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1
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL 
UNINTER ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA 
ENGENHARIA CIVIL 
 DISCIPLINA MÊCANICA DOS SOLOS 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRATICA 
MECANICA DOS SOLOS 
 
 
 
 
 
LEANDRO RIBEIRO BRITTO 
PROF: BETINA LEPRETTI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SALINAS MG 
 
 
 
 
 
 
 
 2
RELATORIO ENSAIO DE COMPRESSÃO NÃO CONFINADA 
LEANDRO RIBEIRO BRITTO 
3622034 
Centro Universitário UNINTER – PAP Montes Claros MG - Fone (38) 3221 7476 
Rua Pires e Albuquerque – CEP-39440 057 – Montes Claros MG 
 
 
 
Resumo: O presente relatório visa apresentar os resultados apurados no 
âmbito de laboratório virtual, do Ensaio de compressão não confinada 
realizado em corpos de prova cilíndricos em amostras indeformadas ou 
remoldadas de solos coesivos, cujo objetivo e determinar a resistência a 
compressão da amostra, mediante a aplicação de uma carga axial com 
controle de deformação, e a partir dessa poder, compreender melhor como 
se dá deformação axial do solo; calcular a tensão de compressão; bem 
como analisar de forma gráfica, a relação entre a tensão de compressão e 
a deformação axial. E por último, mas não menos importante ver e 
compreender a importância e usabilidade do emprego deste modal 
conceitual no campo da geotécnica e da engenharia. 
 
Palavras-chaves: Compressão Axial; corpo de prova; resistência; 
cisalhamento; 
1. NORMAS UTILIZADAS 
 
O ensaio de compressão é um método de teste utilizado para determinar a resposta 
de um material quando submetido a forças de compressão. Esse ensaio envolve a 
aplicação controlada de carga em uma amostra do material, resultando na redução do 
seu volume. É uma técnica amplamente utilizada para avaliar a resistência do material 
à compressão e sua capacidade de suportar cargas nessa direção. Com base na sua 
aplicação podemos então conhecer ou determinar importantes propriedades do 
material testado. A exemplo de: Limite de resistência à compressão: é a carga 
máxima suportada pelo material antes de ocorrer a falha.; Módulo de 
elasticidade: mede a rigidez do material e sua capacidade de retornar à forma original 
após a aplicação da carga Deformação elástica e plástica: o ensaio permite 
distinguir a deformação elástica, em que o material retorna à sua forma original, da 
deformação plástica, em que o material sofre deformações permanentes. 
Comportamento pós-falha: analisando a forma como o material se comporta após a 
falha, é possível entender melhor suas características de resistência e tenacidade. 
Ao trazermos estes conceitos para o âmbito do estudo dos solos verificamos como 
este material (solo) se comporta quando e submetido a aplicação de uma carga, O 
conhecimento da suscetibilidade do solo à deformação quando aplicadas forças 
 3
externas, é o que nos permite determinar, a capacidade de um determinado tipo de 
solo tem de suportar cargas de compressão. Essa informação é crucial para o projeto 
de estruturas e componentes que serão submetidos a forças compressivas, 
garantindo sua segurança e integridade. 
Para realização deste ensaio temos como eixo norteador que traz a sua definição 
e aplicabilidade assim como, todas a informações e procedimentos necessários para 
a realização deste, temos a ABNT (NBR 6502/1995) que define solo como “material 
proveniente da decomposição das rochas pela ação de agentes físicos ou químicos, 
podendo ou não ter matéria orgânica”. Para classificação do solo e o conhecimento 
do seu comportamento frente às solicitações, é necessário que se faça a 
caracterização física e geotécnica através de ensaios de laboratório, esta norma 
define compressibilidade como uma propriedade de um solo relativa à sua 
suscetibilidade de diminuir de volume sob efeito da aplicação de uma carga, que pode 
ser externa ou interna 
Bem como toda a operacionalização para realização deste ensaio de 
compressibilidade de solos coesivos, de acordo com a norma NBR 12770– Solo 
coesivo – para determinação da resistência à compressão não confinada, cujas as 
orientações rezam a preparação das amostras indeformadas, a aplicação da carga de 
compressão controlada, e os cálculos para obter a tensão de compressão e 
deformação axial específica a partir dos resultados. 
 
