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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB 
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA 
DISCIPLINA – ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE 
PROFESSOR - NÉLIA LIMA MACHADO 
 
NOTAS DE AULA 
 
UNIDADE II – O HOMEM E A NATUREZA, POLUIÇÃO E PREVENÇÃO DA 
POLUIÇÃO, CRESCIMENTO POPULACIONAL, IMPACTOS AMBIENTAIS 
 
POLUIÇÃO E PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO 
Poluição da água 
 
Fontes de poluição hídrica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Fontes de poluição das 
águas superficiais 
 
• Esgotos domésticos 
• Esgotos industriais 
• Águas pluviais carreando 
impurezas 
• Pesticidas 
• Fertilizantes 
• Detergentes 
• Precipitação de poluentes 
atmosféricos 
• Alterações nas margens dos 
mananciais 
• Fontes de poluição das 
águas subterrâneas 
 
• Infiltração de esgotos 
(sumidouros, valas de 
infiltração, lagoas de 
estabilização, etc.) 
• Percolação de chorume 
• Infiltração de águas 
poluídas 
• Vazamentos de tubulações 
ou depósitos subterrâneos 
• Intrusão de água salgada 
• Resíduos de outras fontes 
Principais Processos Poluidores da Água 
PROCESSO DEFINIÇÃO
Introdução na água de substâncias nocivas à saúde e a espécies 
da vida aquática (ex.: patogênicos e metais pesados).
Acúmulo de substâncias minerais (areia, argila) ou orgânicas 
(lodo) em um corpo d'água, o que provoca a redução de sua 
profundidade e de seu volume útil.
Fertilização excessiva de substâncias da água por recebimento de 
nutrientes (nitrogênio e fósforo), causando o crescimento 
descontrolado de algas e plantas aquáticas.
Abaixamento do pH, como decorrência da chuva ácida (chuva 
com elevada concentração de íons H+, pela presença de 
susbtâncias químicas como dióxido de enxofre, óxidos de 
nitrogênio, amônia e dióxido de carbono), que contribui para a 
degradação da vegetação e da vida aquática.
Contaminação
Assoreamento
Eutrofização
Acidificação
 
Consequências da Poluição da Água 
 Elevação da temperatura 
 Sólidos 
 Matéria orgânica 
 Microorganismos patogênicos 
 Nutrientes 
 Mudanças no pH 
 Compostos tóxicos 
 Corantes 
 Substâncias tenso-ativas 
Autodepuração - Restabelecimento do equilíbrio no meio aquático, por mecanismos 
essencialmente naturais, após alterações induzidas por despejos. Processo de 
estabilização: 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. 
 
Matéria 
orgânica 
Oxidação por 
bactérias 
O D 
Fotossíntese 
pelas algas 
Energia 
solar 
CO
2
 
H
2
O 
MO estabilizada 
Bactérias 
 em 
excesso 
Controle da Poluição da Água 
 Implantação de sistemas de coleta e tratamento de esgotos; 
 Coleta e destino adequados do lixo; 
 Controle da utilização de fertilizantes e pesticidas; 
 Disciplinamento do uso e ocupação do solo; 
 Controle da erosão do solo; 
 Reuso da água; 
 Afastamento das fontes de poluição; 
 Modificações no processamento industrial. 
 
Programa de controle de poluição da água 
 Diagnóstico da situação existente; 
 Definição da situação desejável; 
 Estabelecimento e desenvolvimento de medidas de controle; 
 Programas de acompanhamento; 
 Suporte institucional e legal. 
 
Poluição Atmosférica 
Poluentes Atmosféricos: 
 Primários 
Tipos 
 Secundários 
Poluentes primários: MP, CO, CO2, NO e NO2, SO2 e H2S, hidrocarbonetos, fluorcarbonos. 
Poluentes secundários: oxidantes fotoquímicos (hidrocarbonetos + NOx + luz) 
Fontes de poluição atmosférica 
 
 
 
 
 
• Fontes naturais 
 
• Vulcões 
• Queimadas em florestas 
• Decomposição anaeróbia da 
matéria orgânica 
• Desnitrificação por bactérias 
• Fontes antrópicas 
• Indústrias 
• Meios de transporte 
• Destruição e queima da vegetação 
• Queima de combustíveis 
• Queima do lixo 
• Aplicação de agrotóxicos 
• Fermentação de resíduos 
• Uso de “sprays” 
• Compostos radioativos 
Consequências da Poluição do Ar: 
 Danos à saúde humana; 
 Danos à vegetação; 
 Danos aos animais; 
 Redução da visibilidade; 
 Danos aos materiais; 
 Desfiguração da paisagem; 
 Alterações das características climáticas. 
 
