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MANIFESTAÇÕES 
RÍTMICAS E 
EXPRESSIVAS
UNIDADE II
Danças 
Contemporâneas 
e Folclóricas 
Luciano Bernardes Leite 
Danças Contemporâneas 
e Folclóricas 
3
Introdução
Nesta unidade, vamos explorar duas vertentes distintas, mas igualmente ricas, do 
universo da dança: as contemporâneas e as folclóricas. Inicialmente, vamos nos 
envolver com o vibrante ritmo do jazz, a energia contagiante do hip-hop e a empolgação 
cativante da zumba, representantes da dança contemporânea, que nos conectam com 
a modernidade e a diversidade cultural. Posteriormente, mergulharemos nas tradições 
e celebrações das danças folclóricas, como as natalinas, carnavalescas e juninas.
Objetivos da Aprendizagem
Ao fim da unidade, esperamos que você seja capaz de:
• Conhecer as danças contemporâneas.
• Conhecer as danças folclóricas brasileiras.
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Dança Contemporânea: Explorando Jazz, Hip-hop 
e Zumba no Mundo Moderno
A dança contemporânea abraça a diversidade de estilos, fundindo elementos do jazz, 
hip-hop e zumba para criar uma expressão única no mundo moderno. Essa fusão 
dinâmica resulta em performances vibrantes e inovadoras, nas quais os movimentos 
fluidos do jazz se entrelaçam com a energia e a criatividade do hip-hop, enquanto 
a intensidade e o ritmo contagiante da zumba adicionam uma dimensão extra à 
experiência.
Jazz
O jazz tem suas raízes no blues e emergiu no início do século XX, nos Estados Unidos, 
por meio dos trabalhadores negros. Figuras como Jelly Roll Morton e a Original 
Dixieland Jass Band foram precursores desse gênero musical. No entanto, foi nos 
anos 1930 que o jazz popularizou-se com o surgimento do estilo dançante conhecido 
como swing. O swing conquistou o público da época com sua combinação de atributos 
técnicos e elementos formais, resultando em uma música cativante e vibrante (Silva, 
2018; Castro; Brito; Rodrigues, 2019).
Em contraste com o swing, o bebop surgiu em 1945, caracterizado por ritmos e 
fraseados frenéticos. Essa vertente exigia dos músicos habilidades técnicas avançadas 
e improvisação sofisticada. O bebop deu origem ao hard bop, uma variação que 
combinava complexidade com simplificação, influenciada pelos estilos soul e R&B. 
O lançamento do álbum “Birth of the Cool” em 1957 marcou o surgimento do cool 
jazz, um estilo mais suave e introspectivo que contrastava com a energia do swing. 
Caracterizado por ritmos mais lentos e elaborados, o cool jazz privilegiava os solos e 
explorava novas harmonias e texturas. Essa variação deu origem ao west coast jazz, 
uma abordagem mais descontraída influenciada pelo cenário musical da costa oeste 
dos Estados Unidos (Silva, 2018; Castro; Brito; Rodrigues, 2019).
Nos anos 1980, surgiu o fusion ou jazz rock, que incorporava instrumentos eletrônicos 
à sua composição. No entanto, muitas características identitárias do jazz foram 
perdidas nessa expressão musical, o que levou ao declínio desse estilo. Por outro 
lado, o latin jazz, que fundia a música afro-cubana com o jazz, surgiu nos anos 1950 
e trouxe um ritmo contagiante, destacando-se como vanguarda do jazz moderno. 
Outra tendência significativa foi a third stream, que surgiu da fusão entre o jazz e a 
5
música erudita ocidental, buscando relacionar a música clássica ao jazz. Atualmente, 
o jazz não se limita a uma única técnica, incorporando uma variedade de estilos que 
dialogam com as escolas de dança, além de receber influências das danças moderna 
e contemporânea (Silva, 2018; Castro; Brito; Rodrigues, 2019).
Como conteúdo da educação física, o jazz oferece inúmeros benefícios nos aspectos 
físico, motor e cognitivo. Ele promove o desenvolvimento da flexibilidade, força 
muscular e coordenação motora ampla. Durante as aulas, é interessante explorar os 
princípios do gênero e estimular a criatividade, o improviso e a expressão corporal 
para além da estética da dança. Além disso, essa vivência proporciona musicalidade, 
ritmo, postura e, claro, muita diversão (Silva, 2018).
