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PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO LUCRO REAL 
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Planejamento Tributário Lucro Real 
Olá estudante, tudo bem? 
O planejamento tributário no regime de tributação pelo lucro real é complexo e exige 
conhecimento aprofundado da legislação vigente. As áreas da Contabilidade, Direito, 
Administração, Economia e a legislação tributária devem estar alinhadas. O planejador terá 
inúmeras oportunidades no mundo do trabalho, pois toda empresa pode optar por esse 
regime e ainda há aquelas que são obrigadas a adotá-lo. 
A Contabilidade precisa atender à legislação comercial e à legislação fiscal para obter os 
benefícios da redução da base de cálculo e a redução do valor de tributos a recolher. Precisa, 
ainda, cumprir as obrigações acessórias exigidas pela lei. O planejador tributário irá buscar 
as alternativas de redução de maneira lícita, reduzindo o ônus tributário do contribuinte. 
Conhecimentos sobre a aplicação do planejamento tributário no regime de tributação do 
lucro real serão abordados nesta unidade. 
Ao final desta unidade, você será capaz de 
e aplicaro planejamento tributario no regime de tributação do lucro real; 
e identificar a opção menos onerosa para a empresa, dentro dos limites 
legais e dos princípios éticos. 
Antes de iniciar seus estudos, analise a notícia que segue: 
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A mineradora Vale divulgou nesta quinta-feira que pagou um total de 4,5 bilhões de 
dólares em impostos e royalties em âmbito global devido às suas atividades em 
2019, o equivalente a cerca de 23,2 bilhões de reais. 
Em um relatório com dados fiscais do ano passado divulgado ao mercado, a 
companhia disse que a maior parte desses recursos, ou 4,25 bilhões de dólares, foi 
em pagamentos no Brasil, onde fica a sede da companhia e parte significativa de 
suas operações. 
A Vale disse que o relatório, no qual afirma adotar uma "abordagem conservadora em 
relação ao planejamento tributário", visa a fornecer informações sobre a estratégia 
tributária global da empresa e práticas para cumprimento das leis tributárias. 
Os tributos pagos pela companhia envolveram 1,837 bilhão de dólares em tributos 
sobre a renda, 947 milhões de dólares em tributos sobre mineração e 631 milhões de 
dólares em taxas sobre produtos e serviços. 
Pelo porte da empresa, a opção de tributação é pelo lucro real. Observe que a abordagem é 
conservadora em relação ao planejamento tributário. Diante disso, confira os 
questionamentos a seguir. 
e Diante do montante relativo ao pagamento de tributos, você considera 
relevante o planejamento tributário nas empresas? 
e É possível, por meio do planejamento, alcançar alternativas melhores e reduzir 
o ônus tributário? 
e Caso a empresa não seja obrigada a optar pelo lucro real, o lucro presumido 
seria uma boa opção? 
Descubra as respostas nesta unidade. 
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Bons estudos! 
Lucro Real 
Tendo em vista a relevância do tema, ouça o podcast que apresenta como fazer o 
planejamento tributário para os contribuintes do lucro real e some ainda mais conhecimento 
ao campo de estudos ao qual estamos nos debruçando. 
& Podcast 
Podcast 1 | Planejamento tributário pelo regime de tributação do lucro 
real 
Clique aqui para abrir o podcast 
A partir desses conhecimentos contextualizados no podcast, reflita de que maneira eles 
agregaram na linha de estudos que estamos discutindo nesta unidade. 
De acordo com o artigo 258 do Decreto nº 9.580/2018: "o lucro real é o lucro liquido do 
período de apuração ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas ou 
autorizadas por este Regulamento" (BRASIL, 2018, on-line). 
Os 88 1° e 2° do artigo 258 do Decreto nº 9.580/2018 (BRASIL, 2018, on-line) conceituam: 
81º A determinagdo do lucro real será precedida da apuragdo 
do lucro liquido de cada periodo de apuragdo em observancia 
as disposicées das leis comerciais (Lei n° 8.981, de 1995, 
art. 37,§ 1°) . 
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82º Os valores que, por competirem a outro período de 
apuração, forem, para efeito de determinação do lucro real, 
adicionados ao lucro líquido do período de apuração, ou dele 
excluídos, serão, na determinação do lucro real do período de 
apuração competente, excluídos do lucro líquido ou a ele 
adicionados, respectivamente (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, 
art. 6º, 8 4º). 
O lucro real será a base de cálculo para o imposto de renda, conforme o esquema que segue. 
ro (prejuízo) líquido 
+ ajustes fiscais positivos (adições) 
- ajustes fiscais negativos (exclusões) 
= lucro real ou prejuízo fiscal do período. 
