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<p>Olá, pessoal! ✨</p><p>Sejam bem-vindos à primeira unidade desta disciplina fascinante. Preparem-se para</p><p>embarcar em uma jornada de descobertas sobre a epidemiologia e sua relevância na</p><p>Saúde Pública.</p><p>Vamos começar desvendando o significado da palavra "epidemiologia". Originada do</p><p>grego, a palavra é uma composição de "epi" (sobre), "demos" (população, povo) e</p><p>"logos" (estudo). Em sua essência, a epidemiologia é o "estudo do que ocorre em uma</p><p>população". Esta definição simples encerra um vasto campo de conhecimento que se</p><p>revelará ao longo desta unidade.</p><p>Ao explorarmos os objetivos e a aplicabilidade da epidemiologia na Saúde Pública,</p><p>vocês compreenderão como essa disciplina desempenha um papel crucial na</p><p>compreensão e no controle de doenças em larga escala. Este é apenas o começo de</p><p>uma jornada que promete ampliar seus horizontes e aprofundar seus conhecimentos</p><p>sobre a interseção entre saúde e população.</p><p>Preparem-se para absorver conceitos essenciais, desafiar ideias preconcebidas e,</p><p>acima de tudo, entender como a epidemiologia é uma ferramenta poderosa para</p><p>promover a saúde e prevenir a propagação de enfermidades. Boa jornada nesta</p><p>primeira unidade e que cada descoberta seja um passo significativo em direção ao</p><p>entendimento profundo da Saúde Pública e Epidemiologia.</p><p>Vamos lá! 🚀</p><p>Saúde Pública e Epidemiologia - Unidade I</p><p>Aula 1 A importância da Epidemiologia para Saúde Pública</p><p>Aula 2 Análise Espacial em Saúde</p><p>Videoaula 1 O que é Epidemiologia e sua</p><p>aplicabilidade em Saúde Pública?</p><p>Vamos começar desvendando o que é a epidemiologia e por que ela é tão importante</p><p>para manter as comunidades saudáveis. Esta primeira videoaula é o seu ponto de</p><p>partida para entender como essa ciência fascinante nos ajuda a planejar ações efetivas</p><p>em Saúde Pública e prevenir doenças. Junte-se a nós para descobrir o mundo incrível</p><p>da epidemiologia!</p><p>▶ Clique no play e comece essa aventura!</p><p>AULA 1 DE 2</p><p>Aula 1 A importância da Epidemiologia para</p><p>Saúde Pública</p><p>A Epidemiologia tem como objetivo estudar fatores que</p><p>determinam a frequência e a distribuição das doenças nas</p><p>coletividades humanas e a utilização desses estudos para o</p><p>controle de problemas de saúde (ALMEIDA FILHO e</p><p>ROUQUAYROL, 1992.</p><p>00:02</p><p>Vários estudos mostram que a epidemiologia teve sua</p><p>origem, há mais de 2000 anos, com Hipócrates (460</p><p>377 a.C. A Epidemiologia se distingue da clínica, pois</p><p>estuda o processo saúde e doença na coletividade e</p><p>não em indivíduos isolados; com o objetivo de tratar e</p><p>curar casos isolados, a Epidemiologia se inquieta com</p><p>o processo de ocorrência de doenças, mortes,</p><p>quaisquer outros agravos ou situações de risco à</p><p>saúde na comunidade, ou em grupos dessa</p><p>comunidade, com a finalidade de sugerir ações que</p><p>melhorem a qualidade de saúde das pessoas que</p><p>compõem essa comunidade.</p><p>Imagem de um microscópio.</p><p>Os estudos epidemiológicos são realizados por médicos, enfermeiros, dentistas, estatísticos,</p><p>demógrafos, nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais, geógrafo e outros profissionais.</p><p>Os epidemiologistas trabalham em faculdades/universidades, serviços de saúde, laboratórios,</p><p>escritórios, bibliotecas, arquivos, enfermarias, ambulatórios, indústrias e também nos mais</p><p>variados locais de realização de trabalhos de campo.</p><p>Os estudos epidemiológicos têm como origem o conhecimento de que os eventos relacionados à</p><p>saúde, como doenças, seus determinantes e o uso de serviços de saúde não se dividem ao</p><p>acaso entre as pessoas (DRUMOND JUNIOR, 2007.</p><p>O diagnóstico situacional da comunidade é uma das ferramentas para conhecer o perfil</p><p>epidemiológico da população. Um diagnóstico situacional tem com a base essencial para qualquer</p><p>análise e avaliação de uma estimulada comunidade, ou processo social ou sanitário. Conhecer em</p><p>profundidade uma situação-problema e os recursos para enfrentá-la é estratégico para o</p><p>planejamento e para a gestão (BARATA, 1997.