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INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA
PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE (APS)
O QUE É O S.O.A.P. ?
O S.O.A.P. é um
acrônimo utilizado
em um Prontuário
Orientado por
Problemas e
Evidências para
registro da evolução
dos problemas das
pessoas atendidas
na sua prática
diária. Cada letra
refere-se a um tipo
de informação:
SUBJETIVO: Registramos aqui as informações baseadas na experiência da
pessoa que está sendo atendida. Podemos anotar além das queixas, os
sentimentos. Motivo do atendimento, anamnese, problema(s) apresentado(s).
OBJETIVO: Informações aferidas do ponto de vista clínico ficam neste
espaço. Dados do exame físico e/ou resultados dos exames
complementares.
AVALIAÇÃO: Aqui fica algo similar ao Hipóteses Diagnósticas quando
comparamos ao modelo tradicional de registro, só que neste médoto de registro,
este é o espaço para incluímos o(s) problema(s) evidenciado(s) na consulta
relacionando-o(s) com sua resolução ou não (diabetes descompensada,
hipertensão arterial controlada, etc.). 
PLANO: A proposta terapêutica elaborada pelo profissional deve encontrar-se
neste item; medicações prescritas, solicitações de exames complementares,
orientações realizadas, encaminhamentos e pendências para o próximo
atendimento, ou seja, um plano de ação para o seu paciente.
Link nas letras
para acessar a
fonte: 
https://semiologiamedica.ufop.br/soap
https://semiologiamedica.ufop.br/soap
https://semiologiamedica.ufop.br/soap
https://semiologiamedica.ufop.br/soap
O QUE É CIAP?
O sistema de Classificação Internacional de Atenção Primária – Segunda Edição (CIAP2) é uma ferramenta adequada à
Atenção Básica (AB) que permite classificar questões relacionadas às PESSOAS e não a doenças. Permite classificar não só os
problemas diagnosticados pelos profissionais de saúde, mas os motivos da consulta e as respostas propostas pela equipe
seguindo a sistematização SOAP, de Lawrence Weed (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano). Pode ser utilizado por todos os
profissionais de saúde.
Clique na imagem
para acessar o
documento:
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
PRÉ-NATAL
Cronograma de consultas do pré-natal
Até à 28ª semanas - Mensalmente;
da 28° a 36ª semanas - Quinzenalmente;
da 36° até a 41ª semanas- Semanalmente;
Trimestres Gestacionais
1ª até a 14ª semanas - 1° Trimestre
15ª até à 28ª semanas - 2° Trimestre
29ª até à 42ª semanas - 3° Trimestre
Fonte: CAB 32- Atenção ao pré-natal de baixo risco
Tratado Rômulo passos Vol.I
O total de consultas deverá ser de, no
mínimo, 6 (seis), com acompanhamento
intercalado entre médico e enfermeiro. 
(atenção: algumas fontes descrevem de outra forma)
Utilizei do Protocolo de Atenção à Saúde da Mulher
no Pré-Natal e Puerpério (SES-DF)
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
PRÉ-NATAL
Consultas de pré-natal
Deve-se reservar entre 20 e 40 minutos por gestante para essas consultas
tendo em vista a complexidade da assistência. No entanto, em algumas situações
como a primeira consulta ou naquelas onde serão realizados testes rápidos, pode
ser necessário tempo maior para garantir o atendimento de acordo com os
padrões estabelecidos, sendo assim, é importante que o profissional analise e faça
o ajuste que julgar pertinente.
 Fonte: Protocolo de Atenção à Saúde da Mulher no Pré-Natal e Puerpério (SES-DF)
Havendo sinal de trabalho de parto e/ou ao completar 41 semanas encaminhar à
maternidade. É importante frisar que não há, em nenhuma hipótese, alta do pré-
natal devendo ser mantido o vínculo até o momento do parto e retorno para
consulta do puerpério.
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
PRÉ-NATAL Atribuições do Enfermeiro(a): 
Orientar as mulheres e suas famílias sobre a importância do pré-natal, da amamentação e da vacinação;
 Realizar o cadastramento da gestante no SisPreNatal e fornecer o Cartão da Gestante devidamente preenchido (o cartão deve ser
verificado e atualizado a cada consulta);
Realizar a consulta de pré-natal de gestação de baixo risco intercalada com a presença do(a) médico(a);
Solicitar exames complementares de acordo com o protocolo local de pré-natal;
Realizar testes rápidos;
Prescrever medicamentos padronizados para o programa de pré-natal (sulfato ferroso e ácido fólico, além de medicamentos
padronizados para tratamento das DST, conforme protocolo da abordagem sindrômica);
Orientar a vacinação das gestantes (contra tétano e hepatite B);
Identificar as gestantes com algum sinal de alarme e/ou identificadas como de alto risco e encaminhá-las para consulta médica.
Caso seja classificada como de alto risco e houver dificuldade para agendar a consulta médica (ou demora significativa para este
atendimento), a gestante deve ser encaminhada diretamente ao serviço de referência;
 Realizar exame clínico das mamas e coleta para exame citopatológico do colo do útero;
Desenvolver atividades educativas, individuais e em grupos (grupos ou atividades de sala de espera);
 Orientar as gestantes e a equipe quanto aos fatores de risco e à vulnerabilidade;
 Orientar as gestantes sobre a periodicidade das consultas e realizar busca ativa das gestantes faltosas;
 Realizar visitas domiciliares durante o período gestacional e puerperal, acompanhar o processo de aleitamento e orientar a mulher
e seu companheiro sobre o planejamento familiar.
