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FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina)
Transmissão: Inoculação parenteral do vírus pela saliva ou sangue
Patogenia: 
· Deterioração do sistema imune
· Diminuição das Células CD4+
- Diminuição da produção
- Infecção de medula óssea ou timo
- Lise das células infectadas
- Apoptose
· Alteração na produção de citocinas
· Lesão neuronal
Sinais clínicos: 
Infecção Aguda
Febre, mal estar, enterite, estomatite, dermatite, conjuntivite, doenças respiratórias, linfadenomegalia.
Crônica
Infecções oportunistas, neoplasias (linfoma, leucemia), mielossupressão, doença neurológica.
Diagnóstico: 
· Pesquisa de Anticorpos (Falsos positivos)
· PCR
· Cultura viral
Tratamento: Ler artigo
FeLV (Leucemia Felina)
Subtipo A 
Características: Altamente contagioso e baixa patogenicidade.
Doenças associadas: Neoplasias hematopoiéticas, imunossupressão, dentre outros. 
Subtipo B 
Características: Ocorre com o subgrupo A em 50% ou mais dos gatos com doença neoplásica (linfoma).
Doenças associadas: Não patogênico sozinho, virulento em recombinação com o subgrupo A, não contagioso.
Subtipo C 
Características: Raramente isolado, surge por mutação do FeLV do subgrupo A.
Doenças associadas: Anemia arregenerativa e mielose eritrêmica, não se replica e não é contagioso.
Subtipo D
Características: 
· Altamente citopático. Tropismo por células T. 
· Origina- se do FeLV-A
Doenças associadas: Linfopenia, neutropenia, febre, diarreia.
Tropismo por linfócitos - T
Replicação nos linfócitos e macrófagos
Transmissão:
· Através de líquidos corporais, como saliva, fezes, leite e urina.
· Contato estreito mantido entre gatos.
· Comportamentos como limpeza mútua, compartilhamento de vasilhas e das caixas de areia.
· Lutas contribuem para a transmissão da doença.
· Filhotes de gatos com menos de 16 semanas de idade são mais
· propensos a serem infectados após exposição.
· O FeLV é transmitido para filhotes.
Tipo de infecção:
ABORTIVAS: Gato exposto produz uma resposta imune eficaz e precoce que evita a replicação viral e elimina as células infectadas com o vírus.
REGRESSIVAS: Replicação viral é limitada e uma pequena população de células infectadas com o vírus permanece.
LATENTE: Aquela em que uma quantidade moderada de células infectadas com o pró-vírus permanece.
PROGRESSIVA: Aquela em que a replicação do vírus não é eliminada.
Sinais Clínicos:
Estomatite, Gengivite, Úlceras na boca, Abcessos e feridas na pele que não cicatrizam, Infecções no trato respiratório, Anemia, Acúmulo de líquido na cavidade, Tumores, Febre, Problemas reprodutivos.
Diagnóstico:
· ELISA
· IFA
Tratamento:
· Imunoterapia
· Terapia sintomática
Profilaxia
Evitar o contato entre os gatos infectados com os não-infectados, e isolar todos os animais virêmicos.
A identificação precoce de gatos com resultado positivo.
A vacinação contra o FeLV não é considerada obrigatória, mas recomendável para gatos sob risco de exposição e filhotes.
A vacina não promove 100% de proteção e nem previne a infecção, mas previne o desenvolvimento de antigenemia persistente.
CINOMOSE
Agente etiológico: 
· Família Paramyxoviridae
· Gênero Morbilivirus
· RNA vírus envelopado e pleomórfico. 
· Tropismo por sistemas Respiratório, Gastrointestinal e Nervoso.
O envelope viral é susceptível
· éter e outros solventes lipídicos (como clorofórmio e fenol), sendo sensível também a faixas de pH inferiores a 4,5 e superiores a 9,0.
· O vírus é inativado após 30 minutos sob temperaturas de 50 a 60°C, pode sobreviver por até 3 horas em temperatura ambiente e por meses quando congelado.
