Referência da SBC para Cursos de Graduação em
Computação e Informática. SBC – Sociedade Brasileira de Computação. 2003.
MANDEL, Arnaldo. SIMON, Imre. LYRA, Jorge L. de. Informação: computação e
comunicação. Revista USP, São Paulo, set./out./nov. 1997. Disponível em:
. Acesso em: 1 dez. 2013. 
MOURA, Dante Henrique. A Relação entre a educação profissional e a educação básica na
CONAE 2010: possibilidades e limites para a construção do novo Plano Nacional de
Educação. Educ. Soc. Campinas. 2010. vol.31, n.112, pp. 875-894. Disponível em:
. Acesso em: 17 dez. 2013.
OLIVEIRA, José Palazzo Moreira de. Sistemas de Informação e Sociedade. Ciência e
Cultura, v. 55, n. 2, São Paulo, Abr/Jun. 2003. Disponível
em: Acesso em: 1 dez. 2013.
97
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252003000200023&script=sci_arttext
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252003000200023&script=sci_arttext
	BRASIL. (CNE, 2002) Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Resolução CNE/CP n.°3, 18 de dezembro de 2002.com a área de informática, alusivas a
computadores, a rede mundial, a trabalho em grupo, sobre ensino a distância, sobre a Internet,
sobre as Intranets, sobre Linux, Windows, Netscape, Java e tantos outros temas denotados por
palavras que foram se incorporando ao vocabulário atual a partir dos primeiros anos da
década de 1990 e, que cada vez mais rapidamente, vêm adquirindo adeptos em grandes
números, forçados ou não a aderir. É impressionante o grande volume de traduções e textos
originais em português, sem similar em outra área de atividade (MANDEL; SIMON; LYRA,
s.d.).
A Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática (CEE Inf) do
MEC, no final dos anos 1990 e no documento “Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de
Computação e Informática” (BRASIL, 1999), propôs novas diretrizes para os cursos da área
de computação e informática, dividindo a mesma em quatro grandes categorias:
• Os cursos que têm predominantemente a computação como atividade-fim;
• Os cursos que têm predominantemente a computação como atividade-meio;
• Os cursos de Licenciatura em Computação;
• Os cursos de Tecnologia.
Assim, os cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Siste-
mas estão compreendidos nas categorias 2 e 4. Pois, confirmando assim que têm predominân-
cia na computação como atividade-meio, mas também se enquadram na definição de cursos
de Tecnologia.
O curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com o
propósito de atender a natureza do item 4, mantém coerência entre a denominação do curso e
o currículo proposto. Sendo um curso dinâmico, a área de computação e informática encontra
9
neste curso tecnológico uma possibilidade eficiente para solucionar os problemas no mercado
de trabalho.
Os recursos computacionais auxiliam o desempenho de funções técnicas ou adminis-
trativas que com a difusão da Internet, passaram a fazer parte da vida e do trabalho dos indiví-
duos. O estágio de desenvolvimento dos recursos computacionais é caracterizado não somente
pela tecnologia utilizada, mas, principalmente, pelos métodos de trabalhos decorrentes do em-
prego desta tecnologia. É preciso ter presente que a um dado estágio tecnológico corresponde
sempre um ambiente cultural. O desenvolvimento do ambiente cultural, incorporando as no-
vas tecnologias aos hábitos, é um processo demorado que requer um lento amadurecimento.
Percebe-se a grande dependência entre os recursos computacionais e a estrutura do trabalho
pela observação da realidade: um determinado ambiente social gera necessidades que não po-
dem ser supridas pela tecnologia disponível, um novo recurso permite a implantação de outros
métodos de trabalho ou de ação que influenciam o ambiente e a própria produção de bens e
serviços. Estas modificações geram, por sua vez, novas necessidades e estimulam o surgimen-
to de avanços tecnológicos (OLIVEIRA, 2003).
Outro ponto a observar, é que empresas e organizações nos mais diversos tamanhos
estão utilizando cada vez mais os recursos computacionais no desenvolvimento de suas
atividades estratégicas, gerenciais, operacionais e, também, na dinâmica e qualidade dos seus
produtos e/ou serviços. 
Esses aspectos engendram desafios e perspectivas cada vez maiores para o desenvolvi-
mento de uma infraestrutura de tecnologia com pessoas e procedimentos metodológicos ne-
cessários para que o exercício da produção seja realizado da forma esperada, com padrões de
segurança e confiabilidade, e apresentem características como diversas etapas de produção,
flexibilidade e dinamismo. Desafios estes que só podem ser superados mediante o exercício
da capacidade empreendedora e da compreensão eficaz do processo tecnológico (BRASIL,
2002).
Diante dessa realidade, e no intuito de atender as demandas da comunidade local e re-
gional, e visando o desenvolvimento de sistemas de informação contextualizados ao cenário
tecnológico atual e futuro, torna-se necessária a formação de profissionais, o incremento de
pesquisas e inovação tecnológica. Este é exatamente o objetivo do IFG–Campus Uruaçu ao
10
elaborar este projeto do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sis-
temas.
Dessa forma, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Siste-
mas enfatiza o ensino, a pesquisa e a extensão, tendo como subsídio uma discussão acerca da
finalidade da formação, bem como as suas relações com o desenvolvimento socioeconômico.
Por isso, no planejamento das atividades deve se primar pelas trocas de experiências e de co-
nhecimentos com a realidade vivenciada pelos alunos. Outro aspecto fundamental, é que o tra-
balho das diversas áreas de conhecimento e de sua produção deve estar imbricado numa pers-
pectiva multidisciplinar, interdisciplinar e de contextualização dos conteúdos, levando-se em
conta a formação não somente do profissional, mas também do sujeito como cidadão crítico,
criativo e dinâmico. Contribuindo assim, com a superação da dualidade histórica marcando da
Educação Profissional no Brasil, que desde seus primórdios privilegiou os ricos para o exercí-
cio de profissões e funções culturalmente elitizadas e legou às classes pobres e menos desfa-
vorecidas os caminhos de uma profissionalização aligeirada e de baixa qualidade (MOURA,
2010).
11
2 JUSTIFICATIVA DO CURSO
O município de Uruaçu, fundado no dia 4 de Julho de 1931, se encontra às margens
da BR-153 (Rodovia Belém Brasília), a 280 quilômetros de Goiânia (via BR-153 e GO-080) e
a 270 de Brasília (via BR-080). Segundo dados do IBGE, a cidade possui uma população esti-
mada para o ano de 2013 de 38.854 habitantes. Com uma área de 2.141.776 km² e por seu po-
sicionamento geográfico estratégico, estando às margens de uma das principais rodovias que
corta o país, a BR-153, e o segundo maior reservatório de água do país, o Lago Serra da
Mesa, representa um importante papel socioeconômico na região em que se encontra, por
apresentar um comércio forte e diversificado, e uma educação voltada para atender as deman-
das sociais e econômicas da região. 
