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ENGENHARIA CIVIL 
 
 
 
 
Marcelo Borba Gonçalves 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO AULA PRÁTICA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I 
 
 
 
 Marcelo Borba Gonçalves 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO AULA PRÁTICA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho de Engenharia Civil apresentado à Universidade 
Anhanguera como requisito parcial para a obtenção de 
média bimestral de aula prática em laboratório virtual na 
disciplina de Materiais de Construção Civil I. 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
Tabela 1 – Dados obtidos no experimento Massa unitária e volume de vazios ......... 08 
Tabela 2 – Dados obtidos no experimento Composição granulométrica ................... 11 
Tabela 3 – Dimensões tijolos furado ........................................................................... 15 
Tabela 4 – Dimensões tijolos maciço .......................................................................... 16 
Tabela 5 – Dimensões tijolos laminado ...................................................................... 16 
Tabela 6 – Dados do tijolo furado ............................................................................... 17 
Tabela 7 – Dados do tijolo maciço ............................................................................. 18 
Tabela 8 – Dados do tijolo laminado .......................................................................... 18 
Tabela 9 – Valores de Ø ............................................................................................. 19 
Tabela 10 – Dados obtidos para tempo de pega ....................................................... 23 
Tabela 11 – Dados obtidos para fim do tempo de pega ............................................ 23 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO........................................................................................................... 06 
2 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA - AGREGADOS: MASSA UNITÁRIA E 
VOLUME DE VAZIOS .................................................................................................. 07 
2.1 MATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................... 07 
 
2.2 REALIZANDO OS ENSAIOS ................................................................................ 07 
 
2.2.1 Avaliação dos resultados ................................................................................ 08 
 
3 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – AGREGADOS: COMPOSIÇÃO 
GRANULOMÉTRICA ................................................................................................... 09 
3.1 MATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................... 09 
 
3.2 REALIZANDO OS ENSAIOS ................................................................................. 09 
 
3.2.1 Avaliação dos resultados ................................................................................ 11 
 
4 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO ........ 12 
 
4.1 MATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................... 12 
 
4.2 REALIZANDO OS ENSAIOS ................................................................................. 12 
 
4.2.1 Avaliação dos resultados ................................................................................. 13 
 
5 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E 
TIJOLOS ...................................................................................................................... 14 
5.1 MATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................... 14 
 
5.2 REALIZANDO OS ENSAIOS ................................................................................. 14 
 
5.2.1 Avaliação dos resultados ................................................................................. 15 
 
6 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – ENSAIO DE TEMPO DE PEGA ................ 21 
 
6.1 MATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................... 21 
 
6.2 REALIZANDO OS ENSAIOS ................................................................................. 21 
 
6.2.1 Avaliação dos resultados ................................................................................. 22 
 
 
 
7 CONCLUSÃO ............................................................................................................ 25 
006 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
Relatório de aula prática do curso de Engenharia Civil, na disciplina de Materiais 
de Construção Civil I. A aula ocorreu no ambiente virtual acadêmico (AVA), em 
uma plataforma de laboratório. 
Os materiais de construção são definidos como todo e qualquer material utilizado 
na construção de uma edificação, desde a locação e infraestrutura da obra até a 
fase de acabamento, passando desde um simples prego até os mais 
conhecidos materiais, como o cimento. 
 
E através de ensaio realizados, podemos definir qual o material mais adequado e 
entender um pouco mais sobre suas características. 
007 
 
 
 
2. LABORATÓRIO DE ENGENHARIA - AGREGADOS: MASSA UNITÁRIA E 
VOLUME DE VAZIOS 
 
 
2.1 MATERIAIS UTILIZADOS 
 
- Amostra de agregado; 
 
- Recipiente de ensaio; 
 
- Balança; 
 
- Espátula; 
 
- Concha; 
 
- Haste de compactação. 
 
