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ISABELLA OSTE Caro(a) educador(a), Neste E-book, você encontrará histórias, projetos, sequências didáticas, planos de aula para crianças do grupo III. A BNCC organiza a Educação Infantil em torno de seis direitos de aprendizagem de todas as crianças: • Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Conhecer-se e Expressar; E em cinco campos de experiências: • O eu, o outro e o nós; • Corpo, gesto e movimentos; • Traços, sons, cores e formas; • Escuta, fala, pensamento e imaginação; • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Ela traz uma mudança conceitual no currículo, pois, para a BNCC, a criança age, cria e produz cultura. E não é mais uma mera receptora das mensagens que o adulto transmitia para ela. No processo Educativo é muito comum enfrentarmos o problema do distanciamento entre a teoria e a prática, sabemos os conceitos, sabemos o que eles significam, mas como introduzi-los no nosso cotidiano em sala de aula em forma de aprendizagens significativas que vão além das atividades tradicionais? Diante desta problemática, iremos propor atividades práticas, projetos, dinâmicas, rodas de atividades e histórias à luz dos objetivos da Base Nacional Comum Curricular para você educador, que quer tornar o seu trabalho mais prazeroso e significativo. Sabe-se que na Base Nacional Comum Curricular, os campos de experiência se comunicam e os conteúdos se fundem de forma que em um único plano de aula a abordagem se dá em diversos aspectos. Desta maneira iremos destacar os objetivos e campos de experiência de cada plano de aula. Isso facilitará os planejamentos na escola, reduzindo assim o tempo perdido com pautas e caderno (sabemos que o horário voa e não conseguimos dar conta de 10% do que deveríamos fazer...) e você professor poderá focar naquilo que realmente importa: A PRÁTICA!!!! A ARTE DE EDUCAR “Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos. Já li muitos livros sobre Psicologia da Educação, Sociologia da Educação, Filosofia da Educação… Mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à Educação do Olhar. Ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A primeira tarefa da Educação é ensinar a ver… É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo… Os olhos tem de ser educados para que nossa alegria aumente. A educação se divide em duas partes: Educação das Habilidades e Educação das Sensibilidades. Sem a Educação das Sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido. Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver. Quero ensinar às crianças. Elas ainda tem olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento: a capacidade de se assombrar diante do banal. Para as crianças tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o voo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra. Coisas que os eruditos não veem. Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci. E nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore… Ou para o curioso das simetrias das folhas. Parece que naquele tempo as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam. As palavras só tem sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente. São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não tem saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida. Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança, jamais será sábio.” Rubem Alves GRUPO III ACOLHIDA E ADAPTAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL “MINHA PRIMEIRA SEMANA DE AULA” DINÂMICA DE BOAS VINDAS Campos de experiência: • O eu, o outro e o nós; • Corpo, gestos e movimentos; • Escuta, fala, pensamento e imaginação. Objetivos de aprendizagem: • (EI03EO01) Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. • (EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. • (EI02CG05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. • (EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita (escrita espontânea), de fotos, desenhos e outras formas de expressão. Experiências Propostas: • A sala de aula será preparada para o acolhimento das crianças com diversos “cantinhos e brincadeiras” podendo utilizar de brinquedos faz de conta, carrinhos, cestos e caixas que possibilitem seu manuseio. Após esse momento de brincadeira e interação, as crianças serão chamadas para a roda de conversa, onde a professora irá cantar músicas de chamadinha, Exemplo: “Boa Tarde coleguinha como vai...” “Quem é que veio hoje, quem é, quem é, quem é... Diga seu nome animado, bata palma, bata o pé! E assim fazer a chamada com as crianças, onde as mesmas irão se apresentar. • O educador deve preparar um quadro com a rotina da escola para que a criança possa se situar nessa nova realidade. Mostrando os horários de lanche, atividades, brincadeiras, parquinho e outros. • Pode-se promover um tour pela escola, para que as crianças conheçam o ambiente e logo após eles podem recontar esse passeio