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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUREA ROTEIRO DE AULA PRÁTICA – CIRCUITOS ELÉTRICOS Araraquara - Sp 2025 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA – CIRCUITOS ELÉTRICOS Roteiro de Aula Prática apresentado a Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera como requisito para obtenção de média para a disciplina de Circuitos Elétricos. Araraquara - Sp 2025 SUMÁRIO 1 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 2 1.1 ATIVIDADE 1 3 1.2 ATIVIDADE 2 – APLICANDO O TEOREMA DA TRANSFORMAÇÃO DE FONTES 6 1.3 ATIVIDADE 3 – APLICANDO O TEOREMA DA MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA 7 2 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 9 3 INTRODUÇÃO 10 4 TEORIA E FUNDAMENTAÇÃO 11 5 METODOLOGIA 12 6 RESULTADOS 13 7 DISCUSSÃO 15 8 CONCLUSÕES 16 9 CONSIDERAÇÕES FINAIS 16 10 REFERÊNCIAS 17 3 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 18 4 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 20 4.1 ATIVIDADE 1 - ANÁLISE DE CIRCUITO RC 20 4.2 ATIVIDADE 2 – SIMULAR UM CIRCUITO RC 21 5 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 23 5.1 ATIVIDADE 1 – ANÁLISE CIRCUITO RL E RC 23 5.2 ATIVIDADE 2 – SIMULAR CIRCUITOS RC E RL SEM FONTE NO SOFTWARE MULTISIM LIVE E ANALISAR SUA RESPOSTA NO TEMPO 23 1 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA UNIDADE: LEIS E TEOREMAS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS SEÇÃO: TEOREMA DE CIRCUITOS - PARTE II OBJETIVOS · Medir a potência em uma carga. Verificar experimentalmente que a máxima potência transferida de uma fonte CC para a carga ocorre quando a resistência da carga é igual a resistência interna da fonte. 1.1 ATIVIDADE 1 Na Figura 1, constata-se o circuito simulado no Multisim, com três resistores em paralelo e um potenciômetro em série com esses resistores. Figura 1 – Circuito para análise da máxima transferência de potência. Na presente simulação, o potenciômetro foi ajustado de 10 em 10 Ohm, até o valor de 250 Ohm e os respectivos valores da tensão no potenciômetro , resistência do potenciômetro , corrente e potência do potenciômetro estão presentes na Tabela 1. Tabela 1 – Resultados da simulação do circuito apresentado na Figura 1. (V) Corrente (A) 1.1538 0.1154 10 0.1331 1.8750 0.0938 20 0.1758 2.3684 0.0789 30 0.1870 2.7273 0.0682 40 0.1860 3.0000 0.0600 50 0.1800 3.2143 0.0536 60 0.1722 3.3871 0.0484 70 0.1639 3.5294 0.0441 80 0.1557 3.6486 0.0405 90 0.1479 3.7500 0.0375 100 0.1406 3.8372 0.0349 110 0.1339 3.9130 0.0326 120 0.1276 3.9796 0.0306 130 0.1218 4.0385 0.0288 140 0.1165 4.0909 0.0273 150 0.1116 4.1379 0.0259 160 0.1070 4.1803 0.0246 170 0.1028 4.2188 0.0234 180 0.0989 4.2537 0.0224 190 0.0952 4.2857 0.0214 200 0.0918 4.3151 0.0205 210 0.0887 4.3421 0.0197 220 0.0857 4.3671 0.0190 230 0.0829 4.3902 0.0183 240 0.0803 4.4118 0.0176 250 0.0779 Os valores da potência no potenciômetro foram obtidos por meio da seguinte equação: De modo a comprovar os valores de simulação, é possível calcular os valores de tensão no potenciômetro e corrente do circuito por meio das seguintes equações: Sendo a associação em paralelo dos três resistores, nesse caso 33.33 Ohm. Por meio de cada uma dessas equações, verificam-se os valores teóricos, postulados na Tabela 2. Tabela 2 – Valores teóricos para o circuito da Figura 1. (mV) Corrente (mA) 1.15 0.115 10 0.13 1.87 0.093 20 0.17 2.36 0.078 30 0.18 2.72 0.068 40 0.18 3 0.06 50 0.18 3.21 0.053 60 0.17 3.38 0.048 70 0.16 3.52 0.044 80 0.155 3.64 0.040 90 0.147 3.75 0.037 100 0.14 3.83 0.034 110 0.133 3.91 0.032 120 0.127 3.97 0.030 130 0.121 4.03 0.028 140 0.116 4.09 0.027 150 0.111 4.13 0.025 160 0.107 4.18 0.024 170 0.102 4.21 0.023 180 0.098 4.25 0.022 190 0.095 4.28 0.021 200 0.091 4.31 0.020 210 0.088 4.34 0.019 220 0.085 4.36 0.019 230 0.082 4.39 0.018 240 0.080 4.41 0.017 250 0.077 A potência máxima transferida se dá na medida em que a resistência representativa da carga é igual a R (nesse caso, associação em paralelo dos três resistores). Desta forma, para esse caso, tem-se: O presente resultado pode ser comprovado por meio do gráfico apresentado na Figura 2. Figura 2 – Gráfico . 