 
 
2.2 REALIZANDO OS ENSAIOS 
 
Para a realização dos ensaios foi necessário abrir o laboratório, ligar a balança, 
posicionamos o recipiente na balança, obtendo sua massa, e pressionamos o botão 
de tara, movemos o recipiente para a mesa novamente e utilizando a concha 
adicionamos o agregado no recipiente, colocando 3 conchas de agregado no 
recipiente, preenchendo até a primeira marcação, então utilizamos a haste para 
adensar o agregado dentro do recipiente. Após o adensamento utilizamos a concha 
novamente, para colocar mais 3 conchas de agregado no recipiente até a segunda 
marcação, e utilizamos a haste para adensar novamente. Então repetimos o processo 
novamente colocando mais 3 conchas de agregados no recipiente chegando a borda 
e utilizamos novamente a haste para adensar. Para finalizar colocamos mais 1 concha 
de agregado e com a espátula nivelamos o nível do agregado no recipiente. Assim 
movemos o recipiente para a balança e encontramos sua massa. Repetimos mais 2 
vezes o processo, chegando a 3 valores da massa. 
008 
 
 
 
2.2.1 Avaliação dos resultados 
 
1. Preencha a tabela 1 com os dados obtidos durante a realização do ensaio. 
 
Testes Teste 1 Teste 2 Teste 3 
Massa do recipiente (kg) 1,9 
Diâmetro interno do recipiente (m) 0,022 
Altura interna do recipiente (m) 0,268 
Volume do recipiente (m³) 0,01m³ 
Massa do recipiente com agregado (kg) 16,806 16,827 16,803 
Massa unitária do agregado (kg/m³) 1.490,60 1.492,70 1.490,30 
Massa unitária média nos testes (kg/m³) 1.491,20 
Desvio em relação à média (%) 0,04% 0,11% 0,04% 
Índice de volume de vazios (%) 99,48% 
Tabela 1 - Dados obtidos no experimento Massa unitária e volume de vazios. 
 
 
 
2. Os critérios de repetitividade propostos pela NBR NM 45 recomendam uma 
variação inferior a 1% no resultado de massa unitária de cada teste em 
relação à média. A norma ainda cita que, entre um teste e outro, a variação 
de massa unitária não deve ser superior a 40 kg/m³. Os resultados obtidos 
durante a realização do ensaio estão de acordo com a norma? 
 
R: O resultado de massa unitária de cada teste em relação a norma ficou: 0,04%, 
0,11% e 0,04%, todos ficando abaixo de 1%. 
A variação de massa unitária entre um teste e outro, ficou: 2,1 kg/m³, 2,4 kg/m³, 
0,30 kg/m³ todos ficando abaixo de 40kg/m³ 
Sim, os resultados estão de acordo com a norma. 
009 
 
 
 
3. Sabendo que a massa específica relativa é de 2,88 kg/cm³, qual é o índice de 
volume de vazios encontrado? Qual informação sobre o agregado este índice 
fornece?R: Índice de volume de vazios encontrado é de 99,48%. O agregado apresenta 
uma massa unitária entre 1000 kg/m³ e 2000 kg/m³, sendo classificado como 
normal. 
 
 
3 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – AGREGADOS: COMPOSIÇÃO 
GRANULOMÉTRICA 
 
3.1 MATERIAIS UTILIZADOS 
 
- Agitador mecânico; 
 
- Amostra de agregado; 
 
- Balança; 
 
- Bandejas fundas; 
 
- Escova de cerdas macias; 
 
- Fundo de peneira; 
 
- Série de peneiras. 
 
 
 
3.2 REALIZANDO OS ENSAIOS 
 
Para a iniciar os ensaios ligamos a balança e pesamos a bacia vazia para retirar a 
tara, após isso pesamos a bacia com a primeira amostra de agregados para encontrar 
o valor da massa, retiramos a bacia da balança e pesamos a segunda amostra de 
agregado para também encontrar o valor da massa. Após identificado o valor da 
massa das duas amostras de agregados, vamos posicionar as peneiras no agitador 
mecânico. Primeiro colocamos o fundo para peneiras no agitador e depois 
adicionamos as peneiras em ordem crescente (da menor para maior), finalizando 
todas as peneiras no agitador despejamos a amostra 1 do agregado no agitador 
010 
 
