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Trabalho da disciplina Gerenciamento do Portfólio e PMO sobre matriz de critérios para seleção de projetos. Contém a matriz com critérios, categorias, indicadores, pesos e escalas (lucro 30%, crescimento 20%, eficiência 10%, risco 25%, aperfeiçoamento 15%) e justificativa das alterações.

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1 
 
 
Estudante: CAMILA ANDRADE OLIVEIRA 
Disciplina: GERENCIAMENTO DO PORTFÓLIO E PMO 
Turma: 1 
 
1. Com base nos objetivos da universidade, avalie a matriz de 
critérios acima e crie uma nova matriz com as mudanças 
desejadas 
CRITÉRIO DE 
AVALIAÇÃO 
CATEGORIA INDICADOR PESO DO 
CRITÉRIO 
ESCALA DE AVALIAÇÃO 
 
Lucro do 
projeto 
 
Financeira 
Índice de 
lucratividade (IL) = 
VPL do projeto / VPLI 
(VPL dos 
investimentos) 
 
30% 
nota 5: maior ou igual 
a 1,3 
nota 3: entre 1,0 e 1,29 
nota 1: menor que 1,0 
 
Crescimento 
 
Alinhamento 
Estratégico 
AMS = market share em 
função dos produtos do 
projeto 
 
20% 
nota 5: expressivo – 
maior ou igual a 5% 
nota 3: moderado – 
entre 2% e 4,9% 
nota 1: baixo – menor 
que 2% 
 
Eficiência 
operacional 
 
Melhoria 
operacional 
IEF = Indicador da 
eficiência na redução 
dos custos e/ou no 
aumento da 
produtividade e/ou na 
melhoria dos serviços 
prestados 
 
10% 
nota 5: muito alto 
nota 4: alto 
nota 3: médio 
nota 2: baixo 
nota 1: muito baixo 
Risco de 
detrimento em 
caso de 
insucesso 
 
Otimização 
operacional 
Matriz de 
Probabilidade x 
Consequência 
 
25% 
nota 5: expressivo 
nota 3: moderado 
nota 1: baixo 
 
Aperfeiçoamento 
contínuo 
 
Excelência. 
IAQ = Índice de adição 
de qualidade nos 
produtos 
 
15% 
nota 5: muito alto 
nota 4: alto 
nota 3: médio 
nota 2: baixo 
nota 1: muito baixo 
 
 
 
 
 
2 
 
2. Justifique suas alterações 
 
A Universidade Ágil, reestruturou a sua matriz de critérios para a seleção de 
projetos, com o objetivo de garantir que as ações selecionadas sejam cumpridas de 
acordo com os seus propósitos, diretriz fundamental, princípios éticos e valores 
institucionais. Uma inovadora Estrutura de Avaliação de Critérios foi formulada com o 
intuito de ressaltar os projetos que possuíam o maior potencial de contribuição 
substancial e relevante para a Universidade. Fatores como Lucratividade, repercussão 
social, vanguarda disruptiva e sustentabilidade ambiental serão rigorosamente 
avaliados como parâmetros determinantes para a aferição do valor que um projeto 
pode efetivamente agregar à Instituição. 
 
O critério referente à rentabilidade do projeto foi mantido, atribuindo-se a ele 
uma relevância de 30%, com o intuito de ressaltar os objetivos financeiros da 
Universidade, que busca maximizar seus retornos econômicos. Para esse fim, torna-
se indispensável a realização de uma análise rigorosa e um monitoramento meticuloso 
da receita gerada, de modo a garantir que o projeto se revele efetivamente rentável e 
que suas metas sejam atingidas de maneira integral e eficiente. 
 
O critério atinente ao crescimento foi conservado, atribuindo-se a ele um peso 
de 20%, configurando-se como um elemento fundamental para a perpetuação de um 
fluxo ininterrupto de entregas e a consequente criação de valor. Para que a instituição 
possa atingir um desenvolvimento perene, revela-se imperativo o estabelecimento 
meticuloso tanto do fluxo contínuo de entrega quanto do fluxo de valor, garantindo a 
otimização da eficiência operacional e a promoção de efeitos benéficos de natureza 
duradoura. 
 