</p><p>A finalidade principal da Epidemiologia é melhorar a saúde da população (coletividade);</p><p>para fazer um diagnóstico situacional é necessário levantar dados sobre a população</p><p>(idade, sexo, grau de escolaridade, raça, profissão); doenças (hipertensão, diabetes,</p><p>câncer, tuberculose, AIDS, sífilis, hepatite B e C; violência (social, psicológica, física);</p><p>causas de morte, número de equipamentos sociais (escolas, creches, faculdades,</p><p>Unidades Básicas de Saúde, Hospitais); identificar riscos ambientais e químicos. A</p><p>palavra distribuição na Epidemiologia; deve ser entendida pelo fato que a Epidemiologia</p><p>estuda a variabilidade da frequência das doenças/agravos em massa, em função de</p><p>variáveis ambientais e populacionais unidas ao tempo e ao espaço (ALMEIDA FILHO e</p><p>ROUQUAYROL, 1992.</p><p>A Epidemiologia descritiva estuda três vertentes pessoas, tempo e</p><p>espaço, e que responde às perguntas quem? quando? e onde?</p><p>Dentre as etapas essenciais da pesquisa epidemiológica destaca-se a descrição</p><p>descrita da ocorrência de eventos relacionados à saúde nas populações. Ao longo do</p><p>tempo o padrão de ocorrência das doenças também pode se modificar, resultando na</p><p>chamada estrutura epidemiológica, que nada mais é do que o modelo de ocorrência da</p><p>doença na população, o que é resultado do contato da população com o ambiente,</p><p>hospedeiro e do agente causador da doença. A estrutura epidemiológica é</p><p>movimentada, significa estar em movimento constantemente no tempo e espaço e</p><p>definindo o que pode ser considerado ocorrência “normal” ou “anormal” da doença em</p><p>uma determinada população, em determinado tempo e espaço (BARATA, 1997.</p><p>Imagem de um mapa com dados mundiais.</p><p>O estudo epidemiológico descritivo analisa variáveis relacionadas ás pessoas,</p><p>demográficas (idade, sexo, raça), sociais (estado civil, renda, ocupação, grau de</p><p>escolaridade), estilo de vida (hábito de fumar, consumo alimentar, prática de exercício</p><p>físico e consumo de drogas (ALMEIDA FILHO e ROUQUAYROL, 1992.</p><p>A análise de distribuição das doenças segundo tempo, espaço e pessoas; vem sendo</p><p>utilizada há muito tempo. Até o final do século XIX e início do século XX as análises</p><p>epidemiológicas salientam as doenças infecciosas, pois eram as principais causas de</p><p>mortalidade e morbidade da época (BARATA, 1997.</p><p>A mudança do perfil epidemiológico iniciou-se no século XX, os estudos</p><p>epidemiológicos passaram também a apontar outros tipos de doenças, agravos e</p><p>eventos, como as doenças não transmissíveis (câncer, doenças do aparelho</p><p>circulatório, doenças do aparelho respiratório, por exemplo), os agravos e lesões</p><p>resultantes de causas externas (acidentes de trânsito, doenças e acidentes de</p><p>trabalho, homicídios, envenenamentos), os desvios nutricionais (desnutrição, anemia,</p><p>obesidade) e os fatores de risco para ocorrência de doenças ou mortes (tabagismo,</p><p>baixo peso ao nascer) (MEDRONHO, 2009.</p><p>A epidemiologia analítica pesquisa os possíveis fatores relacionados à doença. Essa</p><p>Epidemiologia gerência hipóteses com a ideia de verificar se determinado fator</p><p>realmente impacta na saúde do indivíduo, utilizando, para isso, estudos descritivos e</p><p>analíticos. Estudos analíticos são traçados para examinar a existência de associação</p><p>entre uma exposição e uma doença ou condição relacionada à saúde. Os principais</p><p>Estudo Epidemiológico Descritivo</p><p>Epidemiologia Analítica</p><p>traçados de estudos analíticos são: ecológico, seccional (transversal), caso-controle</p><p>(caso-referência) e coorte (prospectivo) (MEDRONHO, 2009</p><p>Videoaula 2 Qual a aplicabilidade da</p><p>Epidemiologia descritiva na Saúde Pública?