 
 
mecânico, ligamos o agitador e aguardamos a agitação por 10 min. Após esse tempo 
removemos a primeira peneira do agitador, onde a mesma é acoplada a um fundo e 
agitada manualmente, despejamos o material que fica na peneira em uma bandeja 
disposta sobre a bancada, e pesamos a bandeja vazia para retirar a tara, e assim 
pesar a bandeja com o resíduo e identificar sua massa, despejamos esse resíduo na 
bandeja que está vazia. Esse processo de retirar do agitador, acoplar ao fundo, agitar 
manualmente, despejar o resíduo na bandeja vazia, pesar para identificar sua massa 
e despejar o resíduo em outra bandeja é realizado nas outras quatro peneiras que 
estão no agitador. 
Finalizando o processo com a amostra 1, realizamos o mesmo processo para a 
amostra 2, assim obtivemos dados do experimento de duas amostras de agregados. 
011 
 
 
 
3.2.1 Avaliação dos resultados 
 
 
1. Complete a tabela 1 a partir dos dados encontrados. 
 
a) Massa inicial seca (kg) 5,0313 b) Massa inicial seca (kg) 5,0472 
 
Abertura das 
Peneiras (mm) 
Mrg) Massa retida 
(gramas) 
Mr%) Massa retida 
(Porcentagem) 
(Vr) 
Massa retida 
variação ± 
4% 
(Mrm) 
Massa retida 
média (%) 
(Mra) Massa 
retida 
acumulada 
(%) Ensaio a Ensaio b Ensaio a Ensaio b 
75 - - - - - - - 
63 - - - - - - - 
50 - - - - - - - 
37,5 - - - - - - - 
31,5 - - - - - - - 
25 - - - - - - - 
19 - - - - - - - 
12,5 2607,7 2400,1 51,80% 47,50% 4,30% 50,00% 50,00% 
9,5 1747,6 1908,8 34,70% 37,80% 3,10% 36,00% 86,00% 
6,3 477,5 521,5 9,40% 10,30% 0,90% 10,00% 96,00% 
4,75 52,7 57,6 1,00% 1,14% 0,14% 1,00% 97,00% 
2,36 38,9 42,5 0,17% 0,84% 0,67% 0,00% 97,00% 
1,18 - - - - - - - 
0,6 - - - - - - - 
0,3 - - - - - - - 
0,15 - - - - - - - 
Fundo 106,9 116,7 2,12% 2,31% 0,19% 2,21% 99,40% 
Mt) 
Total 
5031,3 5047,2 
D. máx. 
= 
6,3 Módulo de Finura = 4,2 
Tabela 2 - Dados obtidos no experimento Composição granulométrica. 
 
 
 
2. A partir dos dados encontrados, qual a DMC do agregado? 
 
 
R: O DMC do agregado é de 6,3mm 
012 
 
 
 
3. A partir dos dados encontrados, qual o módulo de finura do agregado? 
 
 
R: Módulo de finura é de 4,2 
 
 
4. Quais parâmetros foram encontrados após a realização do ensaio? 
 
 
R: Com os resultados obtidos no ensaio, identificamos que o material é um agregado 
graúdo. 
 
 
 
4 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO 
 
 
4.1 MATERIAIS UTILIZADOS 
 
- Frasco de Le Chatelier; 
 
- Balança analítica; 
 
- Banho termorregulador; 
 
- Placa de petri; 
 
- Frasco com amostra de cimento; 
 
- Frasco com querosena; 
 
- Funis. 
 
 
 
4.2 REALIZANDO OS ENSAIOS 
 
Para a realização dos ensaios ligamos a balança analítica e pesamos a placa de Petri, 
e tiramos a tara da placa, despejamos o cimento na placa de Petri e verificamos a 
massa da amostra, anotamos. Removemos a tampa do frasco Le Chatelier e 
posicionamos o funil longo no frasco, despejamos a querosene no funil e verificamos 
o nível do líquido no frasco. Movemos o frasco para o banho termorregulador e 
aguardamos 30 minutos, retiramos o frasco e verificamos o nível do líquido. 
Posicionamos o funil curto no frasco Le Chatelier e despejamos lentamente o cimento 
013 
 
 
 
contido na placa de Petri no funil, removemos o finil, tampamos o frasco e agitamos 
de forma suave o mesmo durante 3 minutos para remover todo ar da mistura entre o 
querosene e o cimento. Movemos novamente o frasco Le Chatelier para o banho 
termorregulador e aguardamos 30 minutos, retiramos o frasco do banho e verificamos 
o nível do líquido no frasco. 
 
