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12/02/2025
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Helmintologia: 
Classe Cestoda
Prof. Dr. Ronaldo Alves Pereira Junior
ICBIM/UFU, sala 222a; Tel.: (62) 98107-1161
pereirajunior.ra@ufu.br @ronaldoalvesmv
CLASSIFICAÇÃO SISTEMÁTICA
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Filo Nematoda 
(=Nemathelminthes)
Classe Cestoda Classe Trematoda
Filo Platyhelminthes
HELMINTOLOGIA
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• Corpo em forma de fita 
e muito compridos;
• Segmentados, providos 
anteriormente de um 
órgão de fixação 
(escólex) que apresenta 
estruturas adesivas (ex. 
ventosas)
•Apresenta crescimento 
contínuo: proglotes são 
destacadas e eliminadas 
com as fezes e novas se 
formam. 
Classe Cestoda - 
Morfologia
Image:Bandwurm-drawing.jpg
Escólex
Colo
Estróbilo
Anel
ou
 proglote
Prof. Dr. Ronaldo Alves Pereira-Junior
Quanto mais afastado do 
escolex, mais evoluídas
são as proglotes
Classe CestodaMorfologia
Dipylidium caninum
Escólex
Proglote 
jovem
Proglote 
madura
Proglote 
grávida
Ovos 
(cápsulas)
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bc/Bandwurm-drawing.jpg
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Classe Cestoda
•Tubo digestivo ausente, 
geralmente são 
hermafroditas
•Parasitos obrigatórios 
(heteroxeno)
•Adultos → tubo digestivo, 
dutos biliares e pancreáticos 
de vertebrados
• Metacestódeos (Larvas) → 
parasitam tecidos de 
vertebrados e invertebrados 
– cistos de diferentes tipos.
Morfologia
Classe CestodaCiclo Biológico
T. solium
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Geralmente saem juntos 
com as proglotes maduras
Classe CestodaOvos
Anoplocephala
perfoliata
M. benedeni
M. expansaTaenia spp.
Prof. Dr. Ronaldo Alves Pereira-Junior
Classe CestodaEmbrião Hexacanto
Acúleos
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• Vesícula cheia de líquido contendo um único escólex 
invaginado fixado, às vezes denominado proto-escólex. 
• É a forma larvar encontrada no gênero Taenia e ocorre apenas 
em hospedeiros vertebrados. 
Classe CestodaLarva - Cisticerco
Prof. Dr. Ronaldo Alves Pereira-Junior
• Vesícula quase sem líquido com um único escólex invaginado. 
• Ocorre em hospedeiros invertebrados, é a forma larval de 
Moniezia e Anoplocephala. 
Classe CestodaLarva - Cisticercóide
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• Numerosos escólices invaginados que brotam da parede 
cística e permanecem invaginados. Ex.: Taenia multiceps
Classe CestodaLarva - Cenuro
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• Grande cisto cheio de líquido, 
revestido por epitélio 
germinativo, contém numerosas 
vesículas originadas por 
brotamento interno que formam 
escólex no seu interior. 
• Coberto por uma cápsula fibrosa.
• Ocorre em hospedeiros 
vertebrados. (Echinococcus 
granulosus.) 
Classe CestodaLarva – Cisto Hidático
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Classe CestodaNomenclatura – 
Adultos e Larvas
ADULTO LARVA INFECTANTE
Taenia hydatigena (cão)
Cysticercus tenuicollis (bovinos, 
ovinos, suínos)
Taenia solium (homem)
Cysticercus cellulosae (suínos, 
homem)
Taenia ovis (cão) Cysticercus ovis (ovinos)
Taenia saginata (homem) Cysticercus bovis (bovinos)
Taenia multiceps (cão) Coenurus cerebralis (ovinos)
Echinococcus granulosus (cão, lobo)
Cisto hidático (homem, ovinos, e 
outros)
Echinoccocus multilocularis (cão, 
gato, raposa)
Hidátide alveolar (homem, roedores 
silvestres, e outros)
Família Taeniidae:
Taenia solium e 
Taenia saginata
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Filo: Platyhelminthes
Classe: Cestoda
Ordem: Cyclophyllidea
Família: Taeniidae
Gênero: Taenia 
 T. solium 
 T. saginata
Adulto H.D. Larva H.I. Localização 
larvas
T. saginata homem Cysticercus bovis Bovino** Músculo
T. solium homem
Cysticercus 
cellulosae
Suíno/homem músculo
Garcia et al., 2003
Hospedeiro definitivo: é aquele que alberga o parasito adulto (fase sexuada)
Hospedeiro intermediário: é aquele que alberga formas larvais ou juvenis.
