Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 
 
1 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO – PNH (2004) 
 
1. Contextualização 
 
 O Sistema único de Saúde - SUS em seus vinte anos de implantação acumula uma série de avanços, 
dentre eles a descentralização da atenção e da gestão, os resultados exitosos na política de captação de 
órgãos e tecidos e na política de imunização. 
 A humanização vista não como programa, mas como política pública que atravessa/transversaliza as 
diferentes ações e instâncias gestoras do SUS, implica em: 
 
 - Traduzir os princípios do SUS em modos de operar dos diferentes equipamentos e sujeitos da rede de 
saúde; 
- Orientar as práticas de atenção e gestão do SUS a partir da experiência concreta do trabalhador e 
usuário, construindo um sentido positivo de humanização, desidealizando “o Homem”. Pensar o humano 
no plano comum da experiência de um homem qualquer; 
- Construir trocas solidárias e comprometidas com a dupla tarefa de produção de saúde e produção de 
sujeitos; 
- Oferecer um eixo articulador das práticas em saúde, destacando o aspecto subjetivo nelas presente; 
- Contagiar, por atitudes e ações humanizadoras, a rede do SUS, incluindo gestores, trabalhadores da 
saúde e usuários. 
 
 No intuito de encarar e contribuir para a modificação desta realidade, o Ministério da Saúde, lançou em 
2004 a Política Nacional de Humanização – PNH, a qual será apresentada a seguir. 
 
1.1. Conceito de Humanização 
 
 A PNH considera a humanização como a “valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo 
de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores” (MS, 2004). 
 
Como valores norteadores da política, a PNH destaca a autonomia e o protagonismo dos sujeitos, a 
corresponsabilidade entre eles, o estabelecimento de vínculos solidários, a construção de redes de 
cooperação e a participação coletiva no processo de gestão. 
 
 
2. PRINCÍPIOS DA PNH - Por princípio entende-se o que causa ou força a ação, ou que dispara um 
determinado movimento no plano das políticas públicas. A PNH, como movimento de mudança dos 
modelos de atenção e gestão, possui três princípios a partir dos quais se desdobra enquanto política 
pública de saúde: 
• Transversalidade das ações: Transversalizar é reconhecer que as diferentes especialidades e 
práticas de saúde estão conectadas na produção do cuidado e podem conversar com a experiência 
daquele que é assistido. Juntos, esses saberes podem produzir saúde de forma corresponsável 
 
• A indissociabilidade entre ação e gestão: As decisões da gestão interferem diretamente na 
atenção à saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a 
gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente do processo de 
tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de saúde coletiva. Ao mesmo tempo, 
o cuidado e a assistência em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe de saúde. 
 
 
 
• Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos e dos coletivos: Qualquer 
mudança na gestão e atenção é mais concreta se construída com a vontade das pessoas 
envolvidas, as quais compartilham responsabilidades. Os usuários dos serviços de saúde não 
 
2 
 
2 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
são só pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: as mudanças acontecem com o 
reconhecimento das diversas faces do papel de cada um. Um SUS humanizado reconhece cada 
pessoa como legítima cidadã de direitos e valoriza e incentiva sua atuação na produção de 
saúde. 
 
 
2.1 - ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE A PNH 
 
- Valorização da dimensão subjetiva, coletiva e social em todas as práticas de atenção e gestão no SUS, 
fortalecendo o compromisso com os direitos do cidadão, destacando-se o respeito às reivindicações de 
gênero, cor/etnia, orientação/expressão sexual e de segmentos específicos (populações negras, do 
campo, extrativistas, povos indígenas, remanescentes de quilombos, ciganos, ribeirinhos, assentados 
etc.); 
- Fortalecimento de trabalho em equipe multiprofissional, fomentando a transversalidade e a grupalidade; 
- Apoio à construção de redes cooperativas, solidárias e comprometidas com a produção de saúde e com 
a produção de sujeitos; 
- Construção de autonomia e protagonismo dos sujeitos e coletivos implicados na rede do SUS; 
- Corresponsabilidade desses sujeitos nos processos de gestão e atenção; 
- Fortalecimento do controle social com caráter participativo em todas as instâncias gestoras do SUS; 
- Compromisso com a democratização das relações de trabalho e valorização dos trabalhadores da saúde, 
estimulando processos de educação permanente; 
- Valorização da ambiência, com organização de espaços saudáveis e acolhedores de trabalho. 
 