</p><p>Pronto para explorar como contamos e analisamos histórias de saúde através dos</p><p>dados? Esta videoaula vai mergulhar na epidemiologia descritiva, mostrando como ela</p><p>nos ajuda a entender as tendências de saúde e a preparar respostas rápidas e</p><p>eficazes. Embarque nesta exploração de dados e saúde.</p><p>▶ Aperte play e amplie seu conhecimento!</p><p>Sintonia do Saber</p><p>00:02</p><p>Descubra os triunfos e desafios do Programa Nacional de Imunizações (PNI no mais</p><p>recente episódio do nosso podcast "Saúde Pública em Foco". 🎧💉Lançado</p><p>em 1973, o</p><p>PNI tem sido um pilar na prevenção de doenças imunopreveníveis, promovendo saúde</p><p>e bem-estar por todo o Brasil. Este episódio aprofunda-se na evolução do programa,</p><p>destacando a expansão do Calendário Nacional de Vacinação, que hoje abrange desde</p><p>crianças até idosos, incluindo gestantes e povos indígenas. No entanto, enfrentamos</p><p>um desafio crítico: a queda na cobertura vacinal ao longo da última década, aumentando</p><p>a vulnerabilidade a doenças antes controladas, como sarampo e poliomielite. Explore</p><p>conosco as causas desta tendência preocupante e o que pode ser feito para reverter</p><p>esse quadro, prevenindo futuras epidemias.📚🔬</p><p>Leitura direto da fonte</p><p>Saúde Pública em Foco</p><p>Território, acolhimento, educação popular em saúde, trabalho em equipe, atenção</p><p>domiciliar e indicadores de saúde.</p><p>CONSULTE MAIS INFORMAÇÃO GOOGLE PODCASTS </p><p>https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xZmVjY2NiOC9wb2RjYXN0L3Jzcw</p><p>https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xZmVjY2NiOC9wb2RjYXN0L3Jzcw</p><p>https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xZmVjY2NiOC9wb2RjYXN0L3Jzcw</p><p>Capa do livro</p><p>Epidemiologia sem mistérios: tudo aquilo que você precisa saber!</p><p>Mergulhe nos fundamentos da epidemiologia com o e-book "Epidemiologia sem mistérios: tudo</p><p>aquilo que você precisa saber!", organizado por Edlaine Faria de Moura Villela e Fábio Morato de</p><p>Oliveira. 📚🔬 Este guia essencial desvenda como a epidemiologia e a saúde pública se</p><p>entrelaçam para proteger e promover a saúde coletiva, especialmente em tempos de pandemia.</p><p>No capítulo "Epidemiologia e Saúde Pública: Direto do Túnel do Tempo", você encontrará insights</p><p>valiosos sobre o papel crucial da epidemiologia na compreensão e controle de doenças, além de</p><p>estratégias eficazes para prevenir surtos e promover o bem-estar da população. Boa leitura! 🌍</p><p>💉</p><p>Acesso ao Livro na Biblioteca Virtual UniFECAF</p><p>Para acessar o livro e realizar a leitura clique no botão ao lado.</p><p>ACESSAR O LIVRO</p><p>F ina l iz a r L iç ã o 🧫🧪</p><p>https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/207229</p><p>Videoaula 3 Como utilizar a Epidemiologia</p><p>Espacial na Saúde Pública</p><p>Vamos fazer uma viagem pelo espaço, mas de um jeito que você nunca viu! Descubra</p><p>como a epidemiologia espacial mapeia as doenças e identifica padrões que nos ajudam</p><p>a proteger as comunidades. Prepare-se para uma aventura geográfica na saúde. ▶ Dê</p><p>o play e explore a epidemiologia de um novo ângulo!</p><p>AULA 2 DE 2</p><p>Aula 2 Análise Espacial em Saúde</p><p>00:02</p><p>A análise espacial em saúde é o estudo quantitativo a seriação das doenças ou serviços</p><p>de saúde, tem como objetivo assinalar padrões espaciais de mortalidade e morbidade e</p><p>os fatores associados a esses padrões, escrever processos de difusão de doenças e</p><p>gerar compreensão sobre etiologia das doenças, sua predição e controle (ALMEIDA</p><p>FILHO e ROUQUAYROL, 1992.</p><p>A análise espacial pode ser dividida em três grupos:</p><p>Vários procedimentos são utilizados para executar a</p><p>análise espacial:</p><p>Análise Espacial em Saúde</p><p>Visualização: onde o esquema de eventos de saúde é a ferramenta primária;1</p><p>Análise exploratória de dados: usada para relatar padrões espaciais e relações entre</p><p>mapas.