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Aula 5: Treliça plana isostática Karina Estrela Egídio Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA Mecânica das Estruturas I Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I Introdução Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 2 Conceito: As treliças são elementos estruturais formados por barras e conectadas por nós ou articulações. - Por serem barras e rotuladas, não há formação de momento fletor e esforço cortante. Há presença apenas de esforços normais (compressão e tração). - Desse modo, esses esforços são determinados de maneiras simples pelo equilíbrio das forças e apoios. Introdução Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 3 Estaticidade de uma treliça Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 4 A estaticidade de uma treliça é calculada de acordo com o número de nós (n), o número de barras (b) e as reações de apoio (r). r + b 2n = hiperestática Estaticidade de uma treliça Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 5 1. Método de cálculo de Riter ou das seções Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 6 - Esse método é mais comumente utilizado quando se deseja calcular os esforços em uma barra específica. - Neste caso, corta-se seções no local em que se deseja encontrar o esforço. - Considere a treliça abaixo e as barras 3, 13 e 7 onde se deseja encontrar o esforço atuante. - Pelo somatório de momentos em C obtém-se N3, somatório dos momentos em D obtém-se o valor de N7 e pelo somatório das forças em Y, obtém-se o valor de N13. 1. Método de cálculo de Riter ou das seções Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 7 Observações: 1. Deve-se escolher a seção que intercepte 3 barras não concorrentes em um mesmo ponto e não paralelas. 2. A seção não precisa ser reta, precisa apenas ser contínua, atravessando toda a treliça. 3. Ao colocar os esforços depois que cortar a seção, é aconselhável considerar incialmente todos de tração. 4. Naquelas barras próximas a extremidade, o corte poderá abranger somente duas barras. 5. É interessante aplicar esse método para o cálculo de treliças constantes. Procedimento de cálculo: 1. Calcular reações de apoio; 2. Traçar a seção; 3. Aplicar as equações de equilíbrio. Exemplo Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 8 Determinar as reações de apoio e os esforços das barras BE, AE e BC. 2. Método de Cremona ou dos nós Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 9 - O método é indicado para identificar os valores dos esforços normais de todas as barras e traçar o diagrama de esforços normais. - Como a treliça está em equilíbrio, todos os nós também estão em equilíbrio. - Os esforços são calculados então com base no equilíbrio de forças individuais de cada nó. 2. Método de Cremona ou dos nós Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 10 Observações: 1. É preferível começar o equilíbrio dos nós das extremidades, a qual já possuem as reações de apoio conhecidas. 2. Considera as forças inicialmente de tração. Procedimento de cálculo: 1. Calcular reações de apoio; 2. Escolher um nó com pelo menos uma força conhecida; 3. Aplicar as equações de equilíbrio de forças; 4. Repetir o procedimento para os nós posteriores. Exemplo Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 11 Determinar as reações de apoio, os esforços internos das barras e o diagrama de esforço normal. Exemplo Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 12 Determinar as reações de apoio, os esforços internos das barras e o diagrama de esforços. Exemplo - resposta Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 12 Exemplo - resposta Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 14 Trabalho para 2° e 3° unidade Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 15 - O trabalho realizado nas duas unidades deverá conter, no máximo, 8 páginas e será escrito em forma de resumo expandido. - O Template será mandado em arquivo word pelo sigaa. - Todos os trabalhos deverão conter os seguintes tópicos: Resumo Introdução Referencial teórico Metodologia Resultados e discussões (fazer um exemplo prático – obrigatório). Referências - O trabalho deverá ser entregue