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 Instituição unopar – polo diamantina
sAMUEL lima RIBEIRO
CUIDADOS PALiATIVOS:
CONFORTO E CUIDADO COM O PACIENTE
DIAMANTINA
2025
samuel lima ribeiro
CUIDADOS PALiATIVOS:
CONFORTO E CUIDADO COM O PACIENTE
Projeto apresentado ao Curso de Enfermagem da Instituição UNOPAR polo Diamantina
Orientador: Camila Cristina Rodrigues
Diamantina
2025
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO	4
1.1 O PROBLEMA	5
2 OBJETIVOS	6
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO	6
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS	6
3 JUSTIFICATIVA	7
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA	8
5 METODOLOGIA	13
6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO	14
REFERÊNCIAS	15
1 INTRODUÇÃO
A morte é um tabu dentro da sociedade apesar de ser uma etapa natural da vida, assim como acontece com o nascimento. Na atualidade a morte é vivenciada por muitos como um ponto de passagem de uma extensa rede de conhecimentos sociotécnicos, no qual convergem as intervenções especializadas, orquestradas por médicos, enfermeiros, psicólogos, atendentes funerários e, cientistas sociais, que organizam o significado moderno do morrer (Cf. Willmott, 2000). Dentro desta nova perspectiva, surge o cuidado paliativo que é apontado como um modelo integrativo na transição entre a vida e a morte e que muito é confundido e mal entendido pela sociedade por não conhecer os parâmetros adotados durante este “tratamento”.
O Cuidado Paliativo surge diante da necessidade de cuidar de pacientes em estado terminal, aliviando a sua dor e o sofrimento, sendo desenvolvido por uma equipe interdisciplinar, onde cada profissional reconhecendo o limite da sua atuação contribuirá para que o paciente, em estado terminal, tenha dignidade na sua morte, como bem definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS):
Cuidados paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais (World Palliative Care Alliance, 2014, p.5).
Neste sentido, o cuidado paliativo tem como um de seus principais objetivos, prover o máximo de conforto para o paciente e, conhecer as experiências de conforto dos pacientes torna-se um aspecto altamente relevante para a prática da assistência paliativa, a fim de orientar os cuidados prestados de acordo com as necessidades dos pacientes, para maximizar o efeito das intervenções de conforto. Seguindo esta linha de raciocínio, este estudo de revisão tem o objetivo de identificar e sintetizar as pesquisas que versam sobre o conforto dos pacientes em cuidado paliativo.
1.1 O PROBLEMA
Ao observar o prolongamento da vida, os profissionais da saúde perceberam que mesmo não havendo cura, há possibilidades de atendimento, com destaque na qualidade de vida e cuidados aos pacientes, por meio de assistência interdisciplinar, e da abordagem aos familiares que compartilham deste processo e do momento final da vida – os cuidados paliativos.
Contudo, apesar dos estudos sobre os cuidados paliativos serem recentes no país, e ainda desconhecidos por um grande contingente de profissionais que trabalham com pacientes em fase terminal, algumas questões se colocam: como promover o conforto e cuidado necessário aos pacientes que se encontram em fase terminal? E qual a importância deste cuidado para o paciente e seus familiares?
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2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO
Identificar e sintetizar as pesquisas que discorrem sobre o conforto dos pacientes em cuidados paliativos. 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS
 
· Conhecer quais são os cuidados durante o estado paliativo para manter o conforto do paciente e o bem estar dos familiares;
· Entender a importância da equipe multidisciplinar no cuidado do paciente;
· Revisar a literatura para adquirir conhecimento sobre o cuidado paliativo.
3 JUSTIFICATIVA
Este estudo justifica-se pela necessidade de maior debate sobre o cuidado paliativo desmitificando-se que o mesmo serve apenas para diminuir o desconforto do paciente que se encontra em fase terminal, uma vez que, os cuidados paliativos consideram a morte como um processo natural da vida, sem criar expectativas que a acelerem ou mesmo a delongue, oferecendo ao paciente toda estrutura necessária a sua saúde e bem estar.
É imprescindível que a comunidade médica, bem como toda a equipe multidisciplinar tenha conhecimento sobre os benefícios do cuidado paliativo tanto para o paciente quanto para os seus familiares que sofrem junto e, se sentem mais bem amparados ao saberem que seus entes queridos terão todo o cuidado e estrutura para que terminem seus dias de maneira confortável e assistidos em suas necessidades de maneira individual.