O lucro ou prejuízo líquido é o valor obtido por meio da demonstração de resultado, na 
comparação entre receitas e despesas classificadas contabilmente. Se as receitas forem 
maiores que as despesas, tem-se lucro, se ocorre o inverso, tem-se prejuízo. No Livro de 
Apuração do Lucro Real (LALUR), documento fiscal, faz-se as adições e exclusões permitidas 
pela legislação fiscal do lucro líquido e chega-se ao lucro real, base de cálculo do Imposto de 
Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Quando se 
tem prejuízo contábil, o contribuinte pessoa jurídica não recolhe esses tributos. 
Obrigação Lucro Real 
O lucro real é opcional para qualquer empresa, independentemente do seu porte. Por ter mais 
obrigações acessórias, é menos utilizada por micro e pequenas empresas. O planejador deve 
comparar as formas de tributação e confirmar que a opção pelo lucro real é a mais vantajosa 
para o contribuinte. Por outro lado, tem-se as pessoas jurídicas que são obrigadas a optar 
pela tributação pelo lucro real, conforme o artigo 257 do Decreto nº 9.580/2018. 
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No material, a seguir, confira as empresas que são obrigadas a adotar o regime tributário do 
lucro real. 
biblioteca 
digital 
Leia o item 8.2 "Pessoas juridicas obrigadas ao lucro real”, que se 
encontra na pagina 121 do livro: "Planejamento tributario: teoria e 
pratica". 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/14 
7/4/4@0.00:0.00 
CREPALDI, S. Planejamento tributério: teoria e pratica. 3. ed. Sdo Paulo: Saraiva, 2018. 
Ha exceção para as empresas de que tratam os incisos |, lll e IV do art. 257 do Decreto nº 
9.580/2018, as quais poderdo optar pelo lucro presumido caso estejam no Programa de 
Recuperação Fiscal (REFIS). Esse programa é um parcelamento das dividas tributdrias que a 
empresa possui. 
Tributos 
As empresas tributadas pelo lucro real recolhem, mensalmente, de acordo com a sua 
atividade, PIS, COFINS, ISS, ICMS, IPI e o INSS sobre a folha de pagamento. O IRPJ e a CSLL 
serdo recolhidos conforme a forma de tributagao do lucro real escolhida pela pessoa juridica: 
trimestral, anual ou mensal acumulada. 
Figura 1| Tributos Lucro Real 
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Fonte: 123RF. 
Verifique a definição de cada um desses impostos. 
(Clique no (+) a seguir para verificar o conteúdo) 
PIS e COFINS 
As empresas tributadas com base no lucro real estão sujeitas à Contribuição para o 
Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da 
Seguridade Social (COFINS) pelo regime não cumulativo. 
As alíquotas são 1,65% e 7,6%, respectivamente aplicadas sobre as receitas auferidas no 
mês. O Decreto Lei nº 1.598/2013, em seu artigo 12, conceitua as receitas auferidas e o 
que deve ser excluído do total das receitas e que influenciam no cálculo, como: 
devoluções e vendas canceladas; descontos concedidos incondicionalmente; tributos 
incidentes sobre a receita bruta; e valores decorrentes do ajuste a valor presente 
vinculados à receita bruta. 
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O regime não cumulativo de apuração desses tributos é legislado pela Lei nº 10.637/2002 
(PIS/Pasep) e pela Lei nº 10.833/2003 (COFINS). São tributos de competência federal e 
recolhidos mensalmente. 
As contribuiçõespara o PIS e a COFINS nessa forma de tributação são mais complexas, 
pois existem situações especiais, inclusive produtos sujeitos à modalidade monofásica. 
Conforme Chaves (2017, p. 242), “a monofásica é aquela em que o produto é tributado 
em uma única vez na cadeia, o que é normalmente pelo contribuinte na condição de 
indústria ou importador”. 
O profissional precisa acompanhar as mudanças que acontecem com frequência na 
legislação tributária para aplicar o que está em vigor naquele ano com relação à 
tributação de PIS e COFINS. 
0 ISS é recolhido mensalmente aos cofres municipais por empresas prestadoras de 
serviços. Em regra geral, é legislado pela Lei Complementar nº 116/2003, porém os 
municípios e Distrito Federal têm autonomia para legislar por meio do Código Tributário 
Municipal os serviços e a alíquotas, que variam entre 2% a 5%. 
Alguns serviços são tributados no municipio de domicilio do prestador e outros no 
domicilio do tomador do servigo. 
0 planejador precisa conhecer a legislagdo do municipio que a empresa tem domicilio e a 
dos municipios em que presta os servigos. 