2. MATERIAIS NECESSÁRIOS 
 
 • Equipamento de compressão; 
• Anel dinamométrico; 
• Relógio comparador; 
• Extrator de amostra; 
• Camisa de amostragem; 
• Corpo de prova; 
• Paquímetro; 
 • Balança. 
 
 
 
 4
 
3. PROCEDIMENTOS 
 
Para realizarmos este procedimento experimental devemos ter em mãos um 
corpo de prova de amostra de solo coesivo indeformado previamente moldado com 
as dimensões de altura largura e diâmetro conforme as orientações previstas NBR 
12770, referente à resistência à compressão não confinada (RCNC) de solos coesivos, 
cuja as dimensões do corpo de prova (CP) a ser ensaiado, devem obedecer a uma 
relação altura/diâmetro (H/D) entre 2 e 2,5. Após desmoldagem da forma, o corpo de 
prova deve ter suas medidas aferidas com auxílio de um paquímetro, para conferencia, 
sendo no mínimo 3 medidas de altura, afastadas a 120º e no mínimo, três medidas de 
diâmetros, nas quartas partes da altura. Após aferição das dimensões este deve ser 
pesado e ter todas as suas medidas registradas em planilha própria para registro e 
posterior análise dos dados buscados. 
Estando pronto e aferido, o corpo de prova, deve ser colocado no equipamento 
de compressão, conforme reza a NBR 12770 (ABNT, 1992) O corpo-de-prova 
cilíndrico deve ser posicionado de modo que, quando estiver centrado, seu eixo 
coincida com o da máquina, fazendo com que a resultante das forças passe pelo 
centro. Centrado, ajustando o anel dinamômetro apenas encostando na face do 
cilindro, o carregamento é então, aplicado. A velocidade de deformação deve ser 
constante. Durante o ensaio, registra-se os valores da carga, deslocamento e tempo, 
em intervalos suficientes. Para que de pose destes podermos determinar, a 
deformação axial específica, área da seção transversal média para cada carga 
aplicada, a tensão de compressão, bem como, construir também gráfico de tensão 
deformação para apresentação dos resultados. 
 
 
 
Na sequência segue então passo a passo a realização do procedimento 
experimental sendo executado neste ensaio. Veremos aqui passo a passo da 
execução desde a desmoldagem e aferição das medidas de altura, largura, pesagem 
do corpo de prova; a correta colocação do mesmo na máquina de ensaio. Aferição 
dos relógios comparadores bem com a execução do teste em si, na realização deste 
 5
ensaio adotamos o critério de tomada de tempo o intervalo de 30 segundos para 
medição dos dados e tempo total de 5 minutos para realização do ensaio encerrando 
o teste no tempo final com a ruptura do corpo de prova. 
 
Figura 1: Visão geral laboratório Ensaio de Compressão não confinada; 
 
 
 
Figura 2: Pesagem do Corpo de prova na forma; 
 
 
 
 
 6
 
Figura 3: Desmoldagem do Corpo de Prova 
 
 
Figura 4: Corpo de Prova liberado 
 
 
 
 7
 
Figura 5: Pesagem Corpo de Prova após desmolde 
 
 
 
 
Figura 6: Aferição de medidas; 
 8
 
Figura 7: Corpo de Prova centrado na máquina início do Ensaio 
 
Figura 8: Relógios Comparadores - inicio do exame; 
 9
 
Figura 9: Tomada de Tempo 30 segundos 
 
 
 
 
 
 
Figura 10:Tomada de Tempo 1 minuto; 
 10 
 
Figura 11: Tomada de tempo 1 minuto e 30 segundos; 
 
 
 
 
 
Figura 12: Tomada de tempo 2 minutos; 
 11 
 
Figura 13:Tomada de tempo 2 minutos 30 Segundos 
 
 
 
 
 
Figura 14:Tomada de tempo 3 minutos; 
 12 
 
Figura 15: Tomada de tempo 3 minutos 30 segundos; 
 
 
 
 
 
Figura 16: Tomada de tempo 4 minutos 
 13 
 
Figura 17:Tomada de tempo 4 minutos 30 segundos 
 
 
 
 
 
Figura 18: Tomada de tempo 5 minutos 
 
Figura 19: Rompimento Corpo de Prova Ensaio finalizado; 
 
 
 
 14 
 
 
4. ANÁLISE E RESULTADOS 
 
Durante o ensaio,foram registrados os valores da carga, deslocamento e tempo, 
em intervalos suficientes para se obter uma curva tensão-deformação, foi adotado as 
medidas no intervalo a cada 30 segundos e tempo total de realização de 5 minutos. 
Observa-se o registro das Tabelas 1 e 2 de acordo com os dados obtidos durante a 
realização do ensaio. Os valores exibidos no relógio comparador do anel 
dinamométrico são de 1kN para cada divisão do equipamento. 
 
