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SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 4 
2. MELANOMA ORAL ........................................................................................................... 5 
3. CARCINOMA ADENOIDE CÍSTICO............................................................................... 7 
4. LINFOMA ............................................................................................................................. 9 
5. SARCOMA DE KAPOSI ................................................................................................. 11 
6. TUMORES ODONTOGENIOS MALIGNOS ................................................................ 12 
7. CARCINOMA DE LARINGE.......................................................................................... 14 
8. CARCINOMA DE FARINGE .......................................................................................... 16 
9. CONCLUSÃO ................................................................................................................... 18 
10. REFERÊNCIAS ............................................................................................................ 19 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
Neoplasia é a multiplicação anormal de células de um tecido que pode 
ocasionar consequências graves no organismo. Existem neoplasias benignas e 
malignas. 
As neoplasias malignas, mais conhecidas como câncer, surgem devido a 
mudanças no DNA das células que alteram o seu funcionamento normal. O 
desenvolvimento do câncer é chamado de carcinogênese ou oncogênese. 
 
Compreender e identificar neoplasias requer conhecimento sobre sua 
definição, tipos, causas e como são diagnosticadas. O diagnóstico precoce de 
neoplasias é crucial para melhorar o prognóstico e a taxa de sucesso do 
tratamento. O cirurgião-dentista desempenha um papel crucial na detecção de 
lesões potencialmente malignas e no encaminhamento para especialistas, 
contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e prognóstico dos pacientes. 
 
 
 
2. MELANOMA ORAL 
O melanoma oral é um tipo raro e agressivo de câncer que se desenvolve 
a partir de melanócitos, as células que produzem melanina, nas mucosas da 
boca. É caracterizado por um crescimento rápido e agressivo, com um 
prognóstico geralmente reservado. A apresentação clínica pode variar, mas 
geralmente se manifesta como uma mancha marrom-escura, mácula ou lesão 
nodular, com diferentes tons de cinza, vermelho, roxo ou áreas de 
despigmentação. 
Características e Manifestações: 
 Raridade: 
É uma neoplasia maligna rara, representando cerca de 0,5% de todos 
os tumores malignos orais. 
 Agressividade: 
Tem um crescimento rápido e um prognóstico reservado, 
frequentemente diagnosticado em estágios avançados. 
 Localização: 
Pode ocorrer em qualquer região da cavidade oral, mas com maior incidência 
no palato e nas gengivas. 
 Aspecto Clínico: 
A apresentação pode variar, mas frequentemente se apresenta como 
uma mancha marrom-escura, mácula ou lesão nodular. 
 Sintomas: 
Pode ser assintomático ou apresentar sintomas como sangramento, dor 
local ou amolecimento dentário. 
 
Importância do Diagnóstico Precoce: 
Devido à sua natureza agressiva e prognóstico reservado, o diagnóstico 
precoce é crucial para melhorar as chances de tratamento e sobrevida. A 
identificação de lesões pigmentadas com características suspeitas na cavidade 
oral deve ser investigada prontamente, e o profissional de saúde deve estar 
atento à possibilidade de melanoma, mesmo que a doença seja rara. 
Tratamento: 
O tratamento do melanoma oral geralmente envolve cirurgia, com a 
remoção completa da lesão e margens de segurança. Em casos avançados ou 
com metástases, pode ser necessário o uso de radioterapia, quimioterapia ou 
imunoterapia. 
Prognóstico: 
O prognóstico do melanoma oral é geralmente ruim, com uma taxa de 
sobrevida em cinco anos variando de 10 a 20%. No entanto, o diagnóstico 
precoce e o tratamento adequado podem melhorar significativamente as 
chances de cura ou sobrevida prolongada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. CARCINOMA ADENOIDE CÍSTICO 
O carcinoma adenoide cístico (CAC) é um tipo raro de câncer que 
geralmente se desenvolve nas glândulas salivares, mas também pode ocorrer 
em outras partes do corpo, como a pele, o tecido mamário e o colo do útero. É 
caracterizado por crescimento lento, mas com potencial para se tornar agressivo 
e recidivar. O diagnóstico e tratamento precoces são importantes para melhorar 
o prognóstico. 
Características: 
 Origem: Glândulas salivares, especialmente as glândulas parótidas e 
submandibulares. 
 Crescimento: Geralmente lento, mas pode se tornar agressivo com o 
tempo. 
 Recorrência: Alta taxa de recorrência, mesmo após tratamento. 
 Metástase: Pode se espalhar para outros órgãos, como pulmões, ossos e 
cérebros. 
 Tipos histológicos: Tubulares, cribriformes e sólidos. 
Sintomas: 
Inchaço indolor na região da cabeça e pescoço, Dor facial, Paralisia facial, 
Mudanças na fala ou deglutição, Alterações no paladar. 
Diagnóstico: 
 Biopsia para confirmar o diagnóstico. 
 Imagens (ex: tomografia computadorizada, ressonância magnética) para 
avaliar a extensão do tumor. 
 
