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1 
 
 
Universidade Paulista-UNIP 
 
 
 
 
 
Relatório de aulas práticas 
 
 
 
 
 
Curso: Enfermagem 
Disciplina: Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem 
 
Nome Do Aluno: Ines Aparecida De Oliveira Prosenevcz 
Matricula: 2457926 
Polo: Juina-MT 
Data: 04\06\25 
 
 
 
 
 Juina -MT 
2 
 
Introdução 
 
O exame físico constitui uma etapa essencial no processo de cuidado em 
saúde, sendo não apenas um instrumento técnico de identificação de sinais e 
sintomas, mas também um momento privilegiado de escuta qualificada e de atenção 
sensível às singularidades de cada indivíduo. Este roteiro propõe uma abordagem 
sistematizada e humanizada dos principais procedimentos avaliativos empregados 
na prática clínica, fundamentando-se na premissa de que a competência técnica 
deve caminhar junto à empatia e ao respeito à pessoa assistida. 
 Inicialmente, contempla-se a compreensão da engenharia de ação de armas, 
temática de relevância particular nos contextos de urgência e emergência, onde o 
reconhecimento dos mecanismos de lesão se torna imprescindível para uma 
intervenção segura e eficaz, voltada à preservação da vida e da integridade física do 
paciente. 
Na sequência, aprofunda-se o estudo dos sinais vitais, indicadores clínicos 
fundamentais do estado fisiológico. A mensuração da pressão arterial, da frequência 
cardíaca e respiratória, da temperatura corporal e da saturação de oxigênio permite 
identificar, de maneira precoce, alterações hemodinâmicas e metabólicas que 
refletem o equilíbrio ou a instabilidade do organismo. 
A análise dos dados antropométricos em adultos revela-se igualmente 
indispensável, pois fornece subsídios para avaliar o estado nutricional, a composição 
corporal e os riscos associados a alterações metabólicas, contribuindo para uma 
compreensão ampliada e integrada da saúde. 
Dando continuidade, aborda-se a avaliação neurológica, essencial para 
detectar alterações funcionais do sistema nervoso central e periférico. A observação 
do nível de consciência, dos reflexos, da sensibilidade e da resposta motora oferece 
informações valiosas para a formulação de condutas que assegurem a autonomia, a 
segurança e o bem-estar do paciente. 
 
3 
 
A avaliação da região de cabeça e pescoço possibilita a identificação de 
alterações anatômicas e funcionais por meio da inspeção e palpação criteriosa de 
estruturas como olhos, ouvidos, cavidade oral, fossas nasais, linfonodos cervicais e 
glândulas, sempre com atenção à individualidade e ao conforto da pessoa em 
atendimento. 
No exame cardio-circulatório, busca-se avaliar a eficiência da função cardíaca 
e da perfusão tecidual, por meio da verificação dos pulsos periféricos, da ausculta 
cardíaca e da observação de sinais clínicos que possam indicar comprometimentos 
hemodinâmicos, com vistas à prevenção de agravos e ao manejo adequado das 
condições detectadas. 
A avaliação respiratória demanda olhar atento aos movimentos torácicos, aos 
sons pulmonares e à presença de desconforto respiratório, com o objetivo não 
apenas de identificar alterações, mas também de orientar intervenções que 
promovam alívio dos sintomas e suporte ventilatório apropriado. 
No que tange à avaliação abdominal, objetiva-se reconhecer sinais clínicos de 
alterações nos órgãos internos, como distensões, massas, dor localizada e 
manifestações sugestivas de processos infecciosos ou inflamatórios, sempre com 
abordagem acolhedora e respeitosa aos limites do paciente. 
Inclui-se também a avaliação clínica das mamas, procedimento relevante para 
a detecção precoce de alterações, bem como para o fortalecimento das práticas de 
autocuidado, da prevenção e da promoção da saúde. 
Adicionalmente, contempla-se o exame dos órgãos genitais externos 
femininos e masculinos, os quais devem ser conduzidos com rigor técnico, 
sensibilidade ética e empatia, reconhecendo-se a vulnerabilidade envolvida e a 
necessidade de criar um ambiente seguro e respeitoso que favoreça a confiança e o 
acolhimento. 
Por fim, a avaliação do sistema urinário possibilita a identificação de sinais e 
sintomas indicativos de disfunções, infecções ou desconfortos, contribuindo para um 
diagnóstico. 
clínico mais preciso e, sobretudo, para a consolidação de um cuidado integral, 
centrado nas necessidades e no contexto de vida de cada paciente. 
4 
 