· Possui a capacidade de permanecer várias semanas em temperaturas entre - 4 e 0°C, característica que permite que o vírus sobreviva por longos períodos em ambientes frios e secos.
Formas de transmissão:
· Secreções corporais: Fezes, Saliva, Urina, Placenta, Secreção respiratória (gotículas e aerossol).
· Clínicas veterinárias, abrigos, canis e lojas de animais são locais de importância.
· Incubação da doença de 3 a 7 dias.
Patogenia:
1. Vírus entra no hospedeiro 
2. Infecção do trato respiratório (Replicação em Macrófagos, linfócitos T e B) – 24 horas.
3. Alcança a via linfática (gânglios).
4. Replicação nos tecidos linfoides, gerando imunossupressão. 
5. Medula óssea, timo, baço, nódulos linfáticos e mesentéricos, e células mononucleares nos pulmões (hipertermia e leucopenia). 
6. Em 8 a 10 dias, ocorre migração pelo sangue ou líquido cefalorraquidiano para SNC (sinais nervosos - desmielinização). 
Sinais Clínicos:
Diarréia, Febre, Emese, Hiporexia/anorexia, Tenesmo, Secreção nasal, Tosse, Dispnéia, Hiperqueratose de coxins digitais, Apatia, Ceratoconjuntivite seca, Mioclonia, Convulsão, Rigidez cervical, Hiperestesia, Tremores musculares, Paresia/Paralisia, Ataxia, Mudanças comportamentais, Depressão, Desorientação. 
Diagnóstico:
· Isolamento viral
· PCR
· ELISA
· Corpúsculos de Lentz
· Esfregaço sanguíneo
· Somente na fase aguda (viremia)
Controle e Prevenção:
· Vacina
· Isolamento de animais positivos
· Desinfecção de ambientes contaminados
· Não existe tratamento específico – Terapia de suporte
[Soro hiperimune]
PARVOVIROSE
Agente etiológico
· Família Parvoviridae
· Gênero Protoparvovírus
· DNA vírus sem envoltório
Vírus estável no meio ambiente (mais de 1 ano)
Resistente aos detergentes e desinfetantes
Até 7 horas a 80 graus
Sensível ao hipoclorito de sódio
Importância
Vírus tem predileção por células de alta taxa de mitose
Órgãos linfoides e epitélio intestinal
Alta morbidade e mortalidade
Prevalência maior em filhotes menores de 6 meses
Pode acometer canídeos selvagens
Maior incidência nos meses mais quentes (reprodução, aglomeração, hotéis...)
Transmissão
Contaminação fecal – oral
Fômites infectados
Manutenção prolongada no ambiente
Pode ser liberado a partir do terceiro dia de infecção.
Patogenia
Tropismo por células do tecido linfoide, epitélio intestinal, céls. precursoras da medula óssea e menos comum, céls. cardíacas.
Promove replicação viral e destruição tecidual.
Após a multiplicação, ocorre febre e leucopenia (destruição das células linfoides – necrose linfoide generalizada) – 3 a 5 dias
5 – 6 dias – Mucosa intestinal por disseminação hematógena, acometendo jejuno, íleo e promovendo lesão e enterite hemorrágica.
Miocardite em filhotes (até 8 semanas)
Após início da enterite – Anemia, trombocitopenia, hipoproteinemia, hipoalbuminemia, hipoglicemia.
Predispõe a infecções oportunistas ou agravamento de afecções subclínicas.
Sinais clínicos
· Incubação da doença pode variar entre 4 e 14 dias
· Inapetência
· Depressão
· Vômito
· Dor abdominal
· Diarreia mucoide a hemorrágica
· Febre
· Leucopenia
· Enterite
· Intussussepção
· Translocação bacteriana e infecções oportunistas
· Choque séptico
Diagnóstico 
· Histórico e sinais clínicos (presuntivo)
· ELISA (pode dar falso negativo)
- Positivo em 5 a 15 dias em cães vacinados
· Isolamento viral
· PCR
· Hemaglutinação em fezes
Controle e prevenção
· Vacinação com 8 semanas
- 2 reforços a cada 4 semanas - - Revacinação anual
- Vacinas atenuadas
· Em casos de inserção de indivíduos em locais que tiveram casos, cuidado com a vacinação correta.
