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Ministério da EducaçãoSecretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Campus Uruaçu CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS URUAÇU 2014 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Presidente da República Dilma Vana Rousseff Ministro da Educação José Henrique Paim Fernandes Secretário de Educação Profissional e Tecnológica Aléssio Trindade de Barros Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Jerônimo Rodrigues da Silva Pró-Reitor de Ensino Adelino Cândido Pimenta Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Ruberley Rodrigues de Souza Pró-Reitor de Extensão Sandro Di Lima Pró-reitor de Desenvolvimento Institucional Weber Tavares da Silva Júnior Pró-reitor de Administração Ubaldo Eleutério da Silva Diretor Geral – Campus Uruaçu Leonne Borges Evangelista Chefe de Departamento de Ensino Andreia Alves do Prado Moraes Coordenador do Curso Maurílio Humberto Rodrigues Miranda Coordenadores do Projeto Maurílio Humberto Rodrigues Miranda e Viviane Bessa Ferreira 4 Comissões de Elaboração por Áreas: Informática: Prof. Esp. Alessandro Siqueira da Silva Prof. Esp. Douglas Rolins Santana Prof. Esp. Jales Lúcio de Andrade Júnior Prof. Ms. Lynwood Livi de Souza Prof. Esp. Ricardo Barbosa Scalabrini Profª. Esp. Thiane Marques Torquato Matemática: Profª. Ms. Fabiana Pimenta de Souza Prof. Esp. Alexander Serejo Santos Ciências Humanas: Prof. Ms. Juscelino Martins Polonial Profª. Ms. Eleusa Maria Leão Comunicação e Expressão: Profª. Esp. Maria Aparecida de Oliveira Borges Profª. Esp. Maiza Helena Condé de Souza Melo Profª. Esp. Camila Alves dos Santos Área Administração: Prof. Ms. Paulo César Campos Pedagógica: Profª. Esp. Laudelina Braga Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim Química/Biologia: Prof. Ms. Marcelo Leite Pereira Prof. Ms. Syd Pereira Faria 5 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IDENTIFICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO CURSO PROPOSTO CNPJ 33.602.608/0001-45 Razão Social Instituto Tecnológico Federal de Goiás – IFG – GO Nome Fantasia IFG / Campus Uruaçu Esfera Federal Endereço Rua Formosa – Qd. 28/29 – Loteamento Santana Cidade/UF/CEP Uruaçu/GO/76.400-000 Telefone/Fax (62) 3357-8150 E-mail de contato gabinete.uruacu@ifg.edu.br; daa.ifgoias.uruacu@gmail.com Site da unidade http://www.uruacu.ifg.edu.br Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Área do Plano Informação e Comunicação Tipo de Curso Curso de Graduação Habilitação/Modalidade Tecnológico/Superior Quantitativo de vagas 30 vagas por ano Turno Noturno e matutino (aos sábados) Duração 3 anos Tipo de matrícula por disciplina HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÕES E ESPECIALIZAÇÕES Habilitação Carga Horária Disciplinas do Núcleo de Formação Geral 513 Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Específico 1458 Disciplinas Optativas 108 Estágio Profissional Supervisionado 300 Atividades Complementares 200 CARGA HORÁRIA TOTAL 2579 6 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO ............................................................................................................ 08 2 JUSTIFICATIVA DO CURSO....................................................................................... 11 3 OBJETIVOS .................................................................................................................... 3.1 Objetivo Geral ................................................................................................................ 13 13 3.2 Objetivos Específicos...................................................................................................... 13 4 REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO...................................................................... 14 5 METODOLOGIA …....................................................................................................... 6 PERFIL DO EGRESSO.................................................................................................. 15 17 6.1 Habilidades e Competências........................................................................................... 18 6.2 Locais e Áreas de Atuação Profissional.......................................................................... 20 7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR................................................................................ 22 7.1 Estrutura Curricular do Curso......................................................................................... 22 7.2 Núcleos Curriculares Pedagógicos................................................................................. 26 7.2.1 Núcleo de Formação Específica................................................................................... 27 7.2.2 Núcleo de Formação Básica......................................................................................... 29 7.2.3 Disciplinas Optativas................................................................................................... 30 7.3 Estágio Supervisionado................................................................................................... 30 7.4 Atividades Complementares........................................................................................... 31 7.5 Trabalho de Conclusão de Curso.................................................................................... 32 8 RELAÇÃO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO...................................................... 9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIOES......... 33 34 10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM........................................... 35 11 AVALIAÇÃO DO CURSO........................................................................................... 36 12 MATRIZ CURRICULAR.......................................................................................... 38 12.1 Fluxograma do curso..................................................................................................... 40 12.2 Disciplinas e suas ementas........................................................................................... 41 13 FUNCIONAMENTO..................................................................................................... 83 13.1 Instalações e Equipamentos.......................................................................................... 83 13.2 Tecnologias de Informação e da Comunicação Disponíveis …................................... 86 13.3 Atendimento ao discente ….......................................................................................... 86 13.4 Biblioteca …...................….......................................................................................... 14 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ENVOLVIDO NO 87 7 1941016 Realce CURSO................................................................................................................................. 14.1 Formação e qualificação do corpo docente.................................................................. 87 14.2 Quadro de servidores técnico-administrativos............................................................. 91 15 CERTIFICADOS E DIPLOMAS................................................................................. 93 16 REFERÊNCIAS............................................................................................................. 94 8 1 APRESENTAÇÃO A sociedade moderna exige novos paradigmas de formação imbricados nas mais diversas formas de comunicação e de informação, tanto pela interferência quanto pela mediação dos processos informacionais e comunicativos em todo o mundo. Observa-se que já há um grande número de publicações relacionadasAplicações em linguagem de pro- gramação C ou similar. Objetivo: Desenvolver o raciocínio lógico na investigação e desenvolvimento de soluções para problemas resolvíveis por meio de algoritmos computacionais aplicando os conceitos fundamentais da programação estruturada. Bibliografia: Básica: ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da programação de computadores. São Paulo: Pearson, 2008. FORBELLONE, A. L.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005. MANZANO, José A. Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Estudo dirigido de algoritmos. 4. ed. São Paulo. Érica Editora, 2010. Complementar: CORMEN, THOMAS H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, RONALD L.; STEIN, CLIFFORD. Algoritmos: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2012. FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3.ed.. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo de Moura. Algoritmos e estruturas de dados. 28. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. PUGA, Sandra; GERSON RISSETTI, Sandra. Lógica de programação e estruturas de dados: com aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. SOARES, M.; CONCILIO, R.; GOMES, M.; FURLAN, M. A. Algoritmos e Lógica de Programação. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2011. 49 Disciplina: ENGENHARIA DE SOFTWARE Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Introdução à Engenharia de Software. Processos de Software: modelos de processo e desenvolvimento ágil. Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software. Princípios de modelagem. Engenharia de Requisitos. Modelagem de requisitos: cenários, informações, classes de análise, fluxo, comportamento, padrões e aplicações baseadas na Web (WebApp). Objetivo: Fornecer ao discente estrutura para construção de software com alta qualidade, apresentando métodos, ferramentas e procedimentos da Engenharia de Software. Entender como a Engenharia de Software ajuda as organizações a desenvolver sistemas de acordo com os custos, prazos, recursos e qualidade planejadas. Bibliografia: Básica: PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011. SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011. Complementar: FILHO, Paula; W. P. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. HIRAMA, K. Engenharia de software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de Janeiro: Campus, 2011. MAGELA, R. Engenharia de software aplicada: princípios. Volume 1. Rio de Janeiro: Alta Books, 2006. _____. Engenharia de software aplicada: fundamentos. Volume 2. Rio de Janeiro: Alta Books, 2006. WAZLAWICK, R.S. Engenharia de Software – conceitos e práticas. Rio de Janeiro: Campus, 2013. 50 Disciplina: BANCO DE DADOS I Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Introdução a Sistemas de Banco de Dados e a Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados; Abstração; Visões; Modelagem de Dados; O Modelo Relacional; Álgebra Relacional. Normalização, Introdução ao SQL. Objetivo: A disciplina de Banco de Dados I tem como objetivo apresentar e compreender o desenvolvimento e a utilização de sistemas de Banco de Dados (BD). Para isso, serão trabalhados os conceitos fundamentais sobre BD, sistemas de gerenciamento de BD (SGBD) e modelagem de dados, assim como os aspectos de integridade, acesso e projeto de um BD baseado no modelo relacional. Bibliografia: Básica: HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 4.ed. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, 2001. SETZER, Valdemar W; SILVA, Flávio Soares Correa da. Bancos de dados: aprenda o que são, melhore seu conhecimento, construa os seus. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2005. XAVIER, Fabricio, S, V.; PEREIRA, Leonardo, Bruno, R. SQL dos conceitos às consultas complexas. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna: 2009. Complementar: DAMAS, Luis. Sql: Structured query language. 6. ed. Rio de Janeiro. Editora LTC: 2007. DATE. C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1998. MACHADO, Felipe Nery Rodrigues; ABREU, Maurício Pereira de. Projeto de banco de dados: uma visão prática. 16. ed. São Paulo: Érica, 2010. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F; SUDARSHAN. Sistema de banco de dados. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1999. TEORY, Toby J.; LIGHSTONE, Sam; NADEAU, Tom. Projeto e modelagem de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2007. 51 Disciplina: REDES DE COMPUTADORES Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Introdução às Redes de Computadores e conceitos básicos, arquiteturas de redes, redes de curta, média e longa distância, modelo OSI e TCP/IP, equipamentos e dispositivos de redes, arquitetura TCP/IP, cabeamento estruturado, redes wireless, sub-redes, roteamento IP, configuração e projetos de redes. Introdução e configuração de servidores de redes. Objetivo: Compreender os aspectos básicos das redes de computadores, assim como arquitetura TCP/IP, implementações infraestruturais, tanto de redes cabeadas como redes wireless; sempre abordando, com visão profissional, teoria e prática a fim de projetar redes robustas e seguras. Bibliografia: Básica: KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2010. MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de redes de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2013. SOUSA, Lindeberg Barros. TCP/IP & conectividade em redes: guia prático. 5 ed. São Paulo: Érica, 2009. Complementar: ALENCAR, M. S. Engenharia de redes de computadores. São Paulo: Érica, 2012. COMER, D. E. Interligação de redes com TCP/IP. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. FILIPPETTI, M. A. CCNA 5.0: guia de estudo completo. Florianópolis: Visual Books, 2014. TANENBAUM, A. S.; WETHERALL, D. Redes de computadores. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2011. TORRES, G. Redes de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Terra, 2014. 52 Disciplina: CÁLCULO Formação: Básica Série/Período: 2º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Matemática Elementar Ementa: Limite e continuidade: Noção intuitiva, definição e propriedades. Limites laterais. Cálculo de limites. Limites no infinito e limites infinitos. Assíntotas. Limites Fundamentais. Continuidade. Derivada: Interpretação geométrica. Derivada de uma função num ponto. Derivadas laterais. Regras de derivação. Derivada de função composta. Teorema da função inversa. Derivadas das funções elementares. Derivadas sucessivas. Derivação implícita. Derivada de uma função na forma paramétrica. Diferencial. Aplicações da derivada: Taxa de variação. Máximos e Mínimos. Teorema do valor médio. Aplicações no esboço de gráficos. Regra de L’Hospital. Fórmula de Taylor. Introdução à Integração: Integral Indefinida. Métodos de Integração: Método da substituição, método da integração por partes, integração de funções trigonométricas, integração por substituição trigonométrica e integração de funções racionais por frações parciais. Integral definida: Área, Integral Definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Cálculo de Áreas. Integrais impróprias. Aplicações: Comprimento de arco, área de região plana, volume de sólidos de revolução e área de uma superfície de revolução. Objetivo: Propiciar o aprendizado dos conceitos de limite, derivada e integral de funções de uma variável real. Desenvolver a habilidade de implementação desses conceitos e técnicas em problemas nos quais eles se constituem os modelos mais adequados. Bibliografia: Básica: FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo A: limite, derivação e integração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2002. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: Harbra. 1994. Complementar: ÁVILA, G. S. S. Cálculo das funções de uma variável. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2003. HOFFMANN, L. D. Cálculo. Um curso moderno e suas aplicações. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LARSON, R. Cálculo. vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. STEWART, J. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Editora Atual, 2005. THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Adilson Wesley, 2002. 53 Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Formação: Básica Série/Período: 2º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Leitura de textos técnicos, acadêmicos e científicos. Tipos de conhecimento. Conhecimento científico e senso comum. Trabalhos acadêmicos, estrutura, formatação. Normas da ABNT para elaboração de trabalhos acadêmicos. Redação científica. Tipos de métodos e pesquisas. Planejamento da pesquisa. Projeto de pesquisa. Objetivo: Iniciar o graduando em trabalho de pesquisa, estimulando suas capacidades investigativa e produtiva e contribuindo para sua formação profissional, científica e sócio política. Conhecer os princípios e passos fundamentais da metodologia e da pesquisa científica; Elaborar projeto de pesquisa. Interpretar, redigir e avaliar trabalhos científicos de acordo com as normas técnicas. Bibliografia: Básica: ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT comentadas para trabalhos acadêmicos. 5. ed. Curitiba: Juruá Editora, 2012. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. VELOSO, Waldir de Pinho. Metodologia do trabalho científico: normas técnicas para redação de trabalho científico. 2. ed. Curitiba: Juruá Editora, 2011. Complementar: ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2003. GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Teoria da ciência e prática da pesquisa. 