ICMS 
O Imposto sobre Circulagdo de Mercadorias e Prestagdo de Servigos de Transporte 
Interestadual e Intermunicipal e Comunicagéao - ICMS é de competéncia dos estados e do 
Distrito Federal. 
É regido pela Lei Complementar nº 24/1975 e Lei Complementar nº 87/1996. 
As aliquotas variam de acordo com cada estado. Cabe ao planejador conhecer a 
legislagdo de cada estado vinculado a empresa. 
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O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é de competência federal e incide sobre 
produtos industrializados no Brasil e no Exterior, legislado pelo Decreto nº 7.212/2010. 
As alíquotas variam de acordo com a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos 
Industrializados (TIPI). 
O planejador deve conhecer as particularidades da empresa, conforme o produto 
industrializado pela empresa em análise, e também deve acompanhar as alterações que 
acontece na legislação constantemente. 
CSLL e IRPJ 
A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL e o Imposto de Renda Pessoa Jurídica 
- IRPJ são tributos de competéncia federal. 
No lucro real, a base de calculo é o lucro liquido apurado pela contabilidade, ajustado 
pelas adigoes e exclusões permitidas pela legislagao. 
A CSLL foi instituida pela Lei nº 7.689/1988. O IRPJ é regido pelo Decreto nº 9.580/2018. 
A aliquota da CSLL é de 9%, e do IRPJ é de 15% sobre o lucro, mais 10% sobre o valor que 
ultrapassar o limite de 20 mil ao més. 
0 planejador tributario deve ser um eterno estudioso e pesquisador, pois a legislagdo é muito 
dinamica e sofre constantes alteragdes. 
º Saiba Mais 
A legislação sofre alteração diariamente e é importante para o profissional 
acompanhar ou pesquisar as últimas alterações no sítio da Receita Federal. Confira o 
link a seguir: 
http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/consulta.action 
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O lucro real é mais complexo na tributação, sendo importante que o planejador conheça 
todos os tributos inerentes à empresa em estudo, suas bases de cálculos e alíquotas, para 
que o plano demonstre a economia tributária próxima da realidade e consiga auxiliar o gestor 
na tomada de decisão. Obtenha esses conhecimentos na sequência. 
Alíquotas e Base de Cálculo 
Como mencionado nos tributos, as alíquotas do IPI variam de acordo com a TIPI do ICMS, 
determinada por cada estado, e do ISS, conforme a legislação municipal. As alíquotas e base 
de cálculo deverão ser observadas pelo planejador conforme a empresa em análise. 
Figura 2 | Alíquotas 
0 : 
Fonte: 123RF. 
No lucro real, o PIS e a COFINS, pela incidência do regime não cumulativo, possuem as 
alíquotas de 1,65% e 7,6% sobre a receita bruta auferida. O regime cumulativo das alíquotas 
são 0,65% e 3%, sendo nessa opção não há direito a compensação. 
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Direito de Compensação 
Os contribuintes sujeitos ao recolhimento pelo regime não cumulativo das contribuições para 
o PIS e COFINS têm o direto de compensar, descontando da parcela a recolher, os valores 
pagos a fornecedores de mercadorias e de outros bens e serviços. As alíquotas são de 1,65% 
e 7,6%, respectivamente, conforme o artigo 3º das Leis nº 10.637/2002 e 10.833/2003. 
Para mais detalhes sobre a ndo cumulatividade do PIS e da COFINS, confira o material a 
seguir. 
biblioteca 
digital 
Leia as paginas 49 e 50 do livro "PIS e Cofins". Inicie no titulo "Empresas 
tributadas pelo lucro real, aliquotas aplicadas e o método não 
cumulativo”. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597017182/cfi/6/ 
22!/4/240/2@0:100 
PEGAS, P. H. PIS e COFINS. 5. ed. São Paulo: GEN, 2018. 
Com base na Lei nº 10.833/20083, vamos analisar um caso hipotético. 
º Exemplo 
A empresa Fera, sujeita ao regime não cumulativo de incidência do PIS e da COFINS, 
comprou mercadorias, com direito a crédito de PIS e COFINS, no valor de R$ 
40.000,00, com ICMS incidente no valor de R$ 7.200,00. As receitas auferidas no mês 
foram de R$ 100.000,00 e obteve-se uma receita de aluguel no valor de R$ 20.000,00. 
Deve-se considerar que a receita tem tributação de ICMS com alíquota de 18% e 
alíquotas não cumulativas de 1,65% e 7,6% para o PIS e a COFINS, respectivamente. 