O IFG Campus Uruaçu é visto como um polo de qualidade na área de educação na re-
gião, atendendo a vários municípios em um raio de 100 km. A proposta de implantação e exe-
cução do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas vem ao
encontro das finalidades e características dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tec-
nologia, conforme o que estabelece a Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008. A implantação
de um curso de tecnologia deve estar relacionada à análise da aplicabilidade de dois princípi-
os:
• Imposição da necessidade de criação de cursos com currículos flexíveis, constante-
mente atualizados e condizentes com as mais recentes técnicas da tecnologia pro-
dutiva;
• Condicionamento da oferta para formação de profissionais necessários em setores
de mercado objetivamente definidos e cuja procura lhes garantam oportunidade de
imediata alocação profissional e, consequentemente, inserção no mercado de traba-
lho com remuneração dentro dos padrões de mercado.
Em decorrência do atendimento a esses dois princípios e por tratar a área de informáti-
ca como uma ferramenta de utilização cada vez mais cotidiana e necessária, impõe a formação
qualificada de profissionais que possam atender um número em constante aumento.
12
Nesse contexto, a informática torna-se um instrumento essencial no processo de supor-
te e desenvolvimento de diversas atividades gerenciais e operacionais, exigindo uma demanda
de profissionais qualificados. 
Considerando a economia local da região do norte goiano, apoiada em grande parte no
comércio e prestação de serviços, há a necessidade de sistemas de informação eficientes e
imediatas. A implantação do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, justifica-se pela necessidade que estes setores da economia possuem em agilizar
seus processosgerenciais ante uma economia cada vez mais globalizada. Além disso, suprirá
grande carência de cursos de TI na região norte do estado, que contabiliza apenas com Siste-
mas de Informação (Porangatu, Ceres e Goianésia), Tecnologia em Redes de Computadores
(Crixás) e Gestão de TI (Uruaçu); sendo este último de instituição privada. Portanto, o curso
superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será o único com foco em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas e um dos únicos na área de TI do norte goiano.
Em que pese a necessidade de atendimento da demanda do mercado econômico da
região, há que se afirmar também a necessidade de formação humana no sentido pleno, numa
instituição federal que vem se consolidando como referência de educação de qualidade e que
tem buscado a construção de um currículo cada vez mais integrado, haja vista a articulação
dos saberes profissionais e tecnológicos à formação geral e humanística do cidadão.
Além destes fatores, o IFG Campus Uruaçu, é uma Instituição Federal consolidada na
região que oferece cursos de níveis técnicos na área de informática e, por isso, já possui
estrutura física e tecnológica adequada à oferta do Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, atendendo desta forma os critérios de planejamento e
organização dos cursos superiores profissionais e tecnológicos, conforme disposto no Art. 3º e
incisos da Res. CNE nº 03/2002, das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para
organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia (BRASIL, 2002).
13
3. OBJETIVOS 
3.1 OBJETIVO GERAL
O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem
como objetivo formar profissionais aptos à compreensão dos processos de construção e
reconstrução do conhecimento aplicado ao desenvolvimento de tecnologias da informação
inserido no contexto social, regional e atendendo às exigências legais, realizando atividades
de análise, projeto, desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas, em busca de
soluções inovadoras para o setor produtivo e para a melhoria da qualidade de vida da
população e da sociedade.
Portanto, o processo de formação desses profissionais abrange a compreensão do
campo científico da computação, especificamente em análise, desenvolvimento e
administração de sistemas informatizados.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Atender às demandas regionais na formação de recursos humanos profissionais que
desenvolvam sistemas de informação corretos, completos, seguros, com usabilidade,
qualidade e manutenibilidade;
• Formar profissionais capacitados para o desenvolvimento da tecnologia da informação
visando a aplicação das ferramentas computacionais no interesse da sociedade;
• Propiciar conhecimento prático e teórico sobre a utilização da tecnologia em
informática na sua atuação profissional;
• Incentivar produções científicas e inovações tecnológicas, formando profissionais
pesquisadores e empreendedores;
14
• Contribuir com o desenvolvimento econômico regional introduzindo a aplicação de
tecnologias nos processos de produção ainda não automatizados.
4 REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO
Para ter acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, o público interessado deverá ter:
• Ensino Médio concluído;
• Aprovação no Processo Seletivo realizado pelo IFG – Campus Uruaçu.
Cada processo seletivo será divulgado por intermédio de edital próprio, bem como em
outros veículos informativos, no qual estarão contidos os requisitos para a seleção e o ingresso
na instituição, no curso pretendido. No presente caso, no Curso Superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
A possibilidade de recebimento de alunos por meio de transferência estará sujeita a
existência de vagas e obedecerá ao disposto no Regulamento Acadêmico dos Cursos de
Graduação da Instituição. O mesmo ocorrerá com alunos portadores de diplomas de Ensino
Superior.
15
5 METODOLOGIA
O mundo do trabalho tem sido marcado por profundas transformações científicas,
econômicas, políticas, sociais e culturais provenientes da globalização, e tem como resultado
a necessidade de constantes atualizações e inovações tecnológicas de modo que garanta o
progresso da sociedade. Conforme Libâneo (2007, p. 109), “torna-se cada vez mais evidente o
fato de que a revolução tecnológica está favorecendo o surgimento de uma nova sociedade,
marcada pela técnica, pela informação e pelo conhecimento”. Dessa forma, o curso
Tecnológico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas assume grande relevância social e
formativa. A partir do momento que o curso assume o ensino, a pesquisa e a extensão como
preceitos elementares no desenvolvimento do acadêmico articulando teoria e prática.
Para tanto, lança-se mão de vários instrumentos didático-pedagógicos, os quais
prevem aulas expositivas, aulas experimentais, aulas dialogadas, e ainda, aulas práticas por
meio de laboratórios exclusivos e específicos com infraestrutura para a realização das
atividades do curso. Além do mais, o Instituto Federal de Goiás possibilita a realização de
aulas de campo e visitas técnicas, na qual se amplia o ensino de sala de aula com a interação
dos processos produtivos do mundo do trabalho. A instituição também oferece outras
condições para o processo de ensino-aprendizagem, tais como eventos, monitorias,
atendimento docente extra-sala e estágio, de modo que atenda as perspectivas do Plano de
Curso e suas respectivas ementas.
A estruturação da matriz curricular do curso está pautada no ensino por meio de várias
disciplinas; sendo absorvidas na Tabela CAPES a sua grande área Ciências Exatas e da Terra e
área de avaliação Ciência da Computação; a saber, Engenharia de Software, Análise e Projeto
de Sistemas I, Análise e Projeto de Sistemas II, Qualidade e Teste de Software,
Gerenciamento e Projeto de Software; e no Desenvolvimento de Sistemas; formada pelas
disciplinas de Lógica de Programação I, Lógica de Programação II, Programação Orientada a
Objetos I, Programação Orientada a Objetos II, Programação para Web I e Programação para
Web II.
“O curso, como integrante de um projeto institucional, tem como objetivo realizar uma
educação assentada na construção da autonomia intelectual e na formação ética do aprendiz,
aspectos importantes para a efetivação da emancipação plena do trabalhador” (Projeto Político
16
Pedagógico IFG, 2009, p.8). E ainda, desenvolver habilidades técnicas instrumentais e a
competência profissional na atuação na análise e desenvolvimento de sistemas.