Tratamento: 
 Cirurgia para remover o tumor. 
 Radioterapia para destruir as células cancerosas remanescentes. 
 Quimioterapia em casos avançados ou com metástases. 
 
Prognóstico: 
 Depende do estágio do tumor, da presença de metástases e da resposta ao 
tratamento. 
 Prognóstico geralmente reservado devido à alta taxa de recorrência. 
 
O carcinoma adenoide cístico é um tumor raro, mas é importante estar 
ciente de seus sintomas e procurar atendimento médico se você suspeitar que 
pode ter essa condição. O diagnóstico e tratamento precoces podem melhorar o 
prognóstico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. LINFOMA 
 
Linfoma é um tipo de câncer que afeta as células do sistema linfático, que 
são responsáveis pela defesa do organismo contra infecções. Essas células, 
chamadas linfócitos, podem sofrer mutações e crescer de forma descontrolada, 
formando tumores que podem se espalhar para outros órgãos. Existem dois 
grandes grupos de linfomas: o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin. 
Causa: 
A causa exata do linfoma ainda não é totalmente conhecida, mas fatores 
como infecções virais, predisposição genética e exposição a substâncias 
químicas podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença. 
Tipos: 
 Linfoma de Hodgkin: é caracterizado pela presença de células de Reed-
Sternberg. É uma doença que pode ser curada em muitos casos, 
especialmente se diagnosticada precocemente. 
 Linfoma não Hodgkin: É um grupo complexo de mais de 50 tipos de câncer. 
Um grupo de linfomas que se caracteriza por um crescimento desordenado 
e diverso das células linfocitárias. 
 Linfoma de células T cutâneo: é um tipo de linfoma não-Hodgkin que afeta 
a pele, sendo a micose fungoide o tipo mais comum. É caracterizado pelo 
crescimento anormal de células T (um tipo de glóbulo branco) na pele, 
causando lesões como manchas, placas e, em casos mais avançados, 
tumores. 
 Linfoma de Burkitt: é um linfoma não Hodgkin de células B agressivo e de 
crescimento rápido, que pode afetar a mandíbula, o abdômen, o sistema 
nervoso central ou outros órgãos. É um câncer raro, mas altamente agressivo, 
que se espalha rapidamente e, sem tratamento, pode ser fatal. No entanto, 
com tratamento adequado, o prognóstico pode ser bom, especialmente em 
crianças. 
 Linfoma extranodal de células NK/T tipo nasal: é um tipo raro de linfoma 
não-Hodgkin que afeta principalmente a cavidade nasal e os seios 
paranasais. É uma neoplasia agressiva, com crescimento rápido, que se 
desenvolve fora dos linfonodos (extranodal) e geralmente afeta o trato 
respiratório superior.Sintomas: 
Os sintomas podem variar dependendo do tipo de linfoma e do estágio 
da doença, mas os mais comuns incluem: 
 Aumento dos gânglios linfáticos, especialmente no pescoço, axilas e 
virilha. 
 Febre, sudorese noturna, perda de peso sem causa aparente. 
 Cansaço, fraqueza, falta de ar e coceira. 
 Dor abdominal, se o linfoma estiver afetando órgãos como o fígado ou o 
baço. 
Diagnóstico: 
O diagnóstico do linfoma geralmente envolve uma biópsia dos gânglios 
linfáticos, exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância 
magnética) e exames de sangue. 
Tratamento: 
O tratamento do linfoma varia dependendo do tipo, estágio e da saúde 
geral do paciente. Opções incluem: 
 Quimioterapia. 
 Radioterapia. 
 Transplante de medula óssea. 
 Terapias-alvo. 
 Imunoterapia. 
 Cirurgia. 
Prognóstico: 
O prognóstico dos linfomas varia significativamente dependendo do tipo 
e do estágio da doença. Alguns tipos de linfoma têm alta taxa de cura, enquanto 
outros podem ser mais agressivos e ter prognóstico mais reservado. O 
diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para melhorar 
o prognóstico. 
5. SARCOMA DE KAPOSI 
O sarcoma de Kaposi é um tipo de câncer raro que se desenvolve nos 
vasos sanguíneos e linfáticos, causando o crescimento de lesões na pele, 
mucosas e órgãos. É principalmente causado pela infecção com o herpesvírus 
humano 8 (HHV-8), e está frequentemente associado a um sistema imunológico 