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Não há saldos a recuperar nas contas representativas dos tributos antes dessas 
operações. 
Observe como ficam os cálculos e lançamentos. 
Pela aquisição das mercadorias: 
D - Estoque de mercadorias 29.100 
D — ICMS a recuperar 7.200 
D — PIS a recuperar 660 
D — COFINS a recuperar 3.040 
C - Fornecedores 40.000 
Pela receita de vendas e com aluguel: 
D - Caixa 120.000 
C — Receita com vendas 100.000 
C — Receita de aluguéis 20.000 
Pelo registro do ICMS s/ vendas: 
D - ICMS s/ vendas 
C - ICMS a recolher 18.000 
Pelo registro do PIS s/ faturamento: 
D - PIS s/ vendas 1.650 
D - PIS s/ aluguéis 330 
C - PIS a recolher 1.980 
Pelo registro da COFINS s/ faturamento: 
D — COFINS s/ vendas 7.600 
D — COFINS s/ aluguéis 1.520 
C — COFINS a recolher 9.120 
Pela utilizagdo do crédito de ICMS: 
D - ICMS a recolher 
C - ICMS a recuperar 7.200 
Pela utilização do crédito de PIS: 
D — PIS a recolher 
C - PIS a recuperar 660 
Pela utilização do crédito de COFINS: 
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D — COFINS a recolher 
C — COFINS a recuperar 3.040 
Os saldos dos tributos no mês após o aproveitamento dos créditos: 
ICMS a recolher: 10.800 (18.000 - 7.200) 
PIS a recolher: 1.320 (1.980 - 660) 
COFINS a recolher: 6.080 (9.120 — 3.040). 
Para se fazer um bom planejamento tributário, é necessário conhecer a empresa, sua 
atividade e suas particularidades, além da legislação tributária e contábil e os precedentes, 
ou seja, aquelas decisões dadas pelo Supremo Tribunal Federal. Na legislação do ICMS, 
também há a não cumulatividade, que permite a compensação dos valores devidos. Para a 
compensação, o contribuinte precisa dos documentos fiscais que serão considerados pela 
Secretaria da Fazenda do Estado como idôneos ou não. No caso de serem inidôneos, há o 
precedente do princípio da boa-fé no Direito. 
º Saiba Mais 
O artigo, a seguir, tem como tema a aplicação do precedente judicial como 
expressão do princípio da boa-fé: uma visão sobre créditos de ICMS decorrentes de 
documentos inidôneos. 
O objeto deste trabalho recai sobre as decisões judiciais do Superior Tribunal de 
Justiça que deram origem à Súmula 509 e os seus efeitos de vinculação. 
https://indexlaw.org/index.php/direitotributario/article/view/4768/pdf 
Conteúdo completo disponibilizado no formato digital. 
No lucro real, a base de cálculo para o IRPJ e CSLL é determinada pelo confronto entre as 
receitas e as despesas oriundas da atividade da empresa. As despesas com a folha de 
pagamento dos colaboradores refletem nessa base e serdo fatores de atenção para o 
planejamento tributário. 
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E-BookA partir de tudo o que foi visto até o momento, sugerimos que você assista ao vídeo a seguir, 
a fim de desenvolver e adentrar um pouco mais no panorama de estudos proposto na 
unidade. 
® Vídeo 
Videoaula 1 | Folha de Pagamento 
Clique aqui para abrir o vídeo 
Adições, Exclusões, Compensações 
0 lucro líquido é determinado pela demonstração de resultado. Inicia pela receita bruta de 
vendas; após, são deduzidas as vendas canceladas, impostos, custos e despesas conforme a 
padronização. Para a aplicação das alíquotas do imposto de renda, faz-se necessário aplicar 
adições e exclusões, conforme o Decreto nº 9.580/2018. 
Adições 
O artigo 260 do Decreto nº 9.580/2018 (BRASIL, 2018, on-line) menciona o art. 6º, & 2º, do 
Decreto-Lei nº 1.598/1977, ao afirmar que, para a determinação do lucro real, são 
adicionados ao lucro líquido: 
I- Os custos, as despesas, os encargos, as perdas, as 
provisões, as participações e quaisquer outros valores 
deduzidos na apuração do lucro líquido que, de acordo com o 
disposto neste Regulamento, não sejam dedutíveis na 
determinação do lucro real; e 
II- Os resultados, os rendimentos, as receitas e quaisquer 
outros valores não incluídos na apuração do lucro líquido que, 
de acordo com o disposto neste Regulamento, devam ser 
computados na determinação do lucro real. 
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Os ajustes são feitos no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR). No lado A, são registradas 
as adições. 
