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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER 
ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA 
ENGENHARIA CIVIL 
MECÂNICA DOS SOLOS 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA MECÂNICA DOS SOLOS 
 
 
 
 
 
 
 
DIEGO AGUIAR DE VASCONCELOS 
RU 4094030 
PROF. VERONA MARINHO FERREIRA 
 
 
ARAGUAÍNA-TO 
2025 
 
ATIVIDADE PRÁTICA ENSAIO DE COMPRESSÃO NÃO CONFINADA 
Diego Aguiar de Vasconcelos 
RU 4094030 
Centro Universitário Uninter 
UNINTER - PAP Araguaina - TO Endereço: R. Gonçalves Lêdo, 130 - quadra 
46, lote 12 - St. Central, Araguaína - TO, 77805-060 
 
Resumo: O presente relatório apresenta os resultados apurados no 
âmbito de laboratório virtual, do Ensaio de compressão não confinada 
realizado em corpos de prova cilíndricos em amostras indeformadas 
ou remoldadas de solos coesivos, cujo objetivo e determinar a 
resistência a compressão da amostra, mediante a aplicação de uma 
carga axial com controle de deformação, e a partir dessa poder, 
compreender melhor como se dá deformação axial do solo; calcular a 
tensão de compressão; bem analisar, de forma gráfica, a relação entre 
a tensão e a deformação1 . 
. 
 
Palavras-chaves: Compressão não confinada; resistência à 
compressão; tensão de compressão; deformação axial; ensaio de 
solo. 
. 
 
1. NORMAS UTILIZADAS 
 
As normas utilizadas para o ensaio de compressão não confinada são: 
 ABNT NBR 6502/1995 - que define solo como “material proveniente 
da decomposição das rochas pela ação de agentes físicos ou 
químicos, podendo ou não ter matéria orgânica”. 
 NBR 12770– Solo coesivo – para determinação da resistência à 
compressão não confinada 
 NBR 7181: Solo – Análise granulométrica, método de ensaio. 
 NBR 6457: Amostras de solos – Preparação para ensaios de 
compressão e de caracterização. 
 
2. MATERIAIS NECESSÁRIOS 
 
• Equipamento de compressão. 
• Anel dinamométrico. 
• Relógio comparador. 
 
• Extrator de amostra. 
• Camisa de amostragem. 
• Corpo de prova. 
• Paquímetro. 
• Balança. 
 
3. PROCEDIMENTOS 
 
Os procedimentos para o ensaio de compressão não confinada são: 
• Preparar um corpo de prova de amostra de solo coesivo indeformado, 
moldado previamente com as dimensões de altura, largura e diâme-
tro, conforme as orientações da NBR 12770 para resistência à com-
pressão não confinada (RCNC) de solos coesivos. A relação altura/di-
âmetro (H/D) do corpo de prova deve estar entre 2 e 2,5. 
• Após a desmoldagem, medir o corpo de prova com um paquímetro, 
realizando no mínimo 3 medidas de altura (afastadas 120º) e 3 medi-
das de diâmetro (nas quartas partes da altura). 
• Pesar o corpo de prova e registrar todas as medidas em uma planilha. 
• Colocar o corpo de prova no equipamento de compressão, centrali-
zando-o de forma que seu eixo coincida com o da máquina, conforme 
a NBR 12770 (ABNT, 1992). 
• Ajustar o anel dinamômetro apenas encostando na face do cilindro e 
aplicar o carregamento. 
• Manter a velocidade de deformação constante e registrar os valores 
de carga, deslocamento e tempo em intervalos regulares. 
 
O documento especifica um intervalo de tempo de 30 segundos para 
medição dos dados e um tempo total de 5 minutos para a realização do 
ensaio, encerrando o teste com a ruptura do corpo de prova. 
 
 
 
 
4. ANÁLISE E RESULTADOS 
 
Durante o ensaio de compressão não confinada, são registrados os 
valores de carga, deslocamento e tempo em intervalos regulares para 
obter uma curva tensão-deformação. No experimento descrito no docu-
mento, as medidas foram feitas a cada 30 segundos, totalizando 5 minu-
tos de ensaio. 
 