 
 
Tabela 1 – Dados do corpo de prova 
laboratório Virtual - ENSAIO DE COMPRESSÃO 
Mecânica dos Solos 
 
 Massa (g) 2222,7 
 Altura 1 (mm) 199,5 
 Altura 2 (mm) 199,5 
 Altura 3 (mm) 199,5 
 Altura média (mm) 199,5 
 Diâmetro 1 (mm) 99 
 Diâmetro 2 (mm) 99 
 Diâmetro 3 (mm) 99 
 Diâmetro médio (mm) 99 
 Área (cm²) 77,09 
 Volume (cm³) 1538,4 
 
 
 
 
 
 15 
 
Tabela 2 – Dados experimentais de compressibilidade 
Tempo (s) 
Leitura da Defor-
mação Vertical 
(mm) 
Leitura da 
carga (kN) 
Deformação axial 
específica ε (%) 
Área da seção 
transversal mé-
dia A (m²) 
Tensão de com-
pressão (kN/m²) 
30 0,52 5 0,260651629 0,007729146 646,902 
60 1,03 10 0,516290727 0,007749007 1290,488 
90 1,56 15 0,781954887 0,007769756 1930,563 
120 2,04 19 1,022556391 0,007788643 2439,449 
150 2,57 22 1,288220551 0,007809605 2817,044 
180 3,05 25 1,528822055 0,007828687 3193,384 
210 3,56 27 1,784461153 0,007869949 3430,772 
240 4,08 29 2,045112782 0,007869949 3684,903 
270 4,56 30 2,285714286 0,007889327 3802,605 
300 5,08 31 2,546365915 0,007910428 3918,877 
 
 
 
 
A partir dos resultados, pode-se calcular a deformação axial específica, 
seguindo a equação a seguir: 
 
� =
��
�
∗ 100 
Sendo: 
ε = deformação axial específica, em %; 
ΔH = variação da altura do corpo de prova, em mm; 
H = altura inicial do corpo de prova, em mm. 
Ao trabalharmos com os dados no Excel utilizamos a seguinte formula: 
� =((C7-(C7-G2))/C7)*100 – para cálculo dos valores em tempo igual 30 segundos 
os demais valores nos referidos intervalos de tempo obedecendo a mesma lógica; 
 
 
 16 
 
Como há deformação do corpo de prova durante o ensaio, deve-se calcular a 
nova área da seção transversal média para cada carga aplicada, pela equação: 
 
	 =
100	
100 − �
 
 
Sendo: 
Ai = área da seção transversal média inicial, em m². 
 
Para o cálculo das áreas no Excel fazendo as devidas conversões de unidades 
utilizamos: A=(100*(C12/10000))/(100-I2) – calculo tempo 30 segundos como 
exemplo, demais valores obedecem a mesma lógica. 
 
Por fim, calcula-se então a tensão de compressão q do solo pela equação: 
 

 = �/	 
 
Sendo: 
P = carga aplicada, em kN. 
Ao trabalharmos com os dados no Excel utilizamos a seguinte formula: 
q=H2/J2 Exemplo para tempo igual 30 segundos demais valores a mesma logica 
 
Tabela 01 e 02 completas: 
 
 
 
Tempo (s)
Leitura da 
Deformação 
Vertical (mm)
Leitura da 
carga (kN)
Deformação axial 
específica ε (%)
Área da seção 
transversal 
média A (m²)
Tensão de 
compressão 
(kN/m²)
30 0,52 5 0,260651629 0,007729146 646,902
Massa (g) 2222,7 60 1,03 10 0,516290727 0,007749007 1290,488
Altura 1 (mm) 199,5 90 1,56 15 0,781954887 0,007769756 1930,563
Altura 2 (mm) 199,5 120 2,04 19 1,022556391 0,007788643 2439,449
Altura 3 (mm) 199,5 150 2,57 22 1,288220551 0,007809605 2817,044
Altura média (mm) 199,5 180 3,05 25 1,528822055 0,007828687 3193,384
Diâmetro 1 (mm) 99 210 3,56 27 1,784461153 0,007869949 3430,772
Diâmetro 2 (mm) 99 240 4,08 29 2,045112782 0,007869949 3684,903
Diâmetro 3 (mm) 99 270 4,56 30 2,285714286 0,007889327 3802,605
Diâmetro médio (mm) 99 300 5,08 31 2,546365915 0,007910428 3918,877
Área (cm²) 77,09
Volume (cm³) 1538,4
laboratório Virtual - ENSAIO DE COMPRESSÃO
Mecânica dos Solos
 17 
 
