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UNIDADE I
1. INTRODUÇÃO AO LAZER
2. O LAZER COMO DIREITO SOCIAL 
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES DA VIDA 
4. RELAÇÕES ENTRE O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
1. O ENTENDIMENTO DO LAZER: UMA INTRODUÇÃO
• Lazer e trabalho estão relacionados de maneira intrínseca, uma vez que, o lazer se
refere a um tempo de não trabalho, um tempo denominado disponível, ou livre, como
costumamos chamar.
• O lúdico, a diversão, o jogo, sempre fizeram parte da cultura humana e que há
registros destes elementos no cotidiano da humanidade desde seus primeiros tempos.
(HUIZINGA, 1999). Porém, essas atividades estavam incorporadas às práticas
cotidianas, misturavam-se aos fazeres cotidianos ou, como no caso dos trabalhadores
do campo, estavam reguladas pelos diferentes períodos entre o plantio e a colheita, ou
seja, seguiam o ritmo do tempo natural, da luz do dia, das estações do ano.
1. O ENTENDIMENTO DO LAZER: UMA INTRODUÇÃO
• A Revolução Industrial é, sem dúvida, um dos fatores mais importantes para o
surgimento do que chamamos hoje de lazer. Em meados do séc. XVIII o trabalho em
fábricas exige uma dedicação de tempo muito grande por parte dos trabalhadores
(entre 12 e 16 horas diárias). O tempo passa a ser medido de uma nova maneira,
sendo dividido artificialmente (em horas) e não mais pelo tempo natural (dia e noite),
dessa forma surge um tempo de trabalho e um tempo de não trabalho que passou a
ser denominado de lazer. (MELO, 2003)
• Esse processo não foi rápido e nem pacífico, a diminuição da jornada de trabalho e a
reivindicação de melhores condições de trabalho foram ao longo dos anos redefinindo
estes tempos de trabalho e de lazer até chegarmos à configuração atual, com as leis
trabalhistas definindo estes períodos.
1.2 ALGUNS CONCEITOS E REFLEXÕES SOBRE O LAZER
• Joffre Dumazedier (1976) “é um conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode
entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja divertir-se, recrear-se e entreter-
se, ou ainda para desenvolver sua informação ou formação desinteressada, sua
participação social voluntária ou sua livre capacidade criadora.”
• Joffre Dumazedier, sociólogo francês precursor dos estudos sobre o lazer, inspirou o
início dos estudos sobre o tema no Brasil. Seu conceito sobre lazer reflete
principalmente o caráter desinteressado das práticas, isso não quer dizer que o
praticante não tenha interesse, mas que a sua escolha pela atividade não tenha
vínculos com o trabalho ou que seja uma exigência deste..
1.2 ALGUNS CONCEITOS E REFLEXÕES SOBRE O LAZER
• Nelson Carvalho Marcellino (2000) é a cultura - compreendida no seu sentido mais
amplo - vivenciada (praticada ou fruída) no “tempo disponível”. É fundamental como
traço definidor, o caráter “desinteressado” dessa vivência. Não se busca, pelo menos
basicamente, outra recompensa além da satisfação provocada pela situação.
• Neste conceito, podemos perceber que, além da reafirmação do caráter
descompromissado do lazer - já afirmado anteriormente por Dumazedier – este autor
evidencia a amplitude das possibilidades de compreensão e de vivência do lazer, a partir
de uma ampliação também da compreensão dos sentidos da cultura.
1.2 ALGUNS CONCEITOS E REFLEXÕES SOBRE O LAZER
• Christianne Luce Gomes (2014) “é uma dimensão da cultura que constitui um
campo de práticas sociais vivenciadas ludicamente pelos sujeitos, estando presente na
vida cotidiana em diferentes tempos e lugares”.
• Para esta autora, assim como para ambos vistos anteriormente, o lazer é compreendido
como uma dimensão da cultura, mas sua conceituação chama a atenção para a
necessidade de considerarmos a realidade histórica e a especificidade dessa vivência,
sendo assim, este conceito nos traz uma referência importante sobre o contexto no
qual essas práticas estão sendo vivenciadas.
1.3 OS CONTEÚDOS CULTURAIS DO LAZER
• O termo “conteúdos culturais do lazer” foi proposto por Joffre Dumazedier (1973) quando este elaborou cinco áreas, que
podem caracterizar os interesses de praticantes de lazer, são eles: físicos, manuais, artísticos, intelectuais e sociais, mais
recentemente, foram incorporados os interesses turísticos (CAMARGO, 1980) e interesses virtuais (SCHWARTZ, 2003),
em virtude da ampliação de citações deste tipo de vivência nas pesquisas e relatos sobre as atividades realizadas nos períodos
de lazer.
