Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Evolução Histórica da 
Educação Ambiental �
Antecedentes da Educação 
Ambiental
A Revolução Industrial e seus Impactos
O modelo de produção industrial, baseado em 
energia fóssil e superexploração de recursos, é 
apontado como a principal causa da 
degradação ambiental.
Os impactos da ação humana se intensificaram 
com o desenvolvimento tecnológico e o 
crescimento populacional.
Os primeiros sintomas da crise ambiental, 
como o "smog" em Londres (1952) e Nova York 
(1952-1960), surgiram na década de 1950.
O desastre de Minamata (1953) no Japão, 
causado pela poluição por mercúrio, 
exemplifica os impactos da poluição industrial 
na saúde humana.
As Primeiras Oposições à Degradação 
Ambiental
O livro "Primavera Silenciosa" (1962), de Rachel 
Carson, foi uma crítica pioneira aos efeitos 
ecológicos do uso de produtos químicos e do 
descarte de resíduos industriais.
Na década de 1970, críticas se estenderam ao 
modelo de produção, incluindo desigualdades 
socioeconômicas, erosão do solo, eutrofização 
da água e destruição de habitats.
Cenário Jurídico Internacional da 
Educação Ambiental
Conferência de Estocolmo (1972)
A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio 
Ambiente Humano (Estocolmo, 1972) foi um 
marco para a Educação Ambiental.
A conferência reuniu 113 Estados, 250 ONGs e 
agências da ONU, debatendo questões 
ambientais.
A Declaração de Estocolmo estabeleceu 26 
princípios, incluindo a importância da educação 
ambiental para a solução da crise ambiental.
O Plano de Ação para o Meio Ambiente 
Humano continha 109 recomendações para 
programas globais de avaliação e gestão 
ambiental.
Recomendações e Declarações Internacionais
A Recomendação n° 96 da ONU propôs um 
programa internacional de Educação Ambien-
tal interdisciplinar, formal e não-formal.
A Declaração de Estocolmo (1972) reconheceu 
o direito fundamental das gerações presentes 
e futuras a um ambiente sadio.
A China participou da Conferência de 
Estocolmo, mas se absteve de aprovar a 
Declaração. O Brasil, por sua vez, aprovou a 
Declaração.
Programas Internacionais de Educação 
Ambiental
O Programa Internacional de Educação 
Ambiental (PIEA), iniciado pela UNESCO e 
PNUMA, promoveu a troca de informações, 
pesquisa e desenvolvimento de materiais 
educativos.
O Seminário Internacional de Educação 
Ambiental em Belgrado (1975) resultou na 
Carta de Belgrado, um documento importante 
que enfatizou a satisfação das necessidades e 
desejos de todos os cidadãos da Terra.
A Conferência Intergovernamental sobre 
Educação Ambiental em Tbilisi (1977) produziu 
a Declaração de Tbilisi, que definiu os 
princípios e características da Educação 
Ambiental.
Princípios e Características da 
Educação Ambiental
Princípios da Educação Ambiental
A Conferência de Tbilisi (1977) estabeleceu 
princípios para a Educação Ambiental, 
incluindo a consideração da totalidade do 
ambiente, a construção de um processo 
contínuo e permanente, o uso de uma 
abordagem interdisciplinar e a ênfase na 
participação ativa na prevenção e solução de 
problemas ambientais.
Outros princípios incluem a concentração nas 
situações ambientais atuais e futuras, a 
insistência na cooperação e a consideração 
dos aspectos ambientais nos planos de 
desenvolvimento.
A Educação Ambiental deve estabelecer uma 
relação entre a sensibilização pelo ambiente, a 
aquisição de conhecimentos, a capacidade de 
resolver problemas e o esclarecimento de 
valores.
Características da Educação Ambiental
A Educação Ambiental é contextualizadora, 
atuando na realidade de cada comunidade, 
mas sem perder de vista a dimensão planetária.
É também transformadora, participati-
va, abrangente, globalizadora e perma-
nente.
A Educação Ambiental deve ser transversal, 
permeando os conteúdos de todas as 
disciplinas.
Evolução da Educação Ambiental 
após a Conferência de Tbilisi
Conferências e Acordos Internacionais
O Seminário de Educação Ambiental para a 
América Latina (1979) discutiu a EA para a 
região.
A Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e 
Desenvolvimento (CMMAD, 1983) e o Relatório 
Brundtland (1987) definiram o conceito de 
desenvolvimento sustentável.
O Congresso Internacional sobre Educação e 
Formação Ambientais (Moscou, 1987) analisou 
as conquistas e dificuldades da EA e elaborou 
uma estratégia internacional de ação.
A Conferência das Nações Unidas sobre Meio 
Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) resul-
tou em três documentos importantes para a EA: o 
Tratado de Educação Ambiental, a Carta 
Brasileira de Educação Ambiental e a Agenda 
21.
Agenda 21 e seus Desdobramentos
A Agenda 21 é um instrumento de 
planejamento participativo para o 
desenvolvimento sustentável.
A Agenda 21 Brasileira foi construída a partir 
das diretrizes da Agenda 21 global.
Conferências posteriores, como Rio+5 (1997), 
Rio+10 (2002) e Rio+20 (2012), revisaram os 
compromissos da Rio-92 e buscaram avançar 
nas metas de desenvolvimento sustentável, 
embora com resultados mistos.
O Protocolo de Kyoto (1997) estabeleceu 
compromissos mais rígidos para a redução da 
emissão de gases de efeito estufa.
Referencial Bibliográfico
A apresentação inclui uma extensa lista de 
referências bibliográficas, incluindo leis, 
decretos, resoluções, portarias, livros e artigos 
acadêmicos.

Mais conteúdos dessa disciplina