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AMONA ROCHA – 4°P 
REVISÃO – OSCE (HAM IV) 
1. Avaliação Geriátrica Ampla (AGA): expressão utilizada para denominar um procedimento 
de avaliação multidimensional, frequentemente interdisciplinar, que tem como objetivo 
determinar as deficiências, incapacidades e desvantagens apresentadas pelo paciente 
idoso, visando ao planejamento do cuidado e ao seguimento. Os parâmetros especialmente 
avaliados na AGA são os seguintes: 
 
• Equilíbrio, mobilidade e risco de quedas: Equilíbrio estático, que é avaliado em posição 
ereta, e equilíbrio dinâmico, avaliado durante a marcha. 
Testes: 
a) Timed get up and go test (teste de “levantar e andar cronometrado”) – DESEMPENHO 
MUSCULAR 
 
 
b) Teste de equilíbrio e marcha de Tinetti 
c) Circunferência da panturrilha – NORMAL : ≥ 31cm - MASSA MUSCULAR 
 
• Função cognitiva e condições emocionais 
Testes: 
a) Miniexame do estado mental (MEEM): não é utilizado para diagnóstico; RASTREIO! É 
um exame influenciado por escolaridade, o ponto de corte é modificado de acordo com o 
tempo de estudo, bem como na presença de diferenças culturais entre os pacientes. 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
 
b) Teste do desenho do relógio (TDR): Avalia memória, funções executivas, habilidades 
visuoconstrutivas, compreensão verbal e abstração. 
c) Escala de depressão geriátrica (Geriatric Depression Scale − GDS): ≥6 pontos - 
sugestivo 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
• Capacidade funcional: manter habilidades físicas e mentais para uma vida com autonomia 
e independência, ou seja, ser capaz de realizar atividades de vida diária (AVDs) 
Escalas: 
a) Escala de Katz: Atividades básicas da vida diária. 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
b) Escala de Lawton e Brody: Atividades Instrumentais da vida diária. 
 
 
• Deficiências sensoriais: 
Visual: uso de óculos, Tabela de Snellen; 
Auditiva: “teste do sussurro” - o examinador se posiciona fora do campo visual do 
examinado, ficando a uma distância aproximada de 33 cm, e sussurra uma pergunta simples 
em cada ouvido, por exemplo, “qual é seu nome”. Deve ser realizado nos dois ouvidos 
separadamente. “teste do roçar dos dedos”. 
• Condições socioambientais 
• Estado e risco nutricionais 
• Polifarmácia e medicamentos inapropriados 
• Multimorbidades 
• Autoavaliação de saúde 
• Outros parâmetros. 
CASOS CLÍNICOS: 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
A. Sr. Joaquim, 78 anos, comparece acompanhado da filha. Ele refere dificuldade para ouvir, 
especialmente em ambientes barulhentos, e que frequentemente aumenta o volume da 
televisão. Teve uma queda há 6 meses, sem ferimentos graves, e agora sente-se mais lento 
ao se levantar ou caminhar. Realiza atividades básicas de forma independente, mas 
depende da filha para tarefas mais pesadas. Usa bengala em caminhadas longas, mas evita 
dentro de casa. 
B. Paciente feminino, 72 anos, vem a consulta acompanhado da filha, pois costuma não 
entender bem as orientações do médico quando vem sozinha à consulta. A filha conta que 
há cerca de dois anos ela apresenta dificuldade de ouvir 'dos dois lados. 
Cite dois testes simples que avaliam acuidade auditiva: Teste do sussurro e do roçar dos dedos; 
Cite um teste de mobilidade: Timed get up and go; 
Cite um teste de acuidade visual: Tabela de Snellen; 
Cite um teste de humor: Escala de Depressão Geriátrica – GDS; 
Cite um teste de cognição: Miniexame do Estado Mental – MEEM. 
2. APGAR: 
 
