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#interna E-Book Cobrança e Renegociação #interna Sumário Tratamento e Soluções para público PF e Desconto Negocial ........................... 3 Soluções para Público PJ e Desconto Negocial .................................................... 6 Soluções RAO ........................................................................................................ 9 Principais ocorrências na contratação do Soluções RAO .................................... 13 Terceirização e Canais Parceiros .......................................................................... 14 Clientes Superendividados .................................................................................. 16 Clientes em Recuperação Judicial ....................................................................... 17 Ajuizamento de operações ................................................................................. 18 Demandas Banco Réu ........................................................................................... 21 Clientes Falecidos ............................................................................................... 23 Cessão de Créditos .............................................................................................. 24 #interna Tratamento e Soluções para público PF e Desconto Negocial Conheça o cliente Em primeiro lugar é necessário compreender a necessidade do cliente e como está sua situação financeira. Dessa forma, saberemos como oferecer a melhor solução para ele. No caso de cliente que ainda não possui operações em atraso, pode ser um momento de novas oportunidades, ainda no contexto do negócio. Consulte também se o cliente tem anotação no cadastro com informação de operação “cedida” e/ou anotações baixadas por “Código de Defesa do Consumidor”, mas ainda não regularizadas no BB. O que significa “no contexto do negócio”? Este termo é utilizado quando tratamos de soluções que preservam o relacionamento do cliente com o Banco e que podem ser utilizadas para alongar, repactuar ou alterar condições negociais, sem resultar em anotações cadastrais restritivas ao cliente, ou seja, o cliente não perde limites, não restringe novos créditos etc. Quando o “contexto do negócio” não é mais possível, entramos no âmbito da Solução de Dívidas, onde há implicações restritivas para o cliente no BB, podendo ter redução ou bloqueio dos limites de créditos, ou ainda, dependendo do valor recebido, caracterizar prejuízo ao Banco, tendo o cliente no futuro, ressarcir o valor do prejuízo (acrescido de encargos) para voltar a operar com o BB. #interna O que fazer quando cliente está em atraso e há operações em consignação para renegociar? E quando o cliente não possuir operações consignadas? Há duas soluções automatizadas para adequação da capacidade de pagamento do cliente. Verifique a possibilidade de contratar uma Renovação Consignação, produto ainda com viés de negócio. Se não for possível, no contexto de recuperação temos o produto Solução de Dívidas Consignada. Nesse caso o cliente terá a anotação 126 (peso 3 - impeditiva relativa) e após o pagamento de mais de 50% do capital é flexibilizada automaticamente para 370 - informativa. É muito importante consultar se o empregador está com convênio ativo e se existe margem consignável disponível para o cliente. Com possibilidade de renovação Nos casos de convênios não ativos ou outros impedimentos como operações não passíveis de inclusão na renegociação, há a opção de contratar a Solução de Dívidas Varejo, no contexto de recuperação, que agora está na Plataforma BB. Para utilização da linha de Renegociação Massificada, a operação de consignado deverá estar vencida há mais de 35 dias, ou com no mínimo 2 parcelas em atraso. Lembre-se, o cliente terá restrições a novos créditos por alguns meses. Quando o convênio não estiver ativo Parcelamento Preventivo Para clientes que ainda não possuem operações em atraso - ou seja, não estão no CACS. Essa solução tem como objetivo principal adequar a capacidade de pagamento do cliente. Parcelamento PF Para clientes com pelo menos uma operação em atraso e 2 dias no CACS. Essa operação não tem desconto negocial e, algumas vezes, não necessita de entrada. #interna As orientações para contratar o Parcelamento Preventivo e o Parcelamento PF estão disponíveis na IN 211. Quando o cliente não for o público-alvo ou a solução não é a mais adequada, há o Soluções RAO que oferece duas modalidades de contratação: BB Parcelamento Digital (antigo RAO Boleto) e Solução de Dívidas Digital (antigo RAO CDC). O sistema fará a análise automaticamente e indicará a melhor opção. Para saber mais, consulte a cartilha Soluções RAO (IN 211). Quando o cliente possuir operações com garantia, deve-se verificar outras soluções, como a Solução de Dívidas Varejo, com contratação pela Plataforma BB. Nela, há o recurso do simulador, que permite simular on-line as condições negociais. Realize o melhor Atendimento! Cada cliente possui uma situação em especial que precisa de análise