Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

INTRODUÇÃO AOS POLÍMEROS 
DENTÁRIOS 
Prof. Dr. Jefferson Matos
2
3
4
5
OS POLÍMEROS PODEM SER CLASSIFICADOS EM TRÊS GRUPOS 
PRINCIPAIS
1. TERMOPLÁSTICOS.
▪ Podem ser repetidamente conformados mecanicamente desde 
que reaquecidos.
▪ Portanto, não só a conformação a quente de componentes é 
possível, mas também a reutilização de restos de produção, que 
podem ser reintroduzidos no processo de fabricação 
(reciclagem).
▪ Exemplos típicos de termoplásticos são: 
▪ polietileno,
▪ policloreto de vinila (PVC), 
▪ polipropileno
6
2. TERMORÍGIDOS. 
▪ São conformáveis plasticamente apenas em um estágio 
intermediário de sua fabricação. 
▪ O produto final é duro e não amolece mais com o aumento 
da temperatura. 
▪ Uma conformação plástica posterior não é portanto 
possível. 
▪ Não são atualmente recicláveis. 
▪ Os termorígidos são completamente amorfos, isto é, não 
apresentam estrutura cristalina. 
▪ Exemplos típicos de termorígidos são: 
▪ baquelite, 
▪ resinas epoxídicas,
▪ poliésteres
7
3. ELASTÔMEROS (borrachas). 
▪ São também materiais conformáveis plasticamente, 
que se alongam de maneira acentuada até a 
temperatura de decomposição e mantém estas 
características em baixas temperaturas. 
▪ Exemplos típicos de elastômeros são: 
▪ borracha natural (latex),
▪ neopreno, 
▪ borracha de butila
▪ borracha de nitrila.
8
9
Polímeros 
▪ Polímeros são formados a partir da conversão: Monômeros – Moléculas de baixo peso 
molecular---------------→ MACROMOLÉCULAS (Alto peso molecular e cadeias de 
ligação longas) ;
▪ As resinas são composições de monômero ou macromoléculas misturadas com outros 
componentes.
▪ Resinas monoméricas são úteis na Odontologia, uma vez que podem ser moldadas e 
transformadas em um sólido polimerizado. 
* Um material plástico é uma substância que, embora tenha estabilidade dimensional no 
uso normal, foi plástico (moldável) em algum estágio da plastificação
USO DE RESINAS NA PRÁTICA 
CLÍNICA
▪ ADESÃO, TRAVAMENTO MECÂNICO E
COESÃO;
▪ O cirurgião-dentista usa resinas
principalmente para restaurar ou
substituir dentes e estruturas dentárias
perdidas. Esta resina pode ser unida a
outras resinas diretamente na estrutura
dental ou em outros materiais
restauradores.
CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA 
RESINAS DENTÁRIAS
▪ Propriedades mecânicas e físicas 
As resinas dentárias devem apresentar adequada resistência e resiliência, para
resistir às forças mastigatórias, além de tenacidade e resistência à fratura e à fadiga.
Quando usada como base de próteses totais, deve apresentar baixa densidade
para garantir um baixo peso, e apresentar boa condutividade térmica para que o
paciente tenha percepção de alterações de temperatura.
CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA 
RESINAS DENTÁRIAS
▪ Propriedades de manipulação
Deve ser fácil de misturar, inserir, modelar e polimerizar, e ser insensível às
variações dos procedimentos de manipulação. Além do mais, o produto final deve
ser de fácil polimento e, em caso de fratura, deve ser possível reparar a resina de
maneira fácil e eficiente.
CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA 
RESINAS DENTÁRIAS
▪ Propriedades estéticas
As resinas devem apresentar
translucidez ou transparência
suficiente para que possa se igualar
à aparência dos tecidos orais que irá
substituir. Além disso, ela deve ser
passível de pintura ou pigmentação,
porém após a sua fabricação não
deve ocorrer nenhuma mudança na
cor ou aparência.
CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA RESINAS 
DENTÁRIAS
▪ Estabilidade química e Compatibilidade biológica
- Os materiais devem ser quimicamente estáveis e inertes para suportar essas
condições, sem sofrer qualquer tipo de alteração em suas propriedades.