CASOS CLINICOS: 
A. Você está no plantão como Pediatra e recebe um RN na sala de parto. Ele apresenta-se no 
primeiro minuto com FC 89 bpm, ausência de cianose, faz caretas, respiração regular e 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
flexão de extremidades. No quinto minuto, houve melhora da FC que foi para 120bpm, 
apresentou espirros e boa movimentação. Qual o APGAR deste RN no 1º e 5º min? 
• APGAR 1° minuto: 7 
• APGAR 5° minuto: 10 
B. Você está no plantão como pediatra e recebe um RN na sala de parto. Ele apresenta-se, no 
primeiro minuto, com frequência cardíaca de 90 bpm, ausência de cianose, espirros 
presentes, respiração regular e bom tônus muscular. No quinto minuto, houve melhora da 
FC que foi para 120 bpm. 
• APGAR 1° minuto: 9 
• APGAR 5° minuto: 10 
 
3. CORPO ESTRANHO NO ESÔFAGO: 
Criança de 4 anos, acompanhado dos pais, que aparentam muito preocupados, por 
acreditarem que seu filho engoliu uma peça de um brinquedo de montar. Você decidiu 
realizar um raio x de tórax, e foi encontrada a seguinte imagem: 
 
Explique por que o RX está normal: Nem todos os corpos estranhos são visíveis no raio-X. 
Objetos como peças de brinquedo, que geralmente são feitos de plástico, são radiotransparentes, 
ou seja, não aparecem na radiografia convencional. 
Quais exames devem ser solicitados e o seu contexto clínico: Tomografia (paciente 
assintomático); EDA (paciente sintomático – dificuldade respiratória, irritabilidade). 
 
 
 
 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
4. PARASITOSES INTESTINAIS: 
A. NEMATELMINTOS: 
• ASCARIDÍASE: 
 
• ANCILOSTOMÍASE (AMARELÃO) 
 
