Prévia do material em texto
ESGOTAMENTO SANITÁRIO http://comunidade.jangadeiroonline.com.br/uploads/2010/09/esgotamento_sanitário.jpg http://comunidade.jangadeiroonline.com.br/uploads/2010/09/esgotamento_sanitário.jpg O que é Esgoto? O ESGOTO Esgoto doméstico: Todos os dias nós usamos água para fazer muitas coisas: lavar louça, escovar os dentes, lavar as mãos, usar o banheiro. Assim, como conseqüência da utilização de água para abastecimento da população, há a geração de esgotos. F o to : U N IC E F / G o n z a lo B e ll . Problemas: Na maioria das vezes a água usada é lançados in natura nos recursos hídricos. A poluição do solo e a contaminação das águas superficiais e subterrâneas são causadas por falta de sistema de esgoto. Jogar o esgoto a céu aberto também causa mau-cheiro e forma perigosos focos de disseminação de doenças F o to : T ra ta B ra s il . Por fim, esgoto é a água que foi utilizada para a realização de diversas atividades, e que segue carregando toda poluição agregada, seja contaminantes físicos, químicos ou biológicos. IMPORTÂNCIA •Saúde Pública •Meio Ambiente (poluição) ESGOTOS A CÉU ABERTO: DEPRECIAÇÃO LOCAL, FOCOS DE DOENÇAS F o to : P N U M A / T o p h a m F o to : U N IC E F / L e M o y b e . ESGOTOS A CÉU ABERTO: DEPRECIAÇÃO LOCAL, FOCOS DE DOENÇAS F o to : U N IC E F / N in fa B it o . F o to : O N U / H a b io ta t DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA Il u s tr a ç ã o : C O P A S A . PRINCIPAIS DOENÇAS • Amebíase (infecção por protozoários da sp. Entamoeba hystolitica, contraída ger. pela ingestão de água, frutas ou legumes contaminados, caracterizada por diarreia dolorosa com perda de sangue) • Leptospirose (doença caracterizada por febre, icterícia, dores musculares e albuminúria, causada por bactérias da sp. Leptospira icterohaemorrhagiae, ger. devido ao contato com a urina de ratos infectados) • Hepatite infecciosa (A Hepatite A, também conhecida como hepatite infecciosa é uma doença aguda do fígado, causada pelo vírus da hepatite A) • Diarreia e disenteria • Giardíase (infecção causada por parasitas flagelados da sp. Giardia lamblia que se prende à parede do intestino delgado provocando diarreia e desconforto abdominal) • Febre tifóide (Febre tifoide tifoide é uma doença infectocontagiosa causada pela ingestão da bactéria Salmonella typhi em alimentos ou água contaminada. Trata-se de uma forma de salmonelose restrita aos seres humanos e caracterizada por sintomas proeminentes, sendo endêmica em países subdesenvolvidos) • Febre paratifóide (É semelhante a febre tifoide, pois também causada por Salmonella, porém às do gênero Salmonella paratyphi dos tipos "A", "B" ou "C“) • Ascaridíase (afecção provocada pela presença de ascaridídeos nos intestinos; ascaríase)– lombriga) • Tricuríase (A tricuríase é uma verminose provocada pelo parasito Trichuris trichiura) • Ancilostomíase (doença parasitária infecciosa intestinal semelhante causada pelos nematodas) • Esquistossomose (doença parasitária, transmissível, causada por vermes trematódeos do gênero Schistossoma. O parasita, além do homem, necessita da participação de caramujos de água doce para completar seu ciclo vital. Na fase adulta, o parasita vive nos vasos sanguíneos do intestino e do fígado do hospedeiro definitivo, o homem.) • Cólera (doença causada pelo vibrião colérico (Vibrio cholerae), uma bactéria em forma de vírgula ou vibrião que se multiplica rapidamente no intestino humano, produzindo uma potente toxina que provoca diarreia intensa. Ela afeta apenas os seres humanos e a sua transmissão é diretamente dos dejetos fecais de doentes por ingestão oral, principalmente em água contaminada) https://pt.wikipedia.org/wiki/Salmonella https://pt.wikipedia.org/wiki/Salmonella_paratyphi https://pt.wikipedia.org/wiki/Vibrio_cholerae ALGUNS MICROORGANISMOS CAUSADORES DE DOENÇAS: Il u s tr a ç õ e s : S A A E C . ALGUNS MICROORGANISMOS CAUSADORES DE DOENÇAS: Il u s tr a ç õ e s : S A A E C . POLUIÇÃO DE ÁGUAS SUPERFICIAIS F o to :P N U M A /T o p h a m POLUIÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POLUIÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS Fossas com vazamento polui os lençóis freáticos. DESTRUIÇÃO DA VIDA AQUÁTICA F o to : U N E P . BENEFÍCIOS O esgotamento sanitário traz muitos benefícios para todos, como, por exemplo: •Melhoria das condições sanitárias locais. •Conservação