• Interesse pode ser compreendido como a motivação mais forte, que faz com que o praticante procure determinada atividade,
no entanto, é possível que mais de uma motivação faça com que o praticante vá em busca de uma atividade uma vez que, pode-
se conjugar diversos benefícios em determinada atividade, de acordo com interesses próprios e subjetivos.
• É importante ainda frisar que, para serem considerados lazer, esses interesses
não podem ser motivados por necessidades do trabalho ou de aperfeiçoamento
profissional.
1.3 OS CONTEÚDOS CULTURAIS DO LAZER
• 1.3.1 Interesses Físicos : São aqueles ligados às práticas corporais e de esportes, caracterizam-se pela utilização do corpo
como instrumento na vivência do tempo de lazer. Por exemplo: corrida, ginástica, lutas, caminhadas, jogos, dança, ciclismo,
entre outras.
• 1.3.2 Interesses Manuais: São interesses ligados às práticas de atividades em que a manipulação de objetos é o prazer
principal. Por exemplo: carpintaria, marcenaria, construção de objetos, artesanato, jardinagem, pintura, tricô, crochê, culinária,
entre outras.
• 1.3.3 Interesses Artísticos: interesses ligados à prática ou fruição de atividades de cunho artístico, pode ser definida como
uma busca pela experiência estética, como peças de teatro, visitas à museus, espetáculos de dança, circo, cinema, centros
culturais.
• 1.3.4 Interesses Intelectuais: São aqueles que buscam uma aproximação ao
conhecimento ou ao raciocínio, às atividades de aprendizagem ou
desenvolvimento pessoal como por exemplo: cursos, palestras, aulas livres.
1.3 OS CONTEÚDOS CULTURAIS DO LAZER
• 1.3.5 Interesses Sociais: São interesses que envolvem a participação em grupo,
o encontro com pessoas, trocas de experiencias e sociabilização. Como
exemplo podemos citar reuniões sociais, encontros em bares, festas, programas
noturnos, restaurantes, passeios em grupos. 
• 1.3.6 Interesses Turísticos: São aqueles que envolvem passeios e viagens, em
grupo ou individualmente. O interesse aqui pode ser de conhecer lugares e
culturas novas ou mudar de ambiente, de clima, de realidade sociocultural.
 
1.3 OS CONTEÚDOS CULTURAIS DO LAZER
• 1.3.7 Interesses Virtuais: O atual desenvolvimento tecnológico e o crescente acesso à
computadores, tablets e celulares por grande parte da população tornou o acesso
virtual uma das grandes possibilidades da pós-modernidade, atualmente podemos
acessar remotamente quase tudo: bancos, escolas, faculdades, bibliotecas, museus,
cidades, supermercados, lojas entre tantas outras coisas. Essas possibilidades criaram
várias atividades que podem ser desenvolvidas de maneira virtual, ou seja, sem a
presença física ou mesmo acessando uma realidade imaginária (como no caso dos
jogos e/ou dos óculos que simulam uma realidade inventada). Podemos afirmar então,
que os interesses virtuais são caracterizados por tipos de atividades de lazer que são
realizadas com uso da tecnologia.
1.4 AS BARREIRAS E OS PRECONCEITOS SOBRE
VIVÊNCIAS DO LAZER
• A vivência do lazer é um aspecto fundamental da qualidade de vida. No entanto, essa vivência pode ser
afetada por várias barreiras e por preconceitos, fatores que, de alguma forma, impedem ou diminuem o
acesso das pessoas a experimentarem o seu tempo de lazer de maneira plena, inclusiva e prazerosa.
• Principais barreiras e preconceitos que podem impactar a vivência do lazer:
• 1.4.1 Barreiras Financeiras: A falta de recursos financeiros pode impedir o acesso a atividades de lazer, a
viagens, a ingressos para eventos culturais ou esportivos e até mesmo à participação em clubes ou
associações.
• 1.4.2 Barreiras Físicas: A falta de acessibilidade em espaços de lazer, como
parques,praias e instalações esportivas, pode limitar a participação de pessoas
com mobilidade reduzida, pessoas idosas ou pessoas com deficiências físicas.
1.4 AS BARREIRAS E OS PRECONCEITOS SOBRE
VIVÊNCIAS DO LAZER
• 1.4.3 Barreiras Culturais e Étnicas: Preconceitos culturais e étnicos podem restringir o acesso de
pessoas a atividades de lazer, especialmente em contextos em que a diversidade cultural não é
respeitada ou valorizada.