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Quando se trata de cuidados paliativos deve-se ter em mente que este tipo de tratamento abrange uma gama de pacientes que se encontram sem prognóstico de cura, ou com uma doença ameaçadora a vida e, o tratamento se dá por meio de cuidados precoces que aliviem o sofrimento e da terapêutica contra a dor e demais sintomas.
Uma importante ferramenta que auxilia no manejo dos pacientes em cuidados paliativos é o Manual de Cuidados Paliativos da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), que estabelece alguns critérios de recomendação para Cuidados Paliativos, indicando os cuidados e todas as opções de tratamento para manter ou delongar a vida de alguém em sofrimento. A indicação de maior destaque neste manual dos cuidados paliativos é a opção de manutenção do conforto do paciente quando este tem um limite de seis meses de vida. Neste mesmo manual há recomendações às famílias destes pacientes que precisam ser beneficiadas com cuidados, orientação a respeito do conforto e melhor qualidade de vida (ANCP, 2012). 
Doenças onde os pacientes podem ser beneficiados com os cuidados paliativos incluem: câncer (que afeta muitas pessoas sendo a doença mais citada nos artigos), doenças neurológicas progressivas, insuficiência cardíaca grave, Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), doenças crônicas terminal, insuficiência renal crônica, doenças respiratórias, trauma agudo, prematuridade extrema dentre outras que, são marcadas por tratamentos contínuos e que ao longo da progressão da doença a intensidade dos cuidados pode variar de tratamentos até intervenções apenas paliativas (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2017). 
Se tratando dos incômodos ocorridos durante os cuidados paliativos a dor é o sinal mais relatado pelos pacientes, seguida por desconfortos que pioram o estado de saúde dos mesmos. Apesar de ser detectada de maneira não precisa devido a uma falta de padrão (cada individuo vê a dor de maneira diferente e a intensidade depende da sensibilidade de cada um), a dor é definida nos artigos analisados como algo mensurado via sensitiva ou emocional de cunho desagradável, que causa incômodo e desconforto. De apresentação subjetiva abrange as esferas física, psicológica, social e espiritual (FERRIAN AM e PRADO BL, 2017). 
A respeito de como mensurar os danos causados pela doença nos pacientes SANTOS (2016) discorre:
Existem instrumentos, escalas desenvolvidas especificamente para essa população, buscando oferecer aos profissionais parâmetros validados para a identificação, condutas preventivas e terapêuticas de alguns sintomas como, por exemplo, a dor, níveis de cognição e consciência, identificação de risco de desenvolvimento de lesões na pele (especialmente as úlceras por pressão) e estado geral do indivíduo avaliado. Um número considerável dessas escalas está validado na língua portuguesa e são utilizadas nos serviços que desenvolvem atividades com pessoas em cuidados paliativos, confirmando seu importante papel no planejamento dos cuidados pelo enfermeiro. (SANTOS, 2016, p.34)
A autora ainda coloca alguns dos sintomas encontrados em maior prevalência,suas causas e possibilidade terapêuticas, medicamentosas ou não, bem como as escalas mais utilizadas nos serviços de cuidados paliativos para a avaliação fidedigna de sintomas. A etapa principal para um adequado manejo desses sintomas é a correta identificação dos mesmos (Santos, 2016), sendo alguns dos sintomas citados pela autora os seguintes:
· Alteração do sono/vigília: suas causas são várias, como a dor não ou mal controlada; os quadros de depressão ou ansiedade; a inatividade e/ou cochiladas diurnas; os efeitos colaterais dos fármacos e o abuso de álcool e cafeína.
· Fadiga: De uma forma geral pode ser definida como uma sensação subjetiva de cansaço, fraqueza ou perda de energia. Seu conceito pode ser aprimorado considerando-se: verbalização de cansaço, canseira e/ou exaustão; diminuição da capacidade de realizar tarefas habituais; e falta de alívio para essas manifestações com a aplicação de estratégias usuais de recuperação de energia.