e cuidado para saber qual é a melhor proposta para o seu caso. Entenda as necessidades dele e resolva o problema o quanto antes para preservamos o relacionamento que ele possui com o BB. O CACS é um software utilizado pelo Banco: Computer Assisted Collection System (Sistema de Cobrança Assistida para Computadores), para operacionalizar o processo de cobrança e recuperação de créditos. Disponível para baixar na Loja de Aplicativos BB. #interna Soluções para Público PJ e Desconto Negocial Conhecendo o cliente Compreenda a necessidade do cliente, seu contexto financeiro e dos sócios, quando houver, no BB e no mercado. Analise a possibilidade de ajuste das operações mediante a utilização de mecanismos que preservam a linha de crédito original e o relacionamento com o cliente. Verifique nos normativos de cada produto as formas de ajustes das operações, ainda no contexto de negócio (ACP, prorrogações e outros). O que significa “no contexto do negócio”? São soluções que preservam o relacionamento do cliente com o Banco e que podem ser utilizadas para alongar, repactuar ou alterar condições negociais, mas que não resultam em anotações cadastrais restritivas ao cliente (não perdem limites, novos créditos, etc.). No âmbito de recuperação de crédito há implicações em restrições para o cliente no BB, podendo ter redução ou bloqueio dos limites de créditos, ou ainda, dependendo do valor recebido, caracterizar prejuízo ao Banco, tendo o cliente que no futuro ressarcir o valor do prejuízo (acrescido de encargos) para voltar a operar com o BB. Parcelamento PJ Se não for possível repactuar ou ajustar utilizando as linhas originais, analise as condições para contratação na linha de Parcelamento PJ, também no contexto de negócio. Essa solução não prevê a concessão de desconto negocial, pois ainda mantemos o relacionamento negocial com o cliente. E quando o cliente está em atraso e não se enquadra em soluções de negócio divulgadas pelo Gestor? #interna E se essa solução não atender ao cliente por que ele ainda precisa de desconto? Nesse caso, utilize o BB Parcelamento Digital (antigo RAO Boleto). Essa é uma alternativa de renegociação que pode ser realizada caso a operação do cliente tenha desconto negocial disponibilizado. Essa condição deve ser verificada no momento da simulação. Mas fique atento, pois a concessão de desconto negocial pode restringir a contratação de novos créditos. Cobrança Terceirizada O cliente pode entrar em contato após receber uma ligação de outra empresa em nome do BB, a BBTS. O Banco repassa informações para que a BBTS possa contatar o cliente e proceder a negociação, ou pode ser também que o Banco tenha cedidoa operação, ou seja, vendido o direito ao crédito da operação, neste último caso o cliente tem que contatar a empresa que comprou a dívida para renegociar. Para consultar se a operação está com a cobrança terceirizada – acesse a Plataforma BB na aba Crédito > Especialistas em Recuperação – GECOR > Canal de cobrança. Crédito Cedido A operação também pode ser cedida a Ativos S.A. Nesse caso, o Banco “vendeu” a operação e as negociações devem ser conduzidas pela Ativos S.A., de acordo com os parâmetros por eles definidos. É importante ressaltar que em consulta aos sistemas (COP, CDC, XER, VIP, etc) as operações cedidas do cliente não são identificadas como cedidas. Assim, é necessário consultar as anotações cadastrais dele e identificar se existem registros referentes ao crédito inadimplido cedido a terceiros. Solução de Dívidas Varejo Quando o cliente possuir operações com garantia, deve-se verificar outras soluções, como a Solução de Dívidas Varejo, com contratação pela Plataforma. Com o recurso do simulador, é possível simular on-line as condições negociais. Ao iniciar a contratação o sistema busca as operações passíveis de negociação e apresenta as condições negociais conforme o público. Caso o sistema não inclua todas as operações do cliente, é possível consultar na tela a ocorrência que impede a inclusão. #interna Na contratação pela Plataforma, o sistema apresenta no momento do acolhimento o desconto máximo para o cliente, mas fique atento, pois ele é restritivo. Desconto Negocial O desconto negocial pode ser aplicável sobre o saldo devedor das operações enquadráveis, e no momento da simulação o desconto já vai estar estabelecido pelo sistema, desde que o cliente tenha sido habilitado para tal. Dependendo das características da operação envolvida, poderá haver descontos negociais diferentes para operações e alternativas negociais distintas. O desconto é disponibilizado ou inibido de forma automática pelo sistema no momento da contratação, considerando as características específicas de cada operação a ser renegociada. A concessão de desconto pode impedir o cliente de obter novos créditos com o Banco, caso configurado prejuízo não ressarcido, conforme Política Específica de Crédito. O que fazer no caso de clientes produtores rurais? Verifique a possibilidade de ajuste da operação mediante a utilização de mecanismos que preservem a linha de crédito