</p><p>2</p><p>Modelagem: usada quando se pretende testar expressamente uma hipótese ou</p><p>estimar relações, como, por exemplo, entre a incidência de uma determinada doença</p><p>e variáveis ambientais.</p><p>3</p><p>Geoprocessamento: na saúde coletiva colaboram para análise espacial das doenças</p><p>principalmente por autorizar o manejo de grandes conjuntos de dados mencionados</p><p>geograficamente, assim como examinar as relações entre o processo saúde e</p><p>doença e o ambiente.</p><p>Geoestatística: estuda os acontecimentos que variam continuamente no espaço.</p><p>Distribuição das doenças no Tempo</p><p>A distribuição temporal de uma doença pode se submeter a um determinado padrão, como</p><p>algumas doenças de transmissão respiratória, que aumenta sua ocorrência no inverno. Identificar</p><p>os períodos de maior risco e vulnerabilidade para determinadas doenças permite um</p><p>planejamento para prevenção e diagnóstico precoce.</p><p>A vigilância epidemiológica das doenças transmissíveis tem como uma das suas bases o</p><p>acompanhamento temporal das doenças.</p><p>Análise de dados de área ou em treliça: na saúde coletiva os dados relativos à</p><p>incidência de uma doença ou agravo à saúde apresentados sob a forma de mapas</p><p>segundo a divisão político-administrativa formam um exemplo típico de treliça</p><p>irregular.</p><p>Análise de padrões pontuais Analisa se os eventos passaram eventualmente ou se</p><p>existe um padrão sistemático em determinada região.</p><p>Ilustração de uma profissional trabalhando com o microscópio.</p><p>Aplicações da epidemiologia em Saúde Pública</p><p>Você sabe qual a diferença entre pandemia, epidemia e</p><p>endemia?</p><p>Vamos continuar a conhecer alguns termos, e assim você poderá</p><p>ampliar sua visão epidemiológica. Para que você continue seu</p><p>estudo, é necessário relembrar os conceitos:</p><p>População é conceituado como grupos humanos. Com um</p><p>conjunto de características comuns: sociais, culturais,</p><p>econômicas, geográficas e históricas.</p><p>Doenças são indicadores culturais das sociedades humanas,</p><p>consequentes da forma como nossa espécie classifica sua vida</p><p>social e da forma como ela convive com outras espécies e com</p><p>o meio ambiente. A doença pode ser física (biológica), social</p><p>ou psicológica (mental).</p><p>Relatar as condições de saúde da população. Exemplo: descrever o perfil de</p><p>mortalidade e morbidade da população brasileira;</p><p>Identificar quais são os fatores determinantes da situação de saúde. Exemplo:</p><p>associar hábitos como fumo e alta incidência de câncer de pulmão.</p><p>Analisar o impacto das ações e políticas de saúde. Exemplo: Inserir a vacinação de</p><p>influenza para idosos com objetivo de diminuir internações e óbitos pelo vírus da</p><p>influenza. Caracterizar o impacto da vacinação e a diminuição do número de casos.</p><p>Você sabe qual a diferença entre pandemia, epidemia e</p><p>endemia?</p><p>Clínica: quando interpela o indivíduo doente, a partir de um</p><p>conjunto de sinais e sintomas e utiliza os equipamentos</p><p>médicos e laboratoriais para fazer o diagnóstico e o tratamento</p><p>individualmente.</p><p>Epidemiologia: se têm populações inteiras ou parte dessa</p><p>população, a partir dos indicadores de saúde e utiliza outros</p><p>dados epidemiológicos e de sua interpretação por métodos</p><p>estatísticos para realizar o diagnóstico de saúde, subsidiando a</p><p>efetivação de medidas de promoção da saúde e prevenção de</p><p>doenças coletivamente.</p><p>Fator de risco é qualquer situação que amplie a probabilidade</p><p>de ocorrência de uma doença ou agravo à saúde. Os fatores de</p><p>risco podem ser de origem hereditária, socioeconômica,</p><p>ambiental ou psicológica.</p><p>MEDRONHO, 2009</p><p>Referências –</p><p>ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia moderna. 2. ed. Belo</p><p>Horizonte: Coopmed; Salvador: APCE Produtos do Conhecimento; Rio de Janeiro: Abrasco, 1992.</p><p>BARATA, R.C.B. O desafio das doenças emergentes e a revalorização da epidemiologia</p><p>descritiva. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 33, n. 5, p. 5317, out. 1997.