Roteiro 01 
 
Higienização das Mãos e Técnica de Calçamento de Luvas Estéreis 
A higienização adequada das mãos constitui uma das estratégias mais 
eficazes na prevenção e controle de infecções, sobretudo em ambientes 
assistenciais. Essa prática pode ser classificada em duas modalidades principais, 
conforme a situação clínica e a condição visível das mãos. 
1. Lavagem das mãos com água e sabão (higiene simples) 
Indicada principalmente quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou 
após o uso de sanitários, essa forma de higienização envolve os seguintes passos: 
Remover adornos como anéis, pulseiras e relógios; 
Molhar as mãos com água corrente; 
Aplicar quantidade suficiente de sabão; 
Ensaboar cuidadosamente todas as superfícies das mãos, incluindo palmas, 
dorso, espaços interdigitais, polegares, pontas dos dedos e punhos; 
Friccionar por, no mínimo, 40 a 60 segundos; 
Enxaguar abundantemente com água; 
Secar com papel toalha descartável; 
Utilizar o papel toalha para fechar a torneira, quando necessário, a fim de 
evitar recontaminação. 
2. Higienização com preparação alcoólica (álcool etílico a 70%) 
Recomendada quando as mãos não apresentam sujeira visível, essa técnica 
apresenta alta eficácia antimicrobiana e deve seguir as etapas abaixo: 
 
 
 
5 
 
Aplicar entre 3 a 5 mL de álcool gel nas mãos; 
Friccionar todas as áreas das mãos — palmas, dorso, entre os dedos, 
polegares, pontas dos dedos e punhos — por, no mínimo, 20 a 30 segundos; 
Permitir a secagem natural do produto, sem o uso de papel ou enxágue com 
água. 
Técnica Asséptica para Calçamento de Luvas Estéreis 
A utilização de luvas estéreis é essencial em procedimentos invasivos ou 
cirúrgicos, devendo seguir rigorosamente os princípios da técnica asséptica, a fim de 
garantir a manutenção da esterilidade durante o manuseio. 
 Procedimento: 
Realizar a higiene das mãos conforme as orientações anteriormente 
descritas; 
Abrir o invólucro das luvas estéreis sobre uma superfície limpa, preservando a 
integridade asséptica do conteúdo; 
Com a mão dominante, segurar a luva correspondente à mão contrária pela 
face interna do punho (a qual estará em contato com a pele), calçando-a 
cuidadosamente sem tocar na parte externa. 
Com a mão já enluvada, introduzir os dedos sob a dobra da segunda luva, 
evitando contato com sua superfície externa, e calçá-la com atenção; 
Ajustar ambas as luvas tocando apenas superfícies estéreis, ou seja, parte 
externa com parte externa; 
Após o calçamento, evitar o contato com quaisquer superfícies não estéreis, 
de modo a manter a segurança do procedimento. 
 
 
 
 
6 
 
Roteiro 2 
 
Os sinais vitais são medidas básicas utilizadas para avaliar as funções vitais 
do corpo humano. Eles indicam o equilíbrio fisiológico do organismo e são 
essenciais na detecção precoce de alterações clínicas. 
 
1. Temperatura Corporal 
A temperatura corporal reflete o equilíbrio entre a produção e a perda de calor 
pelo corpo. Alterações podem indicar infecções ou problemas metabólicos. 
Valor normal (adulto): 36,0°C a 37,2°C 
Febre (hipertermia): acima de 37,8°C 
Hipotermia: abaixo de 35°C 
Locais de aferição: axilar (mais comum), oral, retal (mais precisa), timpânica 
(ouvido), frontal (testa) 
Instrumentos: termômetro digital, infravermelho ou de mercúrio (em desuso) 
Observação: A temperatura pode variar conforme o horário, atividade física, 
ingestão de alimentos ou medicamentos. 
2. FrequênciaCardíaca (Pulso) 
A frequência cardíaca é o número de batimentos do coração por minuto. 
Avalia a função cardíaca e circulatória. 
Valor normal (adulto em repouso): 60 a 100 batimentos por minuto (bpm) 
Taquicardia: > 100 bpm (pode indicar febre, ansiedade, dor, esforço físico, 
entre outros). 
Bradicardia: 20 rpm (respiração acelerada) 
Bradipneia: 0,90 
Mulheres > 0,85 
 
6. Dobras Cutâneas 
O que são: medem a espessura da gordura subcutânea em locais específicos 
(tríceps, abdome, coxa, etc.) 
 
