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AMANDA PEREIRA DA SILVA PORTO VELHO-RO 2025 Projeto integrado a síntese de gestão hospitalar: Trabalho de gestão hospitalar apresentado a Unopar, como requisito parcial de nota para obtenção de média bimestral da disciplina de projeto integrado síntese gestão hospitalar. PORTO VELHO-RO 2025 INTRODUÇÃO Garantir a eficiência, qualidade e segurança dos serviços prestados aos pacientes, otimizando recursos e promovendo um ambiente seguro e de qualidade para pacientes e profissionais. Isso envolve administrar todos os processos, desde os assistenciais até os administrativos, para que o hospital funcione de forma eficaz e sustentável. DESENVOLVIMENTO Gestão de Recursos Humanos: Envolve o recrutamento, treinamento do profissional de para a qualificação dos funcionários do hospital. Gestão Financeira: Administra e faz o planejamento e controle dos recursos financeiros da instituição, incluindo orçamento, faturamento, gestão de custos, cobrança e prestação de contas. Além de realizar a compra de novos equipamentos e investir em infraestrutura. Gestão de Processos: Refere-se à otimização dos fluxos de procedimentos, aumentar a agilidade do trabalho, reduzir desperdícios e eliminar erros. Isso pode incluir a implementação de sistemas de gestão de qualidade, padronização de protocolos clínicos, automação de processos e monitoramento de indicadores de desempenho. Gestão da Qualidade e Segurança: garante que os serviços de saúde prestados atendam os padrões de qualidade e segurança. Envolvendo a implementação de políticas e regulamento para prevenir erros médicos, infecções hospitalares, e garantir a precisão dos diagnósticos e tratamentos. Gestão de Tecnologia da Informação: Compreende a utilização de sistemas de informação para melhorar comunicação interdepartamental e a integração de dados clínicos. Isso inclui a implementação de prontuários eletrônicos, sistemas de gestão hospitalar, telemedicina e análise de dados para suporte à decisão. Gestão de Relacionamento com o Paciente: A relação desde o agendamento de consultas até a alta hospitalar, incluindo a comunicação, o respeito à privacidade e o fornecimento de informações claras sobre o tratamento e os procedimentos. 1 ATIVIDADE Quais instituições de saúde estão presentes em seu município? No município de Porto velho estão presentes instituições de saúde como por exemplo Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro é o maior hospital da Rede de Atenção à Saúde do Estado de Rondônia, atende pacientes procedentes dos todos os municípios do Estado e de outros estados, como Amazonas e Acre, além de países próximos à Bolívia. Está localizado em Porto Velho e é referência para as cinco redes temáticas de atenção à saúde: a Rede Cegonha, Rede de Atenção às Urgências e Emergências, Rede de Atenção Psicossocial, Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência e a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas. Possui 600 leitos para assistência de média e alta complexidade, nas especialidades médicas com diagnósticos laboratoriais e radiológicos e Centro Cirúrgico com 13 salas. É um importante campo formador profissional na área de Saúde, com internato para os cursos de medicina, estágios supervisionados para os cursos de enfermagem, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, odontologia, farmácia, psicologia, serviço social, técnico em enfermagem e técnico em radiologia. Oferece residência médica na área de ortopedia e traumatologia, pediatria, cirurgia geral, clínica médica, ginecologia e obstetrícia, neonatologia, pediatria, urologia e cirurgia plástica. Somados, os campos para práticas acadêmicas totalizam 1.133 vagas. O hospital de Base Dr. Ary Pinheiro é destaque na realização do serviço de Hemodinâmica, cirurgias Bariátricas e cirurgias Cardíacas. Hospital João Paulo II O Hospital Estadual e Pronto Socorro João Paulo II é a unidade de urgência e emergência, referência nas especialidades de traumatologia e ortopedia, cirurgia reparadora, cirurgia vascular, cirurgia geral, terapia intensiva, neurologia e neurocirurgia, fisioterapia, bucomaxilofacial, diagnóstico por imagem, endoscopia, hemodinâmica, hemoterapia, laboratório clínico, oncologia, cardiovascular e cardiologia, oftalmologia, renal crônica, pneumologia, medicina intensiva e anestesiologia. O Hospital Infantil Cosme e Damião É o único