original, conforme normativo de cada gestor do produto. Não sendo possível a solução através das linhas de crédito originais, as dependências têm à disposição as alternativas de acordos via BB Parcelamento Digital (antigo RAO Boleto) ou ainda a Solução de Dívidas Rural no sistema COP. Realize o melhor atendimento! Cada cliente possui uma situação em especial que precisa de análise e cuidado para saber qual é a melhor proposta para o seu caso. Nos casos que a proposta apresentada pelo cliente estiver fora da alçada da agência e já tiverem sido verificadas demais alternativas, conforme IN-212, existe ainda a possibilidade de inclusão de proposta na ferramenta Reneg. Fácil. Entenda as necessidades dele e resolva o problema o quanto antes para preservamos o relacionamento com o BB! #interna Soluções RAO O que é? É uma ferramenta automatizada que possibilita a regularização ágil e simplificada de dívidas. Com ela, você poderá facilmente ajudar os nossos clientes a reorganizarem suas vidas e contribuirá com a estratégia do BB de recuperação de crédito. A ferramenta “Soluções RAO” efetua a leitura das regras de negócios de cada produto e apresenta as condições disponíveis para renegociação, disponibilizando automaticamente as operações passíveis de negociação, de acordo com as diretrizes e políticas de cobrança e recuperação de crédito do BB. As operações podem ser negociadas à vista ou a prazo com desconto caso ela tenha piso negocial que será disponibilizado automaticamente. Essa disponibilização é feita diariamente e deve ser verificada no momento da simulação sendo válida exclusivamente para a data da consulta. Mas fique atento! A concessão de desconto negocial pode restringir novos créditos ao cliente caso configurado o prejuízo não ressarcido, conforme Política Específica de Crédito. No RenegPedia (https://banco365.sharepoint.com/sites/Renegpedia/), é possível consultar outras informações sobre o Soluções RAO. A cobrança e recuperação de créditos tem por objetivo a manutenção da carteira ativa do Banco, com a contenção do agravamento da provisão da perda esperada que está relacionada ao risco de crédito, a retenção do relacionamento com o cliente e o foco na efetividade na gestão do Ativo Problemático. A ferramenta é bem intuitiva e possui todos os parâmetros e condições automatizados, trazendo agilidade, conforto e segurança nos negócios. Canais disponíveis para contratação • Plataforma (com duplo sim para público PF) • Internet Banking (APF) e Gerenciador Financeiro (APJ) • Mobile • Serasa Limpa Nome e Boa Vista Acordo Certo • WhatsApp - (61) 4004-0001 • CRBB / SAC / Ouvidoria • Cobrança Terceirizada – BBTS https://banco365.sharepoint.com/sites/Renegpedia/ #interna Modalidades de renegociação O Soluções RAO possui duas modalidades: Boleto e CDC. No RAO Boleto (PF e PJ) as operações são amortizadas mediante o pagamento das parcelas do acordo. Já no RAO CDC (apenas PF) as operações originais são liquidadas, deixando a nova operação CDC na carteira rentável da agência. A escolha do modelo a ser contratado é feita de forma automatizada e transparente ao usuário. Para conhecer as condições e operacionalizar a ferramenta, consulte as IN-211 e IN-212. Conceitos Importantes A seguir, alguns conceitos relevantes ao processo de Soluções RAO: • Bloqueio O73: Bloqueio decorrente de quebras sucessivas. Trata-se de bloqueio por 90 (noventa) dias para contratação de novo acordo para clientes com duas quebras de acordo contratados em canais digitais em um intervalo de 4 (quatro) meses. • Termo de Compromisso e/ou Cédula de Crédito Bancário: São os instrumentos que formalizam o acordo realizado com o cliente. Nesses documentos estão expressos os termos e condições negociais do compromisso. Caso o acordo seja realizado pela Plataforma, sem Duplo Sim, a agência deverá arquivar o documento assinado pelo cliente no dossiê eletrônico. • Solução automatizada: Não é possível realizar a inclusão manual de operações para acordo RAO. Para acordos envolvendo conta corrente realizados a partir de 16/11/2017, o saldo devedor da conta é transferido para uma conta interna aberta exclusivamente para a amortização do acordo. No caso de quebra do compromisso envolvendo conta corrente, a conta RAO aberta será encerrada após 30 dias. Entre o 30° e 35° dia, o capital existente será transferido para a conta original e os encargos serão cobrados na próxima data base de débito de juros da conta corrente. As tarifas pendentes em conta não são incluídas no acordo de conta corrente e devem ser negociadas separadamente. #interna RAO Boleto O RAO Boleto é destinado tanto para Pessoas Físicas (PF) quanto para Pessoas Jurídicas (PJ). É importante destacar que não se trata de uma nova dívida, mas sim de uma renegociação de valores existentes, por isso o RAO Boleto não nova a dívida. O serviço é direcionado para operações com garantia ou para clientes que não possuem conta corrente no banco. E a contratação pode ser cancelada em até 7 (sete) dias após a sua efetivação (D+6). Caso o pagamento da entrada ou parcela não seja