Instrumento: adipômetro (compasso de dobras) 
 
Importância: estimam a porcentagem de gordura corporal 
 
7. Perímetros corporais 
Exemplos: circunferência do braço, da panturrilha, do pescoço 
 
Usos: avaliação de massa muscular, nutrição proteica e força 
 
易 Aplicações dos Dados Antropométricos 
Avaliação e acompanhamento nutricional 
 
Diagnóstico de obesidade, desnutrição e sarcopenia 
 
Cálculo de doses de medicamentos (ex: quimioterapia) 
 
13 
 
Planejamento de dietas e exercícios 
 
Triagem de riscos cardiovasculares e metabólicos 
 
Controle de crescimento e envelhecimento saudável 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 Roteiro 4 
PRINCIPAIS COMPONENTES DA AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 
1. Nível de consciência 
Avalia o estado de alerta e a resposta do paciente ao ambiente. 
Escala de Glasgow: mede a resposta ocular, verbal e motora (pontuação de 3 
a 15). 
15: alerta e orientado 
 
os principais aspectos que compõem a avaliação de cabeça e 
pescoço: 
1. Cabeça 
 Inspeção: 
O Forma e simetria do crânio. 
O Presença de lesões, hematomas, deformidades, alopecia ou massas. 
O Avaliação do couro cabeludo e cabelo (quantidade, distribuição, textura). 
 Palpação: 
O Sensibilidade, deformidadess ou massas óssea. 
O Palpação das articulações temporomandibulares (ATM): avaliar dor ou 
estalidos. 
2. Cara de Cara 
 Inspeção em Português 
O Simetria facia (buleira) 
O Presença de edema, lesões, erupções cutâneas, paralisia ou movimentos 
anormais. 
O Expressões faciais (ex: avaliação do nervo facial - VII par craniano). 
 
 
19 
 
3. Olhos em Portugal 
 Inspeção externa: 
O Pálpebras, cílios, esclera, conjuntivas. 
O Presença de icterícia, hiperemia, secreções. 
 Testes funcionais básicos: 
O Acuidade visual (teste de Snellen). 
O Reflexo pupilar (resposta à luz e ac 
O Movimentos oculares (pares cranianos III, IV e VI). 
4. Ouvidos em 
 Inspeção e palpação: 
O Aurículas e região retroauricular. 
O Presença de secreções, dor, lesões ou deformidades. 
 Otoscopia : 
O Avaliação do conduto auditivo externo e membrana timpânica. 
 Testes de audição: 
O Teste de Rinne e Weber com diapasão. 
5. Nariz e seios paranasais 
 Inspeção externa e interna: 
O Simetria, desvio de septo, presença de pólipos, secreções ou 
sangramentos. 
O Palpação dos seios maxilares e frontais para dor à percussão. 
6. Boca e orofaringe 
 Eu a vi um: 
O Lábios, mucosa oral, língua, dentes, gengivas, palato, úvula e amígdalas. 
20 
 
O Presença de lesões, placas, halitose ou alterações da cor da mucosa. 
 Avaliação do nervo hipog 
O Movimentos da língua. 
7. Pescoço (Tradução) 
 Inspeção : 
O Simetria, tônus muscular, presença de massas, abaulamentos ou retrações. 
 Palpação em: 
O Glândula tireoide (aumento, nódulos, sensibilidade). 
O Linfonodos cervicais (localização, tamanho, mobilidade, consistência, dor). 
O Traqueia (centralização ou desvio). 
O Glândulas parótidas e submandibulares. 
 Movimentos cervicais: 
O Amplitude de movimento, dor, rigidez. 
Importância Clíni (Importâncias) 
A avaliação de cabeça e pescoço é essencial para detectar: 
 Infecções 
 Neoplasias 
 Distúrbios endócrinos 
 Doenças neurológicas: como paralisia facial periférica (ex: paralisia de 
Bell). 
 Distúrbios linfáticos: linfadenopatias podem indicar infecção ou 
malignidade. 
 
 
21 
 
 ROTEIRO: 06 
AVALIAÇÃO CARDIOCIRCULATÓRIA 
 
A avaliação cardiocirculatória é um procedimento clínico essencial utilizado 
para investigar o funcionamento e a integridade do sistema cardiovascular, que 
compreende o coração e os vasos sanguíneos. Seu principal objetivo é identificar 
alterações ou disfunções, sejam elas de origem fisiológica ou patológica, permitindo 
um diagnóstico preciso e, quando necessário, a intervenção precoce. 
Esse processo pode ser conduzido por meio de abordagens clínicas, 
laboratoriais e com o auxílio de exames complementares. Entre os principais 
componentes dessa avaliação, destacam-se: 
 Anamnese e exame físico: A etapa inicial envolve uma escuta atenta aos 
relatos do paciente, considerando sintomas como falta de ar (dispneia), dor no peito, 
palpitações e cansaço. O exame físico inclui a ausculta cardíaca, a aferição da 
pressão arterial e a avaliação dos pulsos periféricos, oferecendo os primeiros 
indícios sobre o estado cardiovascular. 
 Exames laboratoriais: Substâncias como as troponinas, o peptídeo 
natriurético tipo B (BNP) e o perfil lipídico fornecem informações relevantes sobre 
possíveis lesões no músculo cardíaco, insuficiência cardíaca ou alterações 
metabólicas, como dislipidemias. 
 Exames de imagem e testes funcionais: 
o Eletrocardiograma (ECG): Permite analisar a atividade elétrica do coração, 
sendo fundamental para a detecção de arritmias, isquemias e outras anormalidades. 
o Ecocardiograma: Utiliza imagens em tempo real para observar a estrutura 
e a função cardíaca, avaliando válvulas, cavidades e a fração de ejeção. 
o Teste ergométrico: Avalia o desempenho do sistema cardiovascular 
durante o esforço físico, sendo útil tanto na detecção de doença arterial coronariana 
quanto na análise da capacidade funcional. 
22 
 