· Náusea e Vômitos: A náusea é a sensação desagradável da necessidade de vomitar, habitualmente acompanhada de sintomas autonômicos como sudorese fria, sialorréia, hipotonia gástrica, refluxo do conteúdo intestinal para o estômago, entre outros. O vômito ou êmese é a expulsão rápida e forçada do conteúdo gástrico através da boca, causada por uma contração forte e sustentada da musculatura da parede torácica e abdominal.
· Dispneia: é a sensação de respiração desconfortável, sufocante, provocada pela falta de ar.
· Constipação: é um sintoma bastante frequente nos doentes em cuidados paliativos, especialmente quando usando analgésicos opióides.
Para minimizar esses sintomas e ajudar o paciente são oferecidos medicamentos e tratamentos alternativos que os ajudam a se sentirem melhores e confortáveis durante o tratamento. No estudo de Schmid W, et al. (2018), por exemplo, foram feitas analises de pesquisas quantitativas e qualitativas sobre a dor nos pacientes em estados paliativos e incluíram relatos de efeitos positivos da musicoterapia como terapêutica. Nestes estudos os pacientes fizeram associação de emoções positivas e o aumento do bem-estar ao tratamento com musicoterapia, pontuada como uma mudança psicofisiológica pelos autores. 
Outro fator muito discutido em relação aos pacientes paliativos é a interligação do paciente e sua espiritualidade, pois a fé influencia no bem-estar e satisfação do mesmo trazendo alivio e esperança, e o profissional que oferece o cuidado paliativo ao utilizar do artifício espiritual na assistência também contribuem para fortalecer a relação paciente-profissional-familiares (ARRIEIRA ICO, et al., 2018). 
Cabe salientar que cada paciente é único, com necessidades diferentes e que deve ser acolhido e tratado de acordo com suas especificidades, assim como acontece com o tratamento, o ambiente onde o cuidado paliativo é ofertado também varia de acordo com cada paciente, sua necessidade e consentimento dos familiares que observam e considera esse cuidado, tornando a rede de apoio um pilar fundamental no processo de cuidado do paciente. Muitos pacientes se sentem mais amparados pelo simples fato de permanecerem em um hospital, sendo cuidados pela equipe de saúde, apesar de ser um ambiente que denota a um isolamento social por impossibilitar acesso ao conforto ofertado em casa, por exemplo. A ansiedade é reduzida quando o paciente percebe o papel dos enfermeiros nos cuidados e dos médicos. A presença de ambos proporciona a redução do sentimento de solidão e acarreta alívio nestes indivíduos. Nesta perspectiva, Silmara M, et al. (2019), foca seu trabalho no estudo do significado de conforto na perspectiva de familiares de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e chegaram a conclusão de que o termo UTI tem um significado forte e abrangente para os familiares, que culmina em uma comunicação efetiva, flexibilização nos horários de visitas, apoio psicológico para o paciente, melhor monitoramento do quadro de saúde e o direito de permanência na unidade. 
Seguindo esta mesmo linha de pensamento e trabalho, Perão OF, et al. (2021) abordaram em seus estudos as percepções obtidas pelos familiares em relação ao conforto dos pacientes em cuidados paliativos na UTI, e como resultado os mesmos apontaram os sentimentos de tranquilidade e confiança dos familiares durante a visita, a comunicação e o cuidado humanizado aplicado pelos profissionais de enfermagem nos pacientes em terapia paliativa. 
Corroborando com os estudos acima citados e as colocações feitas pelos mesmos, Pires IB, et al. (2020) descrevem como os profissionais de saúde da UTI direcionam com carinho e muita atenção os cuidados paliativos a necessidade da promoção do conforto ao paciente, dando-os conforto necessários para aliviar a dor, alcançar a paz, dignidade, respeito e fé e ao aproximar o paciente com os entes queridos, tornando o tratamento humanizado e menos doloroso tanto para o paciente, quanto aos seus familiares. 