Hip-Hop
O movimento hip-hop, que surgiu nos Estados Unidos na década de 1960, foi uma 
resposta à difícil realidade vivida pelas comunidades negras periféricas, especialmente 
no bairro do Bronx, em Nova Iorque. Em meio a um contexto pós-industrial, marcado 
pelo desemprego e pela falta de acesso a infraestrutura básica, como saneamento, 
lazer, saúde e educação, os moradores dessas comunidades se viram marginalizados 
e excluídos dos benefícios sociais e econômicos (Silva, 2018).
Nesse cenário de desigualdade e injustiça social, o hip-hop emergiu como uma forma 
de expressão artística e cultural que dava voz aos anseios e às experiências dessas 
comunidades marginalizadas. Por meio da música, da dança, do grafite e da poesia 
falada (rap), os jovens negros encontraram uma maneira de denunciar as injustiças 
sociais, expressar sua identidade e criar formas de resistência e empoderamento 
(Silva, 2018).
Afrika Bambaataa é amplamente considerado o maior 
representante do movimento hip-hop. Ele não apenas foi 
responsável pela criação de diversas gírias, mas também 
desempenhou um papel fundamental na disseminação de ideias 
de paz, diversão e amor.
Curiosidade
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Além disso, o hip-hop tornou-se uma plataforma para a construção de uma cultura 
comunitária e solidária, que valorizava a criatividade, a autoexpressão e o orgulho 
cultural. Por meio de eventos, como as festas de rua (block parties) e as batalhas de 
dança e rap, as comunidades de hip-hop conseguiram criar espaços de sociabilidade 
e pertencimento, fortalecendo os laços entre os seus membros e promovendo a união 
e a colaboração em prol de objetivos comuns (Silva, 2018).
Zumba
A zumba tem se destacado cada vez mais em academias, praças públicas e escolas 
de dança, associada à atividade física aeróbica e desenvolvendo novas modalidades 
e composições constantemente. Para entendermos a atual conjuntura desse estilo de 
dança, é importante conhecermos o contexto em que ela surgiu, sua razão de ser e 
seu desenvolvimento (Silva, 2018).
Aula de zumba
Fonte: ©andrzejrembowski, Pixabay (2019).
#pratodosverem: imagem com várias mulheres praticando a zumba.
A zumba foi fundada pelo professor de educação física Alberto Perez na Colômbia, 
em 1991. Segundo ele, certo dia, esqueceu-se dos seus CDs para a aula de aeróbica e 
teve que improvisar com músicas latinas disponíveis no rádio do carro, o que resultou 
em uma aula diferente, com a participação, motivação e entusiasmo de todos os 
participantes (Silva, 2018).
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Somente em 2003 ocorreu a inauguração do primeiro curso de 
instrutores de zumba, tornando-a conhecida mundialmente (Silva, 
2018).
Atenção
A palavra zumba resulta da combinação de alguns fatores: 
Dois vocábulos
Samba e rumba, uma festa popular na Colômbia e em outros países da América 
Latina. 
O conceito
Constante no Manual de Treinamento para Instrutor Zumba Fitness, é definida 
como um programa fitness fundamentado na ginástica e inspirado em danças e 
músicas latinas, resultando em uma expressão de ginástica aeróbica dinâmica, 
eficiente e divertida, com enfoque na tonificação muscular e no desenvolvimento 
cardiorrespiratório. 
Definição
O manual não a define como uma dança, mas como uma aula de Ginástica 
baseada em exercícios cardiovasculares com componentes de resistência e 
modelagem corporal que tonificam todo o corpo e ajudam a alcançar qualquer 
meta de ginástica desejada. Trata-se, portanto, da união entre dança e atividades 
de academia (fitness) (Silva, 2018).
Nessa combinação, são utilizados elementos de danças como merengue, salsa, 
mambo, rumba, cha-cha, entre outros estilos, juntamente com movimentos de 
academia, como agachamento, flexão de braços, saltos, afundo etc. Os movimentos 
de academia visam a intensificar e tonificar os músculos, especialmente os 
glúteos, pernas e braços, enquanto os movimentos rápidos e aeróbicos das danças 
proporcionam o treinamento cardiorrespiratório. O quadro a seguir mostra alguns dos 
conceitos, benefícios e tipos de aula de zumba (Silva, 2018).8
Conceito, benefícios e tipos de aula de zumba
Conceito Benefícios Tipos de aula
É uma atividade geralmente 
praticada em grupo, 
coreografada por uma 
música que combina fitness 
e entretenimento a diferentes 
ritmos e estilos musicais.
Treinamento da região central 
do corpo, o que contribui 
para uma elevada queima de 
calorias.
Método de aprendizado fácil 
e não intimidador. Ajuda no 
desenvolvimento de uma 
autoimagem positiva.