3.DIRETRIZES - Por diretrizes entende-se as orientações gerais de determinada política. No caso da 
PNH, suas diretrizes expressam o método da inclusão no sentido de: 
• Acolhimento nas unidades saúde: 
 
Ações que tem o objetivo qualificar o atendimento ao usuário no momento de sua entrada na unidade 
de saúde, a partir de uma escuta qualificada das queixas no sentido para resolutividade dos problemas e 
demandas apresentadas, tendo ainda como ação a reorientação do usuário na rede de saúde. 
 
Segundo a PNH (MS, 2004) o acolhimento não é um espaço ou um local, e sim uma postura ética, 
que não pressupõe hora ou profissional específico para fazê-lo, implicando em compartilhamento 
de saberes, necessidades, possibilidades, angústias e invenções. 
 
O acolhimento difere de “triagem”, uma vez que não se constitui como uma etapa do processo, mas 
como ação que deve ocorrer em todos os locais e momentos do serviço de saúde. 
 
• Ambiência: Conjunto de elementos considerados como componentes no ambiente de trabalho: 
cor, luz, forma, luminosidade e outros que podem ser utilizados para proporcionar conforto a equipe 
de trabalho, a facilitação de processos de trabalho e, sobretudo a privacidade do paciente. 
 
Nos serviços de saúde a ambiência é marcada tanto pelas tecnologias médicas ali presentes quanto por 
outros componentes estéticos ou sensíveis apreendidos pelo olhar, olfato, audição, por exemplo, a 
luminosidade e os ruídos do ambiente, a temperatura, etc. Muito importante na ambiência é o componente 
afetivo expresso na forma do acolhimento, da atenção dispensada ao usuário, da interação entre os 
trabalhadores e gestores. Devem-se destacar também os componentes culturais e regionais que 
determinam os valores do ambiente. 
 
• Cogestão: Os processos de cogestão são estratégias e ações que permitem a participação dos 
sujeitos no desenvolvimento das práticas de saúde, fortalecendo o trabalho de equipe, com o 
 
3 
 
3 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
envolvimento de todos – profissionais e usuários no processo de saúde, através de espaços 
participativos que proporcionam além da escuta, o envolvimento e a responsabilização das 
pessoas no processo. 
 
Existem também outros espaços como os conselhos e conferências de saúde (Lei 8142/90) e conselhos 
gestores que também são considerados espaços de cogestão, pois também são espaços participativos 
envolvendo diversos atores, apesar de alguns não se configurarem representativos ou de pouca 
participação popular. 
 
• Clínica ampliada: De acordo com a PNH a Clínica Ampliada, propõe a ampliação do trabalho 
clínico no intuito de aumentar a autonomia do sujeito, da família e da comunidade, colocando em 
destaque não mais a doença, e sim o indivíduo sua família e o contexto inserido. 
 
• Defesa dos Direitos dos Usuários: A carta de Direitos dos Usuários SUS, se constitui como um 
dispositivo que aciona a discussão dos direitos. Todo cidadão tem direito a uma equipe que cuide 
dele, de ser informado sobre sua saúde e de decidir sobre compartilhar ou não sua dor e alegria 
com sua rede social. 
 
• Valorização do trabalho e dotrabalhador: Historicamente observa-se a relação entre trabalho e 
saúde, esta que pode ser positiva ou negativa dependendo do ponto de vista. Positiva no sentido 
de o trabalho gerar autonomia, renda propiciando o protagonismo do sujeito e reforçando-o nas 
suas redes sociais, alimentando o ciclo vicioso: trabalho, renda, educação, moradia, saúde. 
 