o Holter e MAPA: Monitoram continuamente, ao longo de 24 horas, a 
atividade elétrica cardíaca e a pressão arterial, respectivamente, identificando 
alterações que possam passar despercebidas em exames pontuais. 
 Avaliação hemodinâmica invasiva: Em casos específicos, pode ser 
necessário realizar o cateterismo cardíaco, que permite o estudo direto das artérias 
coronárias e das pressões nas câmaras cardíacas, sendo um exame de grande 
precisão diagnóstica. 
A avaliação cardiocirculatória representa, portanto, um recurso indispensável 
tanto na prevenção quanto no diagnóstico e acompanhamento de doenças 
cardiovasculares. Dada sua relevância, especialmente frente à alta taxa de 
morbimortalidade associada a essas condições, sua realização cuidadosa é um 
passo essencial na promoção da saúde e na melhoria da qualidade de vida dos 
pacientes. 
Manifestações clinicas 
A avaliação cardiocirculatória constitui um componente essencial da prática 
clínica, sendo fundamental para a identificação de sinais e sintomas associados a 
doenças cardíacas e vasculares. A seguir, detalham-se os principais quadros 
clínicos observados nesse contexto, com ênfase em suas características 
diagnósticas: 
Dor torácica 
Trata-se de uma sensação de dor ou desconforto localizada no tórax, com 
possibilidade de irradiação para o braço esquerdo, mandíbula, pescoço ou dorso. A 
dor torácica é frequentemente relacionada à doença arterial coronariana (DAC) ou 
ao infarto agudo do miocárdio (IAM). Aspectos clínicos relevantes incluem o tipo de 
dor (pressão, queimação), sua duração, os fatores desencadeantes (como esforço 
físico ou estresse emocional) e os fatores de alívio, tais como repouso ou 
administração de nitratos. 
 Dispneia (falta de ar) 
Refere-se à sensação de dificuldade respiratória, sendo um sintoma comum em 
condições como insuficiência cardíaca, valvopatias e miocardiopatias. A dispneia 
pode manifestar-se de diferentes formas: 
23 
 
 De esforço: desencadeada por atividades físicas leves ou moderadas. 
 Ortopneia: ocorre ao se deitar, aliviando-se com a elevação do tronco. 
 Dispneia paroxística noturna: caracteriza-se por episódios súbitos de 
dificuldade respiratória durante o sono, que levam o paciente a despertar com 
sensação de sufocamento. 
 Palpitações 
Consistem na percepção consciente dos batimentos cardíacos, que podem ser 
descritos como acelerados, intensos ou irregulares. São comumente associadas a 
arritmias, como fibrilação atrial, extrassístoles e taquicardias. A presença de 
palpitações pode indicar alterações no ritmo ou na condução elétrica do coração, 
sendo, portanto, um sinal clínico relevante. 
 Edema periférico 
Caracteriza-se pelo acúmulo anormal de líquido nos tecidos, especialmente nos 
membros inferiores, como tornozelos e pés. Está frequentemente relacionado à 
insuficiência cardíaca direita ou à retenção hídrica. O edema costuma ser mole e 
depressível à digitopressão, sendo um indicativo importante de sobrecarga volêmica. 
 Síncope e pré-síncope 
A síncope corresponde à perda súbita e transitória da consciência, enquanto a pré-
síncope refere-se à sensação iminente de desmaio. Esses sintomas podem decorrer 
de arritmias, obstruções ao fluxo sanguíneo ou hipotensão ortostática. Em 
determinados casos, especialmente quando associados a cardiopatias estruturais, 
podem representar risco elevado de morte súbita. 
 Cianose e palidez 
A cianose é definida pela coloração azul-arroxeada da pele e/ou mucosas, indicando 
hipóxia tecidual. Já a palidez corresponde à redução da coloração cutânea, 
sugerindo perfusão periférica inadequada. Ambas podem ser manifestações de 
choquecardiogênico, insuficiência cardíaca avançada ou cardiopatias congênitas. 
 Alterações dos sinais vitais 
A presença de hipotensão ou hipertensão arterial, taquicardia, bradicardia, bem 
como pulso irregular ou de baixa amplitude, são alterações que frequentemente 
24 
 
acompanham distúrbios cardiocirculatórios e merecem avaliação criteriosa no exame 
físico, pois fornecem indícios relevantes para o diagnóstico e estratificação de risco 
dos pacientes. 
 