Despesas registradas contabilmente e indedutíveis do lucro real devem ser 
adicionadas ao lucro apurado do período. Suponha que a empresa Gama apurou um 
lucro contábil de R$ 200.000,00 e registrou brindes como despesas no valor de R$ 
30.000,00. Para a legislação do imposto de renda, essa despesa não é dedutível do 
lucro real. Então, o que precisamos fazer? Proceder com a adição ao lucro contábil 
de R$ 30.000,00 na parte A do LALUR. Contabilmente, o lucro do período foi de R$ 
200.000,00 para fins fiscais e a apuração do imposto de renda foi de R$ 230.000,00. 
Para o planejamento tributário, é necessário fazer uma análise criteriosa das adições para 
verificar a sua procedência, pois pode ter valores adicionados de forma equivocada. 
Exclusdes 
0 artigo 261 do Decreto nº 9.580/2018 diz que, na determinag&o do lucro real, poderdo ser 
excluidos do lucro liquido do periodo de apuração: 
§ 3° - Na determinagdo do lucro real, poderdo ser excluidos do lucro 
liquido do exercicio: 
a) os valores cuja dedugdo seja autorizada pela legislação tributdria e 
que ndo tenham sido computados na apuragdo do lucro liquido do 
exercicio; 
b) os resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores 
incluidos na apuragéo do lucro liquido que, de acordo com a legislagédo 
tributdria, ndo sejam computados no lucro real; 
c) os prejuizos de exercicios anteriores, observado o disposto no artigo 
64 (BRASIL, 2018). 
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No lado B do Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), são registradas as exclusões. 
Receitas registradas contabilmente e que não fazem parte do lucro real, conforme a 
legislação, devem ser deduzidas do lucro apurado no período. Continuamos com o 
exemplo da empresa Gama, que apurou um lucro contábil de R$ 200.000,00 e 
registrou brindes como despesas no valor de R$ 30.000,00. Para a legislação do 
imposto de renda, essa despesa não é dedutível do lucro real. Assim, ela teve ganho 
de capital auferido na venda de bens do ativo permanente para recebimento do preço 
após o término do ano-calendário subsequente ao da contratação no valor de R$ 
20.000,00. 
De acordo com a legislação, esse valor não deve ser considerado como receita, ou 
seja, deve ser excluído da base de cálculo do imposto de renda. O que fazemos com 
essa segunda informação? Proceder com a adição ao lucro contábil de R$ 30.000,00 
na parte A do LALUR e a exclusão na parte B. Contabilmente, o lucro do período foi 
de R$ 200.000,00 para fins fiscais e a apuração do imposto de renda foi de R$ 
210.000,00 (200.000 + 30.000,00 - 20.000,00). 
Compensações 
Se, em um determinado período, for apurado um prejuízo fiscal, ele poderá ser compensado 
com o lucro real nos períodos seguintes. 
Figura 3 | Compensações 
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Fonte: 123RF. 
O percentual é limitado a 30% do prejuízo por período. Segundo o art. 261 do Decreto nº 
9.580/2018: 
Art. 261. Na determinação do lucro real, poderão ser 
excluídos do lucro líquido do período de apuração: 
L) 
M - o prejuizo fiscal apurado em periodos de apuração 
anteriores, limitada a compensação a trinta por cento do 
lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas 
neste Regulamento, desde que a pessoa jurídica mantenha 
os livros e os documentos exigidos pela legislação fiscal, 
comprobatérios do prejuízo fiscal utilizado para 
compensação, observado o disposto no art. 514 ao art. 521 
(Lei nº 9.065 de 20 de junho de 1995, art. 15 capute 
pardgrafo unico) (BRASIL, 2018, on-line). 
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Na apuração trimestral, se o prejuízo foi no primeiro trimestre, a compensação será a partir 
do segundo trimestre do mesmo ano-calendário e seguintes. Se a apuração for anual e ao 
final do período apresentar um prejuízo, a compensação será no primeiro trimestre se optar 
pela apuração trimestral no ano subsequente ou no lucro apurado em 31 de dezembro do 
próximo ano. 
e Exemplo 
Vamos supor que a empresa NEXUS, tributada pelo lucro real, com apuração 
trimestral, apresentou as seguintes informagdes no terceiro trimestre. 
e Prejuizo do periodo de apuragéo, antes do IR: R$ 20.000,00. 
e —Adições conforme LALUR: R$ 40.000,00. 
e Exclusdes conforme LALUR: R$ 9.000,00. 
e Prejuizo fiscal do segundo trimestre: R$ 8.000,00. 