Zumba, strong by Zumba, 
zumba step, zumba toning, 
acqua zumba, zumba sentao, 
zumba gold, zumba gold-
toning, zumba kids, zumba 
kids Jr. Zumbini, circuito de 
zumba, plate by zumba.
Fonte: adaptado de Moreira (2016) e Silva (2018). 
#pratodosverem: breve descrição do conceito, benefícios e tipos de aula de zumba.
Tradições em Movimento: Danças Folclóricas 
Brasileiras
Para entendermos as danças dentro do contexto do folclore brasileiro, é fundamental 
começarmos definindo o que entendemos por folclore. Trata-se de uma expressão 
das tradições de um povo, enraizadas em diferentes comunidades e regiões, que 
buscam transmitir seus costumes, histórias, crenças e valores. Essa expressão cultural 
engloba uma variedade de manifestações, incluindo a dança, que desempenha um 
papel significativo na cultura popular em todo o país. No contexto das diversas danças 
folclóricas brasileiras, podemos destacar os ciclos festivos anuais, que celebram 
datas e períodos importantes em todo o território nacional, como o Natal, o Carnaval e 
as festas juninas (Silva, 2018). A seguir discutiremos cada um desses ciclos.
Ciclo Natalino
Durante o ciclo natalino, que se estende do dia 24 de dezembro até 6 de janeiro, 
diversas cerimônias são realizadas, todas inspiradas em eventos e figuras ligadas ao 
nascimento de Jesus, conforme a tradição judaico-cristã. Essas celebrações incluem 
os conhecidos autos de Natal, cujo propósito central é promover virtudes como o 
perdão, o amor e a caridade. Além disso, oferecem reflexões de cunho moral sobre 
ações passadas e aspirações para o novo ano que se aproxima (Silva, 2018).
9
O Natal foi celebrado pela primeira vez em Roma, em 25 de 
dezembro de 336, marcando o início de sua consolidação como 
festa. Posteriormente, foi oficializado e adotado em várias 
regiões cristãs.
Atenção
Nos autos de Natal, grupos teatrais apresentam dramatizações da história do 
nascimento de Jesus, recriando cenários como o estábulo de Belém e retratando 
personagens como os Reis Magos, os pastores e a Sagrada Família. Essas encenações 
não apenas reforçam a mensagem religiosa da data, mas também promovem valores 
de solidariedade e compaixão, inspirando os espectadores a refletir sobre suas 
próprias vidas e atitudes (Silva, 2018).
Além das dramatizações, o ciclo natalino é marcado por outras manifestações culturais, 
como cânticos, procissões e festas comunitárias. Muitas dessas tradições têm raízes 
antigas, remontando a tempos pré-cristãos, e foram incorporadas às celebrações 
cristãs ao longo dos séculos. Assim, o Natal, além de se tornar um período de reflexão 
espiritual, é também uma oportunidade para celebrar a rica diversidade cultural e 
histórica que permeia essa festividade (Silva, 2018).
Ciclo Carnavalesco
Os ciclos carnavalescos, ao longo da história, assumiram diferentes formas e 
significados em diversas culturas ao redor do mundo. No Brasil, especialmente, o 
Carnaval tornou-se uma das maiores expressões culturais do país, caracterizado por 
uma explosão de cores, ritmos e tradições que refletem a diversidade e a alegria do 
povo brasileiro. As festividades carnavalescas no Brasil são marcadas por desfiles 
de escolas de samba, blocos de rua, bailes e outras manifestações populares que 
celebram a música, a dança e a criatividade. É um momento de extravasar alegria, de 
reunir pessoas de todas as idades e classes sociais em uma grande festa coletiva 
(Silva, 2018).
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O galo da madrugada é conhecido como o maior bloco de carnaval 
do mundo e o seu desfile é realizado na cidade de Recife desde 
1995. 
Curiosidade
Além da dimensão festiva e lúdica, o Carnaval no Brasil também carrega consigo 
aspectos culturais e históricos significativos. Ele está enraizado em tradições que 
remontam aos tempos coloniais, mesclando influências indígenas, africanas e 
europeias. As marchinhas, sambas e outros gêneros musicais típicos do Carnaval 
brasileiro são reflexos dessa rica mistura cultural, que contribui para a identidade 
nacional e para a formação da diversidade cultural do país (Silva, 2018).
Desfile de escola de samba
Fonte: ©Pat_Photographies, Pixabay (2020).
#pratodosverem: imagem mostra um desfile de escola de samba típico do Carnaval.