hospital pediátrico do Estado de Rondônia, oferece serviços médicos hospitalares em diversas especialidades, de diagnóstico à terapêutica, por meio de procedimentos de assistência ao tratamento clinico e cirúrgico. A Unidade é referência para os 52 municípios e áreas fronteiriças, como os estados do Amazonas, Mato Grosso, Acre e países vizinhos, como a Bolívia. A unidade conta com 140 leitos distribuídos nas Clínicas Cirúrgicas (ortopedia, cardiologia, nefrologia e cirurgia geral), Médica (doenças respiratórias, observação, neonatologia, isolamento), UTI pediátrica e emergência. Centro de Medicina Tropical de Rondônia – Cemetron Centro de Medicina Tropical de Rondônia, hospital de médio porte é referência estadual para atendimento de doenças infectocontagiosas e tropicais. Dispõe de 100 leitos hospitalares, divididos em: 42 de clínica médica masculina, 24 de isolamento, 18 de clínica médica feminina, 09 de ambulatórios e 07 leitos de UTI, para atender todo o Estado de Rondônia e demais estados próximos à região, inclusive países vizinhos como Bolívia, Colômbia e Peru. Policlínica Oswaldo Cruz Policlínica Oswaldo Cruz é uma unidade de atendimento ambulatorial especializado em média e alta complexidade, referência para a população dos 52 municípios além dos estados do Acre, Mato Grosso, Amazonas e do país vizinho, a Bolívia. Com 28 especialidades médicas, oferta atendimentos de referência em Hanseníase, Gestação de Alto Risco, Assistência à Saúde do Idoso, Programa de Obesidade, serviço desenvolvido por equipe multidisciplinar integrado ao Hospital de Base Ary Pinheiro, e as demandas por cirurgia bariátrica, neurologia e neurocirurgia. Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de Rondônia – CEPEM O Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de Rondônia é uma unidade de Saúde, Ensino e Pesquisa que atua principalmente em estudos sobre malária e hepatites B, C e Delta. Além disso, estão sendo realizados trabalhos sobre as arboviroses (teste para vacina de dengue), diarreia infantil, infecções agudas respiratórias, enteropasitoses em portadores de HIV/Aids e estudos biotecnológicos para busca de novas drogas e fitoterápicos. Qual o município de referência para o atendimento em saúde na região em que você reside? A cidade de porto velho é referência em atendimento a saúde o Hospital de Base, uma instituição de grande porte que oferece serviços médicos e hospitalares. Com uma equipe multidisciplinar qualificada, o Hospital de Base atende pacientes em diversas especialidades médicas, incluindo cirurgia geral, cardiologia, oncologia, neurologia, entre outras, banco de olhos, nefrologia, centro obstétrico. Além disso, o hospital possui uma estrutura de UTI adulto e pediátrica, além da UTI neonatal e centro cirúrgico. Além dos diversos hospitais citados anteriormente. Quais características torna este município referência em saúde? Porto velho se destaca como referência em saúde devido a várias características, tais como: Infraestrutura Hospitalar: A cidade conta com uma infraestrutura hospitalar robusta, com hospitais de grande porte, como o Hospital de Base que oferecem uma ampla gama de serviços médicos e tecnologia de ponta. Profissionais Qualificados: profissionais de saúde qualificados, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos e especialistas em diversas áreas, o que contribui para atendimento e tratamento dos pacientes. Pesquisa e Inovação: A cidade é um polo de pesquisa e inovação na área da saúde, com instituições de ensino superior e centros de pesquisa que promovem o desenvolvimento técnicas, tratamentos e tecnologias. Atendimento de Alta Complexidade: Além dos serviçosbásicos de saúde, oferece atendimento de alta complexidade em diversas especialidades, como oncologia, cardiologia, neurologia, entre outras, o que atrai pacientes de toda a região em busca de tratamento especializado. Rede de Atenção à Saúde: A cidade possui uma rede de atenção à saúde bem estruturada, que inclui unidades básicas de saúde, pronto-atendimento, hospitais e centros de especialidades, garantindo o acesso da população a serviços de saúde de qualidade em diferentes níveis de complexidade. Essas características fazem Porto Velho uma referência em saúde não apenas na região, mas também em todo o país, proporcionando atendimento de excelência e contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida da população. 