Dentre as ferramentas utilizadas na PNH, destaca-se a criação de Comunidades Ampliadas de 
Pesquisa – CAP’s. Através do desenvolvimento de uma metodologia de pesquisa, as CAP’s 
ampliam a percepção dos trabalhadores sobre seu ambiente de trabalho, identificando 
necessidades de modificar a sua realidade, minimizando os fatores de risco, construindo assim 
uma nova relação entre os trabalhadores e seus gestores a partir do diálogo e da troca de saberes. 
 
As CAP’s tiveram sua origem na área de educação, a partir de pesquisas realizadas em escolas para 
identificação das condições de trabalho. Podem ser aplicadas em diferentes áreas de atuação, inclusive na 
saúde, uma vez que a metodologia permitiria a inclusão do saber dos profissionais da assistência na 
análise de processos de trabalho tão complexos como: cuidar do outro, diferentes ambientes de trabalho e 
o estabelecimento de relações interpessoais constantes, ampliando assim a corresponsabilidade de cada 
trabalhador na busca por melhores condições de trabalho. 
 
 
4. DISPOSITIVOS DA PNH - Por dispositivos entende-se a atualização das diretrizes de uma política em 
arranjos de processos de trabalho. Na PNH, foram desenvolvidos vários dispositivos que são postos a 
funcionar nas práticas de produção de saúde, envolvendo coletivos e visando promover mudanças nos 
modelos de atenção e de gestão: 
 
- Avaliação e classificação de risco 
 
A avaliação de risco e vulnerabilidade não pode ser considerada prerrogativa exclusiva dos profissionais 
de saúde, o usuário e sua rede social devem também ser considerados neste processo. Avaliar riscos e 
vulnerabilidade implica estar atento tanto ao grau de sofrimento físico quanto psíquico, pois muitas vezes o 
usuário que chega andando, sem sinais visíveis de problemas físicos, mas muito angustiado, pode estar 
mais necessitado de atendimento com maior grau de risco e vulnerabilidade. 
 
Dentre as ferramentas que são utilizadas no processo de acolhimento destaca-se a tecnologia 
de Avaliação com Classificação de Risco. Com o objetivo de dar maior agilidade no atendimento a 
partir da análise, através de um protocolo pré-estabelecido, do grau de necessidade do usuário, a 
 
4 
 
4 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
avaliação altera a forma de entrada do usuário que passa a ter prioridade de acordo com o nível de 
complexidade do problema que apresenta e não mais pela ordem de chegada. 
 
A Classificação de Risco é um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de 
tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. 
 
A Avaliação com Classificação de Risco tem por objetivos: 
 
• Avaliar o paciente logo na sua chegada ao Pronto-Socorro humanizando o atendimento. 
• Descongestionar o Pronto-Socorro. 
• Reduzir o tempo para o atendimento médico, fazendo com que o paciente seja visto 
precocemente de acordo com a sua gravidade. 
• Determinar a área de atendimento primário, devendo o paciente ser encaminhado diretamente às 
especialidades conforme protocolo. Exemplo: ortopedia, ambulatórios etc. 
• Informar os tempos de espera. 
• Promover ampla informação sobre o serviço aos usuários. 
• Retornar informações a familiares. 
 
Como já dito anteriormente, a classificação de risco se dá a partir de protocolos onde a partir das 
queixas apresentadas, o paciente será classificado por cores ou então por número, indicando ambos a 
prioridade, organizada nos seguintes níveis: 
 
• Vermelho (0 minutos): Emergência – caso gravíssimo, com necessidade de atendimento imediato - 
Risco de Morte. 
• Amarelo (em até 50 minutos): Urgente – caso de gravidade moderada, com necessidade de 
atendimento – Sem risco imediato. 
• Verde (em até 120 minutos): Pouco urgente – caso para atendimento preferencial. 
• Azul (em até 240 minutos): caso para atendimento em unidades básicas de saúde, importante acolher 
a demanda e agendar para atendimento em outra unidade de saúde. 
 