Fonte: CAB 32- Atenção ao pré-natal de baixo risco
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf
PRÉ-NATAL Vacinação na gestação:
 Fonte:caderneta_gestante_versao_eletronica_2022.pdf
Clique na imagem
para acessar o
documento:
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderneta_gestante_versao_eletronica_2022.pdf
O Ministério da Saúde recomenda:
Consulta de Crescimento e desenvolvimento (Puericultura)
Sete consultas de rotina no 
primeiro ano de vida:
1ª semana
1º mês
2º mês
4º mês
6º mês
9º mês 
12º mês
Além de duas consultas 
no 2º ano de vida:
18 º mês
24º mês
A partir do 2º ano de vida, 
consultas anuais, próximas ao mês
do aniversário.
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
Consulta de Crescimento e desenvolvimento (Puericultura)
Área(s): Saúde da Criança/GCV/DAEAP/COAPS/SAIS/SES-DF Portaria SES-DF Nº287 de02 de dezembro de 2016 , publicada no DODF Nº 228 de 06.12.2016 .
Clique na imagem
para acessar o
documento:
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/87400/Aten%C3%A7%C3%A3o+%C3%A0+Sa%C3%BAde+da+Crian%C3%A7a+e+Fluxogramas.pdf/888757a5-6ebe-d321-9917-c3aa6c1689f4?t=1648643353598
Consulta de Crescimento e desenvolvimento (Puericultura)
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
Consulta de Crescimento e desenvolvimento (Puericultura)
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
Exame citopatológico
 25 A 64 ANOS
2 EXAMES 
3 ANOS 1 ANO 
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
Exame citopatológico
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https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/81352/1.0._Condutas_para_Rastreamento_do_CA_de_colo_do_utero_na_APS.pdf/784515b1-df8a-4ec2-5ef0-e15094e899cc?t=1648529302401
Exame citopatológico
Pacientes que foram submetidas à histerectomia total por motivos não neoplásicos, podem ser excluídas
do rastreamento, desde que apresentem exames anteriores normais; o que não exclui a necessidade de
realização do exame ginecológico periodicamente. 
 Pacientes submetidas à histerectomia subtotal (parcial) deverão realizar exames de acordo com a rotina
normal.
Imunossuprimidas:o exame deve ser realizado neste grupo após o início da atividade sexual com
intervalos semestrais no primeiro ano, e se normais, manter seguimento anual enquanto se mantiver o
fator de imunossupressão. Mulheres HIV positivas com CD4 abaixo de 200 células/mm3 devem ter
priorizada a correção dos níveis de CD4 e, enquanto isso, devem ter o rastreamento citológico a cada 6
meses.
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
Exame citopatológico
COLETA 
O esfregaço do material coletado deve ser feito na superfície
lisa do lado fosco da lâmina, disposto de maneira uniforme,
preferencialmente na posição longitudinal, dividindo a lâmina
em duas metades (superior e inferior), onde são feitos,
obrigatoriamente, os esfregaços da ectocérvice e endocérvice,
conforme figura ao lado. 
A lâmina de ponta fosca deve conter, somente, os
seguintes dados (escritos a lápis): 
Iniciais do nome da paciente; 
Data de nascimento da paciente.
Atenção: Essa é a recomendação do protocolo de
rastreamento do CA de útero da SES-DF. Pode ser que
encontre divergências com outros documentos ou literaturas. 
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/81352/1.0._Condutas_para_Rastreamento_do_CA_de_colo_do_utero_na_APS.pdf/784515b1-df8a-4ec2-5ef0-e15094e899cc?t=1648529302401
Exame citopatológico
COLETA 
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documento:
Após a coleta do material, a lâmina de ponta fosca deve ser
colocada imediatamente em um tubete (porta-lâminas)
reutilizável, contendo álcool de 92% a 96% em quantidade
suficiente para que todo o esfregaço fique submerso
(mergulhado). Após três horas de imersão, o material já
estará fixado, ou seja, caso o transporte possa ser
comprometido em virtude do álcool, nada impede que o
mesmo seja descartado para facilitar o transporte das
lâminas até o laboratório. 
Não é recomendado o uso do fixador devido sua curta vida
útil , o que compromete a qualidade do exame. 
O tubete deverá conter apenas o esfregaço do exame
colpocitopatológico. Caso a paciente realize outro tipo de
exame, encaminhar em tubetes separados, e com a devida
identificação. 
https://saude.campinas.sp.gov.br/sistemas/esus/guia_CIAP2.pdf
https://www.diagnosticosdobrasil.com.br/uploads/requisicoes-e-orientacoes/2022/07/instrucao-de-coleta-papanicolau-meio-liquido-web.pdf
https://www.diagnosticosdobrasil.com.br/uploads/requisicoes-e-orientacoes/2022/07/instrucao-de-coleta-papanicolau-meio-liquido-web.pdf

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