26. ed. São Paulo: Vozes, 2009. LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MENDONÇA, Alzino Furtado. Metodologia científica: guia para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Goiânia: Faculdades ALFA, 2003. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 54 Disciplina: PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS I Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Lógica de Programação II Ementa: Desenvolvimento de softwares utilizando os conceitos de orientação a objetos como Classe, Objeto, Instância, Herança, Polimorfismo, Encapsulamento, Construtores, Destrutores, Atributos, Métodos; Manipulação de Strings; Palavras reservadas das linguagens; Tratamento de Exceções. Objetivo: Implementar conceitos de orientação a objetos impactando na mudança de paradigma de programação, usando algumas das principais linguagens de programação Orientada a Objetos disponíveis no mercado, capacitando o aluno no desenvolvimento de softwares. Bibliografia: Básica: DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Edson Furmankiewick. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. HORSTMANN, C. S.; CORNELL, G. Core Java: fundamentos. Volume 18. São Paulo: Pearson, 2010. SERSON, R. R. Programação orientada a objetos com Java. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. SIERRA, K.; BATES, B. Use a cabeça! Java. 2.ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005. Complementar: ARNOLD, K.; GOSLING, J.; HOLMES, D. A Linguagem de programação java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. COELHO, A. Java com orientação a objetos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2012. FURGESI, S. Java 7: ensino didático. São Paulo: Érica, 2010. JAMSA, Kris PH. D; KLANDER, Lars. Programando em C/C++ “a bíblia”. São Paulo-SP. Makron Books. 2010. MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. 55 Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS I Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Engenharia de Software Ementa: Fundamentos de Modelagem de dados e Análise de Sistemas. Ênfase nos conceitos de Modelagem Orientada a Objetos. Classes e seus relacionamentos. Modelagem de sistemas orientados a objetos utilizando diagramas UML: classes, casos de uso, atividades e sequência. Objetivo: Introduzir conceitos fundamentais da análise de sistemas relacionados com a Modelagem Orientada a Objetos, capacitando o aluno a modelar aplicações utilizando diagramas UML (versão adequada/atual). Bibliografia Básica: BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML: um guia prático para modelagem de sistemas orientados. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. BOOCH, G., RUMBAUGH, J., JACOBSON, I. UML: guia do usuário. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2005. LIMA, Adilson da Silva. UML 2.0: do requisito à solução. 4 ed. São Paulo: Érica, 2009. Complementar: AHAMED, Knawar Zaman – Desenvolvendo aplicações comerciais em Java e UML. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2002. BLAHA, M. e RUMBAUGH, J. Modelagem e projetos baseados em objetos com UML 2. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. FURLAN, José Davi. Modelagem de objetos através da uml: análise e desenho orientados a objeto (the Unified Modeling Language). São Paulo: Makron Books, 1998. GUEDES, Gilleanes, T. A. UML: uma abordagem prática. São Paulo. Ed. Novatec, 2004. MEDEIROS, Ernani. desenvolvendo software com Uml 2. 0 definitivo. SÃO PAULO: Pearson Makron Books, 2004. 56 Disciplina: BANCO DE DADOS II Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Banco de Dados I Ementa: Teoria de projeto de bancos de dados, processamento de consultas e atualizações. Funções, gatilhos e procedimentos armazenados. Organização de Dados e Estruturas de Armazenamento. Transa- ções. Controle de concorrência. Recuperação após falhas. Segurança. Objetivo: Apresentar técnicas implementadas internamente em sistemas de gerenciamento de bancos de dados, incluindo processamento de consultas e controle de transações, além de conceitos e técnicas de bancos de dados distribuídos e não convencionais e uma visão das tendências atuais da pesquisa e das aplicações de bancos de dados. Ao final da disciplina, o aluno deverá ser capaz de entender e avaliar as técnicas utilizadas por sistemas de gerenciamento de bancos de dados, sendo capaz de utilizá-lo de forma eficiente além de acompanhar a evolução dessa tecnologia. Bibliografia: Básica: DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São Paulo. Pearson- Addison-Wesley, 2010. SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. Complementar: ALVES, W. P. Banco de dados teoria e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2009. BEIGHLEY L. Use a Cabeça! SQL. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008. GILLENSON, M. L. Introdução à gerência de banco de dados. Rio de Janeiro: LTC, 2009. RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de gerenciamentos de bancos de dados. 3.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill Brasil, 2008. XAVIER, Fabricio, S, V.; PEREIRA, Leonardo, Bruno, R. SQL dos conceitos às consultas complexas. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2009. 57 Disciplina: ESTRUTURAS DE DADOS Formação: Específica Série/Período: 3º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Lógica de Programação II Ementa: Introdução à estrutura de dados; Métodos de ordenação e Pesquisa; Listas lineares; Listas encadeadas;Estruturas de Pilhas; Estruturas de Filas; Árvores Binárias. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando tais estruturas em aplicações específicas. Objetivo: Empregar as principais estruturas de dados e algoritmos de pesquisa e de ordenação na resolução de problemas computacionais práticos. Bibliografia: Básica: CELES, W.; CERQUEIRA, R.F.G.; RANGEL, J.L.M. Introdução a estrutura de dados: com Técnicas de Programação em C. Rio de Janeiro: Campus, 2004. PEREIRA, S. L. Estrutura de dados fundamentais: conceitos e aplicações. São Paulo. Érica, 2000. VELOSO, Paulo A. S. Estrutura de dados. Rio de Janeiro. Ed Campus. 2000. Complementar: AARON M. Tenenbaum, YEDIDYAH Langsam, MOSHE J. Augenstein. Estruturas de dados usando c. São Paulo. Editora Pearson, 1995. DROZDEK, Adam. Estrutura de dados e algoritmos em C++. São Paulo. Editora Thomson Pioneira, 2002. GUIMARÃES, A. Moura . Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. LAFORE, R. Estruturas de dados e algoritmos em java. Rio de Janeiro. Editora Ciência Moderna, 2005. PUGA, Sandra, G. R. Lógica de programação e estrutura de dados, com aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008. TENENBAUM, Aaron M. Estrutura de dados usando C. São Paulo: Makron Books 1995. 58 Disciplina: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Matemática Elementar Ementa: Estatística Descritiva: Introdução. Distribuição de frequência e seus gráficos. Medidas de Posição. Medidas de Dispersão. Medidas de assimetria e curtose. Correlação e regressão. Probabilidade. Distribuição de probabilidades discretas. Distribuições de probabilidades normais. Estatística Inferencial: Intervalos de confiança. Testes de hipótese. Objetivo: Utilização de conceitos e técnicas relacionadas à estatística, as quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos. Bibliografia: Básica: CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2002. LARSON e FARBER. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. TOLEDO, G. L. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. Complementar: BUSSAB, W. O. e MORETTIN, P. A. Estatística básica, 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000. FONSECA, J. S. e Martins, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 2006. MONTEIRO FILHO, G. Estatística prática geral. Goiânia: Vieira, 2003. MONTGOMERY e RUNGER. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 59 Disciplina: EMPREENDEDORISMO Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Conceitos. Mudanças nas relações de trabalho. Características empreendedoras. A motivação na busca de oportunidades. O funcionamento de um negócio. Estudo de viabilidade. Objetivo: Formar Profissionais capazes de aliar a competência profissional, científica e humanística para atuarem em diferentes contextos organizacionais. Buscando identificar no mercado as oportunidades. Bibliografia: Básica: BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2000. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de sucesso. São Paulo: Atlas, 2009. Complementar: AZEVEDO, João Humberto. Como abrir seu próprio negócio. Brasília: SEBRAE/DF, 1996. DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Sextante: 2008. _____. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999. DORNELAS, José C. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013. FERRACCIÚ, João de Simoni Soderini. Marketing promocional: a evolução da promoção de vendas. 6a. ed. São Paulo. Pearson Prentice Hall, 2007. 60 Disciplina: DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL Formação: Básica Série/Período: 3º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Mudanças e transformações. Mudança na vida pessoal. Elaboração de Currículo Pessoal. Marketing Pessoal. Projeto de Carreira e o mercado de trabalho. Técnicas de Apresentação em Público. O grupo como instrumento de trabalho. Liderança. Desenvolvimento de equipes. Objetivo: Sensibilizar os acadêmicos a respeito das transformações que as pessoas e as empresas estão enfrentando. Trabalhar as formas pelas quais as mudanças se processam e se instalam, indicando maneiras e atitudes adequadas para recebê-las, administrá-las e comprometer-se com elas. Promover o aperfeiçoamento, a integração e o desenvolvimento de habilidades que possibilitem melhorias na performance individual e alcance dos objetivos profissionais. Bibliografia: Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. 7. ed. São Paulo: Manole, 2008. KANAANE, R.; Comportamento humano nas organizações. 2. ed. São Paulo:Atlas; 1999. ROBBINS, S.P.; Comportamento organizacional. 10. ed. São Paulo; Prentice Hall; 2011. SNELL, Scott.; BOHLANDER, George W. Administração de recursos humanos. 14. ed. São Paulo: Cengage Learning., 2009. Complementar: CARVALHO, Isabel Cristina Moura. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2012. GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas. 2001. GRÜN. Anselm. Vida profissional e pessoal. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. MARRAS, John W.,Jean Pierre. Administração de recursos humanos. 14. ed. São Paulo: Futura. 2012. FLEURY, Maria Tereza Leme. As Pessoas na organização. 4. ed. São Paulo: Gente, 2002. 61 Disciplina: PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO II Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Programação Orientada a Objeto I Ementa: Linguagem orientada a objetos; A linguagem e suas máquinas virtuais; Interfaces e processamento de eventos; Programação gráfica na linguagem; Fluxo e filtros de dados. Sockets e invocação remota de métodos; Programação concorrente usando threads. Conexão a bancos de dados. Pacote Swing. Objetivo: Identificar conceitos e técnicas de orientação a objetos, classes de objetos a partir de entidades do mundo real aplicadas em uma linguagem de programação orientada a objetos. Bibliografia: Básica: David J. Barnes & Michael Kölling, Programação orientada a objetos com Java. 4. ed. Porto Alegre: Pearson Education do Brasil, 2009. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. 6. ed. Porto Alegre: Pearson Education do Brasil, 2008. FURGERI, S. Java 7 Ensino Didático. São Paulo: Editora Érica, 2010. Complementar: ARNOLD, K.; GOSLING, J.; HOLMES, D. A Linguagem de programação java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. BARNES, Kölling. Programação orientada a objetos com java: uma introdução prática usando o BlueJ. 4.ed. São Paulo. Editora Pearson Prentice Hall, 2009. COELHO, A. Java com orientação a objetos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2012. JAMSA, Kris PH. D; KLANDER, Lars. Programando em C/C++ “a bíblia”. São Paulo-SP. Makron Books. 2010. MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. SIERRA, K.; BATES, B. Use a cabeça! Java. 2.ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005. 62 Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS II Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Análise e Projeto de Sistemas I Ementa: Conceitos de Projeto. Projeto de arquitetura de software. Projeto de componentes. Análise e projeto de interface do usuário: análise de interface, passos do projeto de interface. Projeto de WebApps. Projeto de software baseado em padrões e padrões de projeto. Objetivo: Produzir modelos ou representações de software robustos e práticos, explorando: conceitos e princípiosaplicáveis a todo projeto de software, elementos dos modelos do projeto e o impacto dos padrões no processo do projeto. Bibliografia Básica: DENNIS, A., WIXON, B.H., ROTH, R.M., Análise e Projeto de Sistemas. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. GAMMA, E., JOHNSON, R., VLISSIDES, J., HELM, R. Padrões de Projeto. Porto Alegre: Bookman, 2005. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011. Complementar: BEZERRA, E. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML: um guia prático para modelagem de sistemas orientados. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. FREEMAN, E. Use a Cabeça! Padrões de Projeto. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books. 2007. SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011. WAZLAWICK, R.S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação orientado a objetos . 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2010. WEST, D., MCLAUGHLIN, B., POLLICE, G. Use a Cabeça! Análise e Projeto Orientado a Objeto. Rio de Janeiro: Alta Books. 2007. 63 Disciplina: QUALIDADE E TESTE DE SOFTWARE Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Engenharia de Software Ementa: Conceitos de Qualidade. Controle, garantia e custo da qualidade. Técnicas de Revisão. Garantia da qualidade de software. Confiabilidade de Software. Estratégias de teste de software: Teste de validação e de sistema, depuração. Teste de: aplicativos convencionais, orientados a objeto e aplicações web. Desenvolvimento guiado por testes. Gestão de Configuração de Software. Gestão de Configuração para WebApps. Métricas de: produto, modelo de requisitos, modelo de projetos, projetos para WebApps, código-fonte, teste, manutenção. Objetivo: Compreender princípios, técnicas e conceitos aplicados ao gerenciamento e controle da qualidade e do teste de software. Garantir uma melhor preparação para a produção de software com alta qualidade. Bibliografia: Básica: BARTIÉ, A. Garantia da Qualidade de Software: adquirindo maturidade organizacional. Rio de Janeiro: Campus, 2002. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011. RIOS, E., MOREIRA, T. Teste de Software. 3. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013. Complementar: BECK, K. TDD – Desenvolvimento Guiado por Testes. Porto Alegre: Bookman, 2010. KOSCIANSKI, A., SOARES, M.S. Qualidade de Software. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2007. MOLINARI, L. Gerência de configuração: técnicas e práticas no desenvolvimento do software. Florianópolis: Visual Books, 2007. _____. Testes de Software: produzindo sistemas melhores e mais confiáveis. 2 ed. São Paulo: Érica, 2005. SAMPAIO, C. Qualidade de Software na Prática. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2014. 64 Disciplina: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO I Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Conceitos de dado, informação, conhecimento e decisão. A origem e o conceito da Teoria Geral de Sistemas. Sistemas: conceitos, objetivos e componentes de sistemas de informação, classificações de sistemas e Sistemas de Informação, elementos, ambiente, sistema empresa. Objetivo: Introduzir os conceitos básicos da teoria geral dos sistemas e seu emprego na área de Tecnologia de Informação e da Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Bibliografia: Básica: O’BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. STAIR, R.M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 6. ed. São Paulo: Cengage, 2011. CASSARRO, A.C. Sistemas de informações para tomada de decisões. 4. ed. São Paulo: Cengage, 2010. Complementar: BIO, S.R. Sistemas de Informação – um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. CORTÊS, P.L. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Saraiva, 2008. HOFFMANN, A.R. PLANTULLO, V.L. Sistemas de Informação – Fundamentos. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2008. LAUDON, K.C. Gerenciamento de Sistemas de Informação. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de Informações Gerenciais. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 65 Disciplina: SISTEMAS OPERACIONAIS Formação: Específica Série/Período: 4º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Visão geral e funcionalidades dos Sistemas Operacionais, Processos e threads, Gerenciamento do Processador, Gerenciamento da Memória, Sistemas de Arquivos, Gerenciamento de Dispositivos. Segurança de sistemas operacionais. Objetivo: Compreender a importância dos sistemas operacionais em relação aos sistemas computacionais, discernindo suas funções com desempenho, viabilidade e segurança; relacionando estas funções aos principais sistemas operacionais utilizados no mercado. Bibliografia: Básica: MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Fundamentos de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2011. NEMETH, E.; SNYDER, G.; HEIN, T. R. Manual completo do linux: guia do administrador. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007. TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010. Complementar: DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2005. FLYNN, I.; MCHOES, A. M. Introdução aos sistemas operacionais. São Paulo: Cengage Learning, 2008. MACHADO, F. B.; MAIA, L. P. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Fundamentos de sistemas operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas operacionais, projeto e implementação. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. 66 Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Introdução: Matriz, Determinantes e Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais: Introdução, Espaços vetoriais, Subespaços vetoriais. Combinação Linear. Dependência e independência linear. Base e Dimensão. Produto interno. Transformações Lineares: Transformações lineares. Núcleo e Imagem de uma transformação linear. Operações com transformações lineares. Operadores lineares. Autovalores e autovetores: Determinação e propriedade de Autovalores e autovetores. Diagonização de operadores. Objetivo: Desenvolver a capacidade de raciocínio crítico, lógico e dedutivo, utilizado no estudo do desenvolvimento e sua variação, tendo como objetivo deste estudo, os espaços vetoriais e das transformações lineares entre eles. Bibliografia: Básica: BOLDRINI, José Luiz. Álgebra à álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 2000. KOLMAN e HILL. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8 ed: Rio de Janeiro: LTC. 2006. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. Complementar: COELHO, Flavio Ulhoa; LOURENÇO, Mary Lilian. Um Curso de Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2005. LAY. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. LIMA, Elon Lages. Álgebra linear. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 1996. LEON, Steven J. Álgebra Linear com Aplicações. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. HOWARD, Anton. Álgebra Linear com aplicações. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bookman Companhia Editora, 2012. 67 Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: A disciplina abordará temas relacionados ao estudo da natureza e de seus sistemas de funciona- mento de forma a desmistificar as relações entre seres vivos e o ambiente, ciclos naturais, impac- tos ambientais, legislação, aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais ligados ao aproveita- mento dos recursos naturais visando desenvolvimento do pensamento crítico por meio de estudos filosóficos, científicos, socioeconômicos na ótica socioambiental, valorizando a participação, a cooperação e a ética. Objetivo: Proporcionar oportunidade de desenvolver conhecimento e de reflexões sobre a problemáticasocial e ambiental nas empresas sob os enfoques técnico e humano. Bibliografia: Básica: ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex, 2010. OLIVEIRA, Gilvan Sampaio de. Conservação do meio ambiente, aquecimento global e desa- fios para o século 21. São Paulo: Barsa Planeta, 2010. SCOTTO, Gabriela; CARVALHO, Isabel; GUIMARÃES, Leandro Belinaso. Desenvolvimento sustentável. Petrópolis: Vozes, 2007. Complementar: BARCELOS V.; ZAKRZEVSKIS B.(org). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2002. BEGON, M., TOWNSEND, C.R e HARPER, J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Porto Alegre: ABES, 2001. CARVALHO, Isabel. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. D’ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, A. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: IPT, 2000. PICHAT, P. A gestão dos resíduos. Porto Alegre: Instituto Piaget, 1998. SERÔA da MOTA, R.Manual para valoração econômica de recursos ambientais. Brasília: IPEA, 1998. VIEIRA, P.F. e WEBER, J. (orgs.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3.ed. São Paulo: Editora Cortez. 2002. 68 Disciplina: LIBRAS Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Vocabulário básico, construção de enunciados e comunicação nas LIBRAS. A inclusão do surdo na sociedade. Objetivo: Identificar aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Utilizar com propriedade a LIBRAS na comunicação com o surdo. Contribuir para a inclusão social do surdo. Bibliografia: Básica: BERGAMACHI, R.I.; MARTINS, R. Discursos atuais sobre a surdez. Canoas: La Salle, 1996. Disponível em http://www.ines.gov.br/paginas/revista/debate3.htm. Acesso em: 30/novembro/2011. FELIPE, Tânia A. Libras em contexto. 7.ed. Brasília: MEC/SEESP, 2010. SACKS, Oliver; MOTTA, Laura Teixeira. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia de Bolso, 2010. Complementar: BRITO, L.F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Editora Tempo Brasileiro, 1995. COUTINHO, D. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. Local: João Pessoa Editor: Arpoador Nº Edição: Ano: 2000. FELIPE, T. A. Libras em contexto. Brasília Editor: MEC/SEESP Nº Edição: 7 Ano: 2007. LABORIT, Emanuelle Obra: O Vôo da Gaivota. Paris Editor: Copyright Éditions Nº Edição: Ano: 1994. GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudo linguísticos. Porto alegre: Artmed, 2004. _____; VASCONCELLOS, M. L. B. de. Questões teóricas das pesquisas em línguas de sinais. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2008. _____. Estudos surdos, III. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2008. SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre Editor: Mediação Nº Edição: Ano: 1998. 69 Disciplina: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA Formação: Básica Série/Período: 4º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem, racismo e racialismo, preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil: entre as abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de Ações Afirmativas e Discriminação Positiva – a questão das cotas. Objetivo: Desenvolver critérios que levem o aluno a refletir sobre os elementos que caracterizam a formação cultural brasileira, bem como desenvolver a visão crítica em relação às singularidades relativas aos elementos culturais dos povos afro-brasileiros e indígenas. Bibliografia: Básica: BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. Parecer CNE/CP3/2004. Estatuto da Igualdade Racial – Brasília – DF, 2003. MEC/SECAD. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal n 10.639/03 – Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade 2005 – Brasília – DF. OLIVEIRA, Iolanda de (org.). Relações raciais e educação: novos desafios. Rio de Janeiro, DP&A, 2003. Complementar: BANDEIRA, Maria de Lourdes. Antropologia. Diversidade e Educação. Fascículos 3º e 4º, 2º ed. rev. Cuiabá, EDUFMT, 2000. Boletim DIEESE, Ed. Especial – A desigualdade racial no mercado de trabalho, Novembro, 2002. CANDAU, Vera Maria. (Coord.) Somos tod@s iguais? – Escola, discriminação e educação em direitos humanos – Rio de Janeiro, DP&A. 2003. JACCOUD, Luciana de Barros; BEGHIN, Nathalie. Desigualdades raciais no Brasil: um balanço da intervenção governamental. Brasília, Ipea, 2002. RICARDO, Carlos Alberto (editor). Povos Indígenas no Brasil, 1996-2000, São Paulo: Instituto Socioambiental, 2000. PREZIA, Benedito; HOORNAERT, Eduardo. Brasil Indígena: 500 anos de resistência, São Paulo: FTD, 2000. 70 Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA WEB I Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Programação Orientada a Objeto II Ementa: Histórico e evolução da Internet; Principais Ferramentas atuais e recursos da Internet; Navegação Web e Web 2.0; Projeto e Geração de Websites; Comandos da Linguagem HTML; Design de interface na Web; Comandos da Linguagem JavaScript; Gerenciadores de Conteúdo. Objetivo: Desenvolver sistemas web utilizando o paradigma orientado a objetos e baseados em componentes; Aplicações web estruturado segundo o padrão MVC. Bibliografia: Básica: CASTRO, Elizabeth; HYSLOP, Bruce. Guia prático e visual: HTML5 e CSS3. 7. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013. GONÇALVES, Edson. Desenvolvendo aplicações web com JSP, servlets, javaserver faces, hibernate, ejb 3 persistence e ajax. Rio de Janeiro: Moderna, 2007. TODD, Nick; SZOLKOWSKI, Mark. Java server pages: guia do desenvolvedor. Rio de Janeiro. Elsevier, 2003. Complementar: ARNOLD, Ken; GOSLING, James; HOLMES, David. A linguagem de programação java. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. DEITEL, H. M. Java: como programar. 4.ed. Porto Alegre: Bookman. 2003. MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. MANZANO, J.A. Guia de orientação e desenvolvimento de sites: HTML, SHTML, CSS e JavaScript/JScript. 2 ed. São Paulo: Érica, 2008. SILVA, Maurício, S. HTML 5: a linguagem de marcação que revolucionou a web. São Paulo. Novatec, 2011. 71 Disciplina: INTERFACE HOMEM MÁQUINA Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Princípios básicos da interação homem computador; Fundamentos teóricos em IHC; Fundamentos de engenharia de software para construção e layout de interfaces; Ergonomia de software; Acessibilidade de sistemas de informação. Objetivo: Capacitar o aluno a desenvolver interfaces de comunicação entre o computador e o ser humano, de forma a abranger de melhor maneira os conceitos e relações humanas com os aspectos da tecnologia. Bibliografia: Básica: CYBIS, W.; BETIOL, A. H.; FAUST, R. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010. DIAS, C. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. NIELSEN, J.; LORANGER, H. Projetando websites com usabilidade. Rio de Janeiro: Campus, 2007. Complementar: BARBOSA, S. D. J.; SILVA,B. S. da. Interação humano-computador. Rio de Janeiro: Campus, 2010. KALBACH, J. Design de navegação web. São Paulo: Bookman, 2009. KRUG, S. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso à usabilidade na web. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008. NIELSEN, J., TAHIR M. Home Page usabilidade. Rio de Janeiro: Campus, 2002. PREECE, J. J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. Design de Interação: além da interação homem-compu- tador. 3. ed: São Paulo: Bookman, 2013. 72 Disciplina: SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Redes de Computadores I Ementa: Auditoria e os sistemas de informação; A auditoria de computadores; Auditoria de sistemas; Técnicas de auditoria de sistemas; Auditoria do ambiente computacional; Aspectos de Segurança envolvidos em computação; Segurança em desenvolvimento de aplicações. Objetivo: Compreender a importância e o valor das informações como um ativo de qualquer organização, entidade, órgão ou indivíduo desenvolvendo a capacidade de reconhecer riscos e ameaças e apresentando soluções e medidas preventivas e corretivas para eliminar, corrigir ou defender os ativos contra as referidas ameaças. Bibliografia: Básica: ALBUQUERQUE, R.; RIBEIRO, B. Segurança no desenvolvimento de software. Rio de Janeiro: Campus, 2002. ALVES, G. A. Segurança da informação: uma visão inovadora da gestão. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006. IMONIANA, J. O. Auditoria de sistemas de informação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. LYRA, M. R. Segurança e auditoria em sistemas de informação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. SCHMIDT, P. Fundamentos de auditoria de sistemas. São Paulo: Atlas, 2006. Complementar: ALBERTIN, A. L.; PINOCHET, L. H. C. Política de segurança de informações: uma visão organizacional para a sua formação. Rio de Janeiro: Campus, 2010. DIAS, C. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. São Paulo: Axcel Books, 2000. HOGLUND, G.; MCGRAW, G. Como quebrar códigos: a arte de explorar (e proteger) software. São Paulo: Pearson, 2006. MITNICK, K. D.; SIMON, W. L. A Arte de enganar. São Paulo: Pearson, 2003. SÊMOLA, M. Gestão da segurança da informação: uma visão executiva. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 73 Disciplina: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO II Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 27 Pré-requisito: Fundamentos de Sistemas de Informação I Ementa: Sistemas: Transacionais, de Apoio a Decisão, de Informação Gerencial, de Suporte Executivo e Sistemas Especialistas. Desenvolvimento de Sistemas. Objetivo: Preparar o aluno para aplicar os conceitos de Sistemas de Informação, inserido na tecnologia e no ambiente da aplicação. Discutir o uso estratégico dos sistemas de informação. Bibliografia: Básica: O’BRIEN, J.A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. STAIR, R.M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 6. ed. São Paulo: Cengage, 2011. CASSARRO, A.C. Sistemas de informações para tomada de decisões. 4. ed. São Paulo: Cengage, 2010. Complementar: BIO, S.R. Sistemas de Informação – um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. CORTÊS, P.L. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Saraiva, 2008. HOFFMANN, A.R. PLANTULLO, V.L. Sistemas de Informação – Fundamentos. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2008. LAUDON, K.C. Gerenciamento de Sistemas de Informação. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de Informações Gerenciais. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 74 Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA E SISTEMAS MULTIMÍDIA Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81 Pré-requisito: - Ementa: Computação gráfica: origem e definição. Introdução ao processamento de imagens. Periféricos. Representação de objetos. Visualização bidimensional. Visualização tridimensional. Introdução ao realismo tridimensional. Introdução aos sistemas multimídia e hipermídia; Características dos dados multimídia. Princípios, técnicas e padrões de compressão de imagens, áudios e vídeos. Introdução às tecnologias envolvidas e aplicações multimídia. Requisitos de sistemas multimídia distribuídos; Sincronização multimídia: requisitos e mecanismos. Internet e sistemas multimídia. Objetivo: Dominar os conceitos básicos de Computação Gráfica 2D e 3D. Implementar softwares que envolvam técnicas de Computação Gráfica. Dimensionar ambientes de trabalho que envolvam periféricos com capacidade gráfica. Apresentar conceitos da multimídia. Aplicar os conhecimentos na implantação, desenvolvimento e gerenciamento de sistemas multimídia. Bibliografia: Básica: FALLEIROS, Dario Pimentel. O mundo gráfico da informática. São Paulo: Futura, 2003. FILHO, Wilson de Pádua Paula Filho. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC Editora. Rio de Janeiro – RJ, 2000. SCURI, Escaño. Fundamentos da imagem digital. Rio de Janeiro: Tecgraf/PUC-RJ, 1999. Complementar: CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo; LETA, Fabiana R. Computação gráfica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. LOWE, D.; Hall, W. Hypermedia and the Web: An Engineering Approach, Wiley, 1999. MARCHAL, B. XML Conceitos e Aplicações. Berkeley, São Paulo, 2000. PAULA FILHO, W.P. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC editora, Rio de Janeiro, 2011. PITTS – MOULTIS, N & Kirk, C. XML Black Book. Makron Books, São Paulo, 2000. Hearn, D. e Baker, P., Computer Graphics with OpenGL, 3. ed. Prentice Hall, São Paulo: 2003. 75 Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 81 Pré-requisito: - Ementa: Introdução ao ambiente móvel; Configuração do ambiente de desenvolvimento; A plataforma de desenvolvimento; Componentes de tela; Deploy da aplicação; Testes; Componentes de layout; Banco de dados móvel e persistência de dados; Comunicação e transmissão de dados; Componentes personalizados. Objetivo: Capacitar profissionais para o desenvolvimento de aplicativos móveis com persistência e comunicação de dados, usando recursos nativos da plataforma, bem como componentes personalizados. Bibliografia: Básica: ABLESON, W. F.; SEN, R.; KING, C.; ORTIZ, C. E. Android em Ação. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. MEDNIEKS, Z.; DORNIN, L.; MEIKE, G. B.; NAKAMURA, M. Programando o Android. São Paulo: Novatec, 2012. PILONE, D.; PILONE, T. Use a cabeça!: desenvolvendo para iPhone. Rio de Janeiro: Alta Books, 2011. Complementar: FAIRBAIRN, C. K.; FAHRENKRUG, J.; RUFFENACH, C. Objective-C Fundamental. São Paulo: Novatec, 2012. LECHETA, R. R. Google Android para Tablets. São Paulo: Novatec, 2012. MARK, D.; LAMARCHE, J. Dominando o desenvolvimento no Iphone: Explorando o SDK do iOS. São Paulo: Alta Books, 2014. MUCHOW, J. W. Core J2ME: tecnologia e MIDP. São Paulo: Pearson, 2004. SIMON, J. Head first android development. 1 ed. São Paulo: O'Reilly Media, 2012. 76 Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Formação: Específica Série/Período: 5º Carga Horária: 27 Pré-requisito: Metodologia da Pesquisa Científica Ementa: Metodologia de pesquisa. Diferentes tipos de conhecimento e de pesquisas. Estrutura e apresen- tação de trabalhos acadêmicos. Objetivo: Conhecer a forma de tratar conteúdos e as regras metodológicas necessárias para a confecção de Trabalhos Científicos. Bibliografia: Básica: ANDRADE, M. A. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2009. BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fon- tes, 2008. TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. Complementar: * ALVES, M. Como escrever teses e monografias: um roteiro passo a passo. Rio de Janeiro: El- sevier, 2007. BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. SEVERINO,A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010. *De acordo com o projeto específico de cada TCC e indicações do professor-orientador. 77 Disciplina: ÉTICA E LEGISLAÇÃO APLICADA À INFORMÁTICA Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Ética e Comportamento; Ética profissional; Questões éticas no uso dos computadores e das tecnologias de computação; Princípios da legislação aplicada; Direitos e deveres do profissional da informática; Autorização de acesso a sistemas (hackers); Direito de propriedade de software (pirataria); Confidencialidade e privacidade de dados. Objetivo: Compreender o posicionamento ético do profissional da informática. Proporcionar discussão sobre legislação aplicada à informática. Identificar e apontar soluções para os problemas jurídicos surgidos com uso crescente da tecnologia da informação. Bibliografia: Básica: BARGER, R.N. Ética na Computação: uma abordagem baseadas em casos. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. ORRICO, Hugo. Pirataria de software. São Paulo: MM Livros, 2004. VIEIRA, J.L. Crimes na Internet: interpretados pelos tribunais. São Paulo: EDIPRO, 2009. Complementar: BITTAR, Carlos Alberto. Direito de autor. 4. Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003. NOGUEIRA, S.D. Crimes de Informática. Belo Horizonte: B.H., 2008. WENDT, E. Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação. 2. ed. Rio de Ja- neiro, 2013. PEASANI, L.M. Direito de Informática – Comercialização e desenvolvimento internacional do software. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2014. SARLET, I.W. Direitos Fundamentais, Informática e Comunicação. São Paulo: Livraria do Advogado, 2006. 78 Disciplina: GERENCIAMENTO DE PROJETO DE SOFTWARE Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Análise e Projetos de Sistemas II Ementa: Conceitos de Gerenciamento de Projeto: as pessoas, o produto, o processo, o projeto. Métricas de Processo e Projeto. Estimativas de projeto de software: planejamento, escopo, viabilidade, recursos. Cronograma de projeto. Gestão de risco: proativa e reativa, riscos de software, identificação, previsão, refinamento, mitigação, monitoramento e controle. Manutenção e reengenharia de software: Engenharia Direta e Reversa, reestruturação. Objetivo: Compreender as técnicas de gerenciamento necessárias para planejar, organizar, monitorar e controlar projetos de software. Bibliografia: Básica: MARTINS, J.C.C. Gestão de Projetos de Desenvolvimento de Software. Rio de Janeiro: Brasport, 2002. MIGUEL, A. Gestão de Projectos de Software. 3. ed. Lisboa: FCA, 2008. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2011. Complementar: MENDES, A. Custo de Software – planejamento e gestão. Rio de Janeiro: Campus, 2013. PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. NOGUEIRA, M. Engenharia de Software – um framework. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson. 2011. VILLEGAS, M., TORRES, A.H., OLIVEIRA, K.M., ANQUETIL, N.P.R., FILHO, G.J. Histórias de Aprendizagem em Projeto de Software: da teoria a prática. Brasília: EdUCB, 2008. 79 Disciplina: GESTÃO DE TI Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Governança Corporativa e Governança de TI. Normas, processos e indicadores de desempenho para a área de TI. Modelos de apoio para Governança de TI: COBIT (Control Objectives for Information and Related Technology); ITIL (Information Technology Infrastructure Library); Six Sigma; BSC (Balanced Scorecard). Objetivo: Capacitar o aluno a compreender os conceitos envolvidos, as habilidades e competências requeridas, as atividades envolvidas no processo de Governança de TI. Além disso, o aluno deverá reconhecer padrões, modelos, diretrizes, orientações e práticas envolvidas na Governança de TI. Bibliografia: Básica: ANDRADE, Adriana; ROSSETTI, Jose Paschoal. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz. Implantando a governança de TI – da estratégia à gestão dos processos e serviços. 3. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2012. WEILL, Peter; ROSS, Jeanne W. Governança de TI: tecnologia da informação. São Paulo: Makron Books, 2006. Complementar: ALBERTIN, R.M.M.; ALBERTIN, A.L. Estratégias de Governança de Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: Campus, 2009. GASPAR, Marcelo & GOMEZ, Thierry & Miranda, Zailton. T.I. - mudar e inovar. resolvendo conflitos com ITIL. São Paulo: Senac, 2010. LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. MAGALHÃES, I. Gerenciamento de serviços de TI na prática – Uma abordagem com base na ITIL. São Paulo: Novatec, 2007. O´BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da internet. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 80 Disciplina: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Introdução: visão geral sobre Inteligência Artificial - IA. Introdução à programação em IA. Representação do conhecimento. Resolução de problemas: métodos de busca, resolução com conhecimento. Raciocínio com incerteza: raciocínio não monotônico, raciocínio estatístico, noções sobre lógica fuzzy. Aprendizagem: nível simbólico (conceito e árvore de decisão), nível subsimbólico (clusters). Comunicação: noções sobre entendimento de linguagem natural. Ação: noções sobre robótica. Algoritmos Genéticos. Objetivo: Apresentar conceitos essenciais sobre inteligência artificial, destacando resolução de problemas, métodos de busca, resolução de problemas intensivo em conhecimento e aprendizagem. Motivar a utilização desses conceitos em aplicações para apoio à tomada de decisão em domínios complexos sem incerteza ou com tratamento aproximado da incerteza. Bibliografia: Básica: BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: fundamentos e prática. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001. COPPIN, N.B. Inteligência artificial. Rio de Janeiro. Ed. LTC, 2010. ROSA, J.L.G. Fundamentos da Inteligência Artificial. Rio de Janeiro. LTC, 2011. Complementar: BARONE, D. Sociedades artificias. Porto Alegre: Bookman, 2003. FERNANDES, Anita Maria da Rocha. Inteligência artificial noções gerais. Florianópolis: Visual Books, 2005. HAYKIN, S., Neural networks and learning machines, 3.ed. São Paulo. Prentice Hall, 2008. RICH, Elaine. Inteligência artificial. São Paulo: Makron Books, 1994. RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial . Rio de Janeiro: Campus, 2013. 81 Disciplina: PROGRAMAÇÃO PARA WEB II Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 81 Pré-requisito: Programação para Web I Ementa: Implementação de servidores Web; POO e SGBD para Web; Introdução as modernas linguagens de programação para Web; Criação de sites dinâmicos; Fusão de tecnologias de programação para Web; Acesso ao banco de dados pela Web; Comércio eletrônico e segurança. Objetivo: Conhecer fundamentos sobre o desenvolvimento de aplicações cliente/servidor. Conhecer uma linguagem de programação baseada em código aberto para desenvolvimento de aplicações web e realizar a interface entre o usuário e aplicação servidora. Desenvolver aplicações compatíveis com redes TCP/IP. Aprender a instalar, configurar, utilizar e oferecer suporte a implantação de SGBDs, entendendo seu funcionamento interno, bem como as técnicas nas quais o mesmo utiliza para processar as consultas e controlar as transações; integrando a tecnologiade banco de dados, rede de computadores e Internet. Bibliografia: Básica: CASTRO, Elizabeth; HYSLOP, Bruce. HTML5 e CSS3: guia prático e visual. 7.ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2013. GONÇALVES, Edson. Desenvolvendo aplicações web com jsp, servlets, javaserver faces, hibernate, ejb 3 persistence e ajax. Rio de Janeiro: Editora Moderna, 2007. MILANI, André. Construindo aplicações web com PHP e MySQL. São Paulo: Novatec, 2010. TODD, Nick; SZOLKOWSKI, Mark. Java server pages: guia do desenvolvedor. Rio de Janeiro. Elsevier, 2003. Complementar: DEITEL, H. M. Java: como programar. 4.ed. Porto Alegre: Bookman. 2003. MANZANO, J.A. G.; COSTA, Junior, R. A. Java 7- programação de computadores: guia prático de introdução, orientação e desenvolvimento. São Paulo: Érica, 2011. MELO, Alexandre Altair de; NASCIMENTO, Maurício G. F. PHP profissional. São Paulo: Novatec, 2007. MICHELE E. DAVIS & JON A. PHILLIPS. Aprendendo PHP & MySQL. Rio de Janeiro. Alta Books, 2008. SILVA, Maurício, S. HTML 5: a linguagem de marcação que revolucionou a web. São Paulo. Novatec, 2011. SOARES, Walace. PHP 5: conceitos, programação e integração com banco de dados. 6. ed. São Paulo Editora Érica, 2010. TONSIG, Sérgio Luiz. PHP com Ajax na Web 2.0: com muitos exemplos práticos!. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2007. 82 Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Formação: Específica Série/Período: 6º Carga Horária: 27 Pré-requisito: Trabalho de Conclusão de Curso I Ementa: Realização de monografia sobre uma temática de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Objetivo: Exercitar ferramentas da pesquisa científica e aprofundar conhecimentos relativos à Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Bibliografia: Básica: ANDRADE, M. A. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 9a ed. São Paulo: Atlas, 2009. BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fon- tes, 2008. TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. Complementar:* ALVES, M. Como escrever teses e monografias: um roteiro passo a passo. Rio de Janeiro: El- sevier, 2007. BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007. *De acordo com o projeto específico de cada TCC e indicações do professor-orientador. 83 13 FUNCIONAMENTO O curso de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será em turno noturno (de segunda a sexta-feira) e matutino (aos sábados). A previsão é de entrada anual é de 30 alunos e o curso terá a duração de três anos, divididos em seis períodos, sendo que o tempo para integralização máxima do curso é de 14 semestres. 13.1 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS A infraestrutura recomendada para funcionamento do Curso Superior Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é composta por: • Biblioteca incluindo acervo específico e atualizado; • Laboratório de arquitetura de computadores; • Laboratório de Redes e Sistemas Operacionais; • Laboratório de informática com programas específicos e conectados à internet. Estará disponível aos alunos do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, laboratórios de informática/matemática, além da estrutura global da instituição, o que inclui Biblioteca com acervo atualizado, centro esportivo, serviços de saúde, moderna estrutura física e administrativa. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 1 – S102(Manutenção) Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados). Linux, Windows XP, Open Office, Java, C++ Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 84 30 Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 Ghz. Nome da Placa-Mãe - MSI G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor -DELL LCD 18.5" WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. Kit Multimídia 02 Ar condicionado 30 Kit de ferramentas manutenção Quadro 1. Laboratório Informática Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 2 – S103 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados). Linux, Windows 7, Open Office, Java, C++ Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Computadores HP – Processador I5 2.99Ghz, Windows 7, 5000 Gb de HD, 4 Gb de RAM, Placas de Rede, Kit Multimídia lê e grava DVD– 512K de cache. Monitor HP Plug and Play LCD 21” , Placa de rede wireless e placa de rede interna interligados em rede local Linux, Rede Internet. 02 Ar-condicionado 02 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110. Quadro 2. Laboratório Informática Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 3 – S104 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados). Linux, Windows XP, L i b r e Office, Java, C++ Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) 85 Qtde. Especificações 30 Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 Ghz. Nome da Placa Mãe - MSI G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor -DELL LCD 18.5" WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. Kit Multimídia 02 Ar-condicionado Quadro 3. Laboratório Informática Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 4– S105 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados). Linux, Windows XP, LibreOffice, Free Pascal, Java, C++ Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde Especificações 30 Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 GHz. Nome da Placa Mãe - MSI G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 320 Gb. Monitor -DELL LCD18.5" WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. Kitmultimídia 02 Ar-condicionado 01 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110. Quadro 4. Laboratório Informática Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 5– S106 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados). Linux, Windows XP, LibreOffice, Free Pascal, Java, C++ Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde Especificações 86 15 Processador - DualCore Intel Pentium, 2.40 GHz. Nome da Placa Mãe - MSI G31M3V2 (MS-7529). Memória RAM - 2 Gb. Placa de vídeo- Intel GMA 3100 Adaptador gráfico. Placa de rede - Realtek RTL8139/810x Fast Ethernet Adapter PCI Placa de som - Realtek ALC888/1200 PCI. HD - SAMSUNG 3 2 0 G b . Monitor -DELL LCD18.5” WIDE. Teclado ABNT2 (PADRÃO). MOUSE OPTICO. Caixas de som. KitMultimídia 02 Ar-condicionado 01 Estabilizador de tensão 15 KVA, trifásico, entrada 220, saída 110. Quadro 5. Laboratório Informática O laboratório S102 será utilizado na disciplina de Arquitetura e Organização de Computadores. O laboratório 106 será utilizado para as disciplinas de Sistemas Operacionais e Redes. Estes laboratórios são essenciais para o funcionamento do Curso e a preparação do profissional em Tecnologia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. 13.2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICs DISPONÍVEIS Em relação às Tecnologias de Informação e da Comunicação também se faz presente a fim de proporcionarum ensino diferenciado, atrativo e pedagogicamente adequado; com os seguintes recursos: • Datashow: 12 unidades; • Fones de ouvido supra auricular: 39 unidades; • Caixas de som; 03 unidades; • Webcan: 15 unidades. 13.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES A Coordenação de Assistência Estudantil (CAE) e a Coordenação de Apoio Pedagógico ao Discente são os órgãos responsáveis pela assistência estudantil no campus. 87 1941016 Realce 1941016 Realce A CAE é um órgão subordinado ao Departamento de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, que é o responsável pelo desenvolvimento das políticas inclusão social, de apoio e assistência ao estudante buscando a viabilização da sua permanência, desenvolvimento e conclusão do curso. A concessão de Auxílio-Alimentação, fornecido todo mês a estudantes que necessitem de auxílio financeiro para se alimentarem adequadamente durante sua permanência no campus, o Auxílio-transporte, fornecido mensalmente aos estudantes que necessitam de auxílio financeiro para viabilizar seu deslocamento no trajeto residência– campus–residência e o Auxílio Permanência, fornecido todo mês para que o estudante possa manter-se vinculado ao Instituto, em casos comprovados de necessidade financeira específica ou emergencial são as modalidades de auxílio financeiro que o IFG dispõe para os estudantes e cuja prioridade para recebimento é a condição de vulnerabilidade social apresentada pelo estudante. Já a Coordenação de Apoio Pedagógico ao Discente, órgão subordinado à Chefia de Departamento, e é responsável pelo acompanhamento e apoio ao discente, orientação e atendimento às solicitações de responsabilidade do Departamento, visando a melhoria do seu desempenho acadêmico e estudantil, além da participação no planejamento, coordenação e desenvolvimento das atividades de recepção e integração dos alunos no início de cada semestre letivo. Os alunos do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas recebem informações referentes à legislação acadêmica, aos programas institucionais de apoio ao corpo discente, renovação de matrícula, aos prazos previstos em calendário para a tramitação de pedidos de documentos, reposição de avaliações e demais informações de interesse dos alunos. Nesse sentido, esta coordenação organiza, juntamente aos professores do curso, o acompanhamento ao discente em forma de aulas de reforço e de nivelamento para o atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem, bem como atividades de suporte acadêmico, como: empréstimos e/ou doações de livros didáticos de disciplinas do ensino médio (pré-requisitos para a compreensão de disciplinas da graduação), orientações e esclarecimentos quanto aos documentos discentes institucionais, composição da representação discente nas instâncias da Instituição, suporte acadêmico aos alunos que gozam de afastamento temporário das atividades, dentre outras. E se houver necessidade, também há o atendimento psicológico e da assistência social. 