O critério referente à Eficiência Operacional foi preservado, contudo, a 
relevância do critério foi modificado para 10%. Ainda que o fundamento da celeridade 
permaneça inerentemente associado à Universidade, a incorporação de novos 
parâmetros, dotados de maior preponderância, fomentará o aperfeiçoamento da 
 
 
 
 
 3 
 
estrutura preexistente, proporcionando um alinhamento estratégico mais sólido e 
profícuo. 
Risco de Prejuízo em Caso de Fracasso do Projeto: Com o propósito de 
viabilizar um acompanhamento minucioso das incertezas financeiras vinculadas ao 
orçamento da Universidade, foi introduzido um parâmetro inédito de aferição, ao qual 
se conferiu uma relevância de 25%: Possibilidade de perdas financeiras em caso de 
não execução do projeto. Deste modo, o responsável pela avaliação poderá analisar 
de forma mais detalhada as repercussões potenciais sobre a saúde financeira da 
instituição, tendo em vista que a não execução do projeto não apenas implica a perda 
de uma oportunidade estratégica, mas também resulta em consideráveis danos 
econômicos. 
Aperfeiçoamento Contínuo: Com o propósito de fomentar a evolução 
incessante dos processos institucionais, foi incorporado um novo parâmetro à matriz 
de avaliação, ao qual se conferiu uma relevância substancial de 15%. Tal diretriz 
possibilitará a supervisão minuciosa da qualidade dos serviços e produtos 
disponibilizados pela Universidade, em consonância com os preceitos e axiomas do 
Lean Thinking. Desse modo, almeja-se assegurar a primazia operacional e a plena 
satisfação do público-alvo, consolidando a eficiência institucional e aprimorando sua 
competitividade no cenário acadêmico e mercadológico. 
 
 
Princípios Fundamentais da Universidade 
 
No Contexto da Agilidade 
 
1. Foco nas Pessoas: Uma das premissas basilares de qualquer instituição de 
ensino reside na sua obrigação social perante seu público-alvo. Dessa forma, 
a destinação estratégica de investimentos a iniciativas que promovam 
externalidades positivas tanto para o corpo discente quanto para a coletividade 
na qual a universidade se insere revela-se imprescindível para a solidificação 
 
 
 
4 
 
de sua hegemonia e a perpetuidade de sua sustentabilidade no horizonte 
temporal de longo prazo. 
 
2. Transparência: A transparência nos processos contábeis e decisórios 
inerentes à gestão de projetos constitui um pilar fundamental para sua 
consecução bem-sucedida. Para tanto, os responsáveis por sua execução 
devem deter pleno domínio sobre as exigências normativas, as diretrizes 
orçamentárias, os marcos cronológicos e a totalidade do ciclo de 
desenvolvimento, garantindo, assim, o estrito cumprimento dos prazos e a 
maximização da alocação eficiente dos recursos disponíveis. 
 
3. Inspeção: A implementação de dispositivos de auditoria rigorosa desempenha 
um papel estratégico na consonância dos projetos com as diretrizes 
institucionais. A realização sistemática de avaliações proporciona vantagens 
substanciais, tais como o acompanhamento acurado do progresso, a correção 
tempestiva de inconformidades estratégicas e a garantia da integração coesa 
de todos os agentes envolvidos. 
 
4. Adaptação às Mudanças: Considerando a volatilidade inerente aos projetos 
institucionais, torna-se imperativo estabelecer um arcabouço dinâmico que 
viabilize a reconfiguração célere das diretrizes organizacionais, assegurando 
um alinhamento contínuo com os objetivos estratégicos da universidade. Dessa 
forma, todas as instâncias gestoras devem estar preparadas para efetuar os 
ajustes necessários sem comprometer a coerência estrutural das iniciativas. 
 