Entendemos que o professor é a autoridade em relação ao trato com o conhecimento, e
que por isso deve repassá-lo aos alunos e certificando a estes o melhor aprendizado. Por sua
vez, também entendemos que o aluno não deve ser apenas um elo passivo na estrutura de
ensino, isso por que o conhecimento tratado cientificamente no curso Tecnológico em Análise
e Desenvolvimento de Sistema está inserido socialmente, assim como o aluno, dessa forma
deve ser reconhecido a interação de fatores sociais, históricos e culturais. com as mais
diversas avaliações, que devem ser, no mínimo, duas; segundo regulamento acadêmico do
IFG. Neste sentido, a avaliação é vista como um importante componente do processo de
ensino-aprendizagem, definida a critério do professor, desde que cumpra as exigências
prevista na resolução nº 19 do Instituto Federal de Goiás de 26 de dezembro de 2011. Além
disso o curso será submetido a várias avaliação institucionais internas e externas.
17
6 PERFIL DO EGRESSO
O profissional oriundo do Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, possui formação de nível superior e deverá estar apto a atuar
em empresas públicas, privadas e deterceiro setor, com domínio de conteúdos teóricos e
práticos. Poderá, também, elaborar pesquisas de desenvolvimento de métodos, produtos e
aplicações em sua área de atuação e estimular o desenvolvimento científico, sendo
responsável por planejar, implantar e manter sistemas computacionais, sempre aprimorando
seu conhecimento tecnológico, assumindo uma postura investigativa e empreendedora na
pesquisa com inovação, consciente de seu papel na sociedade, e contribuindo para o
desenvolvimento socioeconômico da região.
Atualmente, as organizações baseiam suas decisões em ferramentas da tecnologia da
informação em busca de soluções que automatizem processos, proporcionem a tomada de
decisão e favoreçam a competitividade. Neste cenário, é crescente a preocupação com a
manipulação correta dos dados coletados, como seu armazenamento, processamento e
distribuição devido à necessidade de possuir acesso direto a informações claras, relevantes e
de qualidade.
Considera-se, então, que o profissional formado deve estar preparado para desenvolver
sistemas de apoio às decisões eficientes, seguros, com custos condizentes ao retorno
proporcionado e aderente aos objetivos estratégicos das organizações.
Para desenvolver sistemas informatizados que atendam às necessidades das
organizações ou propor melhorias aplicando adequadamente os recursos computacionais
(hardware e software) é preciso que o profissional observe e compreenda todos os processos
de negócio envolvidos no contexto que se deseja informatizar. Dessa forma, é fundamental
que sua capacidade comunicativa seja explorada ao máximo objetivando extrair informações
das pessoas envolvidas no processo.
O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, frequentemente, se depara
com a necessidade de desenvolver projetos em equipe. Sendo assim, este deve estar apto a
integrar grupos de trabalho, como membro ou assumindo funções de coordenação e liderança,
primando pela manutenção da comunicabilidade e das boas relações interpessoais.
18
6.1 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
Para uma formação sólida e plena pelo Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, faz-se fundamental a exploração de competências que, aliadas
aos conhecimentos técnico-científicos adquiridos ao longo do processo de ensino e
aprendizagem, permitam o desenvolvimento das habilidades essenciais à atuação do
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
O presente projeto pedagógico do curso procura a ação integradora em disciplinas de
outras áreas do conhecimento, objetivando consolidar a interdisciplinaridade e a
multidisciplinaridade para a formação do futuro profissional.
Segundo a resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002, artigo 7º:
Entende-se por competência profissional a capacidade pessoal de mobilizar, articular
e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o
desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e
pelo desenvolvimento tecnológico (BRASIL, 2002).
Este conceito direciona para a necessidade de uma capacitação profissional composta
de uma formação sócio humanista aliada com a formação técnica. Além disso, a formação
deve abranger o desenvolvimento de habilidades nas relações interpessoais, técnicas de
comunicação e práticas de trabalho em equipe. Assim, o Tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas deve possuir uma sólida formação técnico-científica em
conjunto com a capacidade de aplicação destes conhecimentos em sua área de atuação,
agregando valor econômico à organização e valor social ao indivíduo.
A proposta da matriz curricular para o Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas foi estruturada de maneira a desenvolver habilidades e
competências técnicas, pessoais e intelectuais no egresso:
• Atuar em equipes de desenvolvimento de sistemas nas tarefas de criação de banco de
dados, desenvolvimento e programação de aplicativos e sistemas e em sua
documentação;
• Efetuar levantamentos de ambientes computacionais podendo identificar tipos de
software e hardware em utilização no ambiente;
19
• Utilizar a Internet e suas tecnologias, podendo efetuar instalações, configurações e
otimizações de softwares;
• Aplicar as principais tecnologias de desenvolvimento de sistemas na criação de
sistemas comerciais convencionais e nos que serão operados via web e suas
tecnologias;
• Gerenciar equipes de trabalho em empresas de informática;
• Analisar, projetar, documentar, especificar, testar, implantar e manter sistemas
computacionais de informação;
• Trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e
metodologia de projetos na produção de sistemas;
• Empregar o uso de linguagens de programação e de metodologias de construção de
projetos;
• Preocupar-se com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de
programas computacionais;
• Gerenciar, manter e garantir a segurança dos sistemas de uma organização. 
Dentro da formação sócia humanista é fundamental a formação da postura profissional
visando às seguintes competências:
• Ser criativo e inovador na sugestão de soluções para os problemas e identificação de
oportunidades nas organizações;
• Cultivar postura empreendedora perante as demandas sociais e econômicas de seu
local de atuação;
• Expressar ideias de forma objetiva, aplicando técnicas de comunicação
recomendadas para cada necessidade;
• Ser capaz de conduzir processos de negociação;
• Integrar e gerenciar grupos visando o cumprimento de metas;
• Ter uma visão aplicada da área da informática em termos políticos, éticos, sociais e
econômicos;
20
• Identificar oportunidades de negócios e implantar e coordenar empreendimentos para
a conquista das mesmas;
• Atuar de forma ética tanto no meio social quanto no profissional.
6.2 LOCAIS E ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
O profissional formado no Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas será capaz de assumir a postura de agente transformador do
mercado, estando preparado para desencadear mudanças por meio da incorporação de novas
tecnologias da informação na solução dos problemas, agregando:
• Domínio de novas tecnologias da informação e gestão da área de análise e
desenvolvimento de sistemas, em busca de melhores condições de trabalho e de vida;
• Conhecimento e aplicação de modelos associados ao uso das novas tecnologias da
informação e ferramentas que representem o estado da arte na área;
• Conhecimento e aplicação de modelos associados ao projeto, implantação e
manutenção de projetos de sistemas de informação;
• Uma perspectiva social consistente e crítica das consequências de sua atuação
profissional nas organizações e na sociedade.
O profissional de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar
nas seguintes funções:
• Desenvolvedor/programador de sistemas;
• Analista de sistemas;
• Projetista de sistemas de informação;
• Analista de negócios;
• Gerente de área de sistemas de informação;
• Administrador de banco de dados;
• Empresário na área de sistemas de informação;
21
• Consultor na área de sistemas de informação.
Portanto, o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar nos
setores que usam o computador, como empresas de informática, comerciais, industriais,
financeiras, bancos, consultorias, órgãos públicos e instituições de ensino. Poderá atuar,
também, em empresas de manutenção, fornecimento e programação de software, web e
hardware, ou na representação de sistemas de computação.