· Tratamento de suporte
- Reidratação
- Antieméticos
- Antibióticos (infecções secundárias)
- Transfusão
- Alimentação enteral ou parenteral
RAIVA
Introdução
Afecção infecciosa fatal
Zoonose de extrema importância
Acomete todos os mamíferos
Encefalite rábica ou hidrofobia
Doença aguda
Curso no Sistema Nervoso Central
Agente etiológico
· Família Rhabdoviridae
· Lisssavirus 
· RNA vírus envelopado
Sensível a detergentes e solventes lipídicos
Baixa resistência fora do hospedeiro
Sensível ao dessecamento, luz solar, radiação ultravioleta, hipoclorito de sódio, soda cáustica a 2%, sabões, detergentes, formalina a 10%, glutaraldeído a 2%, fenóis a 5%, cresóis e ácidos e bases em extremos de pH.
50 graus por 15 minutos
Mantém-se viável indefinidamente em temperaturas baixas
Transmissão
· Saliva contaminada
· Mordeduras
· Contato com feridas abertas
· Período de incubação de 2 a 12 semanas, mas varia de acordo com o local da inoculação,carga viral, suscetibilidade da espécie acometida, entre outros.
Sinais clínicos
· Raivosa
- Caninos
- Inapetência, apatia, depressão, inquietação, incoordenação motora.
- Agressividade
- Impossibilidade de deglutição
- Hipersalivação
- Paralisia ascendente
· Paralítica
- Bovinos
- Paralisia do maxilar inferior
- Boca entreaberta e hipersalivação
- Paralisia ascendente a partir dos membros posteriores.
Diagnóstico
· Casos suspeitos devem ser isolados
· Animais agressores devem ser monitorados por 10 a 14 dias. (Prova)
· Animais mortos devem ter coletados o cérebro e medula (equinos), e encaminhados a laboratório em refrigeração ou líquido de Valée.
· Exame por imunofluorescência direta em laboratório oficial.
Controle e Prevenção
· Vacinação anual
· Controle de vetores
LÍNGUA AZUL 
Febre Catarral Ovina
Doença viral
Não contagiosa
Afeta ruminantes domésticos e silvestres
Transmitida por dípteros (moscas)
Notificação obrigatória
Agente etiológico
· Família Reoviridae
· Gênero Orbivirus
· RNA vírus não envelopado
Patogenia
Ler artigo
Sinais clínicos
Ovinos e caprinos 
· Febre alta
· Edema dentro e ao redor da boca, tornando-se doloroso e causando sialorreia.
· Úlceras orais
· Os tecidos orais tornam-se roxo-avermelhados e a língua pode ficar azul, daí o nome "doença da língua azul”
· Dificuldade respiratória
· Descarga nasal e ocular
· Claudicações (dificuldade ou dor ao caminhar).
· Perda de peso
· Problemas reprodutivos
Bovinos
· Descarga nasal e ocular.
· Hipersalivação e lesões do úbere e dos tetos.
· Claudicações 
· Abortos 
· Redução da produção de leite.
Diagnóstico 
· Fixação de complemento
· Imunodifusão em gel ágar (IDGA)
· ELISA
· Imunohistoquímica
· RT-PCR
· Amostra de sangue em EDTA ou heparina
· Fragmentos de baço, pulmão, tonsilas e linfonodos pré-escapular, mesentéricos, poplíteos e ilíacos.
Tratamento e controle
Não existe tratamento específico
· Isolamento dos animais doentes
· Controle dos vetores
· Controle ambiental
PIF (Peritonite Infecciosa Felina)
· Doença infecciosa viral
· Acomete felinos domésticos e selvagens
Idade: 6 – 24 meses / idades avançadas.
