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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD
	
AULA 2
	
	
	DATA:
01 / 09 / 2018
VERSÃO:01
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: CITOLOGIA E EMBRIOLOGIA – aula 2
	
	
	CURSO: NUTRIÇÃO
	POLO: UNG – Polo Centro
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): ANTONIO SERGIO ALVES DE ALMEIDA JUNIOR
				BIOENERGÉTICA E METABOLISMO 
Processos químicos e físicos que ocorrem dentro de um organismo vivo são chamados de metabolismo. Pode ser catabolismo, a quebra de uma substância para obtenção de energia, ou anabolismo, a transformação uma substância em outra que sirva para desenvolvimento e reparação.
A bioenergética é uma parte da bioquímica que trata do estudo dos fenômenos energéticos nos seres vivos.
O envoltório da mitocôndria consiste de uma dupla camada, formada por duas membranas, (interna e externa), com composição e funções relacionadas, porém distintas. Esse envoltório da mitocôndria é fundamental na formação do processo eletroquímico necessário para o direcionamento da ATPase, dando início à oxirredução.
				ESPECIALIZAÇÕES DE SUPERFÍCIE LIVRE 
	
Foi observado em laboratório que a membrana plasmática de algumas células apresenta modificações com uma especialização de função.
As especializações de superfície da membrana plasmática mais frequentes são os microvilos, os cílios e os flagelos.
As modificações que sofre a membrana plasmática e a função dessas especializações na fisiologia tecidual: Microvilos são dobras na membrana plasmática na superfície das células que aumentam a superfície de contato e, assim, aumentam a absorção de nutrientes.
Cílios e os flagelos desempenham principalmente função locomotora. Cílios presentes no trato respiratório, por exemplo, ajudam na coleta de partículas e microorganismos.
			TEMA DE AULA: OOGÊNESE
Orogênese é o processo que da origem ao oócito, o gameta feminino e ocorre nos ovários. Esse processo inicia na vida fetal e cessa antes do nascimento, ou após o nascimento.
Os ovários contêm três tipos principais de células:
- Células epiteliais, que revestem o ovário.
- Células germinativas, que são encontradas no interior do ovário. Estas células se desenvolvem nos óvulos que são liberados nas trompas de Falópio mensalmente, durante os anos reprodutivos da mulher.
- Células do estroma, que formam o tecido de suporte estrutural e que produzem a maior parte dos hormônios femininos.
Organização e o processo de formação das células gaméticas femininas, e da tuba uterina e os mecanismos envolvidos no transporte da célula gamética feminina:
O processo inicia-se com a multiplicação das células germinativas (diplóides – 2N), também denominadas de espermatogônias e ovogônias, por meio de sucessivas divisões mitóticas seguidas por divisões meióticas, quando propriamente são formados os gametas (células haplóides – N).
Ovário em imagem obtida no microscópio óptico. 
	
						TEMA DE AULA: Extração de DNA da Cebola 
Este tema não foi abordado em sala de aula por falta de tempo.
					TEMA DE AULA: OVOGENÊSE E ESPERMATOGÊNESE 
	 
As oogónias multiplicam-se através da mitose e cada oogónia depois cresce e transforma-se em oócito I e este, por sua vez, sofre parte da meiose I, ficando bloqueado na prófase I (Fase do Crescimento). Entre a fase de crescimento e a fase que se segue, a fase de repouso, ocorre atresia folicular, ou seja, diminuição do número de folículos. Durante a fase de repouso não ocorrem alterações permanecendo os folículos primordiais nos ovários. Finalmente, segue-se a fase da maturação. Nesta fase ocorre o final da meiose I e o início da meiose II originando o oócito II (bloqueado na metáfase II) e o 1º glóbulo polar, que acaba por se degenerar. Caso haja fecundação, a meiose II completa-se, formando o óvulo e o 2º glóbulo polar, que também acaba por se degenerar.
Tipos de folículos:
Folículo primordial forma-se ao longo do desenvolvimento embrionário e é constituído por uma célula germinativa rodeada por algumas células foliculares achatadas.
Folículo primário a partir da puberdade, alternadamente, os folículos primordiais começam a crescer, dando origem a folículos primários. No interior deste folículo, o oócito I (bloqueado na prófase I) aumenta de volume e verifica-se a proliferação das células foliculares até formar uma camada contínua de células (cuboides).
Na fase do folículo secundário verifica-se o continuo crescimento do folículo devido ao aumento do oócito I e à proliferação das células foliculares, que vão originar uma camada espessa (Camada Granulosa). Entre esta camada e o oócito II forma-se uma camada acelular constituída por células orgânicas (Zona Pelúcida). Surge ainda uma camada de células a rodear o folículo (Teca).
No folículo terciário o oócito I continua a crescer e as células da camada granulosa a proliferarem. Nesta camada começam a surgir várias cavidades preenchidas por um líquido. A teca diferencia-se em teca externa e teca interna.
Por fim, no folículo maduro as cavidades foliculares continuam a aumentar de tamanho até que acabam por se fundir, originando uma única cavidade folicular. Esta cavidade fica rodeada por uma camada granulosa que inclui um conjunto de células a rodear o já formado oócito II.
Após a fase de folículo maduro segue-se a ovulação, em que o oócito II sai do ovário. As células foliculares do folículo permanecem no interior do ovário e como o seu citoplasma é amarelo, este conjunto de células passa a designar-se por Corpo Amarelo ou Corpo Lúteo.
A espermatogénese, por sua vez, é o processo de formação de espermatozoides maduros. Este processo inicia-se na puberdade e prolonga-se por toda a vida do homem.
 A espermatogénese divide-se em quatro fases: multiplicação, crescimento, maturação e diferenciação (ou espermiogénese). Este processo dá-se da periferia do túbulo seminífero para o lúmen do túbulo seminífero (centro).
As espermatogónias (2n), células germinativas, dividem-se através da mitose um elevado número de vezes (Fase da Multiplicação). Cada espermatogónia ao crescer dá origem ao espermatócito I (2n) (Fase do Crescimento). Cada espermatocito I, por sua vez, sofre meiose I e dá origem a 2 espermatócitos II (n) e estes, posteriormente, sofrem meiose II dando origem, cada um, a 2 espermatídeos (n) (Fase da Maturação). Estes espermatídeos sofrem um conjunto de transformações, entre as quais, diferenciação de um flagelo e perda de grande parte do citoplasma, transformando-se em espermatozoides (n).
 No interior dos túbulos seminíferos encontram-se as células de Sertoli. Estas células dão suporte aos esmatozoides nos seus vários estados de formação a nível nutritivo. Entre os túbulos seminíferos situam-se as células de Leydig, responsáveis pela produção de testosterona.
Espermatozoides em imagem obtida no microscópio óptico.
Ovário em imagem obtida no microscópio óptico. 
Referências:
Conteúdo do Ambiente Virutal de Aprendizado (AVA) e livro didático.
Ovogênese. Disponível em: . Acessado em 03/10/2018.
Oogênese. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Oog%C3%AAnese. Acessado em 03/10/2018.
Espermatogênese. Disponível em: . Acessado em 03/10/2018.
Observação de preparações definitivas de testículo e ovário. Disponível em: . Acessado em 03/10/2018.
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