5. Projeção Antecipada do Retorno sobre o Investimento (ROI): O ROI figura 
entre os mais relevantes indicadores de viabilidade econômico-financeira, 
permitindo uma avaliação minuciosa dos dispêndios, riscos e benefícios 
atrelados a cada empreendimento. Assim, faz-se imperiosa a instituição de um 
monitoramento analítico e contínuo do desempenho econômico dos projetos, 
de modo a garantir previsibilidade e a materialização dos resultados almejados. 
 
 
 
 
 5 
 
 
6. Otimização da Geração de Valor: A concepção de cada projeto deve estar 
impreterivelmente orientada para a maximização de valor, abrangendo a 
universidade, seus parceiros estratégicos e o corpo discente. Para que essa 
meta seja plenamente atingida, é imprescindível priorizar análises 
pormenorizadas da relação custo-benefício e promover a erradicação de 
ineficiências operacionais, assegurando ganhos substanciais e equilibrados 
para todas as partes interessadas. 
 
No Contexto do Lean Thinking (Pensamento Enxuto) 
7. Foco no Cliente: A excelência na prestação de serviços institucionais resulta 
naintensificação da fidelização do público-alvo, fomentando a disseminação 
espontânea da reputação universitária por meio do efeito multiplicador da 
recomendação. Assim, cada iniciativa deve ser meticulosamente estruturada 
para proporcionar uma experiência satisfatória, sempre pautada na 
identificação e no atendimento tempestivo das necessidades da comunidade 
acadêmica. 
8. Fluxo de Valor: A supressão de desperdícios possibilita a mitigação 
substancial dos custos operacionais e a racionalização do tempo despendido 
na materialização dos projetos. A adoção de uma metodologia pautada na 
definição criteriosa de processos e planos estruturados favorece a otimização 
do funcionamento da universidade, ampliando a qualidade dos serviços 
prestados e incrementando os retornos financeiros. 
9. Fluxo Contínuo de Entregas: Em contraposição à abordagem tradicional de 
projetos, caracterizada pela entrega única ao término do desenvolvimento, 
torna-se essencial privilegiar um modelo de fluxo contínuo. Esse paradigma 
viabiliza a atualização sistemática do público-alvo quanto ao progresso das 
ações, concomitantemente proporcionando valor agregado em fases 
sucessivas e mitigando riscos decorrentes de ajustes tardios. 
10. Sistema de Produção Puxada: A estruturação de uma lógica produtiva 
fundamentada na demanda real otimiza a eficiência dos projetos institucionais, 
 
 
 
6 
 
garantindo que cada iniciativa seja desenvolvida com um grau elevado de 
precisão e tempestividade. Esse enfoque assegura benefícios de curto prazo, 
ao passo que confere maior agilidade aos ciclos de desenvolvimento, 
promovendo a conformidade com os padrões de excelência e os prazos 
preestabelecidos. 
11. Busca Contínua pela Excelência: A perfeição deve ser concebida como uma 
meta inatingível, mas constantemente perseguida por meio de um processo 
iterativo de aprimoramento. A reavaliação contínua dos projetos institucionais 
é imperativa para assegurar padrões elevados de inovação e eficiência 
operacional, capacitando a universidade a antever desafios, diferenciar-se 
competitivamente e consolidar sua posição de vanguarda no ambiente 
acadêmico e mercadológico. 
 
3. Apresente as principais diferenças de um Project Management 
Office (PMO) e um Value Management Office (VMO) 
 
Project Management Office (PMO) 
O Project Management Office (PMO) desempenha um papel fundamental na 
provisão de recursos estratégicos e na orientação administrativa para os projetos da 
organização. Sua incumbência primordial consiste na supervisão integral do portfólio 
de projetos em andamento, assegurando que os gestores de projeto executem suas 
iniciativas em estrita conformidade com os limites orçamentários, os prazos 
estipulados e as especificações predefinidas. 
Além disso, o PMO é responsável pela institucionalização de um processo de 
gestão de projetos uniforme e estruturado, garantindo a interpretação e aplicação 
rigorosa de padrões metodológicos. Suas atribuições abrangem, ainda, a capacitação 
e treinamento dos profissionais envolvidos, a implementação de sistemas de gestão 
de projetos e a realização do monitoramento contínuo do progresso das iniciativas, 
promovendo a transparência e a mitigação de riscos inerentes à execução dos 
projetos. 
 