realizado até a data limite de processamento, que é 30 (trinta) dias após o vencimento do boleto, ocorrerá a quebra do acordo. Os pagamentos devem ser feitos via boleto, com a possibilidade de agendamento automático em conta corrente. Após o pagamento da primeira parcela ou entrada, a operação negociada deixa de ser consideradacomo “atraso” para fins de apuração da inadimplência e para informações enviadas ao Banco Central (SCR). A formalização do acordo é feita através de um Termo de Compromisso e anotações cadastrais serão registradas para o devedor, com as devidas replicações. A anotação 217 indica que o cliente possui um acordo via boleto e será baixada após a liquidação ou quebra do compromisso. A anotação 218 indica que o cliente não cumpriu o acordo via boleto, sendo informativa e não passível de baixa. Em caso de utilização de piso negocial, o sistema registrará as anotações 233, 234 ou 167 para o devedor e 125 para o(s) coobrigado(s), conforme a IN 211-1. Se o cliente tiver provocado prejuízo ao banco, o valor deverá ser recuperado por meio do aplicativo GRD. Liquidações antecipadas podem ser realizadas a qualquer momento após a contratação. RAO CDC O RAO CDC é destinado a Pessoas Físicas (PF) e envolve a criação de uma nova dívida. Ele é direcionado para operações sem garantia e para clientes que possuem conta corrente no banco. A contratação do serviço pode ser cancelada em até 7(sete) dias após a sua efetivação (D+6). A quebra do acordo ocorre apenas pelo não pagamento da entrada. A operação gera no sistema um Crédito Direto ao Consumidor (CDC), Produto 349 Modalidade 5. O modo de pagamento é através de débito em conta. A formalização do acordo é feita por meio de uma Cédula de Crédito Bancário e gera anotações cadastrais para o devedor, com as devidas replicações. A anotação 126 indica a composição de dívidas em ser e será substituída pela #interna anotação 370 – Renegociação-Reclassificação após o pagamento de 50% do capital renegociado. Em caso de utilização de piso negocial, o sistema registrará as anotações 233, 234 ou 167 para o devedor e 125 para o(s) coobrigado(s), conforme a IN 211-1. Liquidações antecipadas podem ser realizadas a qualquer momento após a criação da operação no sistema CDC. Se o cliente tiver provocado prejuízo ao banco, o valor deverá ser recuperado por meio do aplicativo GRD. #interna Principais ocorrências na contratação do Soluções RAO Duplicidade de pagamento do valor de entrada Pode ocorrer duplicidade de pagamento do valor da entrada. Neste caso, a agência deverá verificar se de fato constam dois pagamentos processados consultando o “nosso número” no aplicativo SISBB COBRANCA 31-12 e efetuar o estorno no aplicativo SISBB ADMIN 1-4-2-1-92-1-22. Duplicidade de pagamento nas parcelas Observe o que deve ser feito quando houver duplicidade de pagamento nas parcelas tanto na modalidade RAO e CDC: É importante ressaltar que não é possível alterar as condições dos acordos já formalizados. RAO Boleto O pagamento processado não poderá ser estornado. A agência poderá efetuar o adiantamento por meio de Protocolo SIM. RAO CDC O estorno do valor pago em duplicidade deverá ser realizado no aplicativo CDC. #interna Terceirização e Canais Parceiros A estratégia de terceirização da cobrança Uma vez que o cliente está inadimplente, uma das estratégias de cobrança é enviar para uma empresa parceira na terceirização de cobrança com a missão de entrar em contato com o cliente e ofertar a melhor solução para o seu endividamento. Esse é mais um dos canais de cobrança utilizados pelo Banco. Um dos principais benefícios é a desoneração da estrutura das agências, possibilitando o aproveitamento da equipe para realizar outros negócios. Outro ponto importante é que as ligações realizadas pelas terceirizadas ficam gravadas por até cinco anos, sendo possível monitorar a qualidade do atendimento e mitigar eventuais questionamentos por parte do cliente ou do Banco. Quais clientes podem ser encaminhados para a cobrança terceirizada? Em geral os clientes com menores valores de endividamento e enquadrados em soluções mais simples, como por exemplo o RAO Boleto. Os clientes falecidos, bem como os em recuperação judicial, ou que possuam ações contra o banco e os com maior complexidade na solução de suas dívidas possuem outros canais/estratégias e normalmente não são terceirizados para a empresa de cobrança. Para saber se um cliente está em cobrança terceirizada acesse a Plataforma na opção Crédito > Especialistas em Recuperação – GECOR > Canal de cobrança. Para as empresas terceirizadas o acesso aos dados do cliente é limitado, elas apenas podem acessar as negociações de acordos pelo Portal Soluções de Dívidas na modalidade Acordo RAO Boleto, sendo que nem todas as operações do cliente são passíveis de renegociação pelo sistema, como tarifas, por exemplo. Mesmo quando o cliente entrar em cobrança terceirizada a agência não deixa de ter responsabilidades com ele. É papel de todos zelar pelo cumprimento dos acordos firmados e sempre buscar alternativas para resolver