em arquivo PDF, pelo sigaa, somente por um dos participantes da equipe. - A nota atribuída será, no máximo, 3,0 pontos extras. Sendo contabilizados 1,5 para segunda unidade e 1,5 para terceira unidade. - A entrega será em duas versões. A primeira será ao final da segunda unidade para uma análise detalhada e sugestões de correções. A segunda será a entrega final. Trabalho para 2° e 3° unidade Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 16 1. Aplicação dos Diagramas de Força Cortante e Momento Fletor na Análise de Marquises Urbanas Estudo de como os conceitos de força cortante e momento fletor são aplicados na análise estrutural de marquises de concreto em edifícios. Analisar a importância da correta interpretação dos diagramas para evitar fissuras e colapsos e fazer um exemplo prático. 2. Funcionamento Estrutural das Treliças em Coberturas de Galpões e Quadras Esportivas Explicação do comportamento das treliças, como os esforços se distribuem nas barras, e por que esse sistema é utilizado para vencer grandes vãos. Apresentar um exemplo prático. 3. Estudo Prático de vigas Gerber em Pontes. Estudo sobre vigas Gerber, sua utilização e importância. Fazer um exemplo prático. 4. Influência do Centro de Gravidade no Transporte e Montagem de Elementos Pré-moldados Discutir como o conhecimento do centro de gravidade é fundamental para o transporte e içamento seguro de vigas, lajes e pilares pré-moldados. Apresentar casos reais de movimentação de peças e a influencia do centro de gravidade. 5. Como o Momento de Inércia Influencia na Resistência das Vigas Utilizadas em Obras Abordar o conceito de momento de inércia e explicar por que perfis metálicos e seções de concreto têm formas específicas. Analisar exemplos como perfis em "I", "T", "C" e vigas de concreto armado. Trabalho para 2° e 3° unidade Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 17 6. Análise Estrutural Simplificada de Escadas em Obras Residenciais Mostrar como uma escada funciona estruturalmente como uma viga inclinada. Discutir os esforços que surgem, as zonas de maior solicitação e a importância do correto dimensionamento. Apresentar exemplos concretos. 7. Aplicação dos Conceitos de Esforço Normal em Pilares de Edificações Simples Discutir como o peso das lajes e vigas é transmitido para os pilares. Apresentar um exemplo real de um pequeno edifício, destacando como os esforços de compressão atuam nos pilares. 8. Estudo de Andaimes e Estruturas Temporárias: Segurança e Estabilidade Analisar, sob a ótica da mecânica das estruturas, como andaimes e escoramentos resistem aos esforços. Mostrar casos reais, indicando situações de risco por falta de equilíbrio ou estabilidade. 9. Forças Atuam em Postes de Iluminação Pública: Uma Análise Simplificada Explicar como os postes resistem aos esforços gerados pelo vento e pelo peso próprio, abordando conceitos de momento fletor na base e equilíbrio do sistema. 10. Funcionamento Estrutural de Pórticos em Edificações Simples: Como Eles Garantem a Estabilidade? discutir como os pórticos suportam cargas verticais (peso próprio, sobrecargas) e horizontais (vento), distribuindo esforços de força normal, cortante e momento fletor. Utilize exemplos reais. Lista Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I16 Lista Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 17 Calcular os esforços internos nas barras. Referências Professora: Eng. Civil Karina Estrela Egídio --- Mecânica das Estruturas I 18 SUSSEKIND, B. Estruturas Isostáticas. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. Seção Padrão Slide 1: Aula 5: Treliça plana isostática Slide 2: Introdução Slide 3: Introdução Slide 4: Estaticidade de uma treliça Slide 5: Estaticidade de uma treliça Slide 6: 1. Método de cálculo de Riter ou das seções Slide 7: 1. Método de cálculo de Riter ou das seções Slide 8: Exemplo Slide 9: 2. Método de Cremona ou dos nós Slide 10: 2. Método de Cremona ou dos nós Slide 11: Exemplo Slide 12: Exemplo Slide 13: Exemplo - resposta Slide 14: Exemplo - resposta Slide 15: Trabalho para 2° e 3° unidade Slide 16: Trabalho para 2° e 3° unidade Slide 17: Trabalho para 2° e 3° unidade Slide 18: Lista Slide 19: Lista Slide 20: Referências