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TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS Maria Madalena de Souza Tavares PRÁTICA 1: APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELAS VIAS INTRAMUSCULAR E SUBCUTÂNEA OBJETIVO Capacitar os alunos na aplicação correta das técnicas de injeção intramuscular (IM) na região glútea e subcutânea (SC) na região abdominal, garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha correta do local anatômico e do ângulo de aplicação para cada via; As diferenças entre a absorção e o efeito das duas técnicas; O descarte adequado dos materiais biológicos. PRÁTICA 1: APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR METODOLOGIA 1. Abrir a embalagem da seringa de 5ml, utilizando o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel da embalagem; 2. Segurar a seringa firmemente pelo berço e retire a pétala, tocando em apenas uma das extremidades, colocando na bancada com a face estéril (branca) para cima; 3. Acoplar a agulha 25x7 com a seringa, tocando apenas na ponta do protetor da agulha e no cilindro, colocando-a dentro do berço; 4. Solicitar que o paciente (aluno) fique de pé; 5. Com uma bola de algodão embebido em álcool 70º fazer uma ampla assepsia, virando a bola de algodão a cada movimento; 6. Dividir a região dorso glútea em quatro quadrantes, delimitando o quadrante superior externo, a fim de determinar a área com maior segurança, o que possibilita um adequado distanciamento do trajeto do nervo ciático; Figura 1 – técnica para abrir a seringa. METODOLOGIA 7. Realizar a técnica em Z, tracionando a pele para baixo, introduzir a agulha com movimento firme em ângulo de 90° com o bisel lateralizado em direção às fibras musculares; 8. Soltar a pele, puxar o êmbolo; Caso reflua sangue na seringa, retirá-la. Fazer compressão local, trocar a agulha e puncionar outra região; 9. Não será injetado medicamento, apenas realizado a punção; 10. Terminada a simulação da aplicação, firmar a região com a bola de algodão e retirar a seringa. Em caso de sangramento, fazer compressão local; 11. Descartar a seringa com agulha (sem fazer o reencape manual da agulha) na caixa de perfurocortantes. Os materiais como luvas e algodão (que tiveram contato com material biológico) em recipiente adequado para materiais contaminados, e os demais materiais em lixo comum. PRÁTICA 1: APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR Figura 1–técnica para aplicação Intramuscular PRÁTICA 1: APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA SUBCUTÂNEA METODOLOGIA 1. Abrir a embalagem da seringa de 1ml, utilizando o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel da embalagem; 2. Segurar a seringa firmemente pelo berço e retire a pétala, tocando em apenas uma das extremidades, colocando na bancada com a face estéril (branca) para cima; 3. Neste caso, a agulha 13x0,45 já vem acoplada à seringa; 4. A área do abdômen deve ser limpa com algodão e álcool 70%. Selecione uma região lateral direita ou esquerda, com distância de três a quatro dedos da cicatriz umbilical; 5. Realizar a técnica em Z, tracionando a pele para baixo, introduzir a agulha com movimento firme em ângulo de 90° com o bisel lateralizado em direção as fibras musculares; 6. Com a mão direita, introduzir a agulha em um ângulo de 45 graus, com bisel para cima; 7. Caso reflua sangue na seringa, retirá-la. Fazer compressão local, trocar a agulha e puncionar outra região; Figura 2 –Aplicação subcutânea METODOLOGIA 8. Não será injetado medicamento, apenas realizado a punção. Solte a prega, mantendo toda a agulha no interior do tecido; 9. Retirar a seringa com cuidado e colocar algodão no local. 10. Não faça massagens sobre o local. As substâncias injetadas por essa via devem ser absorvidos espontaneamente; 11. Descartar a seringa com agulha (sem fazer o reencape manual da agulha) na caixa de perfurocortantes. Os materiais como luvas e algodão (que tiveram contato com material biológico) em recipiente adequado para materiais contaminados, e os demais materiais em lixo comum. PRÁTICA 1: APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA SUBCUTÂNEA Figura 2 –técnica e angulo APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELAS VIAS INTRAMUSCULAR E SUBCUTÂNEA RESULTADOS E DISCUSSÃO 1 - Qual a principal diferença entre a via intramuscular e a subcutânea em relação à absorção do medicamento e à profundidade da aplicação? A via IM, aplicada no músculo,permite uma absorção mais rápida e completa devido a maior vascularização muscular, enquanto a via SC, aplicado no tecido adiposo sob a pele, oferece uma absorção mais lenta e gradual. 