enfraquecido, como no caso de pessoas com HIV/AIDS ou que estão em 
imunossupressão após um transplante. 
Características: 
 Lesões: 
As lesões são geralmente manchas ou placas roxas, azuis ou marrons 
que podem se espalhar pela pele, boca, trato gastrointestinal e outros órgãos. 
 Populações de risco: 
O sarcoma de Kaposi é mais comum em pessoas com HIV/AIDS, em 
pessoas com imunossupressão, em homens e em pessoas de origem africana 
e asiática. 
Tipos: 
Existem quatro tipos principais: clássico (esporádico), endêmico (África), 
associado ao HIV (epidêmico) e iatrogênico (imunossupressão por 
transplante). 
Diagnóstico: 
O diagnóstico é geralmente feito por biópsia da pele ou de outras áreas 
afetadas. 
Tratamento: 
O tratamento depende do tipo, estágio e disseminação da doença, 
podendo incluir quimioterapia, radioterapia, cirurgia, terapia local (crioablação, 
laser) e terapia antirretroviral (em casos de infecção por HIV). 
Em resumo, o sarcoma de Kaposi é um câncer que surge devido à infecção pelo 
HHV-8 em pessoas com sistema imunológico comprometido. É importante que 
as pessoas com fatores de risco estejam atentas aos sintomas e busquem 
atendimento médico se houver suspeita da doença. 
6. TUMORES ODONTOGENIOS MALIGNOS 
São lesões raras que surgem nos maxilares a partir dos tecidos dentários 
ou de suas estruturas de desenvolvimento. São neoplasias malignas que podem 
ter origem em tumores benignos preexistentes ou surgir de novo. 
Características: 
 Origem: 
Podem surgir a partir de tumores odontogênicos benignos ou de novo, a partir 
de tecidos dentários. 
 Comportamento: 
São malignos, com potencial de crescimento local e metástase. 
 Classificação: 
A classificação dos tumores odontogênicos malignos segue as normas da 
Organização Mundial da Saúde (OMS). 
Tratamento: 
O tratamento depende da extensão da doença e pode envolver cirurgia, 
radioterapia e quimioterapia. 
Principais tumores odontogênicos malignos: 
1. Carcinoma Odontogênico Esclerosante (COE): 
Tumor epitelial maligno, caracterizado por esclerose estromal e 
crescimento infiltrativo, pode mimetizar outros tumores de cabeça e pescoço, 
podendo envolver músculos e nervos. 
2. Carcinoma Odontogênico de Células Claras (CCOC): 
Tumor raro, com células claras e organização glandular, que pode ter 
origem na lâmina dentária, podendo ser confundido com outros tumores. 
3. Carcinoma Espinocelular Odontogênico: 
Tumor raro, derivado do epitélio odontogênico, com crescimento 
infiltrativo e metástase potencial. 
4. Sarcoma de Ewing: 
Tumor ósseo primário que pode afetar os maxilares e ser confundido com 
tumores odontogênicos. 
5. Sarcoma de células grandes anaplásicas: 
Tumor raro, com células grandes e anaplásicas, que pode ser confundido com 
outros tumores odontogênicos. 
Diagnóstico e tratamento: 
 Diagnóstico: 
O diagnóstico é feito através de exame clínico, radiológico e histopatológico. 
 Tratamento: 
O tratamento é geralmente cirúrgico, com possibilidade de quimioterapia e/ou 
radioterapia, dependendo da extensão da doença. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7. CARCINOMA DE LARINGE 
O carcinoma de laringe é um câncer que se desenvolve na laringe, a 
região da garganta que abriga as cordas vocais. A maioria dos casos são 
carcinomas de células escamosas, que surgem das células que revestem a 
laringe. O tabagismo e o consumo excessivo de álcool são fatores de risco 
significativos. 
Sintomas: 
Os sintomas do carcinoma de laringe podem incluir: 
 Rouquidão persistente: Um dos sintomas mais comuns, especialmente se o 
tumor se desenvolver nas cordas vocais. 
 Dor de garganta: Uma dor persistente ou que piora ao engolir, que não passa 
em duas semanas. 
 Sensação de nódulo no pescoço: Pode indicar que o câncer já se espalhou 
para os linfonodos. 
 Dificuldade para engolir ou respirar: Se o tumor estiver afetando as estruturas 
da laringe. 
 Perda de peso inexplicável: Um sinal que pode indicar um problema mais 
grave. 
 