• 1.4.4 Barreiras de Gênero: Normas de gênero rígidas podem influenciar as escolhas de lazer das
pessoas, limitando as oportunidades e impondo expectativas.
• 1.4.5 Barreiras de Idade: A idade também pode ser uma barreira, especialmente para os jovens e
pessoas idosas. Os jovens podem enfrentar restrições de acesso a determinadas atividades com
base em regulamentações etárias, enquanto as pessoas idosas podem ser vistos como inadequados
para participar de certas atividades de lazer.
1.4 AS BARREIRAS E OS PRECONCEITOS SOBRE
VIVÊNCIAS DO LAZER
• 1.4.6 Estigma e Discriminação: O estigma e a discriminação em relação a grupos específicos, como LGBTQ+ ou
pessoas com transtornos de saúde mental, podem afetar sua disposição para participar de atividades de lazer em
ambientes que não são acolhedores ou inclusivos.
• 1.4.7 Barreiras Psicológicas: Fatores psicológicos, como baixa autoestima, ansiedade social ou depressão,
podem dificultar o envolvimento em atividades de lazer.
• 1.4.8 Barreiras de Tempo: Pressões de tempo relacionadas a trabalho, cuidados familiares ou outras obrigações
podem limitar a disponibilidade para o lazer.
• 1.4.9 Barreiras Geográficas: A localização geográfica, como viver em áreas rurais isoladas, pode limitar o acesso
a opções de lazer, devido à falta de instalações e eventos disponíveis.
1.4 AS BARREIRAS E OS PRECONCEITOS SOBRE
VIVÊNCIAS DO LAZER
• 1.4.10 Falta de Conhecimento e Informação: A falta de conhecimento sobre as oportunidades de lazer
disponíveis na comunidade pode impedir que as pessoas participem ativamente dessas atividades.
• Para promover a vivência do lazer de forma mais inclusiva e igualitária, é importante reconhecer essas barreiras e
preconceitos e adotar medidas para superá-los. Isso pode incluir políticas de acessibilidade, educação e
conscientização sobre a diversidade, promoção da igualdade de gênero e aceitação cultural, bem como a criação
de oportunidades de lazer acessíveis a todos, independentemente de sua situação financeira, idade ou habilidades.
• O lazer é um direito fundamental que deve estar
ao alcance de todos, sem discriminação.
2. O LAZER COMO DIREITO SOCIAL
• 2.1 LAZER: UM DIREITO GARANTIDO CONSTITUCIONALMENTE.
• A Constituição Federal de 1988, em seu Capítulo II, que trata dos direitos sociais, afirma o seguinte:
 “Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a
segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na
forma desta Constituição.”
• O lazer é um elemento fundamental da qualidade de vida e do bem-estar
das pessoas, e, em muitas sociedades, é reconhecido como um direito
humano. Embora o reconhecimento do lazer como um direito garantido
constitucionalmente possa variar de país para país, muitas constituições
incluem princípios que apoiam o direito ao lazer e ao descanso.
2. O LAZER COMO DIREITO SOCIAL
• A seguir, vamos ver como o lazer é frequentemente incorporado em documentos constitucionais e legais:
• Descanso e Lazer: Muitas constituições afirmam o direito ao descanso e ao lazer como parte dos direitos
fundamentais dos cidadãos. Por exemplo, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 afirma,
em seu Artigo 6, que o direito ao lazer é um dos direitos sociais.
• Igualdade e Não Discriminação: As constituições frequentemente proíbem a discriminação com base em
várias categorias, como gênero, idade, raça e orientação sexual. Isso significa que todas as pessoas têm
direito ao lazer, independentemente de suas características pessoais.
• Participação na Vida Cultural e Social: Algumas constituições garantem
o direito à participação na vida cultural e social da comunidade, o que inclui
o direito de desfrutar de atividades de lazer e culturais.
2. O LAZER COMO DIREITO SOCIAL
• Direitos da Criança e do Adolescente: Muitos países têm leis específicas que protegem os direitos das crianças
e dos adolescentes, incluindo o direito ao lazer e à recreação como parte de seu desenvolvimento saudável.
• Acesso à Cultura e à Educação: A cultura e a educação desempenham um papel fundamental nas atividades de
lazer, e muitas constituições abordam o direito ao acesso a essas áreas.
• Políticas Públicas: As constituições também podem estabelecer a responsabilidade do Estado em garantir o
acesso a oportunidades de lazer, muitas vezes por meio da implementação de políticas públicas e programas.