1.2 ATIVIDADE 2 – APLICANDO O TEOREMA DA TRANSFORMAÇÃO DE FONTES A figura 3 representa o equivalente de Thévenin e Norton, derivado através da aplicação do teorema da Transformação de Fontes, para uma resistência de carga de 1 kOhm. Este circuito foi implementado no Multisim online. Figura 3 – Equivalente de Thévenin e Norton simulados no Multisim. Com isso, comprova-se que a corrente e a tensão sobre a resistência de carga deve é a mesma, independente do circuito equivalente utilizado. Em relação ao circuito com fonte de tensão, comprovamos os resultados obtidos na simulação através da Lei de Ohm, no qual tem-se: Em relação ao circuito com fonte de corrente temos (foi utilizado o divisor de corrente): 1.3 ATIVIDADE 3 – APLICANDO O TEOREMA DA MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA O teorema afirma que a potência transferida atinge seu máximo quando a resistência da carga é igual à resistência interna da fonte de energia. Na Figura 4, está representado o circuito que será usado para medir a potência conforme variamos o valor da resistência de carga. Figura 4 – Circuito para análise da potência. O valor da resistência de carga (R2) foi variado entre 0 ohms até 10 kohms. O valor da resistência foi alterado de acordo com a Tabela 3. Tabela 3 – Valores obtidos da simulação do circuito da Figura 4. Tensão (V) Corrente Potência 10 10 200 100 1.6667 8.3333 400 13.8889 2.8571 7.1429 600 20.4082 3.7500 6.2500 800 23.4375 4.4444 5.5556 1000 24.6914 5.0000 5.0000 1200 25.0000 5.4545 4.5455 1400 24.7934 5.8333 4.1667 1600 24.3056 6.1538 3.8462 1800 23.6686 6.4286 3.5714 2000 22.9592 6.6667 3.3333 4000 22.2222 8.0000 2.0000 6000 16.0000 8.5714 1.4286 8000 12.2449 8.8889 1.1111 10000 9.8765 Dea cordo com os resultados obtidos de simulação (Tabela 3), plotamos o gráfico da Figura 5. Figura 5 – Gráfico da Máxima transferência de potência. Através da equação a seguir, obtém-se a máxima de forma teórica 2 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA UNIDADE: MÉTODOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS SEÇÃO: ANÁLISE DE MALHAS OBJETIVOS · Analisar circuitos elétricos resistivo; · Aplicar as leis de Kirchhoff na análise de circuitos; · Saber utilizar ferramentas computacionais para emular circuitos elétricos; · Aplicar os conhecimentos sobre a análise de circuitos para a validação dos resultados obtidos em ambiente de simulação computacional. RESULTADOS Para esse roteiro, foi escrito um relatório contendo informações detalhadas sobre o projeto, simulação e resultados do circuito. Esse relatório, conta com: capa, resumo, introdução, teoria e fundamentação, metodologia, resultados, discussão, conclusão, considerações finais e referências. RESUMO Este estudo apresente a análise de um circuito resistivo montado em uma protoboard, conduzida através do laboratório virtual da Algetec. O objetivo do experimento foi aplicar as Leis de Kirchhoff na análise de circuitos elétricos, contrastando os resultados teóricos com as medições obtidas na simulação. A metodologia incluiu a montagem do circuito conforme as especificações do laboratório virtual, utilizando resistores com valores determinados por código de cores e alimentando-o com 10V. Foram realizadas medições de corrente e tensão em cada componente utilizando um multímetro digital. Os resultados teóricos foram calculados utilizando as Leis de Kirchhoff e a Lei de Ohm, enquanto os resultados experimentais foram obtidos através das medições realizadas na simulação. A comparação entre os resultados teóricos e experimentais possibilitou uma análise crítica dos dados, identificando eventuais discrepâncias e discutindo suas causas. 