Controle da Poluição do Ar: 
 Requisitos necessários 
o Definição dos padrões de qualidade do ar a serem alcançados 
o Estudo das condições meteorológicas 
o Monitoramento da qualidade do ar 
o Órgão de controle da poluição 
o Legislação específica 
 Medidas 
o Disciplinamento do uso e ocupação do solo 
o Controle nas fontes poluidoras 
 
Poluição sonora 
Generalidades: som x ruído. Unidade de medida: decibel (dBA). 
Fontes de poluição sonora 
o Atividades industriais; 
o Meios de transporte terrestre; 
o Tráfego aéreo; 
o Obras de construção civil; 
o Oficinas mecânicas; 
o Alto-falantes, equipamentos de som, rádios; 
o Estabelecimentos de entretenimento, aparelhos eletrodomésticos. 
Consequências da poluição sonora: 
 Fatores: intensidade, frequência, período de exposição, intermitência ou 
continuidade, características individuais. 
 Consequências 
o Perda gradativa da audição; 
o Incômodo, irritação, exaustão física; 
o Perturbação do sono, fadiga; 
o Problemas cardiovasculares; 
o “Stress”; 
o Aumento da produção de hormônio na tireoide, redução da eficiência e 
ocorrência de acidentes nos locais de trabalho. 
Escala de sons: 
TIPO DE SOM NÍVEL – dB (A) CONSEQUÊNCIAS 
 140 Dolorosamente Audível 
SIRENE DE ATAQUE AÉREO 130 
MÚSICA DE ROCK 110 
JATO DECOLANDO (acerca de 
400m) 
100 
ESQUINA DE RUA 
MOVIMENTADA 
90 Muito incômodo 
CAMINHÃO PESADO (a 15m) 
DESCARGA DE LIXO 
80 Incômodo 
ASPIRADOR DE PÓ; 
RESTAURANTE BARULHENTO; 
TRÁFEGO EM AUTO-ESTRADA 
70 Início de danos à audição 
CONVERSAÇÃO NORMAL; 
APARELHO DE AR 
CONDICIONADO (a 6m) 
60 Interferência 
TIC-TAC DE UM RELÓGIO; 
SUSSURRO (a 5m) 
30 Muito Calmo 
BARULHO DE FOLHAS AO 
VENTO 
20 
 10 Justamente audível 
 0 Limite de audição 
 
Padrões de emissão de ruídos: 
DIURNO NOTURNO DIURNO NOTURNO
RESIDENCIAL 55 50 45 40
DIVERSIFICADO 65 60 55 50
PREDOMINANTEMENTE INDUSTRIAL 70 65 60 55
PERÍODO PERÍODO
AMBIENTES EXTERNOS AMBIENTES INTERNOS
TIPO DE USO
NÍVEIS SONOROS RECOMENDADOS PARA DIVERSOS USOS (dB(A))
 
NBR 10151/87 – Avaliação de ruído em áreas habitadas 
 
 
 
Controle da poluição sonora 
 Controle da emissão de ruídos (aperfeiçoamento e manutenção de equipamentos, 
isolamento acústico, regulagem de descargas veiculares, disciplinamento de horários de 
funcionamento de equipamentos); 
 Proteção dos receptores (isolamento acústico, redução do período de exposição, EPIs, 
barreiras); 
 Disciplinamento do uso e ocupação do solo (afastamento entre fontes e usos sensíveis, 
direção e velocidade dos ventos, cobertura do solo, arranjos das edificações, barreiras 
naturais ou artificiais). 
 