 
Utilizando os dados da tabela 2 para foi elaborado o gráfico com coordenadas 
cartesianas normais, onde os valores da deformação axial específica são marcados 
no eixo das abscissas e os valores da tensão de compressão correspondentes a cada 
deformação devem são marcados no eixo das ordenadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
646,902646,902
1290,488
1930,563
2439,449
2817,044
3193,384
3430,772
3684,903
3802,6053918,877
0,000
500,000
1000,000
1500,000
2000,000
2500,000
3000,000
3500,000
4000,000
4500,000
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3
Tí
tu
lo
 T
en
sã
o
 d
e 
co
m
p
re
ss
ão
 (
kN
/m
²)
 E
ix
o
Deformação axial específica ε (%)
tensão de compressão x
deformação axial expecifica 
 18 
 
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO DE SOLOS 
LEANDRO RIBEIRO BRITTO 
RU: 3622034 
Centro Universitário UNINTER – PAP Montes Claros MG - Fone (38) 3221 7476 
Rua Pires e Albuquerque – CEP-39440 057 – Montes Claros MG 
e-mail: leorbritto@hotmail.com 
 
Resumo: O presente relatório tem como objetivo apresentar os resultados 
obtidos através do ensaio de compactação de solos no âmbito do 
laboratório virtual, visando obter percentual de umidade ótima dos solos, 
realizar o esboço da curva de compactação dos solos, realizar o cálculo da 
massa especifica do solo seco, correlacionar o teor de umidade e a massa 
especifica seca, bem como conhecer toda a padronização do experimento 
conforme reza NBR 7182 - Solo - Ensaio de compactação (ABNT, 2020). 
 
Palavras-chaves: solo seco; compactação; umidade Ótima; massa 
especifica. 
 
5. NORMAS UTILIZADAS 
 
 
A compactação é um método de estabilização de solos que se dá por aplicação de 
alguma forma de energia (impacto, vibração, compressão estática ou dinâmica). Seu 
efeito confere ao solo um aumento de seu peso específico e resistência ao cisalha-
mento, e uma diminuição do índice de vazios, permeabilidade e compressibilidade. O 
ensaio de compactação, é conhecido como Ensaio normal de Proctor (ou AASHTO 
Normal). Essa metodologia foi desenvolvida pelo engenheiro Ralph Proctor em 1933, 
sendo normatizada nos Estados Unidos pela A.A.S.H.O - American Association of 
State Highway Officials e no Brasil sua execução segue a norma ABNT NBR 
7182/1986 - Ensaios de Compactação. 
Este ensaio é um dos mais importantes procedimentos de estudo e controle de quali-
dade de aterros de solo compactado. Através dele é possível obter a densidade má-
xima do maciço terroso, condição que otimiza o empreendimento com relação ao 
custo e ao desempenho estrutural e hidráulico. 
 
 19 
O ensaio é repetido para diferentes teores de umidade, determinando-se, para cada 
um deles, o peso específico aparente. Com os valores obtidos, traça-se a curva Vs x 
teor de umidade, obtendo-se o ponto correspondente a umidade ótima (hot) e a den-
sidade máxima aparente seca (Vs,max). 
1.1 Normas Reguladoras para o Solo Compactado 
As principais normas são: 
• NBR 6457; 
• NBR 7182; 
• NBR 9895. 
NBR 6457- Criada em 1986, a norma esclarece os tipos de aparelhos a ser utilizados, 
e como preparar as amostras que farão parte dos ensaios de compactação e ensaios 
de caracterização. 
 