3 INTRODUÇÃO A capacidade de analisar circuitos elétricos é crucial para engenheiros e profissionais da eletrônica, sendo essencial em diversasetapas, desde o projeto até a manutenção e resolução de problemas em sistemas elétricos e eletrônicos. Nesse contexto, o emprego de conceitos como as Leis de Kirchhoff e a Lei de Ohm desempenha um papel fundamental na compreensão do comportamento dos circuitos elétricos e na determinação de grandezas como corrente, tensão e resistência. As Leis de Kirchhoff, que englobam a Lei das Tensões e a Lei das Correntes, são princípios essenciais na teoria dos circuitos elétricos, permitindo a análise de circuitos complexos através da aplicação de equações que descrevem a conservação da energia e da carga elétrica. Similarmente, a Lei de Ohm estabelece a relação entre tensão, corrente e resistência em um circuito, sendo crucial para o cálculo e dimensionamento de componentes elétricos. A utilização de softwares de simulação, tal como o laboratório virtual da Algetec, é fundamental no desenvolvimento prático dessas habilidades. Esses softwares permitem a montagem e análise de circuitos de forma virtual, proporcionando um ambiente seguro e controlado para experimentação e aprendizado. Além disso, a simulação de circuitos elétricos oferece vantagens como a rapidez na obtenção de resultados, a capacidade de explorar diferentes cenários e configurações, e a facilidade de realizar ajustes e correções sem a necessidade de montagens físicas. Para o engenheiro eletricista, a competência para analisar e projetar circuitos elétricos com precisão e eficiência é fundamental em uma variedade de campos, como automação, eletrônica de potência, sistemas embarcados, telecomunicações, entre outros. A habilidade de aplicar as Leis de Kirchhoff e a Lei de Ohm, combinada com o uso de ferramentas de simulação, torna-se uma vantagem significativa no cotidiano do engenheiro, contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras e eficazes em projetos e na solução de problemas práticos. 4 TEORIA E FUNDAMENTAÇÃO No início, frisa-se que os circuitos elétricos são representados por equações que descrevem as relações entre corrente (I), tensão (V) e resistência (R). A Lei de Ohm, desenvolvida por Georg Simon Ohm, estabelece a relação fundamental entre essas grandezas, expressa pela equação (BOYLESTAD, 2011) A presente lei é aplicável a circuitos que apresentam uma relação linear entre tensão, corrente e resistência, sendo crucial para o entendimento do comportamento dos componentes no circuito. Quando se analisa um circuito com duas malhas, é imperativo aplicar as Leis de Kirchhoff, concebidas por Gustav Kirchhoff. A Lei das Tensões de Kirchhoff (ou Lei das Malhas) postula que a soma das tensões em uma malha fechada é nula, o que reflete a conservação da energia no circuito. Em contrapartida, a Lei das Correntes de Kirchhoff (ou Lei dos Nós) afirma que a soma das correntes que entram em um nó é igual à soma das correntes que dele saem, demonstrando a conservação da carga elétrica (ALEXANDER; SADIKU, 2013). No contexto de circuitos em série, os componentes estão conectados em uma única linha de forma que a mesma corrente flui através de todos eles. Tal questão pressupõe que a corrente é a mesma em todos os componentes em série, enquanto a tensão se divide entre eles de acordo com a Lei de Ohm. Em relação aos circuitos em paralelo, os componentes estão conectados de forma que a mesma tensão é aplicada a cada um deles, permitindo a divisão da corrente entre os componentes de acordo com suas resistências individuais (HAYT, KEMMERLY e DURBIN, 2014). Os componentes essenciais em circuitos elétricos, como resistores e fontes de tensão, desempenham papéis cruciais. Os resistores limitam o fluxo de corrente, controlando a intensidade da corrente e a tensão em várias partes do circuito. As fontes de tensão fornecem a diferença de potencial necessária para impulsionar a corrente pelo circuito. Compreender estes princípios, juntamente com as Leis de Kirchhoff e a Lei de Ohm, é vital para analisar e projetar circuitos, permitindo o cálculo preciso de correntes, tensões e resistências, garantindo o funcionamento adequado dos componentes. 