 
4.2.1 Avaliação dos resultados 
 
 
1. Qual a massa de cimento utilizada na relação do ensino: 
R: 59.96g 
 
2. Quais foram os valores de volume verificados no frasco de Le Chatelier? 
 
 
R: Querosene – 0,6 cm³ 
Querosene após banho termorregulador – 1 cm³ 
Cimento após mistura com querosene e banho termorregulador – 20,9 
 
 
 
3. Qual a massa específica do cimento encontrada com os valores obtidos 
durante o ensaio: 
 
R: 3,0 g/cm³ 
014 
 
 
 
5 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS 
E TIJOLOS 
 
 
5.1 MATERIAIS UTILIZADOS 
 
- Paquímetro; 
 
- Balança; 
 
- Estufa; 
 
- Prensa; 
 
- Tanque com água; 
 
- Pasta de cimento; 
 
- Amostra do lote de tijolos que será analisado 
 
 
 
5.2 REALIZANDO OS ENSAIOS 
 
Para iniciar os ensaios o primeiro passo foi realizar as medições dos tijolos, então 
selecionamos a primeira amostra do tijolo furado, e com o auxilio do paquímetro, 
medimos o comprimento, a altura e a largura do tijolo, retornamos a amostra para 
posição inicial, e realizamos essas mesmas medições para todas as outras amostras 
de tijolos, tanto para os tijolos furados, para os tijolos maciços e para os tijolos 
laminados, anotamos todas as medidas. 
Após isso fomos determinar a massa seca das amostras dos tijolos, para isso 
selecionamos a primeira amostra do tijolo furado, e com o auxílio da balança, 
conseguimos o valor da massa seca daquele tijolo, retornamos a amostra para a 
posição inicial, e repetimos esse procedimento para todas as demais amostras, tanto 
para os tijolos furados, para os tijolos maciços e para os tijolos laminados, e anotamos 
todos os valores encontrados. 
Para o próximo passo, fomos identificar a massa úmida da amostra, então colocamos 
a amostra no tanque, esperamos o tempo determinado e retiramos do tanque, e com 
o auxilio da balança conseguimos o valor da massa úmida, retornamos a amostra para 
a posição inicial e repetimos o processo para todas as amostras. 
015 
 
 
 
Próximo passo foi realizar o capeamento da amostra, para poder realizar o ensaio de 
compressão. Então selecionamos a amostra, realizamos o procedimento de 
capeamento, mergulhamos a amostra do tanque de água, após o tempo determinado 
retiramos a amostra do tanque e colocamos na máquina de ensaio, e iniciamos o 
mesmo, com o auxílio da prensa, determinamos a compressão suportada pela 
amostra, após realizado o ensaio descartamos a amostra e realizamos o mesmo 
procedimento para as demais amostras, tanto para os tijolos furados, tijolos maciços 
e tijolos laminados. 
 
 
5.2.1 Avaliação dos resultados 
 
TIJOLO FURADO 
AMOSTRA COMPRIMENTO (MM) ALTURA (MM) LARGURA (MM) 
1 289 189 119 
2 290 189 120 
3 290 190 120 
4 291 190 120 
5 290 189 119 
6 290 189 119 
7 290 189 120 
8 290 189 121 
9 290 190 119 
10 290 190 119 
11 290 190 119 
12 289 190 120 
13 289 188 119 
Tabela 3 – Dimensões tijolos furado. 
016 
 
 
 
TIJOLO MACIÇO 
AMOSTRA COMPRIMENTO (MM) ALTURA (MM) LARGURA (MM) 
1 195 53 117 
2 194 53 117 
3 195 53 116 
4 195 53 117 
5 195 53 116 
6 195 53 116 
7 196 53 116 
8 194 54 116 
9 195 54 117 
10 195 52 117 
11 195 53 116 
12 195 53 117 
13 195 53 117 
Tabela 4 – Dimensões tijolosmaciço. 
 