22
7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemasserá
organizado em componentes curriculares que atendam à legislação vigente e às necessidades e
demandas de formações locais e regionais. A seguir serão apresentados itens e proposições
normativas e regulares referentes à estrutura curricular do curso, seus núcleos curriculares
pedagógicos, ao estágio supervisionado, às atividades complementares e ao trabalho de
conclusão do curso. 
7.1 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO
O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é um
curso de graduação plena, que visa formar profissionais com o título de Tecnólogo em Análise
e Desenvolvimento de Sistemas, com capacidade para atuar prontamente no mercado de
trabalho em atividades de produção, transformação e gerência de organizações, contribuindo
para a melhoria dos processos produtivos e potencializando o desenvolvimento
socioeconômico regional.
O curso será ofertado no período noturno e organizado por disciplinas em regime
semestral com uma carga horária total de 2.579 horas, das quais 2079 horas de disciplinas da
matriz curricular, 300 horas são previstas para estágio profissional supervisionado, a partir do
3º período, e, 200 horas para atividades complementares. O quadro 1, abaixo, possibilita uma
melhor visualização desta distribuição de cargas horárias.
Quadro 1 – Estrutura curricular e distribuição de carga horária
Habilitação Carga Horária
Disciplinas do Núcleo de Formação Básica 513
Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Específico 1458
Disciplinas Optativas 108
Estágio Profissional Supervisionado 300
Atividades Complementares 200
CARGA HORÁRIA TOTAL 2579
Fonte: (próprio autor)
23
Serão ofertadas 30 (trinta) vagas anuais com a duração de três anos, sendo que a
integralização do curso dar-se-á no máximo de seis anos, ocorrendo semestralmente e
distribuídas em 100 dias letivos.
O curso apresenta em seu currículo, aliados a uma abordagem sócio humanista,
conteúdo de formação tecnológica para o desenvolvimento e compreensão dos fundamentos
técnico-científicos das atividades de desenvolvimento, modificação e administração de
tecnologias da informação, capacitando o formando para tomadas de decisão.
A organização curricular do curso contempla as diretrizes definidas no Projeto
Pedagógico do IFG e as seguintes determinações legais:
• Calendário do Ciclo Avaliativo do SINAES, triênio2007/2009.
• Currículo de Referência da SBC (Sociedade Brasileira de Computação) para Cursos
de Graduação em Computação e Informática (SBC, 2003).
• Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática, elaborado
pela Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática (BRASIL,
1999);
• LEI nº 9.394, de 20 DE DEZEMBRO DE 1996: Estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional.
• LEI nº 11788 de 25 de Setembro de 2008: Dispõe sobre o estágio de estudantes. 
• Parecer CNE/CES nº 277, de 07 de dezembro de 2006: Nova forma de organização
da Educação Profissional e Tecnológica de graduação. 
• Parecer CNE/CES nº 261/2006: Dispõe sobre procedimentos a serem adotados
quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências. 
• Parecer CNE/CP Nº 29/2002: Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais no Nível de
Tecnólogo. 
• Parecer CNE/CES Nº 436/2001: Trata de Cursos Superiores de Tecnologia -
Formação de Tecnólogos. 
• Parecer CNE Nº 776/97: Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de
graduação.
24
• Portaria Normativa nº 3, de 1º de abril de 2008: Determina as áreas e os cursos
superiores de tecnologia que serão avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho
dos Estudantes (ENADE) no ano de 2008 e dá outras providências.
• Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro 2007: Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos
processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação.
• Portaria Normativa nº 1, de 10 de janeiro de 2007. Calendário do Ciclo Avaliativo do
SINAES, triênio2007/2009.
• Portaria nº 282, de 29 de dezembro de 2006. Inclusões no Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia.
• Portaria Normativa nº 12, de 14 de agosto de 2006. Dispõe sobre a adequação da
denominação dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos
Superiores de Tecnologia, nos termos do art. 71, §1º e 2º, do Decreto 5.773, de 2006.
• Portaria nº 10, de 28 de julho de 2006: Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia.
• Portaria nº 1.027, de 15 de maio de 2006: Dispõe sobre banco de avaliadores do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão
Técnica de Acompanhamento da Avaliação – CTAA, e dá outras providências.
• Portaria nº 4.362, de 29 de dezembro de 2004: Institui banco único de avaliadores da
educação superior.
• Portaria nº 107 de 22 de julho de 2004: SINAES e ENADE – disposições diversas.
• Portaria nº 2.051, de 9 de julho de 2004: Regulamenta os procedimentos de avaliação
do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei
no 10.861, de 14 de abril de 2004.
• Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro 2002: Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de
tecnologia.
25
• Resolução do INEP, em sua portaria nº 190 (INEP, 2011), atualmente referida como
“Diretrizes Curriculares para curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas”;
• Resolução do IFG, nº19 do dia 26 de dezembro de 2011: Aprova o regulamento
acadêmico dos cursos de graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia de Goiás.
Ademais, o Art. 3º do da portaria nº 190 do INEP (INEP, 2011), aponta que o objetivo
deste currículo é formar um profissional ético, competente e corresponsável pela sociedade
em que vive. Por isso, se faz necessário que além dos conhecimentos e de desenvolvimento de
habilidades e competências para perfis profissionais específicos, espera-se que o graduando
do respectivo curso compreenda conteúdos e discussões além da realidade imediata. 
Por conseguinte, o profissional tecnólogo deste curso deve ser preparado para atuar na
área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sendo competente para:
• Analisar, projetar, documentar, implementar, testar, implantar e manter sistemas
computacionais de informação;
• Trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e
metodologias de análise e projeto na produção de sistemas;
• Avaliar e selecionar metodologias, ferramentas e tecnologias adequadas ao problema;
• Empregar linguagens de programação, raciocínio lógico no desenvolvimento de
sistemas;
• Aplicar os princípios e métodos da engenharia de software voltados à garantia da
qualidade do software;
• Empreender, administrar e agir com ética e responsabilidade perante a sociedade
obedecendo à legislação vigente;
• Renovar seus conhecimentos técnicos constantemente, a fim de acompanhar a
evolução da tecnologia e do mercado de trabalho.
26
7.2 NÚCLEOS CURRICULARES PEDAGÓGICOS
A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento
de Sistemas apresentada neste projeto considera como base: a) a estrutura curricular proposta
pelo MEC (BRASIL, 1999) no documento “Diretrizes Curriculares de Cursos de Computação
e Informática”, que contém uma descrição das áreas de formação que compõem os currículos
dos cursos de graduação da área de computação; e b) as exigências do ENADE (Exame
Nacional de Desempenho dos Estudantes), elencadas no Art. 7 da portaria nº 190 do INEP
(2011), atualmente referida como “Diretrizes Curriculares para curso Superior de Tecnologia
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas”.
Norteado pela Resolução CNE/CP 3, o currículo do curso de Tecnologiaem Análise e
Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFG,
Campus Uruaçu, contempla o desenvolvimento de competências profissionais e é formulada
em consonância com o perfil profissional de conclusão de curso.
Portanto, a organização curricular compreende as competências profissionais
tecnológicas, gerais e específicas, incluindo os fundamentos científicos e humanísticos
necessários ao desempenho profissional.