 
- Equipe de Referência e de Apoio Matricial 
A equipe de referência é multiprofissional, ou seja, é composta por diversos profissionais de saúde 
incluídos de acordo com a necessidade de cuidado do usuário. Para que de fato possa ser considerada 
uma equipe de referência, o primeiro ponto importante é que a equipe possa ir além de “multiprofissional” 
para um trabalho “interprofissional”, que realmente os profissionais trabalhem em equipe combinando e 
incluindo os diversos saberes para o tratamento do usuário, inclusive seu próprio saber na construção do 
seu plano terapêutico. 
 
Apoio matricial - Lógica de produção do processo de trabalho na qual um profissional oferece apoio em 
sua especialidade para outros profissionais, equipes e setores. Inverte-se, assim, o esquema tradicional e 
fragmentado de saberes e fazeres já que ao mesmo tempo em que o profissional cria pertencimento à sua 
equipe/setor, também funciona como apoio, referência para outras equipes. 
 
 
 
 
- Constituição de redes de continuidade da atenção 
A partir do respeito ao contexto de vida do paciente, da sua comunidade, dos seus valores culturais que se 
estabelece o vínculo e o processo do cuidar, incluindo aí o próprio paciente como protagonista desse 
processo, garantindo assim a adesão e sua continuidade ao tratamento. 
 
5 
 
5 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
As redes sociais garantem a rede social do paciente, a sua relação entre seu contexto social, permitindo 
através da socialização entre grupos, a troca de diferentes saberes, desenvolvendo a autonomia dos 
diferentes sujeitos. 
 
- Projeto Terapêutico Singular (PTS) 
 
O Projeto Terapêutico Singular é um instrumento de organização e sistematização do cuidado construído 
entre equipe de saúde e usuário, considerando singularidades do sujeito e a complexidade de cada caso. 
No Projeto Terapêutico Singular a identificação das necessidades de saúde, a discussão do diagnóstico e 
a contratação do cuidado são compartilhados, o que leva a um aumento da eficácia dos tratamentos, pois 
a ampliação da comunicação traz o fortalecimento dos vínculos e o aumento do grau de 
corresponsabilização. 
 
 
QUESTÕES 
 
01.( FEPESE - Prefeitura - Técnico em Enfermagem - 2023) A Política Nacional de Humanização (PNH) 
foi lançada em 2003 com objetivo maior de consolidar os princípios do SUS nos serviços de saúde, 
produzindo modos de gestão e de cuidado a partir da comunicação, promoção da autonomia e 
corresponsabilização. A PNH ou HumanizaSUS, como é chamada, se orienta a partir de algumas 
diretrizes. 
 
São diretrizes da PNH: 
A) Transversalidade, Indissociabilidade entre atenção e gestão, Protagonismo, Corresponsabilidade e 
Autonomia dos sujeitos e coletivos. 
B) Hierarquização, Descentralização, Integralidade, Universalidade, Participação Social, Estímulo às ações 
intersetoriais. 
C) Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade, Segurança, Estímulo à participação e ao 
fortalecimento do controle social. 
D) Descentralização Político-Administrativa, Municipalização, Participação da População, Mobilização 
Social. 
E) Acolhimento, Gestão Participativa e Cogestão, Ambiência, Clínica Ampliada e Compartilhada, 
Valorização do Trabalhador, Defesa dos Direitos dos Usuários. 
 