Os dados coletados são organizados em tabelas, como as Tabelas 1 
 
e 2, que registram informações do corpo de prova (massa, altura, diâme-
tro, área, volume) e os dados experimentais de compressibilidade 
(tempo, deformação vertical, carga, deformação axial específica, área da 
seção transversal média, tensão de compressão). 
A partir desses resultados, calcula-se a deformação axial específica (ε) 
utilizando a fórmula: ε = (ΔH / H) * 100, onde ΔH é a variação da altura e 
H é a altura inicial do corpo de prova. A área da seção transversal média 
(A) para cada carga aplicada é calculada pela equação: A = 100Ai / (100 
- ε), onde Ai é a área inicial da seção transversal média. Por fim, a tensão 
de compressão (q) é calculada pela fórmula: q = P / A, onde P é a carga 
aplicada. 
Os resultados são apresentados em um gráfico de tensão de compres-
são versus deformação axial específica, onde a deformação axial é mar-
cada no eixo das abscissas e a tensão de compressão no eixo das orde-
nadas. 
 
Tabela 1 – Dados do corpo de prova 
Massa (g) 2222,7 
Altura 1 (mm) 199,5 
Altura 2 (mm) 199,5 
Altura 3 (mm) 199,5 
Altura média (mm) 199,5 
Diâmetro 1 (mm) 99 
Diâmetro 2 (mm) 99 
Diâmetro 3 (mm) 99 
Diâmetro médio (mm) 99 
Área (cm²) 77,09 
Volume (cm³) 1538,4 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 2 – Dados experimentais de compressibilidade 
Tempo (s) 
Leitura da Defor-
mação Vertical 
(mm) 
Leitura da carga 
(kN) 
Deformação axial 
específica ε (%) 
Área da seção 
transversal média 
A (m²) 
Tensão de com-
pressão (kN/m²) 
 30 0,52 5 0,260651629 0,007729146 646,902 
 60 1,03 10 0,516290727 0,007749007 1290,488 
 90 1,56 15 0,781954887 0,007769756 1930,563 
 120 2,04 19 1,022556391 0,007788643 2439,449 
 150 2,57 22 1,288220551 0,007809605 2817,044 
 180 3,05 25 1,528822055 0,007828687 3193,384 
 210 3,56 27 1,784461153 0,007869949 3430,772 
 240 4,08 29 2,045112782 0,007869949 3684,903 
 270 4,56 30 2,285714286 0,007889327 3802,605 
 300 5,08 31 2,546365915 0,007910428 3918,877 
 
A partir dos resultados, pode-se calcular a deformação axial especí-
fica, seguindo a equação a seguir: 
𝜀 =
𝛥𝐻
𝐻
∗ 100 
Sendo: 
ε = deformação axial específica, em %; 
ΔH = variação da altura do corpo de prova, em mm; 
H = altura inicial do corpo de prova, em mm. 
 
Como há deformação do corpo de prova durante o ensaio, deve-se 
calcular a nova área da seção transversal média para cada carga aplicada, pela 
equação: 
𝐴 =
100𝐴
100 − 𝜀
 
Sendo: 
Ai = área da seção transversal média inicial, em m². 
 
Por fim, calcula-se então a tensão de compressão q do solo pela equação: 
𝑞 = 𝑃/𝐴 
 
Sendo: 
P = carga aplicada, em kN. 
 
Foram utilizados os dados da tabela 2 para foi elaborado o 
gráfico com coordenadas cartesianas normais, onde os valores da 
deformação axial específica são marcados no eixo das abscissas e os 
valores da tensão de compressão correspondentes a cada 
deformação devem são marcados no eixo das ordenadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
tensão de compressão x 
deformação axial expecifica 
4500.000 
4000.000 3684.903802.605 3918.877 
3500.000 
3000.000 
3430.772 
3193.384 
2817.044 
2439.449 
2500.000 
1930.563 
2000.000 
1500.000 1290.488 
1000.000 646.902 
500.000 
0.000 
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 
Deformação axial específica ε (%) 
Tí
tu
lo
 T
en
sã
o 
de
 co
m
pr
es
sã
o 
(k
N
/m
²) 
Ei
xo
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA ENSAIO DE COMPACTAÇÃO DOS SOLOS 
Diego Aguiar de Vasconcelos 
RU 4094030 
Centro Universitário Uninter 
UNINTER - PAP Araguaina - TO Endereço: R. Gonçalves Lêdo, 130 - quadra 
46, lote 12 - St. Central, Araguaína - TO, 77805-060 
 