Classe CestodaClassificação T. solium e T. saginata
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HOSPEDEIROS
• Taenia saginata:
- HD: Homem (helminto adulto no I. Delgado)
- HI: bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos (larva na musculatura e 
vísceras)
• Taenia solium:
- HD: Homem (helminto adulto no I. Delgado)
- HI: suínos, homem, cão, gato e macaco (larva na musculatura e 
vísceras)
Família Taenidae; Gênero: Taenia
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Ciclo
https://youtu.be/kNEYwXi-5_4 
Ciclo Biológico – Teníase/ 
Cisticercose
T. solium e T. saginata
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https://youtu.be/kNEYwXi-5_4
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Teníase?
Cisticercose?
➢ Teníase (solitária)  É a infecção 
intestinal em humanos, normalmente 
benigna, causada por cestódeos adultos do 
gênero Taenia.
➢Cisticercose: É uma doença provocada 
pela presença de larvas da T. solium (C. 
cellulosae) ou T. saginata (C. bovis) nos 
tecidos de seus hospedeiros intermediários 
(suíno e bovino, respectivamente), e 
ocasionalmente no homem como 
hospedeiro acidental (T. solium).
T. solium e T. saginataComplexo 
Teníase/Cisticercose
Garcia et al., 2003
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ADULTO
LARVA
OVO
Cisticercose
Teníase
Eliminado 
pelo ser 
humano
Vias e modo de infecção:
A Cisticercose humana e adquirida pela 
ingestão acidental de ovos viáveis de T. solium:
Auto-infecção
externa
Auto-infecção
interna
Hetero-
infecção
Ciclo Biológico – 
Cisticercose Humana
T. solium e T. saginata
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T. solium T. saginata
Escólex
• Globoso.
• Com rostro.
• Com dupla fileira de acúleos.
• Quadrangular.
• Sem rostro.
• Sem acúleos.
Image:Bandwurm-drawing.jpg
Escólex
Colo
Estróbilo
Anel
ou
 proglote
T. solium T. saginata
Família Taeniidae
Colo: zona de crescimento do parasito
Morfologia T. solium e T. saginata
Taenia
T. solium – 2 a 4 metros 
T. saginata – 4 a 12 metros 
Morfologia T. solium e T. saginata
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bc/Bandwurm-drawing.jpg
http://bp2.blogger.com/_5uwRrhKbtF8/Rfw7ORFf_oI/AAAAAAAAAlw/fFZsqtLlmCA/s1600-h/Taenia.gif
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T. solium T. saginata
T. solium T. saginata
Proglotes 
grávidas
• Ramificações uterinas pouco 
numerosas (7 a 16), de tipo 
dendrítico.
• Saem passivamente com as fezes.
• Ramificações uterinas muito 
numerosas (15 a 30), de tipo 
dicotômico.
• Saem ativamente no intervalo 
das defecações.
Morfologia - Proglotes T. solium e T. saginata
Casca ou 
embrióforo
Embrião 
hexacanto ou 
oncosfera
• São esféricos com 30 a 40 m de diâmetro.
• Existe aproximadamente 80 mil em cada 
proglote de T. solium e até 160 mil em cada 
proglote de T. saginata
Morfologia - Ovos T. solium e T. saginata
✓ Ovos de Taenia podem 
sobreviver:
✓ 12 meses nas pastagens, 
✓ 5 meses no feno 
✓ 21 dias em tanques sépticos
✓ Resistem 15 dias em águas 
de esgotos.