por meio de desenho livre utilizando giz de cera; ACOLHIDA E ADAPTAÇÃO “ESTABELECENDO ROTINA E COMBINADOS” OBJETIVOS - Envolver as famílias que chegam à escola pela primeira vez num clima de acolhimento, segurança, cuidado e afeto. - Incluir as crianças na construção do espaço e do tempo da escola (rotina) - Acolher as singularidades de cada criança e incluí-las no desenvolvimento das situações planejadas. CONTEÚDOS - Envolvimento das crianças na construção da rotina - Respeito e valorização das singularidades das crianças MATERIAIS NECESSÁRIOS - Objetos para casinha, bonecas, carrinhos, giz ou fita crepe, massinha, papel para desenho, fantasias; - Uma caixa de papelão; - Uma foto de cada criança; - Fotos ou desenhos de situações da rotina; - Livros de literatura infantil. ÂMBITOS DE EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTOS: linguagem oral e escrita OBJETIVO: Incluir as crianças na construção do espaço e do tempo da escola (rotina) PROCEDIMENTOS: Será feito inicialmente uma roda de conversa para a apresentação da professora, dos alunos, do crachá de identificação de cada um deles. Com o auxilio de um microfone de brinquedo será pedido para cada um falar seu nome. Será feita a leitura do livro: O DIA EM QUE O MONSTRO VEIO A ESCOLA COM ESTE LIVRO SERÁ POSSÍVEL: ▪ Conhecer os alunos; ▪ Desenvolver a oralidade; ▪ Entender a importância da disciplina e bons comportamentos da sala de aula; ▪ Compreender a necessidade da escuta para a aprendizagem; ▪ Construir junto com os alunos os combinados da sala de aula; ▪ Classificar os bons e maus comportamentos; ▪ Conhecer os cinco sentidos e entender para que servem. ESTABELECENDO COMBINADOSCONTAÇÃO DE HISTÓRIA: O MACACO E O COELHO Campos de experiências: • O eu, o outro e o nós; • Escuta, Fala, pensamento e imaginação; Objetivos de Aprendizagem: • (EI02EO07) Resolver conflitos nas interações e brincadeiras, com a orientação de um adulto. • (EI02EF04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos. • Estabelecer regras de convívio entre seus pares e adultos. Experiências Propostas: • Contação de História: “O macaco e o coelho” • Cantar a música: “O Macaco e o Coelho fizeram uma combinação” • Conversar sobre a história (deixe as crianças se expressarem): 1 – O que é fazer uma combinação? 2 – Quais são os animais da história que fizeram uma combinação? 3 – O que eles combinaram? 4 - O combinado foi cumprido? 5 – Na nossa sala há algum combinado? • Atividade de recorte em jornais e revistas com auxílio do professor; • Atividade: Encontrar o macaco na árvore; • Colorindo os combinados da sala. IDENTIDADE LETRA DO NOME: Campos de experiência: • O eu, o outro e o nós; • Escuta, fala, pensamento e imaginação. Objetivos: • (EI02EF09) Manusear diferentes instrumentos e suportes de escrita para desenhar, traçar letras e outros sinais gráficos; • (EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos, por meio de escrita espontânea. • Reconhecer a primeira letra do nome; • Desenvolver a coordenação motora fina e movimento pinça por meio de colagem com E.V.A. • Cor: Amarelo Experiências Propostas: • Na rodinha as crianças irão cantar a música: “Quem é que veio hoje” e a professora utilizando um pincel pra quadro branco irá escrever as iniciais na mãozinha das crianças. • Atividade de colagem na primeira letra do nome com pedacinhos de E.V.A amarelo, individualizada. • Varal coletivo com a exposição das atividades. Observação: Material disponível em Word. IDENTIDADE ATIVIDADE: QUANTOS ANOS EU TENHO? Campos de Experiência: • O eu, o outro e o nós; • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Objetivos: • Reconhecer as fases de crescimento; • Relacionar as diferentes fases da vida e o que a idade representa; • Reconhecer o numeral 3 e quantificar por meio de contagem de objetos; Experiências Propostas: • Na roda de conversa, o professor irá abordar as festas de aniversários e indagar o que as crianças mais gostam nesse dia. • Após esse momento o professor irá perguntar o que se comemora no aniversário. • Relembrar o nascimento de cada um, perguntando o que eles faziam quando ainda eram bebês. • Fazer a contagem de 3 objetos iguais (o educador poderá levar 3 velinhas de aniversário). • Atividade Coletiva: • Pintura do bolo e colagem com papel picado e desenhar 3 velas no bolo (desenho na atividade). Observação: Para compor o Relatório Individualizado o professor pode anotar, filmar algumas falas das crianças e montar o seu próprio portifólio. IDENTIDADE ATIVIDADE: AUTORRETRATO “EU SOU ASSIM” Campo de Experiência: • O eu, o outro e nós; • Traços, sons, cores e formas. Objetivos: • (EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais. • (EI02EO05) Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. • (EI02CG05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. Experiências Propostas: • O educador utilizará um espelho para que cada criança veja suas características e se ver como indivíduo