Ao apurarmos o lucro real do terceiro trimestre, consideramos o prejuizo, mais as 
adigdes, menos as exclusdes. 
-20.000,00 + 40.000,00 - 9.000,00 = R$ 11.000,00. 
Como o lucro foi de R$ 11.000,00 no trimestre, pode-se compensar até 30% desse 
valor para o prejuizo. 
Temos: R$ 11.000.00 x 30% = R$ 3.300,00 . 
Do lucro de R$ 11.000,00, descontamos R$ 3.300,00 de prejuizo. 
A base de célculo para o IR e CS será de R$ 7.770,00. 
Aprofunde seus conhecimentos sobre adigdes, exclusdes e compensagdes no material a 
seguir. 
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biblioteca 
digital 
Leia as paginas 149 a 153 do livro "Planejamento Tributario", do autor 
Crepaldi. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/18 
01/4/4@0.00:0.00 
CREPALDI, S. Planejamento tributério: teoria e pratica. 3. ed. Sdo Paulo: Saraiva, 2018. 
0 lucro real pode ser apurado por trimestre ou por ano-calendério. Confirma mais detalhes 
sobre isso na sequéncia. 
Formas de Apuração do Lucro Real 
As formas de apuragdo do lucro real sdo trimestral e anual, mas é possivel optar pela 
apuração por estimativa, suspenséo, redução e dispensa do imposto sobre a renda mensal. 
De acordo com Crepaldi (2019, p. 124): 
No regime do lucro real, a empresa paga o IR sobre o lucro 
apurado nos seus balangos. Dentro do lucro real, as opções 
são lucro real trimestral ou lucro real anual. No lucro real 
trimestral, a empresa faz o seu balango de trés em trés 
meses. No lucro real anual, o balango contabil considera o 
ano-calenddrio de 10 de janeiro a 31 de dezembro. 
Na apuração trimestral com base no lucro real, os periodos se encerram nas seguintes datas: 
Apuração trimestral 
e 31 de margo. 
19 de 32 paginas
E-Book 
e 30dejunho. 
e 30desetembro. 
e 31 de dezembro. 
A base de calculo é uma estimativa sobre a receita bruta. Os percentuais sdo 1,6% a 32% para 
o Imposto de Renda Pessoa Juridica (IRPJ) e 12% e 32% para a Contribuigdo Social sobre o 
Lucro Liquido (CSLL), conforme a atividade da empresa. Se a atividade da empresa é 
comeércio, aplica-se 8% sobre a receita bruta auferida no més para o IRPJ e 12% para a CSLL. 
Os percentuais utilizados sdo os mesmos aplicados no lucro presumido. 
e ExemploVamos considerar que a empresa Galax obteve no mês de fevereiro uma receita 
bruta (descontados os valores de vendas canceladas, devoluções de vendas e 
descontos incondicionais concedidos) de R$ 100.000,00. 
Para a base de cálculo presumida, temos: 
IRPJ- 100.000,00 x 8% = 8.000,00. 
CSLL-100.000,00 x 12% = 12.000,00. 
Sobre essa base, aplica-se os percentuais de cada tributo. 
No que tange a base de calculo por meio de balangos ou balancetes de suspensdo ou 
redução, conforme o Decreto nº 9.580/2018: 
Art. 227. A pessoa juridica podera suspender ou reduzir o 
pagamento do imposto sobre a renda devido em cada més, 
desde que demonstre, por meio de balangos ou balancetes 
mensais, que o valor acumulado já pago excede o valor do 
imposto, inclusive adicional, calculado com base no lucro 
real do periodo em curso (Lei nº 8.981, de 1995, art. 35, 
caput; e Lei nº 9.430, de 1996, art. 2°) (BRASIL, 2018, on-line). 
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Para o cálculo com base no lucro real do período em curso de que trata o artigo anterior, ou 
seja, no lucro líquido (contábil) ajustado pelas adições e exclusões, confira o esquema que 
segue. 
Lucro Líquido (Contábil) 
(+) Adi 
(-) Exclusões 
= Lucro antes das Compensações 
(-) Compensações 
= Lucro Fiscal. 
É importante ressaltar que o recolhimento é mensal, até o último dia útil do mês seguinte ao 
levantamento do balancete. Também há a dispensa do recolhimento do IRPJ e CSLL para as 
pessoas jurídicas que apresentam prejuízos fiscais e comprovem por meio de balancetes 
mensais. A diferença entre tributação pelo lucro real e lucro trimestral pode parecer 
insignificante em uma primeira análise, mas não é. Por isso, é importante realizar o 
planejamento tributário para decidir qual a forma menos onerosa. 