Inspeção 
 
A inspeção é basicamente o ato de olhar com atenção o paciente. É como se o 
profissional de saúde fosse um “detetive visual”, observando tudo que o corpo 
mostra, de forma bem cuidadosa e detalhada. 
 A cor da pele — se está muito pálida, azulada (cianose), amarelada 
(icterícia). 
 A presença de feridas, manchas, machucados ou sinais de inflamação. 
 Deformidades no corpo, inchaços (edema), assimetrias no corpo ou 
movimentos involuntários, como tremores. 
Tudo isso acontece num lugar bem iluminado, para que nada passe 
despercebido. E, claro, o paciente precisa estar com roupas que permitam essa 
visualização, tipo a parte do corpo que será examinada descoberta. 
 
A inspeção ajuda a identificar sinais visuais que indicam problemas de saúde. Por 
exemplo, uma pele azulada pode mostrar falta de oxigênio, a icterícia pode indicar 
problemas no fígado, e o edema pode ser sinal de coração ou rins comprometidos. 
Além disso, a inspeção ajuda o médico a decidir quais exames fazer depois e pode 
evitar procedimentos mais invasivos, porque já dá uma boa ideia do que está 
acontecendo só de olhar. 
Palpação 
A palpação é a técnica de tocar, sentir e “investigar” com as mãos o corpo do 
paciente. É como se as mãos fossem usadas para descobrir coisas que os olhos 
não conseguem ver, como textura, temperatura, se está duro ou mole, se dói, etc. 
O profissional usa diferentes partes da mão, como as pontas dos dedos, a palma ou 
a borda, para explorar a região que quer examinar. Ele pode apertar com leveza ou 
25 
 
pressionar mais fundo, dependendo do que precisa sentir. 
Tem palpação superficial, para ver se a pele está sensível ou diferente, e palpação 
profunda, que serve para sentir órgãos internos, nódulos ou possíveis massas. 
 Palpar o pulso para sentir batimentos. 
 Palpar os linfonodos (ínguas) para ver se estão aumentados ou doloridos. 
 Palpação da barriga para encontrar dores, inchaços ou órgãos maiores do 
que o normal. 
 
A palpação permite identificar coisas que não aparecem só de olhar, como inchaços 
iniciais, dores localizadas, consistência anormal de tecidos ou se uma massa está 
fixa ou se mexe. 
Ela ajuda a delimitar exatamente onde está o problema e como ele é, ajudando o 
médico a entender melhor o que está acontecendo e a decidir os próximos passos 
para o diagnóstico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
26 
 
ROTEIRO 07 
AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA 
 
A avaliação respiratória constitui uma etapa essencial na prática clínica, 
sendo indispensável para a identificação de disfunções pulmonares e para o 
direcionamento de condutas terapêuticas. Esse processo é composto por diversas 
fases complementares que, em conjunto, oferecem uma visão abrangente da 
condição respiratória do paciente. 
A anamnese clínica é o ponto de partida da avaliação e envolve uma 
entrevista detalhada que contempla as queixas respiratórias atuais, o histórico de 
doenças pulmonares prévias (como asma, DPOC e pneumonia), alergias, 
tabagismo, além de aspectos familiares, ocupacionais e uso de medicamentos ou 
tratamentos anteriores. 
A inspeção, realizada por meio da observação visual, permite avaliar a 
frequência e o padrão respiratório, o uso de musculatura acessória, sinais de esforço 
respiratório como tiragem intercostal e batimento de asa do nariz, além de 
alterações como cianose e deformidades torácicas, como o tórax em tonel, 
característico da DPOC. 
A palpação é empregada para examinar a expansibilidade torácica, 
identificando possíveis assimetrias, e para detectar o frêmito toracovocal, cuja 
presença ou ausência pode indicar alterações como consolidação pulmonar, 
derrame pleural ou pneumotórax. 
A percussão, realizada com os dedos sobre a parede torácica, permite avaliar 
a sonoridade pulmonar. Sons normais indicam pulmões arejados, enquanto macicez 
pode sugerir consolidação ou derrame pleural, e o timpanismo pode estar associado 
à hiperinsuflação pulmonar ou pneumotórax. 
A ausculta pulmonar, feita com estetoscópio, visa identificar os sons 
respiratórios, como murmúrios vesiculares (normais), estertores (comuns em 
pneumonia e fibrose), sibilos, roncos (associados à presença de secreções) e atrito 
pleural, indicativo de inflamação da pleura. 
27 
 
