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Sistema Cardíaca Potencial de ação da célula cardíaco: Processo elétrico essencial para a contração muscular. O processo se desenvolve da seguinte maneira: 1) Potencial de repouso (-90 mV): sem pertubação na membrana plasmática e todos os canais fechados; 2) Fase ascendente a) Repolarização: canais rápidos de Na+ se abrem b) Despolarização inicial: canais rápidos de Na+ se fecham e canais rápidos de K se abrem; 3) Fase Platô: mantém o ritmo cardíaco e uma contração mais longa, abertura dos canais lentos de Ca+ e fechamento dos canais rápidos de K+; 4) Fase descendente: a) Repolarização rápida (+35mV): os canais lentos de Ca+ se fecham e há o retorno para o potencial de repouso cardíaco. Os canais se fecham e a membrana celular volta para o seu estado inicial. Potencial de ação celular cardíaco ≠ Potencial de ação celular estriado esquelético A diferença está na presença da fase platô e dos canais lentos de calcio celular cardíacas. Eletrocardiograma ( fases, complexos, intervalos e segmentos) 1. Fases/ondas: a) Onda P: despolarização e contração dos átrios. PA é gerado no nó sinoatrial se propaga para os átrios b) Onda T: repolarização dos ventrículos e encerramento do potencial cardíaco 2. Complexos: a) Complexo QRS: despolarização e contração dos ventrículos, PA gerado n o nó sinoatrial e se propaga para os feixes de His 3. Segmentos: a) Segmento PQ: despolarização completa do átrio b) Segmento ST: começo da repolarização ventricular 4. Intervalos: a) Intervalo R-R: onda cardíaca completa OBSERVAÇÃO: Mecanismo intrínseco de contração cardíaca: 1. Estímulos nascendo no nó sinoatrial (marcapasso fisiológico) 2. Se propaga para o feixe de his 3. Vão para as fibras punking 4. Ramificam-se para o lado esquerdo e direito do coração a) SNP: aumenta a atividade cardíaca b) SNS: diminui a atividade cardíaca Sistema Respiratório Mecanismos de controle respiratório 1. Grupo respiratório dorsal: responsável pela inspiração, com células auto-excitáveis que descem através medula e vão para neurônios motores para controlar a inspiração 2. Grupo respiratório ventral: inspiração e expiração, depende dos neurônios estimulados. Além disso, apresenta quimiorreceptores centrais relacionados a apneia e hiperventilação 3. Quimiorreceptores: sensíveis a diminuição da pressão de 0² e H+; a) Quimiorreceptores centrais: quando ocorre a elevação do nível de dióxido de carbono e do pH do sangue,os quimiorreceptores centrais mandam um sinal para o sistema respiratório para aumentar a frequência respiratória com a finalidade de eliminar o excesso de CO2 e restaurar o equilíbrio ácido-base. b) Quimiorreceptores periféricos: respondem a alterações nas concentrações de moléculas do sangue e ajudam a manter a homeostase cardiorrespiratória 4. Área pneumo torácica: controla a frequência respiratória e o padrão respiratório, inibindo o estímulo da inspiração antes que o pulmão assuma o volume total Apneia e hiperventilação São alterações no controle respiratório do grupo respiratório ventral,em que a apneia é o aumento de e de H + e diminuição do pH. A hiperventilação é o aumento consciente ou não da ventilação, gerando queda no PCO² e no H +, diminuindo o pH. 1. Apneia: ocorre quando a obstrução nas das vias respiratórias, que faz a pessoa parar de respirar por pelo menos 10 segundos durante o sono. Sua alteração ocorre no controle respiratório do grupo respiratório ventral, em que à o aumento de H+ e diminuição do pH 2. Hiperventilação: ocorre quando derrepente a pessoa começa a respirar muito rapidamente. Sendo o aumento consciente ou não da ventilação, gerando queda no PCO2 e no H+, diminuindo o Ph Mecanismo intrínseco de contração cardíaca e alterações na gasometria arterial que desencadeiam modificações do mecanismo de ventilação. Estímulo intrínseco