5 METODOLOGIA Por meio da metodologia empregada foi possível abarcar desde a concepção e montagem do circuito na protoboard até a realização das medições de corrente e tensão utilizando o multímetro, seguindo um processo sistemático e organizado para garantir resultados confiáveis na análise do circuito de duas malhas. Com isso, a metodologia seguiu os seguintes passos: 1. Projeto do Circuito: O circuito foi desenhado de acordo com as especificações fornecidas pelo laboratório virtual da Algetec, o que envolveu a identificação dos componentes necessários, tais como resistores de 1 k ohm, 1.2 k ohm e 2.2 k ohm, além da seleção de outros elementos do circuito. 2. Montagem na Protoboard: Os componentes foram montados em uma protoboard conforme o projeto estabelecido. A protoboard oferece uma plataforma conveniente para a montagem e conexão dos componentes, facilitando a análise e modificação do circuito conforme necessário. 3. Alimentação do Circuito: O circuito foi alimentado por uma fonte de bancada ajustada para fornecer uma tensão constante de 10V. Essa configuração proporcionou uma diferença de potencial elétrico adequada para o funcionamento dos componentes e para a realização das medições. 4. Medição de Corrente e Tensão: Utilizando um multímetro, foram realizadas medições precisas de corrente e tensão em diferentes pontos do circuito de duas malhas. O multímetro foi empregado para ler a corrente que flui em cada resistor e a tensão em pontos específicos do circuito, conforme necessário para a análise completa do sistema. 5. Registro dos Valores Experimentais: Todos os valores experimentais de corrente e tensão foram meticulosamente registrados. Isso incluiu as leituras do multímetro para cada componente do circuito, garantindo a precisão e confiabilidade dos dados obtidos durante o experimento. 6 RESULTADOS Na Figura 1 constata-se um circuito elétrico de duas malhas alimentado por uma fonte de tensão. Figura 1– Circuito elétrico de duas malhas. De modo a determinar as quedas de tensão e aplicamos a Lei de Kirchhoff das correntes, assim obtemos: Aplicando a lei de Ohm para cada corretnte: Com isso, verifica-se o seguinte: A partir das correntes, determina-se as quedas de tensão nos resistores. Com isso, tem-se o seguinte: Para validar os resultados teóricos, o circuito mostrado na Figura 1 foi simulado em um ambiente de laboratório virtual. Isso nos permitiu verificar os valores das quedas de tensão (Figura 2) e a corrente em cada ramo (Figura 3). Figura 2 – Queda de tensão nos resistores para o circuito simulado. Queda de tensão . Queda de tensão . Queda de tensão . Queda de tensão . Queda de tensão . Figura 3 – Corrente em nos ramos do circuito. Corrente . Corrente . Corrente . 7 DISCUSSÃO A presente simulação enfatiza que, embora tenha havido uma pequena discrepância entre os valores experimentais e teóricos, os resultados ainda são significativos. A atribuição dessa diferença a fatores como tolerâncias nos componentes eletrônicos, imprecisões na medição durante a simulação e variações nos equipamentos de medição é destacada. A análise dos resultados ainda é valiosa, pois a aplicação das Leis de Kirchhoff permite uma interpretação detalhada do comportamento do circuito, incluindo a distribuição de corrente em cada ramo e a verificação da conservação da carga elétrica. A comparação entre valores teóricos e experimentais valida as previsões teóricas e a precisão das Leis de Kirchhoff na modelagem do circuito, contribuindo para a compreensão do comportamento do circuito em condições práticas e para a validação das teorias fundamentais da análise de circuitos elétricos. 