• Proteção do Meio Ambiente: O acesso a áreas naturais e à recreação ao ar
livre também é frequentemente protegido por leis ambientais e constitucionais.
2. O LAZER COMO DIREITO SOCIAL
• Embora o reconhecimento do lazer como um direito garantido constitucionalmente seja uma realidade em muitos
países, a implementação prática desse direito pode variar amplamente. Em alguns lugares, a oferta de
oportunidades de lazer pode ser mais abrangente e acessível do que em outros.
• Portanto, a sociedade, as instituições governamentais e as organizações da sociedade civil desempenham um
papel fundamental na promoção e proteção do direito ao lazer e na busca por garantir que todas as pessoas
tenham a oportunidade de desfrutar de atividades de lazer de forma plena e igualitária.
• O lazer precisa ser compreendido como um dos fatores importantes para a plena
realização da qualidade de vida do brasileiro e não apenas como um privilégio
ou algo menos importante, como ocorre frequentemente quando temos que
racionar as despesas e decidir entre coisas “mais importantes” do que a
diversão pois, é comum a associação do lazer ao consumo ou à gastos
desnecessários.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• Segundo Marcellino (1990, p.58-59) é necessário compreender que o lazer comporta em si duas possibilidades
relacionadas à educação: “a primeira, que o lazer é um veículo privilegiado de educação; e a segunda, que
para a prática positiva das atividades de lazer é necessário o aprendizado, o estímulo, a iniciação.”
• Trata-se então, de entendermos que para que o lazer seja vivenciado de modo mais amplo e que todas as suas
potencialidades sejam, de fato, aproveitadas é necessário que se desenvolvam políticas que possibilitem a
educação para estas vivências, não apenas no sentido de usufruí-las, mas também, para reivindicá-las, uma vez
que, as necessidades e as preferências das atividades de lazer precisam ser discutidas com a população em geral.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• A importância da educação para o lazer é reafirmada por Marcellino (1990, p.77) “como uma forma
de resistência, uma espécie de formação de arcabouço que permita atitudes críticas, criativas, não
só na prática como no consumo – na vivência do lazer.” 
• O Lazer ainda pode ser considerado a partir de duas perspectivas educacionais: A Educação
Formal e a Educação Informal:
• A educação formal é a quela que ocorre em ambientes educacionais sempre norteados por
currículos e projetos pedagógicos de acordo com as normas e legislação vigente.
• A educação informal é aquela que ocorre em todos os tempos e
lugares, quando estamos em contato com as pessoas e com a cultura
local, ou seja, não é necessário estar em uma escola para aprender.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• ASPECTO EDUCATIVO INFORMAL:
• Aprendizado Autônomo: O lazer proporciona oportunidades de aprendizado autônomo, permitindo que as
pessoas explorem interesses pessoais e adquiram novos conhecimentos por conta própria. Isso pode envolver a
leitura de livros, assistir a documentários, participar de cursos online ou buscar informações emtópicos de
interesse pessoal. 
• Desenvolvimento de Habilidades: Muitas atividades de lazer envolvem o desenvolvimento de habilidades
práticas. Por exemplo, aprender a tocar um instrumento musical, cozinhar pratos novos ou praticar esportes pode
ser educativo em termos de desenvolvimento de habilidades.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• Exploração Cultural e Social: O lazer permite que as pessoas explorem diferentes culturas, tradições e formas de
expressão artística, o que promove a compreensão intercultural e a apreciação da diversidade.
• Desenvolvimento de Competências Sociais: Participar de atividades de lazer em grupo, como esportes de
equipe ou clubes, ajuda a desenvolver competências sociais, como trabalho em equipe, empatia e comunicação.
• Conscientização Ambiental: Atividades ao ar livre, como caminhadas e observação de aves, podem aumentar a
conscientização ambiental e o apreço pela natureza.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• ASPECTO EDUCATIVO FORMAL:
• Educação Não-Formal: Em muitas sociedades, programas de educação não-formal incorporam atividades
de lazer que ensinam habilidades práticas, conhecimento cultural e valores. Exemplos incluem oficinas
comunitárias, clubes de leitura e cursos de artesanato.
• Educação Física e Esportes: As escolas frequentemente oferecem aulas de educação física e esportes
como parte do currículo, que têm um aspecto educativo formal, ensinando habilidades motoras, princípios
de saúde e condicionamento físico.
• Arte e Cultura nas Escolas: A educação artística e cultural nas escolas formaliza o aprendizado em áreas
como música, arte, dança e teatro.
2.2 DUPLO ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
• Turismo e História Local: O turismo educativo e as visitas a locais históricos podem fazer parte do currículo
escolar, proporcionando oportunidades formais para aprender sobre a história, a cultura e o patrimônio local.
