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Processo de Produção Fordista 
Produção em massa de bens homogêneos 
Uniformidade e padronização 
Grandes estoques e inventários 
Testes de qualidade ex‑post (detecção tardia de erros e produtos defeituosos) 
Produtos defeituosos ficam ocultados nos estoques 
Perda de tempo de produção por causa de longos tempos de preparo, peças 
com defeito, pontos de estrangulamento nos estoques etc. 
Voltada para os recursos 
Integração vertical (em alguns casos) e horizontal 
Redução de custos por meio do controle dos salários 
 
Quebra de sigilo 
A quebra do sigilo só é admissível em situações de gravidade que possam 
trazer prejuízo aos interesses do usuário, de terceiros ou da coletividade, 
mesmo que não envolva um ato delituoso. 
 
Pensando na interdisciplinaridade, o assistente social pode adotar um 
modelo de ação alternativo, não mais pautado em saberes isolados, mas 
desenhado com outras profissões, um modelo integrativo que permita: 
 
• Analisar os problemas das realidades sociais de forma totalitária ao vincular a 
teoria e a prática em um processo dialético e envolver diversas visões 
profissionais. 
• Analisar criticamente a prática profissional, debate‑la e integrar os saberes 
para evitar a sobreposição de conhecimentos das profissões que atuam juntas. 
• Propor e atuar nas realidades sociais, configurando transformações a partir da 
prática profissional. 
 
A diversidade das abordagens da avaliação é resultante da forma de ver, 
de entender e de definir a avaliação. Essas diferentes possibilidades 
provocam impacto direto sobre o tipo de atividade avaliatória realizado. 
Segundo Worthen et al. (2004, p.106), ela surgiu dos variados tipos de 
conhecimento e da visão de mundo de seus autores, que se desdobraram 
em diferentes orientações filosóficas, predileções metodológicas e 
preferências práticas. 
Baker e Niemi (apud Worthen et al., 2004, p. 106) sugerem a existência de 
quatro fontes distintas (grande parte do pensamento sobre a avaliação se 
baseia nelas): 
 
1. Experimentacao: vista na avaliação como o uso da tradição de pesquisa 
experimental das ciências sociais. 
2. Mensuracao: descrita como o estilo de avaliação que pressupõe que o uso 
de um mecanismo de medida comportamental produz números que constituirão 
a evidência da efetividade de um programa. 
3. Analise sistemica: definida como o exame das inter‑relacoes de grandes 
séries de variáveis em organizações ou processos. Ela é feita para ajudar os 
administradores a tomar decisões mais defensáveis. 
4. Abordagens interpretativas: representam o uso da filosofia hermenêutica e 
de teorias interpretativas do conhecimento para gerar interpretações descritivas 
e julgamentos holísticos de programas complexos. 
 
 
O serviço social, na atual conjuntura, deve estar atento às determinações 
socio‑historicas e ideologico‑politicas, as quais requalificam as respostas 
profissionais. Como se dá a intervenção profissional a partir dessas 
determinações e competências? 
É importante estar atento, pois a realidade social que se está atuando poderá ser 
distinta nos diversos cantos do Brasil, pois a gêneses das desigualdades e 
exclusões é uma só: a relação conflituosa entre capital e trabalho, por isso a 
importância de ter uma capacitação teórico-metodológica que permita a 
preensão crítica da realidade. 
 
 
 
A avaliação em função de quem a realiza é outra tipologia além da 
avaliação em função do momento de realização. Nessa perspectiva, 
Aguilar e Ander‑Egg (1994) apresentam as seguintes avaliações: 
• Externa: realizada por pessoas (avaliadores) que não pertencem nem são 
vinculadas (direta ou indiretamente) à instituição executora do programa ou ao 
projeto em avaliação. Para realiza‑la, normalmente, são contratados 
especialistas. 
• Interna: realizada por pessoas (avaliadores) que pertencem à instituição 
promotora ou gestora do programa ou projeto em avaliação, mas não são 
diretamente ligadas à sua execução. 
• Mista: representa uma combinação entre a avaliação externa e a interna. É 
realizada por uma equipe de trabalho composta por avaliadores internos e 
externos. 
• Autoavaliacao: realizada pelas próprias pessoas responsáveis pela 
execução ou realização do programa ou projeto. 
 
 
Pseudoavaliacao: serve para designar certas formas de avaliação para 
estudar processos e resultados que, na verdade, não avaliam devido à 
falsidade, distorção ou uso seletivo de informações. São estudos inócuos que 
não levam em conta questões relevantes sobre a política ou o programa. 
 
 
O serviço social vem traçando um fazer profissional na formulação de 
propostas criativas frente às expressões sociais. Sobre ele, Iamamoto 
(2022, p. 175) afirma que: 
o desafio é redescobrir alternativas e possibilidades para o trabalho profissional 
no cenário atual, bem como traçar horizontes para a formulação de propostas 
que façam frente à questão social e que sejam solidárias com o modo de vida 
daqueles que as vivenciam, não só como vítimas, mas como sujeitos que lutam 
pela preservação e por conquistas da sua vida, da sua humanidade. Essa 
discussão é parte dos rumos perseguidos pelo trabalho profissional 
contemporâneo. 
 
 
O serviço social, na atual conjuntura, deve estar atento às determinações 
socio‑historicas e ideologico‑politicas, as quais requalificam as respostas 
profissionais, incidindo em: 
• Capacitação teorico‑metodologica que permita apreensão crítica da realidade. 
• Capacitação investigativa articulada à intervenção profissional, com o intuito 
de instaurar habilidades teorico‑metodologicas e tecnico‑politicas, entre outras. 
• Entendimento de que a instituição não é um limite, mas a possibilidade do 
exercício profissional; é no espaço institucional que se realiza o trabalho 
profissional. 
• A não ilusão que outrora permeou a prática profissional, que postulava como 
objetivo profissional a transformação radical da sociedade. 
• Reconhecimento de que, no sistema capitalista, os direitos econômicos, 
sociais, políticos e culturais são capazes de reduzir desigualdades, mas não 
acabar com elas de modo definitivo. 
• Reconhecimento dos limites profissionais não invalida a luta pela efetivação 
dos direitos pelas políticas públicas. Os limites sinalizam que existe uma 
agenda estratégica de luta democrática em prol da construção de uma 
sociedade mais justa e igualitária. 
• Quando o assistente social repensa sua prática, reconstrói seu objeto de 
intervenção, deixando de ser mero executor, como no passado, para ser um 
profissional propositivo, criativo, gestor, formulador de estratégias de 
intervenção e controlador dos recursos destinados às políticas públicas.

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