Fatores de risco: 
 Tabagismo: Fumantes têm um risco muito maior de desenvolver câncer de 
laringe. 
 Consumo excessivo de álcool: O álcool também pode aumentar o risco de 
câncer de laringe. 
 Idade avançada: O câncer de laringe é mais comum em pessoas com mais de 
50 anos. 
 Antecedentes familiares: Ter parentes com histórico de câncer de laringe pode 
aumentar o risco. 
 
 
Tratamento: 
O tratamento do carcinoma de laringe depende do estágio do câncer, da 
localização do tumor e das condições de saúde do paciente. Os tratamentos 
mais comuns incluem: 
 Cirurgia: Para remover o tumor e, em alguns casos, também os linfonodos 
afetados. 
 Radioterapia: Para destruir as células cancerosas e prevenir o retorno do tumor. 
 Quimioterapia: Para destruir as células cancerosas que possam ter se 
espalhado para outras partes do corpo. 
 
Prevenção: 
A melhor forma de prevenir o carcinoma de laringe é evitar os fatores de 
risco, como: 
 Parar de fumar: O tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de 
laringe. 
 Reduzir o consumo de álcool: O consumo excessivo de álcool também 
aumenta o risco. 
 Ter uma alimentação saudável: Uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos 
integrais pode ajudar a proteger contra o câncer. 
 Manter-se hidratado: Beber bastante água pode ajudar a manter as mucosas 
da garganta saudáveis. 
 
Importância do diagnóstico precoce: 
O diagnóstico precoce do carcinoma de laringe é essencial para um 
tratamento eficaz e maiores chances de cura. Se você notar algum dos sintomas 
mencionados acima, consulte um médico o mais rápido possível para avaliação 
e diagnóstico. 
 