88 1941016 Realce 1941016 Realce E de acordo com a Resolução n. 027, de 11 de agosto de 2014 que dispõe sobre o regulamento do Corpo Discente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás ampara o acompanhamento do discente, nivelamento, aulas de reforço, atendimento psicológico, entre outros: V. Apoio pedagógico e financeiro para a participação em atividades. de caráter acadêmico, técnico, científico cultural e esportivo promovidos pela Instituição, interna e externamente, nos termos estabelecidos pelos demais documentos da legislação acadêmica e de assistência estudantil do IFG. VI, Apoio pedagógico e financeiro visando a permanência e o êxito acadêmico, quando, identificadas situações de vulnerabilidade social e de maneira universal, por melo do atendimento da equipe de servidores, médicos, psicólogos, odontólogos, assistentes sociais e pedagogos, além das ações de monitorias e estágios. 13.4 BIBLIOTECA 89 1941016 Realce 1941016 Realce 14 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ENVOLVIDO NO CURSO O quadro de docente conta ainda com dois professores substitutos e está em expansão, estando previstas novas contratações para o suprimento das demandas impostas pelo curso de informática e demais cursos da instituição. 14.1 FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE DOCENTE REGIME TRABALHO GRADUAÇÃO/ INSTITUIÇÃO TITULAÇÃO/ INSTITUIÇÃO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO Alessandro Siqueira da Silva DE Ciência da Computação UFT Especialização/ Faculdade Albert Einstein Informática I* Camila Alves dos Santos DE Graduação Especialização em Formação de Professores Bilíngues/LIBRAS/Faculd ade Alfredo Nasser Comunicação e Expressão Davi Taveira Alencar Alarcão DE Engenharia de Computação PUC-GO Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas / PUC-GO Informática II** Eleusa Maria Leão DE Ciências Sociais Uni Evangélica/GO Mestrado em Sociedade e Região /UFG Sociologia Erivelton Paulo Vitor DE Matemática UFG Mestrado Matemática UFG Matemática 90 Fabiana Pimenta de Souza DE Matemática/U FG Mestrado em Matemática/UFG Matemática Guilherme Ferreira Santos DE Educação Física UFV Mestrado em Educação Física UFES Educação Física Irani Camilo de Souza Silva DE Pedagogia Faculdade de Filosofia do Vale do São Patrício Especialização em Administração e Gerência de Unidades de Ensino pelo Centro de Ensino Superior de Jatai Educação Janice Alves Gomes DE Letras UFG Mestrado em Letras e Linguística UFG Comunicação e Exressão John Carlos Alves Ribeiro DE Geografia / UFG Mestrado em Geografia / UFG Geografia Juscelino Martins Polonial DE Ciências Sociais/ Uni Evangélica/GO Mestrado em História/UFG Sociologia Katia Pereira Fonseca DE Graduação em Administração de Empresas / Faculdade Serra da Mesa / GO Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas / Faculdade Serra da Mesa / GO Administração Laudelina Braga DE Pedagogia UEG Mestrado em Educação UFG Educação 91 Lúcio Baltazar Lopes Júnior 20hs Economia UFU Mestrado Economia UFU Administração Lynwood Livi de Souza DE Sistemas de Informação UEG Mestrado em Ciências Mecânicas/UnB Informática II** Maíza Helena Condé de Souza Melo DE Graduação em Letras/UFV Especialização em Língua Inglesa/Faculdades Integradas de Jacarepaguá Comunicação e Expressão Marcela Ferreira DE Graduação em Letras Português/Esp anhol/UNESP Doutorado em Literatura e Vida Social / UNESP Comunicação e Expressão Marcelo Leite Pereira DE Graduação em Química Industrial / UEG Mestrado em Ciências Moleculares/UEG Química Maria Aparecida de Oliveira Borges DE Letras/Portugu ês/Inglês UEG Especialização em Inglês / Uni Evangélica-GO Comunicação e Expressão Maurílio Humberto Rodrigues Miranda DE Engenharia de Computação PUC-GO Especialização em Tecnologias de Redes/UFLA-MG Informática I* Maycon Pereira de Souza DE Licenciatura em Matemática UFG Especialização em Matemática/UFG Matemática 92 Paulo César Campos DE Administração / PUC-GO Mestrado em Administração / Centro de Gestão a Empreendedora- FEAD-MG Administração Raquel Araújo Mendes de Carvalho DE Graduação em Letras Inglês/ Português/ UFG Especialização em Métodos e Técnicas de Ensino/Universo Inglês e Português Ricardo Barbosa Scalabrini DE Tecnologia em Processamento de Dados/UEG Especialização em Docência Universitária/UEG Informática I* Rodrigo de Freitas Amorim 40hs Graduação em Pedagogia/UF G Especialização em EAD e Novas Tecnologias/Faculdade Educacional da Lapa Educação Sílvia Cristina Dorneles de Moraes DE Licenciatura em Matemática UFG Especialização em Docência Superior Universidade Gama Filho Matemática Syd Pereira Faria 40hs Biologia / UEG Mestrado em Biologia Celular e Molecular /UFG Ciências Biológicas Thiane Marques Torquato 40hs Sistemasde Informação UEG Especialização em Engenharia de Sistemas/UAB Informática II** Vandré Antônio de Assis Gomes DE Matemática/ Universidade Federal de São João Del-Rei UFSJ Mestrado em Matemática/ Universidade Federal de Viçosa/UFV Matemática 93 Viviane Bessa Ferreira DE Tecnólogo em Processamento de Dados / UniAnhanguer a-GO Especialização em Administração em Redes Linux/UFLA-MG Informática II** Weliton de Farias Nascimento DE Matemática UFG Mestrado PROFMAT UFT Matemática Wolney Heleno de Matos DE Graduação em Ciências Biológicas/ Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Mestrado em Geografia, Meio ambiente e Desenvolvimento / UEL Ciências Biológicas Quadro 4. Formação e qualificação do corpo docente * Eixo Tecnológico: Arquitetura de Computadores, Sistemas Operacionais, Redes de Computadores, Lógica e Linguagens de Programação e Teoria da Computação. ** Eixo Tecnológico: Engenharia de Software, Desenvolvimento de Software, Linguagens de Programação, Gestão de TI e Banco de Dados. Além do corpo docente, a instituição conta com o quadro de servidores técnico administrativo. 14.2 QUADRO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS O IFG está realizando concurso público para a contração de servidores técnico- administrativos. A instituição conta com o quadro de servidores técnico administrativo (QUADRO 5), conforme se segue: SERVIDOR TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CARGO Alcides Pereira dos Santos Neto Diretor Administrativo Sabrina Gisele da Silva Felix Bibliotecária Fabiana Pereira Assistente em Administração Amilton Moreira Damasceno Júnior Assistente em Administração Betânia Adorno Assistente em Administração Maria Helena Pereira Magalhães Assistente Social 94 Cinthya Oliveira Sousa Psicóloga Marcilene Dias Bruno de Almeida Pedagoga Vânia Cláudia Guimarães Pedagoga Winder Faik de Sousa Técnico em Tecnologia da Informação Quadro 5. Servidores técnico-administrativos 95 15 CERTIFICADOS E DIPLOMAS Será concedido pelo IFG o diploma de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas ao acadêmico que concluir todas as atividades previstas no Plano de Curso, incluindo-se o TCC, as horas de atividades complementares e o Estágio Supervisionado e alcançar aprovação em todas as unidades curriculares com, pelo menos, 75% de frequência. 96 16 REFERÊNCIAS BRASIL. (CNE, 2002) Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Resolução CNE/CP n.°3, 18 de dezembro de 2002. _____, (IFG, 2009) Projeto Político Pedagógico do IFGOIÁS. IFG – Instituto Federal de Goiás. 2009. _____, (INEP, 2011) Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Portaria INEP nº 190 de 12 de julho de 2011 – Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13. Disponível em: http://portal.inep.gov.br/legislacao-2011. Acessado em 25 nov 2013. _____, (MEC, 1999) Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática. Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática – CEEInf. MEC – Secretaria de Educação Superior. 1999. _____, (MEC, 2006) Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia - Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) – MEC, Dezembro/2006. _____, Ministério da Educação. Institutos Federais: comentários e reflexões. Brasília, DF, 2008. _____, (SBC, 2003) Currículo de Referência da SBC para Cursos de Graduação em Computação e Informática. SBC – Sociedade Brasileira de Computação. 2003. MANDEL, Arnaldo. SIMON, Imre. LYRA, Jorge L. de. Informação: computação e comunicação. Revista USP, São Paulo, set./out./nov. 1997. Disponível em: . Acesso em: 1 dez. 2013. MOURA, Dante Henrique. A Relação entre a educação profissional e a educação básica na CONAE 2010: possibilidades e limites para a construção do novo Plano Nacional de Educação. Educ. Soc. Campinas. 2010. vol.31, n.112, pp. 875-894. Disponível em: . Acesso em: 17 dez. 2013. OLIVEIRA, José Palazzo Moreira de. Sistemas de Informação e Sociedade. Ciência e Cultura, v. 55, n. 2, São Paulo, Abr/Jun. 2003. Disponível em: Acesso em: 1 dez. 2013. 97 http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252003000200023&script=sci_arttext http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252003000200023&script=sci_arttext BRASIL. (CNE, 2002) Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Resolução CNE/CP n.°3, 18 de dezembro de 2002.com a área de informática, alusivas a computadores, a rede mundial, a trabalho em grupo, sobre ensino a distância, sobre a Internet, sobre as Intranets, sobre Linux, Windows, Netscape, Java e tantos outros temas denotados por palavras que foram se incorporando ao vocabulário atual a partir dos primeiros anos da década de 1990 e, que cada vez mais rapidamente, vêm adquirindo adeptos em grandes números, forçados ou não a aderir. É impressionante o grande volume de traduções e textos originais em português, sem similar em outra área de atividade (MANDEL; SIMON; LYRA, s.d.). A Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática (CEE Inf) do MEC, no final dos anos 1990 e no documento “Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática” (BRASIL, 1999), propôs novas diretrizes para os cursos da área de computação e informática, dividindo a mesma em quatro grandes categorias: • Os cursos que têm predominantemente a computação como atividade-fim; • Os cursos que têm predominantemente a computação como atividade-meio; • Os cursos de Licenciatura em Computação; • Os cursos de Tecnologia. Assim, os cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Siste- mas estão compreendidos nas categorias 2 e 4. Pois, confirmando assim que têm predominân- cia na computação como atividade-meio, mas também se enquadram na definição de cursos de Tecnologia. O curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com o propósito de atender a natureza do item 4, mantém coerência entre a denominação do curso e o currículo proposto. Sendo um curso dinâmico, a área de computação e informática encontra 9 neste curso tecnológico uma possibilidade eficiente para solucionar os problemas no mercado de trabalho. Os recursos computacionais auxiliam o desempenho de funções técnicas ou adminis- trativas que com a difusão da Internet, passaram a fazer parte da vida e do trabalho dos indiví- duos. O estágio de desenvolvimento dos recursos computacionais é caracterizado não somente pela tecnologia utilizada, mas, principalmente, pelos métodos de trabalhos decorrentes do em- prego desta tecnologia. É preciso ter presente que a um dado estágio tecnológico corresponde sempre um ambiente cultural. O desenvolvimento do ambiente cultural, incorporando as no- vas tecnologias aos hábitos, é um processo demorado que requer um lento amadurecimento. Percebe-se a grande dependência entre os recursos computacionais e a estrutura do trabalho pela observação da realidade: um determinado ambiente social gera necessidades que não po- dem ser supridas pela tecnologia disponível, um novo recurso permite a implantação de outros métodos de trabalho ou de ação que influenciam o ambiente e a própria produção de bens e serviços. Estas modificações geram, por sua vez, novas necessidades e estimulam o surgimen- to de avanços tecnológicos (OLIVEIRA, 2003). Outro ponto a observar, é que empresas e organizações nos mais diversos tamanhos estão utilizando cada vez mais os recursos computacionais no desenvolvimento de suas atividades estratégicas, gerenciais, operacionais e, também, na dinâmica e qualidade dos seus produtos e/ou serviços. Esses aspectos engendram desafios e perspectivas cada vez maiores para o desenvolvi- mento de uma infraestrutura de tecnologia com pessoas e procedimentos metodológicos ne- cessários para que o exercício da produção seja realizado da forma esperada, com padrões de segurança e confiabilidade, e apresentem características como diversas etapas de produção, flexibilidade e dinamismo. Desafios estes que só podem ser superados mediante o exercício da capacidade empreendedora e da compreensão eficaz do processo tecnológico (BRASIL, 2002). Diante dessa realidade, e no intuito de atender as demandas da comunidade local e re- gional, e visando o desenvolvimento de sistemas de informação contextualizados ao cenário tecnológico atual e futuro, torna-se necessária a formação de profissionais, o incremento de pesquisas e inovação tecnológica. Este é exatamente o objetivo do IFG–Campus Uruaçu ao 10 elaborar este projeto do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sis- temas. Dessa forma, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Siste- mas enfatiza o ensino, a pesquisa e a extensão, tendo como subsídio uma discussão acerca da finalidade da formação, bem como as suas relações com o desenvolvimento socioeconômico. Por isso, no planejamento das atividades deve se primar pelas trocas de experiências e de co- nhecimentos com a realidade vivenciada pelos alunos. Outro aspecto fundamental, é que o tra- balho das diversas áreas de conhecimento e de sua produção deve estar imbricado numa pers- pectiva multidisciplinar, interdisciplinar e de contextualização dos conteúdos, levando-se em conta a formação não somente do profissional, mas também do sujeito como cidadão crítico, criativo e dinâmico. Contribuindo assim, com a superação da dualidade histórica marcando da Educação Profissional no Brasil, que desde seus primórdios privilegiou os ricos para o exercí- cio de profissões e funções culturalmente elitizadas e legou às classes pobres e menos desfa- vorecidas os caminhos de uma profissionalização aligeirada e de baixa qualidade (MOURA, 2010). 11 2 JUSTIFICATIVA DO CURSO O município de Uruaçu, fundado no dia 4 de Julho de 1931, se encontra às margens da BR-153 (Rodovia Belém Brasília), a 280 quilômetros de Goiânia (via BR-153 e GO-080) e a 270 de Brasília (via BR-080). Segundo dados do IBGE, a cidade possui uma população esti- mada para o ano de 2013 de 38.854 habitantes. Com uma área de 2.141.776 km² e por seu po- sicionamento geográfico estratégico, estando às margens de uma das principais rodovias que corta o país, a BR-153, e o segundo maior reservatório de água do país, o Lago Serra da Mesa, representa um importante papel socioeconômico na região em que se encontra, por apresentar um comércio forte e diversificado, e uma educação voltada para atender as deman- das sociais e econômicas da região. O IFG Campus Uruaçu é visto como um polo de qualidade na área de educação na re- gião, atendendo a vários municípios em um raio de 100 km. A proposta de implantação e exe- cução do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas vem ao encontro das finalidades e características dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tec- nologia, conforme o que estabelece a Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008. A implantação de um curso de tecnologia deve estar relacionada à análise da aplicabilidade de dois princípi- os: • Imposição da necessidade de criação de cursos com currículos flexíveis, constante- mente atualizados e condizentes com as mais recentes técnicas da tecnologia pro- dutiva; • Condicionamento da oferta para formação de profissionais necessários em setores de mercado objetivamente definidos e cuja procura lhes garantam oportunidade de imediata alocação profissional e, consequentemente, inserção no mercado de traba- lho com remuneração dentro dos padrões de mercado. Em decorrência do atendimento a esses dois princípios e por tratar a área de informáti- ca como uma ferramenta de utilização cada vez mais cotidiana e necessária, impõe a formação qualificada de profissionais que possam atender um número em constante aumento. 