• Aprendizado ao Longo da Vida: A educação ao longo da vida promove a continuidade do aprendizado e o lazer é
uma parte significativa desse processo. Isso pode incluir cursos para adultos, workshops e palestras.
• IMPORTANTE: Ambos os aspectos educativos do lazer são cruciais para o
desenvolvimento pessoal, o enriquecimento cultural e a promoção da
educação contínua ao longo da vida. A isso denominamos DUPLO
ASPECTO EDUCATIVO DO LAZER.
2.3 PATRIMÔNIO AMBIENTAL URBANO.
 O patrimônio cultural urbano refere-se a elementos culturais e históricos que fazem parte da
identidade de uma cidade e que são preservados como parte de seu legado cultural. Esse patrimônio
pode assumir várias formas e desempenhar um papel importante no enriquecimento da vida urbana.
• Vamos falar sobre alguns aspectos importantes relacionados ao patrimônio cultural urbano:
• Arquitetura Histórica: Edifícios, casas, igrejas e estruturas antigas são parte do patrimônio cultural de uma cidade.
Preservar e restaurar esses edifícios pode ajudar a contar a história da cidade e manter sua identidade visual única.
• Centros Históricos: Muitas cidades possuem bairros ou distritos históricos que contêm edifícios e estruturas
preservadas que refletem a arquitetura e o estilo de vida de épocas passadas.
2.3 PATRIMÔNIO AMBIENTAL URBANO.
• Monumentos e Esculturas: Estátuas, monumentos e esculturas com significado cultural ou histórico
são frequentemente encontrados em áreas urbanas, lembrando eventos, figuras importantes e
valores culturais.
• Museus e Galerias de Arte: Os museus urbanos abrigam coleções de arte, artefatos históricos e
exposições que ajudam a educar as pessoas sobre a história e a cultura da cidade e do país. 
• Sítios Arqueológicos: Algumas cidades têm sítios arqueológicos que revelam vestígios de
civilizações antigas, permitindo que as pessoas aprendam sobre a história pré-histórica. 
• Teatros e Espaços Culturais: Teatros históricos e locais de
entretenimento cultural são essenciais para a preservação das artes e da
cultura. 
2.3 PATRIMÔNIO AMBIENTAL URBANO.
• Bibliotecas Antigas: Bibliotecas com coleções raras e históricas desempenham um
papel importante na preservação da literatura e do conhecimento ao longo do tempo. 
• Eventos Culturais e Festivais: As cidades frequentemente realizam festivais e
eventos que celebram sua herança cultural, exibindo música, dança, culinária, arte e
tradições locais.
• Preservação da História Local: Histórias orais, tradições locais e memoriais
comunitários também fazem parte do patrimônio cultural de uma cidade.
• A preservação do patrimônio cultural urbano é fundamental para manter a identidade e a história de uma cidade
viva. Isso não apenas enriquece a vida dos habitantes urbanos, mas também atrai turistas e investidores
interessados em experimentar a cultura e a história de uma cidade. Além disso, a preservação do patrimônio
cultural urbano desempenha um papel importante na construção de um senso de comunidade e no fortalecimento
das raízes culturais em um ambiente em constante mudança.
• Como pode-se imaginar os recursos para este fim nem sempre são suficientes e a preservação deste patrimônio,
muitas vezes, sofre com a degradação e o abandono. Em muitos casos mobilizações da população, ou de coletivos
organizados da sociedade civil, acabam assumindo a responsabilidade pela preservação dos patrimônios.
• Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, percebe-se a ampliação, por parte da população, da conscientização
sobre a importância da preservação do patrimônio público e da compreensão das cidades como um grande espaço
de possibilidades para a vivência do lazer.
2.4 A CIDADE COMO UM ESPAÇO DE LAZER.
• Se existe um espaço que possa ser caracterizado como um “espaço público de lazer”, este local são as cidades. No entanto,
temos a tendência a caracterizar o espaço público e, principalmente as ruas, como espaços nos quais as práticas morais,
aprendidas na vida privada, não se sustentam.
• Segundo Da Matta (1985) a rua é sempre um lugar onde coisas ruins podem acontecer, onde pessoas desconhecidas e não
confiáveis transitam e, na qual, deve-se evitar a permanência, exceto em caso de necessidade, como nos deslocamentos para
o trabalho ou outras obrigações cotidianas.