02.(FCC - TRT 18 - Técnico Judiciário - Área: Enfermagem do Trabalho - 2023) A humanização, vista 
como uma política pública que atravessa/transversalisa as diferentes ações e instâncias gestoras do 
Sistema Único de Saúde, também implica em: 
 
A) Monitorar, por atitudes e ações humanizadoras, a rede privada de saúde, incluindogestores, 
trabalhadores da saúde e conselhos de classe. 
B) Orientar as práticas assistenciais a partir da experiência concreta do gestor, construindo um sentido 
positivo de humanização. 
C) Oferecer um eixo articulador das práticas em saúde, destacando o aspecto subjetivo nelas presente. 
D) Construir trocas contratuais e comprometidas com a dupla tarefa de produção de saúde e produção de 
pesquisa. 
E) Implementar um eixo controlador das práticas assistenciais, destacando o aspecto técnico nelas 
presente. 
 
03.(Legatus - Prefeitura de Água Branca - Enfermeiro Plantonista - 2023) Sobre a Política Nacional de 
Humanização (PNH), assinale a alternativa correta. 
 
A) Lançada em 1993, a PNH foi fundamental para que as diretrizes do SUS fossem estabelecidas. 
B) Tem como proposta incluir as diferenças nos processos de gestão e de cuidado. 
https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/prefeitura-sc-2023-fepese-tecnico-em-enfermagem
https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/trt-18-2023-fcc-tecnico-judiciario-area-enfermagem-do-trabalho
https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/prefeitura-de-agua-branca-pi-2023-legatus-enfermeiro-plantonista
 
6 
 
6 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
C) Coloca os trabalhadores fora da gestão, de modo a tornar unidirecional as tomadas de decisão. 
D) Define que a produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho deve ser feita por dois únicos 
personagens: os usuários e os trabalhadores. 
E) Apesar de ser uma política muito ampla, a PNH falha em não se preocupar com os ambientes de 
trabalho. 
 
 
04. (CPCON UEPB - Prefeitura de Catolé do Rocha - Técnico de Enfermagem – 2023) Lançada em 
2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca colocar em prática os princípios do SUS no 
cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. 
Analise as afirmativas abaixo: 
I- São considerados princípios da PNH: transversalidade, indissociabilidade entre atenção e gestão e 
protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos coletivos. 
II- Acolher é reconhecer o que o outro traz como legítimo e singular necessidade de saúde. Para tal, faz-se 
necessário uma escuta qualificada oferecida pelos trabalhadores às necessidades do usuário, 
assegurando que todos sejam atendidos com prioridades a partir da avaliação de vulnerabilidade, 
gravidade e risco. 
III- Na Atenção Básica, têm-se como parâmetro preconizado pela PNH a organização do acolhimento, de 
modo a promover a ampliação efetiva do acesso à Atenção Básica e aos demais níveis do sistema, 
eliminando as filas, organizando o atendimento com base em riscos/vulnerabilidade priorizados e 
buscando adequação da capacidade resolutiva. 
IV- No que se refere à implementação de ações de urgência e emergência nos prontos-socorros e serviços 
equivalentes, a PNH defende que a demanda seja acolhida e atendida de acordo com a avaliação de 
risco, de forma a garantir o acesso referenciado aos demais níveis de assistência. 
Após análise das afirmativas descritas acima, pode-se afirmar que estão CORRETA(S): 
A) I, II, III e IV. 
B) II e III apenas. 
C) III e IV apenas. 
D) II, III e IV apenas. 
E) II apenas. 
 
 
05.Com relação aos princípios norteadores da Política Nacional de Humanização e às ações fundamentais 
para a proteção e a promoção da saúde do trabalhador e do paciente no âmbito da biossegurança, julgue 
o item subsequente. 
A Política Nacional de Humanização, de 2003, desconsidera algumas diretrizes imprescindíveis para a 
melhora na qualidade dos serviços assistenciais, como a gestão participativa. 
 
(C) Certo 
(E) Errado 
 
 
06.Princípios norteadores da Política Nacional de Humanização e às ações fundamentais para a proteção 
e a promoção da saúde do trabalhador e do paciente no âmbito da biossegurança, julgue o item 
subsequente. 
 