Concluindo as exposições, vale mais uma vez reforçar que os cuidados paliativos consideram a morte como um processo natural da vida, sem criar expectativas que a acelerem ou mesmo a delongue, mas que mantem um ritual de cuidado para que os pacientes se sintam acolhidos e bem tratados durante todo o processo de tratamento, que não existem prazos para se encerrarem. Um bom exemplo da importância dos cuidados paliativos pode ser observados em pacientes com câncer, que apresentam uma sobrevida igual ou até maior do que pacientes que recebem apenas tratamento curativo até o final da vida. Além do mais, os cuidados paliativos são considerados de baixo custo, pois o investimento é em estruturas de atendimento e profissionais de saúde qualificados. Esse processo ainda é um desafio na maioria dos países que possuem renda populacional organizada e no Brasil esse desafio é mais complexo ainda, com consequente falta de assistência para atender a população que envelhece e espera qualidade de vida, mesmo com doenças progressivas e incuráveis (SANTOS CE, et al., 2019).
5 METODOLOGIA
 
Trata-se de um estudo de revisão i da literatura que apresenta como objetivo analisar pesquisas relevantes que permitem a síntese de determinado assunto, neste caso o conforto e cuidado de pacientes em cuidados paliativos, contribuindo para o aumento da produção de conhecimento e disponibilizando o resultado de várias pesquisas de uma forma sintetizada, clara e concisa.
Para isso foi realizada a revisão da literatura de artigos científicos, extraídos nas bases de dados Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Google Acadêmico e BSV (Biblioteca Virtual em Saúde), no período compreendido entre 2014 e 2024. 
Os descritores utilizados foram: cuidados paliativos; cuidados paliativos e conforto dos pacientes e cuidados com pacientes em cuidados paliativos. Os artigos foram selecionados após analise de título, do resumo e do conteúdo apresentado em cada um.
Os critérios de exclusão foram: artigos repetidos e artigos que não abordaram o tema do conforto em cuidados paliativos. 
6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO
Quadro 2 – Cronograma de execução das atividades do Projeto e do 
Trabalho de Conclusão de Curso.
	ATIVIDADES
	
	
	
	JAN
	FEV
	MAR
	ABR
	MAI
	JUN
	JUL
	AGO
	SET
	OUT
	NOV
	DEZ
	Escolha do tema. Definição do problema de pesquisa
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Definição dos objetivos, justificativa.
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Pesquisa bibliográfica e elaboração da fundamentação teórica.
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Definição da metodologia.
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão das referências para elaboração do TCC.
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração da Introdução
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão e reestruturação da Introdução e elaboração do Desenvolvimento
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Revisão e reestruturação do Desenvolvimento
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração da Conclusão
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Reestruturação e revisão de todo o texto. Verificação das referências utilizadas.
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Elaboração de todos os elementos pré e pós-textuais.X
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Entrega do TCC-Artigo
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Defesa do TCC-Artigo
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
 
	 Fonte: O Autor (2025). 
REFERÊNCIAS
· ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS (ANCP). Manual de Cuidados Paliativos. 2ª ed. São Paulo: 2012, 592pp 
· ARRIEIRA ICO, et al. Espiritualidade nos cuidados paliativos: experiência vivida de uma equipe interdisciplinar. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2018; 52. 
· FERRIAN AM, PRADO BL. Cuidados Paliativos. Manual de Oncologia Clínica do Brasil: Cuidados Paliativos 1ª ed. 2017. 
· MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sistema Universidade Aberta do SUS. Fundação Oswaldo Cruz & Centro de Telessaúde HC-UFMG & Centro Universitário Newton Paiva. 2017. 
· SANTOS, Maristela Jeci dos. Enfermagem em cuidados paliativos / Organização: Maria do Carmo Vicensi ... [et al.]. - Florianópolis : Conselho Regional de Enfermagem de Santa Catarina : Letra Editorial, 2016. 60p. – (COREN/SC orienta; v.4)
· SCHMID W, et al. Patient's and health care provider's perspectives on music therapy in palliative care - an integrative review. BMC Palliative Care, 2018; 17(1): 32. 
· SILMARA M, et al. O significado de conforto na perspectiva de familiares de pacientes internados em UTI. Nursing (São Paulo), 2019; 22(252): 2882-2886. 
· WILLMOTT, Hugo. Death. So what? Sociology, sequestration and emacipation. Sociological Review, [S.l.], v. 48, n. 4, p. 469-465, 2000.
· World Palliative Care Alliance. (2014). Global Atlas of Palliative Care at the End of Life. Geneva: World Health Organization. Retirado de: https://www.who.int/nmh/Global_Atlas_of_Palliative_Care.pdf
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