• Temos a percepção que a rua não é o melhor lugar para se estar, em contraponto à casa, que sempre é tida como um ambiente
seguro, confortável, onde podemos nos “soltar” e onde as pessoas são confiáveis. Segundo este mesmo autor, a fuga da rua
permite que dela se apropriem pessoas e eventos que acabam por legitimar essa perspectiva e o espaço público perde toda a
sua potencialidade coletiva.
2.4 A CIDADE COMO UM ESPAÇO DE LAZER.
• Os espaços nas cidades tendem a ser definidos a partir dos conceitos de “centro” e “periferia” e, assim como em relação as condições
de moradia, estes dois espaços refletem a indiscutível distinção socioeconômica aos quais pertencem esses grupos.
• Os bairros de periferia são costumeiramente considerados como “dormitórios”, ou seja, locais para onde as pessoas voltam apenas para
dormir, já que grande parte de seu tempo é dedicado ao trabalho, que não acontece nestas regiões. Nas grandes cidades estes
problemas se ampliam consideravelmente uma vez que, é comum gastar muito tempo com o deslocamento entre casa e trabalho.
• No caso do lazer, não raramente, os principais espaços e equipamentos públicos estão
localizados longe da periferia e, quando encontramos tais espaços na periferia, eles estão
degradados, abandonados, subutilizados ou não correspondem às expectativas ou
necessidades daquela população que, na maioria das vezes, sequer foi consultada antes da
construção do equipamento.
2.4 A CIDADE COMO UM ESPAÇO DE LAZER.
Aqui estão algumas formas pelas quais as cidades podem ser um espaço de lazer: 
• Parques e Áreas Verdes
• Ciclovias e Calçadas
• Áreas de Recreação Aquática
• Eventos Culturais e Festivais
• Passeios a Pé e Tours
• Centros Culturais e Teatros
• Praças e Espaços Públicos de Encontro
• Bibliotecas Públicas
• Restaurantes e Cafés ao Ar Livre
• Comércio de Rua eFeiras
• Instalações Esportivas
• Espaços para Animais de Estimação
2.4 A CIDADE COMO UM ESPAÇO DE LAZER.
• É muito importante resgatar a rua como um espaço privilegiado para a vivência do lazer: praças, parques,
ruas de lazer (que se transformam em espaços transitórios ou transformados em equipamentos de lazer
temporários), são espaços importantes de vivências coletivas que permitem que pessoas das mais
diferentes faixas etárias, de maneira individual ou coletiva (família, amigos etc.) possam experimentar
diferentes possibilidades de lazer, nos mais diferentes interesses culturais.
• Neste sentido, as atividades devem contemplar diversas propostas: atividades físicas, artísticas, manuais,
sociais, entre outras, visando atender as mais diferentes demandas dos indivíduos, levando-se em
consideração ainda as diferentes faixas etárias a serem envolvidas.
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
• Assim como tudo o que se refere aos interesses e expectativas dos seres humanos, depende de sua idade e de sua
maturidade (características físico motoras, cognitivas, emocionais e psicossociais), as atividades de lazer também tendem a se
modificar nos diferentes períodos da vida.
• Essas características e tendências devem ser observadas pelos profissionais e responsáveis pelos projetos/propostas no
sentido de oferecer atividades adequadas aos diferentes indivíduos.
• A recreação e o lazer desempenham papéis importantes em todas as fases da vida, proporcionando oportunidades para
relaxar, se divertir, aprender e socializar.
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
• Deve-se ressaltar ainda que pode haver diferenças e singularidades nestas práticas e, para tanto, deve-se
considerar a individualidade dos sujeitos. Por exemplo: Não é porque a pessoa completou 60 anos que tem
que praticar atividades mais leves ou mais “tranquilas”, tudo vai depender de seu histórico e de suas
condições físicas. Assim como também, não é toda a criança ou jovem que estará apto a realizar atividades
físicas intensas se, no seu cotidiano, não há essa vivência.
• Enfim, atividades de lazer devem, prioritariamente, oferecer a possibilidade de vivências lúdicas, que
permitam ao participante divertir-se e encontrar satisfação na prática escolhida então, é função do
profissional ser capaz de preparar um ambiente adequado e devidamente seguro para que esta prática
ocorra.
 ( FINAL 1º BIMESTRE )
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
Faremos aqui algumas considerações sobre as características e necessidades de cada uma dessas fases:
LAZER NA INFÂNCIA: O lazer na infância é uma oportunidade para as crianças explorarem seus interesses,
desenvolverem habilidades, fortalecerem sua imaginação e criar memórias preciosas. Além disso, o lazer promove um
estilo de vida saudável e ativo, que é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento infantil. É importante que
os pais e cuidadores incentivem o lazer equilibrado, fornecendo oportunidades para explorar, aprender e se divertir.