dos recursos naturais. •Eliminação de focos de poluição e contaminação. •Eliminação de problemas estéticos desagradáveis. •Melhoria do potencial produtivo do ser humano. •Reduz custos Tratamento Água Estima-se que 80% de todas as moléstias e mais de um terço dos óbitos dos países em desenvolvimento sejam causados pelo consumo de água contaminada? (Fonte: Agenda 21) Para cada R$1,00 gasto em saneamento, economizamos R$ 4,00 que seriam gastos com saúde pública. Além disso, a falta de saneamento básico é a principal causa de morte de crianças até 5 anos de idade no Brasil. Histórico Esgotamento Sanitário Em 3750 a.C. eram construídas grande galerias de esgotos em Nipur (Índia) e na Babilônia (tubulação de barro) Cloaca Máxima (Roma) Sec. VI AC Europa medieval – poucos avanços “É tornado público que de manhã cedo em diante ninguém mais pode defecar no riacho, cujas águas o meritíssimo Juiz vai usar para fabricar cervejas depois de amanha”. (Texto de antiga gravura alemã) Entre 1345 a 1349 registra-se a ocorrência da pandemia de peste bubônica na Europa (43 milhões de vítimas fatais – toda a população mundial não chegava a 400 milhões). Sistemas unitários (pluvial + esgoto): - Boston 1833 - Rio de Janeiro 1857 - Paris 1880 A Inglaterra foi um dos países europeus mais castigados pelas epidemias. Possíveis causas: - Intensa migração populacional do campo para cidade (ver. industrial); - Cidades sem infra-estrutura para receber a nova população; - Desconhecia a microbiologia e a relação entre certas doenças e a qualidade das águas. (acreditava-se na poluição como responsável, principalmente o “ar viciado”) - Médico John Snow (Broad Street Pump) Cloaca Máxima Obs.: O papel higiênico só seria inventado em 1857, nos Estados Unidos, por Joseph Cayetty Latrinas em Roma Banheiro Público China Amsterdam Joseph C. Gayetty foi um inventor americano creditado com invenção comercial do papel higiênico, em New York, 1857 (produto anti- hemorroidas) CURIOSIDADE: LEI SANEAMENTO 11445/07 Lei Saneamento 11445/07 28 Capítulo 1 - Dos princípios fundamentais Art. 1º - Esta Lei estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico. Art. 2º Os serviços públicos de saneamento básico serão prestados com base nos seguintes princípios fundamentais: I - universalização do acesso; III - abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas à saúde pública e à proteção do meio ambiente; V - adoção de métodos, técnicas e processos que considerem as peculiaridades locais e regionais; VI - articulação com as políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação, de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da saúde e outras de relevante interesse social voltadas para a melhoria da qualidade de vida, para as quais o saneamento básico seja fator determinante; VII - eficiência e sustentabilidade econômica; Lei Saneamento 11445/07 29 VIII - utilização de tecnologias apropriadas, considerando a capacidade de pagamento dos usuários e a adoção de soluções graduais e progressivas; Art. 3º Para os efeitos desta Lei, considera-se: I - saneamento básico: conjunto de serviços, infra-estruturas e instalações operacionais de: a) abastecimento de água potável: constituído pelas atividades, infra-estruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de águapotável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de medição; Art. 4º Os recursos hídricos não integram os serviços públicos de saneamento básico. Capítulo 2 - Do exercício da titularidade Art. 9º O titular dos serviços formulará a respectiva política pública de saneamento básico, devendo, para tanto: I - elaborar os planos de saneamento básico, nos termos desta Lei; Capítulo 3 - Da prestação regionalizada de serviços públicos de saneamento básico Lei Saneamento 11445/07 30 Capítulo 4 - Do planejamento Art. 19. A prestação de serviços públicos de saneamento básico observará plano, que poderá ser específico para cada serviço, o qual abrangerá, no mínimo: I - diagnóstico da situação e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas; II - objetivos e metas de curto, médio e longo prazos para a universalização, admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com os demais planos setoriais; III - programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros planos governamentais correlatos, identificando possíveis fontes de financiamento; IV - ações para emergências e contingências; V - mecanismos e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas. § 1º Os planos de saneamento básico serão editados pelos titulares, podendo ser elaborados com base em estudos fornecidos pelos prestadores de cada serviço. Lei Saneamento 11445/07 31 § 2º A consolidação e compatibilização dos planos específicos de cada serviço serão efetuadas pelos respectivos titulares. § 3º Os planos de saneamento básico deverão ser compatíveis com os planos das bacias hidrográficas em que estiverem inseridos. § 4º Os planos de saneamento básico serão revistos periodicamente, em prazo não superior a 4 (quatro) anos, anteriormente à elaboração do Plano Plurianual. § 5º Será assegurada ampla divulgação das propostas dos planos de saneamento básico e dos estudos que as fundamentem, inclusive com a realização de audiências ou consultas públicas. § 6º A delegação de serviço de saneamento básico não dispensa o cumprimento pelo prestador do respectivo plano de saneamento básico em vigor à época da delegação. § 7º Quando envolverem serviços regionalizados, os planos de saneamento básico devem ser editados em conformidade com o estabelecido no art. 14 desta Lei. § 8º Exceto quando regional, o plano de saneamento básico deverá englobar integralmente o território do ente da Federação que o elaborou. Art. 20. (VETADO). Parágrafo único. Incumbe à entidade reguladora e fiscalizadora dos serviços a verificação do cumprimento dos planos de saneamento por Lei Saneamento 11445/07 32 parte dos prestadores de serviços, na forma das disposições legais, regulamentares e contratuais. Capítulo 5 - Da regulação Capítulo 6 - Dos aspectos econômicos e sociais Capítulo 7 - Dos aspectos técnicos Capítulo 8 - Da participação de órgãos colegiados no controle social Capítulo 9 - Da política federal de saneamento básico Capítulo 10 - Disposições finais Características Esgotos 33 “Característica” 99% água 1% material sólido 70% areia 30% matéria orgânica Características dos esgotos sanitários – Físicas • Dissolvidas • Coloidais • Suspensão – Químicas • Orgânica • Inorgánica – Biológicas • Fauna • Flora 35 Características dos esgotos sanitários – Matéria orgânica • Determinação indireta – DBO5 (5 dias e 20°C, associada à fração biodegradável) – DQO (oxigênio para estabilização química) • Determinação direta – COT (medida direta da matéria orgânica carbonácea) 36 Características dos esgotos sanitários – Sólidos totais: fixos (inorgânicos) e voláteis (orgânicos) • em suspensão – retidos em filtros de papel com aberturas padronizadas de 0,45 a 2,0 μm • dissolvidos – fração não retida nos filtros de papel, portanto inclui sólidos coloidais • sedimentáveis – fração que sedimento em uma hora em cone Imhoff; indicação aproximada da sedimentação em tanque de decantação 37 – Temperatura • ligeiramente superior à da água de abastecimento • varia conforme as estações do ano • influência sobre – atividade microbiana – solubilidade dos gases – velocidade das reações químicas 38 – Cor • esgoto fresco – ligeiramente cinza • esgoto séptico – cinza escuro ou preto – Odor • esgoto fresco – oleoso, relativamente desagradável • esgoto séptico – fétido, desagradável (gás sulfídrico • esgoto industrial – característicos da indústria – Turbidez • elevada • esgotos frescos possuem maior turbidez 39 – Nitrogênio total • nitrogênio orgânico • amônia - livre: NH3 (gás) – ionizada: NH4 + (solução aquosa) • nitrito - NO2 - • nitrato - NO3 - – Nitrogênio total Kjedahl (NTK) • nitrogênio orgânico • amônia – Nitrogênio orgânico • nitrogênio na forma de proteínas, aminoácidos e uréia – Amônia (livre: NH3 – ionizada: NH4 +) • produzida como primeiro estágio da decomposição do nitrogênio orgânico – Nitrito (NO2 -) • estágio intermediário da oxidação da amônia • praticamente ausente no esgoto bruto – Nitrato (NO3 -) • produto final da oxidação da amônia • praticamente ausente no esgoto bruto 40 – Fósforo • Orgânico (20%) • Inorgânico (80%) – principalmente detergentes – ortofosfato: PO4 3-; HPO4 2-; H2PO4 -; H3PO4 – polifosfatos – pH – Alcalinidade • indica a capacidade tampão do meio • decorre da presença de bicarbonato, carbonato e íon hidroxila – Cloretos – Óleos e graxas 41 • Valores típicos encontrados em esgotos sanitários Parâmetro Contribuição per capita (g.hab.d) Concentração Matéria orgânica DBO5 50 300 mg/L DQO 100 600 mg/L