a situação. #interna Atualmente a empresa terceirizada que presta serviço de cobrança extrajudicial para o Banco é a BBTS. O cliente também pode optar em ser atendido diretamente pela agência, sendo essa é uma ótima oportunidade para você mostrar mais opções que ele possui de renegociação recuperar o crédito e além de manter o relacionamento com ele. Você sabia que o BB também possui uma telecobrança própria? A CRBB é a telecobrança interna do BB, e entra em ação para dar mais uma forcinha na cobrança junto ao cliente, ela atua nos primeiros dias após o vencimento da operação, com a estratégia de pontualizar, ou seja, lembrar o cliente do vencimento de suas dívidas e que ele efetue o pagamento dos valores vencidos, mantendo o relacionamento negocial com o BB. Ela acontece no ambiente do Banco, com sistema próprio de discador, scripts e toda estratégia é direcionada pelo BB, assim como o direcionamento de quais serão os clientes acionados no dia – também chamado de mailing. A telecobrança pode ser ativa ou reativa (ligando para o cliente ou recebendo a sua ligação), e os acordos dela resultantes podem ser RAO CDC ou RAO Boleto, dependendo do perfil do cliente. #interna Clientes Superendividados Educação Financeira A Educação Financeira é um processo que promove melhorias na compreensão dos produtos e serviços financeiros, com potencial de transformar realidades, impulsionar tomada de decisão fundamentada, estimular a sustentabilidade na realização dos negócios e elevar o bem-estar e a saúde financeira das pessoas. A Educação financeira no Banco do Brasil é regida por Política Específica (IN 606-1), elaborada em acordo com a Resolução nº 8 BACEN/CMN de 21/12/2023 e estimula a realização de negócios sustentáveis e contribui com a elevação do bem-estar e da saúde financeira da população, proporcionando a resiliência financeira e a prevenção do inadimplemento e do superendividamento, fortalecendo os princípios de uma atuação ética, responsável e diligente no setor bancário brasileiro. Negociação com Clientes Superendividados Ao verificar as opções de negociação de um cliente, sempre verifique se ele pode utilizar alguma solução que não deixe restrições. Mas caso não seja possível, consulte se o cliente se enquadra nas condições diferenciadas para superendividados. O cliente superendividado possui a característica “590 Público-alvo Educação Financeira” registrada em seu cadastro. Assim, o sistema captura a taxa e o prazo definidos para superendividados e, durante a simulação ou contratação, ele os disponibiliza automaticamente na linha Renegociação Massificada, com as condições de renegociação diferenciadas com intuito de adequar a sua capacidade de pagamento. Para operacionalização da negociação com clientes superendividado, orientar- se pelas IN-211, IN-212 e IN-217. Importante! A característica especial 590 é atribuída automaticamente pelo sistema para os clientes que estejam nos critérios de superendividamento. Assim, não é possívelincluir ou alterar de forma manual. O sistema processa diariamente a avaliação da capacidade de pagamento do cliente, por isso ele pode ter a característica de superendividado em um momento e não ter no outro. Assim, as condições especiais terão validade somente para o dia da consulta. #interna Clientes em Recuperação Judicial Recuperação Judicial A recuperação judicial é um processo legal que pode acontecer com clientes que são empresas e produtores rurais e isso necessita atenção de todos nós, pois apresenta riscos ao Banco. É um processo jurídico que tem o objetivo de viabilizar a superação da crise econômico-financeira do devedor, promovendo a preservação da empresa e dos empregos dos trabalhadores. A Lei que disciplina esse processo é a 11.101 de 09/02/2005. Clientes em recuperação judicial podem representar riscos em relação ao pagamento de seus débitos. Por isso, no Banco do Brasil há unidades específicas para acompanhar o processo de Recuperação Judicial: a Gerência Recuperação Judicial Atacado (Recup Rec Jud Atacado) e a Gerência Recuperação Judicial Varejo (Recup Rec Jud Varejo). Além delas, temos o Cenop Recuperação de Ativos que realiza boa parte dos procedimentos operacionais do processo. Há alguns procedimentos que devem ser adotados pela agência. Ao receber uma demanda do Cenop Recuperação de Ativos ou da Gecor condutora do processo, solicitando que a agência adote alguns procedimentos, providencie imediatamente o que for solicitado. Caso contrário, o Banco pode ter a habilitação de seus créditos prejudicada (ou seja, perde o direito de buscar seus créditos dentro do processo de Recuperação Judicial), ou pode ser penalizado caso não adote os procedimentos devidos. Em caso de dúvidas, ligue para a unidade específica que cuida da Recuperação Judicial. E se souber de alguma empresa cliente em recuperação judicial sem anotação no cadastro, entre em contato imediatamente com a unidade e realize os procedimentos solicitados. #interna Ajuizamento de operações Como inicia o processo de ajuizamento? O ajuizamento ocorre após esgotadas