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
• LAZER NA JUVENTUDE: O lazer desempenha um papel importante na vida dos
jovens, oferecendo oportunidades para relaxamento, desenvolvimento de habilidades,
socialização e autoexpressão. Durante esta fase, os interesses e atividades de lazer
muitas vezes se tornam mais diversos e complexos.
• Sobre a adolescência, especificamente, é fundamental que os pais e cuidadores apoiem e
incentivem as atividades de lazer dos adolescentes, ajudando a criar um ambiente seguro
e saudável para a exploração de interesses pessoais. O lazer na adolescência
desempenha um papel crucial no desenvolvimento pessoal, na construção da identidade,
nas amizades e na aquisição de habilidades que serão valiosas ao longo da vida.
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
• LAZER NA FASE ADULTA: O lazer na vida adulta desempenha um papel crucial na redução
do estresse, no desenvolvimento de relacionamentos, na expansão do conhecimento e na
promoção da saúde física e mental. É importante dedicar tempo para o lazer e encontrar atividades
que tragam satisfação e enriquecimento pessoal. Isso não apenas melhora a qualidade de vida, mas
também contribui para a resiliência e o bem-estar ao longo da vida adulta.
• LAZER E A PESSOA IDOSA: O lazer na vida das pessoas idosas é fundamental para a
promoção do envelhecimento ativo, que se concentra na manutenção da saúde e do bemestar, na
participação ativa na comunidade e na busca da realização pessoal. Oferecer oportunidades para o
lazer é importante para garantir que as pessoas idosas desfrutem de uma qualidade de vida
satisfatória e que permaneçam engajadas em atividades que as tragam alegria e satisfação. Além
disso, o lazer na terceira idade contribui para o combate ao isolamento e à solidão, promovendo
uma vida ativa e social.
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAZER E AS FASES
DA VIDA.
• LAZER E AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS: O lazer é uma parte importante
da vida de todas as pessoas, independentemente de suas capacidades. Promover a
inclusão de pessoas com deficiência no lazer é uma expressão de respeito pelos direitos
humanos e da valorização da diversidade. As sociedades inclusivas oferecem
oportunidades para que todos desfrutem de uma ampla gama de atividades de lazer e
alcancem uma melhor qualidade de vida.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• 4.1 Lazer, Educação Física e Qualidade de Vida
• A área de educação física se relaciona com o lazer através de duas possibilidades, a primeira a partir de seus interesses
culturais, como por exemplo, jogos, esportes e recreação, que são algumas das atividades preferidas, quando se trata de
aproveitar os períodos de lazer. O segundo é na atuação profissional, na forma de animador sociocultural.
• O lazer, conforme abordado anteriormente, é um dos fatores que constituem os direitos sociais do cidadão brasileiro,
segundo o previsto no artigo 6º, do Capítulo II, da Constituição Federal de 1988. Além disso, a Organização Mundial de Saúde
(OMS) também fundamenta esse entendimento quando inclui o lazer como um dos fatores fundamentais, na avaliação da
qualidade de vida das pessoas.
• Segundo a OMS, a definição de qualidade de vida é a “a percepção que um
indivíduo tem sobre a sua posição na vida, dentro do contexto dos sistemas de
cultura e valores nos quais está inserido e em relação aos seus objetivos,
expectativas, padrões e preocupações”.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a definição de qualidade de
vida é:
“A percepção que um indivíduo tem sobre a sua posição na vida,
dentro do contexto dos sistemas de cultura e valores nos quais está
inserido e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e
preocupações”.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• 4.2 A ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO LAZER. 
• Os profissionais de Educação Física desempenham um papel fundamental na promoção
de atividades de lazer saudáveis e na melhoria da qualidade de vida das pessoas. Existem
diversas possibilidades de atuação desses profissionais no campo do lazer, tais como: 
• Instrutor de atividades físicas: Os profissionais de Educação Física podem liderar
grupos de exercícios em academias, clubes, parques e outros locais de recreação. Eles
ajudam as pessoas a se manterem ativas e saudáveis, proporcionando orientação sobre
exercícios adequados e desenvolvendo programas de treinamento personalizados. 
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Treinador esportivo: Muitos esportes e atividades físicas fazem parte das opções de
lazer das pessoas. Os profissionais de Educação Física podem atuar como treinadores
esportivos, ajudando indivíduos ou equipes a melhorar suas habilidades e desempenho
em esportes e jogos recreativos.