DBOu 75 450 mg/L pH 7,0 Alcalinidade 30 200 mgCaCO3/L Metais pesados 0 traços Compostos orgânicos tóxicos 0 traços 42 • Valores típicos encontrados em esgotos sanitários Parâmetro Contribuição per capita (g.hab.d) Concentração mg/L Sólidos totais 180 1100 em suspensão 60 350 fixos 10 80 voláteis 50 320 dissolvidos 120 700 fixos 70 400 voláteis 50 300 sedimentáveis 15 mL/L 43 • Valores típicos encontrados em esgotos sanitários Parâmetro Contribuição per capita (g.hab.d) Concentração Nitrogênio total 8,0 45 mgN/L N orgânico 3,5 20 mgN/L Amônia 4,5 25 mgNH3 -N/L Nitrito 0 0 mgNO2 - -N/L Nitrato 0 0 mgNO3 - -N/L Fósforo 1,0 7 mgP/L Orgânico 0,3 2 mgP/L Inorgânico 0,7 5 mgP/L 44 Relação entre parâmetros de caracterização • Relação DQO/DBO5 Interpretação e tratamento indicado DQO/DBO5 Fração biodegradável elevada Tratamento biológico DQO/DBO5 3,5 a 4,0 45 Relação entre parâmetros de caracterização • Relação entre DBOúltima e DBO5 – Para esgotos domésticos considera-se que a DBOu é atingida aos 20 dias de digestão Origem DBOu/DBO5 Esgoto concentrado Esgoto de baixa concentração Efluente primário Efluente secundário 1,1 – 1,5 1,2 – 1,6 1,2 – 1,6 1,5 – 3,0 46 Importância: Alguns processos de tratamento de esgotos são dimensionados com base na DBOu. – Carga per capita • contribuição de cada indivíduo por unidade de tempo • g/hab.d = gramas (poluente) por habitante por dia • valor usual: 54gDBO/hab.d (DBO) 47 – Método de projeção populacional: População Inicial e População Final de plano (período de alcance do projeto) Cálculo da estimativa das vazões e cargas de projeto: Estimativas de cargas orgânicas • Carga afluente à ETE – quantidade de poluente (massa) por unidade de tempo • cargaafluente = população x carga per capita • cargaafluente = concentração x vazão 48 (/ )afluente população (hab) carga per capita (g/hab.d) carga kg d 1000 (g/kg) ( / ) 3 3 afluente concentração (g/m ) vazão (m /d) carga kg d 1000 (g/kg) g/m3 = mg/L Equivalente populacional (EP) ou População equivalente • É um parâmetro caracterizador dos despejos industriais. – indica a equivalência entre o potencial poluidor de uma indústria e uma determinada população que produza a mesma carga poluidora – é usual o cálculo do equivalente populacional em termos da carga orgânica (DBO) – é importante explicitar a carga per capita de referência (usual: 54 gDBO/hab.d) carga da indústria (kg/d) EP contribuição per capita (kg/hab.d) 49 Esgotos Tipos Sistemas de Coleta •Esgoto – Origem das Águas Residuárias •EsgotoPluvial •Esgoto Cloacal (Doméstico) •Esgoto Industrial •Águas Infiltração •Sistema de esgotamento unitário - Clássicos: separador absoluto, unitário - Improvisados: rede mista - Alternativos: sistema misto (sistema combinado), rede a vácuo - casos negativos: projeto Cynamon Sistema Separador Absoluto Coletor de esgoto em Tóquio, construído em 1884 Coletor retangular em Osaka, construído em 1573 Esgotos Japão (unitário) Sistema Unitário SES de Erechim Esgotos Paris (unitário) SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Esgotamento Sanitário é um conjunto de obras e instalações destinadas a realizar: coleta; afastamento, tratamento e disposição final das águas residuárias de forma adequada do ponto de vista sanitário. SISTEMA DE ESGOTOS SANITÁRIOS COLETA ACONDICIONAR OS RESÍDUOS EVITANDO O CONTATO COM QUE OS PRODUZIU AFASTAMENTO TRANSPORTAR OS RESÍDUOS PARA UM LOCAL ADEQUADO AO TRATAMENTO EVITANDO CONTATO COM AS POPULAÇÕES VIZINHAS TRATAMENTO REDUÇÃO DO POTENCIAL DE POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DE ACORDO COM A CAPACIDADE SUPORTE DO CORPO RECEPTOR DESTINO FINAL DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS DE FORMA COMPATÍVEL COM OS USOS DO CORPO RECEPTOR SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO As principais partes componentes do sistema de esgotamento sanitário são: ligações domiciliares; rede coletora, estações elevatórias; rede coletora e a estação de tratamento de esgoto. LIGAÇÃO DOMICILIAR ESTAÇÃO ELEVATÓRIA Il u s tr a ç ã o : E s ta ç ã o e le v a tó ri a c o m p a c ta / T e rm o O n o . ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO F o to : E T E B ra s íl ia S u l, ® 2 0 0 9 G o o g le OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Luís Eduardo Magalhães (BA). Carinhanha (BA). OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Ibotirama (BA). Malhada (BA).