Resumo: Este relatório apresenta os resultados de ensaios de 
compressão não confinada e compactação de solos, realizados em 
laboratório virtual, o ensaio de compressão teve como objetivo 
determinar a resistência à compressão de amostras de solos coesivos, 
analisando a relação entre tensão de compressão e deformação axial, 
o ensaio de compactação buscou obter o percentual de umidade 
ótima dos solos, traçar a curva de compactação e calcular a massa 
específica do solo seco, seguindo a NBR 7182, ambos os ensaios são 
fundamentais na geotécnica e engenharia civil, fornecendo dados 
cruciais para projetos de estruturase obras de terra. 
 
Palavras-chaves: Compressão axial; Compactação de solos; 
Resistência do solo; Umidade ótima; Massa específica. 
. 
 
1. NORMAS UTILIZADAS 
 
Para o ensaio de compactação de solos, as normas utilizadas são: 
 ABNT NBR 7182/1986 - Ensaios de Compactação. 
 NBR 6457; NBR 7182; NBR 9895. 
Explicando um pouco mais sobre cada uma: 
 NBR 7182 - É a norma que determina os métodos a serem utilizados 
para identificar o teor de umidade e a massa específica do solo 
compactado. 
 NBR 6457 - Esclarece os tipos de aparelhos a serem utilizados e como 
preparar as amostras para os ensaios de compactação e 
caracterização. 
 NBR 9895 - Indica como realizar a fixação do molde para os corpos 
de prova e os cálculos para identificar a massa aparente seca, entre 
outras informações. 
 
 
2. MATERIAIS NECESSÁRIOS 
 
• Papel filtro; 
• Medidor de amostra; 
• Bacia com amostra de solo; 
• Soquete; 
• Espátula; 
• Régua biselada; 
• . Balança; 
• Extrator; 
• Bacia vazia; 
• Cápsulas; 
• Peneiras; 
• Proveta com água destilada. 
 
 
3. PROCEDIMENTOS 
 
Procedimentos para o Ensaio de Compactação de Solos 
1. Preparo da Amostra: Inicialmente, uma quantidade adequada de solo 
que foi seco ao ar é utilizada. Este solo passa por um processo de 
desagregação, onde os torrões maiores que 4,8mm são quebrados 
até que o material fique mais solto. 
2. Peneiramento e Ajuste da Umidade: A amostra desagregada é então 
peneirada usando a peneira de número 4 (com aberturas de 4,8mm). 
Em seguida, determina-se a umidade higroscópica da amostra. Pro-
gressivamente, água é adicionada à amostra, misturando-se até que 
se alcance uma consistência específica. É crucial garantir que a amos-
tra esteja completamente homogênea. 
3. Compactação no Molde: A amostra preparada é compactada dentro 
de um molde cilíndrico. Se for utilizado o molde pequeno (2,5kg), a 
compactação é feita em 3 camadas de igual espessura (cada camada 
 
preenchendo aproximadamente um terço do molde). Cada camada re-
cebe 26 golpes uniformemente distribuídos sobre sua superfície, apli-
cados com um soquete que cai de uma altura de 0,305m. Para o molde 
grande (4,5kg), a compactação é realizada em 5 camadas iguais, e 
cada camada recebe 12 golpes de uma altura de 0,305m. 
4. Acabamento e Pesagem: O colar e a base do molde são removidos, e 
a superfície do solo é nivelada até a altura do molde. O conjunto de 
molde e solo úmido compactado é então pesado. 
5. Extração e Determinação da Umidade: A amostra compactada é reti-
rada do molde com o auxílio de um extrator. A amostra é partida ao 
meio, e uma porção é coletada para determinar o teor de umidade. 
6. Reutilização da Amostra (se aplicável): Caso o material seja reutili-
zado, o solo compactado é desmanchado até que possa passar pela 
peneira número 4 (4,8mm), sendo então misturado com o restante da 
amostra original. 
7. Repetição do Processo: Adiciona-se água à amostra (2% para solos 
arenosos e 3% para solos argilosos, em relação à massa original do 
solo) e homogeneíza-se novamente. O processo é repetido pelo me-
nos mais quatro vezes. 
 