O currículo abrange uma sequência de disciplinas ordenadas em semestres letivos. A
forma de integralização curricular fundamenta-se na hierarquização de conteúdos. Além das
disciplinas, integram a proposta as Atividades Complementares, que têm o objetivo de
ampliar a formação do educando.
Composta por disciplinas de caráter obrigatório, a matriz curricular deverá ser
cumprida integralmente pelo estudante, a fim de que ele se qualifique para obtenção do
diploma. A matriz curricular está organizada por núcleos, assim constituída:
• Disciplinas de núcleo básico;
• Disciplinas de núcleo específico.
De acordo com o MEC (BRASIL, 1999), os currículos dos cursos da área de
computação e informática podem ser compostos por quatro grandes áreas de formação:
27
1) Disciplinas de núcleo básico, que compreende os princípios básicos da área de
computação, enfoca os conhecimentos nas áreas de programação, algoritmos, arquitetura de
computadores e matemática, além de situar o aluno dentro dos fundamentos da tecnologia da
informação;
2) Disciplinas da formação tecnológica, que aplica os conhecimentos básicos no
desenvolvimento tecnológico da computação. O enfoque é o embasamento nas áreas de
sistemas operacionais, redes de computadores, banco de dados, análise de sistemas,
engenharia de software, além dos conhecimentos necessários para a elaboração e
desenvolvimento de elementos que possibilitem uma melhor interação entre homem e o
computador;
3) Disciplinas da formação complementar, que permitem uma interação dos egressos
dos cursos com outras profissões. São consideradas disciplinas com enfoque nas organizações
(administração) sendo: economia, sistemas de informações gerenciais, gestão de projetos e
auditoria e segurança de sistemas. Existe ainda a competência de cunho político através do
conhecimento e questionamentos sobre a ética e a legislação na área de informática;
4) Disciplinas da formação humanística, que dão ao egresso uma dimensão social e
humana. Nelas são discutidas as possibilidades de transformação da realidade social por meio
do uso da tecnologia no mundo do trabalho e da sociedade.
7.2.1 NÚCLEO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
O núcleo de formação específica está organizado de modo que o estudante
compreenda conhecimentos fundamentais da Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
enfocando os seguintes aspectos: análise, projeto, desenvolvimento e manutenção de sistemas
computacionais de informação; domínio de ferramentas computacionais, equipamentos de
informática e metodologia de projetos na produção de sistemas; emprego de linguagens de
programação e de metodologias de construção de projetos e de programas computacionais. 
O curso é composto conforme abaixo: 
28
Disciplinas Obrigatórias
Disciplina Período
Carga
Horária
Lógica de Programação I 1º 81
Arquitetura e Organização de Computadores 1º 54
Lógica de Programação II 2º 54
Engenharia de Software 2º 54
Banco de Dados I 2º 54
Redes de Computadores 2º 54
Programação Orientada a Objeto I 3º 81
Análise e Projeto de Sistemas I 3º 54
Banco de Dados II 3º 54
Estruturas de Dados 3º 54
Programação Orientada a Objeto II 4º 81
Análise e Projeto de Sistemas II 4º 54
Qualidade e Teste de Software 4º 54
Fundamentos de Sistemas de Informação I 4º 27
Sistemas Operacionais 4º 54
Programação para Web I 5º 81
Segurança e Auditoria de Sistemas 5º 81
Interface Homem Máquina 5º 54
Fundamentos de Sistemas de Informação II 5º 27
Trabalho de Conclusão de Curso I 5º 27
Programação para Web II 6º 81
Gerenciamento de Projeto de Software 6º 54
Inteligência Artificial 6º 54
Gestão de TI 6º 54
Ética e Legislação Aplicada à Informática 6º 54
Trabalho de Conclusão de Curso II 6º 27
Total 1458
29
Disciplinas Optativas (Optativa II)
Disciplina Período Carga
Horária
Computação Gráfica e Sistemas Multimídia 5º 81
Programação para Dispositivos Móveis 5º 81
A escolha das disciplinas optativas dar-se-á o obrigatoriamente no mínimo uma
disciplina para compor sua matriz curricular.
7.2.2 NÚCLEO DE FORMAÇÃO BÁSICA
O núcleo de formação básica ou geral é constituído por disciplinas de áreas afins que
visam ampliar a formação do tecnólogo.
Disciplinas Obrigatórias
Disciplina Período Carga Horária
Língua Portuguesa 1º 54
Inglês Instrumental 1º 54
Matemática Elementar 1º 54
Introdução à Administração 1º 27
Sociologia do Trabalho 1º 27
Cálculo 2º 81
Metodologia da Pesquisa Científica 2º 54
Probabilidade e Estatística 3º 54
Empreendedorismo 3º 27
Desenvolvimento Pessoal e Profissional 3º 27
Álgebra Linear 4º 54
Total 513
Disciplinas Optativas (Optativa I)
Disciplina Período Carga Horária
Educação Ambiental e Sustentabilidade 4º 27
Libras 4º 27
Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena
4º 27
A escolha das disciplinas optativas dar-se-á o obrigatoriamente no mínimo uma
disciplina para compor sua matriz curricular.
30
7.2.3 DISCIPLINAS OPTATIVAS
As optativas ofertadas no 5º período são disciplinas do núcleo específico afim da área
de formação do acadêmico, e as disciplinas optativas ofertadas no 4º período, de formação do
núcleo geral. O acadêmico deve, obrigatoriamente, escolher no mínimo uma das disciplinas
em cada período ofertado.
7.3 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Integrando a proposta pedagógica dos cursos de tecnologia e de caráter obrigatório o
Estágio Profissional Supervisionado será desenvolvido a partir do 3º semestre do curso.
Regulamentado pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, o Estágio
Supervisionado, que deve perfazer um mínimo de 300 horas, é um importante momento da
formação profissional do aluno por constituir-se em um processo de articulação entre teoria e
prática e, neste sentido, deverá se relacionar com os conhecimentos adquiridos e/ou
construídos ao longo do curso. É, portanto, o momento do fazer que implique uma relação
direta e articulada com as outras atividades de caráter científico, cultural e acadêmico sob o
princípio ação-reflexão-ação.
O Estágio Profissional Supervisionado será acompanhado pelo professor orientador de
estágios e, quando necessário, será auxiliado pelo coordenador e/ou por outros professores.
Fazem parte do processo de acompanhamento e avaliação desta atividade, os seguintes
mecanismos:
1. Plano de trabalho devidamente aprovado pelo professor coordenador de estágio e
pelo professor auxiliar, quando necessário;
2. Reuniões do aluno com o professor supervisor e/ou auxiliar;
3. Visitas à empresa, organização ou instituição em que se dê o estágio, por parte do
professor-orientador;
4. Relatório do estágio supervisionado.
Após a realização do estágio, o aluno deverá, atendendo os prazos estabelecidos em
calendário acadêmico, apresentar o relatório final para ser avaliado e, juntamente, com o
31
trabalho final de curso servirá como requisito a ser considerado para a aprovação final no
Curso.
Participações em projetos de pesquisa, extensão e monitorias na educação superior,
desenvolvidas pelo estudante na área de atuação da Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
poderão ser aproveitadas como estágio de acordo com: regulamentação específica vigente
aprovada pelo Conselho Superior da Instituição e as seguintes exigências:
• Projeto de extensão: cada semestre equivale a 50 horas de estágio.