2 - Qual a importância de realizar a aspiração do êmbolo antes da aplicação do medicamento na via intramuscular? Ao aspirar, é possível verificar se o bisel da agulha esta dentro de um vaso sanguíneo, e assim, impedir a injeção de medicamentos irritantes, espessos ou que possam causar problemas se injetados na corrente sanguínea. 3 - Desenhe um esquema ilustrando os ângulos de aplicação (IM e SC) e os locais anatômicos correspondentes. CONCLUSÕES A via intramuscular é aquela que possibilita a injeção de um composto diretamente no tecido muscular. Para tanto, são utilizadas técnicas específicas, além de seringas e agulhas de diferentes calibres e comprimentos. Em geral, o angulo corresponde a 90 graus, mantendo a agulha perpendicular á pele. Sim, todos os objetivos forma alcançados,e executados com sucesso. A experimentação da administração intramuscular tem limitações, que incluem dor no local da aplicação, risco de lesão de nervos e vasos sanguíneos, e a necessidade de ajustar o volume do medicamento á massa muscular disponível. APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELAS VIAS INTRAMUSCULAR E SUBCUTÂNEA OBJETIVO Capacitar os alunos na aplicação correta da técnica de punção venosa periférica (IV), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A identificação correta da veia e escolha do calibre da agulha; O passo a passo da técnica até o descarte do material; Os cuidados necessários para evitar complicações, como hematomas. PRÁTICA 2: TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA PRÁTICA 2: TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA METODOLOGIA 1. Abrir a embalagem da seringa de 5ml, utilizando o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel da embalagem; 2. Segurar a seringa firmemente pelo berço e retire a pétala, tocando em apenas uma das extremidades, colocando na bancada com a face estéril (branca) para cima; 3. Acoplar a agulha 25x7 com a seringa, tocando apenas na ponta do protetor da agulha e no cilindro, colocando-a dentro do berço; 4. Solicitar que o paciente (aluno) posicione o braço sobre uma mesa ou bancada; 5. Escolher uma veia calibrosa, preferencialmente na fossa antecubital (antebraço); 6. Colocar o garrote cerca de 4 dedos acima do local da punção; 7. Pedir ao paciente para fechar a mão para aumentar a distensão venosa; 8. Palpar a veia com os dedos indicador ou médio; 9. Realizar assepsia do local com algodão e álcool 70%; Figura 3 –Técnica para punção venosa METODOLOGIA 10. Esticar a pele para fixar a veia e facilitar a punção; 11. Introduzir a agulha com o bisel voltado para cima, em um ângulo de 15 a 30 graus. 12. Ao observar o retorno sanguíneo, solte o garrote e peça para o paciente abrir a mão. 13. Retirar a agulha com um movimento firme e seguro. 14. Pressionar o local da punção com algodão e manter o braço estendido, pressionando o local por cerca de 2 minutos. 15. Descartar a seringa com agulha (sem fazer o reencape manual da agulha) na caixa de perfurocortantes. Os materiais como luvas e algodão (que tiveram contato com material biológico) em recipiente adequado para materiais contaminados, e os demais materiais em lixo comum. Figura 3 –Escolha a veia e angulo do bisel PRÁTICA 2: TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA RESULTADOS E DISCUSSÃO 1 - Qual a importância da observação do refluxo sanguíneo na punção intravenosa? O refluxo sanguíneo e o sinal de que a agulha esta dentro da veia, garantindo que o cateter sera inserido corretamente. A faltade refluxo sanguíneo pode indicar que a agulha não esta dentro da veia, aumentando o risco de infiltração, hematomas ou outros problemas. 2 - Quais as vantagens e desvantagens da via intravenosa em relação a outras vias injetáveis? Vantagens- Obtenção rápida de efeitos, a possibilidades de administração de grandes volumes, em infusão lenta, e de substancias irritantes, que causariam dor ou danificariam os tecidos se fossem administradas por injeção subcutânea ou intramuscular. Desvantagens- riscos de embolia, infecções por contaminação, sendo impropria para substancias oleosas ou insoluveis. TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA CONCLUSÕES A via endovenosa é a administração do medicamento diretamente na corrente sanguínea, por meio de acesso venoso periférico. A via intravenosa é utilizada quando se deseja uma ação imediata do medicamento, as soluções administrada por essa via devem ser cristalinas, não oleosas e sem flocos em suspensão. Sim, todos os objetivos forma alcançados,e executados com sucesso. A experimentação endovenosa, apesar de ser um método importante para os estudos, tem limitações que precisam ser consideradas. Uma delas é a necessidade de segurança e, requer cuidados com a técnica para evitar riscos de infecção, hemorragias ou outras complicações.