· Imunomediada
Agente etiológico
· Coronavírus 
· RNA vírus envelopado
· Sensível a desinfetantes
· Sobrevive no ambiente por até 7 semanas.
Transmissão
· Contato direto
· Vertical
Porta de entrada
Trato gastrointestinal / respiratório
Via de eliminação
Fezes, saliva e urina
Formas clínicas
Efusiva - Imunidade celular fraca 
Inflamação fibrinonecrótica exsudativa das membranas serosas que revestem os órgãos internos e efusão.
Seca
Granulomas multifocais em órgãos viscerais, sem derramamento de liquido nas cavidades.
Patogenia
· Vasculites 
· Lesões teciduais
Sinais Clínicos
Seca:
· Febre, apatia, anorexia
· Uveíte
· Icterícia
· Perda de peso
· SNC / medula / cérebro / cerebelo - Lesões piogranulomatosas
· Linfonodomegalia mesentérica
Efusiva:
· Febre, apatia, anorexia
· Aumento do volume abdominal
· Dificuldade respiratória
· Perda de peso
· Icterícia
· Linfonodomegalia mesentérica
Diagnóstico 
· Sinais clínicos
· Achados laboratoriais
· Análise de líquido cavitário
· Necrópsia / histopatológico
· Sorologia para coronavírus
· ELISA / Imunofluorescência direta
Tratamento
Apenas paliativos no sentido de aliviar os sintomas.
Profilaxia
· Higiene
· Vacina (intranasal)(Primucell-Pfizer)
· Evitar aglomerações
HEPATITE INFECCIOSA CANINA
Afecção viral infectocontagiosa
Acomete cães e raposas (encefalite enzoótica das raposas)
Afecção com vacina disponível
Acomete cães entre 1 mês e 2 anos de vida
Agente Etiológico
· Adenovírus canino tipo 1 (CAV-1)
· Tropismo por hepatócitos e células endoteliais
· Altamente resistente
· Permanece viável por dias em temperatura ambiente
· Sobrevive meses em temperaturas abaixo de 4 graus
· Sensível ao calor – 5 minutos a 56 graus
Transmissão
· Via oronasal
· Vírus pode ser eliminado por todas as secreções, durante a viremia
· Ocorre replicação nas tonsilas, dissemina-se para os linfonodos e vasos linfáticos
· Após, alcança os vasos sanguíneos.
Patogenia
Lesões
• Edema corneano
• Endotélio vascular (dano vascular)
• Lesões nos glomérulos renais
• Encefalopatia hepática (Hipoglicemia / Encefalite)
• Edema, hemorragia e necrose hepática 
• Hepatite crônica e fibrose hepática em casos subclínicos
Sinais clínicos
· Febre 39 a 41 graus
· Faringite / Laringite
· Tosse
· Sons respiratórios
· Pneumonia
· Linfadenomegalia cervical
· Edema subcutâneo em cabeça e pescoço
· Hepatomegalia
· Hemorragias
· Epistaxe
· Distensão abdominal (ascite e sangue)
· Sinais nervosos (depressão, desorientação, convulsões)
Diagnóstico
· Aumento na ALT (necrose hepatocelular)
· Proteinúria (albuminúria) – decorrente do dano renal
· Isolamento viral
· PCR
Prevenção
Ler artigo
DERMATOFILOSE
Zoonose
Afecção de caráter oportunista
Prevalência em períodos chuvosos ou de alta umidade.
Agente etiológico
· Bactéria gram-positiva - Dermatophilus congolensis,
· Bacilo aeróbio
· Está presente na pele de animais saudáveis
· Acomete bovinos, ovinos, caprinos, equinos, cães, gatos, suínos, mamíferos silvestres e o homem.
Transmissão
Contato direto (animais portadores), fômites e artrópodes sugadores.