 
 
 
 7 
 
Value Management Office (VMO) 
O Value Management Office (VMO) tem como escopo a identificação e 
concretização dos objetivos estratégicos da organização, promovendo a elevação da 
eficiência operacional, a otimização da vivência do cliente e a elevação do padrão de 
qualidade das entregas. Para isso, o VMO utiliza abordagens metodológicas e 
instrumentos especializados em gestão de valor, proporcionando suporte aos líderes 
de projeto na condução holística do ciclo de vida das iniciativas. 
Sua atuação visa assegurar que todas as ações empreendidas estejam 
alinhadas aos valores esperados, prevenindo potenciais impactos adversos. Isso 
envolve, entre outras responsabilidades, a identificação proativa de riscos, a 
disseminação das diretrizes de valor junto à equipe de gerenciamento de projetos e à 
cadeia de suprimentos, a definição de parâmetros rigorosos de qualidade e a 
fiscalização sistemática do desempenho dos fornecedores, garantindo o cumprimento 
dos padrões estabelecidos. 
 
1. Propósito e Objetivo Principal 
PMO: Foca na governança e padronização da gestão de projetos, garantindo que 
sejam entregues dentro do prazo, orçamento e escopo definidos. 
VMO: Prioriza a criação e entrega de valor estratégico, assegurando que os projetos 
contribuam para os objetivos organizacionais e otimizem a eficiência operacional. 
 
2. Enfoque na Gestão de Projetos 
PMO: Supervisiona e gerencia a execução dos projetos da organização, 
estabelecendo processos, metodologias e padrões. 
VMO: Atua na maximização do valor dos projetos, garantindo alinhamento com as 
expectativas de stakeholders e a mitigação de riscos estratégicos. 
 
3. Responsabilidades Específicas 
PMO: 
• Define e aplica padrões de gestão de projetos. 
 
 
 
8 
 
• Fornece treinamento e suporte a gerentes de projeto. 
• Implementa ferramentas e sistemas de gerenciamento de projetos. 
• Monitora e reporta o progresso das iniciativas. 
VMO: 
• Identifica e otimiza o valor gerado pelos projetos. 
• Monitora a satisfação do cliente e a qualidade das entregas. 
• Define diretrizes de valor e estabelece métricas de desempenho. 
• Garante que fornecedores e equipe de projetos sigam padrões de valor 
organizacional. 
 
4. Foco na Execução vs. Foco no Valor 
PMO: Enfatiza eficiência operacional e controle do processo de gerenciamento de 
projetos. 
VMO: Direciona-se à maximização do impacto estratégico e à garantia de retorno 
sobre o investimento (ROI). 
 
5. Relação com Stakeholders 
PMO: Trabalha diretamente com gerentes de projeto para assegurar conformidade 
com metodologias e prazos. 
VMO: Atua em estreita colaboração com lideranças estratégicas e clientes para 
garantir que os projetos tragam os benefícios esperados. 
 
Resumo: 
O PMO está mais voltado à execução eficiente e controle da gestão de projetos, 
enquanto o VMO se preocupa com a entrega de valor estratégico e impacto 
organizacional. Embora ambos sejam complementares, o PMO gerencia o "como" os 
projetos são entregues, enquanto o VMO assegura que o "porquê" e os benefícios 
esperados sejam atingidos. 
 
 
 
 
 
 
 9 
 
 
 
4. Sugira três objetivos SMART para o PMO ou VMO a ser criado 
pela Universidade 
1. Instituir um arcabouço sistêmico de governança de projetos, conferindo 
aos gestores, no interregno de três meses, documentação exaustiva e 
minuciosa acerca da programação temporal, alocação orçamentária e 
delimitação escopológica das iniciativas, de modo a potencializar a 
previsibilidade e a assertividade na sua consecução. 
 
2. Formalizar normativas procedimentais e consolidar a arquitetura 
comunicacional institucional, mediante a implementação de um novo portal 
integrado de gestão de portfólio, no prazo de cinco meses, com o intuito de 
assegurar a padronização das diretrizes administrativas, a sinergia 
interdepartamental e a ampliação da transparência informacional. 
 