Poluição do solo 
Principais processos poluidores do solo: 
 
 Fontes: naturais e antrópicas 
 Ações antrópicas: desmatamento, erosão, escavações, aterros, impermeabilização, 
salinização, aplicação de fertilizantes e pesticidas, lançamentos de resíduos, práticas 
agropecuárias, mineração etc. 
 Alterações no meio ambiente: 
o Nas obras civis: urbanização, ocupação do solo, alterações no ciclo 
hidrológico e na estrutura do solo; 
o Na exploração extrativa do solo: remoção de grandes quantidades de 
materiais e alteração do relevo; 
o Nas atividades agrícolas: aplicação de nutrientes e defensivos agrícolas e 
remoção sazonal da cobertura vegetal. 
 
Degradação do solo: 
 
 
 
 
 
 
 
Salinização: 
 
 
 
 
 
Alterações de caráter físico: 
 
• Mudanças na estrutura 
do solo 
• Queimadas 
• Erosão 
• Impermeabilização 
• Movimentos de terra 
Alterações de caráter químico: 
 
• Fertilização artificial 
• Salinização 
• Aplicação de pesticidas 
• Disposição de resíduos 
sólidos e líquidos 
Causas 
 
• Naturais: carreamento, pela água, de 
sais dissolvidos. 
• Práticas de irrigação mal executadas: 
tipo e qualidade inadequadas de água, 
drenagem mal feita. 
Controle• Uso de águas com qualidade 
adequada 
• Manejo correto da água 
• Drenagem adequada 
• Manutenção da bioestrutura 
superficial do solo 
• Redução da evaporação da água 
• Adoção de rotação de culturas 
Erosão: 
 
 
 
 
 
 
Controle da erosão do solo: 
 Proteção da vegetação 
 Disciplinamento do uso/ocupação do solo 
 Práticas agrícolas adequadas 
 Proteção do escoamento das águas 
 Controle dos movimentos de terra 
 Reflorestamento de áreas degradadas 
Controle da Poluição do Solo: 
 Utilização controlada de fertilizantes; 
 Incremento do uso da adubação orgânica; 
 Adoção de medidas de controle da erosão; 
 Controle da aplicação de pesticidas; 
 Manejo ecológico e integrado de pragas; 
 Destino adequado para resíduos sólidos; 
 Sistemas adequados de esgotamento sanitário. 
 
IMPACTOS AMBIENTAIS 
 
O homem e a natureza: exploração predatória x capacidade limitada de recuperação. 
Necessária a compreensão dos fenômenos naturais para uso racional dos recursos ambientais. 
Fatores: crescimento populacional x intensificação das atividades humanas (industrialização, 
agropecuária, mineração etc.). 
 
Crescimento populacional: crescimento intenso, concentração desigual, concentração em áreas 
urbanas, grande utilização dos recursos naturais, grande produção de resíduos sem possibilidade 
de autorecuperação da Natureza. 
 
 
 
Causas 
 
• Ação da água e do vento; 
• Ação do homem 
(desmatamentos, 
queimadas, práticas 
agrícolas, alterações no 
escoamento natural das 
águas). 
 
 
 
 
Fatores intervenientes 
 
• Cobertura vegetal; 
• Intensidade, duração e frequência 
das chuvas; 
• Tipo de solo; 
• Topografia do terreno. 
Crescimento populacional 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Projeção de população 
• MÉTODO DOS COMPONENTES DEMOGRÁFICOS 
 Onde: 
P → população na data t; Po→ população na data inicial to; M → número de óbitos; 
I → imigrantes no período; E → emigrantes no período; N – M → crescimento vegetativo; 
I – E → crescimento social no período. 
 
 MÉTODOS MATEMÁTICOS 
MÉTODO ARITMÉTICO (TAXA DE CRESCIMENTO CONSTANTE, PEQUENOS 
PERÍODOS DE TEMPO) 
MÉTODO GEOMÉTRICO (IGUAL PORCENTAGEM DE AUMENTO 
POPULACIONAL PARA IGUAIS PERÍODOS DE TEMPO) 
MÉTODO DA CURVA LOGÍSTICA (CRESCIMENTO ASSINTÓTICO DA 
POPULAÇÃO) 
• MÉTODO ARITMÉTICO 
EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL 
População Ano Tempo p/ próximo bilhão (em anos) 
0,2 bilhão Início Era Cristã - 
0,5 bilhão 1650 - 
1 bilhão 1802 126 
2 bilhões 1928 33 
3 bilhões 1961 13 
4 bilhões 1974 13 
5 bilhões 1987 12 
6 bilhões 1999 13 
7 bilhões* 2012 16 
8 bilhões* 2028 22 
9 bilhões* 2050 20 
10 bilhões* 2070 26 
11 bilhões* 2096 não calculado Fonte: Wikipedia, 2009. 
 