A avaliação funcional pode incluir exames como espirometria, oximetria de 
pulso (para medir a saturação de oxigênio), gasometria arterial e testes de esforço, 
como o teste de caminhada de seis minutos, que mede a tolerância ao exercício. 
Além disso, o uso de escalas clínicas, como a escala de Borg para dispneia e 
a classificação GOLD para DPOC, contribui para a padronização e o 
acompanhamento da evolução clínica. 
A avaliação respiratória permite o diagnóstico precoce de alterações 
pulmonares, o monitoramento da progressão de doenças respiratórias e o 
embasamento para intervenções terapêuticas adequadas. Sua aplicação eficaz 
reduz complicações, especialmente em pacientes críticos hospitalizados, como os 
internados em unidades de terapia intensiva (UTI). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
28 
 
ROTEIRO 08 
AVALIAÇÃO ABDOMINAL 
 
A avaliação abdominal, ela é feita com o paciente deitado, e costuma seguir 
quatro etapas principais: 
1. Inspeção 
O profissional observa a aparência da barriga — se está inchada, se há 
cicatrizes, veias aparentes, movimentos estranhos ou qualquer alteração visível. Às 
vezes, só de olhar, já dá pra perceber sinais importantes. 
2. Ausculta (Ausculta) 
Aqui, o estetoscópio entra em cena. O profissional escuta os sons produzidos 
pelo intestino (os chamados “ruídos hidroaéreos”). Esses sons dizem muito: se estão 
aumentados, pode ser sinal de diarreia; se estão ausentes, pode haver algo mais 
sério, como uma obstrução intestinal. 
3. Palpação 
É o famoso “apertar a barriga”. De forma delicada, o profissional pressiona a 
região abdominal para verificar se há dor, massas, rigidez ou outros sinais que 
possam indicar problemas. Existem dois tipos: a palpação superficial (mais leve) e a 
profunda (mais intensa). 
4. Percussão 
Nessa etapa, o profissional dá leves batidinhas na barriga com os dedos para 
perceber se há acúmulo de ar, líquidos ou massas. Cada som tem um significado e 
ajuda a formar o diagnóstico. 
Para uma boa avaliação, é bom: 
 Estar relaxado; 
 Deitado (mas sempre com privacidade e respeito); 
 Ter esvaziado a bexiga, se; 
29 
 
 Avisar o profissional se com dor que se se sentir desconforto. 
 A dor na namalha, sem dúvida, um dos sintomas mais comum como as 
pessoas, corsé, mas ela ter causa muitas diferentes. Nem toda dor abdominal é 
igual, e o entendela, a localização e a ajuda é um meio de-mail descobrir a que está 
acontecendo. 
dor difusa: 
a dor não ficar em um ponto, mas espalhada por toda a barriga. Isso pode acontecer 
causa de gases,ções no no-sujo não é das infecções dime que aícara áreas. 
Dor 
 Dor no lado inferior direito ser sinal de apendicite (inflamação do apêndice). 
 Dor no superior do lado direito estar à vesícula biliar ou ao fígado. 
Além disso, um dor pode no in dam-sete - quesor pode pode, uma cólica forte 
ou dar pontadas - e cada tipo melhor ajudar melhor a origem a problema. 
 Náuseas e vômitos 
Sentir vontade de vomitar ou vomitar realmentear na algo no estômago ous no 
intestino não está direito. 
Mudanças no intestino 
 Diarreia: fezes líquidas e as frequentes e as frequentes, que podem ser 
causada por infecçõesou inflamações. 
 Constipação: dificuldade para ir ao banheiro ou fazer pouco volume, que 
pode ser uma serena de obstrução ou de problemas. 
 Sangue nas fezes: sempre um sinal de alerta, pois pode indicar lesões ou 
inflama queções queções é investigação. 
Febre 
Perda de apetite e emagrecimento: 
Sensação de peso ou cheia: 
Muita gente sente a barriga pesada ou cheia mesmo sem ter comido muito, o que 
pode ser causado por problemas digestivos ou acúmulo de líquidos.Massa ou 
30 
 
nódulo 
 Ao tocar a barriga, o profissional pode sentir uma “bolinha” ou uma área mais 
dura, que pode ser um cisto, tumor ou algum órgão aumentado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
31 
 