- A resina não deve apresentar odor, gosto, além de que ela não deve ser tóxica ou
causar irritação aos tecidos bucais
*Se a resina for usada como material de preenchimento ou cimento, ela deverá se
unir à estrutura dental para impedir a penetração bacteriana ao longo da interface
entre o dente e a restauração.
QUÍMICA DA POLIMERIZAÇÃO DAS RESINAS
▪ A polimerização é uma reação intermolecular de repetição pelas quais a 
macromolécula (polímero) é formada por um grande número de moléculas 
pequenas (monômero). 
▪ Polimerização por condensação X Polimerização por adição.
POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇÃO X POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO
▪ Quando a reação de polimerização ocorrer e, ao final, formar-se um subproduto da 
reação, ocorre a chamada polimerização por condensação.
▪ Já, quando essa reação é simplesmente uma reação de adição, chama-se 
polimerização por adição.
POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇÃO X 
POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO
▪ Basicamente o que acontece é que em resinas de reação por
condensação, após a polimerização, ela se torna um outro produto. De
início e fins diferentes. Ex: Resinas acrílicas quimicamente ativadas.
POLIMERIZAÇÃO POR CONDENSAÇÃO X 
POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO
▪ No caso da polimerização por adição,
basicamente, funciona como se o produto final
não fosse outro, mas a resina mudará de estado
conformacional.
▪ OBS: Não necessariamente as resinas acrílica e
resinas compostas são unicamente por adição ou
só por condensação.
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO
▪ INDUÇÃO;
▪ PROPAGAÇÃO;
▪ TRANSFERÊNCIA DE CADEIA;
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO
▪ INDUÇÃO
Uma fonte de radicais livres é necessária para iniciar um processo de polimerização
por adição. O radical livre não é um catalisador e sim um iniciador, porque este
penetra na reação química e se torna parte do componente químico final.
Radicais livres podem ser gerados pela ativação de moléculas de monômeros com
agentes ativadores (luz, calor ou agente químico). Os agentes mais utilizados em
odontologia são os químicos, calor e a luz visível.
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO 
- INDUÇÃO
Ativação térmica - Quando se utiliza o calor como fonte ativadora, os radicais livres 
são obtidos pelo aquecimento do peróxido de benzoíla. Durante o aquecimento, a 
molécula do peróxido de benzoíla se divide em dois radicais livres, os quais em 
seguida iniciam a polimerização do monômero do metacrilato de metila.
Ativação Química - dois reagentes, quando misturados, sofrem uma reação química 
gerando radicais livres. Quando ativador e iniciador são misturados, o ativador 
catalisa a divisão da molécula de peróxido de benzoíla em dois radicais livres.
Ativação por luz ou Fotoativação -O último tipo de sistema de ativação é a luz. 
Neste sistema, fótons ativam o iniciador e geram radicais livres, que iniciam o 
processo de polimerização.
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO 
- PROPAGAÇÃO
▪ Nas reações de propagação, ocorre a reação do complexo radical livremonômero
com um novo radical livre, quando se aproxima de outro monômero. Estas espécies
reativas podem adicionar um grande número de etileno à cadeia, fazendo com que
o processo de polimerização continue através da propagação do centro reativo.
▪ REAÇÃO EM CADEIA OU CASCADA DOMINÓ, EX.
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO –
TRANSFERÊNCIA DE CADEIA
▪ Neste processo o radical livre ativo de uma cadeia em crescimento é transferido 
para outra molécula e um novo radical livre é criado e da continuidade com o 
crescimento da cadeia. Da mesma forma, uma cadeia que já havia sido terminada 
pode ser reativada por transferência de cadeia e continuar a crescer.
ESTÁGIOS DA POLIMERIZAÇÃO POR ADIÇÃO 
– TERMINAÇÃO
▪ 1 - As reações em cadeia podem terminar de duas formas: pela ligação direta de
duas extremidades de cadeias com radicais livres;
▪ 2 - Transferência de um átomo de hidrogênio de uma cadeia em crescimento
para outra, sendo formada uma ligação dupla entre carbonos em uma das
moléculas.
RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
▪ As resinas acrílicas odontológicas têm na maioria das vezes o metacrilato de 
metila, derivado do ácido de metacrílico, como o composto químico principal para 
a formação do monômero.
RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
Apresenta-se na formapó/líquido. O líquido contém o metacrilato de metila
(monômero) não polimerizado, e o pó contém o polímero pré-polimerizado em
forma de pequenas pérolas. Quando o líquido e o pó são misturados, na proporção
correta, uma massa passível de manipulação é formada. Essa massa passa por cinco
fases distintas, envolvendo modificações físicas, que são as fases arenosa, fibrilar,
plástica, borrachóide e densa.
RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
- Fase arenosa: Apresenta pouca ou nenhuma reação à nível molecular. As pérolas do polímero mantêm-se
inalteradas, e a consistência da mistura pode ser descrita como “granulada” ;
- Fase fibrilar: Início da ação do monômero na superfície das pérolas. Algumas cadeias de polímero são
dispersas no monômero líquido. Essas cadeias desenrolam-se, aumentando a viscosidade da mistura.
Esse estágio é caracterizado pela formação de “fibrilas”quando o material é tocado e separado;
- Fase plástica: Sob o ponto de vista molecular, ocorre um aumento do número de cadeias poliméricas
entra em solução. Assim, um mar de monômero e polímeros dissolvidos é formado. A massa comporta-se
como uma massa trabalhável. Não está grudenta e nem adere à superfície do pote de mistura. São
características físicas e químicas da massa ideais para o trabalho;
RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
- Fase borrachóide: Nesta fase o monômero é dissipado por evaporação e a massa
recupera-se quando comprimida ou estirada. Como a massa não escoa livremente,
ela não pode ser moldada.
- Fase densa: Nesta fase ocorre a evaporação do monômero livre, e por este motivo,
se ficar em repouso por um longo tempo, a massa se torna rígida.
TRABALHO EM EQUIPE - RESUMOS
▪ Resinas Acrílicas Termicamente Ativadas 
▪ Resinas Acrílicas Quimicamente Ativadas
▪ PROPRIEDADES FÍSICAS DA RESINA ACRÍLICA - Contração e Polimerização, 
Porosidade, Resistência);
▪ Reembasadores de próteses, dentes artificiais e próteses bucomaxilofaciais.
REFERÊNCIAS
▪ Bibliografia Anusavice KJ. Química das resinas sintéticas. In: Phillips materiais dentários. 12ªed. Rio de Janeiro: Elsevier 
Brasil, 2013. p. 92-110; 474-498. 
▪ Craig RG. Prosthetic applications of polymers. In: Restorative dental materials. 10ªed. Mosby, 1996. p. 500-551. 
▪ Ferracane JL. Polymers for prosthetics. In: Materials in Dentistry. Principles and Applications. Philadelphia: Lippincott
Williams & Wilkins, 1995. p. 251-278. 
▪ Galan Jr. J. Resinas acrílicas In: Materiais dentários. 1ªed. São Paulo: Santos, 1999. p. 123- 128.
Que a força esteja com vocês ! 
	Slide 1: INTRODUÇÃO AOS POLÍMEROS DENTÁRIOS 
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6: Os polímeros podem ser classificados em três grupos principais
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11: Uso de resinas na prática clínica
	Slide 12: CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA RESINAS DENTÁRIAS
	Slide 13: CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA RESINAS DENTÁRIAS
	Slide 14: CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA RESINAS DENTÁRIAS
	Slide 15: CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PARA RESINAS DENTÁRIAS
	Slide 16: QUÍMICA DA POLIMERIZAÇÃO DAS RESINAS
	Slide 17: Polimerização por condensação X Polimerização por adição 
	Slide 18: Polimerização por condensação X Polimerização por adição
	Slide 19: Polimerização por condensação X Polimerização por adição
	Slide 20: Estágios da Polimerização por adição
	Slide 21: Estágios da Polimerização por adição
	Slide 22: Estágios da Polimerização por adição - INDUÇÃO
	Slide 23: Estágios da Polimerização por adição - PROPAGAÇÃO
	Slide 24: Estágios da Polimerização por adição – TRANSFERÊNCIA DE CADEIA 
	Slide 25: Estágios da Polimerização por adição – TERMINAÇÃO
	Slide 26: RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
	Slide 27: RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
	Slide 28: RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
	Slide 29: RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
	Slide 30: RESINAS ACRÍLICAS ODONTOLÓGICAS
	Slide 31: TRABALHO EM EQUIPE - RESUMOS
	Slide 32: Referências
	Slide 33