2 ATIVIDADE 1. Diante da complexidade e dinâmica das necessidades de saúde em nossas comunidades, é fundamental explorar as perspectivas individuas para identificar lacunas e oportunidades de aprimoramento. Nesse contexto, convidamos você a refletir sobre a sua visão pessoal acerca dos serviços de saúde em seu município. Em particular, gostaríamos de saber qual serviço de saúde você considera necessário e que, ate o presente momento, ainda não está disponível. Sua contribuição desempenha um papel fundamental na busca por solução que possam impactar positivamente a qualidade e abrangência dos cuidados de saúde em nossa localidade. 2. Para auxiliar esta atividade você deve detalhar as etapas que compreendem o Desing Thinking. O Design Thinking geralmente é composto por cinco etapas: Empatia: Compreender as necessidades dos usuários, pacientes e profissionais de saúde. Definição: identificar o problema com uma definição clara e específica. Idealização: Gerar uma ampla gama de ideias para abordar o problema identificado, sem restrições. Prototipagem: Criar protótipos das soluções concebidas durante a fase de idealização Teste: Colocar os protótipos nas mãos dos usuários para obter feedback real e integrar sobre as soluções. Essas etapas são integrativas e podem se sobrepor, permitindo que equipes de desenvolvimento de serviços de saúde . 3 ATIVIDADE Criar uma Estrutura Analítica do Projeto (EAP). A EAP consiste na decomposição do trabalho necessário para a realização do projeto em pacotes de tarefas menores, organizados hierarquicamente de cima para baixo. Planejamento do Projeto de Gestão Hospitalar 1.1 Definição dos objetivos do projeto 1.2 Identificação das partes interessadas 1.3 Estabelecimento do cronograma do projeto 1.4 Alocação de recursos; Análise da Situação Atual do Hospital 2.1 Levantamento das necessidades do hospital 2.2 Análise das operações atuais 2.3 Identificação de áreas de melhoria; Desenvolvimento de Soluções de Gestão Hospitalar 3.1 Avaliação de sistemas de gestão hospitalar disponíveis 3.2 Customização de soluções para as necessidades específicas do hospital 3.3 Desenvolvimento de planos de implementação; Implementação e Integração de Soluções 4.1 Treinamento da equipe hospitalar 4.2 Instalação de sistemas de gestão 4.3 Migração de dados 4.4 Testes e ajustes; Monitoramento e Controle 5.1 Acompanhamento do progresso do projeto 5.2 Avaliação do desempenho dos sistemas implementados 5.3 Identificação e resolução de problemas 5.4 Gestão de mudanças 4 ATIVIDADE A busca por um sistema de saúde eficiente e adaptado às necessidades específicas de uma comunidade requer uma cuidadosa consideração sobre o modelo de gestão a ser adotado. Um sistema de saúde eficiente e adaptado às necessidades específicas de uma comunidade deve considerar um modelo de gestão que seja flexível, participativo e centrado no paciente. Um modelo de gestão descentralizado, onde as decisões são tomadas mais próximas da comunidade, permitindo uma resposta mais ágil e adequada às demandas locais. Isso promove um maior envolvimento dos profissionais de saúde e dos próprios membros da comunidade na gestão e na tomada de decisões, o que tende a resultar em melhores resultados de saúde a longo prazo. Além disso, a transparência e a prestação de contas são fundamentais para garantir a eficácia e a sustentabilidade do sistema de saúde, incentivando a participação ativa de todos os envolvidos. Ao adotar uma abordagem cuidadosa e estruturada para a mudança organizacional, os sistemas de saúde podem se adaptar de forma eficaz às necessidades em constante evolução da comunidade e proporcionar um melhor atendimento aos pacientes. 5 ATIVIDADE Na relação médico-paciente e hospital-paciente, a responsabilidade civil é regida por diversas normativas no Brasil. Algumas delas incluem: Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/2002): Estabelece os princípios gerais da responsabilidade civil, aplicáveis às relações entre médico e paciente, bem como entre hospital e paciente. Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990): Regula as relações de consumo, incluindo os serviços médicos prestados por profissionais e instituições de saúde. Prevê a responsabilidade objetiva dos fornecedores de serviços em caso de danos ao consumidor, o que inclui médicos e hospitais. Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.217/2018: Dispõe sobre as normas éticas para a relação entre médicos e pacientes, estabelecendo diretrizes para o exercício da medicina e o relacionamento entre profissional e paciente. Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 1.931/2009: Aborda questões éticas relacionadas à responsabilidade civil do médico, como o dever de informar o paciente sobre diagnóstico, prognóstico, riscos e tratamentos. Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) RDC nº 36/2013: Estabelece requisitos mínimos para funcionamento de serviços de saúde, incluindo hospitais, e regula as responsabilidades desses estabelecimentos em relação aos pacientes. Essas normativas, juntamente com a jurisprudência consolidada pelos tribunais brasileiros, orientam e regulam as relações entre médico e paciente, bem como entre hospital e paciente, no que diz respeito à responsabilidade civil na área da saúde. Um caso que ilustra uma situação de responsabilidade civil na área da saúde: Maria, uma paciente grávida, foi ao hospital para realizar um parto normal. Durante o trabalho de parto, houve uma demora significativa na realização da cesariana de emergência, mesmo diante de sinais de sofrimento fetal evidentes. Como resultado, o bebê nasceu com sequelas permanentes devido à falta de oxigênio durante o parto. Os pais do bebê moveram uma ação judicial contra o hospital e a equipe médica, alegando negligência e falha no dever de cuidado. Alegaram que os profissionais de saúde não agiram com a diligência e prontidão necessárias para garantir a segurança e saúde tanto da mãe quanto do bebê durante o parto. No tribunal, foram apresentadas evidências de que o protocolo para emergências obstétricas não foi seguido adequadamente e que a equipe médica não tomou as medidas necessárias para evitar danos ao bebê. O hospital e os profissionais de saúde foram considerados responsáveis pela demora na realização da cesariana e, como resultado, foram condenados a pagar uma indenização pelos danos causados ao bebê e à família. Este caso destaca a importância da responsabilidade civil na área da saúde e como a negligência ou falhas no dever de cuidado por parte dos profissionais e instituições médicas podem resultar em danos significativos aos pacientes e suas famílias. os elementos da relação de consumo presentes no caso, considerando aspectos como informação, vulnerabilidade do paciente, e prestação de serviços.Os gestores hospitalares têm a responsabilidade de desenvolver e implementar políticas e procedimentos claros e abrangentes que orientem as práticas clínicas e administrativas. Isso inclui protocolos para emergências médicas, consentimento informado dos pacientes, comunicação eficaz entre os membros da equipe e registro preciso de informações médicas. Garantir que essas políticas sejam atualizadas e seguidas ajuda a minimizar o risco de erros e negligência. Os gestores devem investir em programas deformação e treinamento contínuos para todos os membros da equipe hospitalar, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos e pessoal administrativo. Isso pode incluir treinamento em habilidades clínicas, ética profissional, comunicação eficaz com os pacientes e famílias, e o uso adequado de tecnologia médica. Profissionais bem treinados são menos propensos a cometer erros que possam levar a responsabilidade civil. Por fim, os gestores hospitalares devem garantir que a instituição possua um seguro de responsabilidade civil adequado para cobrir eventuais reclamações ou processos legais. CONCLUSÃO A gestão hospitalar está presente em todos os departamentos hospitalares. Visando a melhoria do atendimento, a diminuição de erros, supervisão de procedimentos operacionais, a organização institucional. REFERÊNCIAS https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://saude.riopreto.sp.gov.br/transparencia/modules/mastop_publish/%3Ftac%3DPain_Moni&ved=2ahUKEwjJp_rhiPCFAxVPqZUCHasjBboQFnoECA4QAQ&usg=AOvVaw0NobHvqoFUFBeHwfb6ksu8 PROJETO INTEGRADO BRASIL. Lei nº. 8.078, de 11 de setembro de 1990. Código de Defesa do Consumidor. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 139, n. 8, p. 1-74, 11 jan. 2002. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm BRASIL. RESOLUÇÃO CFM Nº 2.217/2018. Aprova o Código de Ética Médica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 1, novembro de 2018: Disponível em: https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2018/2217 image1.png