• Monitorias: cada semestre equivale a 50 horas de estágio.
• Iniciaçãocientífica: cada semestre equivale a 100 horas de estágio.
• Projeto de pesquisa: cada semestre equivale a 100 horas de estágio.
O estudante que exercer atividades profissionais correlatas à área de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, na condição de empregado, empresário ou autôno-
mo, poderá solicitar a validação dessas atividades como Estagio Curricular Obrigatório no
momento em que estiver apto, conforme: regulamentação específica vigente aprovada pelo
Conselho Superior da Instituição e as seguintes exigências:
• Experiências profissionais na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas: cada 12
meses equivalem a 100 horas de estágio.
• Experiências profissionais na área da Tecnologia da Informação: cada 12 meses equi-
valem a 50 horas de estágio.
Outro conceito é relativo ao estágio não obrigatório, que pode ser configurado quando
o aluno ultrapassa a carga horária obrigatória de 300 horas ou quando o estágio é realizado
fora do período do estágio obrigatório, ou seja, nos dois primeiros períodos do curso. Para o
caso de configuração de estágio não obrigatório o aluno poderá contabilizá-lo como atividade
complementar, segundo regulamentação vigente.
32
7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Como parte da trajetória formativa do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, o aluno deverá cumprir um total de 200 horas de atividades complementares de
acordo com a regulamentação institucional. Para efeito de regulamento, as atividades de cará-
ter acadêmico, técnico e científico, artístico, cultural, esportivo, de inserção comunitária e as
práticas profissionais vivenciadas pelo educando e que integram o currículo dos cursos da ins-
tituição, serão consideras como atividades complementares válidas para os acadêmicos do
curso.
As atividades complementares que integram o currículo do curso de tecnólogo pela
instituição correspondem a, no mínimo, 120 (cento e vinte horas) e, no máximo, 10% (dez por
cento) da carga horária total do curso, sendo obrigatória a sua proposição e desenvolvimento
pelas áreas acadêmicas da instituição. Sua carga horária será informada na matriz curricular
dos cursos.
As atividades complementares serão planejadas, desenvolvidas e acompanhadas de
acordo com a regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior da Instituição.
7.5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O trabalho de conclusão de curso (TCC) é componente curricular obrigatório, e fará
parte da matriz curricular do curso com carga horária de disciplina, e consiste numa atividade
necessária para o desenvolvimento, a criação e a integração de um conjunto de competências
e habilidades do currículo do curso e do projeto político pedagógico da Instituição.
O TCC visa promover a capacidade de identificação de temáticas, a formulação de
problemas, a elaboração de projetos, a identificação de métodos e de técnicas e controle de
planejamento. Esta atividade será desenvolvida por meio de orientação e acompanhamento
docente, tendo como referências o Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso e as Polí-
ticas de Pesquisa e Extensão do IFG.
33
8 RELAÇÃO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO
Segundo o Plano de Desenvolvimento Institucional do IFG, a pesquisa é um dos pila-
res na formação do indivíduo, visando produzir conhecimentos nas diversas áreas e em sinto-
nia com as demandas do desenvolvimento local, regional e nacional, de modo a atender aos
interesses da sociedade e contribuir para uma formação humana e cidadã dos trabalhadores
brasileiros, assegurando-lhes uma permanente atualização ante os avanços e desafios sociais e
tecnológicos.
Enquanto a pesquisa desenvolve novos conhecimentos com possibilidades de inserção
de novas tecnologias para a sociedade e para o mercado, a extensão entra com o papel de inse-
rir a Instituição na sociedade. Portanto, este último, porém não menos importante, pilar da
educação superior deve ser oferecido para estimular o desenvolvimento social, econômico,
tecnológico, cultural e ambiental. É mais que uma resposta, é uma justificativa à sociedade lo-
cal o motivo da existência do IFG – Campus Uruaçu.
Para tanto o IFG viabiliza a pesquisa e a extensão por intermédio de editais do PIBIC,
PIBID, bolsas de fomento, dentre outros de acordo com regulamentação específica aprovada
pelo Conselho Superior da Instituição.
Participações em projetos de pesquisa, extensão e monitoria poderão ser convalidados
como ou atividades complementares ou como estágio, não sendo válido para as duas ativida-
des concomitantemente. Detalhes destas convalidações estão nos tópicos 6.3 e 6.4 deste proje-
to.
34
9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Os alunos regularmente matriculados poderão solicitar ao Departamento das Áreas
Acadêmicas do Campus, em data estabelecida no Calendário Acadêmico da Instituição, o
aproveitamento de conhecimentos e estudos, nos termos do Regulamento Acadêmico dos Cur-
sos de Graduação e do Regulamento do Exame de Proficiência, aprovados pelo Conselho Su-
perior da Instituição.
35
10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM
A avaliação dos alunos será processual e contínua. Para tanto, no acompanhamento
constante do aluno deve-se observar não apenas o seu progresso quanto à construção de co-
nhecimentos científicos, mas também a atenção, o interesse, as habilidades, a responsabilida-
de, a participação, a pontualidade, a assiduidade na realização de atividades e a organização
nos trabalhos escolares que o mesmo apresenta. Assim, não apenas os aspectos quantitativos
devem ser considerados, mas, principalmente, os aspectos qualitativos.
Nesse sentido, para a verificação do rendimento escolar, os professores deverão desen-
volver atividades diversificadas, em diferentes contextos e modalidades, a fim de perceber os
progressos e identificar as dificuldades, utilizando a avaliação como instrumento de diagnósti-
co e superação das dificuldades e não apenas como instrumento de classificação final do edu-
cando.
São vários os instrumentos e as situações avaliativas que podem ser utilizados pelo
professor, dentre os quais pode-se destacar:
• Observação diária;
• Trabalhos individuais e coletivos;
• Avaliações escritas;
• Arguições;
• Relatórios;
• Atividades extraclasses;
• Autoavaliação;
• Estudos dirigidos.
Com relação à periodicidade de avaliações e outras questões especificas, serão deter-
minadas pelo regulamento acadêmico de graduação e aplicam-se a todos os cursos oferecidos
na Instituição.
36
11 AVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os
sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pelo curso, identificar as causas
dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissio-
nal do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os
diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunida-
de, julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e produtos, além de pres-
tar contas à sociedade. Com relação à avaliação do curso, a mesma deve ser feita através:
1. Dos resultados obtidos da aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes (ENADE), resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado
pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP);
2. Da análise dos dados da aplicação do Questionário Socioeconômico respondido
por ingressantes e concluintes de cada um dos cursos participantes do referido exame,
resultados esses contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos
e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (INEP);
3. Do Colegiado de áreas Acadêmicas do Departamento, que tem por atribuição: pro-
por e aprovar, no âmbito do departamento, projetos de reestruturação, adequação e realocação
de ambientes do departamento, a ser submetido à Direção-Geral do Campus, bemcomo emitir
parecer sobre projetos de mesmas naturezas propostas pela Direção-Geral;
4. Do Conselho Departamental, que tem por atribuições: 
I – Aprovar os planos de atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do de-
partamento; 
II – Julgar questões de ordem pedagógica, didática, administrativa e disciplinar no
âmbito do departamento.