único na sociedade em que vive; • O professor utilizando o quadro como auxílio irá se desenhar; • Logo após as crianças utilizarão giz de cera pra fazerem seu autorretrato tendo suas ações mediadas pelo professor. DIVERSIDADE ATIVIDADE: “TUDO BEM SER DIFERENTE” Campos de Experiências: • O eu, o outro e o nós; • Escuta, fala, pensamento e imaginação; Objetivos: • (EI02EF03) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, diferenciando escrita de ilustrações, e acompanhando, com orientação do adulto-leitor, a direção da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita). • (EI03EO01) Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. • (EI02EO05) Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. • Demonstrar respeito pelas diferenças de cada um e enaltecer as diferenças. Experiências Propostas: • Utilizando o livro de Todd Parr, “Tudo bem ser Diferente” como eixo condutor, será promovido uma roda de história cantada utilizando o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=BHtdIdr9dh0 como base da prática. • Após a música, deverá ser feita a leitura da história e uma roda de conversa sobre as diferenças e como elas podem ser vistas com novos olhares e o que elas representam para nós. • Pode ser levado o livro original para sala de aula e o livro impresso para colorir, onde as crianças farão suas customizações com pedaços de pontas de lápis, pedacinhos de eva colorido, purpurina, cola colorida, dentre outros materiais. • Para finalizar o professor irá colocar molduras nas produções das crianças e montar um mural dentro da sala ou nos espaços da escola. https://www.youtube.com/watch?v=BHtdIdr9dh0 LIVRO: TUDO BEM SER DIFERENTE EXEMPLO DE MURAL EM SALA DE AULA SEQUÊNCIA DIDÁTICA CANTIGAS DE RODA Campos de Experiência: • Corpo, gestos e movimentos; • Traços, sons, cores e formas; • Escuta, fala, pensamento e imaginação. Objetivos de Aprendizagem: • (EI02CG01) Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras. • (EI02CG05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. • (EI02TS01) Criar sons com materiais, objetos e instrumentos musicais, para acompanhar diversos ritmos de música. • (EI02EF02) Identificar e criar diferentes sons e reconhecer rimas e aliterações em cantigas de roda e textos poéticos. • (EI02ET03) Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e animais nos espaços da instituição e fora dela. Experiências Propostas: - Música: Meu Pintinho Amarelinho. • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra P; • Cor Amarela; • Autonomia. Utilizando recursos de áudio na rodinha as crianças irão cantar a música e fazer os gestos da mesma. Será feita a abordagem sobre a origem dos pintinhos e uma breve explicação. - As crianças irão amassar papéis fazendo bolinhas do tamanho aproximado de um ovo. - O professor fará a réplica de ninhos e as crianças irão colocar os ovinhos de papel no ninho. - O professor pode levar um pintinho para sala de aula e colocar no ninho dos ovinhos. - Utilizando recursos Audiovisuais, as crianças poderão assistir o vídeo sobre o nascimento dos pintinhos: https://www.youtube.com/watch?v=vuBWvQ7JL6A - Trabalhar as regras de convívio por meio da música “O Pintinho que fugiu”; https://www.youtube.com/watch?v=yj2Xhs2RGOA - Pintura do pintinhoamarelinho; - Letra P de pintinho com colagem de papel amarelo picado ou bolinhas de papel crepom. SUGESTÕES DE ATIVIDADES: • CORES; • MOVIMENTO PINÇA; https://www.youtube.com/watch?v=vuBWvQ7JL6A https://www.youtube.com/watch?v=yj2Xhs2RGOA - Música: O sapo não lava o pé • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra S; • Cor verde; • Higiene - Utilizando recursos de áudio na rodinha as crianças irão cantar a música e fazer os gestos da mesma; - Trabalhar questões de Higiene e cuidado do corpo dialogando com as crianças sobre a importância do banho, de lavar as mãos antes das refeições: - “Por que será que o sapo tinha chulé?” - “Quem tem chulé?” Eu nãooo...! - “Quem gosta de tomar banho?” - Pintura do Sapo na Lagoa (atividade Anexa) - A origem dos sapos https://www.youtube.com/watch?v=rEKNKkvgKV0 - Pintura do Girino; - Colagem na letra S do sapo. https://www.youtube.com/watch?v=rEKNKkvgKV0 - Música: A dona Aranha • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra A; • Cor Marrom; • Autonomia. - Cantar música de diversas formas: “A vovó aranha” (andamento lento, imitando a voz da vovó) “O filhote Aranha” (Andamento rápido, com voz de bebê) Obs: Deixe a imaginação das crianças conduzir a brincadeira. - Pintura da Dona Aranha; - Trabalhar a vogal A; - Trabalhar outras palavras com a letra A fazendo um cartaz coletivo da vogal. - Cartaz coletivo da Música e a aranha feita com a palma das mãos e tinta guache. - Música: “Um elefante incomoda Muita Gente” • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra E; • Cor Marrom; • Números de 1 a 5; • Quantidades. - Cantar a música utilizando 05 dedoches de elefantes; - Fazer a contagem coletiva