 
𝑃 = 𝑃𝑜 + 𝑁 − 𝑀 + (𝐼 − 𝐸) 
 
𝑃 = 𝑃𝑓 + 𝑘𝑎(𝑡𝑓 − 𝑡𝑖) 
 
Onde: 
P → população na data t; Pf→ população na data inicial ti; tf → período final; 
ti → período inical; ka → taxa de crescimento aritmético. 
 
• MÉTODO GEOMÉTRICO 
 
Onde: 
P → população na data t; Pf→ população na data inicial ti; tf → período final; 
ti → período inical; kg → taxa de crescimento geométrico. 
 
• MÉTODO DA CURVA LOGÍSTICA 
• 
Onde: 
P → população na data t; k → limite de saturação a → parâmetro de inflexão (T = a/b) 
b → razão de crescimento da população 
 
Impactos ambientais: cadeia de efeitos que se produzem no meio natural (físico e biológico) e 
no meio social (antrópico), como consequência de uma determinada ação. 
 
Impactos ambientais provocados pelas atividades humanas: vide quadro 
 
 
 
 
AÇÕES DO HOMEM IMPACTOS AMBIENTAIS 
DESMATAMENTO 
Danos à flora e fauna 
Aumento do escoamento da água 
Erosão do solo 
Assoreamento de recursos hídricos 
Empobrecimento do solo - desertificação 
Deslizamento de encostas 
Enchentes - prejuízos econômicos e sociais 
Alterações climáticas 
ALTERAÇÕES NO RELEVO E 
TOPOGRAFIA 
Mudanças no escoamento das águas 
Problemas de drenagem 
Empoçamentos 
Proliferação de insetos - transmissão de 
doenças 
Desfiguração da paisagem 
IMPERMEABILIZAÇÃO DO SOLO 
Maior escoamento da água 
Menor recarga dos aqüíferos 
Problemas de drenagem 
Enchentes -danos materiais e sociais 
Redução da evapotranspiração - alterações 
climáticas 
MUDANÇAS NO REGIME 
HIDROLOGICO 
Alterações no escoamento das águas 
Problemas de drenagem 
Cheias -7 danos materiais e sociais 
Inundação de áreas de valor econômico, 
cultural ou ecológico 
Desalojamentos e modificações nas atividades 
das populações afetadas 
Impactos nos meios sócio, econômico e 
cultural 
Impactos no meio biótico (fauna e flora 
aquática) 
MODIFICAÇÕES OU DESTRUIÇAO DE 
ECOSSISTEMAS 
Danos à flora 
Danos à fauna 
Desequilíbrios ecológicos 
Prejuízos às atividades do homem 
Danos materiais e sociais 
Desfiguração da paisagem 
Alterações no ciclo hidrológico 
POLUIÇÃO AMBIENTAL 
Prejuízos à saúde do homem 
Danos à fauna e flora 
Danos materiais 
Desvalorização de áreas 
Desfiguração da paisagem 
Prejuízos às atividades sociais, econômicas e 
culturais 
MODIFICAÇÕES DE CARÁTER GLOBAL 
Efeito estufa 
Destruição da camada de ozônio 
Chuvas ácidas 
 