TIJOLO LAMINADO 
AMOSTRA COMPRIMENTO (MM) ALTURA (MM) LARGURA (MM) 
1 195 54 118 
2 196 53 118 
3 195 53 118 
4 195 53 117 
5 195 54 116 
6 195 54 117 
7 196 54 116 
8 195 54 117 
9 194 53 117 
10 195 53 118 
11 194 54 118 
12 195 53 117 
13 196 53 116 
Tabela 5 – Dimensões tijolos laminado. 
 
 
Analise os dados obtidos no experimento e realize os cálculos da absorção (AA%) e 
da resistência à compressão (fb) referente a cada amostra. Crie tabelas 
semelhantes à Tabela abaixo para cada tipo de tijolos e anote os valores. 
017 
 
 
 
Para o cálculo da absorção de água, utilize a equação: 
 
 
 
Para converter o valor da resistência à compressão, utilize a equação: 
 
 
 
DADOS DO TIJOLO FURADO 
NÚMERO DA 
AMOSTRA 
MASSA SECA 
(Ms) 
MASSA ÚMIDA 
(Mu) 
AA (%) f (kN) fb (MPa) 
1 3871,5 4455,9 15,09 97,53 2,83 
2 3916,0 4498,9 14,88 98,25 2,82 
3 3879,6 4449,2 14,68 97,99 2,81 
4 3839,1 4519,9 17,73 98,73 2,82 
5 3925,2 4478,5 14,09 98,06 2,84 
6 3856,7 4432,7 14,93 98,94 2,86 
7 3848,3 - - 98,77 - 
8 3902,8 - - 98,92 - 
9 3881,1 - - 98,51 - 
10 3827,0 - - 98,89 - 
11 3861,0 - - 97,87 - 
12 3817,1 - - 99,57 - 
13 3867,0 - - 99,33 - 
MÉDIA 3868,64 4472,51 15,23 98,56 2,83 
Tabela 6 – Dados do tijolo furado. 
018 
 
 
 
DADOS DO TIJOLO MACIÇO 
NÚMERO DA 
AMOSTRA 
MASSA SECA 
(Ms) 
MASSA ÚMIDA 
(Mu) 
AA (%) f (kN) fb (MPa) 
1 1949,3 2335,7 19,82 437,89 19,19 
2 1930,7 2371,8 22,84 443,46 19,53 
3 1941,8 2365,1 21,79 443,00 19,58 
4 1936,0 2348,7 21,31 438,78 19,23 
5 1941,3 2349,0 21,00 440,93 19,49 
6 1944,6 2382,2 22,50 442,58 19,56 
7 1933,2 - - 447,64 - 
8 1934,5 - - 445,94 - 
9 1924,8 - - 446,63 - 
10 1942,7 - - 440,59 - 
11 1937,0 - - 438,15 - 
12 1939,1 - - 441,14 - 
13 1919,5 - - 440,02 - 
MÉDIA 1936,5 2358,75 21,54 442,05 19,43 
Tabela 7 – Dados do tijolo maciço. 
 
DADOS DO TIJOLO LAMINADO 
NÚMERO DA 
AMOSTRA 
MASSA SECA 
(Ms) 
MASSA ÚMIDA 
(Mu) 
AA (%) f (kN) fb (MPa) 
1 1553,5 1879,5 20,98 219,12 9,52 
2 1543,7 1880,7 21,83 221,33 9,56 
3 1547,3 1886,2 22,70 219,96 9,55 
4 1537,2 1865 21,32 220,72 9,67 
5 1565,5 1876,5 19,86 222,96 9,85 
6 1541,9 1881,1 21,99 222,73 9,76 
7 1550,0 - - 222,48 - 
8 1550,8 - - 221,85 - 
9 1562,2 - - 221,35 - 
10 1545,8 - - 219,06 - 
11 1548,3 - - 221,19 - 
12 1564,1 - - 222,09 - 
13 1549,6 - - 223,50 - 
MÉDIA 1550,76 1878,16 21,44 221,41 9,65 
Tabela 8 – Dados do tijolo laminado. 
019 
 