• ESTRONGILOIDÍASE 
 
• ENTEROBÍASE/OXIURÍASE 
 
 
B. PLATELMINTOS: 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
• TENÍASE 
 
• ESQUITOSSOMOSE 
 
C. PROTOZOÁRIOS: 
• GIARDÍASE 
 
• AMEBÍASE 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
CASOS CLÍNICOS: 
A. Maria Clara, 7 anos, é trazida ao ambulatório pela mãe, que relata dor abdominal recorrente, 
principalmente à noite, acompanhada de coceira intensa na região anal. A mãe também 
notou que a menina tem acordado mais irritada e com dificuldade para dormir. Não há febre 
ou perda de peso recente. Maria Clara frequenta a escola regularmente, onde realiza as 
refeições, e brinca frequentemente no quintal de casa, que é de terra. 
Qual possível diagnóstico? Enterobíase/Oxiuríase 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF – presença 
de larvas de Enterobius vermicularis; Hemograma – eosinofilia e leve leucocitose; Fita gomada/fita 
adesiva. 
B. Paciente masculino, 68 anos, vem a consulta pois começou a apresentar um cansaço 
extremo nos últimos meses, associado ainda a palidez, náuseas e dor abdominal, com 
vômitos esporádicos. É morador da zona rural, onde trabalha como agricultor. Ao exame 
físico, hipocorado +/4, acianótico, hidratado, ictérico; dados vitais normais. Abdome: 
globoso, RHA+, indolor à palpação, timpânico à percussão. 
Qual possível diagnóstico? Ancilostomíase 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF - Ovos do 
helminto Ancylostoma duodenale; Hemograma - Eosinofilia e hemoglobina baixa (indicando quadro 
de anemia), TGO/TGP + FAL/GGT- Podem estar aumentadas, indicando uma lesão renal, uma vez 
que esses helmintos passam pelo fígado) BT e frações - Bem provável que vão estar alteradas, 
uma vez que o paciente está ICTÉRICO). 
C. Paciente masculino, 6 anos, é levado pela mãe à UBS com queixa de dor abdominal 
recorrente, inapetência e episódios de vômitos nos últimos dias. A mãe relata que, em um 
dos vômitos, observou um verme branco e longo. Relata também que o menino reside na 
zona rural, com acesso precário a saneamento básico, e costuma brincar descalço em solo 
úmido. Ao exame físico: normocorado, acianótico, hidratado, eupneico; abdome distendido, 
ruídos hidroaéreos presentes, doloroso à palpação difusa, sem sinais de irritação peritoneal. 
Peso abaixo do percentil esperado para a idade. 
Qual possível diagnóstico? Ascaridíase 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF – ovos de 
áscaris lumbricoides; Hemograma – eosinofilia. 
D. Paciente feminina, 28 anos, procura atendimento por diarreia intermitente há cerca de duas 
semanas, acompanhada de flatulência excessiva, cólicas abdominais e náuseas. Refere 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
fezes pastosas. Relata ter viajado recentemente para uma comunidade rural, onde consumiu 
água de poço sem filtração ou fervura. Ao exame físico: corada, acianótica, hidratada, afebril, 
sem sinais dedesidratação. Abdome plano, ruídos hidroaéreos aumentados, leve dor à 
palpação em região periumbilical, sem sinais de alarme. 
Qual possível diagnóstico? Diarreia dos viajantes, causada pela Giardia lamblia 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF - cistos 
ou trofozoítos de Giardia lamblia; Hemograma – eosinofilia e hemoglobina baixa. 
E. Paciente masculino, 52 anos, trabalhador rural, comparece à UBS por cansaço progressivo 
há alguns meses, associado a tontura aos esforços, palidez e perda de peso. Relata também 
que tem notado fezes escurecidas, pastosas, sem sangue visível. Refere andar 
frequentemente descalço na lavoura e nunca ter feito vermifugação. Ao exame físico: 
hipocorado ++/4, acianótico, hidratado; sinais vitais dentro da normalidade. Abdome plano, 
indolor, com ruídos hidroaéreos normais. Mucosas hipocoradas. Sem sinais de sangramento 
ativo. 
Qual possível diagnóstico? Ancilostomíase 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF - Ovos 
do helminto Ancylostoma duodenale; Hemograma - Eosinofilia e hemoglobina baixa (indicando 
quadro de anemia), TGO/TGP + FAL/GGT- Podem estar aumentadas, indicando uma lesão 
renal, uma vez que esses helmintos passam pelo fígado) BT e frações - Bem provável que vão 
estar alteradas, uma vez que o paciente está ICTÉRICO). 
F. Paciente masculino, 34 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde com queixa de dor 
abdominal difusa, alternância entre constipação e diarreia, perda de peso não intencional e 
sensação de fraqueza constante. Relata que viu, nas fezes, pequenas estruturas 
esbranquiçadas se movimentando. Mora em área semiurbana, com hábito frequente de 
ingerir carne suína mal-cozida. Ao exame físico: paciente alerta, hidratado, hipocorado +/4, 
abdome plano, RHA+, discretamente doloroso à palpação profunda em hipogástrio. 
Qual possível diagnóstico? Teníase 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF - 
Presença de ovos ou proglotes da Taenia; Hemograma- normal ou com leve eosinofilia. 
G. Paciente masculino, 38 anos, agricultor, residente em área ribeirinha de zona rural do 
nordeste da Bahia, procura atendimento com queixas de desconforto abdominal há vários 
meses, episódios intermitentes de diarreia e fezes com traços de sangue. Refere também 
sensação de peso no quadrante superior direito e cansaço fácil. Ao exame físico: paciente 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
eutrófico, hipocorado +/4, ictérico +/4, abdome globoso, fígado palpável a 3 cm do rebordo 
costal direito, baço palpável. Presença de circulação colateral abdominal. 
Qual possível diagnóstico? Esquitossomose 
Quais exames você deve solicitar? E o que espera encontrar alterado neles? EPF (método 
de Kato-Katz): Ovos de Schistosoma mansoni; Hemograma - Leucopenia, trombocitopenia (por 
hiperesplenismo), anemia discreta; US ABD - Espessamento da parede intestinal, 
hepatomegalia, esplenomegalia. 
5. ABDOME AGUDO: 
 