O acolhimento, a ambiência, a clínica ampliada, a valorização do trabalhador e a defesa dos direitos dos 
usuários fazem parte das diretrizes que norteiam a Política Nacional de Humanização. 
 
7 
 
7 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
 
(C) Certo 
(E) Errado 
 
07.Com relação à Política Nacional de Humanização (PNH) no cuidado do paciente/cliente, julgue o item 
subsequente. 
 
A PNH prevê prioritariamente que o SUS trabalhe para reduzir as filas e o tempo de espera dos usuários. 
 
(C) Certo 
(E) Errado 
 
08.Com relação à Política Nacional de Humanização (PNH) no cuidado do paciente/cliente, julgue o item 
subsequente. 
 
Um dos princípios norteadores da PNH é a conciliação da dimensão científica com a dimensão religiosa no 
âmbito do SUS. 
 
(C) Certo 
(E) Errado 
 
09. Leia o relato do caso a seguir. O Sr. Anésio, de 74 anos, era muito conhecido pela equipe de Saúde da 
Família. Sempre comparecia à unidade com suas queixas, provocando uma sensação de impotência na 
equipe: estava medicado, a pressão arterial estava controlada, mas o quadro depressivo se mantinha 
inalterado. A equipe, então, resolveu “pôr o caso na roda” e chamou uma psicóloga para apoiar a 
discussão. Um agente comunitário de saúde lembrou que o Sr. Anésio se sentia muito só. Alguém sugeriu 
uma visita à casa dele e, na visita domiciliar, percebeu-se que o Sr. Anésio havia sido marceneiro por 
muitos anos, mas agora não trabalhava mais. Chamaram também a psicóloga da Saúde Mental e 
compartilharam o que sentiram. Na conversa, uma possibilidade apareceu: “Estamos num bairro onde há 
tantos adolescentes vagando por aí sem ocupação. Será que o Sr. Anésio toparia ensinar o que sabe a 
alguns meninos? Será que alguns meninos topariam aprender marcenaria”? 
 
A partir do relato e com base nos dispositivos e modos de fazer indicados pela Política Nacional de 
Humanização, analise as afirmativas a seguir. 
 
 
I. A escuta qualificada e as ações motivadoras em pessoas idosas exigem uma equipe multidisciplinar a 
partir do nível secundário de atenção à saúde. 
II. A atenção básica tem mais condições de conhecer as famílias ao longo do tempo, sua situação afetiva e 
a repercussão do sofrimento/adoecimento. 
III. O modo de gestão é centrado no trabalho em equipe e na cogestão, em colegiados que analisam, 
decidem e avaliam em conjunto. 
 
Está correto o que se afirma em 
A) I, apenas. 
B) I e II, apenas 
C) I e III, apenas 
D) II e III, apenas 
E) I, II e III. 
 
10. Relacione os princípios da Política Nacional de Humanização às suas respectivas definições. 
 
1. Transversalidade 
2. Indissociabilidade entre atenção e gestão 
3. Protagonismo, corresponsabilidade e empoderamento 
 
8 
 
8 Projeto do zero à Posse-Legislação do Sus-Política Nac.de Humanização (PNH) 
 
( ) Reconhecer e considerar a interferência direta das decisões da gestão na atenção à saúde. 
( ) Promover a troca de experiências entre profissionais multidisciplinares e o usuário, ampliando a 
intercomunicação. 
( ) Reconhecer cada pessoa como legítima cidadã de direitos e valorizar e incentivar sua atuação na 
produção de saúde. 
 
Assinale a opção que apresenta a relação correta, segundo a ordem apresentada. 
A) 1 – 2 – 3. 
B) 3 – 1 – 2. 
C) 2 – 3 – 1. 
D) 2 – 1 – 3. 
E) 1 – 3 – 2.

Mais conteúdos dessa disciplina