dos elefantes após a música; - Pintura do elefante com tinta guache (pode ser feito como cartaz coletivo ou em A4 individualizada); - Recorte em Jornais e revistas a vogal E e cole na atividade (atividade individualizada); - Cartaz em A3 da vogal E: A letra E centralizada na folha, onde as crianças poderão decorar da maneira que achar melhor. O professor irá imprimir diversas figuras e objetos que comecem com a letra E, e as crianças irão colorir e colar no cartaz. - Música: Pirulito que bate-bate • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra P; • Cores Primárias; • Autonomia. - Cantar a música na rodinha utilizando instrumentos recicláveis; - Pintura do pirulito com giz de cera; - Trabalhar a coordenação motora fina utilizando barbante para contornar o pirulito; - Fazer as voltas do pirulito utilizando tinta guache e cola palito de picolé na folha A4 - Colar bolinhas de papel crepom na letra P nas cores amarela, vermelha e azul. - Música: Borboletinha • Objetivos Específicos: • Coordenação motora fina e movimento pinça; • Letra B; • Cores primárias; • Oralidade e Escrita. - Cantar a música na rodinha utilizando instrumentos recicláveis; - Pintura da Borboletinha utilizando tinta guache; - Colagem na letra B de borboletinha; - Dedoches de borboletiinha para as crianças colorir. LINGUAGEM ORAL E ESCRITA “APRENDENDO O NOME” CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: • Escuta, fala, escrita, pensamento e imaginação. CONHECIMENTOS • Presenciar situações significativas de leitura e escrita. • Manusear diversos suportes textuais. • Coordenação Motora fina. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM9 • Escrever o nome próprio em situações que essa ação é necessária; • Reconhecer a primeira letra do nome; EXPERIÊNCIAS PROPOSTAS: • Será distribuído as fichas de chamada dos alunos e será disposta diversas letras móveis nas mesas. Os alunos deverão localizar as letras de seu nome com auxílio da ficha de chamada. • Por meio de jornais e revistas os alunos irão localizar a primeira letra do nome e colar na atividade. SEQUÊNCIA DIDÁTICA “JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO” Campo de experiências: • Escuta, fala, escrita, pensamento e imaginação Direito de aprendizagens: • PARTICIPAR ativamente de rodas de conversas, de relatos de experiências, de contação de histórias, elaborando narrativas e suas primeiras escritas não convencionais ou convencionais, desenvolvendo seu pensamento, sua imaginação e as formas de expressá-los. Experiências e conhecimentos: • Conto de Histórias; Descrição de situações e ambientes; Objetivos: • Contar e recontar histórias e narrar situações; Ações didáticas: • Ouvir, contar e recontar histórias, lendas fabulas, poesias, piadas, parlendas e trava-língua. Experiências Propostas: • Será feita a Leitura da história “ João e o Pé de Feijão ”, depois de feita a leitura será perguntado aos alunos o que entenderam da história, iremos folhear novamente o livro e agora perguntar em cada página o que está acontecendo na história, aos poucos cada aluno poderá contribuir ao seu modo, depois de lida a história da forma que se lembraram vamos fazer um comentário sobre a história, que João fez uma coisa que não poderia fazer, que é pegar algo que não lhe pertence, falar que é errado. Depois pedir aos alunos fazerem um belo desenho para registro. Campo de experiências: • TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS Direito de aprendizagens: • EXPLORAR variadas possibilidades de usos e combinações de materiais Experiências e conhecimentos: • Colagem Objetivos: • Construir repertório gráfico e plástico, a partir da exploração de diferentes formas e texturas. Ações didáticas: • Brincar com misturas de diferentes texturas Experiências Propostas: • Será lembrada a história de João e o Pé de Feijão e pedido para fazerem uma colagem de folhas no caule do pé de Feijão e colocar algodão no topo do caule. Primeiramente será pedido para os alunos irem até o pátio da escola para recolherem algumas folhas para fazerem a colagem. CAMPO DE EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTOS: • Mundo social e natural: investigação, relação, transformação e preservação Direito de aprendizagens: • EXPLORAR elementos da natureza ampliando seus saberes sobre o meio ambiente Experiências e conhecimentos: • Observar plantas e animais Objetivos: • Participar de brincadeiras com elementos da natureza como água, areia, terra, plantas, folhas e sementes. Ações didáticas: • Explorar o mundo físico e natural, por meio de todos os sentidos. Procedimento: • Plantio de sementes de feijão: • Será mostrado aos alunos um pé de feijão e as partes que o compõe, será mostrado as sementes, o caule a raiz, as folhas, será conversado o que a planta precisa para brotar e viver,depois será distribuído um copo descartável de café com nome de cada um, com algodão e sementes de feijão, será pedido para colocarem as sementes no