Fatores que predispõem ao seu desenvolvimento:
· Umidade 
· Lesões na pele
· Desnutrição
· Imunossupressão
Patogenia
· A bactéria inicia sua infecção a partir de uma lesão na pele.
· Promove reação inflamatória local e proliferação.
· Produção de crostas características.
Diagnóstico
· Identificação do agente etiológico em microscopia das crostas
· Cultura bacteriana
· PCR
· ELISA
Tratamento
· Penicilina
· Estreptomicina
· Oxitetraciclina
· Isolamento dos animais doentes
· Banhos de imersão com sulfato de zinco ou de cobre (0,2 a 0,5%).
Controle
Controle de ectoparasitas (principalmente carrapatos)
Cuidado com fômites, banhos de imersão e outras estruturas contaminadas.
LEUCOSE ENZOÓTICA BOVINA
· Doença Infectocontagiosa
· Afecção viral
· Caráter crônico
· Leucemia bovina, Leucemia Viral Bovina, Linfoma Maligno
· Bovinos, bubalinos e capivaras
· Não tem cura
Agente etiológico
· Vírus da Família Retroviridae
· Sub-família Oncovirinae
· Gênero Deltaretrovírus
· RNA vírus
· Predisposição por Linfócitos B (linfotropismo B)
· Promove a formação de linfossarcomas
Inativado por:
· Detergentes
· Solventes lipídicos (álcool, éter, clorofórmio
· 56 graus por 30 minutos
Epidemiologia
Doença oriunda da importação de animais do hemisfério norte.
Mais comum em animais adultos (acima de 2 anos).
Mais comum em animais leiteiros do que de corte.
Alta morbidade.
Custos com diagnóstico e tratamento
Condenação de carcaças
Descarte prematuro
Óbito dos animais
Sinais clínicos
Geralmente assintomática
· Infertilidade
· Queda na produção de leite
· Emagrecimento
· Alterações cardiovasculares
· Dificuldade de locomoção
· Paresia de membros pélvicos
· Linfadenopatia
· Linfossarcomas
Diagnóstico
· Histopatológico: Biópsias ou fragmentos de órgãos.
· Hematológico: Contagem de linfócitos.
· Imunológico: Imunodifusão em Ágar gel, ELISA ou Radioimunoensaio
· Sondagens Genéticas: PCR
Controle
Testar todo o rebanho
Separar todos os positivos (pelo menos 150 metros, para evitar transmissão por insetos hematófagos)
Cuidados com fômites.
Ordenha dos negativos antes dos positivos – limpeza com hipoclorito depois.
Abate e descarte das carcaças de positivos com neoplasias.
Em casos de baixa prevalência, descartar todos os positivos.
FEBRE AFTOSA
Enfermidade vesicular
· Infectocontagiosa
· Afeta biungulados domésticos e silvestres
Epidemiologia
Animais jovens: alta mortalidade
Espécies susceptíveis
· Ruminantes domésticos: bovinos, zebus, búfalos, ovinos e caprinos.
· Ruminantes selvagens: cervídeos, camelídeos e búfalos selvagens, suínos domésticos e selvagens.
· Rara em carnívoros
· Refratária em equinos
Transmissão
Vetores: urubu e carnívoros
· Contato direto: aerossol, água e alimentos
· Contato indireto: transporte mecânico por humanos ou veículos.
· Fômites
· Produtos animais: carne, couro, restos de carcaça, leite, sêmen e embriões.
Susceptibilidade
Resistênciaa agentes físicos e químicos
Temperatura:
· Preservado por refrigeração e congelamento.
· Inativado por temperaturas superiores a 50°C.
pH:
Inativado a pH 9,0
Desinfetantes:
· Inativado por hidróxido de sódio (2%), carbonato de sódio (4%), e ácido cítrico (0,2%).
· Resistente aos iodóforos, aos compostos quaternários de amônio, hipoclorito e fenol (presença de matéria orgânica).
Sobrevivência:
· Carcaças, gânglios linfáticos e na medula óssea com pH neutro.
· Músculos: inativado a pH