5. Da avaliação dos professores do curso pelos discentes, avaliação do professor, ava-
liação do professor pelo coordenador de curso, conduzidas pela CPPD – Comissão Permanen-
te de Pessoal Docente;
6. Dos relatórios de estágios profissionais supervisionados dos alunos;
37
7. Do envolvimento prévio da CPA na organização do processo de avaliação dos cur-
sos;
8. Da semana de Educação, Ciência e Tecnologia do IFG. Evento bienal com partici-
pação de empresas e encontro de egressos.
38
12 MATRIZ CURRICULAR
ORD. Disciplinas
Pré -
Re-
quisi-
tos
Carga Horária Sema-
nal
Total Se-
manal
Total Hora/ Re-
lógio
Semestre
1º 2º 3º 4º 5º 6º
101 Lógica de Programação I - 6 - - - - - 6 81
102 Arquitetura e Organização de Computadores - 4 - - - - - 4 54
103 Língua Portuguesa - 4 - - - - - 4 54
104 Inglês Instrumental - 4 - - - - - 4 54
105 Introdução à Administração - 2 - - - - - 2 27
106 Matemática Elementar - 4 - - - - - 4 54
107 Sociologia do Trabalho - 2 - - - - - 2 27
201 Lógica de Programação II 101 - 4 - - - - 4 54
202 Engenharia de Software - - 4 - - - - 4 54
203 Banco de Dados I - - 4 - - - - 4 54
204 Redes de Computadores - - 4 - - - - 4 54
205 Metodologia da Pesquisa Científica - - 4 - - - - 4 54
206 Cálculo 106 - 6 - - - - 6 81
301 Programação Orientada a Objeto I 201 - - 6 - - - 6 81
302 Análise e Projeto de Sistemas I 202 - - 4 - - - 4 54
303 Banco de Dados II 203 - - 4 - - - 4 54
304 Estrutura de Dados 201 - - 4 - - - 4 54
305 Empreendedorismo - - - 2 - - - 2 27
306 Probabilidade e Estatística 106 - - 4 - - - 4 54
307 Desenvolvimento Pessoal e Profissional - - - 2 - - - 2 27
401 Programação Orientada a Objeto II 301 - - - 6 - - 6 81
402 Análise e Projeto de Sistemas II 302 - - - 4 - - 4 54
403 Qualidade e Teste de Software 202 - - - 4 - - 4 54
404 Fundamentos de Sistemas de Informação I - - - - 2 - - 2 27
405 Sistemas Operacionais - - - - 4 - - 4 54
406 Álgebra Linear - - - - 4 - - 4 54
407 Optativa I - - - - 2 - - 2 27
501 Programação para WEB I 401 - - - - 6 - 6 81
502 Interface Homem Máquina - - - - - 4 - 4 54
503 Segurança e Auditoria de Sistemas 204 - - - - 6 - 6 81
504 Fundamentos de Sistemas de Informação II 404 - - - - 2 - 2 27
505 Optativa II - - - - - 6 - 6 81
506 TCC I 206 - - - - 2 - 2 27
601 Programação para Web II 501 - - - - - 6 6 81
39
602 Gerenciamento de Projeto de Software 402 - - - - - 4 4 54
603 Inteligência Artificial - - - - - - 4 4 54
604 Gestão de TI - - - - - - 4 4 54
605 Ética e Legislação Aplicada à Informática - - - - - - 4 4 54
606 TCC II 506 - - - - - 2 2 27
Total 2079
Estágio Supervisionado 300
Atividades Complementares 200
Carga Horária Total 2579
40
12.1 FLUXOGRAMA DO CURSO
41
12.2 DISCIPLINAS E SUAS EMENTAS
Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO I
Formação: Específica Série/Período: 1º Carga Horária: 81
Pré-requisito: -
Ementa:
Conectivos Lógicos. Valor Verdade. Tabela Verdade. Operadores Aritméticos, Relacionais e Lógi-
cos. Expressões. Estruturas de Decisão e Controle. Conceitos de Programação Estruturada e Mo-
dular. Variáveis Compostas Homogêneas e Heterogêneas. Aplicações em linguagem de programa-
ção C ou similar.
Objetivo:
Desenvolver o raciocínio lógico na investigação e desenvolvimento de soluções para problemas
resolvíveis por meio de algoritmos computacionais aplicando os conceitos fundamentais da
programação estruturada.
Bibliografia:
Básica:
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da programação de computadores.
São Paulo: Pearson, 2008.
FORBELLONE, A. L.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: A construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
MANZANO, José A. Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Estudo dirigido de
algoritmos. 4. ed. São Paulo. Érica Editora, 2010.
Complementar:
CORMEN, THOMAS H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, RONALD L.; STEIN, CLIFFORD.
Algoritmos: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2012. 
FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3.ed.. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura. Algoritmos e estruturas de dados. 28. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008.
PUGA, Sandra; GERSON RISSETTI, Sandra. Lógica de programação e estruturas de dados:
com aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
SOARES, M.; CONCILIO, R.; GOMES, M.; FURLAN, M. A. Algoritmos e Lógica de
Programação. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2011.
42
Disciplina: ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
Formação: Específica Série/Período: 1º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Sistemas de numeração binária, octal e hexadecimal. Identificação e classificação dos
componentes de Hardware quanto à função, modelo e tecnologia. Funcionamento de cada
componente de Hardware e a relação dentre os mesmos. Tendências tecnológicas e noções de
desempenho de computadores. Noções de organização de computadores: processador, Memória e
subsistema de entrada/saída. Técnicas de montagem e manutenção de componentes, Diagnóstico
de problemas no Hardware. Instalação prática de componentes e de Software. Configuração do
Software.
Objetivos:
Compreender a arquitetura e a organização dos computadores. Identificar e classificar os
componentes de Hardware quanto à função, modelo e tecnologia. Entender o funcionamento de
cada componente de Hardware e a relação dentre os mesmos. Compreender as tendências
tecnológicas e noções de desempenho de computadores. Identificar as noções de organização de
computadores: processador, Memória e subsistema de entrada/saída. Executar as técnicas de
montagem e manutenção de componentes; Diagnosticar problemas no Hardware. Compreender a
instalação prática de componentes e de Software bem como a configuração do Software.
Bibliografia:
Básica:
MONTEIRO, Mario. Introdução à organização de computadores. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
MORIMOTO, C. A. Hardware II: O Guia Definitivo. Porto Alegre: Editora Sulina, 2010.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores: projeto para o
desempenho. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2009.
Complementar: 
DELGADO, José. Arquitetura de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
PAIXÃO, Renato Rodrigues. Configuração e montagem de PCs com inteligência: instalação,
configuração, atualização e solução de problemas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2010 
PAIXÃO, Renato Rodrigues. Montagem e configuração de computadores: guia prático. São
Paulo: Érica, 2012. 
TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2009.
TORRES, Gabriel. Hardware – Versão Revisada e Atualizada. Rio de Janeiro: Nova Terra,
2013.
43
Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA
Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Leitura e compreensão de textos da área: níveis de compreensão de leitura. Estudo da estrutura e
tipologia de textos: elementos do discurso e da textualidade. Estudo e produção de textos técnicos
e científicos. Raciocínio lógico e linguagem.