</p><p>DRUMOND JUNIOR, M. Epidemiologia em serviços de saúde: conceitos, instrumentos e modos</p><p>de fazer. In: Campos, G. W. S. et al (Orgs.). Tratado de saúde coletiva. Rio de Janeiro: Hucitec,</p><p>2007. p. 419456. Saúde em debate, 170</p><p>MEDRONHO, R. A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009.</p><p>Videoaula 4 O que significa a Distribuição das</p><p>doenças no Tempo?</p><p>E se pudéssemos prever o futuro da saúde pública? Nesta videoaula, vamos aprender</p><p>como a distribuição das doenças ao longo do tempo nos oferece pistas valiosas para</p><p>antecipar e combater surtos. Venha decifrar os padrões temporais das doenças</p><p>conosco. ▶ Clique aqui e continue sua jornada de aprendizado!</p><p>Leitura Recomendada</p><p>Explore as mudanças no panorama da saúde com o artigo "Tendências temporais de</p><p>morbidades e fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis</p><p>em pessoas idosas residentes nas capitais brasileiras", de A.G. da Silva, F.M.D. de</p><p>Andrade, E.G. Ribeiro e D.C. Malta. 📊🧓 Este estudo detalhado</p><p>revela como a transição</p><p>00:02</p><p>demográfica e as alterações no perfil epidemiológico, impulsionadas pelos avanços</p><p>tecnológicos, urbanização e mudanças sociais, estão afetando a saúde dos idosos no</p><p>Brasil. Este artigo é uma leitura indispensável para quem busca compreender as</p><p>tendências atuais de saúde entre os idosos brasileiros e as implicações para a saúde</p><p>pública. Acesse o estudo completo na Revista Brasileira de Epidemiologia e esteja à</p><p>frente no entendimento das necessidades de saúde da população idosa. 📘💡</p><p>Tendências Temporais de Morbidades de Fatores de Risco e</p><p>de Proteção para Doenças Crônicas não Transmissíveis em</p><p>Pessoas Idosas Residentes nas Capitais Brasileiras.pdf</p><p>767.4 KB</p><p>Referência bibliográfica do artigo</p><p>SILVA, A. G. da ., ANDRADE, F. M. D. de ., RIBEIRO, E. G., & MALTA, D. C.. 2023.</p><p>Temporal trends of morbidities, and risk and protective factors for noncommunicable</p><p>diseases in elderly residents in Brazilian capitals. Revista Brasileira De Epidemiologia,</p><p>26, e230009. https://doi.org/10.1590/1980549720230009.supl.1</p><p>Saiba mais</p><p>Amplie seus horizontes no fascinante mundo da epidemiologia com a Revista Brasileira</p><p>de Epidemiologia (Epidemio), uma publicação de prestígio da Abrasco desde 1998. 🌟</p><p>Esta revista, com sua rica tradição em publicação contínua, é um tesouro para quem</p><p>busca aprofundar conhecimentos em epidemiologia e áreas correlatas. 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Esta obra cinematográfica,</p><p>disponível completo e dublado, oferece uma perspectiva fascinante sobre a cadeia de</p><p>transmissão e os desafios enfrentados na contenção de uma epidemia. 🎬🦠</p><p>"Contágio" não é apenas um thriller de ficção científica; é uma exploração profunda de</p><p>temas relevantes para a saúde pública, como a cadeia de infecção e as estratégias de</p><p>intervenção necessárias para mudar o curso de uma crise sanitária. O filme destaca a</p><p>importância de entender as interações entre o agente causal, o hospedeiro e o</p><p>ambiente, fundamentais para planejar ações eficazes nos diversos níveis dos serviços</p><p>de saúde. 🌍💉Assista a "Contágio" e amplie sua compreensão sobre como as doenças</p><p>se espalham e o que pode ser feito para detê-las.</p><p>Revista Brasileira de Epidemiologia</p><p>A Revista Brasileira de Epidemiologia tem por finalidade publicar artigos originais e</p><p>inéditos, inclusive de revisão crítica sobre um tema específico, que contribuam para</p><p>o conhecimento e desenvolvimento da Epidemiologia e ciências afins.</p><p>CONSULTE MAIS INFORMAÇÃO SCIELO </p><p>https://www.scielo.br/j/rbepid/</p><p>https://www.scielo.br/j/rbepid/</p><p>https://www.scielo.br/j/rbepid/</p><p></p><p>Contágio - Dublado. Filme Completo em 360p.</p><p></p><p>F ina l iz a r L iç ã o 🔬🧬</p><p>Contágio - Dublado. Filme Completo em 360p.Contágio - Dublado. 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