ROTEIRO 09 
EXAME CLINICO DAS MAMAS 
ANAMNESE 
No início do exame, o médico conversa com a paciente para entender melhor 
sua história de saúde. Ele pergunta sobre informações pessoais e familiares 
importantes, além dos sintomas que a paciente possa estar sentindo, como dor nas 
mamas, presença de nódulos, saída de secreção pelo mamilo, uso de 
medicamentos, idade em que teve a primeira menstruação (menarca), se já entrou 
na menopausa, entre outros detalhes que ajudam a montar um panorama completo 
da saúde mamária. 
Inspeção 
A paciente fica sentada ou em pé, em uma posição confortável, para que o 
médico possa observar as mamas com atenção. Ele avalia: 
 Se as mamas estão simétricas, ou seja, se são do mesmo tamanho e 
formato; 
 Alterações na pele, como verrugas, feridas, retrações (afundamentos), 
inchaços (edema) ou uma textura que lembra a casca de laranja; 
 Mudanças no mamilo, como se ele está retraído (puxado para dentro), se 
houve uma inversão recente ou se há saída de algum tipo de secreção; 
 Se semente massa ou caroço visível. 
Às vezes, o médico pede para a paciente fazer alguns movimentos, como 
levantar os braços, pressionar as mãos contra os quadris ou inclinar o corpo para 
frente. Esses gestos ajudam a destacar possíveis alterações na pele ou no formato 
das mamas. 
Palpação 
Com a paciente deitada, o médico examina cuidadosamente toda a mama, 
incluindo as regiões próximas, como a parte superior do tórax (quadrante superior 
32 
 
externo) e a axila. A paciente posiciona o braço do lado examinado atrás da cabeça 
para facilitar a palpação. 
O médico usa as pontas dos dedos para fazer movimentos circulares, 
sentindo qualquer nódulo, área endurecida ou dolorosa. Ele também verifica os 
linfonodos da axila para perceber se estão aumentados ou com alguma alteração. 
Exame dos Mamilos 
O médico suavemente o mamilo verificar para se sai se sai secreção, 
observando um cor e quantidade, pois o pois isso é indicar pode alteração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
33 
 
ROTEIRO 10 
EXAME CLINICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS FEMININOS 
 
1. Inspeção da região externa (genitália externa) 
Aqui, o médico vai observar com cuidador uma parte externa dos genitais 
femininos - isso inclui os maior pequenos, lábios, o o clitóris, uma região ao da da 
entrada da vagina (vestíbulo), auretra (por sai a urina) e o períneo (área entre vagina 
e o-nus). 
O objetivo é ver se está tudo saudável, verificando se há alguma ferida, inflamação, 
secreção diferente, caroços ou sinais que possam indicar uma infecção. Essa etapa 
é bem importante porque muitas condições começam mostrando sinais visíveis na 
parte externa. 
2. Exame especular (com espécu 
Aqui, o médico usa um instrumento chamado espéculo, que ajuda a abrir a 
suamos como as paredes da vagina para ver a ar de interior, útero o colo do. 
Ele vai observar a cor e o aspecto da mucosa (a “pele” interna) da vagina e do colo, 
procurando por secreções anormais, lesões, ou sinais de inflamação. 
Se necessário, o médico pode aproveitar para colher um pouco de material para 
exames, como o Papanicolau, que ajuda a identificar células que podem estar com 
alterações ou indicar infecções. 
3. Toque vaginal 
Nesta etapa, o médico inse dois dedos na vagina para sentir o colo do colo e 
outras úteros internas, como os osso e as trompas. 
Com a outra mão, ele pressiona suavemente a barriga para sentir o útero por fora. 
Assim, ele consegue avaliar o tamanho, formato, se está sensível ou se há algum 
nódulo ou massa que não deveria estar ali. 
É um exame importante para perceber qualquer alteração que não apareça só 
olhando. 
 
 
34 
 
4. Toque retal 
Quando o médico precisa de uma avaliação completa mais, ele fazer um 
exame pelo reto para sentir que os na pelve, a alterações o toque de uma parada 
criança não alcança bem. 
Isso é feito com muito cuidado e apenas quando necessário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ROTEIRO 11 
 
EXAME CLINICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS MASCULINOS 
 
Preparação e ambiente 
 Deve ser feito em ambiente privado, com iluminação adequada. 
 O paciente deve ser informado sobre cada etapa, garantindo conforto e 
consentimento. 
 Em geral, o paciente fica em posição ortostática (em pé) e em decúbito 
dorsal (deitado) em determinados momentos. 
2. Inspeção em Português 
a) Púbis 
 Avaliação de pelos pubianos (distribuição, infestação por parasitas como 
piolhos ou lêndeas). 
 Presença de lesões de pele, irritações ou massas. 
b) Pênis 
 Prepúcio em (se presente): deve ser retraído para inspeção da glande. 
 Glande (é Glande 
 Meato uretral: verificação de estenose, secreção, inflamação. 
 Presença de placas, curvaturas (ex. doença de Peyronie). 
c) Bolsa escrotal 
 Avaliação da simetria, coloração da pele, lesões, edema, espessamento, 
variações de temperatura. 
 Presença de massas, úlceras ou sinais inflamatórios. 
36 
 