algodão e colocarem um pouco de água, vamos observar durante os próximos dias o que acontece. Mostrar o vídeo de 1:22 no YOUTUBE, da germinação do pé de feijão, muito bom para as crianças: • https://www.youtube.com/watch?v=IsikQO9ptJ8. https://www.youtube.com/watch?v=IsikQO9ptJ8. ATIVIDADES AVULSAS SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS PROJETO: “OS TRÊS PORQUINHOS” LIVRO DE ATIVIDADES ALUNO(A): : ______________________________ GRUPO: PROFESSORA : A leitura é um trabalho frequente no dia-a-dia da educação infantil. Através dela, diferentes aspectos são desenvolvidos entre eles a linguagem, contribuindo para a ampliação do repertório, estimulando a criatividade e a vivência de mundo do faz-de-conta. A magia das histórias encanta os alunos, eles manuseiam livros e recontam histórias, apreciam as ilustrações e demonstram interesse por livros coloridos, fantoches e teatrinhos. Durante as narrações ficam atentos, curiosos e já começam a expressar sua opinião sobre a história. Entendemos o quão importante e necessária é a relação da criança com a literatura uma vez que o conhecimento e a apropriação desses clássicos propicia aquisição de valores e infinitas possibilidades de aprendizado. Sendo assim, o objetivo principal desse projeto é desenvolver o lúdico, o imaginário, a criatividade, o faz de conta, utilizando o brincar, as narrações de história e a música como ferramentas pedagógicas ao aprendizado. CONTAM QUE ANTIGAMENTE, NO TEMPO EM QUE PORCO ERA GENTE, MORAVAM NA FLORESTA TRÊS PORQUINHOS: LINGUICINHA, SALSICHA E TORRESMO. CERTO DIA RESOLVERAM CONSTRUIR UMA CASA PARA MORAR, SEGUIRAM ANDANDO PELA FLORESTA PARA ENCONTRAR UM BOM LUGAR. VAMOS DESENHAR OS TRÊS PORQUINHOS LINGUICINHA, JÁ CANSADO DE ANDAR, ENCONTROU PALHAS PELO CAMINHO E RESOLVEU CONSTRUIR SUA CASA ALI MESMO. SALSICHA E TORRESMO CONTINUARAM PELO CAMINHO. VAMOS COLAR PALHAS NA CASA DE LINGUICINHA A POUCO METROS DA CASA DE LINGUICINHA, SALSICHA ENCONTROU UM HOMEM DISTRIBUINDO PEDAÇOS DE MADEIRA E TEVE UMA IDEIA: - VOU CONSTRUIR MINHA CASA DE MADEIRA, POIS QUERO TER UMA CASA BEM BONITA SEM GASTAR MUITO TEMPO. VAMOS COLAR PALITOS DE FÓSFORO NA CASA DE SALSICHA TORRESMO, O MAIS PREOCUPADO, QUERIA UMA CAS BEM SÓLIDA E SEGURA, POR ISSO, DECIDIU FAZE-LA DE TIJOLOS. VAMOS COLAR PEDACINHOS DE PAPEL VERMELHO NA CASA DE TORRESMO. O LOBO QUE VIVIA CHEIO DE FOME COMEÇOU A SENTIR CHEIRO DE PORQUINHOS SUCULENTOS E SAIU PELO CAMINHO FAREJANDO E CANTANDO: “EU SOU O LOBO MAU, LOBO MAU, LOBO MAU. EU PEGO OS PORQUINHOS PARA FAZER MINGAU. HOJE ESTOU CONTENTE, VAI HAVER FESTANÇA, POIS TENHO TRÊS PORQUINHOS PARA ENCHER A MINHA PANÇA.” O LOBINHO ESPERTINHO AS DUAS CASINHAS CONSEGUIU DERRUBAR. LIGUICINHA E SALSICHA MORRENDO DE MEDO NA CASA DE TORRESMO FORAM SE ABRIGAR. O LOBO CHEGOU TODO FELIZ, POIS AGORA AO INVÉS DE DOIS SERIAM TRÊS PORQUINHOS PARA COMER. E PÔS-SE A GRITAR: - ABRAM LOGO ESSA PORTA! VOCÊS SABEM DO QUE EU SOU CAPAZ! TORRESMO NÃO ABRIU A PORTA. O LOBO QUE SE ACHAVA VALENTÃO, ASSOPROU, ASSOPROU E A CASA NEM SAIU DO LUGAR. DE TANTA RAIVA QUE ESTAVA, POIS SUA BARRIGA JÁ RONCAVA, RESOLVEU ENTRAR PELA CHAMINÉ, SÓ NÃO CONTAVA COM A ÁGUA QUE FERVENDO NO CALDEIRÃO ESTAVA. ATIVIDADES SOBRE A HISTÓRIA • VAMOS COLAR CAROÇOS DE FEIJÃO NOS PONTINHOS! • VAMOS LIGAR A QUANTIDADE DE PORQUINHOS NOS SEUS RESPECTIVOS NÚMEROS. • VAMOS COMPLETAR OS TRÊS PORQUINHOS: • VAMOS MONTAR O QUEBRA-CABEÇA DOS TRÊS PORQUINHOS! • VAMOS APRENDER A LETRA INICIAL DOS PORQUINHOS! • VAMOS RECORTAR DE JORNAIS E REVISTAS LETRINHAS P E COLAR NA LETRA ABAIXO. NA HISTÓRIA HAVIAM 3 PORQUINHOS. VAMOS CONTAR? VAMOS COLAR BOLINHAS DE PAPEL NO NÚMERO TRÊS. VAMOS PINTAR OS PORQUINHOS QUE ESTÃO DENTRO DA CASA E VAMOS CIRCULAR O LOBO MAU QUE ESTÁ DO LADO DE FORA. PIRULITO QUE BATE-BATE PIRULITO QUE BATE BATE, PIRULITO QUE JÁ BATEU QUEM GOSTA DE MIM É ELA QUEM GOSTA DELA SOU EU PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ O SAPO NÃO LAVA O PÉ O SAPO NÃO LAVA O PÉ NÃO LAVA PORQUE NÃO QUE ELE MORA LA NA LAGOA NÃO LAVA O PÉ PORQUE NÃO QUER MAS QUE CHULÉ. PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ A DONA ARANHA A DONA ARANHA SUBIU PELA PAREDE VEIO A CHUVA FORTE E A DERRUBOU JÁ PASSOU A CHUVA O SOL JÁ VAI SURGINDO E A DONA ARANHA CONTINUA A SUBIR PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ PINTINHO AMARELINHO O SAPO NÃO LAVA O PÉ NÃO LAVA PORQUE NÃO QUE ELE MORA LA NA LAGOA NÃO LAVA O PÉ PORQUE NÃO QUER MAS QUE CHULÉ. PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ TOMATINHO VERMELHO TOMATINHO VERMELHO PELA ESTRADA ROLOU, ROLOU. GRANDE CAMINHÃO VEIO E O TOMATINHO ESMAGOU POBRE DO TOMATINHO, COITADO DO TOMATINHO, CATCHUP VIROU PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ MARCHA SOLDADO MARCHA SOLDADO CABEÇA DE PAPEL QUEM NÃO MARCHAR DIREITO VAI PRESO PRO QUARTEL O QUARTEL PEGO FOGO SÃO FRANCISCO DEU SINAL ACODE, ACODE, ACODE A BANDEIRA NACIONAL. PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ BRILHA BRILHA ESTRELINHA BRILHA, BRILHA, ESTRELINHA LÁ NO CÉU PEQUENININHA SOLITÁRIA SE CONDUZ PELO CÉU COM TUA LUZ PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ A CANOA VIROU VIROU A CANOA VIROU POIS DEIXARAM ELA VIRAR FOI POR CAUSA DE _____ QUE NÃO SOUBE REMAR SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR EU TIRAVA ______ DO FUNDO DO MAR PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ A COBRA A COBRA NÃO TEM PÉ, A COBRA NÃO TEM MÃO COMO É QUE A COBRA SOBE NO PEZINHO DE LIMÃO? COMO É QUE A COBRA SOBE NO PEZINHO DE LIMÃO? A COBRA VAI SUBINDO, VAI, VAI, VAI VAI SE ENROLANDO, VAI, VAI, VAI PROFESSORA: DATA: ALUNO(A):____________________________________________________ __ PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ExpressARTE PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA PROJETO PEDAGÓGICO: ExpressArte TEMA: A Arte na Educação Infantil PÚBLICO ALVO: • Grupo 4 – Educação Infantil DURAÇÃO • 04 (quatro) semanas JUSTIFICATIVA: O desenvolvimento pleno do ser humano apresenta direta relação entre o conhecimento e a compreensão que este venha a ter do mundo das artes, uma vez que só o ser humano é capaz de produzir cultura, deixar legado histórico e cultural para outras gerações. Entendemos o quão importante e necessária é a relação do homem com outras culturas uma vez que o conhecimentohistórico do mundo das artes revela capacidade inata do ser humano em produzir sua própria história, transmitir aprendizado, costumes e principalmente compartilhar saberes. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação Básica 1997: “O ser humano que não conhece arte tem uma experiência de aprendizagem limitada, escapa-lhe a dimensão do sonho, da força comunicativa dos objetos à sua volta, da sonoridade instigante da poesia, das criações musicais, das cores e formas, dos gestos e luzes que buscam o sentido da vida.” (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997) Evidenciamos ser fundamental ao desenvolvimento infantil o contato com diversas formas de arte e cultura. Segundo Vygotsky (2009) quanto mais veja, ouça e experimente, quanto mais aprenda e assimile, quanto mais elementos reais disponha em sua experiência, mais será considerável e produtiva a imaginação infantil. A conclusão pedagógica segundo o autor é que dessa forma poderemos ampliar as experiências e a capacidade criadora suficientemente sólida das crianças. Com esse entendimento é que sugerimos o Projeto ExpressArte, um projeto que irá apresentar de forma criativa e divertida, quatro artista renomados e de relevante expressividade nas várias formas de apresentação da arte, tais como, Tarsila do Amaral com suas cores e lendas brasileiras, Cândido Portinari com as representações da infância por meio das brincadeiras, Salvador Dali com a sua imaginação e sonhos e Pollock onde usa a sua forma criativa nas técnicas de pintura. OBJETIVO GERAL: • Despertar nas crianças o gosto pelas diversas manifestações artísticas, a partir da releitura das obras de quatro artistas plásticos como, Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Salvador Dali e Pollock. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Conhecer a biografia dos artistas. • Desenvolver oralidade, interação, expressão corporal e socialização. • Aprofundar conhecimentos sobre cores, linhas e formas. • Identificar cores primárias e secundárias. • Trabalhar coordenação motora fina e ampla. • Desenvolver a imaginação, criatividade, atenção, concentração, expressão artística, percepção visual, noção espacial. • Utilizar materiais recicláveis como papelão, jornais e revistas para reproduzir trabalhos dos autores. CRONOGRAMA: Este projeto terá a duração de 04 (quatro) semanas, em comemoração ao mês em que se comemora o Dia das Crianças, tendo como público alvo a turma do Grupo 4 da Educação Infantil. A cada semana, serão realizadas atividades referente ao artista plástico designado, atividades estas que poderão ser executadas de forma interdisciplinar, sem que altere o planejamento semanal dos conteúdos exigidos no currículo escolar para esta faixa etária. As atividades semanais serão divididas da seguinte forma: METODOLOGIA: Primeira Semana: • Aula Expositiva (explicar à turma o motivo pelo qual este projeto foi elaborado e a programação); • Contar a história da vida de Tarsila do Amaral, por meio de vídeos. • Expor as obras da artista e solicitar que as crianças desenhem e pintem, de forma livre, a interpretação delas sobre o que foi visto sobre essas das obras. • Expor as atividades das crianças no varalzinho em sala de aula. • Contação de história sobre as lendas brasileiras a partir das imagens das pinturas de Tarsila do Amaral. • Escolher e Interpretar uma das lendas do ponto de vista das crianças por meio de um teatro. Segunda Semana: • Em Roda de Conversa, relembrar a história de Tarsila do Amaral e as tarefas realizadas por eles a partir do trabalho da artista. • Discutir curiosidades