EXAME FÍSICO: 
1. INSPEÇÃO 
2. AUSCULTA 
3. PERCUSSÃO 
4. PALPAÇÃO 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
CASOS CLÍNICOS: 
A. Ana Paula, 40 anos, procura o pronto-socorro com dor abdominal intensa há cerca de 10 
horas. Ela descreve a dor como localizada no epigástrio, em queimação, com irradiação para 
as costas. Refere náuseas e dois episódios de vômitos biliosos, sem alívio da dor. Menciona 
que o quadro começou após o consumo de alimentos gordurosos no dia anterior. Nega febre 
ou outros sintomas associados. 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
B. Paciente masculino, 35 anos, deu entrada na emergência com dor abdominal intensa, 
iniciada no dia anterior, difusamente, evoluindo hoje com piora da dor, que está mais 
concentrada em fossa ilíaca direita, associado a febre a náusea. 
Explique ao paciente sua hipótese diagnóstica e duas manobras que fará ao examiná-lo para 
deixá-lo mais confortável ao exame. Uma das hipóteses que preciso investigar é uma apendicite 
aguda, que é uma inflamação do apêndice — uma pequena parte do intestino. Para confirmar essa 
suspeita, vou realizar alguns exames no seu abdômen, com o máximo de cuidado possível para 
não causar desconforto. Essas manobras me ajudam a saber se realmente o apêndice está 
inflamado. Opções: Manobra de Blumberg (sinal de descompressão brusca); Manobra dos psoas; 
Sinal de Rovising. 
Qual exame padrão ouro para diagnosticar apendicite? TC de abdome 
C. Paciente do sexo feminino, 45 anos, procura atendimento queixando-se de dores no lado 
direito do abdome, especialmente após ingestão de alimentos gordurosos. Relata que essa 
dor já acontece há cerca de três meses, geralmente em crises que duram algumas horas. 
Descreve a dor como cólica e forte, associada a náuseas e sensação de empachamento. 
Nega febre, vômitos ou icterícia no momento. Não possui histórico de cirurgias ou alergias, 
nem faz uso contínuo de medicamentos. 
Qual hipótese diagnóstica? Colescistitie, colelitíase ou colescistite litiásica 
Qual manobra poderá ser realizada na paciente? Agora irei realizar o Sinal de Murphy. Vou pedir 
que inspire profundamente enquanto eu pressiono suavemente a região subcostal direita, abaixo 
da margem costal, na área da vesícula. Se sentir dor forte e precisar parar de respirar por causa 
do desconforto, isso é um sinal importante chamado sinal de Murphy positivo, que pode indicar 
inflamação na vesícula biliar. 
6. DIARREIA AGUDA 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
CASOS CLÍNICOS: 
A. Um menino de 2 anos foi levado pela mãe ao posto de saúde devido a um quadro de diarreia 
líquida que iniciou há 1 dia, apresentando cerca de 3 evacuações nas últimas 24 horas. Não 
há vômitos, febre, e a criança mantém um apetite razoável e urina normalmente. Ao exame 
físico, o estado geral é bom, as mucosas estão hidratadas, os olhos normais e o turgor da 
pele preservado, sem alterações nos sinais vitais. 
• Qual possível diagnóstico? Diarreia aguda sem desidratação (provável viral). 
• E o plano de manejo? Plano de manejo (Plano A): prevenir a desidratação no domicílio. 
 
B. Um menino de 1 ano é trazido à emergência com diarreia intensa e vômitos frequentes há 2 
dias, apresentando recusa total de líquidos e alimentos. Está prostrado, sonolento, com 
respiração rápida e pulso fraco. A mãe relata pouca urina e olhos muito fundos. No exame 
físico, as mucosas estão muito secas, olhos fundos e sem brilho, turgor de pele muito 
diminuído com demora ao pinçamento, pulso rápido e fraco, taquipneia acentuada e pressão 
arterial baixa. 
• Qual possível diagnóstico? Diarreia aguda com desidratação grave (em risco de choque). 
E o plano de manejo? Plano de manejo (Plano C): Iniciar reidratação endovenosa com soro 
fisiológico a 0,9% ou Ringer Lactato em estabelecimento de saúde/ hospital. 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
C. Uma menina de 8 meses apresenta diarreia líquida há 3 dias, com 5 a 6 evacuações diárias, 
acompanhada de vômitos leves, recusa parcial da alimentação e irritabilidade. A mãe relata 
que os olhos da criança estão levemente fundos e que a urina diminuiu nas últimas horas. 
No exame físico, observa-se mucosas levemente secas, olhos discretamente fundos, turgor 
da pele diminuído, frequência cardíaca de 140 bpm e pressão arterial de 80/50 mmHg. 
 