12 Nesse contexto, a informática torna-se um instrumento essencial no processo de supor- te e desenvolvimento de diversas atividades gerenciais e operacionais, exigindo uma demanda de profissionais qualificados. Considerando a economia local da região do norte goiano, apoiada em grande parte no comércio e prestação de serviços, há a necessidade de sistemas de informação eficientes e imediatas. A implantação do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, justifica-se pela necessidade que estes setores da economia possuem em agilizar seus processosgerenciais ante uma economia cada vez mais globalizada. Além disso, suprirá grande carência de cursos de TI na região norte do estado, que contabiliza apenas com Siste- mas de Informação (Porangatu, Ceres e Goianésia), Tecnologia em Redes de Computadores (Crixás) e Gestão de TI (Uruaçu); sendo este último de instituição privada. Portanto, o curso superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será o único com foco em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e um dos únicos na área de TI do norte goiano. Em que pese a necessidade de atendimento da demanda do mercado econômico da região, há que se afirmar também a necessidade de formação humana no sentido pleno, numa instituição federal que vem se consolidando como referência de educação de qualidade e que tem buscado a construção de um currículo cada vez mais integrado, haja vista a articulação dos saberes profissionais e tecnológicos à formação geral e humanística do cidadão. Além destes fatores, o IFG Campus Uruaçu, é uma Instituição Federal consolidada na região que oferece cursos de níveis técnicos na área de informática e, por isso, já possui estrutura física e tecnológica adequada à oferta do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, atendendo desta forma os critérios de planejamento e organização dos cursos superiores profissionais e tecnológicos, conforme disposto no Art. 3º e incisos da Res. CNE nº 03/2002, das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para organização e funcionamento dos cursos superiores de tecnologia (BRASIL, 2002). 13 3. OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem como objetivo formar profissionais aptos à compreensão dos processos de construção e reconstrução do conhecimento aplicado ao desenvolvimento de tecnologias da informação inserido no contexto social, regional e atendendo às exigências legais, realizando atividades de análise, projeto, desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas, em busca de soluções inovadoras para o setor produtivo e para a melhoria da qualidade de vida da população e da sociedade. Portanto, o processo de formação desses profissionais abrange a compreensão do campo científico da computação, especificamente em análise, desenvolvimento e administração de sistemas informatizados. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Atender às demandas regionais na formação de recursos humanos profissionais que desenvolvam sistemas de informação corretos, completos, seguros, com usabilidade, qualidade e manutenibilidade; • Formar profissionais capacitados para o desenvolvimento da tecnologia da informação visando a aplicação das ferramentas computacionais no interesse da sociedade; • Propiciar conhecimento prático e teórico sobre a utilização da tecnologia em informática na sua atuação profissional; • Incentivar produções científicas e inovações tecnológicas, formando profissionais pesquisadores e empreendedores; 14 • Contribuir com o desenvolvimento econômico regional introduzindo a aplicação de tecnologias nos processos de produção ainda não automatizados. 4 REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO Para ter acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o público interessado deverá ter: • Ensino Médio concluído; • Aprovação no Processo Seletivo realizado pelo IFG – Campus Uruaçu. Cada processo seletivo será divulgado por intermédio de edital próprio, bem como em outros veículos informativos, no qual estarão contidos os requisitos para a seleção e o ingresso na instituição, no curso pretendido. No presente caso, no Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A possibilidade de recebimento de alunos por meio de transferência estará sujeita a existência de vagas e obedecerá ao disposto no Regulamento Acadêmico dos Cursos de Graduação da Instituição. O mesmo ocorrerá com alunos portadores de diplomas de Ensino Superior. 15 5 METODOLOGIA O mundo do trabalho tem sido marcado por profundas transformações científicas, econômicas, políticas, sociais e culturais provenientes da globalização, e tem como resultado a necessidade de constantes atualizações e inovações tecnológicas de modo que garanta o progresso da sociedade. Conforme Libâneo (2007, p. 109), “torna-se cada vez mais evidente o fato de que a revolução tecnológica está favorecendo o surgimento de uma nova sociedade, marcada pela técnica, pela informação e pelo conhecimento”. Dessa forma, o curso Tecnológico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas assume grande relevância social e formativa. A partir do momento que o curso assume o ensino, a pesquisa e a extensão como preceitos elementares no desenvolvimento do acadêmico articulando teoria e prática. Para tanto, lança-se mão de vários instrumentos didático-pedagógicos, os quais prevem aulas expositivas, aulas experimentais, aulas dialogadas, e ainda, aulas práticas por meio de laboratórios exclusivos e específicos com infraestrutura para a realização das atividades do curso. Além do mais, o Instituto Federal de Goiás possibilita a realização de aulas de campo e visitas técnicas, na qual se amplia o ensino de sala de aula com a interação dos processos produtivos do mundo do trabalho. A instituição também oferece outras condições para o processo de ensino-aprendizagem, tais como eventos, monitorias, atendimento docente extra-sala e estágio, de modo que atenda as perspectivas do Plano de Curso e suas respectivas ementas. A estruturação da matriz curricular do curso está pautada no ensino por meio de várias disciplinas; sendo absorvidas na Tabela CAPES a sua grande área Ciências Exatas e da Terra e área de avaliação Ciência da Computação; a saber, Engenharia de Software, Análise e Projeto de Sistemas I, Análise e Projeto de Sistemas II, Qualidade e Teste de Software, Gerenciamento e Projeto de Software; e no Desenvolvimento de Sistemas; formada pelas disciplinas de Lógica de Programação I, Lógica de Programação II, Programação Orientada a Objetos I, Programação Orientada a Objetos II, Programação para Web I e Programação para Web II. “O curso, como integrante de um projeto institucional, tem como objetivo realizar uma educação assentada na construção da autonomia intelectual e na formação ética do aprendiz, aspectos importantes para a efetivação da emancipação plena do trabalhador” (Projeto Político 16 Pedagógico IFG, 2009, p.8). E ainda, desenvolver habilidades técnicas instrumentais e a competência profissional na atuação na análise e desenvolvimento de sistemas. Entendemos que o professor é a autoridade em relação ao trato com o conhecimento, e que por isso deve repassá-lo aos alunos e certificando a estes o melhor aprendizado. Por sua vez, também entendemos que o aluno não deve ser apenas um elo passivo na estrutura de ensino, isso por que o conhecimento tratado cientificamente no curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistema está inserido socialmente, assim como o aluno, dessa forma deve ser reconhecido a interação de fatores sociais, históricos e culturais. com as mais diversas avaliações, que devem ser, no mínimo, duas; segundo regulamento acadêmico do IFG. Neste sentido, a avaliação é vista como um importante componente do processo de ensino-aprendizagem, definida a critério do professor, desde que cumpra as exigências prevista na resolução nº 19 do Instituto Federal de Goiás de 26 de dezembro de 2011. Além disso o curso será submetido a várias avaliação institucionais internas e externas. 17 6 PERFIL DO EGRESSO O profissional oriundo do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, possui formação de nível superior e deverá estar apto a atuar em empresas públicas, privadas e deterceiro setor, com domínio de conteúdos teóricos e práticos. Poderá, também, elaborar pesquisas de desenvolvimento de métodos, produtos e aplicações em sua área de atuação e estimular o desenvolvimento científico, sendo responsável por planejar, implantar e manter sistemas computacionais, sempre aprimorando seu conhecimento tecnológico, assumindo uma postura investigativa e empreendedora na pesquisa com inovação, consciente de seu papel na sociedade, e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região. Atualmente, as organizações baseiam suas decisões em ferramentas da tecnologia da informação em busca de soluções que automatizem processos, proporcionem a tomada de decisão e favoreçam a competitividade. Neste cenário, é crescente a preocupação com a manipulação correta dos dados coletados, como seu armazenamento, processamento e distribuição devido à necessidade de possuir acesso direto a informações claras, relevantes e de qualidade. Considera-se, então, que o profissional formado deve estar preparado para desenvolver sistemas de apoio às decisões eficientes, seguros, com custos condizentes ao retorno proporcionado e aderente aos objetivos estratégicos das organizações. Para desenvolver sistemas informatizados que atendam às necessidades das organizações ou propor melhorias aplicando adequadamente os recursos computacionais (hardware e software) é preciso que o profissional observe e compreenda todos os processos de negócio envolvidos no contexto que se deseja informatizar. Dessa forma, é fundamental que sua capacidade comunicativa seja explorada ao máximo objetivando extrair informações das pessoas envolvidas no processo. O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, frequentemente, se depara com a necessidade de desenvolver projetos em equipe. Sendo assim, este deve estar apto a integrar grupos de trabalho, como membro ou assumindo funções de coordenação e liderança, primando pela manutenção da comunicabilidade e das boas relações interpessoais. 18 6.1 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Para uma formação sólida e plena pelo Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, faz-se fundamental a exploração de competências que, aliadas aos conhecimentos técnico-científicos adquiridos ao longo do processo de ensino e aprendizagem, permitam o desenvolvimento das habilidades essenciais à atuação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O presente projeto pedagógico do curso procura a ação integradora em disciplinas de outras áreas do conhecimento, objetivando consolidar a interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade para a formação do futuro profissional. Segundo a resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002, artigo 7º: Entende-se por competência profissional a capacidade pessoal de mobilizar, articular e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e pelo desenvolvimento tecnológico (BRASIL, 2002). Este conceito direciona para a necessidade de uma capacitação profissional composta de uma formação sócio humanista aliada com a formação técnica. Além disso, a formação deve abranger o desenvolvimento de habilidades nas relações interpessoais, técnicas de comunicação e práticas de trabalho em equipe. Assim, o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deve possuir uma sólida formação técnico-científica em conjunto com a capacidade de aplicação destes conhecimentos em sua área de atuação, agregando valor econômico à organização e valor social ao indivíduo. A proposta da matriz curricular para o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas foi estruturada de maneira a desenvolver habilidades e competências técnicas, pessoais e intelectuais no egresso: • Atuar em equipes de desenvolvimento de sistemas nas tarefas de criação de banco de dados, desenvolvimento e programação de aplicativos e sistemas e em sua documentação; • Efetuar levantamentos de ambientes computacionais podendo identificar tipos de software e hardware em utilização no ambiente; 19 • Utilizar a Internet e suas tecnologias, podendo efetuar instalações, configurações e otimizações de softwares; • Aplicar as principais tecnologias de desenvolvimento de sistemas na criação de sistemas comerciais convencionais e nos que serão operados via web e suas tecnologias; • Gerenciar equipes de trabalho em empresas de informática; • Analisar, projetar, documentar, especificar, testar, implantar e manter sistemas computacionais de informação; • Trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas; • Empregar o uso de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos; • Preocupar-se com a qualidade, usabilidade, robustez, integridade e segurança de programas computacionais; • Gerenciar, manter e garantir a segurança dos sistemas de uma organização. Dentro da formação sócia humanista é fundamental a formação da postura profissional visando às seguintes competências: • Ser criativo e inovador na sugestão de soluções para os problemas e identificação de oportunidades nas organizações; • Cultivar postura empreendedora perante as demandas sociais e econômicas de seu local de atuação; • Expressar ideias de forma objetiva, aplicando técnicas de comunicação recomendadas para cada necessidade; • Ser capaz de conduzir processos de negociação; • Integrar e gerenciar grupos visando o cumprimento de metas; • Ter uma visão aplicada da área da informática em termos políticos, éticos, sociais e econômicos; 20 • Identificar oportunidades de negócios e implantar e coordenar empreendimentos para a conquista das mesmas; • Atuar de forma ética tanto no meio social quanto no profissional. 6.2 LOCAIS E ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O profissional formado no Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas será capaz de assumir a postura de agente transformador do mercado, estando preparado para desencadear mudanças por meio da incorporação de novas tecnologias da informação na solução dos problemas, agregando: • Domínio de novas tecnologias da informação e gestão da área de análise e desenvolvimento de sistemas, em busca de melhores condições de trabalho e de vida; • Conhecimento e aplicação de modelos associados ao uso das novas tecnologias da informação e ferramentas que representem o estado da arte na área; • Conhecimento e aplicação de modelos associados ao projeto, implantação e manutenção de projetos de sistemas de informação; • Uma perspectiva social consistente e crítica das consequências de sua atuação profissional nas organizações e na sociedade. O profissional de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar nas seguintes funções: • Desenvolvedor/programador de sistemas; • Analista de sistemas; • Projetista de sistemas de informação; • Analista de negócios; • Gerente de área de sistemas de informação; • Administrador de banco de dados; • Empresário na área de sistemas de informação; 21 • Consultor na área de sistemas de informação. Portanto, o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar nos setores que usam o computador, como empresas de informática, comerciais, industriais, financeiras, bancos, consultorias, órgãos públicos e instituições de ensino. Poderá atuar, também, em empresas de manutenção, fornecimento e programação de software, web e hardware, ou na representação de sistemas de computação. 22 7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemasserá organizado em componentes curriculares que atendam à legislação vigente e às necessidades e demandas de formações locais e regionais. A seguir serão apresentados itens e proposições normativas e regulares referentes à estrutura curricular do curso, seus núcleos curriculares pedagógicos, ao estágio supervisionado, às atividades complementares e ao trabalho de conclusão do curso. 7.1 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é um curso de graduação plena, que visa formar profissionais com o título de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com capacidade para atuar prontamente no mercado de trabalho em atividades de produção, transformação e gerência de organizações, contribuindo para a melhoria dos processos produtivos e potencializando o desenvolvimento socioeconômico regional. O curso será ofertado no período noturno e organizado por disciplinas em regime semestral com uma carga horária total de 2.579 horas, das quais 2079 horas de disciplinas da matriz curricular, 300 horas são previstas para estágio profissional supervisionado, a partir do 3º período, e, 200 horas para atividades complementares. O quadro 1, abaixo, possibilita uma melhor visualização desta distribuição de cargas horárias. Quadro 1 – Estrutura curricular e distribuição de carga horária Habilitação Carga Horária Disciplinas do Núcleo de Formação Básica 513 Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Específico 1458 Disciplinas Optativas 108 Estágio Profissional Supervisionado 300 Atividades Complementares 200 CARGA HORÁRIA TOTAL 2579 Fonte: (próprio autor) 23 Serão ofertadas 30 (trinta) vagas anuais com a duração de três anos, sendo que a integralização do curso dar-se-á no máximo de seis anos, ocorrendo semestralmente e distribuídas em 100 dias letivos. O curso apresenta em seu currículo, aliados a uma abordagem sócio humanista, conteúdo de formação tecnológica para o desenvolvimento e compreensão dos fundamentos técnico-científicos das atividades de desenvolvimento, modificação e administração de tecnologias da informação, capacitando o formando para tomadas de decisão. A organização curricular do curso contempla as diretrizes definidas no Projeto Pedagógico do IFG e as seguintes determinações legais: • Calendário do Ciclo Avaliativo do SINAES, triênio2007/2009. • Currículo de Referência da SBC (Sociedade Brasileira de Computação) para Cursos de Graduação em Computação e Informática (SBC, 2003). • Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática, elaborado pela Comissão de Especialistas de Ensino de Computação e Informática (BRASIL, 1999); • LEI nº 9.394, de 20 DE DEZEMBRO DE 1996: Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. • LEI nº 11788 de 25 de Setembro de 2008: Dispõe sobre o estágio de estudantes. • Parecer CNE/CES nº 277, de 07 de dezembro de 2006: Nova forma de organização da Educação Profissional e Tecnológica de graduação. • Parecer CNE/CES nº 261/2006: Dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências. • Parecer CNE/CP Nº 29/2002: Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais no Nível de Tecnólogo. • Parecer CNE/CES Nº 436/2001: Trata de Cursos Superiores de Tecnologia - Formação de Tecnólogos. • Parecer CNE Nº 776/97: Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. 