8 CONCLUSÕES A análise do circuito resistivo em duas malhas, através das Leis de Kirchhoff e da Lei de Ohm, acompanhada da simulação prática no laboratório virtual da Algetec, proporcionou importantes inferências sobre o comportamento e funcionamento dos circuitoselétricos. A comparação entre os valores experimentais obtidos na simulação e os cálculos teóricos revelou uma pequena discrepância, possivelmente atribuível a tolerâncias nos componentes e imprecisões nas medições. Apesar dessas diferenças, os resultados continuam sendo significativos, contribuindo para validar as teorias fundamentais da análise de circuitos elétricos. Destaca-se também que a aplicação das Leis de Kirchhoff das Correntes na interpretação dos resultados permitiu uma compreensão mais profunda da distribuição de corrente no circuito, evidenciando como ela se divide e flui através dos resistores em série e paralelo. Além disso, a simulação demonstrou a importância dos softwares para estudo e análise de circuitos elétricos, oferecendo um ambiente controlado e seguro para experimentação e aprendizado prático. Esse processo enriqueceu o entendimento dos conceitos teóricos e fortaleceu as habilidades práticas necessárias para engenheiros e profissionais da área elétrica, destacando a relevância das técnicas de análise de circuitos elétricos para o sucesso na resolução de problemas e no projeto de sistemas complexos. 9 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este experimento ofereceu experiência valiosa no que tange a análise de circuitos elétricos e a utilidade dos laboratórios virtuais para simulações. No entanto, são reconhecidas as limitações do experimento, como tolerâncias nos componentes e imprecisões nas medições, que podem ter influenciado a pequena diferença entre os valores experimentais e teóricos. Recomenda-se explorar outros softwares de simulação para uma análise comparativa mais abrangente e conduzir experimentos adicionais com diferentes configurações de circuitos para ampliar o conhecimento e aprofundar o entendimento dos princípios fundamentais da teoria dos circuitos elétricos. 10 REFERÊNCIAS ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. O. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 12.ed. Pearson, 2011. HAYT, W; KEMMERLY, J; DURBIN, S. Análise de Circuitos em Engenharia. 8.ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 3 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA UNIDADE: MÉTODOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS SEÇÃO: TRANSFORMAÇÃO DE TIPOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS OBJETIVOS · Projetar e simular circuitos elétricos com transformação estrela-triângulo. ATVIDADE 1 - TRANSFORMAÇÃO ESTRELA – TRIANGULO / TRIANGULO ESTRELA Por meio do software de simulação TinkerCad o circuito elétrico foi montado, tal como vislumbrado na Figura 1. Figura 1 – Circuito elétrico com conexões triângulo entre os resistores. Constata-se que os dados da simulação estão corretos confortando com os resultados obtidos através dos cálculos mostrados a seguir. Utilize transformação estrela-triangulo (Figura 2), temos: Figura 2 – Estrela triângulo. Com isso, calcula-se os valores de e : O circuito redesenhado é mostrado na Figura 3. Figura 3 – Circuito redesenhado. Fazendo as associações dos resistores em estrela, Nesse sentido, é possível encontrar a resistência total, Com a resistência total calcula-se a corrente do circuito: Nesse sentido, foi possível provar que os cálculos estão corretos, tendo em vista que é mesma corrente encontrada na simulação da Figura 1. 4 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA UNIDADE: ELEMETOS ARMAZENADORES DE ENERGIA SEÇÃO: CIRCUITOS DE PRIMEIRA ORDEM SEM FONTE OBJETIVOS · Projetar e simular circuitos elétricos (Circuito RC). Calcular a constante de tempo. 