 
8. CARCINOMA DE FARINGE 
 
O carcinoma de faringe, também conhecido como câncer de garganta, é 
um tumor maligno que se desenvolve na faringe, uma região que inclui a 
orofaringe, nasofaringe e hipofaringe. O tipo mais comum de carcinoma de 
faringe é o carcinoma de células escamosas, que se origina nas células epiteliais 
que revestem a faringe. 
Orofaringe: É a parte da garganta localizada atrás da boca, incluindo a base da 
língua, as amígdalas, o palato mole e as paredes laterais e posterior da 
garganta. 
Nasofaringe: É a parte superior da faringe, localizada atrás do nariz. 
Hipofaringe: É a parte inferior da faringe, localizada acima da laringe. 
Sintomas: 
Os sintomas do carcinoma de faringe podem variar dependendoda 
localização e do estágio do tumor, mas alguns sintomas comuns incluem: 
 Dor de garganta persistente. 
 Dificuldade para engolir. 
 Mudanças na voz (rouquidão). 
 Dor de ouvido. 
 Caroço ou nódulo no pescoço. 
 Perda de peso inexplicável. 
 Sangramento ou manchas brancas ou vermelhas na garganta. 
 
Causas: 
Os principais fatores de risco para o carcinoma de faringe 
incluem: Tabagismo, Consumo excessivo de bebidas alcoólicas, Infecção pelo 
Papilomavírus Humano (HPV), Hábitos alimentares inadequados, Fatores 
genéticos. 
Diagnóstico: 
O diagnóstico do carcinoma de faringe geralmente envolve: 
 Exame clínico da garganta e pescoço. 
 Laringoscopia (exame da laringe). 
 Biopsia (retirada de uma amostra do tecido para análise). 
 Exames de imagem (tomografia computadorizada, ressonância magnética). 
Tratamento: 
O tratamento do carcinoma de faringe depende do estágio da doença, da 
localização do tumor e do estado de saúde do paciente. Os tratamentos podem 
incluir: Cirurgia, Radioterapia, Quimioterapia, Imunoterapia, Combinação de 
diferentes tratamentos. 
Prevenção: 
Para reduzir o risco de desenvolver carcinoma de faringe, é importante: 
 Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. 
 Praticar sexo seguro e se vacinar contra o HPV. 
 Ter uma alimentação equilibrada e evitar alimentos processados. 
 Consultar um médico regularmente para exames de rotina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9. CONCLUSÃO 
 
Como vimos, a neoplasia maligna (câncer) apresenta 
diversas causas, havendo fatores externos e internos que contribuem para o seu 
desenvolvimento. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, “entre 80% e 
90% dos casos de câncer estão associados a causas externas”. Isso significa 
que atualmente o desenvolvimento do câncer está diretamente relacionado com 
o ambiente em que vivemos e o estilo de vida que levamos. 
É importante salientar que grande parte das neoplasias possuem cura. 
Entretanto, é fundamental o diagnóstico precoce e o início imediato do 
tratamento, o qual dependerá de cada paciente e do tipo de neoplasia 
apresentado por ele. 
 
10. REFERÊNCIAS 
Marta GN, Bergamasco VD, Rodrigues ML, Cerávolo FP, Landman G, 
Kowalski LP, Carvalho AL. Melanoma de mucosa oral. Rev. Bras. Cancerol. 
[Internet]. 30º de março de 2007 [citado 3º de maio de 2025];53(1):35-9. 
Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1826 
 
https://my-clevelandclinic-org.translate.goog/health/diseases/22212-adenoid-
cystic-carcinoma 
 
https://bestpractice.bmj.com/ 
 
https://lymphoma-org.translate.goog/understanding-
lymphoma/aboutlymphoma/nhl 
 
https://accamargo.org.br/sobre-o-cancer/tipos-de-cancer/linfoma-de-hodgkin 
 
https://accamargo.org.br/sobre-o-cancer/tipos-de-cancer/linfoma-nao-hodgkin 
 
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK559207/ 
 
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8757763/ 
 
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-do-ouvido-
nariz-e-garganta/tumores-da-cabe%C3%A7a-e-do-
pesco%C3%A7o/c%C3%A2ncer-de-laringe 
 
https://accamargo.org.br/sobre-o-cancer/tipos-de-cancer/faringe

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