• Qual possível diagnóstico? Diarreia aguda com desidratação leve a moderada. 
• E o plano de manejo? Plano de manejo (Plano B): Iniciar reidratação oral com solução de 
reidratação oral (SRO) em estabelecimento de saúde. 
7. PRÉ- NATAL: 
EXAMES 1° TRI: 
 
 
 
 
 
EXAMES 2° TRI: EXAMES 3° TRI: VACINAS: 
 
SOROLOGIAS: 
• CMV IgM e IgG 
• Toxo IgM e IgG 
• Hepatite B e C 
• VDRL – Sífilis 
• HIV I e II 
• HTLV I e II 
• Chagas IgM e IgG 
LABORATORIAL: 
• Hemograma 
• Tipagem sanguínea e fator Rh 
(se -, faz Coombs indireto) 
• EAS/Urocultura 
• Glicemia em jejum 
• Eletroforese de hemoglobina 
• TSH e T4L 
•EPF* 
OUTROS: 
• Citopatológico 
• USG transvaginal 
OUTROS 
• TTOG 75 
• Hemograma 
• EAS/Urocultura 
• Glicemia em jejum 
• Morfológica 
REPETE SOROLOGIAS; 
OUTROS: 
• SWAB vaginal 
(estreptococo) 
• Hemograma 
• EAS/Urocultura 
• USG Obstetríco 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
SUPLEMENTAÇÃO 
 
MANOBRAS DE LEOPOLD: 
São 4 tempos, tem que saber o nome de cada um e o que está avaliando, e se PEDIR NO 
COMANDO PARA REALIZAR A MANOBRA, REALIZE APENAS AS QUE FORAM SOLICITADAS, 
exemplo, faça a 3° manobra/ tempo de leopold. 
 
1° tempo – SITUAÇÃO, avalia o fundo do útero para saber se a situação é longitudinal, transversa 
ou oblíqua 
 
2° tempo – POSIÇÃO, avalia qual a posição do feto, se está com o dorso para direita ou para 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
esquerda, lembrando que você vai levar em consideração o lado da mãe. Ex: se o dorso do bebê 
está a direita do abdômen materno, a posição fetal é descrita como direita. 
3° tempo – APRESENTAÇÃO, avalia se a apresentação é cefálica, pélvica ou córmica. 
 