24 • Portaria Normativa nº 3, de 1º de abril de 2008: Determina as áreas e os cursos superiores de tecnologia que serão avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) no ano de 2008 e dá outras providências. • Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro 2007: Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. • Portaria Normativa nº 1, de 10 de janeiro de 2007. Calendário do Ciclo Avaliativo do SINAES, triênio2007/2009. • Portaria nº 282, de 29 de dezembro de 2006. Inclusões no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. • Portaria Normativa nº 12, de 14 de agosto de 2006. Dispõe sobre a adequação da denominação dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, nos termos do art. 71, §1º e 2º, do Decreto 5.773, de 2006. • Portaria nº 10, de 28 de julho de 2006: Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. • Portaria nº 1.027, de 15 de maio de 2006: Dispõe sobre banco de avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, a Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação – CTAA, e dá outras providências. • Portaria nº 4.362, de 29 de dezembro de 2004: Institui banco único de avaliadores da educação superior. • Portaria nº 107 de 22 de julho de 2004: SINAES e ENADE – disposições diversas. • Portaria nº 2.051, de 9 de julho de 2004: Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004. • Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro 2002: Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. 25 • Resolução do INEP, em sua portaria nº 190 (INEP, 2011), atualmente referida como “Diretrizes Curriculares para curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas”; • Resolução do IFG, nº19 do dia 26 de dezembro de 2011: Aprova o regulamento acadêmico dos cursos de graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás. Ademais, o Art. 3º do da portaria nº 190 do INEP (INEP, 2011), aponta que o objetivo deste currículo é formar um profissional ético, competente e corresponsável pela sociedade em que vive. Por isso, se faz necessário que além dos conhecimentos e de desenvolvimento de habilidades e competências para perfis profissionais específicos, espera-se que o graduando do respectivo curso compreenda conteúdos e discussões além da realidade imediata. Por conseguinte, o profissional tecnólogo deste curso deve ser preparado para atuar na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sendo competente para: • Analisar, projetar, documentar, implementar, testar, implantar e manter sistemas computacionais de informação; • Trabalhar com ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologias de análise e projeto na produção de sistemas; • Avaliar e selecionar metodologias, ferramentas e tecnologias adequadas ao problema; • Empregar linguagens de programação, raciocínio lógico no desenvolvimento de sistemas; • Aplicar os princípios e métodos da engenharia de software voltados à garantia da qualidade do software; • Empreender, administrar e agir com ética e responsabilidade perante a sociedade obedecendo à legislação vigente; • Renovar seus conhecimentos técnicos constantemente, a fim de acompanhar a evolução da tecnologia e do mercado de trabalho. 26 7.2 NÚCLEOS CURRICULARES PEDAGÓGICOS A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas apresentada neste projeto considera como base: a) a estrutura curricular proposta pelo MEC (BRASIL, 1999) no documento “Diretrizes Curriculares de Cursos de Computação e Informática”, que contém uma descrição das áreas de formação que compõem os currículos dos cursos de graduação da área de computação; e b) as exigências do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), elencadas no Art. 7 da portaria nº 190 do INEP (2011), atualmente referida como “Diretrizes Curriculares para curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas”. Norteado pela Resolução CNE/CP 3, o currículo do curso de Tecnologiaem Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFG, Campus Uruaçu, contempla o desenvolvimento de competências profissionais e é formulada em consonância com o perfil profissional de conclusão de curso. Portanto, a organização curricular compreende as competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, incluindo os fundamentos científicos e humanísticos necessários ao desempenho profissional. O currículo abrange uma sequência de disciplinas ordenadas em semestres letivos. A forma de integralização curricular fundamenta-se na hierarquização de conteúdos. Além das disciplinas, integram a proposta as Atividades Complementares, que têm o objetivo de ampliar a formação do educando. Composta por disciplinas de caráter obrigatório, a matriz curricular deverá ser cumprida integralmente pelo estudante, a fim de que ele se qualifique para obtenção do diploma. A matriz curricular está organizada por núcleos, assim constituída: • Disciplinas de núcleo básico; • Disciplinas de núcleo específico. De acordo com o MEC (BRASIL, 1999), os currículos dos cursos da área de computação e informática podem ser compostos por quatro grandes áreas de formação: 27 1) Disciplinas de núcleo básico, que compreende os princípios básicos da área de computação, enfoca os conhecimentos nas áreas de programação, algoritmos, arquitetura de computadores e matemática, além de situar o aluno dentro dos fundamentos da tecnologia da informação; 2) Disciplinas da formação tecnológica, que aplica os conhecimentos básicos no desenvolvimento tecnológico da computação. O enfoque é o embasamento nas áreas de sistemas operacionais, redes de computadores, banco de dados, análise de sistemas, engenharia de software, além dos conhecimentos necessários para a elaboração e desenvolvimento de elementos que possibilitem uma melhor interação entre homem e o computador; 3) Disciplinas da formação complementar, que permitem uma interação dos egressos dos cursos com outras profissões. São consideradas disciplinas com enfoque nas organizações (administração) sendo: economia, sistemas de informações gerenciais, gestão de projetos e auditoria e segurança de sistemas. Existe ainda a competência de cunho político através do conhecimento e questionamentos sobre a ética e a legislação na área de informática; 4) Disciplinas da formação humanística, que dão ao egresso uma dimensão social e humana. Nelas são discutidas as possibilidades de transformação da realidade social por meio do uso da tecnologia no mundo do trabalho e da sociedade. 7.2.1 NÚCLEO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA O núcleo de formação específica está organizado de modo que o estudante compreenda conhecimentos fundamentais da Análise e Desenvolvimento de Sistemas, enfocando os seguintes aspectos: análise, projeto, desenvolvimento e manutenção de sistemas computacionais de informação; domínio de ferramentas computacionais, equipamentos de informática e metodologia de projetos na produção de sistemas; emprego de linguagens de programação e de metodologias de construção de projetos e de programas computacionais. O curso é composto conforme abaixo: 28 Disciplinas Obrigatórias Disciplina Período Carga Horária Lógica de Programação I 1º 81 Arquitetura e Organização de Computadores 1º 54 Lógica de Programação II 2º 54 Engenharia de Software 2º 54 Banco de Dados I 2º 54 Redes de Computadores 2º 54 Programação Orientada a Objeto I 3º 81 Análise e Projeto de Sistemas I 3º 54 Banco de Dados II 3º 54 Estruturas de Dados 3º 54 Programação Orientada a Objeto II 4º 81 Análise e Projeto de Sistemas II 4º 54 Qualidade e Teste de Software 4º 54 Fundamentos de Sistemas de Informação I 4º 27 Sistemas Operacionais 4º 54 Programação para Web I 5º 81 Segurança e Auditoria de Sistemas 5º 81 Interface Homem Máquina 5º 54 Fundamentos de Sistemas de Informação II 5º 27 Trabalho de Conclusão de Curso I 5º 27 Programação para Web II 6º 81 Gerenciamento de Projeto de Software 6º 54 Inteligência Artificial 6º 54 Gestão de TI 6º 54 Ética e Legislação Aplicada à Informática 6º 54 Trabalho de Conclusão de Curso II 6º 27 Total 1458 29 Disciplinas Optativas (Optativa II) Disciplina Período Carga Horária Computação Gráfica e Sistemas Multimídia 5º 81 Programação para Dispositivos Móveis 5º 81 A escolha das disciplinas optativas dar-se-á o obrigatoriamente no mínimo uma disciplina para compor sua matriz curricular. 7.2.2 NÚCLEO DE FORMAÇÃO BÁSICA O núcleo de formação básica ou geral é constituído por disciplinas de áreas afins que visam ampliar a formação do tecnólogo. Disciplinas Obrigatórias Disciplina Período Carga Horária Língua Portuguesa 1º 54 Inglês Instrumental 1º 54 Matemática Elementar 1º 54 Introdução à Administração 1º 27 Sociologia do Trabalho 1º 27 Cálculo 2º 81 Metodologia da Pesquisa Científica 2º 54 Probabilidade e Estatística 3º 54 Empreendedorismo 3º 27 Desenvolvimento Pessoal e Profissional 3º 27 Álgebra Linear 4º 54 Total 513 Disciplinas Optativas (Optativa I) Disciplina Período Carga Horária Educação Ambiental e Sustentabilidade 4º 27 Libras 4º 27 Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro- Brasileira e Indígena 4º 27 A escolha das disciplinas optativas dar-se-á o obrigatoriamente no mínimo uma disciplina para compor sua matriz curricular. 30 7.2.3 DISCIPLINAS OPTATIVAS As optativas ofertadas no 5º período são disciplinas do núcleo específico afim da área de formação do acadêmico, e as disciplinas optativas ofertadas no 4º período, de formação do núcleo geral. O acadêmico deve, obrigatoriamente, escolher no mínimo uma das disciplinas em cada período ofertado. 7.3 ESTÁGIO SUPERVISIONADO Integrando a proposta pedagógica dos cursos de tecnologia e de caráter obrigatório o Estágio Profissional Supervisionado será desenvolvido a partir do 3º semestre do curso. Regulamentado pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, o Estágio Supervisionado, que deve perfazer um mínimo de 300 horas, é um importante momento da formação profissional do aluno por constituir-se em um processo de articulação entre teoria e prática e, neste sentido, deverá se relacionar com os conhecimentos adquiridos e/ou construídos ao longo do curso. É, portanto, o momento do fazer que implique uma relação direta e articulada com as outras atividades de caráter científico, cultural e acadêmico sob o princípio ação-reflexão-ação. O Estágio Profissional Supervisionado será acompanhado pelo professor orientador de estágios e, quando necessário, será auxiliado pelo coordenador e/ou por outros professores. Fazem parte do processo de acompanhamento e avaliação desta atividade, os seguintes mecanismos: 1. Plano de trabalho devidamente aprovado pelo professor coordenador de estágio e pelo professor auxiliar, quando necessário; 2. Reuniões do aluno com o professor supervisor e/ou auxiliar; 3. Visitas à empresa, organização ou instituição em que se dê o estágio, por parte do professor-orientador; 4. Relatório do estágio supervisionado. Após a realização do estágio, o aluno deverá, atendendo os prazos estabelecidos em calendário acadêmico, apresentar o relatório final para ser avaliado e, juntamente, com o 31 trabalho final de curso servirá como requisito a ser considerado para a aprovação final no Curso. Participações em projetos de pesquisa, extensão e monitorias na educação superior, desenvolvidas pelo estudante na área de atuação da Análise e Desenvolvimento de Sistemas, poderão ser aproveitadas como estágio de acordo com: regulamentação específica vigente aprovada pelo Conselho Superior da Instituição e as seguintes exigências: • Projeto de extensão: cada semestre equivale a 50 horas de estágio. • Monitorias: cada semestre equivale a 50 horas de estágio. • Iniciaçãocientífica: cada semestre equivale a 100 horas de estágio. • Projeto de pesquisa: cada semestre equivale a 100 horas de estágio. O estudante que exercer atividades profissionais correlatas à área de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, na condição de empregado, empresário ou autôno- mo, poderá solicitar a validação dessas atividades como Estagio Curricular Obrigatório no momento em que estiver apto, conforme: regulamentação específica vigente aprovada pelo Conselho Superior da Instituição e as seguintes exigências: • Experiências profissionais na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas: cada 12 meses equivalem a 100 horas de estágio. • Experiências profissionais na área da Tecnologia da Informação: cada 12 meses equi- valem a 50 horas de estágio. Outro conceito é relativo ao estágio não obrigatório, que pode ser configurado quando o aluno ultrapassa a carga horária obrigatória de 300 horas ou quando o estágio é realizado fora do período do estágio obrigatório, ou seja, nos dois primeiros períodos do curso. Para o caso de configuração de estágio não obrigatório o aluno poderá contabilizá-lo como atividade complementar, segundo regulamentação vigente. 32 7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Como parte da trajetória formativa do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o aluno deverá cumprir um total de 200 horas de atividades complementares de acordo com a regulamentação institucional. Para efeito de regulamento, as atividades de cará- ter acadêmico, técnico e científico, artístico, cultural, esportivo, de inserção comunitária e as práticas profissionais vivenciadas pelo educando e que integram o currículo dos cursos da ins- tituição, serão consideras como atividades complementares válidas para os acadêmicos do curso. As atividades complementares que integram o currículo do curso de tecnólogo pela instituição correspondem a, no mínimo, 120 (cento e vinte horas) e, no máximo, 10% (dez por cento) da carga horária total do curso, sendo obrigatória a sua proposição e desenvolvimento pelas áreas acadêmicas da instituição. Sua carga horária será informada na matriz curricular dos cursos. As atividades complementares serão planejadas, desenvolvidas e acompanhadas de acordo com a regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior da Instituição. 7.5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O trabalho de conclusão de curso (TCC) é componente curricular obrigatório, e fará parte da matriz curricular do curso com carga horária de disciplina, e consiste numa atividade necessária para o desenvolvimento, a criação e a integração de um conjunto de competências e habilidades do currículo do curso e do projeto político pedagógico da Instituição. O TCC visa promover a capacidade de identificação de temáticas, a formulação de problemas, a elaboração de projetos, a identificação de métodos e de técnicas e controle de planejamento. Esta atividade será desenvolvida por meio de orientação e acompanhamento docente, tendo como referências o Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso e as Polí- ticas de Pesquisa e Extensão do IFG. 33 8 RELAÇÃO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO Segundo o Plano de Desenvolvimento Institucional do IFG, a pesquisa é um dos pila- res na formação do indivíduo, visando produzir conhecimentos nas diversas áreas e em sinto- nia com as demandas do desenvolvimento local, regional e nacional, de modo a atender aos interesses da sociedade e contribuir para uma formação humana e cidadã dos trabalhadores brasileiros, assegurando-lhes uma permanente atualização ante os avanços e desafios sociais e tecnológicos. Enquanto a pesquisa desenvolve novos conhecimentos com possibilidades de inserção de novas tecnologias para a sociedade e para o mercado, a extensão entra com o papel de inse- rir a Instituição na sociedade. Portanto, este último, porém não menos importante, pilar da educação superior deve ser oferecido para estimular o desenvolvimento social, econômico, tecnológico, cultural e ambiental. É mais que uma resposta, é uma justificativa à sociedade lo- cal o motivo da existência do IFG – Campus Uruaçu. Para tanto o IFG viabiliza a pesquisa e a extensão por intermédio de editais do PIBIC, PIBID, bolsas de fomento, dentre outros de acordo com regulamentação específica aprovada pelo Conselho Superior da Instituição. Participações em projetos de pesquisa, extensão e monitoria poderão ser convalidados como ou atividades complementares ou como estágio, não sendo válido para as duas ativida- des concomitantemente. Detalhes destas convalidações estão nos tópicos 6.3 e 6.4 deste proje- to. 34 9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Os alunos regularmente matriculados poderão solicitar ao Departamento das Áreas Acadêmicas do Campus, em data estabelecida no Calendário Acadêmico da Instituição, o aproveitamento de conhecimentos e estudos, nos termos do Regulamento Acadêmico dos Cur- sos de Graduação e do Regulamento do Exame de Proficiência, aprovados pelo Conselho Su- perior da Instituição. 