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No entanto, o Carnaval também é palco de críticas e debates sobre diversos temas, 
como a exploração comercial, a segurança pública e o respeito às tradições locais. 
Há quem critique a descaracterização do Carnaval tradicional em favor de eventos 
mais comerciais e turísticos, enquanto outros defendem a importância do Carnaval 
como uma expressão cultural viva e em constante evolução. Essas questões refletem 
os desafios enfrentados pela sociedade brasileira na preservação e renovação das 
tradições culturais em um mundo em constante transformação (Silva, 2018).
Ciclo Junino
As festividades do ciclo junino, que ocorrem entre os meses de junho e julho, 
representam uma celebração marcante na cultura brasileira, especialmente nas 
regiões Nordeste e Norte do país. Essas festas são dedicadas a três santos populares: 
São João, Santo Antônio e São Pedro, e também homenageiam São Gonçalo, embora 
em menor escala. Conhecidas como festas juninas, essas celebrações incorporam 
uma série de elementos culturais únicos, como as danças de quadrilha, o pau-de-sebo, 
as tradicionais músicas juninas e as vestimentas que remetem aos costumes da vida 
rural (Silva, 2018).
O pau-de-sebo é uma brincadeira popular em que os participantes 
tentam escalar um mastro de madeira untado com gordura para 
alcançar prêmios que estão no topo. Essas atividades lúdicas e 
tradicionais são acompanhadas por músicas típicas, como o forró, 
o baião e o xote, que embalam os festejos juninos com ritmos 
animados e contagiantes.
Curiosidade
A dança de quadrilha é uma das principais atrações das festas juninas, reúne pessoas 
de todas as idades para dançar coreografias tradicionais que retratam aspectos da 
vida no campo, como os trabalhos agrícolas e os festejos típicos. As festas juninas 
são momentos de grande importância cultural e social, comunidades inteiras reúnem-
se para celebrar suas tradições, fortalecer os laços de amizade e compartilhar alegria 
e diversão.
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Festa junina/quadrilha
Fonte: ©Pixabay, ©Livoca (2020).
#pratodosverem: imagem de três crianças de mãos dadas durante uma quadrilha.
Essas celebrações são uma oportunidade para preservar e valorizar as raízes culturais 
do povo brasileiro, mantendo viva uma parte importante de sua identidade e história.
Para uma compreensão mais aprofundada sobre a história do hip-
hop, recomenda-se a leitura do artigo intitulado “Hip Hop brasileiro: 
Tribo urbana ou movimento social?”, disponível aqui.
Saiba mais
https://www.faap.br/revista_faap/revista_facom/facom_17/fochi.pdf
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Conclusão
Ao longo desta unidade, exploramos a riqueza e a diversidade das danças 
contemporâneas, incluindo estilos como jazz, hip-hop e zumba, além das danças 
folclóricas tradicionais, como as natalinas, carnavalescas e juninas. Desde os 
movimentos vibrantes e expressivos do jazz até a energia contagiante do hip-hop e a 
fusão de fitness e entretenimento da zumba, cada forma de dança revela sua própria 
história, cultura e significado. Ao mesmo tempo, as danças folclóricas conectam as 
pessoas às tradições e festividades de diferentes regiões e culturas, pois celebra a 
identidade e a diversidade. Portanto, ao fim desta unidade, compreendemos melhor 
como a dança é uma expressão poderosa da criatividade humana, conectando-nos 
com o passado, presente e futuro.
ReferênciasBRASILEIRO, L. T. A dança é uma manifestação artística que tem presença marcante 
na cultura popular brasileira. Pró-posições, Campinas, v. 21, p. 135-153, set./dez. 2010.
CASTRO, O. G.; BRITO, B. J. G.; RODRIGUES, M. C. S. Metodologia da dança. Grupo A, 
2019. E-book. ISBN 9788595029118. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788595029118/. Acesso em: 17 fev. 2024.
COLOMBERO, R. M. M. P. Danças Urbanas: uma história a ser narrada. São Paulo: 
Grupo de Pesquisa em Educação Física Escolar, Faculdade de Educação, Universidade 
São Paulo, São Paulo, jul. 2011. Disponível em: http://www.gpef.fe.usp.br/teses/
agenda_2011_09.pdf. Acesso em: 04 mar. 2024.
SILVA, R. M C. Dança. Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788595027039. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027039/. Acesso em: 17 
fev. 2024.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029118/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029118/
http://www.gpef.fe.usp.br/teses/agenda_2011_09.pdf
http://www.gpef.fe.usp.br/teses/agenda_2011_09.pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027039/
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