 
 
4. ANÁLISE E RESULTADOS 
 
A análise e os resultados do ensaio de compactação dos solos são 
apresentados da seguinte forma: 
 Dados Experimentais: Os dados coletados durante o ensaio são 
 
organizados em uma tabela, registrando informações como a quantidade 
de água adicionada, a massa do solo úmido compactado com o molde, a 
massa do molde, a massa do solo úmido compactado, o volume do 
cilindro, o peso aparente úmido, a massa do solo úmido e seco com a 
cápsula, a massa da cápsula, a massa da água, a massa do solo seco, a 
umidade e a massa específica aparente seca. 
 Curva de Compactação: Com os dados da tabela, é construído um gráfico 
da curva de compactação. Neste gráfico, a umidade é plotada no eixo das 
abscissas (eixo horizontal), e a massa específica aparente seca é plotada 
no eixo das ordenadas (eixo vertical). A curva resultante tem um formato 
semelhante a uma parábola. 
 Cálculo da Massa Específica Aparente Seca: A massa específica aparente 
seca é calculada utilizando a seguinte equação: ρd = (Mu / V) / (1 + w), 
onde ρd é a massa específica aparente seca, Mu é a massa úmida do 
solo compactado, V é o volume do molde cilíndrico e w é o teor de 
umidade do solo compactado. 
 Umidade Ótima: A umidade ótima do solo é determinada a partir da curva 
de compactação e corresponde ao ponto de massa específica aparente 
seca máxima, com uma aproximação de 0,5%. 
 Dados Coletados: Os dados coletados no experimento incluem a massa 
do solo úmido compactado com o molde, a massa do solo úmido com a 
cápsula e a massa do solo seco com a cápsula. Foram coletados dados 
de 5 amostras de solo compactado, com a pesagem das amostras de solo 
úmido e seco realizadas após 24 horas na estufa. 
 Conclusões: A compactação é um processo que melhora as propriedades 
do solo, reduzindo seus vazios por meio de pressão, impacto ou vibração, 
tornando o maciço mais homogêneo e aumentando o peso específico 
aparente do solo. A diminuição dos vazios do solo leva a uma redução na 
variação dos teores de umidade, da compressibilidade e da 
permeabilidade, além de aumentar a resistência ao cisalhamento e à 
erosão. 
 
 
 
 
Dados experimentais de compactação dos solos 
Água adicionada (g) 0 120 240 360 480 
Solo Úmido Compactado + Molde (g) 9151,2 9232 9411,3 9373,1 9280,8 
Molde (g) 5310 5310 5310 5310 5310 
Solo Úmido Compactado (g) 3841,2 3922 4101,3 4063,1 3970,8 
Volume do Cilíndro (cm³) 2086 2086 2086 2086 2086 
Peso Aparente Úmido (g/cm³) 1,84 1,88 1,97 1,95 1,90 
Solo Úmido + Cápsula (g) 74,9 75,4 80,1 76,7 75,2 
Solo Seco + Cápsula (g) 65,9 65,6 68,3 64,5 62,2 
Cápsula (g) 15,1 15,1 15,1 15,1 15,1 
Água (g) 9 9,8 11,8 12,2 13 
Solo seco (g) 50,8 50,5 53,2 49,4 47,1 
Umidade (%) 17,72 19,41 22,18 24,70 27,60 
Massa Específica Aparente Seca (g/cm³) 1,56 1,57 1,61 1,56 1,49 
 
Utilize os dados da tabela 1 para construir um gráfico da curva de 
compactação com coordenadas cartesianas normais onde, os valores de 
umidade devem ser marcados no eixo das abscissas e os valores de massa 
específica aparente seca correspondentes a cada umidade devem ser marcados 
no eixo das ordenadas. A curva traçada deve possuir um formato semelhante a 
uma parábola, conforme figura a seguir: 
 
 
 
 
 
Para calcular a massa específica aparente seca, deve-se utilizar a 
equação: 
 
𝜌𝑑 =
𝑀
𝑉(100 + 𝑤)
∗ 100 
 
Sendo: 
ρd = massa específica aparente seca, em g/cm³; 
Mu = massa úmida do solo compactado, em g; 
V = volume do molde cilíndrico, em cm³; 
w = teor de umidade do solo compactado, em %. 
 
A umidade ótima do solo corresponde ao ponto de massa específica 
aparente seca máxima da curva de compactação e tem aproximação de 0,5%. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dados das amostras

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