4.1 ATIVIDADE 1 - ANÁLISE DE CIRCUITO RC O circuito apresentado na Figura 1, foi projetado no software Multisim, colocando um medidor de tensão no capacitor . Esse procedimento carregará o capacitor. Figura 1 – Circuito RC com fonte conectada (carregamento do capacitor). Por meio da tensão no capacitor, observa-se que o capacitor leva um tempo de 35.6 ps (pico segundos) para alcançar 3.6674 V, próximo dos 37% da tensão inicial. Em t = 0, a chave S1 foi mudada de posição, conforme Figura 2. Nesse momento o capacitor passará a descarregar. Figura 2 – Circuito RC sem fonte (descarregamento do capacitor). Calculando a constante de tempo do circuito, temos: Com isso, o tempo de descarga ocorre em cinco constantes de tempo , ou seja, observamos que ele é condizente com o valor obtido através da forma de onda para o circuito em descarga (Figura 2). 4.2 ATIVIDADE 2 – SIMULAR UM CIRCUITO RC Na Figura 3, o circuito é alimentado por uma fonte de corrente. A tensão no capacitor foi medida para este circuito. Figura 3 – Circuito RC com fonte de correnre (carregamento do capacitor). Observou-se que o tempo de carga do capacitor é de 37.280 ms, resultando em uma carga de 496.56 mV. Para validar os resultados da simulação, o circuito foi analisado de forma analítica. Primeiramente, a fonte de corrente foi convertida em uma fonte de tensão. Em seguida a constante de tempo foi determinada: Como a tempo de carga é , concluímos que o capacitor estará carregado em 37.5 ms, o que pode ser comprovado pela simulação (Figura 3). Por fim, foi calculada a tensão no capacitor, para isso, emprega-se a seguinte relação: Nesse sentido, após cinco constantes de tempo o capacitor terá uma carga de , o que também pode ser comprovado através da simulação. 5 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA UNIDADE: CIRCUITOS DE PRIMEIRA E SEGUNDA ORDEM SEÇÃO: CIRCUITOS DE PRIMEIRA ORDEM COM FONTE OBJETIVOS · Simular circuitos elétricos do tipo RC e RL com fonte de tensão. 5.1 ATIVIDADE 1 – ANÁLISE CIRCUITO RL E RC Por ser uma atividade física, esse experimento não foi realizado. 5.2 ATIVIDADE 2 – SIMULAR CIRCUITOS RC E RL SEM FONTE NO SOFTWARE MULTISIM LIVE E ANALISAR SUA RESPOSTA NO TEMPO Os circuitos de primeira ordem, tais como RC e RL, desempenham um papel fundamental no estudo de sistemas eletroeletrônicos. Eles possuem a capacidade de armazenar energia e liberá-la ao longo do tempo, resultando em comportamentos temporais específicos após perturbações. Na Figura 1, apresentamos o circuito RC em série, no qual o capacitor inicialmente carrega uma tensão de 55V. Podemos observar a resposta natural do circuito, uma vez que não há fonte de tensão ou corrente presente. Figura 1 – Circuito RC série (resposta natural). Através da observação do comportamento do capacitor vemos ele descarregando ao longo do tempo, próximo dos 7.5 segundos ele se encontra praticamente sem carga. É possível comprovar esse resultado encontrando sua constante de tempo Como o capacitor se encontra descarregado após , tem-se Nesse sentido, 7.755 segundos é o tempo necessário para ele estar descarregado, o que foi comprovado na simulação. Na Figura 2, temos o circuito RL em série, onde a fonte de corrente para carregar o indutor incialmente de 1 A. Figura 2 – Circuito RL série (resposta natural). Ao observar o gráfico da corrente, nota-se que o capacitor se carrega em 4 milissegundos. Podemos tentar confirmar esse resultado calculando a constante de tempo do circuito. Como o indutor leva para carregar, tem-se Com isso, 50 milissegundos é o tempo necessário para o indutor esteja carregado, o que é comprovado através do gráfico. image11.png image10.png image6.png image8.png image24.png image19.png image7.png image4.png image12.png image3.png image13.png image20.png image15.png image2.png image21.png image14.png image16.png image23.png image22.png image5.png image18.png image17.png image1.png image9.png