do nó sinoatrial ( marcapasso fisiológico), que vai para os feixes de His, fibras de purkinje e é dividido nos ramos direitos e esquerdos do coração. Gasometria: é um exame que tem como finalidade detectar distúrbios de ordem metabólica ou respiratória através da avaliação do pH e das pressões parciais de O2 e CO2, em uma amostra de sangue. A gasometria pode ser classificada da seguinte maneira: ● Acidose metabólica: queda no HCO3 e consequentemente redução do pH, sua resposta deverá ser uma hiperventilação a fim de reduzir o CO2; ● Acidose mista: ocorre quando os ambos os valores (PaCO2 e HCO3) estiverem alterados; ● Alcalose respiratória: o paciente está hiperventilando e, consequentemente, elevando o CO2, isso é, expulsando CO2; ● Alcalose metabólica: é uma resposta compensatória sendo consequentemente renal, com posterior elevação do HCO3 na gasometria, ● Fórmula: pH = HCO3/ PaCO2 Função do surfactante em relação a complacência pulmonar O surfactante é um líquido que diminui a tensão superficial, garantindo que haja complacência pulmonar (volume de ar que entra no pulmão), além de ajudar na defesa imune pulmonar, em decorrência da capacidade de se ligar a carboidratos, e por ingerir com célula imune pulmonares. Se houver a ausência de SP-A prejudica a eliminação, tanto de bactéria como o de vírus no pulmão, facilitando a disseminação sistêmica de infecções. CO² consegue atingir as áreas de troca pulmonar e ser subsequente eliminado A hematose ocorre quando há inspiração, com os alvéolos se enchendo de ar rico em O², enquanto as alveolares estão cheias de CO² ( vindo de reações metabólicas do organismo). Após isso, a diferença de pressão entre os alvéolos e o capilar faz com que ocorra o extravasamento desses gases, com o CO² passando para os alvéolos e o O² passando para os capilares, ocorrendo a oxigenação sanguínea. Por fim, ocorre a expiração, onde o CO² é liberado para fora do corpo. Sistema Urinário e Renal Filtragem do sangue e a produção de urina O sangue chega na arteríola aferente com pressão, é filtrado nos glomérulos, com os resíduos e líquidos passando para a cápsula renal, chegando nos túbulos contorcidos proximais a água e resíduos úteis, que são reabsorvidos na Alça néfrica, há um menor diâmetro para uma maior pressão, com a maior parte dos resíduos absorvidos, passando pelo túbulo contorcido distal, sobrando a urina que é eliminada pelo ureter (Todo esse processo ocorre nos néfrons). Fatores que alteram na filtragem do sangue e/ou na produção de urina Vasodilatação e vasoconstrição da arteríola aferente, na alta regulação renal e concentração de íons. Sistema renina angiotensina aldosterona Regula a pressão sanguínea, através da interseção do rim quando há queda da pressão, liberação de renina, que é convertida em angiotensina II, que faz a vasoconstrição. Essa angiotensina II vira aldosterona, que retiram Na + e H²O, aumentando a pressão sanguínea. Sistema Endócrino Hormônios T3 e T4 Regulam o metabolismo, ajudam no desenvolvimento da função gastroenteral e atuam no crescimento. São liberados pela tireoide Insulina, glicose e glucagon 1. Insulina: capta a glicose do sangue e envia para as células. Sua falta gera Diabetes Mellitus a) Diabetes tipo 1: não há produção de insulina pelo pâncreas, com a glicose não sendo degradada e acaba ficando retida nas células. Paciente aplica insulina e é adquirida geneticamente b) Diabetes tipo 2: é adquirida por hábitos e estilo de vida, com o corpo desenvolvendo resistência à insulina. Deve haver mudanças nos hábitos. 2. Glicose: é produto da alimentação, cuja função é produzir energia no meio intracelular (ATP) 3. Glucagon: é um hormônio produzido na célula, em que retira a glicose do fígado para gerar sua disponibilidade. Interação entre hipófise e hipotálamo Hipófise recebe o estímulo e o hipotálamoproduz o hormônio .