✓ Aves podem disseminar ovos de T. 
saginata;
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Cisticerco – vesícula 
grande e um só 
escólex invaginado
T. solium T. saginata
Larva
Cysticercus cellulosae
Apresenta acúleos
Cysticercus bovis
Não apresenta acúleos
Morfologia - Larvas T. solium e T. saginata
➢ Taenia saginata e T. solium
• Transmissão dos animais para o 
homem.
Epidemiologia T. solium e T. saginata
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lodo_incaper_pequena.jpg
Ovos no ambiente – 4 a 6 meses (20 a 30ºC e 
UR 50 a 80%)
1 proglote até 80.000 ovos
1 paciente até 700.000 ovos por dia
Epidemiologia T. solium e T. saginata
➢ Taenia saginata e T. solium
• Transmissão do homem para os 
animais.
Patogênese em Bovinos 
e Suínos
T. solium e T. saginata
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http://www.cesan.com.br/e107_images/newspost_images/lodo_incaper.jpg
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CISTICERCOSE ANIMAL
PATOGENIA
Enzimas na periferia do cisticerco – reação inflamatória local – granuloma mineralizado 
com aspecto esbranquiçado
Animal com 258 cisticercos no coração
Lopes et al., (2011) e Costa et al., (2012)
SEM PREJUÍZOS A SAÚDE ANIMAL
Fonte: RISPOA, 2017 (Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal)Número de cisticercos 
na carcaça
Procedimentos na indústria Deságio
Um cisticerco calcificado Carcaça liberada 0%
Até três cisticercos vivos A carcaça→ tratamento pelo frio de 15 a 21 dias em 
câmara frigorífica a -20ºC, sendo posteriormente, 
liberada para consumo.
Até 30%
De quatro a dez cisticercos 
vivos
A carcaça → salga por 21 dias, sendo posteriormente 
liberada, contudo para aproveitamento condicional 
(conserva ou salsicharia).
Até 50%
Mais de dez cisticercos vivos A carcaça→ graxaria (condenação total) originando 
produtos derivados como óleos, banhas e farinha 
animal.
100%
RECOMENDAÇÃO DA OMS (INSPEÇÃO)
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Locais de Predileção dos cisticercos
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CISTICERCOSE ANIMAL
Língua;
Masseter;
Coração;
Diafragma;
Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
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Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
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Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
C. cellulosae
➢Compressão mecânica;
➢Processo inflamatório;
➢ Sistema nervoso – 
neurocisticercose.
Neurocisticercose 
na cauda equina. 
Ramesh; Parthiban, 2007
Patogênese em humanos T. solium e T. saginata
Garcia et al., 2003
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Cisticerco 
na língua
Cisticerco 
na língua
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✓ Impedir o acesso do suíno e do bovino às fezes 
humanas;
✓ Melhorias do sistema dos serviços de água, 
esgoto ou fossa (saneamento básico);
✓ Tratamento em massa dos casos humanos nas 
populações alvo;
✓ Instituir um serviço regular de educação em saúde;
✓ Estimular a melhoria do sistema de 
criação de animais;
✓Fiscalização sanitária em abatedouros.
Controle e Profilaxia T. solium e T. saginata
Sensibilidade dos cisticercos na carne animal
Congelamento a -20º C por uma semana mata 
os cisticercos;
Mais de 10 minutos a 60ºC o cisticercos 
morrem
Processo de salga também inviabiliza os cisticercos. Salmoura (50g de sal por kg de carne) 
durante 2 a 3 semanas inviabiliza os cisticercos
CISTICERCOSE ANIMAL
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• Homem:
• Exame de fezes: pesquisa de proglotes e ovos.
• T. saginata:
• Exame visual (presença de proglotes nas fezes, cama, 
roupas íntimas)
• T. solium:
• Detecção de cisticerco no homem (tomografia, pesquisa de 
anticorpos)
• Hospedeiro intermediário:
• Verificação de cisticerco na carcaça (inspeção). 