Impactos ambientais nos ecossistemas brasileiros 
ECOSSISTEMA 
AÇÃO ANTRÓPICA / DEGRADAÇÃO 
AMBIENTAL 
FLORESTA AMAZÔNICA 
Atividades antrópicas como a agropecuária, 
garimpo de ouro, mineração, urbanização, 
industrialização, abertura de rodovias, construção 
de reservatórios e usinas hidrelétricas concorrem 
para desmatamentos, queimadas, desertificação, 
mudanças climáticas e efeito estufa. 
CERRADO 
Utilização agrícola, produção de carvão vegetal e 
urbanização são ações que tem causado 
desmatamento em extensas áreas e 
desaparecimento de flora e fauna nativas. 
CAATINGA 
Desmatamentos, queimadas, cultivo excessivo, 
sobrepastoreio, urbanização, mineração e 
práticas inadequadas de irrigação são as 
principais causas de degradação na caatinga. 
MATA ATLÂNTICA 
A exploração com a retirada de pau-brasil, no 
período colonial, passando pelo cultivo de cana-
de-açúcar, mineração de ouro, exploração de 
carvão, urbanização, industrialização e extensas 
áreas de fazendas são as principais causas da 
degradação ambiental. 
CAMPOS 
Criação de gado sob pastoreio, queimadas e 
agricultura (soja e trigo) são causas da 
degradação ambiental, com processos intensos 
de desertificação. 
MATA DE ARAUCÁRIAS 
Derrubada de vegetação para construção de 
casas, confecção de móveis e produção de 
celulose, além de atividade agropecuária, 
urbanização, mineração e industrialização. 
ECOSSISTEMAS COSTEIROS 
Desmatamentos, extração mineral, indústrias e 
ocupação humana, atividades portuárias e turismo 
são ações antrópicas que contribuem para 
desequilíbrios nos sistemas litorâneos. 
MANGUEZAL 
Desmatamentos, aterramento de áreas dos 
manguezais, depósitos de lixo; lançamento de 
esgotos domésticos e industriais, pesca e captura 
predatória, canalização, drenagem e barramentos 
são ações danosas que causam prejuízos à 
cadeia alimentar fluvial e marinha, assoreamento 
no leito dos rios, erosão de áreas litorâneas, 
redução de espécies animais e vegetais, 
enchentes, prejuízos econômicos e sociais. 
 
 
 
Alterações de caráter global 
Destruição da camada de ozônio 
Causas 
• CFCs: “sprays”, sistemas de refrigeração, fabricação de espumas plásticas, solventes 
para limpeza de circuitos eletrônicos; 
• Condições meteorológicas, composiçãoquímica das nuvens, baixas temperaturas. 
Impactos 
• Danos à saúde humana (câncer de pele, catarata, enfraquecimento do sistema 
imunológico); 
• Danos à vegetação (redução do crescimento, suscetibilidade às pragas, qualidade 
inferior das sementes); 
• Destruição do fitoplâncton, com impactos sobre a cadeia alimentar marinha; 
• Alterações nas precipitações pluviométricas (desmatamentos). 
Chuvas ácidas 
Causas 
• Lançamento de poluentes SO2 e NOx 
• Fabricação de fertilizantes, celulose, ácido sulfúrico e ácido nítrico; aquecimento de 
minérios, combustão do carvão e petróleo, esmaltação de porcelana e vidro, fundições 
de metais pesados e de alumínio, fumaça de cigarros. 
Impactos 
• Diminuição do pH das águas superficiais e subterrâneas, prejuízos ao abastecimento 
humano, danos a tubulações; 
• Declínio de populações aquáticas, redução de fitoplâncton, desequilíbrios ecológicos, 
prejuízos econômicos e turísticos; 
• Solubilização do alumínio e metais pesados (Cd, Zn, Pb e Hg), com conseqüente 
incorporação à cadeia alimentar; 
• Danos à vegetação, amarelecimento das folhas, redução do crescimento e 
produtividade, morte das plantas; 
• Alteração da composição do solo, liberação de metais, esterilização do solo, impactos 
nas atividades dos microrganismos (decomposição e nitrificação); 
• Corrosão de materiais (edificações, estátuas, monumentos), desfiguração da paisagem. 
 
Efeito estufa / aquecimento global /mudanças climáticas 
Causas 
• CO2: queima do petróleo e carvão, geração de energia, desmatamento, queima da 
biomassa; 
• CH4: queima da biomassa, queima de combustíveis fósseis, fermentação do lixo etc; 
• CFCs: “sprays”, sistemas de refrigeração; 
• N20: queima de combustíveis fósseis, queima de madeira, decomposição de resíduos; 
• O3: oxidantes fotoquímicos, queima de combustíveis fósseis. 
Impactos 
• Elevação da temperatura; 
• Alterações nas precipitações pluviométricas (desmatamentos) / mudanças no clima 
global; 
• Elevação do nível do mar.

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