35 10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM A avaliação dos alunos será processual e contínua. Para tanto, no acompanhamento constante do aluno deve-se observar não apenas o seu progresso quanto à construção de co- nhecimentos científicos, mas também a atenção, o interesse, as habilidades, a responsabilida- de, a participação, a pontualidade, a assiduidade na realização de atividades e a organização nos trabalhos escolares que o mesmo apresenta. Assim, não apenas os aspectos quantitativos devem ser considerados, mas, principalmente, os aspectos qualitativos. Nesse sentido, para a verificação do rendimento escolar, os professores deverão desen- volver atividades diversificadas, em diferentes contextos e modalidades, a fim de perceber os progressos e identificar as dificuldades, utilizando a avaliação como instrumento de diagnósti- co e superação das dificuldades e não apenas como instrumento de classificação final do edu- cando. São vários os instrumentos e as situações avaliativas que podem ser utilizados pelo professor, dentre os quais pode-se destacar: • Observação diária; • Trabalhos individuais e coletivos; • Avaliações escritas; • Arguições; • Relatórios; • Atividades extraclasses; • Autoavaliação; • Estudos dirigidos. Com relação à periodicidade de avaliações e outras questões especificas, serão deter- minadas pelo regulamento acadêmico de graduação e aplicam-se a todos os cursos oferecidos na Instituição. 36 11 AVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pelo curso, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissio- nal do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunida- de, julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e produtos, além de pres- tar contas à sociedade. Com relação à avaliação do curso, a mesma deve ser feita através: 1. Dos resultados obtidos da aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP); 2. Da análise dos dados da aplicação do Questionário Socioeconômico respondido por ingressantes e concluintes de cada um dos cursos participantes do referido exame, resultados esses contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (INEP); 3. Do Colegiado de áreas Acadêmicas do Departamento, que tem por atribuição: pro- por e aprovar, no âmbito do departamento, projetos de reestruturação, adequação e realocação de ambientes do departamento, a ser submetido à Direção-Geral do Campus, bemcomo emitir parecer sobre projetos de mesmas naturezas propostas pela Direção-Geral; 4. Do Conselho Departamental, que tem por atribuições: I – Aprovar os planos de atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do de- partamento; II – Julgar questões de ordem pedagógica, didática, administrativa e disciplinar no âmbito do departamento. 5. Da avaliação dos professores do curso pelos discentes, avaliação do professor, ava- liação do professor pelo coordenador de curso, conduzidas pela CPPD – Comissão Permanen- te de Pessoal Docente; 6. Dos relatórios de estágios profissionais supervisionados dos alunos; 37 7. Do envolvimento prévio da CPA na organização do processo de avaliação dos cur- sos; 8. Da semana de Educação, Ciência e Tecnologia do IFG. Evento bienal com partici- pação de empresas e encontro de egressos. 38 12 MATRIZ CURRICULAR ORD. Disciplinas Pré - Re- quisi- tos Carga Horária Sema- nal Total Se- manal Total Hora/ Re- lógio Semestre 1º 2º 3º 4º 5º 6º 101 Lógica de Programação I - 6 - - - - - 6 81 102 Arquitetura e Organização de Computadores - 4 - - - - - 4 54 103 Língua Portuguesa - 4 - - - - - 4 54 104 Inglês Instrumental - 4 - - - - - 4 54 105 Introdução à Administração - 2 - - - - - 2 27 106 Matemática Elementar - 4 - - - - - 4 54 107 Sociologia do Trabalho - 2 - - - - - 2 27 201 Lógica de Programação II 101 - 4 - - - - 4 54 202 Engenharia de Software - - 4 - - - - 4 54 203 Banco de Dados I - - 4 - - - - 4 54 204 Redes de Computadores - - 4 - - - - 4 54 205 Metodologia da Pesquisa Científica - - 4 - - - - 4 54 206 Cálculo 106 - 6 - - - - 6 81 301 Programação Orientada a Objeto I 201 - - 6 - - - 6 81 302 Análise e Projeto de Sistemas I 202 - - 4 - - - 4 54 303 Banco de Dados II 203 - - 4 - - - 4 54 304 Estrutura de Dados 201 - - 4 - - - 4 54 305 Empreendedorismo - - - 2 - - - 2 27 306 Probabilidade e Estatística 106 - - 4 - - - 4 54 307 Desenvolvimento Pessoal e Profissional - - - 2 - - - 2 27 401 Programação Orientada a Objeto II 301 - - - 6 - - 6 81 402 Análise e Projeto de Sistemas II 302 - - - 4 - - 4 54 403 Qualidade e Teste de Software 202 - - - 4 - - 4 54 404 Fundamentos de Sistemas de Informação I - - - - 2 - - 2 27 405 Sistemas Operacionais - - - - 4 - - 4 54 406 Álgebra Linear - - - - 4 - - 4 54 407 Optativa I - - - - 2 - - 2 27 501 Programação para WEB I 401 - - - - 6 - 6 81 502 Interface Homem Máquina - - - - - 4 - 4 54 503 Segurança e Auditoria de Sistemas 204 - - - - 6 - 6 81 504 Fundamentos de Sistemas de Informação II 404 - - - - 2 - 2 27 505 Optativa II - - - - - 6 - 6 81 506 TCC I 206 - - - - 2 - 2 27 601 Programação para Web II 501 - - - - - 6 6 81 39 602 Gerenciamento de Projeto de Software 402 - - - - - 4 4 54 603 Inteligência Artificial - - - - - - 4 4 54 604 Gestão de TI - - - - - - 4 4 54 605 Ética e Legislação Aplicada à Informática - - - - - - 4 4 54 606 TCC II 506 - - - - - 2 2 27 Total 2079 Estágio Supervisionado 300 Atividades Complementares 200 Carga Horária Total 2579 40 12.1 FLUXOGRAMA DO CURSO 41 12.2 DISCIPLINAS E SUAS EMENTAS Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO I Formação: Específica Série/Período: 1º Carga Horária: 81 Pré-requisito: - Ementa: Conectivos Lógicos. Valor Verdade. Tabela Verdade. Operadores Aritméticos, Relacionais e Lógi- cos. Expressões. Estruturas de Decisão e Controle. Conceitos de Programação Estruturada e Mo- dular. Variáveis Compostas Homogêneas e Heterogêneas. Aplicações em linguagem de programa- ção C ou similar. Objetivo: Desenvolver o raciocínio lógico na investigação e desenvolvimento de soluções para problemas resolvíveis por meio de algoritmos computacionais aplicando os conceitos fundamentais da programação estruturada. Bibliografia: Básica: ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da programação de computadores. São Paulo: Pearson, 2008. FORBELLONE, A. L.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: A construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005. MANZANO, José A. Navarro Garcia; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Estudo dirigido de algoritmos. 4. ed. São Paulo. Érica Editora, 2010. Complementar: CORMEN, THOMAS H.; LEISERSON, Charles E.; RIVEST, RONALD L.; STEIN, CLIFFORD. Algoritmos: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2012. FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3.ed.. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo de Moura. Algoritmos e estruturas de dados. 28. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. PUGA, Sandra; GERSON RISSETTI, Sandra. Lógica de programação e estruturas de dados: com aplicações em Java. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. SOARES, M.; CONCILIO, R.; GOMES, M.; FURLAN, M. A. Algoritmos e Lógica de Programação. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2011. 42 Disciplina: ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Formação: Específica Série/Período: 1º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Sistemas de numeração binária, octal e hexadecimal. Identificação e classificação dos componentes de Hardware quanto à função, modelo e tecnologia. Funcionamento de cada componente de Hardware e a relação dentre os mesmos. Tendências tecnológicas e noções de desempenho de computadores. Noções de organização de computadores: processador, Memória e subsistema de entrada/saída. Técnicas de montagem e manutenção de componentes, Diagnóstico de problemas no Hardware. Instalação prática de componentes e de Software. Configuração do Software. Objetivos: Compreender a arquitetura e a organização dos computadores. Identificar e classificar os componentes de Hardware quanto à função, modelo e tecnologia. Entender o funcionamento de cada componente de Hardware e a relação dentre os mesmos. Compreender as tendências tecnológicas e noções de desempenho de computadores. Identificar as noções de organização de computadores: processador, Memória e subsistema de entrada/saída. Executar as técnicas de montagem e manutenção de componentes; Diagnosticar problemas no Hardware. Compreender a instalação prática de componentes e de Software bem como a configuração do Software. Bibliografia: Básica: MONTEIRO, Mario. Introdução à organização de computadores. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. MORIMOTO, C. A. Hardware II: O Guia Definitivo. Porto Alegre: Editora Sulina, 2010. STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores: projeto para o desempenho. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2009. Complementar: DELGADO, José. Arquitetura de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. PAIXÃO, Renato Rodrigues. Configuração e montagem de PCs com inteligência: instalação, configuração, atualização e solução de problemas. 6. ed. São Paulo: Érica, 2010 PAIXÃO, Renato Rodrigues. Montagem e configuração de computadores: guia prático. São Paulo: Érica, 2012. TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2009. TORRES, Gabriel. Hardware – Versão Revisada e Atualizada. Rio de Janeiro: Nova Terra, 2013. 43 Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Leitura e compreensão de textos da área: níveis de compreensão de leitura. Estudo da estrutura e tipologia de textos: elementos do discurso e da textualidade. Estudo e produção de textos técnicos e científicos. Raciocínio lógico e linguagem. Objetivo: Oportunizar o desenvolvimento de competências, habilidades e estratégias para recepção e produção de textos técnicos; No plano linguístico da recepção, propiciar condições para o desenvolvimento de competências, habilidades e estratégias linguístico textuais e discursivas de compreensão e interpretação de textos técnicos da área; No plano linguístico da produção, propiciar condições para o desenvolvimento de competências, habilidades e estratégias na produção de esquemas, descrições técnicas, resumos, resenhas, fichamentos e relatórios referentesà área. Bibliografia: Básica: ANDRADE, M. M., HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2007. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. Complementar: ABREU, A. S. , Curso de redação. 12. ed. São Paulo: Ática, 2004. BELTRÃO, O; BELTRÃO, M. Correspondência: linguagem & comunicação. 23. ed. São Paulo:Atlas, 2005. BARBOSA, E.; AMARAL, E. Escrever é desvendar o mundo: a linguagem criadora e o pensamento lógico. 17. ed. São Paulo: Papirus, 2004. CUNHA,C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 2007. MARTINS, D. M.; ZILBERGNOP, L.S. Português instrumental. 28. ed. Porto Alegre: Sagra DC Luzzato, 2009. SOARES, M. B.; CAMPOS, E. N. Técnica de redação. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. 44 Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Interpretação de textos técnicos de informática a partir do desenvolvimento de estratégias de leitura e do estudo de tópicos gramaticais sistematizados referentes à linguagem tecnológica específica. Objetivo: Conhecer a importância da Língua Inglesa no mundo, ler e compreender textos que contenham termos técnicos na língua alvo. Estimular os alunos a manter o interesse pelo aprendizado da língua alvo utilizando-a como ferramenta de trabalho. Bibliografia: Básica: BULGER, Anthony.; CHÉREL, A. O novo inglês sem esforço. São Paulo: EPU, 2006. CRUZ, Décio Torres; SILVA, Alba Valéria. Inglês com textos para informática. Salvador: O Autor, 2001. DIAS, R. Inglês instrumental – leitura crítica: uma abordagem construtivista. Edição Experimental. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1990. GLENDINNING, E.H.; Mcewan, J. Basic English for computing – Teacher’s Book. Oxford: Oxford University Press – ELT, 2008. Complementar : EVARISTO, S. et al. Leitura instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley, 1996. FREEDMAN, A. Dicionário de informática. São Paulo: Makron Books. 1995. GALLO, Lígia Razera. Inglês instrumental para informática: módulo I. São Paulo: Ícone, 2008. LAGE. H.L. et al. Leitura de textos em inglês: Uma Abordagem Instrumental. Belo Horizonte: Edição dos autores, 1992. MURPHY, R. Grammar in use. CAMBRIDGE: 4 ed. Cambridge University Press. 2012. 45 Disciplina: MATEMÁTICA ELEMENTAR Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 54 Pré-requisito: - Ementa: Conjuntos e subconjuntos. Conjuntos numéricos. Potenciação e Radiciação. Polinômios e fatoração. Expressões fracionárias. Equações. Inequações. Função e suas propriedades. Estudos das funções afim, quadrática, modular, exponencial, logarítmica e trigonométrica. Objetivo: Utilizar os conceitos e as técnicas de Matemática Básica para descrever e aplicar nos problemas do seu cotidiano. Desenvolver a linguagem Matemática como forma universal de expressão da Ciência. Bibliografia: Básica: DEMANA, F. D. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2009. DOLCE, O. Fundamentos de matemática elementar, vol 1 e 3. São Paulo: Atual, 2005. FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo A: limite, derivação e integração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. Complementar: GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2002. HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. vol. 1.Rio de Janeiro: LTC, 1999. LARSON, R. Cálculo, vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica, vol. 1. São Paulo: Harbra. 1994. THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Addison Wesley, 2002. 46 Disciplina: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: O papel da Administração para o profissional de Análise e Desenvolvimentos de Sistemas. Conceitos fundamentais de Administração: Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar. Teorias de administração. Teoria Clássica, Teoria Humanística e Comportamental da Administração. Administração do Tempo, financeira, pessoal e suprimentos. Objetivo: Compreender os conceitos fundamentais da Administração para a aplicação e contextualização em sua área de formação profissional, desenvolvendo através de uma análise das principais teorias da Administração uma visão crítica e fundamentada em princípios científicos da Administração. Bibliografia: Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução á teoria geral da administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2011. SILVA, Adelphino Teixeira da Silva. Administração básica. 6. ed. São Paulo; Atlas, 2011. Complementar: CARAVANTES, Geraldo R; PANNO, Cláudia C. KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e processo. São Paulo. Pearson Prentice Hall, 2005. DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pearson, 2009. GITMANN, Laurence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson, 2007. SOBRAL, Filipe.; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Education, 2010 STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. Trad.: Alves Calado, 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 47 Disciplina: SOCIOLOGIA DO TRABAHO Formação: Básica Série/Período: 1º Carga Horária: 27 Pré-requisito: - Ementa: Sociologia como ciência. Origem e desenvolvimento da sociologia: dos clássicos aos contemporâneos. Temas da sociologia com enfoque na tecnologia e na cultura. O Trabalho no capitalismo e as mudanças recentes nas relações de trabalho no mundo globalizado e na sociedade informacional. Objetivo: Oferecer aos alunos uma visão panorâmica dos principais temas abordados pela Sociologia do Trabalho e a relação com a sociedade globalizada. Instrumentalizar os alunos para que eles sejam capazes de fazer reflexões, críticas sobre a conjuntura social do mundo do trabalho, com enfoque na tecnologia, na cultura e na sociedade informacional. Bibliografia: Básica: ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 7. ed. São Paulo: Cortez Editora / Editora Unicamp, 2000. DIAS, Reinaldo. Introdução à sociologia. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. PINTO, Geraldo Augusto. A Organização do trabalho no século 20: taylorismo, fordismo, e toyotismo. São Paulo: Expressão Popular, 2007. VIANA, Nildo. Introdução à Sociologia. 2° ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. Complementar: COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Ed. Moderna, 2005. ENGELS, Friedrich. Sobre o papel do trabalho na transformação do macaco em homem. Obras Escolhidas. Vol. 2. São Paulo: Editora Alfa-ômega, 1982. GRAMSCI, Antônio. “Americanismo e Fordismo”. In: Maquiavel, a política e o estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984. OLIVEIRA, Pérsio Santos de . Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2009. SALAMA, P.ierre Pobreza e exploração do trabalho na América Latina. São Paulo: Boitempo, 1999. _____. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2000. SCHAFF, Adam. A sociedade informática. São Paulo: Brasiliense, 2006. 48 Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO II Formação: Específica Série/Período: 2º Carga Horária: 54 Pré-requisito: Lógica de Programação I Ementa: Modularização, procedimentos, e funções. Ponteiros. Recursividade. Registros, arquivos. Desen- volvimento de software com uma linguagem de programação.