NBR 7182 -É responsável por determinar quais os métodos serão utilizados para que 
seja possível identificar o teor de umidade e a massa classificada como específica, 
que esteja visível no solo compactado. 
Tipos de Energias de Compactação 
Tamanho do So-
quete Tipo de energia Camadas 
Número de Golpes 
por camadas 
Pequeno Normal 3 26 
Grande Intermediário 3 21 
Grande Modificada 5 27 
Grande Normal 5 12 
Grande Intermediário 5 26 
Grande Modificada 5 55 
Fonte: NBR 7182 
 
 
 
 20 
NBR 9895 - Indica como realizar a fixação do molde relacionados aos corpos-de-
prova, os cálculos para identificar qual será a massa aparente seca, entre outras 
informações importantes. 
Curva de compactação 
Para obter um resultado satisfatório, utiliza-se as coordenadas cartesianas em que 
se marca a abscissas relacionadas aos teores de umidade, bem como as massas 
específicas que estejam secas. 
 
 
6. MATERIAIS NECESSÁRIOS 
 
• Papel filtro; 
• Medidor de amostra;• Bacia com amostra de solo; 
• Soquete; 
• Espátula; 
• Régua biselada; 
•. Balança; 
• Extrator; 
• Bacia vazia; 
• Cápsulas; 
• Peneiras; 
 • Proveta com água destilada. 
 
7. PROCEDIMENTOS 
 
 Preparação da Amostra – Toma-se uma certa quantidade de material seco ao ar e 
faz-se o destorroamento até que não haja torrões maiores que 4,8mm; - Peneira-se a 
amostra na peneira n°.4 (4,8mm) e em seguida determina-se sua umidade 
higroscópica, sequencialmente, adiciona-se água à amostra até se verificar uma certa 
consistência. Deve-se atentar para uma perfeita homogeneização da amostra; 
Compacta-se a amostra no molde cilíndrico pequeno (2,5kg) em 3 camadas iguais 
(cada uma cobrindo aproximadamente um terço do molde), aplicando-se em cada 
uma delas 26 golpes distribuídos uniformemente sobre a superfície da camada, com 
 21 
o soquete caindo de uma altura de 0,305m. Se o cilindro for o grande (4,5kg), 
compacta-se em 5 camadas iguais, aplicando-se em cada uma delas 12 golpes de 
uma altura de 0,305m. - Remove-se o colarinho e a base, aplaina-se a superfície do 
material à altura do molde e pesa-se o conjunto cilindro + solo úmido compactado; - 
Retira-se a amostra do molde com auxílio do extrator, e partindo-a ao meio, coletase 
uma pequena quantidade para a determinação da umidade; - No caso de reuso do 
material, desmancha-se o material compactado até que possa ser passado pela 
peneira n°.4 (4,8mm), misturando-o em seguida ao restante da amostra inicial; - 
Adiciona-se, 2% de água à amostra para solos arenoso e 3% de água para solos 
argilosos, da massa original de solo, em peso, para em seguida homogeneizar a 
amostra. Repete-se o processo pelo menos por mais quatro vezes 
 
3.1 REGISTRO EXPERIMENTAL. 
 
 
Figura 20: LABORATORIO ENSAIO DE COMPACTAÇÃO 
. 
 22 
 
 
- Escarificação e planificação da amostra. 
 
 
 
- Pesagem corpo de prova e desmoldagem; 
 
 
- Pesagem da amostra solo úmido que será enviado a estufa para secagem em 24 
horas e repassagem – solo seco. 
 
 
Peneiramento e adição de agua gradual na amostra de solo. 
 
 23 
4- ANALISE E RESULTADOS. 
Tabela 1 – Dados experimentais de compactação dos solos 
Água adicionada (g) 0 120 240 360 480 
Solo Úmido Compactado + Molde (g) 9151,2 9232 9411,3 9373,1 9280,8 
Molde (g) 5310 5310 5310 5310 5310 
Solo Úmido Compactado (g) 3841,2 3922 4101,3 4063,1 3970,8 
Volume do Cilindro (cm³) 2086 2086 2086 2086 2086 
Peso Aparente Úmido (g/cm³) 1,84 1,88 1,97 1,95 1,90 
Solo Úmido + Cápsula (g) 74,9 75,4 80,1 76,7 75,2 
Solo Seco + Cápsula (g) 65,9 65,6 68,3 64,5 62,2 
Cápsula (g) 15,1 15,1 15,1 15,1 15,1 
Água (g) 9 9,8 11,8 12,2 13 
Solo seco (g) 50,8 50,5 53,2 49,4 47,1 
Umidade (%) 17,72 19,41 22,18 24,70 27,60 
Massa Específica Aparente Seca (g/cm³) 1,56 1,57 1,61 1,56 1,49 
 