todas as cobranças administrativas (cancelamento de limites, notificação e envio para cadastros com restrição como o SERASA). Isso acontece após 180 dias do vencimento, pois o Banco evita ajuizamento devido ao custo elevado e à morosidade do judiciário no Brasil, o que interrompe a solução amigável com o cliente e afeta o relacionamento com o Banco. Os critérios para ajuizamento de operações, bem como a operacionalização e intervenientes estão disponíveis na IN-219. A indicação do tipo de ação a ser utilizada é realizada a partir da disponibilidade da documentação da operação no checklist e revisada pelos Centros de Serviço, competindo privativamente ao advogado responsável pelo ajuizamento a decisão com relação ao tipo de ação a ser ajuizada, por ser ele quem detém competência técnica para analisar a documentação recebida e escolher o tipo de ação mais adequado para cada caso concreto. O prefixo contábil deverá manter o acompanhamento do ajuizamento assim como responder tempestivamente todas as solicitações de subsídios processuais, tanto do Centro de Serviços quanto dos advogados e demais intervenientes do processo. Tudo isso sem cessar as possibilidades de regularização e renegociação das dívidas no Soluções RAO e outras linhas da UCR. Para tornar essa ação mais eficiente, o BB adotou algumas premissas para a definição dos critérios de ajuizamento de operações, tais como: • o endividamento total do cliente; • o valor da operação; • a existência de garantias reais; a relação custo/benefício da medida; • o tipo e o estágio de risco da operação; • a utilização de modelo estatístico para apuração da propensão de regularização/liquidação da dívida na esfera judicial. #interna Atribuições Unidades de Negócios As Agências de Atendimento e Gerências de Cobrança e Recuperação de Dívidas verificam a correção dos documentos no checklist de ajuizamento e confirmam a existência da via original nos arquivos do Banco. A confirmação da existência do instrumento de crédito original e o registro dessa informação de forma tempestiva no processo de pré-ajuizamento é fundamental para que o Banco realize o ajuizamento pelo tipo de ação mais adequado para cada operação, contribuindo para a celeridade e eficiência da recuperação dos créditos pelas vias judiciais. Principais Tipos de Ação Você sabia que os prazos para resolução de uma cobrança judicial variam muito a depender do tipo da ação? Além disso, nem todos os tipos de ação permitem que o Banco consiga penhorar bens dos devedores desde as etapas iniciais do processo e esse é um fator essencial para a recuperação dos créditos com celeridade e contribui ainda com a redução dos custos da medida! Execução: Quando é possível demonstrar a certeza, liquidez e exigibilidade do título. Em regra quando temos os originais de cédulas, notas de crédito, contratos de crédito fixo assinado pelo devedor e por duas testemunhas e contratos de crédito rotativo desde que o BB comprove a existência de todas as propostas que resultaram na liberação de valores e não envolvem taxas variáveis. Monitoria: Quando ausente a liquidez ou a certeza do título, ou quando prescreveu o direito de execução (3 anos). Em regra, quando não temos os originais e em caso de termos de abertura de crédito rotativo ou termos de adesão. Cobrança: Quando verificada a ausência do instrumento de crédito ou quando caracterizada deficiência na sua constituição, que inviabilize o ajuizamento da ação monitória. Busca e Apreensão: Utilizada quando os bens que garantem a operação são vinculados na forma de alienação fiduciária. Muito utilizada no crédito de financiamento de veículos. #interna Acompanhamento e Condução Em caso de ação judicial em comarca digital, os procedimentos da dependência para encaminhamento ao Centro de Serviços estarão finalizados, devendo a documentação original ser mantida em arquivo até a liquidação da operação de crédito. Em comarca física, os procedimentos só estarão concluídos após o recebimento dos documentos pelo Centro de Serviços. Se houver necessidade de novos documentos ou informações complementares, o Centro de Serviços enviará pedido de subsídios via Portal Jurídico (vide IN- 219). A dependência deve cumprir rapidamente o pedido, pois a celeridade é fundamental para preservar os interesses do Banco em caso de Cobrança Judicial. A qualidade da validação e despacho dos checklists é essencial para evitar futuras demandas por documentos complementares e garantir as melhores práticas no ajuizamento de operações de crédito. A ausência do instrumento de crédito original fragiliza a posição do Banco na cobrança judicial. Mas mesmo assim, sopesado os riscos, foi instituído um fluxo de exceção para ajuizamento das operações nessa situação, permitindo ao Banco realizar a cobrança judicial por meio de uma ação monitória ou de cobrança, nos casos em que não é possível realizar a execução do título. Como você pode perceber a qualidade e a tempestividade desde a liberação do crédito até a busca e disponibilização dos documentos para ajuizamento impactam diretamente no