 
3. Propiciar um incremento de 50% nos índices de contentamento do corpo 
discente e demais stakeholders, no horizonte temporal de um ano, por 
intermédio da incorporação de estratégias disruptivas de inovação e 
diversificação dos produtos e serviços acadêmicos, promovendo a plena 
aderência às expectativas e demandas do público-alvo. 
 
5. Considerações finais 
 
Ao instaurar uma estrutura de Gestão de Portfólio e um Escritório de Gestão 
de Projetos (PMO), torna-se imperativo considerar uma série de fatores 
determinantes para assegurar a eficácia da iniciativa. Primordialmente, é 
indispensável delimitar com precisão a abrangência do projeto, bem como enfrentar 
 
 
 
10 
 
os desafios inerentes, estabelecendometas objetivas e prioridades devidamente 
hierarquizadas. 
Outro aspecto de suma importância reside na concepção de uma estratégia de 
comunicação eficaz, garantindo que todos os stakeholders envolvidos no processo de 
implementação — incluindo clientes, parceiros estratégicos e corpo técnico interno — 
sejam plenamente informados. Além disso, é essencial contar com especialistas 
altamente qualificados e detentores de ampla expertise para atuar na Administração 
de Portfólio e no PMO, bem como estruturar de maneira eficiente a alocação dos 
recursos humanos e financeiros imprescindíveis à viabilidade da iniciativa. 
Adicionalmente, faz-se necessária a instituição de mecanismos robustos de 
supervisão e controle, possibilitando o monitoramento contínuo tanto do progresso 
quanto dos riscos inerentes à adoção dessas diretrizes. Dessa forma, garante-se que 
os objetivos estratégicos sejam concretizados com exatidão e máxima eficiência. 
À luz desses fundamentos, infere-se que a Universidade Ágil possui um 
propósito sólido, uma missão claramente delineada e princípios institucionais bem 
consolidados. Esses alicerces estratégicos garantem que a organização seja capaz 
de alcançar suas metas e manter elevados níveis de produtividade de forma perene e 
sustentável. 
Exercer a função de gestor de portfólio, impulsionando o planejamento 
estratégico da universidade por meio da concepção de projetos alinhados a valores e 
preceitos ágeis e enxutos, constitui uma abordagem altamente eficaz para 
potencializar a excelência operacional da instituição. 
A administração de programas e portfólios consolidou-se como uma disciplina 
essencial para organizações que almejam desempenho superior e sucesso contínuo. 
A gestão integrada de iniciativas dentro de um portfólio estratégico viabiliza uma 
tomada de decisão mais assertiva, além de impactar positivamente a otimização dos 
resultados organizacionais. 
Diante da intensificação da globalização e do acirramento da competitividade 
nos mercados, a busca incessante pela excelência em gestão de projetos tornou-
se um vetor indispensável para que as organizações preservem sua relevância e 
consolidem sua posição estratégica. Nesse cenário, os Escritórios de Gestão de 
 
 
 
 
 11 
 
Projetos (PMOs) desempenham um papel crucial ao oferecerem uma abordagem 
metodológica sistematizada, fundamentada nas melhores práticas do setor. 
A valorização crescente das atividades desenvolvidas pelos PMOs evidencia 
os benefícios substanciais e a maximização de resultados viabilizados por sua 
atuação. Assim, o PMO deve interpretar sua missão como um agente catalisador de 
serviços estratégicos, fornecendo soluções sob medida às demandas da 
universidade, garantindo dinamismo e flexibilidade, ao mesmo tempo em que fomenta 
a geração de valor e assegura benefícios sustentáveis, sempre em alinhamento com 
a estratégia institucional. 
 
*Referências bibliográficas 
 
LIMA, Marcos R. PMO - Gerenciamento de Projetos e Portfólio. Rio de Janeiro: 
Novatec, 2018. 
 
Almeida, Norberto de Oliveira Almeida – Gerenciamento de Portfólio e PMO. Rio de 
janeiro: FGV Editora, 2017.

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