 
 
Após determinar a resistência à compressão média do lote, é preciso fazer algumas 
considerações para se encontrar o valor da resistência à compressão característica 
do lote. O primeiro passo é ordenar os valores de compressão em ordem crescente 
(fb(1) é a menor resistência encontrada, enquanto fb(13) é a maior). Após isso, utiliza- 
se a fórmula: 
 
 
Onde, 
fbk, est: é a resistência característica estimada da amostra, expressa em MPa; 
fb(1), fb(2), ..., fbi: são os valores de resistência à compressão individual dos corpos 
de prova da amostra, ordenados crescentemente; 
i = n/2: se n for par; 
i = (n-1)/2: se n for ímpar; 
n: é a quantidade de blocos da amostra. 
 
Após realizado o cálculo acima, faça a seguinte análise: 
• Se o valor for fbk,est ≥ fbm (média da resistência à compressão de todos os corpos 
de prova da amostra), adota-se fbm como a resistência característica do lote (fbk); 
• Se o valor for fbk,estde cimento seja menor ou igual a 0,5 mm. 
 
6.2.1 Avaliação dos resultados 
 
 
1. Qual o horário inicial do ensaio identificado no passo 2? 
 
R: 08:20 h 
 
 
2. Construa uma tabela com os dados obtidos para cada medição do 
deslocamento da agulha com seu determinado horário para determinar 
o tempo de início de pega. Utilize a diferença entre o horário inicial do 
ensaio e o último tempo encontrado no passo 4 para determinar qual 
foi o tempo de início de pega encontrado? 
023 
 
 
 
TEMPO DE PEGA 
HORÁRIO RESULTADO 
08:50 0 mm 
09:07 0 mm 
09:24 1 mm 
09:41 2 mm 
09:57 3 mm 
10:12 7 mm 
Início 08:50 
Final 10:12 
TEMPO DE PEGA 01:22 
Tabela 10 – Dados obtidos para tempo de pega. 
 
 
3. Construa uma tabela com os dados obtidos para cada medição do 
deslocamento da agulha com seu determinado horário para determinar 
o tempo de fim de pega. Utilize a diferença entre o horário inicial do 
ensaio e o último tempo encontrado no passo 8 para determinar qual 
foi o tempo de fim de pega encontrado? 
 
FIM DO TEMPO DE PEGA 
HORÁRIO RESULTADO 
Início 2,5 mm 
10:45 2,8 mm 
11:18 2,8 mm 
11:50 2,7 mm 
12:20 2,7 mm 
12:50 2,7 mm 
13:22 2,6 mm 
13:52 Concluído 
Início 10:45 
Final 13:52 
TEMPO DE PEGA 03:07 
Tabela 11 – Dados obtidos para fim do tempo de pega. 
024 
 
 
 
4. Quais conclusões sobre a amostra podem ser tomadas ao estimar o 
tempo de início de pega e o tempo de fim de pega? 
 
R: A pega é mais lenta no início. O final da pega mede o material mais 
rígido enquanto no início o material é mais líquido. O tempo de pega final 
é mais longo que o inicial. 
025 
 
 
 
7 CONCLUSÃO 
 
Os materiais de construção civil são responsáveis por uma grande parte do 
custo da obra. Sua seleção é de grande importância para controlar o orçamento e 
também evitar problemas no futuro, após a entrega do projeto. 
Com todos os experimentos realizados no laboratório virtual, podemos definir 
qual o melhor material a ser utilizado, como também sua resistência, e assim 
conseguir manter a obra com qualidade e dentro do custo adequado. 
	3 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – AGREGADOS: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA 09
	4 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO 12
	5 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS 14
	6 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – ENSAIO DE TEMPO DE PEGA 21
	7 CONCLUSÃO 25
	2. LABORATÓRIO DE ENGENHARIA - AGREGADOS: MASSA UNITÁRIA E VOLUME DE VAZIOS
	3 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – AGREGADOS: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA
	4 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO
	5 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS
	6 LABORATÓRIO DE ENGENHARIA – ENSAIO DE TEMPO DE PEGA
	7 CONCLUSÃO

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