resultado da Recuperação de Créditos do Banco. Faça sua parte! #interna Demandas Banco Réu Em algumas situações, o Banco do Brasil poderá figurar como réu em processos judiciais envolvendo produtos de renegociação de dívidas, não-trabalhistas. O réu é a parte que está sendo acusada, ou seja, contra quem ação foi movida. Quando isso ocorre, a dependência responsável, ao tomar conhecimento da demanda judicial, deve avaliar o fato gerador da demanda para: • Apurar a necessidade de abertura de Gedip (IN-383) caso identificado falha operacional. • Apurar a necessidadede abertura de contestação de débitos (IN-645) caso identificada fraude de identidade. • Apurar a necessidade de abertura de Protocolo SIM (IN-959) caso identificada falha em serviço, produto, processo ou sistema e fraude interna. • Fornecer os subsídios necessários à defesa do Banco (IN-296). A realização de acordo com clientes que possuam ação contra o Banco é possível desde que inclua as operações objeto da demanda judicial, seja realizada com o auxílio do serviço jurídico jurisdicionante e a renegociação seja formalizada mediante acordo nos autos. Caso o cliente questione as ações de cobrança no âmbito da agência, informe que o BB irá se manifestar exclusivamente nos autos do processo, pelos advogados do Banco. Tal medida visa não produzir provas que possam dificultar ou inviabilizar a estratégia de defesa do Banco. Em primeiro lugar é necessário compreender a necessidade do cliente e como está sua situação financeira. Dessa forma, saberemos como oferecer a melhor solução para ele. No caso de cliente que ainda não possui operações em atraso, pode ser um momento de novas oportunidades, ainda no contexto do negócio. Consulte também, se o cliente tem anotação no cadastro com informação de operação cedida e/ou anotações baixadas pelo Código de Defesa do Consumidor, ainda não regularizadas no BB. Pedido de subsídio O objetivo do pedido de subsídio é elaborar e embasar adequadamente a defesa de processos em que o Banco figure como réu. São feitos pelos advogados do banco (funcionários e contratados) e atendidos exclusivamente pelo Portal Jurídico. #interna Verifique o pedido e avalie se a sua dependência é a responsável pelo atendimento. Caso necessário, o pedido de subsídio pode ser redirecionado para outra dependência. Os procedimentos para atender pedido de subsídio estão normatizados nas IN-210-2 e IN-296-2. Cumprimento de Liminar e Sentença Uma liminar judicial é uma decisão provisória concedida pelo juízo, antes do julgamento final do processo. O objetivo é proteger direitos que podem ser prejudicados de maneira irreparável, caso não sejam resguardados imediatamente. Nas demandas judiciais, onde o banco figura como réu, envolvendo produtos UCR podem ocorrer a concessão dos seguintes pedidos de liminar: • Suspensão ou Limitação de débito; • Suspensão das ações de cobrança; • Estorno de valores. A sentença judicial é decisão final proferida pelo juízo ao término de um processo. A sentença judicial resolve os conflitos apresentados, determinando os direitos e obrigações das partes envolvidas. Nos processos judiciais que abrangem produtos UCR, onde o banco figura como réu, podem ocorrer as seguintes decisões sentenciais: • Exclusão de Coobrigado em operações; • Limitação de desconto ou revisão contratual; • Inexigibilidade da operação. Para operacionalizar o cumprimento de liminar ou de sentença, orientar-se pelas IN-210, IN- 228, IN-296 e IN-677. Depósito em Garantia de Demandas Judiciais (BB não depositante). O tratamento de levantamento favorável de depósitos judiciais (BB não depositante), em processos de BB Réu que envolva operação com produto sob gestão da UCR, deve ser realizado pelo Cenop Recuperação de Ativos, para fins de amortização ou liquidação da dívida ajuizada, repasse de honorários sucumbenciais e ressarcimento ou devolução de custas judiciais pagas pelo Banco. A operacionalização está disponível na IN-210. #interna Clientes Falecidos Essa é uma situação bem delicada, pois envolve a família do cliente, mas pode acontecer no dia a dia da agência e precisamos estar preparados para resolver. Ao saber do falecimento de um cliente, o primeiro passo é realizar imediatamente o registro nas anotações cadastrais, pois há uma série de ações que devem ocorrer: bloqueio da conta, ativação das estratégias de cobranças específicas e outras providências necessárias para esse cliente, conforme descrito nos normativos do Banco. É importante ressaltar que a cobrança permanece ativa e se estende aos familiares e herdeiros, observado o sigilo bancário e a lei de proteção de dados. Além disso a cobrança deve buscar sempre preservar a imagem do Banco e a manutenção dos negócios com os familiares. As agências devem verificar a existência de operações amparadas por seguros e se existir, buscar a regularização das operações com esses recursos. Deve-se manter o contato com o representante da família ou inventariante para cobrança e regularização das operações. Também deve manter o contato com os coobrigados para a cobrança