• Organização de eventos esportivos e recreativos: Profissionais de Educação Física
podem desempenhar um papel importantena organização de competições esportivas,
torneios e eventos recreativos em suas comunidades. Isso envolve planejamento,
logística, arbitragem e gestão de competições.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Lazer adaptado: Alguns profissionais de Educação Física se especializam em lazer
adaptado, trabalhando com pessoas com deficiência para garantir que elas tenham
acesso a atividades de lazer apropriadas e seguras.
• Recreação em espaços públicos: Profissionais de
Educação Física podem atuar na gestão e animação de
espaços públicos de lazer, como parques, praças e centros
recreativos, planejando e coordenando atividades para a
comunidade local.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Educação e promoção de saúde: Eles podem desempenhar um papel
importante na educação e promoção de hábitos de vida saudáveis, incluindo a
importância do lazer ativo e de atividades físicas regulares.
• Consultoria em lazer: Alguns profissionais de Educação Física oferecem
serviços de consultoria a organizações e empresas que desejam promover o
bem-estar de seus funcionários ou oferecer atividades de lazer a seus clientes.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Gestão de programas de lazer: Profissionais de Educação Física podem gerenciar
programas de lazer, como clubes esportivos, academias, centros de recreação e resorts,
assegurando que esses locais ofereçam atividades de qualidade e seguras.
• Pesquisa em lazer: Alguns profissionais se dedicam à pesquisa acadêmica em lazer,
contribuindo para a compreensão dos benefícios do lazer e desenvolvendo novas
abordagens e estratégias para melhorar a experiência de lazer das pessoas
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
4.2.1 O Animador Sociocultural:
• O animador sociocultural é um profissional especializado para o trabalho com o lazer,
porém, diferentemente do que a palavra “especialização” costuma caracterizar, este
profissional deve ter uma formação generalista ou que desenvolva competências
diversificadas, que envolvam temas como cultura, educação, esportes, artes, política,
sociologia, entre outros. Marcellino (1985) sugere que se formem equipes pluri, multi
ou interdisciplinares, a fim de ampliar as possibilidades das propostas pois, diferentes
profissionais proporcionariam uma abordagem mais ampla sobre os temas.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
4.2.2 COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS PELO ANIMADOR SOCIOCULTURAL
(MARCELLINO, 1995)
• Formação e Informação - O profissional do lazer, não necessariamente precisa ter formação
superior, mas é desejável que a tenha. Um curso superior prepara de maneira mais qualificada um
profissional para a atuação no lazer, pois contribui com a sua capacitação técnica e com seu
desempenho.
• Comportamento e Atitude - O profissional do lazer deve ser alguém
que goste de trabalhar com pessoas, que compreenda os limites entre
as relações pessoais e profissionais e que tenha facilidade em
relacionar-se bem com todas as pessoas indistintamente. Deve ser
alguém capaz de lidar com imprevistos e ser capaz de mediar
conflitos, sendo acima de tudo um agregador.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Criatividade e cooperação - são dois conceitos interligados e essenciais em muitos aspectos da vida
humana, desde a resolução de problemas até o desenvolvimento de projetos inovadores.
• A criatividade é a capacidade de pensar de maneira original, inventar novas ideias, abordagens e
soluções para problemas. Ela envolve uma habilidade de pensar de maneira inovadora, fazer conexões
entre conceitos aparentemente desconexos e produzir algo novo e significativo.
• A cooperação é uma ação de trabalho em conjunto com outras
pessoas ou grupos para alcançar objetivos comuns ou resolver
problemas. Envolve a colaboração, a comunicação eficaz e o
compartilhamento de recursos, conhecimentos e esforços entre
indivíduos ou entidades com interesses semelhantes.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Comunicação e Linguagem - A comunicação e a linguagem são responsáveis pela
transmissão e pela captação de informações, neste sentido, tão importante quanto saber
falar bem é saber ouvir bem. A comunicação permite que as pessoas compartilhem
informações, conhecimentos e experiências. Isso é crucial para a disseminação de
informações importantes, educação e aprendizado.
4. O LAZER E A EDUCAÇÃO FÍSICA
• Observação importante: Competências são conjuntos de habilidades e
serem desenvolvidas pelo profissional a fim de exercer de maneira significativa e
eficiente o seu papel na sociedade. Essas competências não são imutáveis e
sempre vão sofrer as interferências de seus contextos históricos, por exemplo:
o desenvolvimento tecnológico exigiu o desenvolvimento de competências que
não existiam nas décadas anteriores. Da mesma forma que, algumas
competências, deixam de ser essenciais à medida em que a sociedade, o
comportamento ou a realidade vivida se transformaram.

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