sobre tudo o que foi feito e o que mais gostaram. • Contar e apresentar, por meio de livros,a história de outro artista, o Cândido Portinari. • Apresentar as obras do artista. • Solicitar que eles escolham as brincadeiras que foram retratadas por Cândido Portinari em suas obras e levá-los ao pátio para que brinquem. • Solicitar que desenhem a brincadeira que mais gostaram e que possam colorir livremente. • A partir da música “Brincadeira de Criança” trabalhar a expressão corporal por meio da dança. Terceira Semana: • Em Roda de Conversa, relembrar a história de Cândido Portinari e as tarefas realizadas por eles a partir do trabalho da artista. • Discutir curiosidades sobre tudo o que foi feito e o que mais gostaram. • Contar e apresentar, por meio de fotografias, a história de outro artista, o Salvador Dali. • Por meio de materiais recicláveis, solicitar que as crianças tentem imaginar como Salvador Dali criou suas obras e que elas agora, possam criar as suas próprias obras a partir de sua criatividade e dos sonhos, assim como o artista. • Com um fundo musical bem relaxante, estimular as crianças à imaginação por meio das cores e de diversos materiais trabalhando as artes visuais por meio de uma colagem. Quarta Semana: • Em Roda de Conversa, relembrar a história de Salvador Dali e as tarefas realizadas por eles a partir do trabalho da artista. • Discutir curiosidades sobre tudo o que foi feito e o que mais gostaram. • Contar e apresentar, por meio de vídeos, a história de outro artista, o Pollock. • Entregar para cada criança material reciclável (meia garrafa pet perfurada) para que possam refazer as técnicas de pintura apresentadas por Pollock. • Sobre orientação do professor, deixar que a criança livremente crie a sua arte para que retrate a identidade de cada criança. • Utilizar a celulose como tela de pintura para que a criança observe a técnica gota a gota de forma abstrata pintando a tela, assim como Pollock. OBSERVAÇÕES: As crianças irão fazer a execução e a pintura das roupas em TNT para o teatro e a dança e os ensaios para as apresentações na culminância do Projeto, além de organizar os trabalhos artísticos elaborados por eles durante a execução do mesmo e, sempre, sobre a orientação do professor. RECURSOS DIDÁTICOS: • Tintas Coloridas • Cartolina • Tesoura • Cola branca • Papel A4 • Papelão • Garrafas Pet • Barbante • Pincéis • Esponjas • Celulose • T.N.T • E.V.A • Revistas e Jornais • Aparelho de Som • CD’s • TV e DVD • Câmera fotográfica • Papel Crepon • Fita adesiva • Retalhos de tecido • Isopor • Glíter CULMINÂNCIA DO PROJETO • Exposição e apresentação abertas para a escola, família e comunidade em comemoração ao Dia das Crianças. • ExpressArte – Exposição das obras feitas pelas crianças a partir das obras apresentadas de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Salvador Dali e Pollock. • Apresentação de Teatro sobre Lendas Brasileiras (Tarsila do Amaral) • Apresentação de Dança com a música “Brincadeira de Criança” (Cândido Portinari) AVALIAÇÃO: • Relatório de participação de cada criança REFERENCIAL TEÓRICO Durante muitos anos, o ensino de Arte se resumiu a tarefas pouco criativas e marcadamente repetitivas. Desvalorizadas na grade curricular, as aulas dificilmente tinham continuidade ao longo do ano letivo, como afirma Rosa Iavelberg, diretora e co-autora dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), "As atividades iam desde ligar pontos até copiar formas geométricas. A criança não era considerada uma produtora e, por isso, cabia ao professor dirigir seu trabalho e demonstrar o que deveria ser feito". Nas últimos vinte anos, essa situação vem mudando nas escolas brasileiras. Hoje, a tendência que guia a área é a chamada sociointeracionista, que prega a mistura de produção, reflexão e apreciação de obras artísticas. Como defendem os próprios PCNs, é papel da escola "ensinar a produção histórica e social da arte e, ao mesmo tempo, garantir ao aluno a liberdade de imaginar e edificar propostas artísticas pessoais ou grupais com base em intenções próprias." Infelizmente, ainda há professores trabalhando na metodologia tradicional, que supervalorizaos exercícios mecânicos e as cópias por acreditar que a repetição é capaz de garantir que os alunos "fixem e memorizem modelos". Sob esse ponto de vista o mais importante é o produto final (e ele é mais bem avaliado quanto mais próximo for do original). É por isso que, além de desenhos pré-preparados, tantas crianças tenham sido obrigadas ao longo dos tempos a apenas memorizar textos teatrais e partituras de música para se apresentar em datas comemorativas - sem falar no treino exaustivo e mecânico de habilidades manuais em atividades de tecelagem bordado. Só nos anos 1960, com o surgimento do movimento da Escola Nova, ideias modernizadoras começaram a influenciar as aulas de Arte. Na época, a proposta era romper totalmente com o jeito anterior de trabalhar. Segundo esse