No material, a seguir, obtenha mais conhecimentos sobre as formas de tributação anual e 
trimestral. 
Momento 
biblioteca 
digital 
F .. Leia, a partir pagina 85, os itens 5.7.1 e 5.7.2, do livro: "Planejamento 
tributério: teoria e prática" que aborda as formas de tributagao anual e 
trimestral. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/11 
1!/4/4@0.00:36.4 
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CREPALDI, S. Planejamento tributário: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2018. 
Com a base teórica adquirida até o momento, vamos observar como acontece na prática os 
cálculos nesse regime de tributação? 
Cálculo do Lucro Real 
Vamos analisar alguns cálculos dos tributos na apuração pelo lucro real. 
Cálculo do Lucro Real 
Fonte: 123RF. 
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Suponhamos que a empresa Souza apurou um lucro, antes do imposto de renda e da 
contribuição social, de R$ 300.000,00. Não houve ajustes no LALUR. A apuração é anual e a 
base de cálculo para o IR e a CSLL será o valor do lucro. No caso do imposto de renda, a 
alíquota é de 15% sobre o valor total, mais o adicional de 10% sobre o valor que ultrapassar 
20 mil ao mês, ou seja, R$ 240.000,00 (20.000,00 x 12). A alíquota da CSLL é de 9% sobre a 
base de cálculo. Entenda o cálculo a seguir: 
IRPJ 
R$ 300.000,00 x 15% = R$ 45.000,00. 
Adic. R$ 300.000,00 - R$ 240.000 (20.000 x 12) = R$ 60.000 x 10 % = R$ 6.000,00. 
Total IRPJ = R$ 45.000 + R$ 6.000,00 = R$ 51.000,00. 
CSLL 
R$ 300.000,00 x 9% = R$ 27.000,00. 
Agora, vamos considerar que a empresa Lola apura o lucro pela forma trimestral. Em 31 de 
dezembro, ela apresentou um prejuízo fiscal de R$ 80.000,00, registrado na parte B do LALUR. 
No primeiro trimestre do ano seguinte, obteve um lucro de R$ 300.000,00, estando incluído 
nesse valor um resultado negativo em investimento, avaliado em R$ 30.000,00. No segundo 
trimestre, obteve um lucro de R$ 100.000,00. Vamos calcular os tributos devidos ao final de 
cada trimestre? 
4º Trimestre do ano anterior = prejuízo Fiscal de R$ 80.000,00. 
1º Trim.ano atual = lucro de R$ 300.000,00 + R$ 30.000,00 = R$ 330.000,00 (lucro 
ajustado). 
Compensação de prejuizos fiscais: R$ 330.000 x 30% = 99.000,00. 
Lucro real: 330.000,00 - 80.000,00 = 250.000,00. 
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Observe que podemos compensar até 30%. Como o valor de R$ 99.000,00 é maior 
que R$ 80.000,00, desconta-se apenas o prejuízo no valor de R$ 80.000,00. 
IRPJ 
R$ 250.000 x 15% = R$ 37.500. 
Adic. R$ 250.000 — 60.000 = R$ 190.000 x 10 % = R$ 19.000,00. 
Total IRPJ = R$ 37.500,00 + R$19.000,00 = R$ 56.500. 
CSLL 
R$ 250.000 x 9% = R$ 22.500,00. 
2º trimestre atual = lucro de R$ 100.000,00. 
Não teremos adições, exclusões ou compensações. 
IRPJ 
R$ 100.000,00 x 15% = R$ 15.000,00. 
Adic. R$ 100.000,00 - R$ 60.000 = R$ 40.000,00 x 10% = R$ 4.000,00. 
Total IRPJ = R$ 15.000,00 + R$ 4.000,00 = R$ 19.000,00. 
CSLL 
R$ 100.000,00 x 9% = R$ 9.000,00. 
Na sequéncia, veremos pontos fundamentais para a elaboragdo do planejamento tributario no 
regime de tributagdo do lucro real. 
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Para aprofundar um pouco mais o conhecimento obtido até aqui a partir de nossas 
discussões sobre o conteúdo, assista ao vídeo a seguir, que apresentará importantes 
considerações sobre a temática da unidade. 
® Vídeo 
Videoaula 1 | Elaboração do Planejamento Tributário 
Clique aqui para abrir o vídeo 
Continuando o tema apresentado no vídeo, conheça algumas especificidades do 
planejamento tributário sobre o lucro e a receita da pessoa jurídica. Vamos lá? 