Objetivo:
Oportunizar o desenvolvimento de competências, habilidades e estratégias para recepção e 
produção de textos técnicos;
No plano linguístico da recepção, propiciar condições para o desenvolvimento de competências,
habilidades e estratégias linguístico textuais e discursivas de compreensão e interpretação de
textos técnicos da área;
No plano linguístico da produção, propiciar condições para o desenvolvimento de competências,
habilidades e estratégias na produção de esquemas, descrições técnicas, resumos, resenhas,
fichamentos e relatórios referentesà área.
Bibliografia:
Básica:
ANDRADE, M. M., HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos
superiores. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática,
2008.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 2006.
Complementar: 
ABREU, A. S. , Curso de redação. 12. ed. São Paulo: Ática, 2004.
BELTRÃO, O; BELTRÃO, M. Correspondência: linguagem & comunicação. 23. ed. São
Paulo:Atlas, 2005.
BARBOSA, E.; AMARAL, E. Escrever é desvendar o mundo: a linguagem criadora e o
pensamento lógico. 17. ed. São Paulo: Papirus, 2004.
CUNHA,C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1985.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 2007.
MARTINS, D. M.; ZILBERGNOP, L.S. Português instrumental. 28. ed. Porto Alegre: Sagra DC
Luzzato, 2009.
SOARES, M. B.; CAMPOS, E. N. Técnica de redação. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.
44
Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Interpretação de textos técnicos de informática a partir do desenvolvimento de estratégias de
leitura e do estudo de tópicos gramaticais sistematizados referentes à linguagem tecnológica
específica.
Objetivo:
Conhecer a importância da Língua Inglesa no mundo, ler e compreender textos que contenham
termos técnicos na língua alvo. Estimular os alunos a manter o interesse pelo aprendizado da
língua alvo utilizando-a como ferramenta de trabalho.
Bibliografia:
Básica:
BULGER, Anthony.; CHÉREL, A. O novo inglês sem esforço. São Paulo: EPU, 2006.
CRUZ, Décio Torres; SILVA, Alba Valéria. Inglês com textos para informática. Salvador: O
Autor, 2001.
DIAS, R. Inglês instrumental – leitura crítica: uma abordagem construtivista. Edição
Experimental. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1990.
GLENDINNING, E.H.; Mcewan, J. Basic English for computing – Teacher’s Book. Oxford:
Oxford University Press – ELT, 2008. 
Complementar : 
EVARISTO, S. et al. Leitura instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley, 1996.
FREEDMAN, A. Dicionário de informática. São Paulo: Makron Books. 1995.
GALLO, Lígia Razera. Inglês instrumental para informática: módulo I. São Paulo: Ícone, 2008.
LAGE. H.L. et al. Leitura de textos em inglês: Uma Abordagem Instrumental. Belo Horizonte:
Edição dos autores, 1992.
MURPHY, R. Grammar in use. CAMBRIDGE: 4 ed. Cambridge University Press. 2012.
45
Disciplina: MATEMÁTICA ELEMENTAR
Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54
Pré-requisito: -
Ementa:
Conjuntos e subconjuntos. Conjuntos numéricos. Potenciação e Radiciação. Polinômios e
fatoração. Expressões fracionárias. Equações. Inequações. Função e suas propriedades. Estudos
das funções afim, quadrática, modular, exponencial, logarítmica e trigonométrica.
Objetivo:
Utilizar os conceitos e as técnicas de Matemática Básica para descrever e aplicar nos problemas do
seu cotidiano. Desenvolver a linguagem Matemática como forma universal de expressão da
Ciência.
Bibliografia:
Básica:
DEMANA, F. D. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2009. 
DOLCE, O. Fundamentos de matemática elementar, vol 1 e 3. São Paulo: Atual, 2005.
FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo A: limite, derivação e integração. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006.
Complementar:
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. vol. 1.Rio de Janeiro: LTC,
1999.
LARSON, R. Cálculo, vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. 
LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica, vol. 1. São Paulo: Harbra. 1994.
THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
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Disciplina: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
O papel da Administração para o profissional de Análise e Desenvolvimentos de Sistemas.
Conceitos fundamentais de Administração: Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar. Teorias de
administração. Teoria Clássica, Teoria Humanística e Comportamental da Administração.
Administração do Tempo, financeira, pessoal e suprimentos.
Objetivo:
Compreender os conceitos fundamentais da Administração para a aplicação e contextualização em
sua área de formação profissional, desenvolvendo através de uma análise das principais teorias da
Administração uma visão crítica e fundamentada em princípios científicos da Administração.
Bibliografia:
Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução á teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 8. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
SILVA, Adelphino Teixeira da Silva. Administração básica. 6. ed. São Paulo; Atlas, 2011.
Complementar: 
CARAVANTES, Geraldo R; PANNO, Cláudia C. KLOECKNER, Mônica C. Administração:
teorias e processo. São Paulo. Pearson Prentice Hall, 2005.
DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pearson, 2009. 
GITMANN, Laurence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson, 2007.
SOBRAL, Filipe.; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São
Paulo: Pearson Education, 2010
STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. Trad.: Alves Calado, 5.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1999.
47
Disciplina: SOCIOLOGIA DO TRABAHO
Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 27
Pré-requisito: -
Ementa:
Sociologia como ciência. Origem e desenvolvimento da sociologia: dos clássicos aos
contemporâneos. Temas da sociologia com enfoque na tecnologia e na cultura. O Trabalho no
capitalismo e as mudanças recentes nas relações de trabalho no mundo globalizado e na
sociedade informacional.
Objetivo:
Oferecer aos alunos uma visão panorâmica dos principais temas abordados pela Sociologia do
Trabalho e a relação com a sociedade globalizada.
Instrumentalizar os alunos para que eles sejam capazes de fazer reflexões, críticas sobre a
conjuntura social do mundo do trabalho, com enfoque na tecnologia, na cultura e na sociedade
informacional.
Bibliografia:
Básica:
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do
mundo do trabalho. 7. ed. São Paulo: Cortez Editora / Editora Unicamp, 2000.
DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
PINTO, Geraldo Augusto. A Organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo, e
toyotismo. São Paulo: Expressão Popular, 2007.
VIANA, Nildo. Introdução à Sociologia. 2° ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
Complementar:
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Ed. Moderna,
2005.
ENGELS, Friedrich. Sobre o papel do trabalho na transformação do macaco em homem.
Obras Escolhidas. Vol. 2. São Paulo: Editora Alfa-ômega, 1982.
GRAMSCI, Antônio. “Americanismo e Fordismo”. In: Maquiavel, a política e o estado
moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de . Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2009.
SALAMA, P.ierre Pobreza e exploração do trabalho na América Latina. São Paulo:
Boitempo, 1999.
_____. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo:
Boitempo, 2000.
SCHAFF, Adam. A sociedade informática. São Paulo: Brasiliense, 2006.
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Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO II
Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54
Pré-requisito: Lógica de Programação I
Ementa:
Modularização, procedimentos, e funções. Ponteiros. Recursividade. Registros, arquivos. Desen-
volvimento de software com uma linguagem de programação.

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