modelo, batizado de escola espontaneísta (ou livre expressão), os professores forneciam materiais, espaço e estrutura para as turmas criarem e não interferiam durante a produção dos estudantes. Tudo para permitir que a arte surgisse naturalmente nos estudantes, de dentro para fora e sem orientações que pudessem atrapalhar esse processo. "Achava-se que a criança tinha uma arte própria e o adulto não deveria interferir", lembra Rosa. Alguns anos mais tarde, novas concepções foram sendo construídas, abrindo espaço para a consolidação da perspectiva sociointeracionista, a mais indicada pelos especialistas hoje por permitir que crianças e jovens não apenas conheçam as manifestações culturais da humanidade e da sociedade em que estão inseridas, mas também soltem a imaginação e desenvolvam a criatividade, utilizando todos os equipamentos e ferramentas à sua disposição. Na década de 1990, duas importantes inovações pavimentaram o caminho para o modelo atual: na Espanha, Fernando Hernández defendeu o estudo da chamada cultura visual (muito além das artes visuais clássicas, era necessário, segundo ele, trabalhar com videoclipes, internet, histórias em quadrinhos, objetos populares e da cultura de massa, rótulos e outdoors nas salas de aula). No Brasil, Ana Mae Barbosa formulou a metodologia da proposta triangular (inspirada em ideias norte-americanas e inglesas, recuperou conteúdos e objetivos que tinham sido abandonados pela escola espontaneísta). Ela mostrou que o professor deveria usar o seguinte tripé em classe: o fazer artístico, a história da arte e a leitura de obras Esse tripé original é considerado uma "matriz" dos eixos de aprendizagem que dominam o ensino atualmente: a produção, a apreciação artística e a reflexão. O "novo" tripé ajuda a desmanchar alguns dos mitos que rondam as salas de Arte nas escolas brasileiras, como a confusão entre a necessidade de ter muito material e estrutura para obter uma resposta "de qualidade" dos alunos. Na perspectiva sociointeracionista, o fazer artístico (produção) permite que o aluno exercite e explore diversas formas de expressão. A análise das produções (apreciação) é o caminho para estabelecer ligações com o que já sabe e o pensar sobre a história daquele objeto de estudo (reflexão) é a forma de compreender os períodos e modelos produtivos. Segundo os PCNs, as aulas de Arte devem contemplar atividades de quatro linguagens: dança, artes visuais, teatro e música. As diferentes manifestações culturais (das mais clássicas às mais vanguardistas) merecem ser analisadas como resultado de um conjunto de valores e uma maneira de os seres humanos interagirem com o mundo em que vivem (ou viveram). No dia a dia, a prática tem de combinar simultaneamente os três eixos citados anteriormente para que todos os estudantes avancem "Esses três momentos não são estanques. Mesmo que o trabalho dê ênfase mais para um agora e mais para outro daqui a pouco, é importante que fique claro que todos são interligados, fazem parte de um processo", diz Marisa Szpigel, coordenadora de Arte na Escola da Vila, em São Paulo. Segundo ela, é interessante variar as maneiras de estudar os conteúdos e programar as atividades ao longo do ano. "Assim como na prática artística há um pensar fazendo e um fazer pensando, quando ensinamos, a ação mobiliza para a reflexão e a reflexão transforma a ação." REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • BRASIL ESCOLA: Disponível em https://brasilescola.uol.com.br/historiag/historia-da-arte.htm Acesso em 15/05/18 • HISTÓRIA DA ARTE: Disponível em: http://www.historiadasartes.com/ Acesso em 15/05/18 • NOVA ESCOLA: Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/1509/o- que-ensinar-em-arte Acesso em: 15/05/18 • PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Disponível em: https://www.cpt.com.br/pcn/parametros-curriculares-nacionais-arte Acesso e 15/05/18 • VAI PRA RUA MENINO! Disponível em: https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/09/08/inhotim-um-museu-de- novidades/ Acesso em: 15/05/18 _____________________________________________________________ ____ • Disponível em: https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/07/30/apertem- os-cintos criancas-em-casa-1o-capitulo/ Acesso em: 15/05/18 https://brasilescola.uol.com.br/historiag/historia-da-arte.htm http://www.historiadasartes.com/ https://novaescola.org.br/conteudo/1509/o-que-ensinar-em-arte https://novaescola.org.br/conteudo/1509/o-que-ensinar-em-arte https://www.cpt.com.br/pcn/parametros-curriculares-nacionais-arte https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/09/08/inhotim-um-museu-de-novidades/ https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/09/08/inhotim-um-museu-de-novidades/ https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/07/30/apertem-os-cintos%20criancas-em-casa-1o-capitulo/ https://vaipraruamenino.wordpress.com/2012/07/30/apertem-os-cintos%20criancas-em-casa-1o-capitulo/