Momento 
biblioteca 
digital 
Leia as paginas 92 a 98 do livro: "Planejamento Tributario" que aborda o 
lucro real. O capitulo refere-se ao planejamento tributério sobre o lucro e 
a receita da pessoa juridica e traz algumas especificidades. 
https://www.bibliotecadigitalsenac.com.br/?from=busca%3Fcontentinfo% 
3D2312%26term%3Dplanejamento%252520tribut%2525C3%2525ATrio&pa 
ge=2&section=0#/legacy/2312 
ROCHA, A. Planejamento Tributério. São Paulo: SENAC, 2020. 
Considerando a tematica contextualizada até o momento, o contetido do video oferecerd um 
importante horizonte de aprendizados dentro do que estamos estudando, pois traz casos 
hipotéticos de uma empresa optante pelo lucro real e a comparagdo com a opgéo pelo lucro 
presumido. Vamos assisti-lo? 
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& Video 
leoaula 1 | Estudo de caso: lucro real 
Clique aqui para abrir o vídeo 
Com base no que você acabou de assistir, as fundamentações discutidas na unidade fazem 
uma correlação melhor com o que até então havia sido apresentado? Pense nisso. 
Observamos que o lucro real é complexo e que o planejamento tributário é essencial para as 
empresas optantes ou obrigadas a adotar esse regime de tributação. É necessário conhecer a 
empresa e sua atividade, além da legislação comercial e tributária. O planejador deve se 
manter atualizado, pesquisar as alterações diariamente, buscar casos semelhantes e 
acompanhar as publicações acadêmicas e as decisões judiciais. Seu papel é reduzir o ônus 
tributário da empresa contribuinte de acordo com a lei. 
(Clique nas setas para avançar ou retornar o conteúdo) 
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Alíquotas e Base de Cálculo 
As alíquotas e as bases de cálculos do regime de tribução do lucro real são determinadas 
conforme o tributo. Especificamente para o IRPJ e a CSLL, a base de cálculo é o 
resultado entre receitas e despesas, mais as adições, menos as exclusões permitidas 
pela legislação. As alíquotas aplicadas sobre a base de cálculo são determinadas por lei. 
O planejador deve estar atento às alíquotas corretas e às mudanças que possam ocorrer, 
pois isso reflete no sucesso do planejamento tributário. 
Fonte: Elaboração da autora, 2021. 
Folha de Pagamento 
As despesas da folha de pagamento refletem no resultado, que será a base de cálculo 
para o lucro real. É importante que os lançamentos sejam feitos corretamente e de 
acordo com a legislação trabalhista. Alguns benefícios oferecidos aos colaboradores 
podem ser compensados no IRPJ. 
Fonte: Elaboração da autora, 2021. 
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Adições, exclusões e compensaçõesAs adições, exclusões e compensações são permitidas na legislação para ajustar o valor 
da base de cálculo. As adições são somadas e as exlusões são diminuídas do resultado. 
Cabe ao planejador acompanhar a legislação e conhecer o que pode ser adicionado ou 
excluído. A compensação é um direito da empresa, que poderá descontar do lucro um 
percentual referente a prejuízos anteriores. 
Fonte: Elaboração da autora, 2021. 
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Formas de Apuração do Lucro Real 
O contribuinte pode optar pela forma de apuração pelo lucro real, anual ou trimestral, por 
estimativa, suspensão, redução e dispensa do imposto sobre a renda mensal. A opção 
escolhida terá efeito por todo o ano-calendário. Por isso, o planejamento tributário tem 
papel fundamental para mostrar a opção mais viável para a empresa, aquela que 
proporcionará menor ônus tributário. 
Fonte: Elaboração da autora, 2021. 
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Cálculo do Lucro Real 
O cálculo do lucro real é complexo e envolve todos os tributos incidentes sobre a 
atividade da empresa, folha de pagamento, receitas, despesas, custos, adicões, exclusões 
e compensações, entre outros. O planejador precisa conhecer a empresa em análise e 
sua atividade ou atividades, além da legislação tributária, trabalhista e contábil. 
Fonte: Elaboração da autora. 
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Elaboração do Planejamento Tributário 
Para a elaboração do planejamento tributário, o planejador deve avaliar qual a melhor 
opção, entre as formas de apuração trimestral ou anual, para a empresa. Também é 
importante comparar a opção com outras formas de tributação quando a empresa não 
tem a obrigação de adotar o regime pelo lucro real. 
Fonte: Elaboração da autora, 2021. 
Vamos conferir um bate-papo sobre o que exploramos até agora? 
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& Podcast 
Podcast 2 | CREATORS PODCAST | Planejamento Tributário Lucro Real 
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Agora que você concluiu esta unidade, vamos testar seu conhecimento. Confira o 
quiz a seguir e responda com atenção. 
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