Diagnóstico T. solium e T. saginata
Echinococcus 
granulosus
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Filo: Platyhelminthes
Classe: Cestoda
Ordem: Cyclophyllidea
Família:Taeniidae
Gênero: Echinococcus
 E. granulosus
 E. multilocularis
Adulto H.D. Larva H.I. Localização 
larvas
E. granulosus Cães
Hidátide ou Cisto 
Hidático
Ruminantes e 
acidentalmente o 
homem
Fígado e pulmões
Classificação Echinococcus granulosus
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COMPLEXO ECHINOCOCOSE-
HIDATIDOSE
• Echinococose → pela presença da forma adulta da 
Echinococus no intestino delgado do cão;
• Hidatiose → pela presença da larva ou cisto hidático nos 
tecidos de seus hospedeiros intermediários (animais e o 
homem.
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Ovo
 Semelhante ao de Taenia
Embrióforo
Embrião hexacanto ou oncosfera
Morfologia Echinococcus granulosus
Morfologia Echinococcus granulosus
Poro genital
Poro genital
Testículos
cerca de 6 mm de comprimento
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Cisto hidático (larva de Echinococcus granulosus)
 de 5 a 20cm no homem
Membrana adventícia
Reação do hospedeiro
Membrana anista
Barreira defensiva
Memb. Prolígera
Dá origem aos protoescólices
Protoescólices (livres ou invaginados)
Líquido hidático
 
Morfologia Echinococcus granulosus
1. VERMES ADULTOS
2. OVOS
3. H.I.
4. CISTO HIDÁTICO
5. HOSPEDEIRO ACIDENTAL 
PPP= 50-50 dias
Ciclo Biológico Echinococcus granulosus
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Ciclo
https://youtu.be/cKCD0yOmKOw 
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Torgenson e Budke (2003)
E. granulosus
DISTRIBUIÇÃO E IMPORTÂNCIA
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https://youtu.be/cKCD0yOmKOw
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DISTRIBUIÇÃO E IMPORTÂNCIA
Criação conjunta de ovinos e bovinos de forma 
extensiva nesta região 
Cão defeca no 
ambiente
Herbívoros 
ingerem ovos 
no ambiente
Ciclo Pastoreio
Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
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Fatores predisponentes – Carcaças positivas na pastagem
Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
Fatores predisponentes Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
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Fatores predisponentes Foto: Prof. Dr. Welber Daniel Zanetti Lopes
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Echicococcus granulosus
Cães errantes em cidade também apresentam elevada prevalência de E. 
granulosus. Representa sérios danos à Saúde Pública!!!!! 
Echinococose e hidatiose é um problema localizado no meio rural?
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• Hospedeiro definitivo: geralmente é assintomático. Em infecções maciça 
pode ocorrer episódios de diarréia catarral hemorrágica. 
• Hospedeiro intermediário: sintomas relacionados ao local e ao tamanho da 
hidátide, pode ocorrer compressões de outros órgãos. 
• hidatidose hepática → hiporexia, ruminação alterada, diarréia, 
emagrecimento progressivo e hepatomegalia. 
• hidatidose pulmonar → tosse sibilante, pode ocorrer taquipnéia e 
dispnéia. 
• Pode ocorrer degeneração da hidátide com calcificação. 
• Se um cisto hidático se romper pode ocorrer choque anafilático e 
desenvolvimento de cistos secundários em outras regiões do corpo.
Patogenia Echinococcus granulosus
Patogenia Echinococcus granulosus
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Patogenia Echinococcus granulosus
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• Diagnóstico:
• Clínico: pouco elucidativo, sintomatologia pouco evidente 
• Necroscópico: presença do cisto hidático (HI).
• Parasitológico: ovos nas fezes
• Tratamento: HD = praziquantel. HI = desnecessário e ineficaz
• Controle:
• Não alimentar cães com vísceras
• Evitar contato de ruminantes e suínos com fezes de cães (MANEJO 
SANITÁRIO)
Diagnóstico, 
Tratamento e Controle
Echinococcus granulosus
DÚVIDAS?
?????
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	Slide 1: Helmintologia: Classe Cestoda
	Slide 2: CLASSIFICAÇÃO SISTEMÁTICA
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14: Família Taeniidae: Taenia solium e Taenia saginata
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17: Ciclo
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
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	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44: Echinococcus granulosus
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51: Ciclo
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64: Dúvidas?

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