3. Palpação 
a) Os testículos 
 Palpação cuidadosa de cada testículo, com avaliação de: 
o Tamanho, consistência, sensibilidade, presença de nódulos. 
o Assimetria ou ausência testicular (criptorquidia). 
o Dor à palpação (epididimite, orquite). 
b) Epidídimos 
 Localizados na parte posterior do testículo. 
 Devem ser diferenciados de massas testiculares. 
 Avaliação de espessamento, dor ou nódulos. 
c) Cordões espermáticos 
 Palpação do cordão espermático (superior ao testículo), que inclui o ducto 
deferente e vasos. 
 Avaliação de varicocele (dilatação venosa, sensação de "saco de 
minhocas", mais comum à esquerda). 
 Verificação de hérnias inguinais ou escrotais durante manobras de esforço 
(ex: pedir ao paciente para tossir). 
d) Transiluminação 
 Técnica complementar usada quando há massa escrotal. 
 Uma fonte de luz é posicionada atrás do escroto: 
o Se a luz atravessa (transilumina), é provável que o conteúdo seja líquido 
(ex: hidrocele). 
o Se não atravessa, pode ser uma massa sólida (tumor). 
 
 
37 
 
 
4. Exame herniário 
 Avaliação da presença de hérnias inguinais ou femorais. 
 Pode ser necessário inserir o dedo indicador no canal inguinal e pedir para o 
paciente tossir. 
5. Exame digital da próstata (quando indicado) 
 Embora não faça parte dos genitais externos, em homens acima de 40-50 
anos ou com sintomas urinários, é comum incluir o exame retal para avaliar a 
próstata 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
38 
 
ROTEIRO 12 
AVALIAÇÃO DO SISTEMA URINÁRIO 
A avaliação do sistema urinário constitui um componente fundamental da 
prática clínica, sendo indispensável para a detecção precoce de alterações 
funcionais renais, infecções do trato urinário, distúrbios estruturais e condições 
metabólicas que comprometem esse sistema. Essa análise envolve uma abordagem 
multifacetada, que inclui entrevista clínica, exame físico detalhado, exames 
laboratoriais e procedimentos de imagem. 
1. Anamnese (Histórico Clínico) 
A anamnese representa o ponto de partida na investigação diagnóstica, 
permitindo ao profissional de saúde direcionar a conduta de maneira mais eficaz. 
Devem ser abordados aspectos como: 
 Alteraçõesna frequência urinária, incluindo poliúria, oligúria e anúria; 
 Sensação de urgência e dor durante a micção (disúria); 
 Presença de noctúria, caracterizada pela necessidade de urinar durante o 
período noturno; 
 Episód (písódio 
 Mudanças na coloração da urina, como hematúria ou urina turva e 
escurecida; 
 Dor em região lombar ou abdominal; 
 Antecedentes de infecções urinárias recorrentes; 
 Uso de fármacos 
 Padrões alimentares e consumo 
 Presença de comorbidades crônicas, como hipertensão arterial sistêmica e 
diabetes mellitus. 
 
 
39 
 
2. Exame Físico 
O exame físico visa complementar os dados obtidos na anamnese, permitindo 
a identificação de sinais clínicos relevantes: 
 Inspeção abdominal : avaliação de distensão ou presença de massas; 
 Palpação e percussão: investigação de dor na região lombar, sendo o sinal 
de Giordano positivo indicativo de pielonefrite ou nefrolitíase; 
3.Avaliação Abdominal 
Os exames laboratoriais oferecem dados objetivos essenciais para a análise 
funcional do sistema urinário: 
 Urina tipo I (EAS): fornece informações sobre características físico-
químicas e elementos anormais, como proteínas, glicose, hemácias, leucócitos e 
bactérias; 
 Urocultura: identifica infecções urinárias e permite a determinação do 
agente etiológico; 
 Dosagem de creatinina sérica: parâmetro básico para avaliação da função 
renal; 
 Clearance de creatinina: cálculo da taxa de filtração glomerular (TFG), 
essencial para estimar o grau de função renal; 
 Exames laboratoriais complementares: dosagem de eletrólitos (sódio, 
potássio) e exames hormonais, dependendo do quadro clínico. 
4. Exames de Imagem 
Os exames por imagem papel central na identificação de anomalias e des 
 Ultrasson trato do urinário 
 Tomografia computadorizada (TC): indicada para investigação de 
cálculos, massas ou alterações anatômicas mais complexas; 
 Ressonância magnética 
 Urografia excretora ou por TC 
40 
 
 Cistoscopia: método endoscópico para visualização direta da uretra e 
bexiga, utilizado especialmente na investigação de sintomas urinários persistentes 
ou presença de lesões. 
5. Exames Funcionais Específicos 
Em determinadas situações clínicas, são necessários exames especializados 
para elucidar o diagnótisco. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
41 
 
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