4° tempo – ALTURA, se já está encaixado na pelve, ou não... Esse 4° tempo é mais utilizado 
durante o trabalho de parto, as anteriores são feitas durante o pré-natal. 
Como verbalizar? 
Bom dia. Meu nome... estudante de medicina. Vou realizar uma palpação abdominal chamada 
Manobras de Leopold para avaliar a posição do bebê. 
A paciente está em decúbito dorsal e exposta do abdome até a sínfise púbica 
1ª Manobra – Fundo uterino: 
Coloco minhas mãos sobre o fundo do útero para identificar qual parte fetal está nessa região. Se 
os membros inferiores, se o bumbum ou a cabeça. 
Se estrutura mais mole, irregular e menos definida: bumbum 
Se estrutura dura, arredondada, regular e móvel: cabeça 
2º manobra: palpação lateral 
Palpo lateralmente o útero com ambas as mãos para identificar o dorso do feto, que será 
caracterizado por uma estrutura longa, lisa e resistente. 
Verbalizar qual lado esta o dorso, à direita ou à esquerda da mãe. 
3ª manobra: 
Com a mão dominante, pressiono acima da sínfise púbica para identificar a parte fetal que está 
apresentando na pelve materna. Se sinto uma estrutura dura, regular, arredondada e pouco móvel 
significa que a cabeça do feto está em apresentação cefálica. 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
4ª manobra: 
Com ambas as mãos, desloco os dedos para o segmento inferior do útero e tento ‘encaixar’ a parte 
fetal entre eles. O objetivo é avaliar que o feto já está insinuado na pelve materna. 
CASO CLÍNICO: 
A. Gabriela, 30 anos, retorna para consulta pré-natal de rotina no 2º trimestre. Sua última 
menstruação foi no dia 26/01/2025. Refere que realizou alguns exames no início da 
gestação, mas quer saber quais exames ainda precisa fazer. Relata que não tem 
comorbidades, mas tem histórico familiar de diabetes mellitus. Durante a consulta, pergunta 
sobre o exame de glicemia e as vacinas necessárias durante a gestação. IG: 17 sem e 3 
dias. 
Quais os exames e/ ou sorologias devem ser solicitadas à gestante? CMV IgM e IgG, Toxo 
IgM e IgG, Hepatite B e C, VDRL – Sífilis, HIV I e II, HTLV I e II, Chagas IgM e IgG, Hemograma 
Tipagem sanguínea e fator Rh (se -, faz Coombs indireto), EAS/Urocultura, Glicemia em jejum, 
Eletroforese de hemoglobina, TSH e T4L, EPF* 
Como será o sua indicação vacinal? Hepatite B (3 doses), covid 19, influenza e dT. 
Quais indicações para suplementação? Àcido fólico (desde 2 meses antes da gravidez até 12ª 
semana; sulfato ferroso (durante toda a gestação até 3 meses após o parto) e cálcio da 16ª ate 
36ª semana 
8. PUBERDADE: 
 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
 
 
CASO CLÍNICO: 
A. Luísa, 12 anos, vem acompanhada pela mãe na consulta pediátrica. A mãe relata que a filha 
começou a notar crescimento das mamas há cerca de um ano. Recentemente, Luísa 
começou a menstruar e relata aparecimento de pelos na região axilar e pubiana 
 
Qual a classificação e as características de acordo com os Critérios de Tanner? Mamas no 
estágio 4 - Mama com aumento do volume e projeção da aréola, formando uma "dupla contorno; 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
Pelos pubianos no estágio 4 - Pelos pubianos mais densos, encaracolados e cobrindo uma área 
maior, mas ainda limitada pela região pubiana. 
B. João, 13 anos, vem à consulta pediátrica acompanhado do pai, que está preocupado com 
as mudanças físicas recentes do filho. João relata que há cerca de 1 ano notou um aumento 
no volume dos testítulos e mudança na coloração da bolsa escrotal. Nos últimos meses, 
percebeu crescimento do pênis, especialmente em comprimento, e surgimento de pelos 
pubianos escuros e mais grossos na base do pênis. Também refere início de suor com odor 
mais forte e surgimento de pelos axilares. 
 
Qual a classificação e as características de acordo com os Critérios de Tanner? 
Genitália no estágio 3 – Pênis com crescimento, principalmente em comprimento, e aumento dos 
testículos e do escroto. A pele escrotal torna-se mais pigmentada. 
Pelos pubianos no estágio 3 – Maior quantidade de pelos, mais grossos, escuros e encaracolados, 
localizados principalmente sobre a sínfise púbica. 
9. ICTERÍCIA NEONATAL 
 
CASO CLÍNICO: 
 
 AMONA ROCHA – 4°P 
A. RN, feminina, 48h de vida, acompanhado da mãe, que refere que sua filha está ‘muito 
amarela’ e a urina está muito escura. Ao examinar a criança, você percebe que ela está em 
bom estado geral, ativo, reativo, corado, hidratado, acianótico, apresentando icterícia da face 
até a região umbilical. Ao dosar a bilirrubina veio com o valor de 9,0mg/dl. 
 Qual a zona de Kramer o RN apresenta? Zona 2 de Kramer 
 Qual a sua orientação para a mãe? Reforçar sobre o AME e orientar retorno em 24h para 
reavaliação clínica

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