Utilizamos os dados da tabela 1 para construir um gráfico da curva de 
compactação com coordenadas cartesianas normais onde, os valores de umidade 
devem ser marcados no eixo das abscissas e os valores de massa específica aparente 
seca correspondentes a cada umidade devem ser marcados no eixo das ordenadas. 
A curva traçada deve possuir um formato semelhante a uma parábola, conforme figura 
a seguir: 
 
 
 
1,48
1,50
1,52
1,54
1,56
1,58
1,60
1,62
0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00
M
as
sa
 E
sp
ec
íf
ic
a 
A
p
ar
en
te
 S
ec
a 
(g
/c
m
³)
Umidade (%)
 24 
Para calcularmos a massa específica aparente seca, utilizamos a equação: 
 
�� =
��
�(100 + �)
∗ 100 
 
Sendo: 
ρd = massa específica aparente seca, em g/cm³; 
Mu = massa úmida do solo compactado, em g; 
V = volume do molde cilíndrico, em cm³; 
w = teor de umidade do solo compactado, em %. 
 
A umidade ótima do solo corresponde ao ponto de massa específica aparente 
seca máxima da curva de compactação e tem aproximação de 0,5%. 
 
 
4.1 REGISTRO EXPERIMENTAL 
Segue abaixo os dados coletados no experimento. 
- Solo Úmido Compactado + Molde (g); 
- Solo Úmido + Cápsula (g); 
- Solo seco + Cápsula (g); 
 
Foram coletados dados de 5 amostras de solo compactado realizado a pesagem da 
amostra compactada de solo úmido e de solo seco após 24 horas na estufa. 
 
 
 
Água adicionada (g) 0 120 240 360 480 Umidade (%)Massa Específica Aparente Seca (g/cm³)
Solo Úmido Compactado + Molde (g) 9151,2 9232 9411,3 9373,1 9280,8 17,72 1,56
Molde (g) 5310 5310 5310 5310 5310 19,41 1,57
Solo Úmido Compactado (g) 3841,2 3922 4101,3 4063,1 3970,8 22,18 1,61
Volume do Cilíndro (cm³) 2086 2086 2086 2086 2086 24,70 1,56
Peso Aparente Úmido (g/cm³) 1,84 1,88 1,97 1,95 1,90 27,60 1,49
Solo Úmido + Cápsula (g) 74,9 75,4 80,1 76,7 75,2
Solo Seco + Cápsula (g) 65,9 65,6 68,3 64,5 62,2
Cápsula (g) 15,1 15,1 15,1 15,1 15,1
Água (g) 9 9,8 11,8 12,2 13
Solo seco (g) 50,8 50,5 53,2 49,4 47,1
Umidade (%) 17,72 19,41 22,18 24,70 27,60
Massa Específica Aparente Seca (g/cm³) 1,56 1,57 1,61 1,56 1,49
1,48
1,50
1,52
1,54
1,56
1,58
1,60
1,62
0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00
M
a
ss
a
 E
sp
ec
íf
ic
a
 A
p
a
re
n
te
 S
ec
a
 (
g/
cm
³)
Umidade (%)
 25 
AMOSTRA 01 SOLO UMIDO 
 
 
 
 
AMOSTRA 02 SOLO UMIDO 
 
 
 
 
 
 
 
AMOSTRA 03 SOLO UMIDO 
 
 
 
 
 
 
 
 26 
AMOSTRA 04 SOLO UMIDO 
 
 
 
 
 
AMOSTRA 05 SOLO UMIDO 
 
 
AMOSTRA 01 SOLO SECO 
 
AMOSTRA 02 SOLO SECO 
 
 
 27 
AMOSTRA 03 SOLO SECO 
 
 
 
AMOSTRA 04 SOLO SECO 
 
 
 
AMOSTRA 5 SOLO SECO 
 
 
 Ao final deste estudo conforme aponta os resultados apurados conclui-se que a 
compactação é um processo que visa melhorar as propriedades do solo através da 
redução dos seus vazios pela aplicação de pressão, impacto ou vibração. Além disso, 
esse processo torna o maciço mais homogêneo. Esta operação resulta no aumento 
do peso específico aparente do solo. Com a diminuição dos vazios do solo, espera-se 
uma redução da variação dos teores de umidade, da compressibilidade e da 
permeabilidade e um aumento da resistência ao cisalhamento e à erosão.

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