da dívida e comunicar o serviço jurídico do BB sobre o falecimento do cliente que possua operação ajuizada. Quando houver a oportunidade de um acordo, verifique a possibilidade de realizá-lo pelo saldo devedor total, ou com a utilização de abatimento, utilizando o Portal Solução de Dívidas – Soluções RAO ou demais alternativas de renegociação das operações nas linhas disponibilizadas pela UCR, observando sempre a representatividade do cliente falecido conforme definido na IN - 210 seção “Clientes Falecidos”. E se não for possível realizar a renegociação, a partir de 60 dias do registro da anotação de falecimento e quando as operações estiverem a pelo menos 30 dias inadimplentes, inicia-se a cobrança judicial conforme condições normatizadas. A cobrança deve ser efetuada frente ao inventário. Caso não exista inventário judicial em andamento e atendidos os critérios de ajuizamento de clientes falecidos no normativo, será proposto ação judicial em desfavor do espólio. A dispensa de habilitação em inventário ocorre somente com a autorização do serviço jurídico. Com o início da cobrança judicial, o tratamento de clientes falecidos se assemelha a condução de outros clientes ajuizados. Depósitos em conta corrente de clientes falecidos somente são indicados quando observadas as condicionantes da IN 1089-1 seção "Falecimento de titular de conta corrente ou conta espólio" mediante a apresentação de documentação obrigatória e, ainda, a prévia autorização do gestor conforme disposto na mesma seção do normativo. #interna Cessão de Créditos Você conhece a cessão de créditos? A cessão de créditos é o negócio jurídico pelo qual o credor de uma obrigação chamado “cedente”, transfere a um terceiro chamado “cessionário”, sua posição ativa na relação obrigacional, independentemente da autorização do devedor que se chama “cedido”. Saiba como ocorre a cessão de créditos De acordo com a Resolução 2.836, de 30/05/2001, do Banco Central do Brasil, as instituições financeiras estão permitidas a ceder seus créditos a instituições da mesma natureza ou para pessoas não integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Estratégia do BB O Banco utiliza a cessão de crédito como parte da estratégia de recuperação, com o objetivo de reduzir as perdas e os custos de gestão do ativo problemático. Com a cessão, as operações são liquidadas nos sistemas de origem e identificadas por histórico específico de cessão a terceiros. Ativos S.A. Criada em 2002, a Ativos S.A, empresa com participação societária do BB, buscando obter o melhor custo-benefício na venda de carteiras de dívidas inadimplidas. Após a cessão, o Banco do Brasil deixa de exercer o poder de cobrança junto às dívidas cedidas, a critério da Ativos a definição das condições negociais. Valor recuperado O valor recuperado após a cessão da operação é da Ativos S.A. Apesar da cessão de créditos ser parte da estratégia, recuperar esses valores antes da operação ser cedida impacta diretamente no resultado da agência e do Banco. Portanto, ofereça a melhor solução para o cliente enquanto a dívida estiver em condução do Banco. Isso contribui para recuperar os créditos e manter o cliente. #interna Como identificar se uma operação está cedida? Ativos S.A. A cessão de uma operação, assim como sua situação na Ativos, pode ser consultadapelas anotações cadastrais registradas para o cliente. Quando ocorre a cessão a operação é liquidada nos sistemas no Banco e são registradas as seguintes anotações cadastrais: Devedor - 165 - Crédito inadimplido cedido a terceiros. Coobrigado - 215 - Coobrigado em crédito inadimplido cedido a terceiros. Outras modalidades No Banco do Brasil, as cessões de crédito a terceiros podem ocorrer em outras três modalidades além da Ativos S.A.: • Cessão de Créditos - Mercado (Extra Grupo); • Cessão de Créditos - Mercado - Programas Governamentais e Fundos Garantidores; • Cessões de Crédito - Single Name. Para estes casos são registradas anotações próprias, por operação, conforme a seguir: • Devedor: 401 - Cliente com operação cedida/sub-rogada a terceiros (peso 4: absoluta); • Coobrigado da dívida cedida: 402 - Coobrigado em operação cedida/sub- rogada a terceiros (peso 4: absoluta); e • Cessionário: 398 - Cessionário de operação cedida pelo banco (peso 0: informativa); As informações sobre Cessão de Créditos, bem como a operacionalização e intervenientes estão disponíveis nas IN-216 e IN-1304. Informações complementares • Lei Complementar nº 105, de 10.01.2000; • Lei nº 7.827, de 27.09.1989; • Lei nº 9.430, de 27.12.1996; • Lei nº 10.406, de 10.01.2002; • Lei nº 14.042, de 19.08.2020; • Lei nº 14.043, de 19.08.2020; • Lei nº 14.690, de 03.10.2023; • Portaria Normativa Ministério da Fazenda nº 124 de 26.01.2024; • Resolução CMN/Bacen nº 2.836, de 30.05.2001; • Resolução CMN/Bacen nº 3.533, de 31.01.2008; • Resolução CMN/Bacen nº 4.571, de 26.05.2017; • Resolução CMN/Bacen nº 4.539, de 24.11.2016; • Resolução CMN/Bacen nº 4966, de 25.11.2021; • Resolução CMN/Bacen nº 4.971 de 16.12.2021; • IN 425; • IN 1162; e • IN 606 #interna